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PRONAC 2317328Projeto encerrado por excesso de prazo sem captaçãoMecenato

VIVAZ - Festival de Longevidade e Cultura

INSTITUTO C PRODUCOES ARTISTICAS LTDA
Solicitado
R$ 1,37 mi
Aprovado
R$ 1,37 mi
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Apresentação/Gravação Música Popular Cantada
Enquadramento
Artigo 26
Tipologia
Festivais
Ano
23

Localização e período

UF principal
RJ
Município
Rio de Janeiro
Início
2024-01-01
Término
2025-12-31
Locais de realização (1)
Rio de Janeiro Rio de Janeiro

Resumo

Vivaz é um festival internacional da criatividade na longevidade que celebra o pensamento, a cultura e as artes realizadas por pessoas a partir dos 60+. Mais do que reconhecer artistas que viveram e fizeram mais, o Festival pretende posicionar a cultura como uma centralidade no debate da longevidade no país. Queremos trazer para cena os agentes mais velhos, reforçar suas experiências e promover a inspiração intergeracional.

Sinopse

Evento multilinguagem, com 4 dias de duração no Rio de Janeiro, RJ.

Objetivos

APRESENTAÇÃO E OBJETIVO GERAL Vivaz é um festival internacional da criatividade na longevidade que celebra o pensamento, a cultura e as artes realizadas por pessoas a partir dos 60+. Mais do que reconhecer artistas que viveram e fizeram mais, o Festival pretende posicionar a cultura como uma centralidade no debate da longevidade no país. Queremos trazer para cena os agentes mais velhos, reforçar suas experiências e promover a inspiração intergeracional. Os criativos nessa faixa etária acumularam décadas de experiência e contribuições significativas para as artes, ciências e sociedade em geral, e muitas vezes, no auge de suas vidas, na maturidade, não se sentem representados no circuito do mundo. Um festival dedicado a elxs reconhece e valoriza essa experiência, oferecendo um espaço para compartilhar sua visão de mundo com o público. Além disso, um festival que celebra criativos mais velhos promove a inclusão e a diversidade no mundo. Ao mostrar criativos maduros em ação, o festival pode inspirar pessoas de todas as idades a continuar explorando e desenvolvendo seu talento e sua criatividade. As pessoas mais velhas, ou jovens a mais tempo, podem transmitir sabedoria, resiliência e uma abordagem única para a criação da vida, servindo de exemplo inspirador para todas as gerações. Destacamos ainda a celebração e a preservação do patrimônio cultural material e imaterial. Muitos mais velhos são guardiões de técnicas e tradições valiosas, algumas inclusive sob risco de desaparecimento. Um festival dedicado a essa faixa etária é uma forma de preservar e celebrar as subjetividades, garantindo que sejam transmitidas para as gerações futuras e que circulem entre todos. Em resumo, um festival de cultura, arte e pensamento que celebre a vida e a re-existenciados criativos com mais de 60 anos é importante para reconhecer, valorizar e promover a inclusão de uma geração de experientes. Além disso, contribui para a diversidade cultural, garante direitos, visibiliza uma geração de novos velhos, inspira outras gerações e preserva o patrimônio cultural imaterial. OBJETIVOS ESPECÍFICOS / PROGRAMAÇÃO Os principais eixos do Festival são as novas apresentações, a celebração destes criativos, a intergeracionalidade, a empregabilidade, e o futuro, sendo esta última abordada através da integração com a tecnologia, como também aprofundando o pensamento sobre a sociedade em relação ao tema da longevidade e da transdisciplinaridade. O Festival tem previsão para ser realizado em 2024, em múltiplos espaços das cidades de Rio de Janeiro/RJ durante 4 dias. Nos primeiros meses de trabalho, acontecem as Oficinas de Formação, com foco na capacitação de pessoas para participar posteriormente da produção do festival. Durante 3 meses, 10 pessoas (com mais de 60 anos) terão formação básica nas áreas de atendimento, receptivo e produção. Os participantes recebem bolsa de estágio durante o período de formação e posteriormente serão contratadas para integrar a equipe de execução do Festival. RJ - DIA 1 _ quinta-feira _ Abertura Palestra de abertura _ mediador e dois convidados internacionais Abertura de exposição de realidade virtual Performances com os 3 Djs, sendo 1 da America Latina, 1 da Europa e 1 brasileiro. RJ - DIA 2 _ sexta-feira _ Mesas de debate e teatro O dia será voltado para quem se interessa por pensar as questões da nova longevidade. Haverá duas mesas temáticas básicas de manhã e duas a tarde, além de mesas colaborativas, onde as pessoas poderão se inscrever para apresentar seus temas, trabalhos, reflexões e produção artística. A programação deste dia no festival é focada inteiramente na produção de saber a partir desta rica troca entre escritores, pesquisadores, cientistas, fazedores da cultura, e outros especialistas. Serão 10 talks, com 20 minutos cada. O conteúdo na íntegra é filmado e transmitido online. Haverá ferramentas de acessibilidade (libras e audiodescrição) À tarde acontecem 6 rodas de conversa, com apoio para pessoas que tenham alguma prática a ser compartilhada, uma experiência artística, uma pratica sócio-cultural com longevidade, ativismo ou outros temas, sempre com viés cultural. Serão abertas inscrições para participação de pessoas de qualquer lugar do Brasil. Cada roda de conversa terá um mediador e um artista selecionado a partir dessas inscrições. Cada conversa terá duração de 1 hora e acontecerá preferencialmente no Museu do Amanhã. À noite acontece um espetáculo teatral, selecionado pela curadoria do Festival. Pode ser selecionado o espetáculo pronto, ou encomendado para um dramaturgo com mais de 60 anos. Serão realizadas no mínimo 4 apresentações, em temporada popular, preferencialmente em Copacabana, bairro com maior número de idosos do país. RJ - DIA 3 _ sábado _ Patrimônio Cultural, performances e música Neste dia as rodas de conversa têm foco nas famílias e na perpetuação de culturas. Haverá encontros e imersões com griôs, em espaços de convivência criados em diferentes espaços da cidade. Em diferentes pontos da cidade, os mestres convidados falarão sobre suas tradições, memória e a representação de sua comunidade, com pequenas apresentações artísticas representativas de cada grupo. Indígenas, quilombolas, artesãos tradicionais, Velha Guarda de escolas de samba, entre outros mestres promoverão tardes de convivência com o público. Haverá 1 encontro de manhã em Madureira e 1 encontro à tarde no Parque da Cidade, com os mestres, e também com apresentações tradicionais de suas culturas. Premiação Viver Sem Fim! _ após receber sugestões dadas pelo público ao longo da preparação do Festival, a noite vai premiar 10 novos velhos que são inspiração para a comunidade. Juntamente com a curadoria do festival, o público vai indicar através das redes sociais do projeto pessoas que contribuíram para a cultura da longevidade. A noite da premiação tem apresentação do cantor, violonista e compositor brasileiro João Bosco. RJ - DIA 4 _ domingo _ Encerramento O último dia de festival é uma grade celebração, com rodas de samba, palestra e feira gastronômica. Haverá pocket shows com artistas a serem escolhidos pela curadoria. Entre os nomes elencados estão Ney Matogrosso, Hermeto Pascoal, Dona Onete, Surica e a Velha Guarda de diversas escolas de samba do Rio de Janeiro. Serão convidados empreendedores mais velhos da gastronomia carioca popular para compor a feira, com aproximadamente 20 barraquinhas com feijoada, baianas e outros itens tradicionais. O local previsto é o Parque das Ruínas, com as atividades ocupando os diversos espaços ao ar livre. Toda a programação ocorre em locais com acessibilidade física, privilegiando a experiência de conexão entre as pessoas. As Mesas de Debate têm transmissão online, viabilizando a inclusão de pessoas em outras cidades ou mobilidade reduzida. As atividades contam também com intérprete de libras e/ou legendagem, além de QRCodes com audiodescrição dos espaços e sinopse do conteúdo das apresentações. Haverá um estúdio para gravar podcasts durante os dias do festival, o que permite o registro e documentação do legado do festival a partir de depoimentos dos criativos participantes.

Justificativa

Em 30 anos, o Brasil será o 6º mais velho do mundo, de acordo com a linha de corte dos 60 anos. Sob diversos aspectos, não estamos preparados para este futuro. O país vive um avanço na diversidade e não existe diversidade sem incluir os mais velhos. O etarismo é um dos obstáculos que os mais velhos lidam na sociedade moderna, sua experiência não tem valor numa época que se valoriza o novo em detrimento da longevidade. Com isso, vivemos uma época conhecida como Antropoceno, onde o ser humano exaure a natureza para produzir mais e mais produtos novos, levando nosso planeta e suas espécies vivas em risco de extinção. Precisamos adiar o fim do mundo, como nos lembra Ailton Krenak! A cultura é um espaço de invenção dessa longevidade, em dois eixos principais: criar o espaço de celebração a longevidade e ao mesmo tempo apontar para o que seria essa nova apresentação da vida na nova velhice. Um festival que destaca artistas em atividade com mais de 60 anos promove a inclusão e a diversidade geracional no campo da criação. Festival este criado por um grupo de pessoas com 50+ quando começamos a nos dar conta que essa fase da vida existe de fato. Uma geração que cresceu nos anos 60, 70, 80, uma época que questionamos a caretice do mundo e ousamos reinventar uma nova sociedade, democrática, de mais paz e mais amor, agora estamos envelhecendo, e queremos repensar, reinventar uma nova velhice. Estamos mais saudáveis, mais conscientes dos limites entre a vida e a morte, perdemos muitos para as drogas, a solidão, a ditadura, a repressão, e aprendemos também com os guardiões das florestas, os povos originários que guardam a mais tempo os segredos da Terra, resistem e com resiliência vão passando de geração a geração seus conhecimentos. O Festival oferece uma plataforma para que esses criativos jovens a mais tempo compartilhem suas obras e perspectivas únicas, enriquecendo o panorama da humanidade e proporcionando um diálogo intergeracional valioso. Por outro lado, ao celebrar criativos nessa faixa etária, o festival reconhece e valoriza sua contribuição contínua para o mundo que precisa superar o Antropoceno. Isso desafia estereótipos relacionados à velhice, tanto na sociedade quanto no campo criativo, e destaca a importância de continuar buscando a expressão criativa ao longo da vida, em um claro reconhecimento da contribuição contínua destas pessoas à sociedade. Ao destacar o trabalho e o talento desses criativos, o festival questiona noções limitantes sobre o envelhecimento e encoraja uma visão mais ampla e inclusiva da criatividade em todas as fases da vida. A criação, a arte e a cultura são formas poderosas de expressar emoções e experiências pessoais. Um festival que destaca artistas mais velhos irá explorar temas relacionados ao envelhecimento, à vida e às transformações pessoais. Isso pode gerar reflexões profundas e enriquecedoras para o público, independentemente de sua idade. De maneira transversal, o evento promove o envelhecimento ativo e saudável. Ele demonstra que a idade não é uma barreira para o engajamento criativo e artístico, incentivando a participação contínua na expressão criativa como um meio de enriquecer a vida e manter um senso de propósito e bem viver. Em suma, um festival de artes dedicado a criativos entre 60+ tem importância na valorização da contribuição contínua dessas pessoas, na promoção da inclusão geracional, na inspiração para todas as idades, no desafio de estereótipos relacionados à idade e na promoção do envelhecimento ativo e reinvenção do mundo para superar a época do Antropoceno. Muitas vezes, pessoas mais velhas são sub-representadas ou negligenciadas em favor de pessoas mais jovens. Ainda mais os artistas que vivem em cena! Que são expressões de uma sociedade que projeta neles as imagens, os anseios, e a perspectiva da vida. Ao apoiar o festival, a instituição estará contribuindo para uma maior representação e reconhecimento da cultura, das artes, da ciência e do pensamento, que enriquecem o cenário artístico e cultural com suas perspectivas únicas. É preciso reinventar o mundo! A cultura do "descartável porque está velho" está desgastando o nosso planeta, acabando com a natureza. O Antropoceno é uma cultura, um modelo de pensamento que descarta os mais velhos para induzir ao consumo do novo para o novo! É preciso reinventar um mundo mais inclusivo, mais minimalista. E começar pelas pessoas. Sentarmos em círculos, como e com os povos originários, para refletir sobre os anciões, os mais velhos, a diversidade das espécies, das experiências, a ecologia dos saberes. Como incluí-los nas cenas? Nas cidades? Nas famílias? No próprio mercado e consumo? Quais os serviços públicos? As políticas públicas? A assistência social? Por outro lado, a participação ativa na expressão criativa tem sido associada a benefícios significativos para a saúde mental e o bem-estar em todas as idades. Apoiar o festival significa apoiar a continuidade da prática criativa dos mais velhos, fornecendo um meio valioso para sua expressão pessoal, autoestima e conexão com a comunidade. É apoiar a vida em todas as suas manifestações e adiarmos o fim. É termos mais e mais contadores de histórias para adiarmos o fim do mundo! Os criativos mais velhos trazem consigo décadas de experiência, conhecimento e habilidades aprimoradas ao longo do tempo. Ao apoiar o festival, a instituição está reconhecendo e valorizando essa experiência acumulada, permitindo que esses criativos compartilhem seu trabalho com o público e transmitam seu conhecimento para as gerações mais jovens.

Estratégia de execução

PÚBLICO-ALVO 1) Pessoas de 60+: O festival pode atrair pessoas de todas as idades, porém é importante marcar que o ponto de mudança é o que no Brasil se considera velhice, que é a partir dos 60 anos. E chama em destaque aquelas pessoas de 50+ que é uma faixa etária onde começamos a pensar na velhice, na aposentadoria, com a menopausa e a andropausa batendo na porta! 2) Pessoas que se identificam com os artistas apresentados e que desejam se envolver com uma programação cultural relevante, produzida por pessoas de sua própria idade e os jovens a mais tempo. Essas pessoas podem encontrar inspiração, conexão e apreciação ao ver artistas da mesma geração se destacarem em sua expressão artística. 3) Famílias: Muitas vezes, as famílias buscam atividades culturais e oportunidades de engajamento para reunir pessoas de diversas faixas etárias. Um festival dedicado a criativos longevos pode oferecer uma experiência enriquecedora para todos, além de proporcionar um momento de compartilhamento e conexão familiar. 4) Criativos e entusiastas de todas as idades e áreas: Um festival que celebra a criatividade e a expressão artística de mais velhos pode ser inspirador para artistas, cientistas, intelectuais, profissionais da Saúde, Planejadores de politicas públicas e entusiastas de todas as idades. Eles podem apreciar a experiência, a maestria e as perspectivas únicas que esses criativos trazem, servindo como fonte de inspiração e aprendizado. 5) Profissionais do campo das artes e da pesquisa: Profissionais do campo das artes, como curadores, galeristas, críticos e estudantes de arte, podem encontrar valor em um festival dedicado a artistas mais velhos. Eles podem se interessar por descobrir novos talentos, explorar diferentes formas de expressão artística e discutir questões relacionadas à inclusão e diversidade geracional no campo das artes. 6) Público em busca de experiências culturais diversas: Um festival desse tipo pode atrair um público amplo em busca de experiências culturais diversas e enriquecedoras. Pessoas interessadas em explorar diferentes formas de arte, aprender sobre tradições e técnicas artísticas, e mergulhar em narrativas e histórias pessoais únicas podem encontrar no festival uma oportunidade para isso.

Acessibilidade

ACESSIBILIDADE FÍSICA: O projeto será realizado em espaços selecionados entre aqueles que dispuserem de medidas de acesso a portadores de deficiência motora, cadeirantes e pessoas com mobilidade reduzida, como rampa e/ou elevador, banheiros adaptados, local reservado na plateia para cadeirantes, poltronas para obesos, entre outras ferramentas. Item orçamentário: Não se aplica, pois as estruturas serão fixas e já disponíveis em cada espaço. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES AUDITIVOS: Haverá um intérprete de LIBRAS e/ou legendagem em todas atividades. Item orçamentário: Intérprete de Libras ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES VISUAIS: Haverá uma gravação com audiodescrição do ambiente, cenários e figurinos, disponível em QRCode Item orçamentário: Não se aplica. A gravação será realizada pelos técnicos do projeto, sem necessidade de custo extra. CONTRAPARTIDA SOCIAL / AÇÃO FORMATIVA Por se tratar de evento inteiramente gratuito, o projeto é dispensado de contrapartida social extra.

Democratização do acesso

O Festival acontece prioritariamente em espaços públicos ou parcerias público-privadas (PPP), com acesso gratuito em quase todas as atividades. Aquelas que têm cobrança de ingressos terão ingressos a preços populares e distribuição de ingressos gratuitos em quantidade correspondente a 10% da lotação do espaço, beneficiando estudantes da rede pública de ensino, estudantes de teatro e música, participantes de ONGs, instituições culturais e outros órgãos de comprovado atendimento social. Em atenção ao Artigo 30, § 2º da Instrução Normativa 1/2023, informamos que o projeto atende à seguinte ação: II - oferecer ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições, mostras e oficinas; Serão oferecidas ao menos duas palestras sobre os temas centrais do festival, recebendo o público de forma gratuita para debater a longevidade. Esta ação atenderá a 500 pessoas, divididas em 2 ou mais palestras, ministradas pelos convidados do festival no 4o dia da programação. Em atenção ao Artigo 28 da referida Instrução Normativa, o projeto atende à seguinte ação: V - garantir a captação e veiculação de imagens das atividades e de espetáculos por redes públicas de televisão e outros meios de comunicação gratuitos; Os 10 talks que integram a programação do segundo dia de evento terão seu conteúdo filmado na íntegra e transmitido online nas redes sociais do projeto, com ferramentas de acessibilidade (libras e audiodescrição). Este conteúdo estará plenamente disponível para redes públicas de televisão, ou quaisquer outros meios que solicitem, além das redes sociais do projeto.

Ficha técnica

Curadores: Heloísa Buarque de Holanda, Marta Porto, Andrea Gama e outros integrantes a serem convidados. Coordenação geral: Instituto C / Marcus Faustini (proponente) Artista visual: Clelio de Paula Heloísa Buarque de Hollanda - Curadoria Ensaísta, escritora, editora, crítica literária e pesquisadora. Em abril de 2023 foi eleita para ocupar a trigésima cadeira da Academia Brasileira de Letras, sucedendo Nélida Piñon. Prêmios: Mulher do Ano 2014, Personalidade 2013 IAB-RJ, Prêmio Faz A Diferença 2012, Prêmio FAPERJ 2010 - Melhor Projeto de Extensão Universitária, Prêmio de Cultura do Estado do Rio de Janeiro 2010, Premio Mulher do Ano 1993 Fundação Guggenheim, Premio Academia Brasileira de Letras (editora). É graduada em Letras Clássicas pela Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro, com mestrado e doutorado em Literatura Brasileira na Universidade Federal do Rio de Janeiro e pós-doutorado em Sociologia da Cultura na Universidade de Columbia, em Nova Iorque. É também professora emérita de Teoria da Cultura da Escola de Comunicação da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), coordenadora do Programa Avançado de Cultura Contemporânea (PACC/UFRJ) e diretora da HB - Heloísa Buarque Projetos Editoriais, que possui em seu catálogo os livros: Rachel Rachel, Cultura em Transe: Brasil anos 60 e Correspondência incompleta revisto e ampliado com áudio. Foi também diretora da editora da UFRJ, Editora Aeroplano, Museu da Imagem e do Som do Rio de Janeiro e curadora do Portal Literal. Em sua atividade de pesquisa, privilegia a relação entre cultura e desenvolvimento, particularmente no que se refere a poesia, relações de gênero e étnicas, culturas marginalizadas e cultural digital. Nos últimos cinco anos, vem se dedicando à cultura produzida nas periferias das grandes cidades e analisando o impacto das novas tecnologias digitais e da internet na produção e no consumo da cultura, desenvolvendo os projetos laboratórios de tecnologias sociais Universidade das Quebradas e Laboratório da Palavra - Faculdade de Letras / UFRJ de edição, criação e tecnologia. É autora de muitos livros, entre eles, Macunaíma, da literatura ao cinema; 26 Poetas Hoje; Impressões de Viagem; Cultura e Participação nos anos 60; Pós-Modernismo e Política; O Feminismo como Crítica da Cultura; Guia Poético do Rio de Janeiro; Asdrúbal Trouxe o Trombone: memórias de uma trupe solitária de comediantes que abalou os anos 70; Enter - Antologia Digital e Escolhas, uma autobiografia intelectual. Marta Porto - Curadoria Jornalista, crítica de cultura, escritora. Com 25 anos de atuação em várias frentes, em governos, empresas e organizações e conselhos internacionais, Marta Porto é uma das mais renomadas profissionais brasileiras nas áreas de arte e cultura, comunicação por causas e análise de cenários que integram impactos culturais, políticos e sociais.

Providência

PROJETO ARQUIVADO.