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Realizar a 3ª edição do Cine Boa Praça em regiões vulneráveis do estado de São Paulo e de Minas Gerais, contemplando as seguintes ações gratuitas: 28 sessões, sendo 08 destas de curtas-metragens que tematizam a questão étnico-racial; e 04 oficinas de cinema. Duração/ quantidade de dias total: 60 dias
Classificação indicativa etária: Sessões noturnas: público-alvo crianças e seus familiares - os filmes selecionados para exibição são de censura livre, de acordo com classificação indicativa (PORTARIA MINISTÉRIO DA JUSTIÇA Nº 502/2021) Sessões diurnas: público-alvo a partir de 10 anos de idade Oficinas de cinema: público-alvo a partir de 15 anos de idade
Objetivo geral: Democratização do acesso à cultura, arte e ao conhecimento por meio de exibições gratuitas de filmes em espaços públicos de referência para as comunidades atendidas e de formação de jovens em produção audiovisual. Público total estimado: 4.580 pessoas. Objetivos específicos: 1. Realizar 28 sessões de cinema, sendo: .20 sessões noturnas de filmes longas-metragens, com atividades lúdico-educativas, sem restrição de faixa etária. Público estimado: 4 mil pessoas no total.08 sessões matutinas de curtas-metragens, de preferência nacionais, que tematizam a questão étnico-racial, seguidas de debates com representantes de movimentos pretos ou indígenas. Público-alvo: alunas/os de escola pública, que frequentem séries finais do Fundamental 2 (de 4º a 9º anos) e Ensino Médio e/ou frequentadores de equipamentos culturais - faixa-etária a partir de 10 anos, além de educadoras/es das instituições. Público estimado: 500 pessoas no total2. Realizar 04 oficinas de cinema de 32 horas cada. Público-alvo jovens de comunidades vulneráveis na faixa etária de 15-18 anos, que frequentem equipamentos culturais e/ou educacionais. Público estimado: 80 pessoas no total . Produtos: 04 vídeos experimentais de até 3m como resultado das oficinas de cinema, que são exibidos nas sessões noturnas e permanecem disponíveis nas redes sociais do projeto. Serão atendidas 04 cidades dos Estados de São Paulo (Franca, Bauru, São Paulo) e de Minas Gerais (Belo Horizonte), sempre em bairros-comundades vulneráveis, periféricas, com pouca oferta de atividades culturais, formativas e de entretenimento de qualidade. Público total estimado: 4.580 pessoas.
Manifestações representativas do público nas redes sociais de nosso projeto: "Muito legal!!! feliz demais. Amo o projeto"; "Parabens Cine Boa Praça pois a anos fazendo essa contribuição [democratização do cinema] para sociedade"; "Com o projeto de cinema, a praça está ficando mais bem frequentada e aconchegante. Pessoas que eu nunca vi aqui estou vendo agora. Adultos estão assistindo filmes de criança, isso é muito interessante"; "Adorei as brincadeiras e as fantasias"; "Adorei, nunca fui no cinema"; "Oi gostei muito de vcs, Vcs foram na minha escola!"; "Mds [Meu Deus] que semana incrível que foi essa, nunca imaginei fazer algo do tipo, e graças ao Cine Boa Praça pude ter tal experiência e adquirir muito conhecimento sobre como fazer um filme". Essas e outras mensagens que recebemos do público impactado com nossas ações mostram o quanto reconhecem a importância de desfrutar, coletivamente, da experiência de imaginar proporcionada pelos filmes que cuidadosamente escolhemos para exibição, além de debater sobre eles, desenvolvendo o pensar crítico, e de aprender muito sobre a linguagem cinematográfica e as funções de um set de filmagem. Ainda mais quando essas ações acontecem pertinho de suas casas, gratuitamente, em espaços públicos de referência para a comunidade. Entendemos que se trata de uma boa forma de contribuir para sua qualidade de vida, além de abrir campo para uma experiência estética que amplia a percepção do humano em toda a sua diversidade, favorecendo muitíssimo o acesso a bens culturais, trazendo o sentimento de pertencer e contribuindo para a inclusão e visibilidade social de comunidades vulneráveis. Um relatório do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) divulgado em 2019 (https://g1.globo.com/jornal-nacional/noticia/2019/12/10/pesquisa-do-ibge-mostra-como-e-desigual-o-acesso-a-cultura-e-ao-lazer.ghtml) indicou que, em nosso país, os valores investidos em cultura não só perdem para os índices de inflação, como vem diminuindo a participação do setor nos orçamentos públicos. E quem são os maiores prejudicados com esse desinvestimento? O analista socioeconômico do IBGE responde: "A população de baixa renda, população jovem, pessoas negras, de uma forma geral pessoas que residem em locais menos privilegiados". No caso da arte cinematográfica, são 44% dos pretos e pardos vivendo em cidades sem cinemas, contra 34% da população branca: "E mais de um terço das crianças e adolescentes até 14 anos também não têm acesso a esse tipo de lazer cultural". Em relação à formação cultural e educacional, no geral, os cursos oferecidos aos moradores de regiões periféricas são focados em trabalhos manuais, operacionais e raramente artísticos. Já um estudo publicado pela Quorum - empresa de pesquisa de filmes - mostrou que a queda nas bilheterias é devida, principalmente, ao aumento do preço dos ingressos "Na tentativa de se recuperarem dos rombos causados pela pandemia no ano passado, grandes redes de cinema e proprietários independentes viram a solução em repassar custos aos clientes". Resultado: entre os 2.500 entrevistados na pesquisa, 49% alegaram que a indignação com o alto valor dos ingressos os faz desistir desse entretenimento. (https://cinepop.com.br/preco-alto-do-ingresso-faz-com-que-as-pessoas-deixem-de-ir-aos-cinemas-revela-pesquisa-323148/). Entendemos que, diante deste cenário, é imprescindível resistirmos, dando continuidade às ações que temos realizado nos 10 anos de itinerância de nosso projeto. No que se refere às ações que potencializam o cinema como uma modalidade artística formadora do indivíduo, fortalecendo o senso crítico e contribuindo para derrubar preconceitos, seguiremos promovendo debates após a exibição de produções cinematográficas voltados à questão étnico-racial (ODS 4, 10). Na edição passada, exibimos o curta nacional de animação "O Senhor do Trem", direção de Aída Queiroz e César Coelho, e que faz parte do Projeto Animação Velha Guarda da Portela. O curta resgata a história da escravidão através de um mito africano de tradição oral que é revivido pela protagonista, Dandara, alertando-a sobre a importância de resgatar a história de seus ancestrais, de modo a seguir lutando, também através da arte, contra a exclusão social. No debate, educadores, alunas e alunos se posicionaram, fazendo relações com os conteúdos escolares, mostrando que sabem muito bem a importância de dialogar, conhecer a história e as muitas formas de resistência contra o racismo que se fazem notar em vários campos de atividades humanas: nas artes, nos esportes, na ciência. Além disso, exploramos os recursos da linguagem do audiovisual na produção de sentidos e de que forma impactam os espectadores, instrumentalizando docentes para o uso do cinema em sala de aula. Também na edição passada, as experiências vividas nas oficinas de cinema foram muito positivas. A proposta político-pedagógica das Oficinas se pauta no sócio-interacionismo proposto por Vigotski, no dialogismo, proposto por Bakhtin e em estudiosos da psicanálise, como Winnicott, que destacam a potencialidade curativa do campo cultural. São autores que se preocupam com processos educacionais significativos, destacando a importância da interação entre quem ensina e quem aprende, de modo a sempre organizar os conteúdos partindo dos conhecimentos prévios das/os alunos, envolvendo-os em projetos de trabalhos coletivos, despertando para a importância do diálogo. Com isso, há descentralização do poder do educador, que abandona a posição de detentor do saber, dando voz a alunas e alunos. Isso não significa que o educador se aliene de seu papel de transmitir conhecimentos, apenas o recoloca no contexto do processo de ensino-aprendizagem como um parceiro dialógico, disposto a considerar a contribuição de cada participante. Vejamos o que diz o aluno Gustavo: "A dinâmica das aulas da oficina, o profissional capacitado, com amplo conhecimento, tornaram a aprendizagem de fácil acesso". E João Gabriel, que expressa o quanto a manipulação de equipamentos reais torna a aprendizagem bem mais significativa: "A interação com os equipamentos, o modo de aprendizado permite saber o que se passa por trás das câmeras". E o Bruno: "Depois do curso, comecei a entender melhor as técnicas de gravação, sobre o close, o zoom in, o zoom out". Em relação aos Art.1º e Art.3º da lei 8313/91, entendemos que nosso projeto contribui para facilitar o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; estimula a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; valoriza e difunde o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; incentiva o respeito aos valores culturais de outros povos ou nações; estimula a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; promove formações de caráter cultural e artístico, incentivando o aperfeiçoamento de pessoal da área da cultura, em estabelecimentos de ensino sem fins lucrativos; promove a produção de vídeos, realizados em nossas oficinas de cinema.
Na estrada há 11 anos, o CINE BOA PRAÇA já realizou, via leis de incentivo PROAC-ICMS e Rouanet, 10 edições, impactando diretamente uma estimativa de 70 mil pessoas. Nossa equipe de trabalho tem na cultura sua principal atividade, comprometendo-se a realizar o que nossa Constituição Federal garante entre direitos fundamentais: “Toda a pessoa tem o direito de tomar parte livremente na vida cultural da comunidade, de fruir as artes e de participar no progresso científico e nos benefícios que deste resultam” (Artigo 27); “O Poder Público está obrigado a construir hospitais como também está obrigado a fornecer meios para que os indivíduos, trabalhadores ou não, possam gozar e usufruir do lazer” (Artigo 227). Além destes, o direito de existir, de ser vista e ouvida - por isso nosso empenho em dar voz à população que sofre com situações de humilhação e invisibilidade, em todas as nossas ações: . Nas sessões noturnas, resgatando brincadeiras de rua, de modo a despertar a atenção para o tema do filme e promover um momento de integração entre as crianças, seus familiares e pessoas da comunidade; . Nas sessões com debates, em que estudantes e educadores usam o microfone para se posicionar criticamente, como nestas falas sobre o filme "O senhor do Trem": "Dandara procura saber a história dela, muito mais coisas que ninguém sabe, por serem encobertas pela sociedade. Os negros são desvalorizados, caçados por policiais, enquanto os brancos são mais valorizados" (Eduardo, 7º ano); "Precisamos lembrar de nosso passado, de nossos antecedentes, pra gente lembrar da nossa essência" (Ana Clara, 9º ano); "A escravidão acabou no papel, mas na prática ela não acabou" (Maria Rita, 8° ano). Depoimento de docente impactada pela ação:"A apresentação do Cine Boa Praça aqui na escola foi bem legal, interessante e reflexiva.Como inicia a apresentação com o colega [palestrante] sobre sua vida e história faz com os alunos tenham mais interesse e se sintam como parte daquela história de vida.Já o curta [O Senhor do Trem], em pouco tempo, tem uma história rica, de fácil compreensão e reflexão. Nos fazendo (re)lembrar sobre uma história que tem sido esquecida, na sociedade e no ambiente escolar.Já ao final do video com a apresentação dos personagens do curta [ppt], foi muito interessante, pois conhecemos os que fazem parte dessa história, que construíram uma ideia que se deu continuidade. E ao final com apresentação dos elementos do cinema [oficineiro], foi uma aprendizagem para todos que estavam presentes. Sendo assim, agradeço a oportunidade ofertada a nossa escola, levando professores e nossos alunos a um novo saber, pois a apresentação foi rica em informações e conhecimento, nos dando a oportunidade de trabalhar o conteúdo apresentados em nossas aulas, assim como, um debate sobre o assunto. Gratidão". Prof. Elzita Matias, Língua Portuguesa - Escola Estadual Solon Borges dos Reis, São Paulo (subprefeitura Butantã), ação realizada na 2ª edição ROUANET do Cine Boa Praça, abril 2023. . Nas oficinas de cinema: na oferta de equipamentos reais de um set de cinema, apresentados como meios maleáveis ao gesto espontâneo e autoral, incentivando o protagonismos dos jovens impactados: “Quando me inscrevi na oficina não estava esperando muito. Foi uma boa surpresa, agora acho que posso gostar de atuar nessa área” - Pedro Henrique, participante da oficina realizada em Sorocaba, 2018. Somada a outras, esta declaração é bastante representativa dos resultados de nossas oficinas, indicando que abriram novos campos de atuação profissional futura , além de despertar interesse não só pela fotografia e pelo cinema, como no caso da Thamires Gomes, frequentadora do Coletivo Jovem, em que a oficina foi realizada. Com a experiência que ganhou na oficina, ela pôde se aproximar do sonho de ser jornalista; menina preta, ela espera “bombar no futuro” (https://www.youtube.com/watch?v=beI8y5A7VkA). Nossos critérios de escolha dos territórios que recebem nossas ações são: · Bairros periféricos, com pouca ou nenhuma oferta de produções artísticas e atividades de lazer· Regiões com índices preocupantes de vulnerabilidade social, algumas consideradas violentas, muito pouco assistidas pelo poder público· Raras oportunidades de experienciar o jogo imaginativo proposto pelo cinema Temos como princípio ético receber nosso público com hospitalidade, e dele recebemos manifestações que nos encorajam a seguir levando cultura, arte, conhecimento e muita alegria às pessoas impactadas pelo projeto. Seguem aqui algumas dessas manifestações: Agradeço a oportunidade oferecida a muitas crianças que nunca tiveram a oportunidade de ir a um cinema Muito obrigada! Com certeza Vcs proporcionaram momentos maravilhosos não só a crianças mas também adultos que nunca entraram numa sala de cinema. Vlw, voltem sempre! Porque a praça é importante. O ser humano não foi criado para ficar só dentro de casa. Ele foi criado para estar em comunidade, em convivência com as outras pessoas do bairro.A praça tem sido muito valorizada com a presença do cinema. Nunca houve nada nesse sentido aqui. Eu moro aqui na esquina há muitos anos, e meu filho nunca saia de casa. Mas quando ele viu o cine, já pegou a filhinha dele e veio. E eu achei ótimo ele sair de casa e vir para a praça, usar a praça.Parabéns pelo trabalho de vocês. Levar aos bairros, lazer, conhecimento, entretenimento, cultura e acima de tudo, promover a integração dos vizinhos da região. Muito obrigado por esse trabalho, nós merecemos. Eu estava lá. Eu adoro o Cine Boa Praça pois é assim que estou vencendo a minha depressão todos atenciosos e maravilhosos e ainda me falta palavras pra expressar minha admiração por todos eles muito obrigada mesmo deus abençoe muito todosA população precisa disto, alegria a distração, porque as vezes estamos tristes em casa, e de-repente uma distração assim, consegue fazer de nós seres humanos felizes, eu fiquei feliz e espero que dure por muito tempo, parabéns a vocês e muito obrigado, vocês fazem um belo trabalho, alegrando muito gente que as vezes não tem condições de ir ao cinema, e a oportunidade esta bem perto é só desfrutar dessa oportunidade e agradecer.
Sessões: Espaço: Área útil para montagem de equipamentos e estruturas com dimensões úteis e livres aproximadas de 12 x 15 metros Equipamentos: • PROJETOR DE ALTA DEFINIÇÃO luminosidade: 6.200 ANSI; tecnologia: 3LCD; resolução: WUXGA (1920×1200); contraste: 6.000:1); • Sistema de reprodução de mídia compatível com padrão Blu-ray ; • TELA DE PROJEÇÃO (inflável 7x8m); • SISTEMA DE SOM (4 caixas 15 2 VIAS 600WRMS) 2 frontais, 2 traseiras • Microfones sem fio para comunicação e interação com o a plateia; • 200 CADEIRAS COM ENCOSTO EM TECIDO; • GERADOR de Energia a gasolina (Frequência 60hz, 110-220V, potência nominal 5.5kva, potência máxima 6.0kva, fator de potência 1.0); • CABOS DE ENERGIA E EXTENSÕES (isolamento com faixas zebradas); Paineis Led de Iluminação para facilitar a locomoção do público ao final das sessões. Oficinas de cinema: Espaço: Sala com capacidade para 25 pessoas e montagem do set Equipamentos: •2 CÂMERAS SEMI-PROFISSIONAIS•SOFTBOX (JOGO DE LUZ)•CHROMAKEY•TRIPÉS•CLAQUETE•GRAVADORES•MICROFONES Materiais: filme licenciado; materiais lúdicos e artísticos (corda, bambolê, bolas, bexigas, lápis coloridos, tintas, papéis entre outros); material cenográfico (display de personagens, adereços, fantasias, etc), material de papelaria
Acessibilidade física: COMUM A TODOS OS PÚBLICOS: os locais elegíveis para a exibição dos filmes serão em sua totalidade locais públicos (praças públicas, ginásios, centros culturais, quadras de escolas), desde que comportem uma estimativa de 200 pessoas sentadas e tenham facilidade de acesso e de circulação de pedestres. PESSOAS COM DEFICIÊNCIA: serão elegíveis praças ou espaços para eventos que permitam o acesso a cadeirantes com infraestrutura de rampas dentro do permitido pela legislação; as preferências serão por locais que estejam próximos aos níveis da rua. Serão também reservados espaços sinalizados para acomodação com acesso mais curto ou melhores condições de locomoção. GESTANTES, IDOSOS E OBESOS: Para garantir o acesso a esses públicos, estabelecemos um mínimo de 10% dos assentos disponíveis com a sinalização de reservados. A localização dos assentos será de acordo com as melhores condições de acesso à plateia, mas a prerrogativa inicial é de que eles sejam dispostos na frente e ao longo do corredor central. Como apoio e orientação, o profissional responsável pela interação com o público (animador) fará a indicação e o acompanhamento dessas pessoas aos locais reservados. Acessibilidade de conteúdo: Dublagem e legenda descritiva em português do Brasil em todas as sessões: a curadoria seleciona os filmes tendo como um dos critérios a disponibilização de legenda descritiva. Janelas de libras - Língua Brasileira de Sinais: nas sessões noturnas, nas sessões diurnas e nos vídeos-produtos da oficina de cinema. Audiodescrição: nas sessões noturnas, nas sessões diurnas e nos vídeos-produtos da oficina de cinema. Será fornecida estrutura física com dispositivos de audio e plataforma de audiodescrição simultanea (ex.: aplicativos MOBI load, moviereading) “O proponente compromete-se a aplicar medidas de acesso para pessoas com deficiência aos produtos da proposta conforme o Estatuto da Pessoa com Deficiência e suas regulamentações, a Norma NBR-ABNT-9050 e suas atualizações, e a IN 01/23, artigos 25 e/ou 26”.
Todas as ações desenvolvidas pelo Cine Boa Praça são gratuitas. As sessões noturnas são abertas ao público em geral, sem restrição de faixa-etária e com facilitação de acesso a pessoas com deficiências, conforme descrito acima. As sessões matutinas são dirigidas a alunas/os de escola pública das séries finais do Fundamental 2 (de 4º a 9º anos) e Ensino Médio, e/ou a frequentadores de equipamentos culturais, além de educadoras/es da instituição, As oficinas de cinema têm como público-alvo jovens de comunidades vulneráveis na faixa etária de 15-18 anos, que frequentem equipamentos culturais e/ou educacionais Em relação à publicização das ações propostas, nosso público-alvo são os moradores das comunidades atendidas (crianças, jovens, adultos e idosos). No caso das sessões noturnas, os moradores terão acesso às informações através de mídias sonoras (carro de som) e/ou panfletagem in loco, online (posts em grupos de whats, redes sociais do projeto e das prefeituras e secretarias de cultura das cidades), impressa (jornais locais). Além disso, sempre contamos com lideranças comunitárias, escolas públicas, agentes das secretarias de cultura e pequenos comércios do entorno para a divulgação. · Para comunicação por mídia sonora: são gravados áudios com informações sobre as sessões - dias, horários, locais, filmes a serem exibidos -, citação do patrocinador, da Lei de Incentivo e da Secretaria de Cultura. Estas informações circulam via carro de som nas ruas das comunidades atendidas e através das rádios comunitárias mapeadas pela equipe de coordenação do projeto. · Para comunicação online: são produzidas artes gráficas com informações sobre o evento e divulgadas via grupos de WhatsApp das comunidades. Estes conteúdos também são divulgados nas mídias sociais do Cine Boa Praça. · Para comunicação na mídia impressa local: é produzido release, com apresentação do projeto, além das informações sobre cada sessão: filme (sinopse) - datas – horários – locais. · Lideranças comunitárias, escolas públicas, agentes das secretarias de cultura e pequenos comércios do entorno: é feito contato direto (telefônico, online ou presencial), envio de flyer para grupos de WhatsApp e distribuição in loco de filipetas com as informações sobre as sessões noturnas. · Montagem da estrutura: horas antes do início da sessão, a estrutura de nosso cinema ao ar livre é montada, atraindo a curiosidade do público que se aproxima e recebe de nossa equipe de campo todas as informações sobre o evento. No caso das sessões diurnas e oficinas de cinema, não há divulgação para o grande público, cabendo à instituição selecionada a responsabilidade de seleção dos participantes, de acordo com as orientações do coordenador de audiovisual.
A instituição proponente, Cine Plural, assumirá as seguintes funções: Coordenador de projeto: Exerce o papel de liderança e supervisão de todo o processo, criando estratégias que garantam o cumprimento das metas de cada etapa, orientando e capacitando os membros da equipe, de acordo com as funções específicas que lhes são atribuídas, mediando possíveis conflitos e cuidando da coesão e engajamento da equipe. É também responsável pela elaboração do relatório final. Administração financeira (sem remuneração) Currículos resumidos: 1. Claudia Mazzini Perrotta, dirigente Cine Plural, mulher, branca, cisgênero· Doutora em Psicologia Clínica- Linha de pesquisa: método psicanalítico e formações da cultura - PUC/SP, 2014· Responsável técnico-artística pelo Projeto Cine Boa Praça, desde 2012, em todas as edições do projeto (2012, 2014, 2015, 2017, 2018, 2019, 2020, 2022)· Docente do curso de aperfeiçoamento D. W. Winnicott: experiência e pensamento, ministrando aulas sobre criatividade e oficinas de escrita – Instituto Sedes Sapientiae, desde 2016· Docente do curso de Formação em Psicopedagogia, ministrando aulas sobre Linguagem Escrita – Letramento, Instituto Sedes Sapientiae, desde 2020· Pesquisadora colaboradora do Laboratório Interinstitucional de Estudos da Intersubjetividade e Psicanálise Contemporânea – USP-PUC/SP.· Candidata a pós-doc no Instituto de Psicologia – USP, Linha de Pesquisa: Investigações em psicanálise. TÍTULO: Potencialidade criativa e transformadora presente na oferta de objetos culturais a comunidades vulneráveis. Supervisora: Prof. Drª. Marina Ferreira da Rosa Ribeiro· Autora do livro: Um texto pra chamar de seu: preliminares sobre a produção do texto acadêmico, Martins Fontes, 2004· Autora do livro: Entrelinhas do criar, Appris, 2023 2. Edeberto Tiago Santos Martins, homem, preto, cisgênero, ativista cultural, oficineiro, produtor e cineclubista. É graduado em Letras pela Faculdade de Vargem Grande Paulista, tendo ainda as seguintes formações:· Educativo Tela Brasil 2012 - workshop para Educadores, com o título: “O audiovisual na escola”;· Oficinas de Cultura do Estado de São Paulo: oficina de roteiro, preparação de ator, produção, filmagem e edição (de 2013 a 2015);· Cineclube Latino-Americano - Movimento Cineclubista, da Fundação Memorial da América Latina (em 2015);· Ponto MIS (de 2015 e 2018);· C.A.V (Centro de Audiovisual de São Bernardo do Campo) – até 2° modulo (2020-2021);· EBAC (Escola Britânica de Artes Criativas e Tecnologia) - Curso de Direção de Cinema e TV, publicidade e Mídias Digitais – desde 2023.· Realizou o Projeto Cineclube Araça na Secretaria de Cultura de Araçariguama (2015) · Desde 2015 atua no Projeto de Cinema itinerante Cine Boa Praça, que, desde 2012, realiza sessões de cinema ao ar livre, oficinas de cinema e cineclubes em comunidades vulneráveis do Estado de São Paulo, via leis de incentivo (PROAC-ICMS, ROUANET). É coordenador do núcleo de curadoria e ações educativas e integrante da equipe gestora do projeto.3. Jessér Pereira Ramos, homem, preto, cisgênero, engenheiro civil (FAMO – Porto Feliz)· Integrante da equipe gestora do projeto de cinema itinerante CINE BOA PRAÇA, Coordenador técnico, projecionista, técnico de som, dentre outras funções. Desde 2019· Integrante do MOVIMENTO POPULAR MARIA GERÚNCIA DE JESUS, Coordenador do laboratório popular de política antirracista, Produtor musical/cultural, Educador popular na área de ciências exatas e sociais. Desde 2021· Integrante do COLETIVO POSSE CULTURAL - PIC FAVELA, Técnico de som, Mestre de Cerimônia, Educador em Literatura Marginal e Produtor Cultural. Desde 2009· Membro do Fórum de Hip Hop do Interior Paulista - FH2IP. Desde 2009· Membro do Fórum municipal de cultura- Porto Feliz -SP. Desde 2022 4. Barbara Emília Ramos Silvestre Brasileira, mulher, preta, cisgênero, formada em Comunicação Social com Ênfase em Publicidade e Propaganda pela Faculdade Hélio Rocha - Salvador – Ba, integrante do Cine Boa Praça desde 2023. · Bacharelado Interdisciplinar em Humanidades. Universidade Federal da Bahia, previsão de conclusão em 2023.· Comunicação Social com ênfase em Publicidade e Propaganda. Faculdade Hélio Rocha, conclusão em 2011. 2011- 2021· Prefeitura Municipal de Camaçari Cargo: Assistente Administrativo Principais atividades: Assessora de Comunicação. Assistente Administrativo. Secretária Escolar.· Formação Experiência Profissional Marketing digital - Coursera Estratégias em marketing digital - UNOPAR Comunicação em negócios e mídias sociais – UNOPAR · Empreendedorismo em negócios de impacto social –UNOPAR · Criatividade e novas tecnologias no serviço público –EVG Noções básicas para coordenar cursos on-line · Tratamento de denúncias em ouvidoria –EVG Bullying - Você sabe de que lado ficar –EVG· Promoção dos direitos da população em situação de rua –EVG Conselhos dos direitos da pessoa idosa –EVG Educação em direitos humanos –EVG Direitos humanos - Uma declaração universal –EVG Cursos e Mini-cursos · Criação e manutenção de Redes Sociais e experiência com Assessoria de Comunicação e Assessoria de Imprensa. · Monitoria em Tecnologias, Inovações e Empoderamento Sócio-digital
PROJETO ENVIADO PARA ARQUIVAMENTO.