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O presente projeto, tem como objetivo principal a realizacão da exposição "Imersões poéticas- Arnaldo Antunes", que apresenta uma releitura audiovisual imersiva da producão poética do autor, por meio de videoinstalacões multimídias com projeções mapeadas. Disponibilzando para o público através de uma instalacão exibida em São Paulo pelo período de 3 meses, no Farol Santander. O projeto contempla ações de contrapartida com 2 oficinas e 1 palestra.
Não se aplica.
Objetivo GeralO presente projeto tem como objetivo principal a realização da exposição "Imersões Poéticas _ Arnaldo Antunes", que apresenta um panorama da produção de poesia verbivocovisual do autor, por meio de instalações multimídias que se utilizam de vídeo-animações, gravações sonoras e projeções mapeadas para criar ambientes imersivos. Objetivos específicos- Disponibilizar a exposição para o público do Farol Santander, em São Paulo, de acordo com as regras do local, pelo período mínimo de 2 meses e máximo de 3 meses. O espaço tem expectativa de público de 15.000 pessoas ao longo da exposição - Realizar três atividades de contrapartida, sendo uma oficina de videomapping, uma experiência arti´stico-pedago´gica em parceria com a ali: leste, e uma grande palestra com o artista e curador da exposição - Elaboração de textos para a exposição; - Contratação de seguro das obras, equipamentos e de seguro de responsabilidade civil; - Contratação de assessoria de impressa, organização de press release e press kit; - Preparação dos espaços expositivos; - Transporte de obras; - Organização das atividades educativas; - Montagem e montagem fina; - Temporada de 3 meses; - Desmontagem.
Arnaldo Antunes é um dos maiores artistas brasileiros da atualidade, que transita livremente entre a música, a literatura e as artes visuais, sendo uma referência fundamental para as gerações atuais. Sua trajetória, iniciada entre o final dos anos 1970 e começo dos anos 1980, é marcada por uma inerente relação com a palavra, expandindo seus limites semânticos, visuais e sonoros. A mostra "Imersões Poéticas" tenciona ainda questões da contemporaneidade atual, seja pelo uso das tecnologias, seja pelos temáticas abordados pelo artista, em seus poemas. Apesar de seu reconhecimento nacional como cantor, compositor e mu´sico, sua atuaça~o no ramo das artes visuais enquanto artista e poeta na~o e´ ta~o facilmente acessada como suas produço~es musicais. A obra, realizada a partir de filmes resgatados e reativados _ garimpos da sua histo´ria _, dialoga diretamente com a concepça~o e leitura do artista a respeito do universo que habitamos, sobretudo no que se refere ao seu atento e cuidadoso olhar em relaça~o à forma e funça~o da palavra _ conceito este o qual intitula "verbovocuvisual". A exposiça~o, portanto, estara´ ligada, conceitualmente, à visa~o de mundo do multi-artista ao reiterar, continuamente, a possibilidade de encontro poe´tico nos pequenos acontecimentos do cotidiano; o dia´logo aqui exposto estara´ evidente na exposiça~o, em que as palavras, para ale´m de seu uso habitual, atravessara~o e ganhara~o novos significados por meio de diferentes modos de olhar e perceber o mundo. O projeto se enquadra nos seguintes incisos do Art. 1º da Lei 8313/91: Art. 1° Fica instituído o Programa Nacional de Apoio à Cultura (Pronac), com a finalidade de captar e canalizar recursos para o setor de modo a: V - salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira; VIII - estimular a produça~o e difusa~o de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memo´ria; IX - priorizar o produto cultural origina´rio do Pai´s. E o seguinte objetivo do Art. 3º da Lei 8313/91 será alcançado: Art. 3° Para cumprimento das finalidades expressas no art. 1° desta lei, os projetos culturais em cujo favor serão captados e canalizados os recursos do Pronac atenderão, pelo menos, um dos seguintes objetivos: II - fomento à produção cultural e artística, mediante: c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore;
Não se aplica.
A exposição será realizada no espaço expositivo do Farol Santander, localizado no Centro Histórico de São Paulo na Rua João Brícola, 24 – CEP: 01014-900, que dispõe de toda estrutura necessária para receber o público. Em termos de acessibilidade física, a proponente se compromete a proporcionar acesso garantido aos portadores de necessidades especiais. Os espaços expositivos são amplamente acessíveis, havendo rampa para pessoas com deficiência com mobilidade reduzida, elevadores, telefones e banheiros adaptados às necessidades especiais de mobilidade.Item orçamentário: Piso tátil. Para atender às necessidades de acessibilidade comunicacional, adotaremos as seguintes medidas:- Referente à deficiência visual (a), haverá disponibilidade de guias que realizarão a audiodescrição além de transmitir todo o contexto das obras e espaço expositivo, audioguias e impressão em braille. Ademais, a exposição contará com recursos visuais que irão explorar a interatividade entre arte e espectador, ao contemplar uma instalação que contenha obras artísticas distribuídas ao longo do espaço expositivo, permitindo a participação e interação de todos os públicos.Item orçamentário: Audiodescrição, impressão em braille; - Referente à deficiência auditiva (b), a proponente prevê a medida de acessibilidade de intérprete de libras para o conteúdo aplicável;Item orçamentário: Intérprete de libras; - Referente à deficiência intelectual (c), a proponente prevê acessibilidade ampla para pessoas que apresentam espectros, síndromes ou doenças que gerem limitações aos conteúdos, assim como para pessoas que desconhecem as linguagens e idiomas dos conteúdos. Além disso, a proponente reconhece que as pessoas que apresentam espectros, síndromes ou doenças que geram limitações aos conteúdos do projeto são atores sociais, ou seja, sujeitos com capacidade de ação e interpretação sobre suas escolhas e decisões, e ter acesso a arte pode ser um meio de contribuir em sua socialização e na efetivação da aplicação de seus direitos, uma vez que também possuem interesse superior e gozam de absoluta prioridade. Item da planilha orçamentária: Assistentes; Além disso, há educadores treinados para receber e realizar visitas acessíveis, em conformidade com as medidas de acessibilidade ao utilizar das ferramentas inclusivas para melhor aproveitamento das experiências propostas, tais como intérprete de libras e audiodescrição. Da mesma forma, levará em conta todas as normas de segurança indispensáveis para o conforto e a segurança de todos. A proponente se compromete a fornecer ajuda técnica que permita o acesso às atividades culturais em igualdade de condições com as outras pessoas, ademais aplicando diretrizes sobre o tratamento a ser dispensado a essas pessoas, com objetivo de cobrir e reprimir qualquer tipo de discriminação, bem como as respectivas sanções pelo descumprimento dessas normas. Portanto, toda realização do projeto considerará a inexistência de qualquer tipo de obstáculo a essas pessoas para terem acesso aos conteúdos do projeto.
A quantidade estimada de público regular do Farol é de cerca de 1.500 pessoas por dia. O prédio do Farol cobra entrada, mas não cobra especificamente para cada exposição, sendo todas elas de acesso gratuito aos visitantes que pagam para entrar no Farol. Considerando o período expositivo, a expectativa de público para esta exposição é de 15.000 pessoas. Os valores de ingresso para a entrada no Farol variam entre R$15,00 à R$30,00 reais (meia e inteira). Para atender todas as demandas específicas da distribuição, conforme detalhado em nosso plano, será respeitada a distribuição do produto cultural (ingressos para a exposição), a saber: I – 1% (um por cento) para distribuição gratuita promocional por patrocinadores, havendo mais de um, receberão em quantidade proporcional ao investimento efetuado; II – 10% (dez por cento) para distribuição gratuita com caráter social ou educativo; III – 10% (dez por cento) para distribuição gratuita promocional pelo proponente em ações de divulgação do projeto; e IV - 20% (vinte por cento) para comercialização em valores que não ultrapassem 3% (três por cento) do salário-mínimo vigente no momento da apresentação da proposta. Ressaltamos que o valor cobrado refere-se à entrada no prédio do Farol Santander, e não na exposição proposta, de forma que não há expectativa de renda para este projeto, a partir da venda de entradas. Atendendo às demandas de Ampliação de Acesso, o projeto se compromete com as seguintes medidas: IV - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino, e de outros eventos referente ao produto principal;A proponente se compromete a disponibilizar nos meios de circulação digital os registros, tanto audiovisuais quanto fotográficos da exposição bem como as mídias que são utilizadas no projeto gratuitamente. VI - realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições, mostras e oficinas;A proponente se compromete a produzir atividades paralelas à instalação junto à equipe do educativo, como oficinas promovidas a partir de um material pedagógico disponibilizado e criado em função da exposição.
ARTISTA: Arnaldo Antunes Arnaldo Antunes é compositor, poeta, cantor, artista visual e performer. Em 1982, funda a banda Titãs do Iê-Iê, da qual participa como compositor e vocalista. Rebatizado apenas como Titãs, o grupo lança em 1984 o primeiro disco, com grande sucesso. Devido à popularidade do conjunto, Antunes torna-se conhecido nacionalmente. Tem canções gravadas por inúmeros artistas, como Belchior, Marisa Monte, e bandas, como Barão Vermelho, além de compor com diversas parcerias. Em 1992, deixa os Titãs, mas continua compondo com o grupo. Inicia então carreira solo, lançando em média um disco a cada dois anos – ao todo, 14 discos.Paralelamente à carreira de músico e poeta, Antunes parocipa de diversas mostras de artes visuais e performáocas, no Brasil e no exterior, atuando como expositor, performer e curador. Entre elas: Transfutur, Visuelle Poesie, Kassel, Alemanha (1990); p0es1e, digitale dichtkunst, Munique, Alemanha (1992); Dentro Brasil, Long Beach Museum of Art, Califórnia, Estados Unidos (1995); VI Bienal de Havana, Cuba (1997); XXIV Bienal de São Paulo, São Paulo (1998); II Bienal de Artes Visuais do Mercosul, Porto Alegre (1999). Realizou, entre outras, as exposições individuais Palavra Desordem, instalação no Espaço Labirintho, Porto, Portugal (2001); Cérebro Sexo, Galeria Poronari, Fundación Centro de Estudos Brasileiros, Buenos Aires, Argenona (2002); Escrita à Mão, caligrafias, Centro Universitário Maria Antonia, São Paulo (2003); Palavra Imagem, Galeria Bolsa de Arte, Porto Alegre (2005); Arnaldo Antunes, Galeria Laura Marsiaj, Rio de Janeiro (2008); Ler Vendo Movendo, Paço da Liberdade, Sesc-PR, Curioba (2009) e Palavra em Movimento (2015/16), reunindo 30 anos de sua produção, que vem ionerando por São Paulo, Rio de Janeiro, Salvador, Brasília, Florianópolis e Fortaleza. CURADORIA: Daniel RangelDaniel Rangel é curador geral do Museu de Arte Moderna da Bahia. Foi diretor-artístico e curador do Instituto de Cultura Contemporânea (ICCo), em São Paulo, e diretor de Museus do Instituto do Patrimônio Artístico e Cultural da Bahia, da Secretaria de Cultura do Governo do Estado. Em curadoria, dentre os principais projetos realizados, destacam-se mostra REVER_Augusto de Campos; a exposição Ready Made in Brasil; a exposição Quiet in the Land, uma parceria entre o MoMA de Nova York, o MAM-BA e o Projeto Axé, em Salvador. Desenvolveu projetos curatoriais para a 8a Bienal de Curitiba, Brasil; a 16a Bienal de Cerveira, em Portugal; e a II Trienal de Luanda, em Angola. Realizou ainda curadorias de mostras individuais de importantes artistas brasileiros, como Tunga, Waltercio Caldas, José Resende, Ana Maria Tavares, Carlito Carvalhosa, Eder Santos, Marcos Chaves, Marcelo Silveira, Rodrigo Braga, e Arnaldo Antunes, e com este último recebeu pela mostra "Palavra em Movimento" o prêmio APCA 2015, de Melhor Exposição de Artes Gráfica. PRODUÇÃO EXECUTIVA: N+1 Arte Cultura A Elétrica Produção Contemporânea LTDA (N+1 Arte Cultura) é uma empresa especializada em conteúdo, planejamento, criação, desenvolvimento, execução e gestão de plataformas focadas no universo da arte e da cultura, aliadas às estratégias e obtenção de resultados específicos. Instituições, empresas e marcas buscam sua experiência para o desenvolvimento de programas que atendam suas necessidades e especificidades. Suas especialidades contemplam o desenvolvimento e produção de exposições, eventos culturais e publicações; consultoria, planejamento e assessoria de marketing cultural para instituições e marcas; e assessoria ao colecionismo e a filantropia cultural voltado para pessoas físicas e jurídicas. COORDENAÇÃO GERAL: Têra Queiroz Gestora cultural, sócia diretora N+1 Arte Cultura, foi diretora Institucional do ICCO - Instituto de Cultura Contemporânea, entre 2011 e 2016. Trabalhou na Fundação Bienal de São Paulo como gerente do Projeto Latitude em parceria com a APEX (Agência de promoção e exportação do Brasil), entre 2009 e 2011. Entre os anos de 2008 a 2010, foi responsável pela produção executiva de todos os projetos realizados em São Paulo pela produtora Automática Produtora Contemporânea. Foi relações institucionais da SP Arte, feira de arte internacional de São Paulo, entre 2004 e 2007, responsável por todo conteúdo e comunicação dos três primeiros anos. Foi assistente de curadoria de Lorenzo Mammi, do Centro Universitário Maria Antônia da USP entre 2001 e 2003 e nos anos 1997 a 2001 trabalhou na Galeria Nara Roesler como diretora de conteúdo e produção executiva da mesma. LOCAL DA REALIZAÇÃO DO PROJETO: Farol SantanderO Farol Santander, localizado em São Paulo, é um dos principais centros de cultura, lazer e gastronomia da região central da capital paulista. Ele ocupa o Edifício Altino Arantes, um prédio icônico da cidade, sendo o terceiro maior edifício da capital. Construído para preservar o passado, iluminar o presente e transformar o futuro, o centro de cultura, turismo, lazer e gastronomia oferece uma programação variada, com diversas exposições de artistas brasileiros e internacionais. COORDENAÇÃO E EQUIPE DO PROJETO DE CONTRAPARTIDA SOCIAL: ali: leste O ali (arte livre itinerante) é uma escola nômade de arte que estabelece trânsitos entre centros e periferias que atua no distrito de Cidade Tiradentes, extremo leste de São Paulo. Compreendendo escola como lugar de troca e construção coletiva de conhecimento, o ali: leste propõe ações continuadas de articulação e mapeamento com coletivos, artistas, movimentos e espaços culturais com o objetivo de realizar cursos, encontros, grupos de pesquisas, exposições, visitas guiadas a ateliês e centros de artes, além de contribuições na formação de grupos e fortalecimento de redes culturais. Bruno Dunley é artista plástico e professor. É um dos idealizadores e integrantes do projeto ali: arte livre itinerante que atua em Cidade Tiradentes, Zona Leste da cidade de São Paulo. Graduado em Artes Visuais pela Faculdade Santa Marcelina – FASM, SP. ASSESSORIA DE IMPRENSA: A4&HolofoteComunicaçãoA A4&Holofote Comunicação é a combinação de duas assessorias que resulta numa agência com experiência na construção da imagem e reputação de sucesso de grandes empresas e marcas do Brasil. Liderada por Mai Carvalho, Paulo Figueiredo e AlmirSoares, as equipes unem forças para oferecer uma nova visão e prática na assessoria de comunicação, uma empresa melhor e mais completa. Com proatividade e comprometimento total com seus clientes, a nova A4&Holofote presta consultoria de comunicação de forma personalizada, ágil e de resultados. A agência prima por uma atuação estratégica, unindo jornalismo, marketing e relações públicas, e fazendo uso de todas as ferramentas de comunicação disponíveis para alcançar os objetivos desejados. EDUCATIVO: Ludimilla Fonseca (coordenadora)Curadora e pesquisadora. Entre seus projetos destacam-se: “Raio-que-o-parta: Ficções do moderno no Brasil” (Sesc 2022), exposição vencedora do Prêmio da Associação Brasileira de Críticos de Arte, nas categorias de melhor exposição e melhor projeto curatorial; “Vaivém”, nas quatro unidades do CCBB (2019-2020); “Bestiário” no Centro Cultural São Paulo (2017) e “Dura lex sed lex”, na Bienal Sur, Argentina (2017). Além da coletiva “Nunca foi sorte”, na Central Galeria (2022) e dos programas de visitas guiadas da SP Arte (2022-2023) e ArPa (2022). Foi aluna do mestrado em História e Crítica da Arte da UFRJ (2018 - 2020). Tem formação complementar em Curadoria pela Escola de Artes Visuais do Parque Lage (2016 - 2018). Graduada em Comunicação Social pela Universidade Federal de Juiz de Fora (2012), com bolsa no programa de Artes e Humanidades na Universidade Aarhus, na Dinamarca.
PROJETO ARQUIVADO.