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PRONAC 2317351Projeto em execução - Encerrado prazo de captaçãoMecenato

APARADOS DA SERRA - NAS PEGADAS DO LEÃO-BAIO E LOBO-GUARÁ

INSTITUTO VENTO
Solicitado
R$ 298,4 mil
Aprovado
R$ 298,4 mil
Captado
R$ 300,0 mil
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

Incentivadores (1)
CNPJ/CPFNomeDataValor
90005307000178Malharia Anselmi Ltda1900-01-01R$ 300,0 mil

Eficiência de captação

100.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Prod. AV curta/média mtragem/Tv Edu Cult
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
23

Localização e período

UF principal
RS
Município
Caxias do Sul
Início
2024-02-29
Término

Resumo

Produção do filme-documentário "Aparados da Serra - Nas pegadas do Leão-Baio e Lobo-Guará", de média-metragem, duração de 30 minutos, formato Full HD, com projeções presenciais e distribuição por meio virtual (site e youtube) unificando temas da fauna e da paisagem cultural, para ampla difusão de forma totalmente gratuita ao público em geral.

Sinopse

Filme-documentário: O filme-documentário de média-metragem “Aparados da Serra: nas pegadas do leão-baio e lobo-guará” aborda a região dos cânions do sul do Brasil, a partir do ressurgimento e estudo de dois animais raros: o lobo-guará e o leão-baio. O filme tem abordagem documental e etnográfica, revelando as paisagens naturais e culturais dos Aparados da Serra no Rio Grande do Sul. Classificação Indicativa: livre

Objetivos

OBJETIVO GERAL Produzir um filme-documentário sobre a paisagem cultural representada pela fauna dos Aparados da Serra do Rio Grande do Sul, com destaque para a presença do Leão-baio e do Lobo-guará, visando a concientização para a preservação desses animais ameaçados de extinção. O filme será exibido para 580 espectadores formado por estudantes, educadores e ambientalistas, e 5000 por meio de sítio de internet, contribuindo para facilitar, a todos, os meios para livre acesso às fontes da cultura e para a preservação de acervo cinematógráfico. OBJETIVOS ESPECÍFICOS Realizar pesquisa, criação de roteiro, produção de conteúdo, geração de fotografias, criação da trilha musical, sobre a paisagem cultural e a fauna dos Aparados da Serra para a serem utilizados na produção do filme documentário. Realizar serviços ténicos tais como: direção, assistente de direção, direção de fotografia, Edição, finalização, mixagem,para o filme documentário proposto. Realizar serviços de intéprete de libras, legendas e de audiodescrição para atendimento às medidas de acessibilidade do documentário visando o alcance do filme para maior número de pessoas. Realizar serviços e desenvolvimento do site sobre a temática do filme - Editoração e webdesign propiciando o amplo alcance da temática proposta pelo filme. O Site visa a universalização das ações e resultados do projeto, sob o domínio www.aparadosdaserra.eco.br, ao abrigo do Instituto Vento. Propiciar o aceso do filme por meio do sítio de intenet para 5000 espectadores. Realizar 2 projeções do documentário para estudantes e professores em escolas dos municípios de Cambará do Sul para 80 espectadoes e Caxias do Sul para 500 espectadores.

Justificativa

O projeto "Aparados da Serra: nas pegadas do leão-baio e lobo-guará" propõe uma inédita abordagem da paisagem cultural brasileira, unindo Natureza e Cultura. O recorte desse olhar _ e conceito _ é a fauna selvagem da região dos cânions dos Aparados da Serra, no Rio Grande do Sul, em território que integra um dos cinco Geoparques Mundiais reconhecidos pela UNESCO no Brasil. O "leão-baio" (puma ou onça parda), da linguagem tradicional dos habitantes dos Aparados da Serra, e o Lobo-Guará, o "Fantasma dos Aparados", desaparecido do olhar humano há décadas na região dos cânions, ressurgem aos olhos de pesquisadores, viajantes e moradores tradicionais. São dois animais raros, cujas pegadas podem ajudar a repensar e redefinir as atuais relações e dinâmicas de ocupação dos territórios dos Aparados da Serra. Na conexão entre a natureza e cultura, o Projeto irá evidenciar a importância de reconhecer, valorizar e proteger aspectos da paisagem cultural dos territórios, em uma visão ecológica, através da produção de um filme-documentário de abordagem etnográfica (com tratamento técnico e artístico). Propõe a realização de projeções do filme para estudantes, professores e ambientalistas, como também propõe a criação de um site para universalização dos conteúdos. Apartir dos registros audiovisuais e acervos precursores que estão sendo realizados na área do projeto de monitoramento dos animais raros em Cambará do Sul, propomos empreender um inédito projeto de características e enquadramento cultural por meio da Lei Federal de Incentivo à Cultura. Considerando que o Instituto Vento é uma Organização da Sociedade Civil sem fins lucrativos, dedicada à promoção e estudo das paisagens culturais brasileiras, portanto sem condições de custear as despesas de produção do documentário, o proponente encontra na Lei 8.313/91 o meio mais eficaz para execução do projeto. Para tanto, o projeto está inserido nas finalidades previstas nos incisos no CAPITULO 1, ART 1º da Lei 8313/91, que visa: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; Segundo as finalidades da referida Lei no Artigo 3º, serão alcançados: II - Fomento à produção artística mediante: a) produção de discos, vídeos, obras cinematográficas de curta e média metragem e filmes documentais, preservação do acervo cinematográfico bem assim de outras obras de reprodução videofonográfica de caráter cultural;

Especificação técnica

Características / padrão técnico: (estrutura, imagem e som) Para a realização do filme (e desenvolvimento de conteúdos do site e produtos derivados do projeto), contamos com equipe e parceiros produtores especializados, com consolidado histórico de realizações audiovisuais. O padrão técnico de realização do filme é de alta definição (FullHD), com base de captação câmera Sony FS7-4k (equipamento homologado pelas principais redes e plataformas, como Netflix), com apoio de segunda e terceira câmeras Mirrorless 4k de alta definição e ampla gama de lentes premium. Como apoio, utilizaremos linha de drones DJI 4k, com operador experiente, para os registros das paisagens dos cânions. Câmeras de ação e corporais, aliadas a equipamentos de estabilização de imagem, comporão as linhas de captação em campo do documentário. Na captação de som em campo, equilibramos conjunto de microfones confiáveis no trabalho documental (direcionais Shotgum Sennheiser e microfones-ponto sem fio Sony). Na direção de fotografia, evitaremos o uso de excessivos aparatos de luz, como opção de linguagem visual e também como estratégia de agilidade em nossas abordagens em campo. Para a montagem e finalização do filme e conteúdos audiovisuais, contaremos com três estações de ilhas de edição Apple, com pacote integrais e licenciados de softwares Adobe e FinalCut, além de kit de plug-ins para diversas aplicações em vídeo e áudio.campo.

Acessibilidade

Para atendimento ao Artigo 25 da instrução normativa MINC 01/2023, propõe-se as seguintes medidas de acessiblidade: MÉDIA- METRAGEM FÍSICA: Na exibição do filme documentário, quanto ao aspecto arquitetônico, no local haverá rampas de acesso, corrimões, banheiros adaptados, área de alimentação e circulação. Serão reservados espaços livres e espaços para pessoas com deficiência e mobilidade reduzida. Deficientes auditivos: Intérprete de libras - legendas descritivas Deficientes visuais: audiodescrição Deficientes Intelectuais: Monitores e equipe treinada para atendimento a esse público no que for necessário. “O proponente compromete-se a aplicar medidas de acesso para pessoas com deficiência aos produtos daproposta conforme o Estatuto da Pessoa com Deficiência e suas regulamentações, a Norma NBR-ABNT-9050 e suas atualizações e a IN 01/2023, artigos 25 e/ou 26. SITE DE INTERNET Deficientes auditivos: Intérprete de libras - legendas descritivas Deficientes visuais: audiodescrição

Democratização do acesso

Para atendimento ao Artigo 27 da IN MINC 01/2023 a distribuição dos produtos resultantes do projeto serão assim distribuídos. DESTRIBUIÇÃO GRATUITA MÉDIA METRAGEM O projeto atenderá 580 espectadores presenciais por meio da projeção do filme Média Metrgem. Considerando que o filme documentário não prevê a venda de ingressos, a democratização de acesso será ampla e irrestrita, portanto o acesso será para todo tipo de público, da criança ao idoso, com classificação indicativa Livre. 10 % dos ingressos será destinado aos patrocinadores. SÍTIO DE INTERNET Os 5 mil ingressos informados no Plano de Distribuição diz respeito do acesso vitual ao filme, por meio de canais do yutube e pela plataforma do projeto (site) visa a universalização do conteúdo. Para atendimento ao Artigo 28 da IN MINC 01/2023, propõe-se disponibilizar, na internet, textos e imagens, por meio de site e vídeos sobre o conteúdo do filme-documentário, do livro e sobre o evento de lançamento do filme.

Ficha técnica

Instituto Vento: Proponente: realizará serviços de Coordenação Administrativa e Financeira e Captação de Recursos. (lançados em custos vinculados). O proponente será responsável pelas decisões técnicas, operacionais, administrativas e financeiras do projeto. Nivaldo Pereira: Roteirista - (valores lançados em Pré-Produção). André Costantin: Diretor de Conteúdo do filme e produção de textos e arte criação para o site do projeto. ( valores lançados em Produção). Geni Onzi - Pesquisadora e Produtora - (valores lançados em Produção/Execução). Daniel Herrera: Diretor Executivo e diretor de fotografia - (valores lançados em Produção/Execução). Nicolas Mabília: Web-designer - (valores lançados em Produção Execução). César Dambros: Música e trilhas originais - (valores lançados em Produção Execução). Javier Masiá - PLACA Produções: Som e Mixagem - (valores lançados em Produção Execução). Rodrigo Camargo - editor/finalizador Maria Stefani Dalcin - Assessora Administrativa - (valores lançados lançado em Custos Administrativos) Produção Executiva (valores lançados em Produção/Execução). CURRÍCULOS ANDRÉ COSTANTIN – Diretor de Conteúdo, Diretor e roteirista; jornalista e ensai?sta. Diretor com e?nfase em filmes, se?ries documentais e conteúdos hi?bridos – em projetos que conectam o audiovisual à pesquisa etnográfica, memória e processos culturais. Fundou a produtora TranseLAb em 1999, abrindo um caminho para projetos e realizadores no interior do Estado, num tempo em que o mercado e as janelas de oportunidades concentravam-se na capital. Entre as primeiras realizações que romperam essa barreira, estão dois Pre?mios DocTV Brasil: longa-doc Continente dos Viajantes (2004) e longa-doc Blau Nunes – O Vaqueano (2006), ambos levados ao ar nacionalmente na Série Brasil Imaginário, em redes de teve?s coordenadas pela TV Cultura de São Paulo, em uma experie?ncia precursora reunindo realizadores independentes de todas as regiões do Brasil. Dirigiu se?ries para a teve?, entre elas a Série Antártida (2007/Globo Internacional/RBSTV/Canal Brasil) e Porto Alegre dos Açores (2009/Globo Internacional/RBSTV). Para o Núcleo de Programas Especiais da RBSTV, realizou argumentos, documentários, especiais, sendo tre?s Pre?mios Histórias Curtas – sempre promovendo a inserção de profissionais do interior. Criou e dirigiu pela TranseLAB a Se?rie Vento Sul (2017 - 13 episódios/TVBrasil/TVCultura.), no âmbito do 1º Edital das TVs Públicas Brasileiras (Ancine/BRDE), em um projeto que agregou 35 profissionais do audiovisual ao longo de dois anos, em núcleo criativo formador de jovens te?cnicos e produtores que depois seguiram com suas trajetórias individuais. Na área acade?mica, tem Mestrado em Letras e Culturas Regionais pela Universidade de Caxias do Sul, RS – onde foi professor no Curso de Pós-graduação em Cinema e integrou por 10 anos um grupo de pesquisas nas áreas da antropologia e etnografia (Instituto Memória Histórica e Cultural). Tambe?m na UCS, desenvolveu e dirigiu por quatro anos o projeto de programação Rede de Olhares, levado ao ar na grade nacional do Canal Futura. Sempre lidou com temáticas de populações tradicionais, de imigração e da cultura afro-brasileira, diversidade lingui?stica, paisagens culturais e direitos humanos. Esses temas estão presentes em seu histórico de realização, do qual citamos alguns projetos: - Coautoria Projeto Invernada dos Negros (Pre?mio Nacional de Expressões Culturais Afro-Brasileiras – Edições 2010 e 2012 / Fundação Palmares). - Pre?mio de realização FAC Patrimônio Sedac 2022 – Projeto Paisagens Profundas / Paisagem Cultural dos Aparados da Serra. - Se?rie Ser Brasil – Migrantes e Refugiados (ONU-OIT/2019-2020) – No ar em GloboPlay. - Longa-metragem Eco das Montanhas (2008-Coprodução Brasi-Itália). - 1º Etnodoc 2008 - Ministe?rio da Cultura (Me?dia-metragem Se Milagres Desejais). DANIEL HERRERA – Diretor de Fotografia e Produtor Uruguaio radicado no Brasil, é produtor executivo e diretor de fotografia. Coordena diferentes equipes e modelos de trabalho colaborativo em TranseLAB. Produtor executivo do Projeto Ser Brasil Migrantes e Refugiados (OIT/OIM/ACNUR-2020) e do Projeto de Conteúdos de Saúde e Segurança no Trabalho (Caminhoneiros Autônomos e Pequenas Empresas), também para OIT / ONU. Assina a Produção Executiva e Direção de Fotografia da Série Vento Sul, composta por 13 episódios de 52 min, realizada no âmbito do Edital das TVs Públicas Brasileiras-Ancine | FSA, com veiculação na TV Cultura e TV Brasil. Também responde pela produção executiva dos documentários Aos Olhos de Santa Bárbara (RBS TV | Canal Brasil), Bah!ia (RBS TV | Canal Brasil) e A Jaqueta do Elvis (RBS TV com Canal Brasil) e Samba de Fronteira (RBS TV | Canal Brasil). Assina a produção fotográfica da série Iconografias do Brasil, com os livros Iconografia Belém do Pará, Iconografia Local do Pampa e Iconografia Local Santa Maria, para o estilista Walter Rodrigues e Sebrae nacional. É co-autor (com André Costantin) e fotógrafo do projeto Invernada dos Negros, premiado duas vezes no âmbito do Prêmio Nacional de Expressões Culturais Afro-brasileiras (Fundação Palmares / MinC). Dirigiu e fotografou o documentário Pedro, só Pedro premiado no programa Rumos Itaú. Coordenou os projetos realizados em parceria MPT/Transe/Futura: Ser Criança (2017/2018); Caminhos da Aprendizagem (2019); Série Trabalho Digno (2010-2016), Meu Chão – Clubes Negros do Rio Grande do Sul (2021), campanha de combate ao Trabalho Infantil Lugar de Criança é na Infância (MPT, Fepeti, Fogap/ 2021) e Rua dos Negros (2022 Circuito Sesc de Cinema do RS). É diretor de fotografia dos longas Brasil Talian (co-produção Brasil / Itália com Instituto Memória) e Eco das Montanhas (Brasil/Itália). Assina a direção de fotografia do projeto GAIA Amazônia (Instituto Vento / TranseLAB, Fitzcarraldo e Ministério do Meio Ambiente) que faz navegações amazônicas desde 2017, registrando as memórias amazônicas dos povos ribeirinhos e indígenas. É membro e compõe a Mesa Diretiva do Colegiado do Audiovisual do Rio Grande do Sul desde 2022. GENI ONZI – Pesquisadora e produtora Pesquisadora e produtora; historiadora. Atua na coordenação de produção e pesquisa avançada dos projetos da TranseLab. Coordenou a produção em campo e pesquisa da Série Ser Brasil – Migrantes e Refugiados para a OIT /ONU. Faz a mediação social dos projetos, contatos com parceiros e fontes, devolução de resultados às comunidades registradas, aliando a coordenação de trabalhos de campo. Coordenadora de produção dos documentários Continente dos Viajantes (Doc TV I, 55min, 2004), Blau Nunes – o vaqueano (Doc TV III, 55 min, 2007), O Milagre do Pão (Fundação Nestlé, 52 min, 2007), Brasil Talian (Transe, Brasil/Itália, 65 min, 2015). Foi produtora e pesquisadora dos projetos da Série Trabalho Digno (2010-2016-MPT/Transe/Futura). Respondeu pela coordenação de pesquisa da Série Vento Sul, composta por 13 episódios de 52 min, realizada no âmbito do Edital das TVs Públicas Brasileiras-Ancine | FSA, com veiculação na TV Cultura e TV Brasil. Pesquisadora e produtora dos documentários Clubes Sociais Negros do Rio Grande do Sul (FAC/RS 2021), premiado como direção destaque no Festival Cine Negro em Ação do RS. Também responde pela pesquisa avançada do trabalho Paisagens Profundas - Aparados da Serra (2022 - FAC), com a TranseLAB e participação de Carlos Fernando de Moura Delphim. NICOLAS MABÍLIA – Web-design Edição e finalização (webdesign). Editor e finalizador do curta-metragem Gaia (15min./2017/Canal Futura/Transe); montador da Série Ser Brasil – Migrantes e Refugiados (OIT); montador dos documentários Ser Criança (2017/Futura/Transe) e Caminhos da Aprendizagem (2018/Futura/Transe), Meu Chão- Clubes Sociais Negros do Rio Grande do Sul (2021/Governo do Estado do RS/Transe). Responsável pelo gerenciamento do site e acervos do Projeto Maria Mulher – Organização de Mulheres Negras. Realiza desde 2013 ensaios autorais, com destaque no concurso Literatura em Vídeo, no ano de 2013 (MTV Brasil e Grupo Abril), Festival Nacional do Minuto de 2016, curta-metragem Gorete, com destaque em diversos festivais, incluindo a mostra "A Vingança dos Filmes B", realizado em 2019. Editou o média metragem Rua dos Negros (2023) e do longa Médicos do Sorriso (2023) com a TranseLab. Responde também pela edição e finalização da Série Gaia Amazônia que tem estreia marcada para novembro de 2023 na plataforma Globoplay (TranLab). NIVALDO PEREIRA – Diretor e Roteirista Baiano, radicado no Rio Grande do Sul há 31 anos. Jornalista e mestre em Letras e Cultura, escritor, roteirista, diretor de espetáculos e audiovisuais, pesquisador da cultura musical brasileira. Sempre se interessou pelo estudo das culturas populares e seus movimentos, numa atuação que envolve a escrita de textos em jornal, direção de documentários, séries especiais de rádio e televisão, espetáculos cênicos, musicais e teatrais e produção de podcasts. Dentre os trabalhos realizados como roteirista, em equipes da TranseLab, estão os curtas-metragens Bah!ia (RBSTV-Canal Brasil/2012), A Jaqueta do Elvis (RBSTV-Canal Brasil), Folia no Pampa (RBSTV/2011) e Se Milagres Desejais (2008), pelo Prêmio Etnodoc/MinC. Codirigiu episódios da Série Vento Sul (Tvs Públicas do Brasil/2017 13x52’), e Ser Criança, documentário sobre o Trabalho Infantil no Rio Grande do Sul (Canal Futura – Transe Filmes/2018). Criou o roteiro de documentários realizados pela produtora Spaghetti Filmes, de Caxias do Sul, como Velhos Heróis (2004), sobre ex-pracinhas da Segunda Guerra; A Montanha do Sonho Imigrante (2005), sobre os 130 anos da imigração italiana no Rio Grande do Sul, e Antônio Santo do Povo (2006), a respeito do fascínio de Santo Antônio no mundo. Pela mesma produtora, roteirizou a animação A Noite do Sanguanel (2007), sobre lenda de matriz italiana na Serra Gaúcha. Assina o roteiro e direção do documentário média metragem Médicos do Sorriso (2023). Como cronista e escritor, publicou, entre outros títulos, o livro Jeitos de Ser Brasil (Belas Letras, 2012), sobre as nuances culturais do país, e Deus morto no Pampa (Biblioteca Pública de Caxias do Sul, 2007), sobre o mito fundador gaúcho. De 2012 a 2022 foi professor dos cursos de Jornalismo, Publicidade e Propaganda e Produção Audiovisual no Centro Universitário da Serra Gaúcha (FSG) e foi professor do curso de Especialização em Cinema na Universidade de Caxias do Sul, na disciplina de Roteiro Audiovisual. CESAR DAMBROS – Música e trilhas Cantor, compositor, arranjador, músico multi-instrumentista - instrumentos de cordas, teclado, sopro e percussão. Acervo com cerca de 200 músicas compostas. Compositor de trilhas para o Projeto Who Are You e os documentários Novos Imigrantes e Harold von Keller, de Leandro Bada, NY; e Projeto Ser Brasil - Migrantes e Refugiados (ONU-Brasil/OIT); Moinho Covolan - Histórias Incompletas, Na Estrada Saúde e Segurança Caminhoneiros, com a TranseLab. Composição de hinos e canções para instituições. É membro da ALBSC - Florianópolis (Academia de Letras do Brasil de Santa Catarina) ocupando a cadeira de número 5. Tem publicado a obra Cores do Meu Silêncio, de 2020, com pensamentos, reflexões e poesias. ISBN nº 978-65-87264-10-3; edição e participação em publicações como Cartilha Maria da Penha - A Lei Poetizada; O livro infantil Quem vai ajudar a Dona Tartaruga, de Marta E. Carvalho.Participação na obra Cartilha Sobre o Bullying, da ALBSC - Florianópolis como escritor e finalizador; Participação na obra Covid-19 - Quando a Poesia se Fez Abraço, da ALBSC - Florianópolis como escritor e finalizador; Finalização gráfica da obra Justiça Restaurativa, de Maria Aparecida Francisco e Fernanda F. Pinheiro. ROSA CASARA – Cordenadora de Acessibilidade – intérprete de libras Formada em pedagogia, trabalha há 15 anos como tradutora de Libras – Língua Brasileira de Sinais, em instituições, associações de pessoas com deficiência e centros de ensino. Em seu histórico nos projetos da Transe Lab, interpretou Libras em Ser Brasil – Migrantes e Refugiados (OIT); Série Vento Sul - 13 episódios de 52', série documental. (Caxias do Sul, 2016/17), longa Pampa Hypertropical - TVs Públicas; Série Trabalho Digno (Futura/ MPT /Transe); Documentários Ser Criança e Caminhos da Aprendizagem (MPT/Futura/Transe). Também assina a acessibilidade em Libras dos documentários Paisagens Profundas e Clubes Negros do Rio Grande do Sul (Transe LAB), e O Desfile das Abelinhas (Move). É colaboradora do coletivo MOVE Língua de Sinais, que trabalha com acessibilidade comunicacional, interpretação para Libras, tradução audiovisual e ações educativas.JAVIER MASIÁ - PLACA PRODUÇÕESCoordena o Estúdio Sona, com trajetória de 13 anos com mais de 200 músicas com ISRC registrado, prêmios pela produção de trilha sonora e mixagem para cinema e participação em festivais. Na área audiovisual, além de atuar com a produção de trilhas sonoras e foley, desde 2016, o Sona trabalha com acessibilidade, criando roteiros e gravando locução para audiodescrição. Entre as produções estão: O guardador de histórias, de Lê Daros. 50', documentário. (Caxias do Sul, 2020); Me Deixei Ali, Gesto de Cinema. 25', ficção. (Curitiba, 2019); O Invisível, Procine. 10', ficção. (Porto Alegre, 2017); Cadê o Circo, Cristian Beltrán. 16', ficção. (Caxias do Sul, 2017); [Des]iguais, Gesto de Cinema. Seis episódios de 20', série documental. (Curitiba, 2017); Vento Sul, Transe Filmes - 13 episódios de 52', série documental. (Caxias do Sul, 2016/17). MARIA STEFANI DALCIN - museóloga Corém 3ª Região, executa projetos da Lei Rouanet desce o ano de 2003, com participação em cerca de 30 projetos já executados como proponente e para outros proponentes. Trabahou por 12 anos na Secretaria de Cultura do Estado do RS. Foi Coordendora do Programa Nacional de Desenvolvimento do Artesanato do Ministéio do Trabalho. Foi Superintendente da SUTACO do Estado de SP.RODRIGO CAMARGOEditor e cinegrafista. Graduando em Produção Audiovisual na Universidade de Caxias do Sul, onde responde também como presidente do Diretório Acadêmico do curso. Participou da criação do 1º Festival de Cinema UCS – festival que busca reunir filmes de 1 a 25 minutos, divididos em 2 categorias com o intuito de incentivar a prática da produção criativa do cinema na cidade de Caxias do Sul. Participa da execução do documentário Boa Noite Paralela, viabilizado através da LPG de Caxias do Sul, que busca preservar a memória da ?Casa Paralela?, um coletivo de empreendimentos culturais envolvendo shows musicais, bloco de carnaval, exposição de arte, e espaços de co-working. Realizou o curta-metragem documental Na Fila da Morte, o curta Vivere e o documentário O Que me Tornei, o videoclipe One Last Time, esquetes, video-arte, animação, além de apresentar um programa de entrevistas com alguns nomes do audiovisual local. Participou e ganhou a 3a edição do Festival Comunicaverso (2024), um festival que provoca para que as equipes produzam durante a madrugada um filme a partir de um tema, cujo tema é revelado no dia do evento. Está desenvolvendo o documentário Batalhas de Rap – O sonho do nacional, voltado para o movimento hip-hop de Caxias do Sul, visando difundir a narrativa entre uma linguagem mais didática para que pessoas leigas entendam o que se passa na tela, e uma linguagem mais aprofundada no movimento hip-hop para gerar identificação e empatia para com aqueles que são o objeto de estudo do projeto. Trabalha com captação e edição para parceiros do cenário audiovisual de Caxias do Sul, como a produtora Transe Filmes (André Costantin), DH Projetos (Daniel Herrera) e Instituto Vento. Atualmente está finalizando a Série documental O Silêncio das Mulheres (8 episódios - DH Projetos / LPG Caxias do Sul) e o documentário Nonni do Brasil. Também compões a equipe dos projetos EtnoLab do Instituto Vento e o documentário Tega, o Rio da Minha Aldeia (Transe Lab), que estão em desenvolvimento.

Providência

PERÍODO DE EXECUÇÃO DO PROJETO ATUALIZADO.

2027-02-28
Locais de realização (2)
Cambará do Sul Rio Grande do SulCaxias do Sul Rio Grande do Sul