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PRONAC 231727Autorizada a captação total dos recursosMecenato

IRENA ou O ANJO DE VARSÓVIA

B F Produções Ltda
Solicitado
R$ 981,7 mil
Aprovado
R$ 981,7 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Apresentação ou Performance de Teatro
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
23

Localização e período

UF principal
RJ
Município
Rio de Janeiro
Início
2023-06-01
Término
2026-06-25
Locais de realização (2)
Campinas São PauloSão Paulo São Paulo

Resumo

Produção (ensaios e temporada) do espetáculo teatral IRENA (ou O ANJO DE VARSOVIA), texto que transporta o público para a manhã do dia 12 de outubro de 2007, quando o Comitê Norueguês do Nobel está prestes a anunciar o vencedor do Prêmio Nobel da Paz daquele ano. A ativista polonesa Irena Sendler é uma das concorrentes e conta sua história a um jovem repórter. Haverá CONTRAPARTIDAS SOCIAIS com número de beneficiários equivalente a, no mínimo, 10% do total de beneficiários do espetáculo teatral, contemplando no mínimo 20 (vinte) e no máximo 500 (quinhentos) beneficiários.

Sinopse

A peça “Irena" ou "O Anjo de Varsóvia” transporta o público para a manhã do dia 12 de outubro de 2007, quando o Comitê Norueguês do Nobel está prestes a anunciar o vencedor do Prêmio Nobel da Paz daquele ano. Na acanhada sala de visitas de um lar de idosos em Varsóvia, onde tem vivido nos últimos anos, a ativista polonesa Irena Sendler recebe o jovem repórter Haskel Wójcik, do jornal Gazeta Wyborcza, pautado para estar ao lado dela no momento em que o ganhador do prêmio for anunciado. PERSONAGENS Irena Sendler Haskel Wójcik

Objetivos

O objetivo geral deste projeto é realizar ensaios e temporada do espetáculo teatral IRENA (ou O ANJO DE VARSÓVIA). Os horrores da Segunda Guerra Mundial são conhecidos por todos, mas comumente esquecidos. A perseguição aos judeus atingiu a sua forma mais destrutiva nas políticas da Alemanha nazista, que fez da destruição dos judeus uma prioridade, culminando na morte de aproximadamente 6 milhões de judeus durante o Holocausto de 1941 a 1945. O Gueto de Varsóvia foi o maior gueto em referência aos judeus estabelecido pela Alemanha Nazista na Polónia durante o Holocausto, ao tempo da Segunda Guerra Mundial. Nos três anos da sua existência, a fome, as doenças e as deportações para campos de trabalho reduziram a população estimada de 380 000 para 90 000 habitantes. Irena Sendler, horrorizada pelas condições em que ali se sobrevivia, uniu-se ao Conselho para a Ajuda aos Judeus, Zegota. Ela conseguiu documentos junto ao gabinete sanitário para atuar como enfermeira _ essa concessão dos alemães foi motivada pelo medo de disseminação das doenças contagiosas. Ao longo de um ano e meio, até à evacuação do gueto, no verão de 1942, conseguiu com seus colegas resgatar mais de 2 mil e 500 crianças por várias vias. Começou a recolhê-las em ambulâncias como se fossem vítimas de tifo, mas também valia-se de todo o tipo de subterfúgios que servissem para as esconder: sacos, cestos de lixo, caixas de ferramentas, carregamentos de mercadorias, sacos de batatas, caixões de defunto. Registrava os nomes e dados das crianças e as suas novas identidades, guardava em jarras de vidro que enterrava no quintal de uma amiga, para se assegurar que chegariam às mãos indicadas caso ela morresse. Ao acabar a guerra, Irena desenterrou-os e entregou as anotações a Adolfo Berman, o primeiro presidente do Comitê de Salvação dos judeus sobreviventes. Considerada a ponta do iceberg de um problema muito mais profundo e que penetra com força na sociedade brasileira, nos últimos dois anos foram registrados pela mídia e redes sociais 104 "acontecimentos antissemitas" no Brasil, segundo base de dados que faz parte do relatório "O Antissemitismo durante o governo Bolsonaro". O documento foi assinado por quatro ativistas e acadêmicos brasileiros de longa trajetória no estudo e monitoramento do antissemitismo no país. Em sua conclusão, o documento enfatiza que os registros documentados "mostram uma tendência extremamente preocupante: a exacerbação do antissemitismo em paralelo a manifestações de caráter nazifascista, inclusive por parte de postos governamentais, se espraiando de fórmica cada vez mais frequente, violenta e abjeta pelo país". É através da arte, do teatro, que se pode ajudar as pessoas a refletirem sobre o preconceito e a discriminação. Essa é a função social do teatro. Os objetivos específicos deste projeto são realizar o ESPETÁCULO TEATRAL com 30 dias de pré-produção, 90 dias de produção e ensaios, 60 dias de temporada mínima (24 sessões sendo 3 semanais) e 60 dias de pós-produção. Haverá cobrança de ingressos conforme plano de distribuição: estima-se que 5000 ingressos possam ser vendidos e 500 distribuidos como contrapartida social. CONTRAPARTIDA SOCIAL - As ações formativas culturais destinam-se aos estudantes e professores de instituições públicas de ensino

Justificativa

O crescimento do antissemitismo no Brasil é quantitativo e qualitativo. O fenômeno passou a se espalhar com "ferocidade" pelo país nos últimos anos. Em nome da liberdade ilimitada de opinião, "foi defendida a criação de um partido nazista brasileiro, evocando, até mesmo, o direito a odiar judeus". Políticas públicas de combate a fake news e ao discurso de ódio e discriminação devem ser prioridade. E a cultura tem de cumprir esse papel de conscientização e alerta às consequências desse comportamento. O projeto enquadra-se nos seguintes incisos do Art. 1º da Lei 8313/91: IV - proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional; V - salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira; VII - desenvolver a consciência internacional e o respeito aos valores culturais de outros povos ou nações; Os objetivos do Art. 3º da referida norma que serão alcançados são IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante:a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos;

Estratégia de execução

Irena Krzyzanowski Sendler nasceu em 15 de fevereiro de 1910, em Otwock, próximo a Varsóvia, Polônia, à época sob domínio russo. Filha única do casal Krzyzanowski, de fé católica. A mãe chamava-se Janina e o pai Stanislaw. Ele era médico com grande clientela e entre seus pacientes havia vários judeus, muito dos quais sem recursos, que ele atendia gratuitamente. Stanislaw não cansava de ensinar à pequena Irena que o ato de ajudar devia ser para todo ser humano uma necessidade que emanasse do coração, não importando se o indivíduo a ser ajudado era rico ou pobre, nem a que religião ou nacionalidade pertencia. Em 1917, a cidade de Otwock foi tomada por uma epidemia de tifo e Stanislaw contaminou-se no seu trabalho, adoecendo gravemente. Antes de morrer, fez uma última recomendação à filha, para que ela sempre ajudasse os mais necessitados: “Se vir alguém se afogando, deve pular na água e tentar ajudar, mesmo se não souber nadar“. Na juventude, Irena estudou literatura polonesa e filiou-se ao Partido Socialista. Na década de 1930, foi suspensa por três anos da Universidade de Varsóvia por contestar um professor que discriminava os alunos judeus, obrigando-os a se sentar em local separado na classe. A jovem foi para o “setor judaico” da sala e quando o professor lhe disse para mudar de lugar, respondeu: “Hoje sou judia“. Quando os alemães invadiram a Polônia, em setembro de 1939, ela trabalhava no Departamento de Bem-estar Social de Varsóvia, única organização oficial polonesa autorizada a atuar no país além da Cruz Vermelha. Irena era responsável pela administração dos refeitórios comunitários localizados em cada distrito da cidade, que distribuíam, além de alimentos, roupas, medicamentos e algum dinheiro. Quando se tornou proibido atender aos judeus, ela registrou àqueles que iam pedir ajuda com nomes cristãos, fictícios. Para evitar visitas de inspeção, colocava nas fichas que na família havia doença infecciosa, como tifo ou tuberculose. Trabalhou incansavelmente para aliviar o sofrimento de milhares de pessoas, tanto judias como católicas. Em 1942, os nazistas criaram o gueto em Varsóvia, e Irena, horrorizada pelas condições em que ali se sobrevivia, uniu-se ao Conselho para a Ajuda aos Judeus, Zegota. Ela conseguiu documentos junto ao gabinete sanitário para atuar como enfermeira – essa concessão dos alemães foi motivada pelo medo de disseminação das doenças contagiosas. Quando Irena caminhava pelas ruas do gueto, levava uma braçadeira com a estrela de David, como sinal de solidariedade e para não chamar a atenção sobre si própria. Pôs-se rapidamente em contato com famílias, a quem propôs levar os seus filhos para fora do gueto, mas não lhes podia dar garantias de êxito, pois sua própria vida corria riscos. Eram momentos extremamente difíceis, quando deveria convencer os pais que lhe entregassem os seus filhos, pois a única certeza era a de que as crianças morreriam se permanecessem lá. Ao longo de um ano e meio, até à evacuação do gueto, no verão de 1942, conseguiu com seus colegas resgatar mais de 2 mil e 500 crianças por várias vias. Começou a recolhê-las em ambulâncias como se fossem vítimas de tifo, mas também valia-se de todo o tipo de subterfúgios que servissem para as esconder: sacos, cestos de lixo, caixas de ferramentas, carregamentos de mercadorias, sacos de batatas, caixões de defunto. Quando resgatava as crianças do gueto estava acompanhada de seu cachorro, que era treinado para latir na presença dos guardas e abafar algum barulho emitido pelas crianças, que eram acolhidas em orfanatos católicos e por famílias polonesas que lhes ensinavam o idioma polonês, orações e canções católicas, para despistar sua origem judia. Irena queria que depois da guerra pudessem recuperar os seus verdadeiros nomes, as suas identidades, as suas histórias pessoais e as suas famílias. Registrava os nomes e dados das crianças e as suas novas identidades, guardava em jarras de vidro que enterrava no quintal de uma amiga, para se assegurar que chegariam às mãos indicadas caso ela morresse. Ao acabar a guerra, Irena desenterrou-os e entregou as anotações a Adolfo Berman, o primeiro presidente do Comitê de Salvação dos judeus sobreviventes. Lamentavelmente, a maior parte das famílias das crianças tinha sido morta nos campos de extermínio nazistas, notadamente em Treblinka. Esses pequenos sobreviventes dos orfanatos foram acolhidos por famílias adotivas e por instituições judias para órfãos em Israel. Os nazistas souberam dessas atividades de Irena e em 20 de outubro de 1943, ela foi presa pela Gestapo e levada para a prisão de Pawiak, onde foi brutalmente torturada. Num colchão de palha encontrou uma pequena estampa de Jesus Misericordioso com a inscrição: “Jesus, em Vós confio”, e conservou-a consigo até 1979, quando a ofereceu ao Papa João Paulo II, seu conterrâneo polonês. Ela, a única que sabia os nomes e moradas das famílias que albergavam crianças judias, suportou a tortura e negou-se a trair seus colaboradores ou as crianças ocultas. Quebraram-lhe os ossos dos pés e das pernas, mas não conseguiram quebrar a sua determinação. Foi condenada à morte por fuzilamento. Enquanto esperava pela execução, um soldado alemão levou-a para um “interrogatório adicional”. Ao sair, gritou-lhe em polonês “Corra!”. No dia seguinte, Irena encontrou o nome dela na lista de poloneses que tinham sido executados. Os membros da Żegota (organização clandestina da resistência polonesa, criada para ajudar aos judeus e que atuou na Polônia ocupada pelos alemães entre os anos de 1942 a 1945) tinham conseguido deter sua execução subornando os guardas alemães. Usando uma nova identidade, Irena continuou a trabalhar como enfermeira em um hospital público de Varsóvia até a retirada das tropas alemãs da Polônia. As crianças só conheciam Irena pelo seu codinome “Jolanta”. Mas anos depois, quando a sua fotografia saiu num jornal depois de ser premiada pelas suas ações humanitárias durante a guerra, um homem chamou-a por telefone e disse-lhe: “ Lembro-me de seu rosto. Foi você quem me tirou do gueto” E assim começou a receber muitas chamadas e reconhecimentos públicos. Em 1965, a organização Yad Vashem, de Jerusalém, outorgou-lhe o título de Justa entre as Nações, título reservado aos não judeus que salvaram judeus, e nomeou-a cidadã honorária de Israel. Porém, por proibição das autoridades comunistas, não pode comparecer à solenidade e somente em 1983 pode viajar para ser homenageada. Em Novembro de 2003, o presidente da República Aleksander Kwaśniewski, concedeu-lhe a mais alta distinção civil da Polônia: a Ordem da Águia Branca. Irena foi acompanhada pelos seus familiares e por Elżbieta Ficowska, uma das crianças que salvou. Irena Sendler foi apresentada como candidata para o prémio Nobel da Paz em 2007 pelo governo polonês. Esta iniciativa pertenceu ao presidente Lech Kaczyński e contou com o apoio oficial do Estado de Israel através do primeiro-ministro Ehud Olmert e da Organização de Sobreviventes do Holocausto residentes em Israel. O premio, no entanto, foi dado ao então vice-presidente norte-americano Al Gore, por sua defesa do meio-ambiente. Em 2008, a CBS produziu o filme “O corajoso coração de Irena Sendler” que mostra os fatos mais importantes da luta de Irena. A intérprete de Sendler, Anna Paquin, foi indicada ao Globo de Ouro de 2010. Em 1980, ela participou do movimento Solidariedade, que determinou o fim do regime comunista na Polônia. Em 2013, a jornalista polonesa Anna Miezkowaska escreveu o livro “A História de Irena Sendler: A mãe das crianças do holocausto” Irena Sendler faleceu de pneumonia em Varsóvia, no dia 12 de maio de 2008, aos 98 anos.

Especificação técnica

Espetáculo teatral com temporada mínima de 24 sessões A cenografia planejada consiste em indicar o espaço da sala onde Irena Sendler espera pelo resultado do Prêmio Nobel: cadeiras, janelas serão indicações não realistas desses objetos de forma a definir o espaço de encenação e fazer o espectador imaginar a sala onde a ativista e o jornalista conversam.

Acessibilidade

PRODUTO: ESPETÁCULO DE ARTES CÊNICAS ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES VISUAIS: Programa em braille impresso disponível em todas as 24 sessões. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES AUDITIVOS: Intérprete de libras em todas as 24 sessões. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES INTELECTUAIS: O espetáculo será realizado em teatros equipados com equipamentos que facilitem a locomoção no espaço físico (banheiros, rampas), que tenham equipe treinada (monitores) para auxílio a deficientes intelectuais e locais específicos na plateia para eles. PRODUTO: CONTRAPARTIDA SOCIAL ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES VISUAIS: Programa em braille impresso disponível em todas as 24 sessões. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES AUDITIVOS: Intérprete de libras em todas as 24 sessões. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES INTELECTUAIS: O espetáculo será realizado em teatros equipados com equipamentos que facilitem a locomoção no espaço físico (banheiros, rampas), que tenham equipe treinada (monitores) para auxílio a deficientes intelectuais e locais específicos na plateia para eles.

Democratização do acesso

Na comercialização do produto haverá convites para a distribuição gratuita de no mínimo 10% dos ingressos efetivamente comercializados a alunos da rede pública de ensino fundamental, médio ou superior Os incisos/medidas do art. 28 da IN nº 01/2023 que serão adotados no projeto: IV - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino, e de outros eventos referente ao produto principal; VI - realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaio aberto;

Ficha técnica

ATENÇÃO: O PROPONENTE EXERCERÁ AS FUNÇÕES DE DIREÇÃO DE PRODUÇÃO, COORDENADOR DE PRODUÇÃO, COORDENADOR DE PROJETO, ELENCO E DRAMATURGISTA Elenco: Rosana Stavis e Claudio Fontana Texto: Sérgio Roveri Direção: Elias Andreato Cenografia e Figurinos: Gabriel Villela Iluminação: Cleber Eli Diretor Assistente: Nilton Bicudo Camareira: Ana Lucia Laurino Diretor de Palco: Alexander Peixoto da Silva Cenotécnico: Wanderley Wagner Fotografia: João Caldas Fº Programação Visual: Renata Fontana Assessoria de Imprensa: Pombo Correio Produção Executiva: Augusto Vieira Direção de Produção: Claudio Fontana CURRÍCULOS RESUMIDOS DOS PRINCIPAIS PARTICIPANTES Sobre SERGIO ROVERI Sérgio Roveri (Jundiaí, estado de São Paulo) é um jornalista e dramaturgo brasileiro. Sua primeira peça teatral foi Vozes Urbanas, à qual se seguiu Horário de Visita, um drama familiar que marcou a volta de Alberto Guzik para os palcos como ator, este um festejado diretor de teatro, professor, escritor e também jornalista. A terceira peça de Sérgio Roveri, O Encontro das Águas, fez longa carreira de sucesso, tendo recebido diversos prêmios em Festivais de Teatro. Nessa peça despontaram os atores José Roberto Jardim e Pedro Henrique Moutinho, sob a direção de Alberto Guzik. Seguiram-se a estas várias outras peças, algumas das quais já encenadas, outras ainda inéditas, ou que foram até agora objeto apenas de leituras dramáticas, como A Vida que pedi, adeus e O Funil do Brasil, esta última também lida dramaticamente no Auditório da Folha de S.Paulo, sob a direção de Paulo Autran. Em seguida vieram a comédia O Eclipse, no espaço 2 d'Os Satyros, na Praça Rooselvet, em São Paulo. E mais recentemente Abre as Asas Sobre Nós, livremente inspirada no pungente conto Bárbara, de Dráuzio Varela, e que também fez temporada no Espaço 2 d'os Satyros. Sobre ROSANA STAVIS ROSANA STAVIS é uma atriz brasileira, radicada na cidade de Curitiba, com participação em mais de 70 espetáculos e freqüentemente apontada pela crítica especializada e profissionais diversos como uma das melhores atrizes do teatro brasileiro. É reconhecida por possuir imensos recursos e versatilidade, capaz de transitar com igual facilidade e profundidade entre os mais variados papéis, da tragédia a comédia, da ópera a espetáculos para crianças. Formou-se atriz pela Pontifícia Universidade Católica (PUC) do Paraná em 1989, ano em que ganhou o Prêmio Governador do Estado - Troféu Gralha Azul de Atriz Revelação por A Vida de Galileu, de Brecht, com direção de Celso Nunes e protagonizada por Paulo Autran. Protagonizou espetáculos que marcaram a história do teatro curitibano, como Lulu, de Frank Wedekind e A Ópera dos Três Vinténs, de Bertolt Brecht, ambos dirigidos por Marcelo Marchioro; A Falecida, de Nelson Rodrigues e New York de Will Eisner, ambos dirigidos por Edson Bueno. Sobre CLAUDIO FONTANA Com diversos espetáculos pontuando sua carreira, Claudio Fontana graduou-se em Economia e Administração de Empresas pela FEA-USP, mas seu ímpeto pelas artes cênicas falou mais alto. Iniciou sua carreira como ator no grupo de Teatro Amador do Esporte Clube Pinheiros, em São Paulo, em 1984, sob a direção de Silnei Siqueira. Nos palcos, encontrou sua realização profissional encenando diversos espetáculos, entre os quais: Vem Buscar-me que Ainda sou Teu, de C. Soffredini; A Guerra Santa, de Luís Alberto Abreu; Mary Stuart, de Friedrich Schiller; Pérola, de Mauro Rasi; Camila Baker, comédia musical de Emílio Boechat; Feliz Ano Velho, de Alcides Nogueira; Pólvora e Poesia, também de Alcides Nogueira, Adivinhe Quem Vem Para Rezar, de Dib Carneiro Neto, ao lado de Paulo Autran. Em 1991, foi contemplado com o prêmio APETESP de Ator Revelação, por Vem buscar-me que ainda sou teu. TAMBÉM DESTACOU-SE EM CALÍGULA (2010), MACBETH (2011), ESPERANDO GODOT (2016), BOCA DE OURO (2017) ,ESTADO DE SÍTIO (2018) e A ÚLTIMA SESSÃO DE FREUD (2022 e 2023). Sobre GABRIEL VILLELA Gabriel Villela estudou Direção Teatral na Universidade de São Paulo. É diretor, cenógrafo e figurinista. Iniciou sua carreira profissional em 1989 com “VOCÊ VAI VER O QUE VOCÊ VAI VER”, de Raymond Queneau, e “O CONCÍLIO DO AMOR”, de Oscar Panizza. Desde então, recebeu 3 Prêmios Molière, 3 Prêmios Sharp, 12 Prêmios Shell, 10 Troféus Mambembe, 6 Troféus APCA, da reconhecida Associação Paulista de Críticos de Arte, 5 Prêmios APETESP, da Associação de Produtores de Espetáculos Teatrais de São Paulo, 2 Prêmios PANAMCO e 1 Prêmio Zilka Salaberry. Encenou Camus (CALÍGULA), Heiner Muller (RELAÇÕES PERIGOSAS), Calderón de La Barca (A VIDA É SONHO), Schiller (MARY STUART), William Shakespeare (MACBETH e ROMEU E JULIETA), Strindberg (O SONHO) e Eurípides (HÉCUBA), e os dramaturgos brasileiros Nélson Rodrigues (A FALECIDA e VESTIDO DE NOIVA), Arthur Azevedo (O MAMBEMBE), João Cabral de Melo Neto (MORTE E VIDA SEVERINA), Carlos Alberto Soffredini (VEM BUSCAR-ME QUE AINDA SOU TEU), Dib Carneiro Neto (SALMO 91 e CRONICA DA CASA ASSASSINADA), Luís Alberto de Abreu (A GUERRA SANTA) e Alcides Nogueira (VENTANIA, A PONTE E A ÁGUA DE PISCINA). Dirigiu uma trilogia de musicais de Chico Buarque para o TBC: "Ópera do Malandro", "Os Saltimbancos" e "Gota D’Àgua". Grandes cantores nacionais o procuram sempre para direção de shows como Maria Bethânia (AS CANÇÕES QUE VOCÊ FEZ PRA MIM), Elba Ramalho (ELBA RAMALHO CANTA LUIZ GONZAGA), Milton Nascimento (TAMBORES DE MINAS) e Ivete Sangalo (IVETE SOLO). Dirigiu musicais, óperas, dança e especiais para TV. Foi Diretor Artístico do Teatro Glória/RJ (1997/99) e também do TBC Teatro Brasileiro de Comédia/SP (2000/01). Tornou-se um dos mais renomados diretores teatrais com reconhecimento internacional, sendo convidado a participar de Festivais nos EUA, Europa e América Latina. Com o Grupo Galpão (ROMEU E JULIETA), Gabriel Villela foi convidado para uma temporada no Globe Theatre, em Londres, conquistando a crítica e o exigente público londrino. O espetáculo voltou a Londres em 2012 para participar da OLIMPÍADA CULTURAL, evento paralelo aos Jogos Olímpicos de 2012, em Londres. Seus últimos trabalhos foram UBU REI, de Alfred Jarry (2023) e CORDEL DO AMOR SEM FIM (2022), com o Grupo Os Geraldos, HENRIQUE IV (2022) e OS GIGANTES DA MONTANHA, de Luigi Pirandello, com o Grupo Galpão (2013/2014), MANIA DE EXPLICAÇÃO, de Adriana Falcão, com Luana Piovani (2014/2015),UM RÉQUIEM PARA ANTONIO, de Dib Carneiro Neto, com Elias Andreato (2014), A TEMPESTADE, de Shakespeare, com Celso Frateschi (2015), PEER GYNT, de Ibsen, em 2016, BOCA DE OURO, de Nelson Rodrigues, com Malvino Salvador, em 2017, HOJE É DIA DE ROCK, de Zé Vicente, em 2017, ESTADO DE SITIO, de Camus, em 2018/19 e AUTO DA COMPADECIDA, de Suassuna, em 2019. Sobre ELIAS ANDREATO Elias Andreato é um dos principais atores e diretores do teatro brasileiro. Seus trabalhos mais importantes em teatro como ator foram: PEQUENOS BURGUESES de Máximo Gorki – direção Renato Borghi, DIÁRIO DE UM LOUCO de Nikolai Gogol – direção Marcio Aurélio, LUA DE CETIM de Alcides Nogueira – direção Marcio Aurélio, ÉDIPO REI de Sófocles – direção Marcio Aurélio, SENHORITA JÚLIA de August Strindberg – direção Renato Borghi, ARTAUD “O ESPÍRITO DO TEATRO” de José Rubens Siqueira e Antonin Artaud – direção Francisco Medeiros, ESCOLA DE MULHERES de Molière – direção Roberto Lage, LAGO 21 de Anton Tchekov e Shakespeare – direção Jorge Takla, SEXO DOS ANJOS de Flávio de Souza – direção Flávio de Souza, VAN GOGH (Fragmentos da vida e obra de Van Gogh) roteiro de Elias Andreato - direção Marcia Abujamra, RÈPÉTITION de Flávio de Souza – direção Flávio de Souza, GAIVOTA de Anton Tchekov – direção Jorge Takla, OSCAR WILDE (Fragmentos da vida e obra de Oscar Wilde) roteiro Elias Andreato - direção Vivien Backup, AS CIDADES INVISÍVEIS de Ítalo Calvino – direção Márcia Abujamra, ARTAUD “ATLETA DO CORAÇÃO” DE Antonin Artaud – direção Márcia Abujamra, A CABEÇA de Alcides Nogueira – direção Márcia Abujamra, UM RÉQUIEM PARA ANTONIO, direção Gabriel Villela e ESPERANDO GODOT, com Claudio Fontana

Providência

PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.