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PRONAC 2317323Apresentou prestação de contasMecenato

Plano Bianual do Museu de Ciências na Amazônia - Muca

ORGANIZACAO DE DESENVOLVIMENTO CULTURAL E PRESERVACAO AMBIENTAL AMA-BRASIL
Solicitado
R$ 29,61 mi
Aprovado
R$ 27,53 mi
Captado
R$ 3,68 mi
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

Incentivadores (15)
CNPJ/CPFNomeDataValor
06020318000110VOLKSWAGEN TRUCK & BUS INDUSTRIA E COMERCIO DE VEICULOS LTDA1900-01-01R$ 1,15 mi
47866934000174TICKET SERVICOS SA1900-01-01R$ 903,8 mil
06990590000123GOOGLE BRASIL INTERNET LTDA1900-01-01R$ 350,0 mil
24380578000189WHITE MARTINS GASES INDUSTRIAIS DO NORDESTE LTDA.1900-01-01R$ 300,0 mil
08273364000157EMPRESA BRASILEIRA DE TECNOLOGIA E ADMINISTRACAO DE CARTOES BHOA LTDA1900-01-01R$ 206,8 mil
04416935000104Empresa Amazonense de Trasmissão de Energia S.A1900-01-01R$ 190,0 mil
05321987000160Empresa Norte de Transmissão de Energia S.A1900-01-01R$ 160,0 mil
03506307000157TICKET SOLUCOES HDFGT S/A1900-01-01R$ 150,0 mil
17132988000145LINEUP IMPORTACAO E DISTRIBUICAO SA1900-01-01R$ 120,0 mil
33060278000456MAN ENERGY SOLUTIONS BRASIL EQUIPAMENTOS E SERVICOS LTDA1900-01-01R$ 64,0 mil
04416923000180Empresa Paraense de Transmissão de Energia S.A1900-01-01R$ 50,0 mil
65697260000103REPOM S/A1900-01-01R$ 16,3 mil
51959391000107FLSMIDTH CEMENT BRASIL LTDA1900-01-01R$ 13,4 mil
07823304000106IJUI ENERGIA S.A.1900-01-01R$ 6,0 mil
57494829000105PROMETEO BRASIL LTDA1900-01-01R$ 0,01

Eficiência de captação

13.4%

Classificação

Área
—
Segmento
Planos Anuais Manutenç e Elabor de Planos Museológ
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Plano bianual
Ano
23

Localização e período

UF principal
SP
Município
São Paulo
Início
2024-01-01
Término

Resumo

O projeto tem por objetivo garantir manutenção físíca e custeio de despesas para o adequado funcionamento do Museu de Ciências na Amazônia - Muca, localizado em Belterra, PA.

Sinopse

Projetos de Pesquisa e Educação (2024/2025) Os projetos de Pesquisa e Educação tem um horizonte temporal de, pelo menos, dois anos, uma vez que se propõe a ter atividades de troca de aprendizagens com comunidades e públicos variados do Museu, o que exige uma regularidade nas interações e tempo para resultados concretos. Todas as pesquisas descritas abaixo serão realizadas com a comunidade tradicional e acadêmica da região e seus resultados transformados em produtos ou atividades para compartilhamento com o público de forma presencial e/ou virtual. 1.Fomento a Bioeconomia por meio do Acesso ao Patrimônio Genético e ao Conhecimento Tradicional Associado (CTA). Em parceria com a Federação das Organizações e Comunidades Tradicionais da Floresta Nacional do Tapajós, pretende-se realizar um levantamento, registro e divulgação do CTA da Flona do Tapajós identificando o potencial de negócios, principalmente para indústria de medicamentos e cosméticos de ponta, além das indústrias de diferentes ramos da engenharia e tecnologia com potencial de criar produtos diversos obtidos através da biomimética. Será realizado também a intermediação dos contatos entre as Comunidades Tradicionais e as Empresas (Acordos de Repartição de Benefícios) e participar do processo de desenvolvimento e da propriedade intelectual advinda dos novos produtos, fomentando assim a bioeconomia. 2.Coleção Natural. Esse projeto visa: Criar um ambiente de aprendizado interativo onde os visitantes possam conhecer e compreender a importância dos animais peçonhentos na biodiversidade e na saúde pública; Facilitar estudos e pesquisas sobre os animais peçonhentos, incluindo seu comportamento, biologia, venenos e envenenamentos; Contribuir para a rápida identificação dos causadores de acidentes por animais peçonhentos; Estabelecer um centro para pesquisa e produção de soros antiofídicos específicos para a região, contribuindo para o tratamento de picadas de serpentes venenosas. 3.Coleção Genética de Árvores e Madeiras. Esse projeto visa contribuir para a redução do comércio ilegal de madeira por meio do monitoramento eficaz do transporte. Para isso, pretende-se coletar e preservar amostras genéticas de espécies de árvores para conservação da diversidade genética; Desenvolver e/ou implantar um sistema de rastreamento de madeira por meio de QR codes para monitorar a origem legal das madeiras e; Facilitar pesquisas científicas e estudos genéticos e de biodiversidade relacionados às árvores e madeiras da região. 4.Escola MuCA Agroflorestal. Este projeto tem como objetivos: Contribuir com a conservação da biodiversidade; Recuperar áreas degradadas; Fomentar a produção de bioinsumos para a bioeconomia e Fortalecer os mecanismos socioeconômicos de comunidades tradicionais, a partir de atividades contínuas de aprendizagem e fortalecimento produtivo da agricultura florestal em 3 comunidades da Flona do Tapajós e em Belterra. 5.Monitoramento Fúngico. Este projeto tem como objetivo identificar espécies nativas de macrofungos em diferentes épocas do ano para estudar a integração dentro de sistemas agroflorestais e mapear seus potenciais de uso. Dentre os produtos planejados estão: Um guia dos macrofungos dos sistemas agroflorestais que pode ser distribuído para os agricultores locais e outros públicos de interesse; Duas formação para monitores ambientais locais; Duas Oficinas para hóspedes, público visitante, escolas, com diferentes temáticas: diversidade de fungos, fungos alimentícios não convencionais (FANCs), fungos medicinais, fotografia de macrofungos, interconexão dos fungos com a agrofloresta, entre outras; Registros fotográficos dos macrofungos usados como referência para ilustrações científicas; Um Guia - FANCs e/ou Guia de Fungos Macroscópicos da região; Um Fungário: coleção de fungos desidratados onde constam as informações sobre os espécimes e dados de coleta; Vídeos educativos sobre os Macrofungos da Floresta Nacional do Tapajós. 6.Meliponicultura na Flona do Tapajós. Este projeto tem como objetivo fortalecer a produção de mel e outros produtos de abelhas nativas. Para isso pretende-se: Realizar um diagnóstico da meliponicultura das comunidades da Floresta Nacional do Tapajós;Identificar as espécies de abelhas sem ferrão nativas de potencial produtivo e reprodutivo com interesse zootécnico na Flona do Tapajós; Incentivar a preservação das demais espécies para os serviços de polinização; Identificar as espécies vegetais nectaríferas, poliníferas e resiníferas e difundir para os meliponicultores e comunidade científica; Implantar um meliponário modelo; Realizar oficinas de aprendizagem sobre meliponicultura; Produzir materiais informativos sobre a importância das abelhas sem ferrão para segurança alimentar para mídias sociais e visitantes. 7.Sementes crioulas e Banco de Germoplasma de Variedades Tradicionais. Esse projeto visa identificar, nas comunidades da Floresta Nacional do Tapajós, árvores matrizes elites, coletar e conservar sementes para compor assim um banco de germoplasma ex situ, de modo a garantir a manutenção dessa espécies e a possibilidade de estabelecer programas futuros de domesticação e melhoramento genético. Para aquelas espécies cujas sementes não podem ser conservadas por longos períodos, busca-se obter mudas para estabelecer coleções de campo. 8.Pesquisa em Óleos Essenciais da Amazônia. Pretende-se com esse projeto realizar estudos avançados sobre óleos essenciais, visando descobrir novas aplicações e propriedades terapêuticas; Desenvolver processos de extração, purificação e análise de óleos essenciais de plantas diversas e; Promover a divulgação científica e educacional sobre os benefícios e usos dos óleos essenciais para a comunidade. 9.Pesquisa em Plantas Medicinais. Através desse projeto pretende-se: Preservar, estudar e divulgar a biodiversidade de plantas medicinais; Desenvolver pesquisas sobre as propriedades terapêuticas de plantas medicinais; Oferecer programas educacionais sobre o uso seguro e eficaz de plantas medicinais; Promover a conscientização sobre a importância da conservação de espécies vegetais medicinais; Contribuir para a conservação de espécies ameaçadas 10.Cepas de Microalgas. Este projeto objetiva promover a educação e conscientização sobre a importância das microalgas na sustentabilidade ambiental e na economia. Para isso, pretende-se: Coletar, preservar e estudar cepas de microalgas, com ênfase em espécies regionais promissoras para pesquisa biotecnológica e aplicações industriais; Realizar estudos para entender o potencial das microalgas na produção de biocombustíveis, alimentos, produtos químicos e outros produtos de alto valor agregado; Desenvolver técnicas de cultivo e produção sustentável de microalgas; Realizar estudos sobre o potencial biotecnológico de microalgas 11.Rosetta Amazônia. Este projeto tem como objetivo preservar o conhecimento indígena para as populações indígenas e em seus próprios termos, através da documentação do conhecimento e a cultura transmitidos oralmente na região amazônica e a criação de um aplicativo digital que permite que os usuários aprendam esses idiomas, hoje ameaçados. O aplicativo funciona como a famosa Rosetta Stone, ligando a fala de uma língua tradicional pouco conhecida a sua respectiva tradução em um idioma mais difundido, como o português, por exemplo. Os conhecimentos documentados são indexados com modelos de Inteligência Artificial, protegidos por licenças específicas e armazenados em um sistema descentralizado usando a tecnologia Blockchain. O objetivo é desenvolver uma Prova de Conceito (POC) com dados de dois idiomas selecionados na região tapajônica (Wai-wai e Nheengatu). O projeto piloto terá as características técnicas para escalar para outros idiomas. Reforma e/ou abertura de edificações Equipagem e Manutenção das operações da Escola de Gastronomia e Restaurante. O objetivo deste espaço é oferecer um Centro Cultural Alimentar Tapajônico a partir da implantação e equipagem do imóvel Casa 01 da Vila Americana de Belterra.Equipagem e Manutenção das operações do Alojamento MuCA. Pretende-se concluir a equipagem, mobília e aquisição de utensílio para a operação do Alojamento, assim como subsidiar os custos necessários para a operação/manutenção da edificação. ExposiçõesExposição Biosfera, Ecologia e Vida. As interações e interdependências entre todos os temas do museu propõem uma experiência sinergética e uma visão ecológica da exposição. A conexão se apresenta como o conceito geral da museografia, expressando a coexistência e a resiliência biológica na manutenção da vida. A Biosfera define o nosso tema geral como ecossistema multisensorial da exposição. A Biosfera se manifesta no projeto museográfico através da percepção sistêmica e sincrônica da complexidade. O formato da exposição é uma instalação que envolve todos os temas curatoriais de forma simbiótica e conecta os mesmos com o público, o entorno natural e cultural. Este tema geral tem a finalidade, além de comunicar os conteúdos específicos, de trazer a expansão da consciência ecológica (mudança de perspectiva) onde tudo está conectado na "teia da vida". A biodiversidade gera condições para a vida e apresenta o maior laboratório de tecnologias que conhecemos chamado Natureza. A Natureza é alta tecnologia por definição, onde se apresentam todas as soluções do passado e do futuro para a espécie humana.A formatação da narrativa pode ser programada (pre-set) de forma analógica (pelos monitores), permitindo um calendário temático semanal ou mensal, eventualmente alinhado com a programação do cinema e das atividades educacionais. Esta flexibilidade também vai acontecer na capacidade de adaptação do espaço expositivo a novos temas e na atualização dos conteúdos existentes. Para viabilizar essa operação, serão desenhados layouts prontos e será disponibilizado um pequeno laboratório de produção (scanner, printer e computador) para possibilitar a produção local de todos os conteúdos. Além das premissas do formato do Museu Integral, o conceito museográfico de "conexões" vai transcender para a integração do contexto natural e cultural da região. A participação, empoderamento e integração operacional dos alunos, monitores e habitantes da região nas áreas temáticas vai se manifestar através de signos e significados etnográficos, implementados nos conteúdos, grafismos, materiais e história do lugarExposição O cio da Terra, o ócio da Terra. Mostra Coletiva. Dentre os artistas estão Albano Afonso, Afonso Tostes, Bárbara Wagner & Benjamin De Burca, Bel Falleiros, Bené Fonteles, Brígida Baltar, Celeida Tostes, Cristiano Lenhardt, Efe Godoy, Efrain Almeida, Ernesto Neto, Elza Lima, Gustavo Caboco, Ivan Grilo, Jorgge Menna Barreto & Joelson Buggila, Juliana Lapa, Kamikia Kisêdjê, Laura Gorski, Lia Chaia, Lídia Lisbôa, Marcia Xavier, Mariana Berta, Mônica Ventura, Rafael RG, Renata Cruz, Rosana Paulino, Rose Afefé, Sallisa Rosa e Teresa Siewerdt.A montagem da exposição coletiva vem sendo concebida como parte de um laboratório perene realizado no Centro Cultural Veras, no qual a relação entre arte e agroecologia concebem cultivos consagrados à germinação de futuros biodiversos e reflorestamentos mentais. Ao espelhar o título da canção escrita e composta por Milton Nascimento e Chico Buarque, em 1977, 'O Cio da Terra, Ócio da Terra' faz ecoar vozes que lutam pelo direito à vida, pelo manejo de áreas improdutivas e pela manutenção da sacralidade da terra. Nesse sentido, a mostra coletiva gera narrativas que ressoam o conceito de 'florestania', uma concepção de futuro que substitui alguns princípios de cidadania em favor dos saberes e do modo de vida dos povos da floresta. Um deles são os ciclos de pausa e fertilidade que caracterizam todas as formas de vida, uma derivação de ócios e cios da terra. Intervenção/Exposição Diálogos Naturais na Amazônia - O Jardim de esculturas (1a fase). Exposição a céu aberto que valoriza e celebra a rica herança cultural e natural da região amazônica e proporciona uma plataforma para o diálogo intercultural entre as comunidades locais e artistas de renome, regionais e internacionais. Os/as artistas terão o Parque das Seringueiras e o Mirante (áreas externas do Museu) como uma tela em branco, onde poderão criar instalações e esculturas inspiradas na diversidade natural e cultural da Amazônia. Essas obras servirão como pontos de partida para discussões significativas entre as comunidades locais e os artistas e o fomento de diálogos sobre a importância da preservação socioambiental e respeito à diversidade cultural. Estrutura da Exposição: • Instalações Artísticas no Parque das Seringueiras: Os artistas convidados terão a liberdade de criar instalações interativas que se integrem harmoniosamente ao ambiente natural do parque. Essas instalações serão projetadas para inspirar reflexões sobre temas como conservação, biodiversidade e desenvolvimento sustentável. • Espaço para Interação: Serão criados espaços de interação onde as comunidades locais e os visitantes da exposição poderão se encontrar com os artistas, participar de discussões e workshops sobre arte e meio ambiente, e contribuir para a criação de peças colaborativas.• Exposição Virtual: Uma versão digital da exposição permitirá que pessoas de todo o mundo experimentem as obras de arte e as discussões geradas. Isso também ajudará a aumentar a conscientização global sobre os desafios enfrentados

Objetivos

OBJETIVO GERAL O Museu de Ciências da Amazônia (MuCA) tem como objetivos impulsionar o desenvolvimento sustentável a partir da bioeconomia por meio da preservação da biodiversidade e pesquisa genética na Amazônia; Restabelecer uma relação respeitosa e de aprendizado com o ambiente e; Criar terapias e produtos voltados para a saúde a partir da união entre ciência (tradicional e acadêmica) e indústria. Para isso, pretende nos anos de 2024 e 2025 realizar os projetos apresentados abaixo, divididos em projetos de pesquisa e educação, reformas e abertura de espaços físicos (edificações) e exposições, tendo como público-alvo as comunidades da Floresta Nacional do Tapajós (23 comunidades ribeirinhas e 3 indígenas, com total de 1200 famílias) e as escolas públicas de Belterra, Mojiu dos Campos e Santarém, e como público secundário turistas, nacionais e estrangeiros, que visitam a região. A partir do Projeto Museológico, busca-se garantir, para os anos de 2024 e 2025, a manutenção e o funcionamento do MuCA para dar continuidade às ações de comunicação, pesquisa, preservação e divulgação do patrimônio material científico da região da Amazônia, sob a guarda da entidade. Para isso, estão previstas contratações de equipe técnica, equipe de pesquisa, comunicação, consultores para elaboração dos produtos resultantes dos projetos (oficinas, cartilhas, materiais audiovisuais, visitações com ações de acessibilidade) e reformas e equipagem de espaços do Museu. Neste sentido as atividades do Museu para os próximos dois anos estão organizadas/distribuídas nas seguintes frentes: • Realizar as ações cotidianas de manutenção do MuCA. • Promover a preservação, democratização e visibilidade do patrimônio científico integrado a comunidade; • Promover a preservação e a democratização do acesso a um dos principais bens culturais da cidade de Belterra; • Dar condições de potencialização do município como destino turístico regional, estadual e nacional através de suas ações; • Dar condições da região se tornar um polo de projetos educativos e socioculturais. • Realizar ações de pesquisa, preservação e comunicação dentro e fora do Museu; • Produzir ações de comunicação, tais como exposições temporárias; ciclo de palestras; oficinas; produção de cartilhas e materiais audiovisuais, entre outras. OBJETIVOS ESPECÍFICOS PRODUTO 1 - PLANO ANUAL - Atividades de operacionalização e manutenção físíca para o adequado funcionamento do Museu de Ciências na Amazônia - Muca, bem como a Equipagem e Manutenção das operações da suas áreas : Escola de Gastronomia e Restaurante e Alojamento nos exercícios de 2024 à 2025. PRODUTO 2 - PESQUISA - Projetos de Pesquisa e Educação (2024/2025) Expedições/Visitas Técnicas: - Fomento a Bioeconomia por meio do Acesso ao Patrimônio Genético e ao Conhecimento Tradicional Associado.- Coleção Natural- Coleção Genética de Árvores e Madeiras - Escola MuCA Agroflorestal - Monitoramento Fúngico- Meliponicultura na Flona do Tapajós- Sementes crioulas e Banco de Germoplasma de Variedades Tradicionais - Pesquisa em Óleos Essenciais da Amazônia- Pesquisa em Plantas Medicinais- Cepas de Microalgas- Rosetta Amazônia Público total previsto:11.000 PRODUTO 3 - EXPOSIÇÕES: 01 Exposição - "Biosfera, Ecologia e Vida" com curadoria de Marko Brajovic e Felipe Hegg (2024). Área expográfica (salão grande). 01 Exposição - "O cio da Terra, o ócio da Terra" com a curadoria de Josué Mattos e Felipe Hegg (2025). Mostra Coletiva. Área expográfica (salão grande). 01 Exposição "Intervenção Jardim de Esculturas" - Diálogos Naturais na Amazônia com curadoria de Felipe Hegg (2024/2025). Mostra Coletiva. Floresta das Seringueiras e Mirante (área externa do Museu). Público total previsto:11.000 PRODUTO 4 -OFICINAS/PALESTRAS/EXIBIÇÃO DE FILMES As atividades [oficinas, palestras e filmes] estarão alinhados à programação institucional, como exposições, visitas pedagógicas e ações em laboratórios e ou territórios. 12 Oficinas 16 Palestras 12 Exibição de filmes Público total previsto:1.000 PRODUTO 5 - CONTRAPARTIDA SOCIAL - PROGRAMA DE VISITAÇÃO E LABORATÓRIO EXPERIMENTA PARA AS ESCOLAS PÚBLICAS O MUCA receberá alunos de escolas da Rede Pública de ensino para visitação e participação Programa Laboratório Experimental, oferecendo o espaço de seus laboratórios aos alunos para o desenvolvimento de projetos de pesquisas, acompanhando alunos e professores; Público previsto: 24 turmas mês com 46 alunos cada - 10 meses. Total público por mês: 1.104 alunos Total de alunos participantes no Programa no período de 10 meses: 11.040 alunos

Justificativa

O projeto Plano Bianual do Museu de Ciências da Amazônia se enquadra na Lei 8313/91 nos Artigos: - Artigo 1º, nos seguintes incisos: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; VI - preservar os bens materiais e imateriais do patrimônio cultural e histórico brasileiro; VII - desenvolver a consciência internacional e o respeito aos valores culturais de outros povos ou nações; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; IX - priorizar o produto cultural originário do País. - Artigo 3º, nos seguintes incisos e alíneas: I - incentivo à formação artística e cultural, mediante: c) instalação e manutenção de cursos de caráter cultural ou artístico, destinados à formação, especialização e aperfeiçoamento de pessoal da área da cultura, em estabelecimentos de ensino sem fins lucrativos; e) realização de exposições, festivais de arte e espetáculos de artes cênicas ou congêneres; III - preservação e difusão do patrimônio artístico, cultural e histórico, mediante: a) construção, formação, organização, manutenção, ampliação e equipamento de museus, bibliotecas, arquivos e outras organizações culturais, bem como de suas coleções e acervos; b) conservação e restauração de prédios, monumentos, logradouros, sítios e demais espaços, inclusive naturais, tombados pelos Poderes Públicos; IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante: a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos; V - apoio a outras atividades culturais e artísticas, mediante: b) contratação de serviços para elaboração de projetos culturais; Belterra é um município do interior do Estado do Pará e está localizado cerca de 45 km do município de Santarém, junto ao rio Tapajós na selva Amazônica. Em 1934 o local recebeu investimentos introduzidos pela companhia Ford para a produção de borracha no Brasil, o projeto tinha como objetivo de transformar o local no maior produtor de borracha natural do mundo, nascia assim uma cidade planejada com um conjunto arquitetônico urbano de forte influência norte-americana. Neste processo foram derrubados cerca de 2.500 acres da vegetação original para dar início ao processo de implantação do projeto de Henry Ford. A produção e exportação de látex eram uma fonte de lucro para Belterra. Porém, com o surgimento da borracha sintética e seu baixo custo no continente asiático, o cenário mudou. Os investimentos perderam o sentido, e a Companhia Ford desistiu do seu projeto que estava planejado para durar um século. Belterra foi reapossada pelo governo brasileiro em 1945, fazendo parte do município de Santarém. Em 29 de dezembro de 1995, Belterra tornou-se um município, contando, portanto, com uma prefeitura própria. Com 4.398 km², Belterra possui 10% (439,8 Km²) de território municipal e sua área rural detém os 90% (3.958,2 Km²) restantes. Destes 90% da área rural, 70% é composto da Floresta Nacional do Tapajós (FLONA), 10% Área de Preservação Ambiental do Aramanaí (APA) e 10% corresponde às áreas no eixo da BR 163. Belterra apresenta uma economia diversificada baseada na agricultura e observa-se o predomínio do cultivo de soja, alterando drasticamente o meio ambiente natural. O município possui uma população assistida de 17.145 habitantes (dados do IBGE, 2016) em sua maioria de ribeirinhos descendentes de tribos indígenas e da miscigenação muito característica que ocorreu em várias regiões amazônicas, dos quais 60% residem na área rural 40% residem na área urbana. O rio Tapajós é a via de maior importância para o desenvolvimento econômico da região, através do escoamento de produtos nela gerados, pela utilização de pequenas, médias e até grandes embarcações. A cidade é procurada por turistas e estudantes, principalmente pelo papel que desempenhou na produção da borracha no Brasil e por sua biodiversidade riquíssima. O Museu de Ciências da Amazônia _ MUCA usará o método da educação patrimonial para estimular o sentido de pertencimento da comunidade, a fim de disseminar e valorizar a cultura local, a riqueza deixada pela passagem do ciclo da borracha, seu patrimônio natural e imaterial. Entre os eixos de ação prioritários estão a educação ambiental, a economia verde e a pesquisa em torno da biodiversidade local. Sediado no local onde antes existia o Hospital da cidade, o Museu contará com exposições interativas, laboratórios para pesquisa básica, coleção zoológica e locais apropriados para exibição de vídeos e oficinas culturais. O Alojamento anexo do Muca serve de base para hospedagem de pesquisadores e turistas interessados em conhecer as riquezas culturais e naturais desta parte da Amazônia. O MUCA é um equipamento interativo, tecnológico e dinâmico focado nas riquezas naturais da Floresta Amazônica, com destaque para a Floresta Nacional (Flona) do Tapajós, importante área de preservação localizada nos limites dos municípios de Belterra, Aveiro, Placas e Ruropólis.

Estratégia de execução

Obs 1.: o Sr. Luiz Felipe Moura, Vice-Preseidente da Proponente, acumulará as funções de Coordenador Geral do Muca e da Coordenação Administrativo-Financeira, sendo o o responsável pela gestão do processo decisório. Obs 2.: todo o saldo dos recursos existentes na conta do projeto PRONAC 20 3842 - Plano Anual Muca que se encerra em 31/12/2023, será destinado ao presente projeto Plano Bianual do Museu de Ciências na Amazônia - Muca.

Especificação técnica

A definir.

Acessibilidade

O MuCA entende a acessibilidade como um princípio transversal a suas atividades, por isso busca formas de incluir em seus projetos e instalações os recursos que garantam a participação do maior número de pessoas, considerando as características e necessidades de cada grupo. As instalações físicas do Museu possuem rampas de acesso e banheiros adaptados garantindo a utilização dos espaços com segurança e autonomia onde são realizadas as atividades. As exposições planejadas estão considerando os espaços necessários para a circulação de pessoas com cadeiras de roda. Nos produtos e atividades resultantes dos projetos de pesquisa são estudadas formas de torná-los mais inclusivos. Haverá Ergonomia de vitrines e maquetes e legendas em braille dos expositivos. Contudo, na região é comum que pessoas com deficiência auditiva não conheçam a língua brasileira de sinais, ou que pessoas com deficiência visual não conheçam o braile. A partir desse contexto tem se optado utilizar inicialmente recursos sensoriais como forma de inclusão, como por exemplo, contação de histórias, narração de conteúdos de forma descritiva, trabalhar com oficinas e expositivos que possibilitem a interação, com o uso do tato, olfato e paladar (isso pode realizado nas atividades com plantas aromáticas e medicinais, com sementes e atividades de agrofloresta, com os produtos das abelhas nativas, cogumelos, entre outros). Nas produções audiovisuais serão disponibilizadas legendas e uma linguagem didática. Além disso, para aprimorar a acessibilidade do Museu e suas atividades a equipe passará por formações periódicas e novos recursos de acessibilidade serão incorporados. PRODUTO 1 PRINCIPAL: PLANO ANUALACESSIBILIDADE NO ASPECTO ARQUITETÔNICO: rampas, corrimão, banheiros adaptados.ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES VISUAIS: um mediador/monitor treinado para auxiliar com audiodescrições necessárias.ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES AUDITIVOS: Intérprete de libras para atendimento ao público.ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES INTELECTUAIS: um mediador/monitor treinado para auxiliar esse público durante a visita ao Muca. PRODUTO 2: PESQUISAACESSIBILIDADE NO ASPECTO ARQUITETÔNICO: rampas, corrimão, banheiros adaptados.ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES VISUAIS: um mediador treinado para auxiliar com audiodescrições necessárias.ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES AUDITIVOS: Intérprete de libras em todos os projetos.ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES INTELECTUAIS: um mediador treinado para auxiliar esse público. PRODUTO 3: EXPOSIÇÕESACESSIBILIDADE NO ASPECTO ARQUITETÔNICO:ergonomia de vitrines e maquetes e legendas em braille dos expositivos, rampas, corrimão, banheiros adaptados.ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES VISUAIS: um mediador/monitor treinado para auxiliar com audiodescrições necessárias e uso de recursos sensoriaisACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES AUDITIVOS: Intérprete de libras em todas as sessões e uso de recursos sensoriais.ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES INTELECTUAIS:um mediador/monitor treinado para auxiliar esse público durante a visita as exposições e uso de recursos sensoriais PRODUTO 4: OFICINAS/PALESTRAS/EXIBIÇÃO DE FILMESACESSIBILIDADE NO ASPECTO ARQUITETÔNICO:rampas, corrimão, banheiros adaptados.ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES VISUAIS:um mediador/monitor treinado para auxiliar com audiodescrições necessárias.ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES AUDITIVOS:Intérprete de libras em todas as sessões ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES INTELECTUAIS:um mediador treinado para auxiliar esse público. PRODUTO 5: PROGRAMA DE VISITAÇÃO E LABORATÓRIO EXPERIMENTA PARA AS ESCOLAS PÚBLICAS (CONTRAPARTIDA SOCIAL)ACESSIBILIDADE NO ASPECTO ARQUITETÔNICO:rampas, corrimão, banheiros adaptados.ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES VISUAIS:um mediador/monitor treinado para auxiliar com audiodescrições necessárias.ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES AUDITIVOS:Intérprete de libras para atendimento ao público.ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES INTELECTUAIS:um mediador treinado para auxiliar esse público.

Democratização do acesso

Dentre os objetivos do MuCA está a democratização do acesso ao Museu e ao patrimônio científico. O público alvo do Museu é a população local, por isso as formas de promover a inclusão, participação e a acessibilidade nas atividades são estudadas para que estejam inerentes a todas as frentes do Museu. Medidas adotadas para democratização do acesso incluem: - Entradas gratuitas às exposições; - Oficinas, palestras e atividades educacionais são oferecidas gratuitamente; - Produções de conteúdo em formatos escritos e audiovisuais são disponibilizados na internet - Princípios da Educação Popular são adotados para realização de oficinas, reconhecendo a trajetória e conhecimento de cada sujeito na troca de saberes e criando espaços convidativos para participação. Outro objetivo do Museu consiste no resgate, valorização e preservação do conhecimento tradicional, dos recursos naturais e socioculturais da Amazônia. Na região do baixo Tapajós, onde o Museu está instalado, vivem 13 povos indígenas e outros de regiões próximas fazem passagem pela região. Dentre os projetos do Museu está o de resgate e valorização de línguas indígenas, mais especificamente o Nheengatu e o WaiWai. As atividades de pesquisa e exposição terão ações para incentivar a participação desses povos e tradução de produtos (catálogos, etiquetas, etc) em Nheengatu como forma de valorizar e resgatar essa língua. Também está previsto formações internas sobre a herança sociocultural indígena na região e seu papel na preservação da biodiversidade. Como medida de AMPLIAÇÃO DO ACESSO, nos termos do Artigo 28 da Instrução Normativa nº 1/2023, são adotadas alíneas "IV", "VI" "IV - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino, e de outros eventos referente ao produto principal;" "VI - realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições, mostras e oficinas;" - ações previstas nos objetivos deste projeto.

Ficha técnica

COORDENADOR GERAL - Luiz Felipe Moura (Vice-Presidente da Proponente)| Cineasta, Editor e Produtor Cultural formado em comunicação social pela FIAM, especializado em produção de conteúdo com mais de 40 publicações em livros e 20 filmes (CPB) com documentários, animação 3D, Ficção e Documentário com diversos produtos ligados ao patrimônio cultural brasileiro. Vencedor do Prêmio Jabuti 50˚ e do Prêmio Ibero Americano - Comkids. É o coordenador Geral do Projeto para implantação do MuCA através do comitê gestor que envolve BNDES, Gov. do Pará, Instituto Butantan e Ama Brasil. É atualmente Vice-Presidente da Oscip Ama Brasil e coordena há 18 anos os projetos do Instituto Butantan e da Ama Brasil na Amazônia nas áreas de Educação, Entretenimento e Cultura. ASSISTENTE DE COORDENADOR GERAL - Yumna Ghani (Assistente de Direção) | Bacharel em Gestão de Políticas Públicas e Mestranda do Programa de Mudança Social e Participação Política da Universidade de São Paulo (USP), onde estuda sistemas agroflorestais como possibilidade socioeconômica. Há mais de dez anos atua em Organizações da Sociedade Civil com elaboração, implementação e avaliação de projetos socioambientais. MUSEOLOGIA | consultores Marilúcia Bottallo | Museóloga especializada em Gestão de Informações e em Gestão Institucional. Diretora Técnica do Instituto de Arte Contemporânea. Doutora em Ciências da Informação e Mestre em Artes pela ECA/USP. Coordenadora da Pós-Graduação em Museologia, Colecionismo e Curadoria do Centro Universitário Belas Artes de São Paulo. Membro da Diretoria do Comitê Brasileiro do Conselho Internacional de Museus (ICOM/BR). Membro da Comissão Científica e Editorial da Coleção Gestão e Documentação de acervos. Docente das disciplinas: Arte Contemporânea; Arte Moderna; Museologia e História dos Museus; Gestão de Coleções Públicas e Privadas, Ética e Gestão Patrimonial, entre outras. Luciana Nemes | Graduada em Educação Artística e Pós-Graduada em Museologia pelo Museu de Arqueologia e Etnologia da Universidade de São Paulo – MAE USP. Participou no desenvolvimento do projeto museográfico do Museu da História do Estado de São Paulo – MHSP, na implantação do Museu do Holocausto - Curitiba, e na exposição de projeção internacional “Caravaggio e seus seguidores”. Atua como docente no Centro Universitário Belas Artes de São Paulo no curso de pós-graduação em Museologia, Curadoria e Colecionismo. No Educativo da Fundação Bienal de São Paulo atuou no gerenciamento do orçamento geral do setor, e na elaboração de projetos junto a leis de incentivo. Coordenou o Museu da Energia de São Paulo e atualmente coordena a área de produção de exposições no Museu de Arte Moderna de São Paulo. Bruno Valsani – Graduado em Gestão de Políticas Públicas pela Escola de Artes Ciência e Humanidades da Universidade de São Paulo – USP. Possui experiência no desenvolvimento e acompanhamento de projetos de interesse público, tanto da perspectiva da administração pública, como da iniciativa privada. Trabalhou como servidor público da Prefeitura Municipal de São Paulo, especificamente na Secretaria de Governo Municipal. Atualmente, atua na área de relacionamento institucional governamental pela empresa MRS Logística S/A, onde estabelece as articulações e interfaces com órgãos do poder público, visando o desenvolvimento de obrigações que perfazem os compromissos assumidos recentemente pela empresa, oriundos de seu processos de renovação de concessão com o Governo Federal. COORDENADORES/PESQUISADORES Rosa Mourão (Pesquisadora coordenadora botânica) | Graduada em Ciências Biológicas e mestre em Bioquímica Vegetal pela Universidade Federal do Ceará. Doutora em Ciências Biológicas pela Universidade Federal de Pernambuco. Professora associada da Universidade Federal do Oeste do Pará (UFOPA) e coordena o Laboratório de Bioprospecção e Biologia Experimental. Possui artigos científicos em periódicos nacionais e internacionais com resultados oriundos das pesquisas científicas principalmente com foco em plantas medicinais, óleos essenciais e animais peçonhentos. Além de publicações científicas, possui experiência em técnica na produção de cartilhas e oficinas com cunho científico e de linguagem simples para comunidades da Amazônia. Miguel Guerra (Pesquisador coordenador do banco natural e banco de sementes) | Agrônomo e mestre em Fitotecnia pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (1980), doutor em Botânica (Fisiologia Vegetal) pela Universidade de São Paulo e pós-doutorado em Biologia Celular-Biotecnologia de Plantas pela Universidade da Califórnia. Professor do Programa de Pós Graduação em Recursos Genéticos Vegetais do Centro de Ciências Agrárias da Universidade Federal de Santa Catarina e Professor Visitante do Programa de Pós Graduação em Recursos Fitogenéticos em Angola. Atua na grande área de Recursos Genéticos Vegetais em seus aspectos associados à caracterização, à conservação, o melhoramento e o uso sustentável, por meio do emprego de biotecnologias apropriadas baseadas na biologia celular e molecular e com ênfase nas espécies de plantas nativas dos diversos biomas brasileiros. Daniel Penteado (Coordenador do projeto de CTA) | Consultor em projetos de biodiversidade, repartição de benefícios e ESG, é Mestre em Recursos Genéticos Vegetais pela Universidade Federal de Santa Catarina e Biólogo pela Universidade Federal de São Carlos. Analista Ambiental licenciado do Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade - ICMBio, onde exerceu cargo de Diretor, além de cargos de coordenação gerencial e técnica, em nível nacional e regional. Foi chefe da Floresta Nacional do Tapajós. Atuou também como analista ambiental no IBAMA e como Técnico Especializado no Ministério do Meio Ambiente em Brasília e no oeste paraense, região onde atuou pelo desenvolvimento sustentável nas florestas, coordenou a implementação de programa de apoio ao extrativismo para comunidades tradicionais, a criação e implementação de Reservas Extrativistas. Marcelo Pereira (Pesquisador coordenador da Escola MuCA Agroflorestal) | Bioconstrutor e agroflorestor com prática em diversos países, como Brasil, Uruguai, Austrália e Nova Zelândia. Atuou durante três anos como instrutor de práticas em Bioconstrução no Instituto de Tecnologias Intuitivas e Bioarquitetura. É um dos integrantes fundadores da equipe Lowconstrutores. Participou do projeto Tibauwe nas terras indígenas Xavantes. Realiza cursos e compartilha com a comunidade local técnicas de construção saudáveis e de agrofloresta. Fundador da Micorriza Amazônia, que tem como missão, criar sistemas agroflorestais com alto valor agregado, para geração de renda em comunidades e de recuperar áreas degradadas. Larissa Trierveiler Pereira (Pesquisadora para o monitoramento fúngico) | Bióloga, especialista na identificação de cogumelos, trabalha na área há 18 anos. Possui mestrado, doutorado e pós-doc na área de micologia. Atualmente é pesquisadora colaboradora no Laboratório de Estudos Micológicos da UFSCar. Já publicou mais de 50 artigos científicos, incluindo um livro sobre as espécies de cogumelos comestíveis. Hipócrates Chalkids (Pesquisador Coordenador da Coleção Natural) | Mestre em Biociências (com ênfase em Zoologia) pela Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul. Graduado em Ciências Biológicas pelas Faculdades Integradas do Tapajós. É professor titular na Unama, gestor do Laboratório de Pesquisas Zoológicas, curador das coleções científicas e Supervisor Administrativo do ZooUNAMA. Foi coordenador dos cursos de graduação em Biomedicina e Ciências Biológicas. É professor substituto no curso de Medicina da Universidade do Estado do Pará (UEPA). Olivaldi Alves Borges Azevedo (Pesquisa em rastreamento de madeira) | Ex-Secretário de Áreas Protegidas e Ex-Secretário Adjunto de Biodiversidade do Ministério do Meio Ambiente, Ex-Diretor de Proteção Ambiental do Ibama, Ex-Oficial da Polícia Militar Ambiental da Polícia Militar do Estado de São Paulo, Tenente Coronel da Polícia Militar do Estado de São Paulo e Professor de Direito Ambiental do Centro Universitário de Rio Preto (Unirp). Mestre em Conservação da Fauna pela Universidade Federal de São Carlos. Adcléia Pires (pesquisadora em Meliponicultura) | Pedagoga e Bacharel em Ciências Agrárias e Zootecnia. Especialista em Ciência e Tecnologia em Alimentos. Mestre em Ciências Ambientais pela Universidade Federal do Pará. Doutoranda em Biotecnologia e Biodiversidade. Atua na área de Pesquisa e extensão com abelhas nativas. Apoia comunidades ribeirinhas com manejo, oficinas e cursos para aproveitamento de produtos meliponícolas. CURADORES Felipe Hegg | Curador e produtor de arte desde 2009. Fundou, em 2011, com Paulo Kassab Jr., a Galeria Lume. Durante os oito anos que esteve à frente da galeria, promoveu e gerenciou a carreira de artistas através de exposições, feiras, publicações e projetos culturais. Atua, desde 2019, como Art Advisory, aconselhando interessados em arte. Faz parte dos Patronos do MASP (Museu de Arte de São Paulo Assis Chateaubriand), é embaixador do Project 55 (organização que promove a produção artística brasileira nos Estados Unidos), desenvolve projetos no 3º setor. Marko Brajovic | Arquiteto e designer pela Universidade de Arquitetura de Veneza, Mestre em Artes Digitais no Institut Universitari de l'Audiovisual da Pompeu Fabra, Mestre em Arquitetura Genética e Doutorando em Arquitetura Genética pela Universidade Internacional de Catalunya. Se dedica a implementar conceitos da arquitetura e design inspirados pela natureza (biomimética), educação experimental, criação de espaços interativos multi-sensoriais, direção criativa e curadoria de exposições. Com pesquisa em morfogênese orgânica e fenomenológica das formas, inspirado na natureza como tecnologia e conhecimento ancestral, Marko Brajovic é fundador e Diretor Criativo do Atelier Marko Brajovic, escritório multidisciplinar de arquitetura, masterplan e design com sede em São Paulo, Brasil. Josué Mattos | Historiador de arte e curador formado em História da Arte e Arqueologia pela Université Paris X Nanterre, e Práticas curatoriais, na Université Paris 1 Panthéon Sorbonne. Co-fundou o Centro Cultural Veras, em Florianópolis. EDIFICAÇÕES Saulo Jennings (Coordenador Escola Gastronômica) | Chef de cozinha Paraense. Criou a plataforma Cozinha Tapajós que objetiva a valorização da cozinha regional a partir da pesquisa de produtos e do auxílio às comunidades produtoras ou de manejo na Amazônia. Criou e lidera dois projetos sociais na comunidade São Francisco do Carapanari, com crianças. Foi vencedor do Prêmio Prazeres da Mesa 2018 e 2019 como melhor restaurante do Norte do País. Já assinou cardápios em restaurantes renomados como o Tordesilhas e o Maní. ADMINISTRATIVO COORDENADOR ADMINISTRATIVO-FINANCEIRO - Luiz Felipe Moura (Vice-Presidente da Proponente)| Cineasta, Editor e Produtor Cultural formado em comunicação social pela FIAM, especializado em produção de conteúdo com mais de 40 publicações em livros e 20 filmes (CPB) com documentários, animação 3D, Ficção e Documentário com diversos produtos ligados ao patrimônio cultural brasileiro. Vencedor do Prêmio Jabuti 50˚ e do Prêmio Ibero Americano - Comkids. É o coordenador Geral do Projeto para implantação do MuCA através do comitê gestor que envolve BNDES, Gov. do Pará, Instituto Butantan e Ama Brasil. É atualmente Vice-Presidente da Oscip Ama Brasil e coordena há 18 anos os projetos do Instituto Butantan e da Ama Brasil na Amazônia nas áreas de Educação, Entretenimento e Cultura. VALDIRENE APARECIDA BARREIRO – Função no projeto: Assistente-Financeiro Formação: Universidade Mackenzie – Faculdade de Ciências Econômicas, Contáveis e Administrativas – 1996; Pós Graduação - Fundação Armando Álvares Penteado – CECUR - Administração Contábil e Financeira – 2002 Experiência Profissional: Elaboração de relatórios gerenciais; Desenvolvimento e implantação de controles internos voltados a racionalização de custos; Planejamento orçamentário; Fluxo de Caixa; Faturamento; Cobrança; Captação de recursos de terceiros para capital de giro ; Negociação com fornecedores; Atividades de tesouraria, conciliação de contas bancárias , emissão de cheques e etc..; Contratação de serviços de terceiros e de material de consumo; Contas à pagar; Suporte ao cliente - pós venda, Acompanhamento dos processos de contratações e rescisões e outros assuntos do departamento pessoal, canal de comunicação entre funcionário e diretoria; Importação de mercadorias - Mercosul Habilitação jurídica e técnica da empresa, para participação em licitações e concorrências; Acompanhamento da documentação jurídica, técnica e financeira da empresa para diversos fins; Obtenção de certidões em diversos órgãos da esfera municipal, estadual e municipal; Assessoria direta aos diretores em assuntos voltados a administração da empresa e finanças pessoais., para as empresas: Salus Editora Cultural - Gerente Administrativo e financeiro; Bicho da Seda – Gerente Administrativo; Appraisal Avaliações e Engenharia SC Ltda – Gerente Financeiro. DOMINIQUE R. DE CARVALHO ROCHA – Função no projeto: Assistente Administrativo Administradora de empresas pela Universidade de Santo Amaro –SP, atuou como gerente administrativa de projetos culturais tais como: as exposições “Mulheres do Brasil” e “O Nascimento de Uma Estrela - Pelé”, dos projetos culturais aprovada pelo Ministério da Cultura: animação “Kauan e a Lenda das Águas”, Restauro e Construção do Museu Pelé em Santos – SP, Oficinas de Banda e Coral “Sons e a Arte de Itirapina”, editoriais: “As Moedas Contam a História do Brasil”, “Marc Ferrez – Santos Panorâmico”, “Estilos Brasileiros - Brazilian Style” ,“60 artistas e arquitetos, e Filme “ Pelé A Promessa” aprovado pela Ancine. Entre outros projetos culturais. A DEFINIR - Função no projeto: Auxiliar Administrativo

Providência

Projeto encaminhado para avaliação de resultados.

2025-12-31
Locais de realização (1)
Belterra Pará