Nenhum incentivador/fornecedor cadastrado localmente. Click "Carregar via SALIC" para buscar da API ao vivo.
O "I Ceará is Burning" é um evento que celebra a comunidade Ballroom cearense, através de uma série de atividades. Inicialmente realizaremos 10 oficinas nas áreas da produção e performance, onde intencionamos oferecer até 200 horas/aula (síncronas e assíncronas) de oficinas, com um público total de até 250 alunos. Posteriormente, os participantes destas oficinas serão convidados a, coletivamente, produzir a Ballroom, com o intuito de aplicar os conteúdos apreendidos durante as aulas. No evento Ballroom, além da Ball com 09 categorias, teremos 08 pocket shows de performances em dança e música com artistas convidados e uma feira criativa Queer com empreendedores LGBTQIAP+, mulheres, negras e periféricas. Considerando a capacidade do espaço pretendido, no evento da Ball, prevemos um público de até 2 mil pessoas.
1. BallRoom “Ceará is Burning”/Duração aproximada: até 6h Trazendo para os palcos a potência e resistência das artistas da performance que integram a Ballroom cearense, propomos o “Ceará is Burning”, um evento macro de Ballroom com feira queer com até 10 empreendimentos criativos geridos por LGBTQIAP+, mulheres, negras e periféricas, 08 pocket shows com artistas da música, dança e performance e uma Ball com 09 categorias, onde as artistas da performance que participam das Houses irão competir, sendo as categorias: Sex Siren, Best Dressed, Runway, Tag TEAM runway Cabra Velha/ Leite Ninho, Baby Vogue, Baby Old Way, Baby New Way, Tag TEAM performance e OTA Performance. As vencedoras de cada categoria receberão uma premiação em dinheiro. 2. Feira Queer/ Duração aproximada: 6h/a (acontecerá concomitante a BallRoom)Feira composta com empreendedores da comunidade LGBTQIAP+, que serão escolhidos via chamada pública simplificada para compor a feira, neste espaço, poderão expor e comercializar seus produtos, divulgá-los e assim, o evento estará contribuindo com o fomento à economia criativa da cidade de Fortaleza; 3. Ações formativas/ Duração aproximada: até 200 h/a 09 Oficinas com conteúdos voltados para o campo da arte e cultura, com o foco na fruição, produção e promoção das artes da performance mediadas por artistes locais e nacionais da Ballroom; 1 oficina de acessibilidade para eventos culturais, para a equipe do projeto, e aberta ao público;
Objetivo Geral: Ações formativas na temática da arte e cultura, produção e performance, voltadas, preferencialmente para a comunidade LGBTQIAP+, mulheres, negras, periféricas, cujo resultado destas ações culmine na produção coletiva de uma Ballroom com 09 categorias e apresentações artísticas, e uma Feira Queer com empreendimentos criativos, geridos por pessoas LGBTQIAP+, mulheres, negras e periféricas; Objetivos Específicos: - Realizar 09 oficinas formativas direcionadas ao público LGBTQIAP+, voltadas para a fruição, produção e promoção das artes da performance mediadas por artistes locais e nacionais da Ballroom; - Realizar 01 oficina de acessibilidade para eventos culturais, para a equipe do projeto, e aberta ao público; - Fazer intercâmbio com artistas LGBTQIAP+ da região Nordeste e de fora dela, para realizarem oficinas e apresentações artísticas fomentando a cadeia criativa da cultura LGBTQIAP+ e colocando a performance em diálogo direto com outras linguagens artísticas, como a música, a dança, a produção cultural e economia circular; - Estruturar uma Ballroom, coletivamente com participantes das oficinas, realizada com importantes nomes do movimento artístico-cultural que é a Ball, cuja realização acontecerá em espaço alternativo da cidade, contribuindo para o redimensionamento das artistas da Ballroom como sujeitos de direitos, especialmente o direito à cultura e sua inserção direta nas políticas públicas para a cultura; - Fomentar o empreendedorismo criativo e economia circular alternativa através da realização de uma feira queer durante o evento, com diversos empreendimentos, geridos por pessoas LGBTQIAP+, mulheres, negras e periféricas; - Difundir e fomentar a diversidade cultural através da realização de um grande evento gratuito de arte e cultura Ballroom;
As Ballrooms são grandes bailes frequentados majoritariamente por pessoas negras, LGBTQIAP+, periféricos, divididos em diversas categorias, com competições de dança, figurino, desfile e performance. Esse grupo de pessoas, juntadas a partir de suas vivências em contextos marginalizados, coletivamente construíam um núcleo familiar dissidente, adequado às suas realidades. Essas pequenas sociedades eram conhecidas como as "casas" ou Houses, onde todas eram acolhidas pelas fundadoras destes espaços de refúgio, geralmente uma figura LGBTQIAP+ mais velha ou mais experiente, a quem chamavam de "mães" ou "pais" das casas. Era nas Houses que jovens recebiam abrigo e aprendiam a arte destas fundadoras, tornando este, um espaço de acolhimento e de produção criativa e artística. Assim, a Ball como a conhecemos, se construiu em um viés de celebração das identidades e diversidades, a resistência e a existência de corpos dissidentes através da arte. O projeto "I Ceará is Burning" tem seu nome em alusão ao premiado documentário da década de 1990, "Paris is Burning", uma obra audiovisual que retratou fielmente a arte e a luta da comunidade LGBTQIAP+ na década de 1980. Este foi um dos primeiros momentos em que a cultura destes grupos invisíveis foi mostrada ao público, apresentando o mundo da Ballroom, as casas e locais onde esses encontros aconteciam, e, como era a vida de artistas cuja arte era considerada marginal. Foi o momento que o mundo conheceu a Ballroom não como uma festa, ou entretenimento, mas como estilo de vida e expressão artística. Trazendo essa origem subversiva e dissidente, o projeto "I Ceará is Burning" se insere e se propõe um veículo de voz da comunidade LGBTQIAP+, assumindo uma perspectiva formativa e fomentadora do empreendedorismo Queer. Entendendo a Cultura Ballroom como, em sua mais pura essência, um movimento político que celebra a diversidade de gênero, sexualidade e raça. Fomentar o trabalho desenvolvido pelas artistas da performance atuantes na Ballroom e reforçar a importância destas expressões para os territórios, possibilitando o diálogo com outros ambientes e com outras linguagens, como a música, a dança, a economia circular, é promover entretenimento de qualidade e a formação de plateia, além de garantir que estes agentes culturais tenham outras possibilidades de realizarem seus trabalhos artísticos. Portanto, propor ações de enfrentamento às vulnerabilidades, a partir de projetos cuja iniciativa e realização seja potencialmente de artistas LGBTQIAP+, mulheres, negras e periféricas, é agir para a promoção do protagonismo destes artistas. O "I Ceará is Burning" é pensado para a visibilidade a artistas que compõem o cenário da performance local através das Balls e que integram estes eixos de vulnerabilidade social, bem como intenciona a construção de novos caminhos para o financiamento destas artes dissidentes, cujas narrativas coletivas contribuem para o reposicionamento social destes sujeitos, trazendo a periferia e as artes marginalizadas como lugar de construção e potência. Através deste projeto, intencionamos dar continuidade às ações que já acontecem na cidade de forma independente, dando materialidade às necessidades destes grupos através de um grande evento que propõe pocket shows, formações, intercâmbios com Pioneiras da cena Ballroom nacional e a realização da Ballroom com 9 categorias, estruturada de forma adequada e com recurso financeiro para aquelas que já fazem a cena acontecer na cidade.
FORMAÇÕES1. Composição cênica na performance: Ferramentas de corpo-experienciação/Duração aproximada: até 20 h/a -Esse curso se propõe a abrir questões sobre a composição no âmbito da performance nas artes cênicas com foco nas dramaturgias da cena, de acentuada relação cinética e visual. A proposta é abordar a criação de ceneidades a partir de uma perspectiva sistêmica, na qual cada parte da composição interfere no todo resultante. Nesse sentido, a ideia é apresentar essa perspetiva e algumas de suas implicações nos processos de criação, produção e corporeificação artística e apresentar algumas ferramentas conceituais e práticas que viabilizem a instauração desse modo de trabalho. Assim, serão abordadas reflexões práticas sobre o intérprete-criador, ator-compositor ou nomenclaturas equivalentes que trazem a perspectiva (co)autoral no processo compositivo, bem como instâncias que marcam essa noção, tais como: auto-responsabilização, empoderamento, exteriocentria, alocentria, visão-de-sobrevôo, plano comum, horizontalidade, etc. Nessa direção, pensaremos sobre elementos constitutivos da cena, bem como possibilidades de articulação desses elementos, abordando a noção de sistemas parametrizados, aproximando-se de alguns deles, como por exemplo, os sistemas ViewPoints e Laban de composição. 2. Identidade visual para projetos culturais/Duração aproximada: até 20 h/a -Unindo as ferramentas e diálogos da imagem para a gestão de carreira, passando pela construção de imagem e estilo individual, que foque em cada narrativa estética criada para cada artista, a oficina se propõe a estruturar estratégias de baixo custo voltadas para a construção do visual e performance para a Ballroom, através de diálogos durante os encontros. 3. Oficina de Figurino para Ballroom/Duração aproximada: até 20 h/a -A oficina tem a finalidade de montar e customizar peças a partir de figurinos já criados ou antigos, adaptando para a dinâmica das diversas categorias da Ballroom. 4. Vivência em Acro Solo como experienciação para a estética Ballroom/Duração aproximada: até 20 h/a -Nesta vivência temos como objetivo levar acrobaticamente a preparação física para a performance Ballroom na sala de aula em um experimento de movimentos, a partir das práticas do proponente que é acrobata aéreo e de solo. Sendo professor de trapézio fixo e acrobacia de solo no espaço Galpão da Vila e coreógrafo do Maracatu Solar. Esta vivência tem como proposta levar a consciência corporal e propriocepção do corpo no espaço, entendendo o tempo e o corpo de cada aluno. 5. Oficina de Corpa: flexibilidade e resistência para a integração sistêmica/Duração aproximada: até 10h/a -A oficina será trabalhada em cinco etapas, e em cada encontro será explorada uma parte do corpo que será o vetor de conscientização do movimento explorado. Os vetores são sete sendo: cabeça, mãos, cotovelos, coluna, quadril, joelhos e pés, buscando sempre flexibilizar as tensões desnecessárias do corpo, com uma conexão sensorial e perceptiva do movimento, despertando o movimento criativo a partir da consciência de seu corpo considerando o ambiente, os objetos e as dramaturgias e narrativas pessoais. 6. Oficina Acessibilidade para Eventos Culturais/Duração aproximada: até 4h/a -Para contribuir positivamente com a inserção das estratégias em acessibilidade nos eventos culturais, Thamille Vieira, mulher cega, pedagoga, especialista em Gestão Escolar e Coordenação Pedagógica, ministrará uma formação sobre acessibilidade em eventos culturais, com ênfase nos eventos de artes cênicas, para a equipe do projeto e aberta ao público. 7. Oficina Música: Produção sonora técnico-política/Duração aproximada: até 6h/a -Nesta oficina de criação, voltada à vivência e experimento da música a fim de criar sonoridades únicas e mais percebíveis ao público, Fixter lança mão de discussões sobre tecnologia, seu impacto na produção musical, quem produz musicalidades, como se produz e, baseado nas infraestruturas e como isso está atrelado a racialidade e a desigualdades sociais, leia-se raciais aqui também, busca fomentar, em conjunto com as pessoas inscritas, os caminhos para tornar seu fazer rentável e vendável, pois, além da prática, da experiência, falar sobre recorte no campo da música e como a arte molda esse mundo é estratégia de resistência. 8. Oficina: Iniciação à arte DJ/Duração aproximada: até 10h/a -A falta de emprego e perspectiva de futuro tem feito com que cada vez mais jovens apelem para o mercado informal, e ser DJ/MC tem se tornado uma saída para garantir o pagamento das contas do mês e, em alguns casos, até mudar a vida de toda a família. Assim, a proposta visa transmitir noções básicas práticas sobre o trabalho de um DJ, desde contato inicial com os equipamentos, aprendizado das técnicas e dicas sobre formalização para quem desejar seguir a profissão, visto que as informações não são muito claras ou não estão centralizadas num único local. 9. Oficina Design de Moda Sustentável: Criação de Figurino a Partir de Descarte de Tecido e Objetos Artesanais/Duração aproximada: até 20h/a -No intuito de contribuir com a dinâmica da cadeia criativa da moda, esta formação se propõe a fomentar mudanças na mentalidade normativa com o intuito de apresentar os resíduos têxteis como uma excelente oportunidade de mercado. Através do (re)uso e da inclusão do descarte nos processos criativos, a reinserção destes materiais é apresentada como solução estratégica de utilização de materiais diversos, que podem ser adquiridos abaixo ou nenhum custo, e que podem ser tomados como matérias primas na produção alternativa e composição de indumentárias diversas. A oficina propõe, ainda, discussões sobre o panorama das relações entre moda/design e sustentabilidade por meio de um olhar sobre ética, desenvolvimento sustentável e o papel do(a) artista como agente de mudanças enquanto criador(a) e produtor(a) de figurinos e seus caminhos para trilhar melhores futuros, através do baixo impacto na produção de suas indumentárias; Principais impactos ambientais e sociais do modelo desenvolvimento econômico contemporâneo sob a perspectiva da indústria da moda; a sociedade de consumo contemporânea, a partir de temas como obsolescência programada, comportamento das novas gerações e as grandes forças que estão definindo o futuro do consumo; principais pilares e valores da economia circular; design para circularidade por meio de diferentes ferramentas como design para longevidade, design para serviços, design para reuso, incluindo o conceito de upcycling, design para desmontagem e design para recuperação de materiais, incluindo os processos de reciclagem e downcycling. 10. Oficina Maquiagem para a Cena: Criatividade, Estética e Empreendedorismo da profissão/Duração aproximada: até 20h/a -A oficina visa a iniciação e o aprimoramento de fundamentos técnicos, estéticos e de criação da maquiagem para artistas das artes cênicas, da performance, da Ballroom, maquiadoras(es), e interessades em geral. Assim, além do treinamento em técnicas e criação de maquiagem artística e caracterização, a oficina propõe jogos imaginativos para aguçar a mente criativa e incentivar a habilidade, explorando esta importante expressão artística. O processo adotado irá desenvolver a criatividade, compondo a caracterização das personagens criadas em pesquisa junto com alunes. De forma geral, a oficina gera estímulo e interesse por uma nova linguagem estética. Cada vez mais, diferentes artes se integram para dar voz a espetáculos, números e performances que se utilizam de várias linguagens, como a Ball. A arte da maquiagem não fica fora desse contexto. Importante instrumento na busca de um diferencial para a criação, desenhando rostos, corpos ou partes destes, a maquiagem enriquece o trabalho expressivo do artista em cena e se soma a todos os outros elementos para uma atuação rica em forma e conteúdo.
1. BallRoom Acessibilidade física: de acordo com a IN MinC nº 1, Capítulo IV, Art. 25, Inciso I priorizaremos espaço para realização do evento onde haja estrutura acessível: rampas de acesso, banheiros adaptados, piso tátil e fácil acesso via transporte público da cidade; Acessibilidade de conteúdo: o acesso ao evento é totalmente gratuit, e, de acordo a IN MinC nº 1, Capítulo IV, Art. 25, Inciso II haverá interpretes em libras e narradores audiodescritores durante a realização das apresentações, cujo os custos estão previstos no orçamento (Produto principal, item: interprete de libras, narrador de audiodescrição). Toda a comunicação virtual no instagram do proponente e do projeto terá texto alternativo na imagem, de acordo com o parágrafo 2, da IN MinC nº 1, Capítulo IV, Art. 25, Inciso II; 2. Ações formativas Acessibilidade física: de acordo com a IN MinC nº 1, Capítulo IV, Art. 25, Inciso I priorizaremos espaço para realização das ações formativas onde haja estrutura acessível: rampas de acesso, banheiros adaptados, piso tátil e fácil acesso via transporte público da cidade; Acessibilidade de conteúdo: o acesso às ações formativas é totalmente gratuito, e, de acordo a IN MinC nº 1, Capítulo IV, Art. 25, Inciso II haverá interpretes em libras durante a realização das aulas, cujo os custos estão previstos no orçamento (Produto principal, item: interprete de libras). Toda a comunicação virtual no instagram do proponente e do projeto terá texto alternativo na imagem, de acordo com o parágrafo 2, da IN MinC nº 1, Capítulo IV, Art. 25, Inciso II; Além da realização de oficina sobre acessibilidade para eventos culturais, direcionada para todas as pessoas integrantes das equipes que participarão das ações, sendo esta oficina, também, aberta ao público. 3. Feira Queer Acessibilidade física: o acesso ao evento é totalmente gratuito, e, de acordo com a IN MinC nº 1, Capítulo IV, Art. 25, Inciso I priorizaremos espaço para realização da feira onde haja estrutura acessível: rampas de acesso, banheiros adaptados, piso tátil e fácil acesso via transporte público da cidade; Acessibilidade de conteúdo: de acordo a IN MinC nº 1, Capítulo IV, Art. 25, Inciso II haverá sinalização impressa em Braille no espaço expositor da feira, cujo os custos estão previstos no orçamento (Produto principal, item: interprete de libras, impressão em braile). Toda a comunicação virtual no instagram do proponente e do projeto terá texto alternativo na imagem, de acordo com o parágrafo 2, da IN MinC nº 1, Capítulo IV, Art. 25, Inciso II;
Atendendo as medidas de democratização de acesso previstas na IN MinC nº 1, Capítulo IV, Art. 26, Seção II. Todas as ações previstas no projeto, BallRoom, Ações formativas e Feira Queer serão gratuitas. Assim como, para a escolha dos locais de execução de todas as ações do projeto sAs oficinas serão priorizados locais de fácil acesso, área central da cidade de Fortaleza com rede de transporte público, pretendendo assim, potencializar o alcance do projeto.
1. Proponente/Produção Executiva: Thyago Ribeiro-Assumirá a Produção Executiva e acompanhará toda a execução do projeto, gerenciando as atividades e orçamento junto à coordenação de produção. Graduado em Gestão da Qualidade na Universidade Federal do Ceará (UFC) e especialista em Políticas Públicas e Direitos Sociais. Desde 2010 atua em funções de produção para audiovisual, espetáculos e eventos, coordenação, produção geral, assessoria de imprensa e montagens. Experiência em produção de locação, transporte, base, frente e elaboração de projetos. Já trabalhou em grandes eventos como Feira Mundial da Palavra (Cabo Verde), diversas edições do Festival Internacional de Circo do Ceará e Bienal Internacional do Livro do Ceará, e atua na elaboração, execução e prestação de contas de projetos nas mais diversas linguagens artísticas. 2. Coordenação de Produção: Camila Guerra-Gestora e Produtora Cultural - mini bio: desenvolve projetos e ações culturais nas linguagens circo, teatro, dança, artesanato, música, literatura e audiovisual. Mestra em Avaliação de Políticas Públicas pela Universidade Federal do Ceará, com pesquisa em políticas de fomento à cultura e produção cultural. Com experiência em coordenação de alimentos e bebidas e hospedagem para festivais, assistência pedagógica para projetos e equipamentos culturais, produção executiva, criação e elaboração de projetos culturais. 3. Oficina Acessibilidade: Thamyle Vieira-Mulher cega, pedagoga, especialista em Gestão Escolar e Coordenação Pedagógica. Consultora em Acessibilidade Cultural e Audiodescrição. É membra do grupo de Trabalho em Acessibilidade Cultural do Ceará e compõe a equipe do Laboratório de Audiodescrição e Produção de Outras Tecnologias Assistivas, do Projeto Sinalidade (Faculdade de Letras-UFRJ) 4. Atrações: Angel History-Cantora, compositora, produtora musical e criadora de conteúdo digital. Residente da Barra do Ceará, a artista começou na música em 2014 e já participou de inúmeros festivais como o corredor cultural benfica, férias na PI e Festival de Música da Juventude onde foi vice campeã. Claudety Avalanx-Thay Alves mais conhecida na comunidade ballroom do Ceará como Claudety avalanx começou a participar da cena Ballroon em 2008, neste mesmo ano, participou das 3 edições do Bicha Cearense Ball como jurada, comentadora ou chanter. Participou do Hein Balls como DJ, participando também do evento Vogue Fever, em Belo Horizonte, um dos maiores eventos de vogue do Brasil. Nik Hot-A primeira funkeira travesti do Ceará. Traz em suas músicas batidas fortes , contagiantes, com letra que trazem a sensualidade e ao mesmo tempo sua vivência como travesti. Integra o duo TRAVA’Z junto com Emilly Alves. Mumutante-Muriel Cruz Phelipe (@mumutante) é formada pelos cursos de teatro (2017) e dança contemporânea (2018) do Theatro José de Alencar e pelo ateliê de circo do Centro Cultural Bom Jardim (2019) no qual pesquisa a bufonaria diva. Ambas as pesquisas se revelam no palco, em suas apresentações. Yagaga Kengaral-Travesti Preta que reside em Fortaleza-CE e com 22 anos, já é nacionalmente reconhecida como Pioneira de sua cidade, Mãe da Kiki House of Kengaral, Fundadora do Coletivo Becha Cearense e componente do coletivo Carnaval no Inferno. Mercury Valentino-Atuando e fomentando na cena Ballroom Cearense desde 2019, Mercury participou de diversas balls nas categorias vogue femme e sex siren, competiu no evento Vogue Ferver em Belo Horizonte, junto ao coletivo Becha Cearense e house of Valentino Mercury já produziu diversas balls, Mercury também já apresentou balls em boates e bares locais como Gandaia,Hell's bar e The Lights. Cid Valentino-Godfather do capítulo brasileiro da Kiki House of Valentino, participa da cena ballroom cearense desde 2019, integrando também o coletivo Becha Cearense. Atua com audiovisual, registrando as balls e administrando o canal do YouTube Ballroom Ceará, e também como chanter (commentator) em balls da cena local. 5.Convidadas/Oficinas:Vênus Valentino-Bailarine, coreografe, produtore, Mother da International Kiki house of Valentino. Faz parte da cena ballroom desde 2019 fomentando da melhor forma possível, vivenciando e compartilhando conhecimentos adquiridos nesse percurso. Ministrou workshops, organizei alguns audiovisuais e algumas balls. Participou e esteve no pódio de muitos eventos fora da ballroom. John7 Kengaral-Joana Sétima 007 faz parte da comunidade ballroom desde 2016 quando a conheceu. Faz parte do coletivo becha cearense que produz e fomenta a comunidade ballroom aqui na cidade de fortaleza, já participou do BH vogue fever que acontece em Belo Horizonte, já participou da produção e como jurada de várias balls junto com o coletivo becha cearense, já fez parte da kiki house of avalanx da cidade de campinas SP. Princess Stellar Barona-Atuando na cena Ballroom Cearense desde 2020, participou em diversos bailes da cena e conquistou grand prize em BABY OLD WAY na Valentino B’day ball, em RUNWAY e TRANS PERFORMANCE no 2000’s Kiki ball, e OLD WAY na HOHOHO ball. Diante de toda a fomentação na cena teve seu título como Princess na KIKI HOUSE OF BARONA. Recentemente Stellar esteve na bancada de júri do Baile das Artes, ação integrante do evento da Mostra Toda Periferia é uma Fortaleza. Voinha Mandacaru-Dançarina e modelo, começou na ballroom em 2017 caminhando em runway e vogue femme, já participou de diversas balls como Vogue Fever, Baile Banzé entre outros além de ser integrante da Kiki House of Flor de Mandacaru. Aru Cabal-Father da House of Cabal começou com seus estudos em Voguing no ano de 2014, passou por duas Houses e desde então, estuda estéticas como: Old Way, Runway, Sex Siren e Face. Brasiliense em solo paulista, ministrou oficinas de corporalidade com foco em Old Way. Foi jurado em Balls produzidas nas regiões centro-oeste, sudeste, sul e nordeste do país e no Chile.Participou de mesas em rodas de conversas principalmente para trazer a vivência transmasculina dentro e fora da Cena. DJ há 9 anos, tendo como foco principal a musicalidade da Cena Underground e é Produtor Cultural desde antes de adentrar a Cena Ballroom. Vini Baixa Costura-Dançarine autodidata e pesquisadore de dança independente e iniciou seus caminhos na dança através do hip hop, jazz dance e técnicas contemporâneas de dança. Em 2016 conheceu o vogue femme, dois anos depois, iniciou sua pesquisa em vogue New Way. Em 2020 ingressou oficialmente na Ballroom brasileira contribuindo com sua cena local e nas cenas do Norte e Nordeste. Desenvolveu uma técnica pessoal que mistura elementos de dança clássica e street dance, através do uso de alta flexibilidade, mímica e equilíbrio avançado. Atualmente é uma das poucas pessoas pretas e não bináries que caminham (competem) na categoria Vogue New Way. Aryan Labotoun-Dança profissionalmente desde 2016, iniciando seus estudos na área de Danças Urbanas, participando de grupos de Performance & Cias voltadas para área de competições. Através dos seus estudos nas Urbanas descobriu o Vogue Femme e logo já iniciou seus estudos na área e se introduzindo na Ballroom, no início de 2019, participando de eventos como o BH Vogue Fever, e outros festivais de competição a nível nacional. Ministrou workshops, participou de eventos como performer, competindo & participando da bancada de Júri nas Balls locais. Eva Valentino-Travesti, preta de 23 anos, princess da Kiki House of Valentino, artista independente, periférica e importante fomentadora da cena ballroom em Fortaleza - CE. Ensina e caminha em vogue femme, hands performance e runway. Além de seu trabalho na ballroom a artista também é integrante da cia 085 e dançarina do cantor Getúlio Abelha.
PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.