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PRONAC 2317205Projeto encerrado por excesso de prazo sem captaçãoMecenato

A TRAJETÓRIA ARTÍSTICO-CULTURAL DE DANILO BLANCO

ALAN ISIDIO DE ABREU PRODUCOES E EVENTOS
Solicitado
R$ 282,2 mil
Aprovado
R$ 282,2 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Livro/Obra Refer impres/eletrôni valor Art/Lit/Hum
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
23

Localização e período

UF principal
RJ
Município
Rio de Janeiro
Início
2024-02-01
Término
2024-09-30
Locais de realização (2)
Rio de Janeiro Rio de JaneiroSão Paulo São Paulo

Resumo

O objetivo é retratar a trajetória do artista plástico Danilo Blanco, designer de superfície e educador social, desde os anos 1990, quando produzia objetos com ossos bovinos, até o reconhecimento nacional e internacional por resgatar a arte milenar da Marchetaria como linguagem contemporânea. Ele se destacou por introduzir em suas criações resíduos de madeira descartados em marcenarias, madeireiras e demolições, promovendo rupturas no processo construtivo dessa arte e inovanado seu padrão estético. Além disso, compartilhou seu saber com grupos sociais, em parceria com reconhecidas organizações. Nossa proposta é pesquisar profundamente sobre seu trabalho, documentar com fotos e documentos, entrevistá-lo e reunir tudo num livro de 216 páginas, formato 18x23cm. Como suplemento, acrescentaremos no livro uma breve história da Marchetaria, e um passo a passo, com fotos ilustrativas, do trabalho atualmente desenvolvido por Danilo Blanco.

Sinopse

O projeto prevê um livro com cerca de 200 páginas, com um texto narrando a trajetória artística de Danilo Blanco, um texto crítico-analítico sobre o desenvolvimento de sua obra, um resumo da história da Marchetaria e um passo a passo do processo do trabalho do artista, todo ilustrado com fotos, documentos, catálogos, clipping, comentários etc. Além do livro impresso, será produzido um audiolivro em pendrive, que virá anexado num livro-objeto, com alguns trabalhos em Marchetaria em relevo, para que a PCD possa sentir nas reentrâncias e saliências o trabalho artístico de Danilo. A trajetória de Danilo Blanco tem início com seus objetos com chifre bovino polido como matéria prima. Após uma adolescência turbulenta, produziu adornos utilizando fios de cobre, latão e alpaca. Era o “aprender fazendo”, que traz até hoje. Acertando e errando desenvolveu seu trabalho. Introduziu na produção as pastilhas de ossos bovinos, utilizadas para revestimentos. Criava objetos e trabalhava em parceria com importantes arquitetos e decoradores, revestindo com pastilhas de ossos e chifre bovinos mobiliários como mesas e aparadores. Assim, descobriu a importância do design, da ergonomia e da interpretação do desenho técnico. Cursou Marcenaria do Senai, onde aprendeu o manuseio de máquinas estacionárias e a interpretação do desenho técnico. Depois, redescobriu os ossos bovinos, não mais como pastilhas para revestimentos, mas como suporte para desenvolver o novo trabalho. Passou a produzir caixinhas utilizando canelas bovinas, preciosos objetos em osso polido, comercializados em lojas de museus e de design. No início, elas eram trabalhadas só com osso polido, preservando cor e textura. Depois passou a fazer incrustações nelas, utilizando os resíduos de chifre e depois com filetes de madeira. Assim, descobriu a Marchetaria. Em 1992, realizou uma exposição com seus trabalhos em Marchetaria com resíduos de madeira e ossos bovinos no Sesc Pompeia, no local onde estava instalada as oficinas de marchetaria. A proposta era compartilhar seu saber, e ministrou oficina nesta unidade por quase três anos. Trabalhou com cartolina em retângulos vasados e logo se descobriu ali. Depois de alguns meses contatou a Unicef, pedindo indicação de uma Ong que pudesse trabalhar como voluntário, ensinando marchetaria para os jovens da comunidade. Em 1996, a Unicef indicou o Centro Comunitário Tabor, que atendia cerca de 500 crianças e jovens da comunidade do Jardim São Gonçalo, em São Mateus, Zona Leste de São Paulo. Instalou seu ateliê no Tabor para compartilhar seu processo criativo com jovens e também aprender com eles. Ficou três anos trabalhando como voluntário. A produção era coletiva e o processo de aprendizagem era o “aprender fazendo”. Na época, já era bem conhecido através da imprensa, o que ajudou muito na divulgação, contribuindo para a comercialização da produção. Renda que ajudava na manutenção do projeto marchetaria e ainda era possível compartilhar com os jovens aprendizes. Neste período, criou e produziu o Prêmio Gestão Ambiental, uma parceria da Unesco, Gazeta Mercantil e Sebrae. Em 1997, ministrou um curso de média duração para o Sebrae Pernambuco, trabalhando com formação e capacitação de artesãos. Em 1998, recebeu o convite do Sebrae Brasília para ministrar um curso de marchetaria em uma comunidade de artesãos que trabalhava com madeira, e no mesmo ano ministrou oficina de marchetaria para inclusão produtiva na Fundação 10 de Agosto, Rivera de São Lourenço, trabalhando com jovens da comunidade local atendidos pelo projeto. Em 2000, começou a trabalhar com adolescentes na organização social Obras Sociais do Jardim Climax, situada no Ipiranga, zona Leste de São Paulo, que atendia por volta de 400 crianças e adolescentes de famílias em situação de pobreza. A divulgação na imprensa sobre esta oficina possibilitou a comercialização dos trabalhos que eram produzidos em processo coletivo e muitas portas se abriram. Em 2001, retomou a atividade de ateliê, se instalando em um galpão de 200 m2 no bairro de Santa Cecília, onde em paralelo a produção autoral, desenvolveu um trabalho voluntário, atendendo jovens em situação de vulnerabilidade que viviam nas ruas do centro da cidade, com foco na marchetaria trabalhada com resíduos de madeira. Recebeu muitos jovens no galpão, colaborando com a travessia deles para as Casas de Acolhida ou Abrigos. Conheceu o projeto Equilíbrio, do Instituto de Psiquiatria do Hospital das Clínicas, quando trabalhou com jovens pacientes que vinham para seu ateliê pelo período de 2 horas, uma vez por semana. Trabalho intenso que durou de 2001 a 2007, quando teve que encerrar as atividades no galpão. Implantou ainda uma oficina de marchetaria para aprendizagem e produção no Lar da Crianças da CIP, congregação Israelita Paulista, por três anos aproximadamente. Realizando atividades em diversas unidades do Sesc São Paulo, de 2013 até hoje, assim como nas Oficinas Culturais do Estado (Carlos Gomes, em Limeira, no ano de 2014, e a Juan Serrano, em 2015). Ainda em 2015 desenvolveu atividades no NEC – Núcleo de Economia Criativa do Condomínio Conjunto Nacional e na Bunkyo / Sociedade Brasileira de Cultura Japonesa. Em parceria com a Fundação Stickel, desenvolveu o projeto Entorno de Nós, oficinas criativas para compartilhar a prática da marchetaria com alunos de escolas públicas de São Paulo. A ideia foi digitalizar os trabalhos produzidos pelos alunos, fazer a impressão desses trabalhos sobre azulejos de porcelana e instalar um mural de arte pública e coletiva em local de grande circulação. O primeiro mural do projeto, instalado em 2018 na estação Palmeiras Barra Funda da CPTM, foi composto por mais de 600 azulejos reproduzindo trabalhos de marchetaria desenvolvidos por alunos de quatro escolas públicas de São Paulo. O segundo mural do projeto foi instalado no Terminal Urbano Cachoeirinha, em 2019 e o terceiro instalado em 2022 no Museu e Sala de Convenções Professora Nara Lúcia Nonato, em Ilha Solteira, quando trabalhou com mais de 200 crianças do ensino fundamental da cidade, ação integrada a exposição individual Marchetaria – do descarte à arte, Danilo Blanco.

Objetivos

Objetivo geral: Publicar um livro sobre a trajetória artística e social do designer e educador social Danilo Blanco, proporcionando ao público percorrer os caminhos por onde a arte transforma madeira descartada em obras de extrema beleza plástica e a tomar contato com o processo criativo que transmite a sustentabilidade, além de conhecer o processo usado pelo artista para compartilhar seus saberes com pessoas em situação de vulnerabilidade. Objetivos específicos: 1. Captar o depoimento do artista, onde ele vai explanar sobre sua carreira artística, seu trabalho social e outros assuntos pertinentes. 2. Fazer entrevistas com alunos e ex-alunos do artista. 3. Pesquisar sobre a carreira de Danilo Blanco em sites na Internet, em organizações com as quais ele trabalhou e periódicos afins. 4. Produzir um texto narrando a trajetória de Danilo, a partir das pesquisas resultantes dos ítens 1 a 3. 5. Produzir um texto crítico sobre o trabalho de Danilo Blanco, mostrando a evolução do mesmo desde o início até a atualidade. 6. Pesquisar fotos, catálogos, documentos e clipping de e sobre Danilo Blanco. 7. Fazer a editoração do livro com o resultados dos itens de 4 a 6. 8. Produzir a capa e a diagramação do livro. 9. Imprimir 1.000 exemplares do livro. 10. Fazer um audiolivro acompanhado de um livro-objeto para oferecer acesso a pessoas com deficiências visuais. 11. Fazer o lançamento do livro com um workshop do artista.

Justificativa

O projeto se enquadra nos incisos abaixo do Art. 1o. da Lei 8313/91: II, III, VI e IX O projeto alcança os objetivos abaixo do Art. 3o. da Lei 8313/91: II - b), IV - b), e V - b) Danilo Blanco iniciou sua memorável carreira artística e social aos 20 anos. Começou criando pequenos objetos de vários materiais na adolescência até encontrar o chifre bovino polido. Seus objetos foram interessando o público. Arquitetos e decoradores se interessaram pelo seu trabalho e vieram as encomendas de revestimento com sua arte em mobiliários diversos. Assim, ele descobriu o design e foi estudar Marcenaria no Senai. Sua inquietação constante não o satisfazia com este tipo de trabalho, apesar da segurança financeira que lhe proporcionava. Deu início a uma nova fase: a produção das caixinhas com canelas bovinas, preciosos objetos em osso polido, as quais chamava de "caixinhas para guardar sonhos". Objetos muito admirados e comercializados com sucesso em lojas de referência em design. No início elas eram trabalhadas somente com o osso polido em seu formato natural, preservando sua cor e textura, sem nenhuma interferência de outro material. Depois passou a fazer delicadas incrustações nessas caixinhas, inicialmente utilizando os resíduos de chifre e depois delicados filetes de madeiras. E Danilo descobriu a Marchetaria. Pesquisou muito sobre o assunto. Então, foi juntando pedaços de madeira para formar um bloco maciço e dele retirar finas fatias do topo. Estava encantado e certo que a beleza desse trabalho era revelar texturas, veios e nervuras das diversas madeiras utilizadas na composição. Descobriu neste processo que nobre deve ser o resultado do trabalho e não, necessariamente, a matéria prima utilizada. Um mundo se abriu e estava encantado pela marchetaria. Notava que havia algo muito interessante nos trabalhos em madeira que estava desenvolvendo, visto que a marchetaria tradicional em geral era figurativa e simétrica, e a que desenvolvia era geométrica e assimétrica. Começou a carreira de Danilo fazendo e ensinando Marchetaria para jovens, compartilhando seu saber e, desta forma, satisfazendo sua inquietação. Conheceu o trabalho voluntário de uma de suas alunas e mudou sua vida a partir daquele encontro com a comunidade. Foi apresentado para um grupo de umas 20 a 30 crianças do entorno que o projeto atendia e em seguida se ofereceu para ir uma vez por semana e ficar com elas. Estar com elas e aprender com elas. Comprou cartolina, recortou retângulos vazados e distribuiu uma "janela" para cada criança, pois fariam descobertas no entorno, como se fossem fotógrafos. Junto com essas crianças descobriu "a beleza de uma poça d’água, uma roupa surrada secando no varal, uma porta sem tranca. E até hoje eu me lembro do menino me dizendo: tio, você acha que essa poça d’água combina com essa porta velha de cor azul? Entendi o que eu estava fazendo lá" (palavras de Danilo). Ensinou Marchetaria gratuitamente para os jovens atendidos no Centro Comunitário Tabor, uma organização social que atendia por volta de 500 crianças e jovens da comunidade do Jardim São Gonçalo, em São Mateus, Zona Leste de São Paulo. Instalou ali seu ateliê para compartilhar seu processo criativo com os jovens e também aprender com eles. Agora este seria seu local de trabalho. "Me lembro que sempre encontrava uma criança que me perguntava: tio Danilo, eu já tenho idade para fazer marchetaria. Aquilo me tocava e eu ficava mais um período na comunidade. A produção era coletiva e o processo de aprendizagem era o aprender fazendo. A produção era comercializada em lojas de decoração e presentes, lojas de museus, feiras de design e arte, incluindo a produção de brindes corporativos. A renda ajudava na manutenção do projeto marchetaria e ainda era possível compartilhar com os jovens aprendizes. Foi neste período que produziu o Prêmio Gestão Ambiental, uma parceria da Unesco, Gazeta Mercantil e Sebrae. Um aprendizado coletivo sobre arte e cidadania. A partir de muitas matérias de imprensa e do documentário produzido pelo Sebrae e veiculado nas TVs Cultura e Futura, muitas portas se abriram para o trabalho de marchetaria de Danilo, não somente a produção autoral, mas também para ministrar oficinas de marchetaria em outras organizações sociais. Foram muitas oficinas que propiciaram a centenas de jovens a aprender uma atividade e um ofício, não só em São Paulo, mas também em Pernambuco e Brasília. As oficinas sempre propiciavam também a renda para o projeto e para os alunos através da venda dos produtos. A partir de 2001, com ateliê montado em Santa Cecília, Danilo começa o trabalho voluntário de atender jovens em situação de vulnerabilidade que viviam nas ruas do centro da cidade, com foco na marchetaria trabalhada com resíduos de madeira. A proposta era valorizar mais o encontro do que o resultado dos trabalhos em marchetaria. Outro trabalho voluntário que desenvolveu nesse período foi o atendimento aos jovens pacientes do projeto Equilíbrio, do Instituto de Psiquiatria do Hospital das Clínicas. Desde 2013 até hoje, voltou às oficinas em parceria com o Sesc, as Oficinas Culturais do Estado, NEC e Bunkyo. Ao reconhecer que o artista pode participar com sua arte do processo educativo em escolas públicas, seu trabalho de marchetaria tomou um novo rumo no ano de 2017, quando apresentou uma proposta de parceria para a Fundação Stickel. A ideia central era compartilhar a prática da marchetaria com alunos de escolas públicas de São Paulo, desenvolver oficinas criativas em sala de aula com a técnica, digitalizar os trabalhos produzidos pelos alunos, fazer a impressão desses trabalhos sobre azulejos de porcelana e instalar um mural de arte pública e coletiva em local de grande circulação. Assim que nasceu o projeto Entorno de Nós. Este projeto já resultou em três obras públicas: em 2018, um mural de 600 peças de formato 15x15cm, cuja matriz é o trabalho de Marchetaria de cada aluno, que foi digitalizado e impresso em azulejo, instalado na Estação de Metrô e CPTM Palmeiras Barra Funda, em São Paulo, em 2019, no Terminal Urbano Vila Nova Cachoeirinha, nos mesmos moldes, com 200 peças; e em 2022, em parceria com o projeto Trilhar, painel com a participação de 227 alunos da rede pública da Ilha Solteira.

Especificação técnica

Livro ilustrado Número de páginas: 216 Capa: Dura Formato: 18x23cm Papel: couchê matte 150g Exemplares: 1.000 4 Cores

Acessibilidade

O livro é acessível para pessoas com dificuldade de locomoção e pessoas com deficiências auditivas. Para as pessoas com deficiências visuais, será produzido um audiolivro em pendrive, que acompanha um livro-objeto, com algumas obras de autor em madeira, com reentrâncias e saliências, para serem observadas e sentidas.

Democratização do acesso

Da edição de 1.000 exemplares, 200 serão distribuídos gratuitamente. No lançamento do livro, o workshop será aberto ao público gratuitamente.

Ficha técnica

FICHA TÉCNICA Artista: Danilo Blanco Texto final: Furio Lonza Texto crítico: Rubens Fernandes Júnior Pesquisa, produção e editoração: Maria Alice Silvério Capa, projeto gráfico e diagramação: Hannah 23 Impressão: Grafitto Gráfica e Editora Narradores do audiolivro: Alexandre Varella e Verônica Rocha Criador do livro com Marchetaria em relevo para pessoas com deficiências visuais: Danilo Blanco CURRÍCULOS RESUMIDOS Danilo Blanco Artista plástico, designer de superfície e educador social, com trajetória iniciada nos anos 1990. O trabalho de Danilo tem sido resgatar a arte milenar da Marchetaria com linguagem contemporânea, introduzindo em suas criações resíduos de madeira descartados em marcenarias, madeireiras e demolições e inovando no padrão estético. O artista compartilha seu saber prático com diversos grupos sociais, através de projetos e ações em parcerias com organizações sociais diversas, como o Sesc e a Fundação Stickel. Transita no terrítório onde convergem arte, cultura artesanal e educação social. Já atuou em diversos locais com diferentes parceiros, apoiando-se em três pilares: processos colaborativos em arte, ofício da Marchetaria na linguagem contemporânea e intercâmbio de conhecimentos. Orientou milhares de jovens através de programas que visam não apenas estimular a capacidade de criação, mas, principalmente, valorizar o trabalho manual e a disciplina, bem como desenvolver e manter valores sociais e culturais. Furio Lonza Escritor, jornalista e dramaturgo, foi editor da revista de humor Chiclete com Banana, crítico de literatura do suplemento Ideias do JB, crítico de teatro da revista Teatro Hoje. Escreveu resenhas e artigos para os jornais Folha da Tarde e Jornal da Tarde. Publicou contos, crônicas, ensaios e poemas nas revistas Escrita, Ficção, Status, Coyote, EtCetera, Siblia, Ácaro, Ciência Hoje, Poesia Sempre, Superinteressante, revista da Fapesp e EnteLivros. Como escritor, participou das antologias "O Amanhecer do Vampiro", Ed. Escala (2010), "Doze", Demônio Negro (2006), "Vício da Palavra", ed. Coletiva (1977), "Assim esccrevem os paulistas", ed. Alfa Ômega (1976). Tem mais de 20 livros publicados: contos, romances e livros de humor, através das Editoras Cia. das Letras, Alfa-Ômega, Ed. 34, Relume Dumará, Ensaio, Demônio Negro, Ed. Tchê, Matrix, Penalux. Escreveu 10 peças teatrais, sendo encenadas: "A última revolução possível" (2017), "Jantando com Isabel" (2012) e "Patagônia" (2011). Rubens Fernandes Júnior Pesquisador e curador de fotografia, Doutor em Comunicação e Semiótica pela PUC-SP, diretor e professor titular da área de Comunicação da FAAP. Recebeu o Prêmio Mérito Cultural de Fotografia, da Rede de Produtores Culturais de Fotografia no Brasil (2020), o Prêmio Marc Ferrez de Fotografia (2014), Prêmios de melhor exposição/curadoria pela APCA pelas exposições "A(s)simetrias" (2006) e Màrio Cravo Neto de Fotografias no MASP (1995). Autor dos livros: "Yalenti" (Ed. Madalena, 2018), Papéis Efêmeros da Fotografia (Ed. Tempo d´Imagem, 2015), Geraldo de Barros (Ed.Cosac Naify, 2006), Labirino e Identidades, Ed. Cosac Naify, 2003), O Século XIX na fotografia brasileira (Ed. Francisco Alves, 2000). Maria Alice Silvério Produtora cultural desde 1987, trabalhou em eventos importantes como 100 Anos da Avenida Paulista, Sunday Design, O que é arte, o que é design, e produziu mais de cinquenta espetáculos teatrais, como Vau da Sarapalha, Apocalipse 1,11, Alice através do espelho, Variações enigmáticas, Joaquim e as estrelas, Bisa Bia Bisa Bel, Eugênia, cerca de vinte projetos editoriais e vários projetos em outras áreas. Entrou na diretoria do Instituto Maniva em 2006. Produziu várias exposição temáticas, sendo a última "Caboclos da Amazônia", em Belém, Canaã do Carajás e Marabá, em 2022, São Paulo em 2023, Belo Horizonte e Rio de Janeiro, programadas para 2024. Fez pesquisa e produção editorial de vários livros, entre eles: "Bibi Ferreira - uma vida no palco" (1a. edição 2003; 1a. edição em inglês 2013; 2a. edição em português 2022), "Artesanato in Natura" (5 volumes, 2008), "História do Uniforme no Brasil (2002). Hannah 23 Artista visual, designer editorial e colagista, organiza conhecimentos e saberes para os entregar em formas visuais diversas, tenhdo os projetos editoriais como sua especialidade. Tem 27 anos de experiência na área de design, executando trabalhos no SESC Nacional, Peltier Design, Ato Gráfico Design, Dinarte Design, Mais Programação Visual, I Graficci e Unidesign. Desde 2019, vem trabalhando em sua própria MEI em desenvolvimento de identidade visual e projetos de design editorial, ilustrações e processos de Design Thinking. Vem ampliando sua atuação para desenvolvimento de conteúdos sobre criatividade, inteligência emocional, neurociência e curadoria de conhecimento. Trabalhos recentes: Coleção Nossas Histórias, livros infantis da Malê Editorial; Fundamentos de UX (projeto gráfico e ilustrações), livros: Carolayne Carolina, da Malê Editorial, E se fosse com você, livro de contos para ABIAIDS, Guia Alimentar Coma melhor e viva bem, para ABPASS; identidades visuais para: Cordão do Boitatá, CCBB Educativo, Esperando Beltrano, Cão Chupando Manga e Kabaret Karioca. Alexandre Varella Ator, narrador, diretor e produtor, iniciou sua carreira em 2015 trabalhando em importantes companhias cariocas, tais como a Armazém Cia. De Teatro e a Cia. Teatro Autônomo. Entre seus trabalhos mais recentes, estão os espetáculos “A Última Ata”, dirigido por Victor Garcia Peralta, no Teatro das Artes (2022); “Folhas de Vidro”, que dirigiu, produziu e atuou em, no Teatro Poeira (2019); “O Censor”, que também dirigiu, produziu e atuou em, no Estação Net Botafogo (2019); “A Vida ao Lado” (2018), escrito e dirigido por Cristina Fagundes e indicado ao Prêmio Shell de melhor Direção e ao Prêmio Cesgranrio de melhor Texto. Narrou diversos audiolivros para empresas como Ubook, Storytell, Audible, Editora Record, Editora Intrínseca, entre outras; desde clássicos fundamentais a bestsellers contemporâneos, tais como “A Muralha”, de Dinah Silveira de Queiroz; “Hilda Furacão”, de Roberto Drummond, “A Lista de Schindler”, de Mietek Pemper, “Pilatos”, de Carlos Heitor Cony, “S. Bernardo”, de Graciliano Ramos, “O Manifesto Comunista”, de Karl Marx e Friedrich Engels, entre dezenas de outros títulos. Atualmente, está gravando a série de 7 livros de “As Crônicas de Nárnia”, de C.S. Lewis. Também tem se dedicado à direção de narração, já tendo dirigido atores como Otávio Muller, no livro “1984”, de George Orwell, Eduardo Moscovis, no livro “O Ateneu”, de Raul Pompeia, Antonio Pitanga, no livro “O Pequeno Príncipe”, de Antoine de Saint-Exupèry, entre vários outros. Veronica Rocha Atriz, diretora, produtora, narradora e dubladora, atuou em mais de 30 peças de teatro, assim como em novelas e séries na TV. Na dublagem, entre seus trabalhos mais recentes estão: A dona do Bordel em A Casa do Dragão HBO, Anna em Chicago Fire - Netflix, Professora de Yoga em Tubacão - Netflix, Katie em Ink Master Tatoo- temporada 14 Paramount Plus, Dublou Ayana Heroe em The Challenge Allstars - PARAMOUNT PLUS, dublou a atriz Karin Robinson, em Mary Kills People - Globoplay, Diretora Müller em Barbie Adventures na Netflix, Diana , em De férias com o ex America Latina - Paramount Plus, Nelly em Maldito Rock - Paramount Plus, a atriz Alicia Borrachero em Bozè - Paramount Plus, entre muitas outras. Como narradora de áudio livros, gravou o Best seller "O Carniceiro" de Alaina Urhkhart, disponível na Rakuten Kobo.

Providência

PROJETO ARQUIVADO.