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PRONAC 231720Projeto encerrado por excesso de prazo sem captaçãoMecenato

E SE EU OLHAR O SEU OLHAR?

FORMA CULTURAL EDICOES ARTISTICAS LTDA
Solicitado
R$ 426,9 mil
Aprovado
R$ 426,9 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Exposição de Artes Visuais
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Exposições de artes visuais
Ano
23

Localização e período

UF principal
SP
Município
Itu
Início
2023-07-19
Término
2025-12-31
Locais de realização (1)
São Paulo São Paulo

Resumo

E se Eu Olhar o Seu Olhar? tem como objetivo realizar uma exposição de fotografias com diverssos e multiplos olhares de mulheres em situação de vulnerabilidade e invisibilidade social como meio de empoderamento feminino.

Sinopse

E se Eu Olhar o Seu Olhar? é uma exposição de fotografias com múltiplos olhares de mulheres em situação de vulnerabilidade e invisibilidade social como meio empoderamento feminino.

Objetivos

O resultados do OBJETIVO GERAL a serem alcançados são: a) - Promover, através da arte visual (fotografia), uma forma de visibilidade para as mulheres vulneráveis e invisíveis socialmente, sendo um meio de empoderamento feminino, gerado a partir da reflexão mais profunda e consciente proveniente do fato de olharem para si mesmas e enxergarem suas condições sociais, econômicas, suas responsabilidades no lar e seus papeis no ambiente e no mundo em que vivem. A partir de um reconhecimento singular e único, a exposição de fotografias criará uma provocação social que, consequentemente, levará os visitantes a também refletirem sobre quem são tais mulheres.b) - Criar um encontro de olhares onde o visitante (a sociedade) pergunta e o outro (o significante/a mulher), responde. É como um jogo de cena e também um trabalho psicanalítico que, a partir de olhares atentos, se cria um par que, tocado pelos olhares, segue agora se reconhecendo. O olhar das mulheres, antes invisíveis e vulneráveis, encontra na arte um modo de se verem e este fato as coloca num patamar diferente, único e realmente novo para que possam, finalmente, seguirem com mais consciência sobre si mesmas. O observador observa uma imagem que diz muito, que revela histórias de vida e que o leva a compreender que seu papel como pessoa também é enxergar e ver o que esconde e o que está por detrás das mulheres que, no dia-dia, ele comumente jamais veria. A partir desse ponto ambos se transmutam! Os OBJETIVOS ESPECÍFICOS do projeto são: 1) - Realizar uma Oficina Psicocultural durante 3 meses duas vezes na semana, totalizando 24 aulas de 24h/a durante a execução do projeto para atender um grupo de 20 mulheres, tendo como objetivo trabalhar a auto-estima delas e a valorização pessoal por meio da uma escuta atenta, visando o empoderamento feminino a partir da reflexão sobre suas autoimagens, ou seja, através do ponto de partida do questionamento "como você se enxerga?", criaremos uma possibilidade ampla de abertura de escuta acerca de suas demandas, dos seus sofrimentos psíquicos, dos seus questionamentos, etc.,, sempre tendo como ponto de ligação uma identidade grupal única, advinda das questões da vulnerabilidade social, econômica e da invisibilidade feminina; 2) - Ao final dos 3 meses da Oficina, o projeto realizará 3 exposições gratuitas de fotografias realizadas pelo Fotógrafo renomado Flávio Torres retratando os rostos das 20 mulheres participantes, exposição esta que circulará por 3 localidades diferentes (a saber inicialmente na cidade de São Paulo, ou cidades de escolha da empresa patrocinadora) para alcançar 3 mil visitantes, sendo que em cada localidade a exposição permanecerá com 20 totens contendo 40 fotografias dos rostos (antes e depois) das 20 mulheres participantes da oficina por 7 dias gratuitamente e aberta ao grande público. Obs. O Projeto visa firmar parceria com o poder publico local para a realização da Oficina e, a priori realizar 3 exposições fotográficas em localidades diferentes de grande circulação de pessoas na cidade de São Paulo ou nas cidades escolhidas pela Empresa Patrocinadora com duaração minima de 7 dias corridos em cada localidade escolhida. Aqui vale ressaltar também que no periodo de realização da Ofcina tanto para as exposições os Profissionais poderão ser alterados conforme necessidades atuais do Projeto/profissionais.

Justificativa

O isolamento social o rompimento de laços sociais leva o ser humano a vivenciar uma experiência de dor e de sofrimento psíquico impedindo que possamos desenvolver pensamentos e ações com fluidez. Esse estado de coisas gera um esgotamento humano constante e impede que resolvamos problemas desde os maiores até questões mais corriqueiras do nosso cotidiano. Uma mulher que viva em condições de isolamento social devido ao seu estado de vulnerabilidade, seja econômica, social ou de invisibilidade pode desenvolver sérias complicações e sintomas doentios que possam impedi-la de viver uma vida digna em termos de autonomia. Essa mulher pode, por conseguinte, sentir um constante desamparo e o estado contínuo de melancolia, medos e angústias criando _ por conseguinte _ um círculo vicioso perverso para suas existências, os quais é quase impossível se desvencilhar. As experiências de clínicas públicas na área da Psicanálise vem demonstrando resultados bastante satisfatórios e em diferentes partes do mundo desde as primeiras experiências, com Sigmund Freud. Portanto, realizar um trabalho de escuta através das oficinas psicoculturais com mulheres que se encontram em situação de vulnerabilidade e invisibilidade social é um meio de oferecer a essas mulheres marginalizadas uma possibilidade de auto reflexão e de autoconhecimento que pode leva-las a se enxergarem e se verem partir da significação de suas próprias histórias e, ao fazerem isso dentro de um grupo de acolhimento e escuta, elas tem a oportunidade de estabelecerem ou de fortalecerem vínculos sociais rompidos e, a partir daí, empoderarem-se tomando maior consciência de si mesmas como pessoas e cidadãs no ambiente em que habitam e no mundo em que vivem. O fato de se enxergarem criará uma ressonância no outro (na sociedade), chamando atenção para suas histórias pessoais, mas mais que isso, para histórias correlatas de camadas sociais que, muitas vezes, não tem a chance de participarem nem mesmo das camadas mais baixas da pirâmide social. Ademais, o manejo e trabalho de grupo irá ter como princípio resgatar a autoestima dessas mulheres e chamar atenção para a beleza pessoal de cada uma delas para que tragam à tona o seus lados mais fortes e o que tem e fazem de melhor, desta forma, poderão ver com mais clareza seus importantes e relevantes papeis e funções sem seus lares, em seus ambientes de trabalho e em suas relações pessoais. Então, mais empoderadas e conscientes sobre si mesmas, haverá um resgate (natural) da valorização feminina e das suas potencialidades. O fato de trabalharmos com as mulheres em grupo em formato de oficinas de trabalho psicanalítico de escuta fará com que possa efetivamente ocorrer encaminhamentos de demandas e o projeto cultural poderá ser um pontapé para uma grande ação transformadora em cadeia onde outras mulheres, ligadas ao público-alvo, poderão ser beneficiadas direta ou indiretamente. Ademais, a junção do trabalho de escuta no grupo com as fotografias irão corroborar a necessidade do olhar atento de cada uma delas e também para cada uma delas, trazendo mais facilmente à tona a autoimagem como um elemento a ser posto em evidência na valorização do eu. Escolhemos as artes visuais exatamente por sua característica intrínseca de retratar a realidade e o contexto figurativo das imagens de forma conceitual, representando a realidade que cerca as mulheres e trazendo à tona de maneira muito evidente as suas belezas pessoais e profundas. Isso fará despertar uma sensibilidade nas pessoas que visitarão a exposição e criará esse jogo de cena entre a sensibilidade despertada do sujeito (da mulher) e do outro (dos visitantes) e, então, a partir daí elas não serão mais invisíveis e terão seus olhares vistos através de novos olhares. A fotografia artística neste caso irá, pois, mostrar diferentes ângulos de um mesmo contexto: o invisível que agora se vê e tudo fará mais sentido para o público que ira olhar o olhar das mulheres ali retratadas. Com relação aos incisos do Art. 1º da Lei 8313/91 o projeto se enquadra: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; IV - proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional; V - salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira. Os objetivos a serem alcançados do Art. 3º dizem respeito a: II - fomento à produção cultural e artística, mediante: e) realização de exposições, festivais de arte e espetáculos de artes cênicas ou congêneres. Diante do exposto, faz-se necessário e Justifica-se o uso do mecanismo da Lei de Incentivo à Cultura para a realização do projeto mediante seu alcance, magnitude e relevância uma vez que, na pratica se constitui como uma ação cultural e social transformadora, mobilizadora e que beneficia mulheres em situação de vulnerabilidade e de invisibilidade social visando o empoderamento feminino.

Estratégia de execução

O projeto irá resgatar a autoestima das mulheres através do trabalho de escuta feito em grupo e irá criar conteúdo necessário para a exposição de fotografias de seus rostos e olhares captados no início da oficina e ao término. A captura das imagens deverá revelar o quanto essas mulheres puderam resgatar seus valores pessoais a partir do reconhecimento de si mesmas e da autoimagem através do regate da importância de suas existências e histórias de vida. A exposição das fotografias dialogará com o público em geral como algo provocador chamando atenção para a visibilidade necessária a tais mulheres, oriundas de um grupo minoritário e vulnerável. O projeto também contribuirá para a melhora da qualidade de vida do público alvo e, indiretamente, para outras mulheres dado que o trabalho de escuta em grupo poderá incorrer um uma possibilidade efetiva de melhora de sintomas que vão além da exclusão cultural e social, mas que podem incidir profundamente em suas vidas e em seus corpos, tais como sofrimentos psíquicos diversos. O presente projeto, “E se eu olhar o seu olhar?” é uma ação psicocultural que se faz necessária e que trabalhará a base para apoiar mulheres e contribuir para o empoderamento feminino, cujo produto cultural resultante é a exposição de fotografias.

Especificação técnica

Exposição de 40 fotografias coloridas de rostos e olhares de mulheres feitas com linguagem técnica específica para a captação dos detalhes evidenciando as imagens como próprias extensões das mulheres que irão, através das imagens, dialogar com o público buscando e permitindo serem observadas e vistas. A Impressão de 40 fotos será em grande formato – a partir de 30,5 cm de lado menor ou mais – em papeis Hahnemühle e Canson (papel fotográfico) em superfície opaca, espalhadas em 20 Totens fotográficos. A proposta se encontra ANEXA aos documentos - Ver Proposta Museográfica

Acessibilidade

As oficinas de trabalho em grupo serão realizadas em locais totalmente adaptados à diversidade, oferecendo estrutura compatível com pessoas com mobilidade reduzida. Além disso, serão acessíveis e inclusivas. Todas as atividades serão gratuitas e a exposição de fotografias será aberta e gratuita ao público em geral, realizada em local público, de grande circulação de pessoas e com garantias de acessibilidade. 1- Produto principal – Exposição de Fotografias Acessibilidade física - a exposição de fotografias será aberta e gratuita ao público em geral, realizada em local público, de grande circulação de pessoas e com garantias de acessibilidade. Acessibilidade auditiva - a exposição de fotografias será aberta e gratuita ao público em geral, realizada em local público, de grande circulação de pessoas e com garantias de acessibilidade. Acessibilidade visual – o projeto prevê Folder explicativo em braile Rubricas: Impressão em Braile 2- Oficinas Psicoculturais/Trabalho em Grupo Acessibilidade física - a Oficina/trabalho em grupo será aberta e gratuita ao público em geral (dentro das especificidades do publico alvo, mulheres em situação de vulnerabilidade social, econômica e invisibilidade), em local publico com garantias de acessibilidade. Acessibilidade auditiva - a Oficina/trabalho em grupo será aberta e gratuita ao público em geral (dentro das especificidades do publico alvo, mulheres em situação de vulnerabilidade social, econômica e invisibilidade), em local publico tendo o acompanhamento do Interprete de Libras caso necessário. Acessibilidade visual – a Oficina/trabalho em grupo será aberta e gratuita ao público em geral (dentro das especificidades do publico alvo, mulheres em situação de vulnerabilidade social, econômica e invisibilidade), em local publico com garantias de acessibilidade e material didático em Braile.

Democratização do acesso

Atendendo o Art. 28 da IN nº 01/2023, como medida de ampliação do acesso, o projeto atende as seguintes medidas: I - doar 10% (dez por cento) dos produtos resultantes da execução do projeto para distribuição gratuita com caráter social, além do previsto inciso II do art. 27, totalizando 20% (vinte por cento); IV - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino, e de outros eventos referente ao produto principal; VI - realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições, mostras e oficinas.

Ficha técnica

A Proponente realizará a coordenação geral do projeto bem como auxiliará na captação de recursos e execução do projeto como um todo, através da sua dirigente principal Alessandra Calazans de Campos e também será a responsável pela gestão da exposição de fotografias. - Nome - Alessandra Calazans de Campos Função: Coordenação geral. Breve curriculo: Alessndra Calazans de Campos - Formada em Ciências Econômicas pela Universidade Estadual Paulista – UNESP Faculdade: UNESP (1992). Especialização em Economia Internacional Entidade: Integração UNESP, UNICAMP, PUC-SP Período: 2003. Trabalhos sócios culturais. Produtora cultural, sócia da Forma Cultural Edições Artísticas. Já desenvolveu projetos culturais incentivados de vários Segmentos tais como Audiovisual (Filmes Documentários História e Cultura das cidades paulistas de Porto Feliz, Itu e Sorocaba), Música (Blues Day e Tocar & Encantar), Humanidades (Livro sobre História e Cultura das Rodovias Paulistas) e também já participou da realização de projetos incentivados trabalhando na área de captação de recursos, produção executiva e coordenação dos Segmentos esportivo (Judô, uma Arte para a Vida), artes cênicas (Dança & Movimento), bem como de projetos sociais e culturais diretos apoiando o trabalho de Instituições e Entidades com em diversas temáticas, tais como: defesa da mulher, inclusão e cuidados com pessoas idosas, responsabilidade sócio ambiental, inclusão digital, inclusão de PCDs, inclusão de crianças e adolescentes e minimização de riscos sociais, sempre visando o desenvolvimento de projetos culturais, sociais e esportivos para ampliar, melhorar e garantir a sustentabilidade de gestão. Possui ampla experiência de mais de 20 anos nas áreas de desenvolvimento e realização de projetos, bem como inteligência de mercado, desenvolvimento institucional e captação de recursos. Formação em Psicanálise pelo IBPC (Instituto Brasileiro de Psicanálise Clínica) Nome: Silvano Gaspar Função: Produtor executivo Breve Curriculo: Formado pela Universidade Escola de Sociologia e Política de São Paulo. Curso: Sociologia e Política. Cursos de aperfeiçoamento, seminários, palestras ETC. Assunto: Filosofia. Entidade: Escola de Sociologia e Política. Já realizou diversos trabalhos sócios culturais, culturais e esportivos incentivados e diretos em vários Segmentos: Audiovisual (Filmes Documentários Sobre a História e Cultura de Porto Feliz (Do Porto de Araritaguaba ao Porto Feliz), de Itu (Itu O Berço da República) e Sorocaba (Sorocaba, Nos Trilhos do Futuro), de Belém do Pará e de Indaiatuba-SP), Música (Tocar & Encantar, Tocar & Encantar, Tocar & Encantar III, Tocar & Encantar Jundiaí e Tocar & Encantar Indaiatuba e Itu, Blues Day), Humanidades (Livro Caminhos para o Desenvolvimento – Historia e Cultura das Principais Rodovias Paulistas), Artes Cênicas (Dança & Movimento I e II), Esportivo (Judô, uma Arte para a Vida), Sociais (ONG Casa do Bom Menino de Tatuí Projeto: Ler & Aprender, Ong Brasil Com Ciência Projeto: Por um Brasil Melhor; Instituição. Escola de Sociologia e Política de São Paulo. Projeto: Coordenação do trabalho de Regularização Fundiária de favelas Heliópolis Gleba K; Instituição SOS família Endereço. Coordenador de Projetos Sócio Culturais. Instituição Projeto Cidade é Vida. Elaboração, direção e execução de projetos visando a qualidade de vida das cidades e seus cidadãos na área da inclusão social). Possui grande experiência na elaboração de projetos incentivados. Foi condecorado no ano de 2019 com o Prêmio Excelência Qualidade Brasil com o título público de Comendador na categoria "Personalidade do Ano, Destaque Nacional, Mérito Social Profissional Cultural & Cidadão que Acrescenta à Nação, Exemplo Digno de Ser Seguido por Todas as Pessoas de Boa Fé, Honestas e de Caráter Voltado em Prol de uma Sociedade mais Igualitária, Justa e Perfeita." Nome: Jonas Soares de Souza Função: Curador e Historiador Breve Curriculo: Historiógrafo e Doutor em História Econômica pela USP. Mestre em História Social. Publicou mais de 30 artigos em diversos Periódicos especializados e 14 trabalhos em Anais de Eventos. Possui 9 Capítulos de Livros e 11 Livros publicados e mais de 150 itens de produção técnica. Participou de 13 eventos no Exterior. Atua na área de História, com ênfase em História do Imaginário. Nome: Flávio Torres Função: Fotógrafo Trabalha e vive de fotografia desde 1989. Formado pelo Senac passou pelos principais veículos de comunicação do país. Atualmente é editor da revista Terraço e também atua na fotografia comercial e editorial. Desde 2014 organiza o Festival de Fotografia de Itu, o Interfoto. Participou da Primeira Bienal de Fotojornalísmo Brasileiro em 1995 é diretor de comunicação da ARFOC-SP (Associação dos Reporteres Fotográficos e Cinematográficos do Estado de São Paulo).

Providência

PROJETO ARQUIVADO.