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PRONAC 2317254Autorizada a captação total dos recursosMecenato

Coleção Turminha Brava 5ª edição

CEPAR CULTURAL ASSESSORIA EM PROJETOS LTDA
Solicitado
R$ 495,0 mil
Aprovado
R$ 495,0 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Livro/Obra Refer impres/eletrôni valor Art/Lit/Hum
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
23

Localização e período

UF principal
SP
Município
São Paulo
Início
2024-03-01
Término
2026-12-19
Locais de realização (3)
Casa Branca São PauloSão José do Rio Pardo São PauloSão Paulo São Paulo

Resumo

Trata-se da quinta edição da Coleção Turminha Brava, composta por 8 livros infantis com histórias protagonizadas por alguns mitos do folclore brasileiro: Mula sem Cabeça, Curupira, Iara, Boitatá, Boto, Lobisomem, Caipora e Saci. São histórias de ficção curiosas e divertidas que buscam dar continuidade à transmissão de nossa cultura e saberes populares que são passados de geração à geração através de uma linguagem lúdica, contribuindo assim para sua preservação.

Sinopse

Cada livro da Coleção tem um texto único: 1) O dia em que Joaquim correu atrás do Curupira mata adentro. Joaquim, um adulto, e seu sobrinho Dudu estão atravessando uma mata. O menino anda com medo de encontrar cobras ou outros animais “perigosos”, mas Joaquim diz que se aparecer qualquer bicho, ele enfrenta, com seu facão. Segue cantando uma música, afirmando ter coragem para enfrentar até o Curupira, ser da mata que as pessoas dali respeitam e temem. Dudu pede ao tio que não provoque, mas ele segue cantando, cortando cipós e arbustos do caminho, com um facão. De repente, um silêncio na mata... Pássaros e animais silenciam. E aparece a poucos metros aquele ser com corpo de menino, mas troncudo e com cara feia. Joaquim resolve ir atrás dele, a fim de dar uns tapas no moleque... E o alcança no meio da mata. Para seu azar. Apanhou no bumbum. E no caminho restante, é o menino que vai cantando uma música com letra engraçada, sobre seu tio, que desde então mudou de comportamento. 2) Um mergulho atrás da Iara Lili mora perto de um rio bonito e gosta de passear por suas margens, até que um dia ouve um canto bonito. Volta àquele lugar outros dias para ouvir aquele canto. Um dia, aparece em sua casa um grupo de homens da cidade, amigos do seu pai, querendo pescar. O pai previne é tempo de desova dos peixes e a pesca é proibida. Mas eles seguem assim mesmo para a beira do rio, com uma barraca para armar e equipamento de pesca. O que fazer? Nesse dia, Lili, por acaso, conhece a Iara, que era quem cantava no rio, e enroscou seus longos cabelos verdes num galho espinhoso de uma árvore que se debruça sobre o rio. A Iara conta que encanta os homens e os leva para o fundo do rio, onde tem um palácio e prende homens maus nele. Ela está furiosa com aquele grupo que foi pescar em época proibida. Está decidida a levá-los para o fundo do rio. E faz isso com um deles. Lili consegue convencer a Iara a “soltar” o amigo do seu pai, que volta para casa, mas não é mais o mesmo sujeito... 3) Um boi chamado Tatá? Uma história contada na primeira pessoa, de “quando eu tinha 6 anos de idade” e fui passar uns dias na fazenda de um tio, levado por uma prima, Rosa, de 9 anos, que estudava na cidade e ficava hospedada na minha casa. Lá chegando, minha prima conversou com sua mãe e ficou triste. Levou a mim e outras crianças para passear num pasto. Foi mostrando toda a vida animal e vegetal que havia nele. Não entendi bem porque ela fez isso, até chegar de volta e conversar com o meu tio.. Ele tinha arrendado o pasto para um vizinho, que iria queimá-lo e plantar um tipo de capim diferente nele. Muitos animaizinhos e muitas plantas úteis seriam queimados. Mas não tinha jeito de voltar atrás. Afonso, o vizinho, faria a queimada à noite. E tentou fazer... Mas não conseguiu. Chegou bufando à casa do amigo, pai da Rosa, contando que tinha sido perseguido por um fogo comprido... “O Boitatá”, concluíram. Como eu não sabia isso, perguntei se era um boi chamado Tatá. Riram e contaram o que é e o que faz o Boitatá. 4) Ninguém engana o Saci? Num sítio à beira do rio Paraná, mora uma família que tem duas crianças, Julinha e Juquinha. Todo mundo sabe que na mata perto do sítio tem um Saci, que não incomoda ninguém desde que o tratem bem. Gosta de ganhar presentes. Um homem valentão não acredita que o Saci existe e resolve atravessar a mata a cavalo, por uma trilha, de forma desafiadora; E se dá mal, volta correndo e com medo. O Saci acha então que o pai dessas crianças incentivou o valentão a desafiá-lo. Por isso, passa a aprontar no sítio, fazendo as coisas de sempre, como dar nó em crina de cavalo e jogar sal na comida. Totonho resolve então “dar um jeito” no Saci, prendê-lo numa ilha, Será que consegue? E será que o Saci, se preso lá, não acha um jeito de escapar? 5) Bete e o Boto Bete, professora por vocação, pois desde menina gostava de brincar de escolinha, ensinando crianças menores a ler e escrever, descobre uma comunidade à beira de um rio da Amazônia que precisava muito de uma professora. Ela se encanta com o lugar e com os moradores, e vai para lá. Leciona na casa onde mora, não só para crianças, mas para adultos também. A comunidade, muito satisfeita, faz uma festa para arrecadar dinheiro, com o qual construirá uma escolinha de verdade. A festa é um sucesso e se encerra com um baile. Nesse baile, aparece um rapaz bonito, irresistível, bom dançarino, que declama poesia no ouvido das parceiras de dança. Ele se encanta com a Bete, que ocupa uma mesa e não tinha dançado com ninguém. Ele é irresistível, mas ela resistiu aos seus encantos. Como? Quem descobre e conta isso é uma menina, Lia, sua aluna, que contou aos outros o “segredo” da Bete numa redação em sua própria sala de aula. 6) A corajosa menina que montou na Mula sem Cabeça Numa comunidade rural, há crianças que vivem com simplicidade, mas com alegria. Entre suas diversões, há as brincadeiras de roda. Aprendem novas cantigas com Matilde, uma moça amiga, que gosta de brincar com as crianças. Passado um tempo, numa madrugada, ouve-se um tropel assustador e relinchos de estremecer, em toda a redondeza. O que será? Uns pensam em assombrações, outros dizem que é o Lobisomem, mas para muitos é a Mula sem Cabeça. Passado um tempo, de novo, aquela coisa assustadora. Há um medo geral na comunidade, tanto de adultos quanto de crianças. Ritinha, menina esperta, ouvindo histórias contadas por sua mãe e vizinhas adultas, tira suas conclusões e descobre quem é que se transforma nesse animal, e também uma forma de ‘curá-la”. E faz isso, com direito a uma caminhada montando o pobre animal. 7) O caiporismo do Tenório Uma fazenda muito bonita, com uma grande mata, está à venda. Nicolau, um morador da cidade, tem o sonho de comprá-la e transformá-la em um hotel fazenda; Leva a mulher, Margarida, e os filhos para passar um fim de semana ali e tentar convencer todo mundo que será bom realizar seu sonho. Além dos filhos Paulinho, de 6 anos, Luísa, de 8, Denise de 16 e Tenório de 17, foi junto uma amiga da Denise, Olga. Tenório se sente atraído pela amiga da irmã e começa a se exibir para ela. E entra na mata a fim de caçar um bicho, mesmo tendo sido proibido pela mãe. Mas lá dentro encontra um bando de catetos, o maior deles montado por um sujeitinho mal encarado. Acaba tendo que correr para não apanhar dele. E passa a ter uma fase de “azar”, em que as coisas não dão certo. Como solucionar isso? 8) Quem será o Lobisomem? Uma antiga fazenda enorme foi dividida em muitos sítios, vendidos para famílias vindas de diversos lugares. Os novos moradores, até então desconhecidos, viviam bem e tranquilamente, eram amigos, com boa relação de vizinhança. . Numa noite de lua cheia, de sexta-feira para sábado, um “cachorrão”, na descrição de quem o viu, atacou o galinheiro de um morador. “É o Lobisomem”, concluíram. Num desses sítios, mora o menino Zico, de 5 anos, e a menina Naninha, de 7, com seus pais, dona Piedade e seu Ernesto. Zico e Naninha, uma noite, ficam imaginando quem seria o homem que tem a sina de se transformar nesse animal que ataca animais e gente. O menino fez até uma musiquinha bem-humorada sobre esse ser estranho e a canta quase sem parar. Uma madrugada, o Lobisomem aparece de novo, e desta vez é no sítio deles. Quase pega seu Ernesto desprevenido. Mas ele não só escapa como consegue acabar com a maldição do sujeito. E, claro, descobre quem tinha esse fadário.

Objetivos

Objetivo Geral O projeto tem como objetivo principal disseminar estórias que fazem parte do universo popular, colocando em contato com o pequeno leitor os personagens que representam a mitologia brasileira. Objetivos específicos: - Produção de 3.000 exemplares da coleção Turminha Brava, sendo 24.000 livros, com distribuição gratuita. ‐ Distribuir gratuitamente 90% da tiragem do produto principal Apresentações de incentivo a leitura: - Realização de 10 apresentações/intervenções culturais em bibliotecas públicas, escolas públicas ou centros culturais.

Justificativa

Este projeto fornecerá aos primeiros leitores bases de informação através de uma literatura construída a partir de elementos extremamente lúdicos e linguagem adequada, os mitos, personagens e manifestações da cultura popular brasileira. Com visual atrativo e ilustrações as estórias constroem paisagens de mistério e humor. Cada exemplar contém um personagem do nosso folclore, sempre de forma misteriosa e provocativa, a coleção servirá para instigar a curiosidade e estimular a criança a procurar saber mais sobre esses mitos que fazem parte de sua própria cultura. Cada volume contém também cantigas de roda e/ou versos inéditos (construídos a partir dessa estética que propõe o próprio tema), e que podem ser musicados ou não, utilizados da forma como a imaginação e a criatividade permitir. O projeto atende os principais incisos do Artigo 1° da Lei 8313/91, no que se refere à: III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores;VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; O projeto também tem por finalidade atender os seguintes incisos do Art. 3º da Lei 8313/91: II - Fomento à produção cultural e artística, mediante: b) edição de obras relativas às ciências humanas, às letras e às artes; V - Apoio a outras atividades culturais e artísticas, mediante: c) ações não previstas nos incisos anteriores e consideradas relevantes pelo Ministro de Estado da Cultura, consultada a Comissão Nacional de Apoio à Cultura.

Estratégia de execução

-

Especificação técnica

Coleção composta por 8 livros - FORMATO: aberto 410X205mm, fechado 205X205mm. - CAPAS - Impressas 4X0 cores no cartão Supremo Duo Design 250g + Laminação BOPP fosca frente - MIOLOS - 32 páginas (capa livro) impressas no couchê fosco LD 170g, 4X4 cores iguais. - ACABAMENTO - Lombada quadrada " costurada ", refile tri lateral.

Acessibilidade

Produto: Livro Acessibilidade física: Não se aplica Item da planilha orçamentária: Não se aplica Acessibilidade para deficientes visuais: Será produzido audiolivro do projeto e veiculado na plataforma YouTube Item da planilha orçamentária: Audiodescrição Acessibilidade para deficientes auditivos: O audiolivro produzido terá legenda Item da planilha orçamentária: Audiodescrição Produto: Eventos e ações de incentivo à leitura Acessibilidade física: Os espaços onde acontecerão as ações terão acessibilidade para portadores deficiência física Item da planilha orçamentária: Sem custo Acessibilidade para deficientes visuais: Linguagem oral das apresentações Item da planilha orçamentária: Sem custo Acessibilidade para deficientes auditivos: Será contratado tradutor em libras (quando necessário) Item da planilha orçamentária: Intérprete de libras

Democratização do acesso

O projeto prevê a distribuição gratuita de 90% dos exemplares (2.700 exemplares) e 10% direcionado aos patrocinadores. Referente a democratização de acesso, com base no artigo 27 da Instrução Normativa nº 01/2023, o projeto prevê: II - mínimo de 10% (dez por cento) para distribuição gratuita com caráter social ou educativo; No que se trata de ampliação de acesso, serão adotadas as medidas previstas pelos incisos I do art. 28 da Instrução Normativa nº 01/2023: I - doar 10% (dez por cento) dos produtos resultantes da execução do projeto para distribuição gratuita com caráter social, além do previsto inciso II do art. 27, totalizando 20% (vinte por cento);

Ficha técnica

Produção Executiva - Cepar Cultural (Proponente) Possui a responsabilidade de executar as diretrizes do projeto conforme o planejado e cadastrado junto a Secretaria Especial de Cultura, acompanhar e orientar o trabalho do produtor e coordenador, bem como será o responsável pelo contato com a Empresa Patrocinadora para o alinhamento, diretrizes, cronogramas e definições do projeto Mouzar Benedito da Silva - autor Formado em Jornalismo (1977), pela Faculdade de Comunicação Social Cásper Líbero. Sócio-fundador da Sosaci – Sociedade dos Observadores de Saci (entidade criada para estudo e divulgação da cultura popular brasileira) tem vasta de experiência como cronista, escritor e pesquisador da cultura brasileira.Algumas Publicações:Cartilhas como “A vida de todos nós depende dessa água”, sobre mananciais de São Paulo; “Usucapião urbano” e “Viver melhor em favela”, para a prefeitura de São Paulo (gestão Luíza Erundina); e “Vamos defender nossa água”, para escolas de primeiro grau municipais localizadas nas áreas de mananciais (prefeitura de São Paulo e Consulado do Canadá); "Saci e os Amigos da Natureza"; ''Coleção Turminha Brava"; " Para entender o Brasil - O país do Futebol", Livro bilingue para turistas no contexto da Copa do Mundo de Futebol realizada no Brasil; "O reino da água"; entre outros. Karol Piacentini - AtrizKarol Piacentini iniciou os seus estudos em teatro na Oswald de Andrade (2007) e na Escola Técnica de Teatro Catarse (2008-2010). Fez aulas com grandes nomes como: Elias Andreato, Luciana Borghi, Flávio Guarnieri e Helena Albergaria.Através de uma bolsa de estudos, finalizou a sua formação em Lisboa – Portugal (Escola de Actores Evoé - 2010/2011).Possui experiência profissional em cias de teatro desde 2008, com trabalhos em São Paulo e também em itinerâncias pelo Brasil.Dentre algumas peças, se destacam: "Jogo de Cintura" de Marcos Caruso (Direção de Vagner Jorge); montagem popular e mambembe de “Romeu e Julieta” de William Shakespeare (Direção de Jeferson Gomes); “Sonho de Uma Noite de Verão” de William Shakespeare (Direção de Fernando Bezerra); “Cantarim de Cantará” de Sylvia Ortof (Direção de Jeferson Gomes); "Burundanga" e “Sacra Folia’’ ambas de Luís Alberto de Abreu (Direção de Ney Rodrigues); “Da mais bela que tive”; “Ângela Boneca” e “Terra Quebrada”, estes três últimos de Daniel Veiga. Teve indicações para Melhor Atriz no Festival de Teatro de Santos (2010) e no Mapa Cultural Paulista (2007), onde levou os prêmios de Atriz Revelação. No Festival de Mogi das Cruzes (2011) obteve o prêmio de Melhor Atriz.Em 2015 estudou interpretação para cinema, na Academia Internacional de Cinema.Ministrou oficinas de iniciação ao teatro para crianças e adolescentes, em ONGs (2012/2013), nos CEUs da zona sul de São Paulo (2015), em colégios particulares (2015/2018) e no Projeto Cultura no Bairro em São Carlos, em parceria com a UFSCAR. Em 2016/2017 realizou os cursos: "Corpo Vocal" com a preparadora vocal Priscila Lavorato e "Latinidades Musicais" no Estúdio Mawaca.Também fez aulas de Canto Popular com a maestra argentina Paola Albano, no Conservatório Tom Jobim, ampliando as técnicas vocais.Participou como cantora do Núcleo Musical da Cia do Tijolo (2017/2018/2019). Em 2018, realizou a Oficina “Da Literatura ao Teatro” com Ney Piacentini; participou do laboratório de "Atuação Dramatúrgica" na Companhia do Latão, (com experimentos de "Calabar" de Chico Buarque e Ruy Guerra e "Mutirão em Novo Sol" de Nelson Xavier e Augusto Boal) e fez uma "Preparação do Método Ator Essencial" com a Denise Stoklos. Nesse mesmo ano, ainda fez parte do grupo cênico-musical “Cabaré Feminista”, onde realizou algumas intervenções em Instituições de apoio à mulheres, como o Centro de Defesa da Mulher de Guaianases (SP), o Núcleo de Promoção de Defesa de Direitos da Mulher (Nudem - SP). O grupo também se apresentou na Feira Antropofágica de Opinião na Oswald de Andrade, no Teatro da Aliança Francesa na homenagem feita à atriz palestina Hiam Abbass e no Centro Cultural Al Janiah, entre outros.No segundo semestre de 2019, iniciou uma especialização em teatro épico: "Aproximação ao Distanciamento de B. Brecht" com a atriz argentina Laura Brauer na Cia do Feijão.Em 2021/2022 entrou para o Grupo de Teatro Kaus e ficou em cartaz nos Teatros Paulo Eiró e Cacilda Becker, com a peça ‘Havia um país aqui antes do Carnaval’ do Rudinei Borges, com direção de Reginaldo Nascimento.Em 2017, viajou por vários estados com uma peça teatral infantil de sua autoria, ('Nina e a Lenda da Semente') com temática de conscientização ambiental, através de personagens do folclore brasileiro, assim como, da cultura afroameríndia e também da nossa cultura popular mambembe. O projeto, captado pela Cepar Cultural, entrou na sua quarta temporada (em 2022) e leva teatro de qualidade para locais remotos e periféricos de todo o país.

Providência

PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.