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PRONAC 2317227Autorizada a captação total dos recursosMecenato

Gibiteca Brasileira

LIEGE DONIDA BIASOTTO PRODUCOES CULTURAIS LTDA
Solicitado
R$ 993,9 mil
Aprovado
R$ 993,9 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Doação ou Aquis Acervos p/ Bibli e Arquiv públicos
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
23

Localização e período

UF principal
RS
Município
Porto Alegre
Início
2024-01-01
Término
2026-12-19
Locais de realização (1)
Porto Alegre Rio Grande do Sul

Resumo

Este projeto propõe a distribuição de acervos de quadrinhos nacionais para escolas públicas e instituições, buscando formar novos leitores para a produção nacional, promovendo a alfabetização visual e a divulgação e distribuição de autores e quadrinistas brasileiros. Paralelamente, serão realizadas atividades formativas para professores e alunos das escolas contempladas pelo projeto.

Objetivos

OBJETIVO GERAL A Gibiteca Brasileira tem como objetivo geral a renovação dos acervos de histórias em quadrinhos de bibliotecas públicas, escolas públicas e instituições sociais ou comunitárias, promovendo a leitura e a realfabetização visual de pessoas com baixa renda, distribuindo e divulgando autores de quadrinhos nacionais. OBJETIVOS ESPECÍFICOS PRODUTO ACERVO: Distribuir um acervo de 170 livros de histórias em quadrinhos para 60 bibliotecas públicas, contemplando escolas, instituições sociais e educativas e sistemas prisionais; PRODUTO CURSOS/OFICINAS: Realizar seis oficinas formativas de quadrinhos para professores e estudantes da rede pública de ensino, com carga horária de 2h cada, e 30 vagas por atividade, contemplando 180 pessoas;

Justificativa

A ideia do projeto nasce de duas demandas latentes da produção nacional de quadrinhos. A primeira delas é a necessidade urgente na formação de novos leitores, através da criação de projetos que aproximem o jovem leitor a essa linguagem literária. Acreditamos que as histórias em quadrinhos podem ser um canal de entrada para o processo de leitura. Um dos atrativos é a presença de dois códigos, o verbal aliado ao visual. Da junção de ambos, constroem-se o sentido da narrativa e a criação do hábito da leitura, por consequência. Do mesmo jeito que a alfabetização abre a uma pessoa um novo mundo de infinitas possibilidades, uma (re)alfabetização visual também é capaz de expandir horizontes. É um fato conhecido que existem várias formas de ’leitura’ (decifração de códigos e construção de novos conhecimentos a partir deles). No entanto, numa sociedade altamente ‘visual’ como a nossa, bombardeada incessantemente por estímulos gráficos e audiovisuais, é raro encontrarmos pessoas realmente aptas a ’ler’ imagens e a formar juízo acerca delas. Pesquisas indicam que no Brasil ainda se lê muito pouco. O hábito médio de leitura no país é de 1,8 livros por ano. É difícil medir até onde a falta de leitura interfere na vida de uma pessoa. O que se pode afirmar com maior grau de certeza é que quanto menos se lê, maior é a tendência de encontrar dificuldade em apreender as informações contidas num texto. Segundo o relatório de 2007 do Saresp, exame do governo paulista que mede o nível de aprendizagem dos alunos do Estado, ao utilizar histórias em quadrinhos em exames e provas de língua portuguesa, os alunos possuem grandes dificuldades de interpretação de textos, onde a cada 10 alunos, 7 tem dificuldade no entendimento de uma tira de quadrinhos básica. Partindo dessa primeira demanda, o projeto aqui proposto acredita que a viabilização de acesso aos quadrinhos nacionais pode auxiliar na formação de novos leitores, contribuindo diretamente no seu processo de alfabetização e de interpretação de texto, aliando-se ao uso da linguagem visual. A segunda demanda que inspira a proposição deste projeto, é a enorme produção nacional anual de quadrinhos e a necessidade de distribuição dessa produção diretamente para pessoas que normalmente não possuem acesso a esse tipo de obras. O Brasil hoje é uma referência na produção de histórias em quadrinhos, onde residem milhares de autores, artistas e editoras independentes. Somente na CCXP - Comicon Experience (grande evento internacional de quadrinhos que acontece anualmente na cidade de São Paulo), participaram da edição de 2022 484 artistas do quadrinho nacional. Segundo a divulgação do evento, 38% dos 484 artistas pertenciam à comunidade LGBT, o que corresponde a 165 pessoas. Do grupo principal, 32% também se declarou negro, pardo ou indígena. Haverá 58 artistas classificados como transgêneros, não binários, gender-fluid, agênero ou travestis e 144 mulheres (contando cis e transgêneros). Apesar da grande produção nacional de quadrinhos, que normalmente são financiadas por editais públicos, como o PROAC SP (que anualmente contempla cerca de 20 novas obras somente no estado de SP), ou de maneira independente por financiamento coletivos, pequenas editoras ou com recursos próprios dos autores, acredita-se que a distribuição e a venda dessas obras ainda é bastante limitada. De acordo com Waldomiro Vergueiro, professor e coordenador do Observatório de Histórias em Quadrinhos na Escola de Comunicações e Artes da USP, a falta de contato desde a infância com as revistas é um grande empecilho no processo de formação de novos leitores e consumidores dessa mídia específica. Atualmente, grande parte dos leitores de quadrinhos é de consumidores intermediários, cujos hobbies se mesclam entre HQs e outros formatos de entretenimento. "Esse público exclusivo de quadrinhos, o aficionado por história em quadrinhos, esse público realmente diminuiu mesmo, diminuiu bastante", diz o professor. Os fatores que afetam o consumo variam desde a ordem econômica até a falta de acessibilidade de locais que possam disponibilizar títulos em quadrinhos para o público, principalmente o público de baixa renda. Devido à tiragem menor que os títulos têm, a distribuição de revista focaliza-se nos centros urbanos, limitando o acesso de populações de pequenos municípios. Outro ponto que interfere nesse mercado é o preço dos títulos, que impede um consumo por públicos com menor poder financeiro. Ainda para Vergueiro, democratizar o acesso às HQs é importante para permitir que novos leitores entrem em contato com a mídia. A criação de novas gibitecas pelo País ou o aumento de títulos em quadrinhos nas bibliotecas públicas são "fatores que ajudam a empurrar, aumentar ou incentivar o consumo de quadrinhos", conclui. Em conclusão, o projeto busca formar novos leitores de quadrinhos nacionais, contribuir na alfabetização visual e de interpretação de texto de jovens leitores, além de contribuir na distribuição e divulgação da produção nacional, distribuindo renda para autores e editoras nacionais, atividades essas que só se tornam possíveis através do acesso a recursos públicos. Referências: https://jornal.usp.br/atualidades/reducao-no-acesso-a-historias-em-quadrinhos-impede-a-formacao-de-novos-leitores/ https://alb.org.br/arquivo-morto/edicoes_anteriores/anais15/alfabetica/RamosPaulo.htm https://exame.com/pop/ccxp22-artists-valley-deste-ano-tera-composicao-mais-diversa-dos-artistas/ https://vermelho.org.br/2008/03/16/alunos-paulistas-nao-entendem-historias-em-quadrinhos/ https://www.omelete.com.br/quadrinhos/enquanto-isso-quantos-big-macs-custa-o-seu-gibi Ainda, o projeto contempla os seguintes incisos do Art. 1º da Lei 8313/91: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; IV - proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional; V - salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; IX - priorizar o produto cultural originário do País. E contempla os seguintes objetivos do Art. 3° da da Lei 8313/91: I - incentivo à formação artística e cultural, mediante: c) instalação e manutenção de cursos de caráter cultural ou artístico, destinados à formação, especialização e aperfeiçoamento de pessoal da área da cultura, em estabelecimentos de ensino sem fins lucrativos; III - preservação e difusão do patrimônio artístico, cultural e histórico, mediante: a) construção, formação, organização, manutenção, ampliação e equipamento de museus, bibliotecas, arquivos e outras organizações culturais, bem como de suas coleções e acervos;

Especificação técnica

OFICINA (RE)ALFABETIZAÇÃO VISUAL ATRAVÉS DA LINGUAGEM DAS HISTÓRIAS EM QUADRINHOS OBJETIVOSpromover a “(Re)alfabetização Visual”, estimular a leitura, estimular o desenvolvimento gráfico-narrativo, usar o desenho como forma de comunicação e expressão, ampliar as possibilidades culturais e de entretenimento - REALFABETIZAÇÃO VISUAL (Re) alfabetização Visual - Novo Mundo: do mesmo jeito que a alfabetização abre a uma pessoa um novo mundo de infinitas possibilidades, uma (re)alfabetização visual também é capaz de expandir horizontes. É um fato conhecido que existem várias formas de ’leitura’ (decifração de códigos e construção de novos conhecimentos a partir deles). No entanto, numa sociedade altamente ‘visual’ como a nossa, bombardeada incessantemente por estímulos gráficos e audiovisuais, é raro encontrarmos pessoas realmente aptas a ’ler’ imagens e a formar juízo acerca delas. Desde pequeno, o ser humano tem o impulso de usar o desenho como forma de comunicação e todos o estão capacitados a fazê-lo. As crianças são estimuladas a desenhar até o período da alfabetização. Nesse momento, há uma ruptura brusca, onde o mundo mágico e analógico dos desenhos é substituído pela linearidade da escrita. O desenho, então, passa a ser apenas um passa-tempo. Desestimulados, a maioria das crianças, param de desenhar entre a idade de 7 a 10 anos. Por isso, a maioria das pessoas desenha como crianças. Esta oficina tem certeza de que, se corretamente estimulado as pessoas podem melhor desenvolver suas qualidades gráfico-narrativas e tirar proveito delas. Público alvo: Professores e alunos da rede pública de ensino Duração: 2 horas Número de vagas por oficina: 30 pessoas

Acessibilidade

PRODUTO: ACERVO ACESSIBILIDADE NO ASPECTO ARQUITETÔNICO: Não se aplica tecnicamente ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES VISUAIS: Por se tratar de distribuição de acervo de quadrinhos, narrativa gráfica, não se aplica tecnicamente. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES AUDITIVOS: Deficientes auditivos também serão contemplados no acesso a obras de quadrinhos, pois poderão acessar seus conteúdos. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES INTELECTUAIS: A equipe do projeto será qualificada para atendimento de deficientes intelectuais em suas ações, através de consultor de acessibilidade contratado. PRODUTO: OFICINAS ACESSIBILIDADE NO ASPECTO ARQUITETÔNICO: As atividades formativas previstas no projeto acontecerão em espaços que garantam a acessibilidade física de todos os públicos, como rampa, elevadores e banheiros PDC. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES VISUAIS: Por se tratar de distribuição de acervo de histórias em quadrinhos, sendo uma mídia visual, não se aplica tecnicamente. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES AUDITIVOS: Para a realização das oficinas de formação, será contratado intérprete de livros. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES INTELECTUAIS: A equipe do projeto será qualificada para atendimento de deficientes intelectuais em suas ações, através de consultor de acessibilidade contratado.

Democratização do acesso

Medidas atendidas do art. Art. 28. da IN 01/2023 VI - realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições, mostras e oficinas; VII - realizar ação cultural voltada ao público infantil ou infantojuvenil; VIII - realizar atividades culturais nos estabelecimentos prisionais das unidades da federação; Todas as ações previstas pelo projeto serão gratuitas, ressaltando que serão voltadas exclusivamente para escolas e bibliotecas públicas, instituições sociais ou sistemas prisionais.

Ficha técnica

Liége Biasotto - CUCO Produções - proponente, Produtora Executiva e Gestora do Projeto Liége Biasotto é formada em Comunicação Social - Relações Públicas pela Universidade Federal de Rio Grande do Sul – UFRGS (2005-2011). Desde 2007 trabalha com produção cultural. Em 2010 abriu sua própria produtora, a CUCO Produções, com foco em produção e gestão cultural, consultoria e elaboração de projetos para editais e leis de incentivo. Atualmente responde pela Direção de produção do Projeto OUVIRAVIDA – Educação Musical Popular; Festival Kino Beat; Festival Avante, projeto Farol.live, Festival de Música de Nova Prata, Museu da Cultura Hip Hop do RS, e dos projetos da Orquestra da Câmara da ULBRA. Na área de humanidades e literatura, assinou a produção executiva do livro DESORDEM, de Fernanda Chemale e Gisela Rodrigues (2015), foi proponente e produtora executiva do Projeto 12ª Festa Literária de Porto Alegre - FestiPoa Literária (PRONAC 184108), Produtora Executiva do projeto Nossa Biblioteca (2022) e do projeto Narrativas Periféricas, que fomentou a formação e produção de 10 obras inéditas de quadrinhos de autores periféricos da cidade de São Paulo, contemplado com o Edital PROAC 2021. LOBO - COORDENADOR GERAL E CURADOR Desde 2021, Lobo é editor da Brasa, uma editora dedicada a publicação de quadrinhos brasileiros. Já no seu primeiro ano de funcionamento, os dois primeiros títulos foram muito premiados. Brega Story, de Gidalti Jr., foi finalista do Prêmio Jabuti, vencedor do CCXP Awards de Melhor Álbum e HQMIX de Edição Especial Nacional. Lovistori, de Lobo e Alcimar Frazão, foi vencedor do Prêmio Minuano e do HQMIX de Melhor Arte-final. Mesmo com poucos anos de atuação, a Brasa já é vista como importante editora do mercado. Em 2023, Lobo foi convidado para representar os quadrinhos brasileiros nos festivais Lyon BD, na França, e Montevideo Comics, no Uruguai. Lobo já foi editor das editoras Desiderata, 2006 a 2009, onde foi responsável por publicar autores de humor e quadrinhos como: Millôr Fernandes, Jaguar, Nani, Ivan Lessa, Casseta e Planeta, Adão Iturrusgarai, Allan Sieber, André Dahmer, Bruno Drummond, Flávio Colin, Rafael Grampá, Fábio Lyra, Leandro Assis, Alan Alex entre outros. Na Editora Barba Negra, 2010 a 2012, publicou André Diniz, Daniel Lafayette, Rafael Coutinho, André Dahmer, Fabiane Langona (Chiquinha), Ota, Marcelo D’Salete e Arnaldo Branco entre outros. Autor de Copacabana, com desenhos de Odyr Bernardi, 2009, pela Editora Desiderata. Também foi publicado na França, pela Varum e, em Portugal, pela Polvo, em 2014. Copacabana ganhou o edital do Fundo Setorial Audiovisual para virar série animada de TV. Editou Lovistori, desenhado por Alcimar Frazão, 2021, pela Brasa Editora. Em 2017, editou o álbum Castanha do Pará, de Gidalti Jr., de forma independente. Castanha é um menino de rua que vive nos arredores do antigo mercado Público Ver-o-Peso, em Belém do Pará. O romance gráfico foi vencedor do primeiro Prêmio Jabuti de quadrinhos e ganhou o selo White Ravens, em 2017. Em 2016 foi convidado para ser curador da Bienal de Quadrinhos de Curitiba, ano em que o evento mudou nome, antes era chamado Gibicon, e amplificou o seu interesse nos quadrinhos autorais. Foi um dos 48 autores selecionados pelo Ministério da Cultura (MINC) para representar o Brasil na 35ª edição do Salão do livro de Paris, que homenageava o Brasil. Pela primeira vez, autores de quadrinhos brasileiros foram convidados a fazer parte do evento. Também foi convidado a conversar com os estudantes da Universidade de Sorbonne a respeito do processo de criação e pesquisa do álbum Copacabana, desenhado por Odyr Bernardi e roteiro de Lobo. Também foi um dos criadores do canal no Youtube, Quadrinhos para Barbados, 2014, que se propunha através de críticas, resenhas e entrevistas fazer barba, cabelo e bigode dos quadrinhos brasileiros. Lobo foi um dos realizadores do Rio Comicon, evento de quadrinhos que teve duas edições, 2010 e 2011, no Rio de Janeiro. MARIA CLARA CARNEIRO - CURADORA Professora adjunta a da Universidade Federal de Santa Maria, é coordenadora geral do Idiomas sem Fronteiras na universidade (2019-) e foi coordenadora pedagógica de francês no IsF-UFSM (2018-2019). Possui graduação em Licenciatura em Letras Português-Francês pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (2010), graduação em Bacharelado em Letras Português-Francês pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (2005), mestrado em Letras Neolatinas pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (2007) e doutorado em Letras (Ciência da Literatura) pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (2015) com doutorado sanduíche pela na Universidade de Paris-Sorbonne IV. É líder do grupo Oficinas de escrita, histórias em quadrinhos e tradução: teoria da literatura e práticas literárias, no Diretório de Grupos do CNPq. Organizou os eventos Universidade em Quadrinhos (UniQ, 2019) e Prêmio Grampo (2016-) e edita o website Balbúrdia de crítica de quadrinhos, foi membro do júri do 61 Prêmio Jabuti na Categoria Histórias em Quadrinhos. Tem experiência na área de Letras, com ênfase em Teoria Literária, atuando principalmente nos seguintes temas: quadrinhos, ensino de francês língua estrangeira, Roland Barthes, Oulipo, Oubapo e literatura.

Providência

PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.