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Promover oficinas de animação intituladas de AnimaDown- um ensaio de realização audiovisual para 24 pessoas com Síndrome de Down, divididas em quatro turmas com carga-horária de 576 horas aula presenciais e gratuitas.
Para a construção do roteiro coletivo serão apresentadas sugestões de temas. Estas serão desenvolvidas em um ambiente inclusivo, onde os professores respeitarão a autonomia dos alunos de criar e de expressar livremente suas ideias sobre os temas que eles próprios irão definir e que estejam voltados a assuntos atuais e de relevância social. A partir da escolha, o grupo realizará a sua própria leitura deste tema e desenvolverá uma estória em formato narrativo. Os filmes terão classificação etária livre.
OBJETIVO GERAL Oportunizar para 24 alunos com Síndrome de Down o conhecimento do processo de criação e realização de um filme de animação e apresentar o produto final em Instituições, Associações, escolas entre outras, estimulando a diversidade cultural e a interação com a sociedade. OBJETIVOS ESPECÍFICOS - Filmes curtas-metragens de animação. Meta quantitativa mensurável: Será realizado 01 filme de aproximadamente 5 minutos por grupo, totalizando 04 filmes. Meta de público: 24 alunos - Vídeo documental sobre o processo de realização das oficinas. Meta quantitativa mensurável: 01 vídeo documental de aproximadamente 15 minutos Meta de público: 24 alunos
De acordo com o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), há cerca de 300 mil pessoas com Síndrome de Down no Brasil. Conforme dados do Ministério da Saúde registrados no Sistema de Informações sobre Nascidos Vivos (Sinasc), nascem 1.978 crianças com esta síndrome no Brasil ao ano (seguindo o parâmetro de 2020 a 2021). Destaca-se que a incidência da síndrome de Down tem sido considerada relativamente alta nos dias de hoje (Baron-Cohen, 2008; Melo-de-Aguiar, 2009), por isso, criar projetos e ações que visem à construção de uma sociedade inclusiva é decisivo na oportunidade para que pessoas com deficiência exerçam sua cidadania. O audiovisual tem um potencial transformador ao abordar temas com relevância social, que contribuem para o debate e a conscientização. Com este projeto pretende-se desenvolver no grupo o exercício dos direitos culturais por meio de suas manifestações, mostrando novas possibilidades do modo de criar, resultando um produto final voltado para mudanças na coletividade e melhorias sociais, estabelecendo uma relação de diálogos e troca de experiências. O projeto AnimaDown em sua essência, representa o efeito positivo na sociedade que por meio do convívio entre os diferentes, provoca o pensar e repensar em conceitos e pré-conceitos e gera um impacto positivo pela proposta de romper as barreiras e de promover a inclusão social das pessoas com Síndrome de Down por meio do audiovisual. Com a experiência e o aprendizado obtidos no projeto anterior "Meu olhar diferente sobre as coisas," uma criação coletiva de um grupo com Síndrome de Down, pode-se observar o grande número de pessoas impactadas através das diferentes formas de divulgação utilizadas. O projeto atingiu um número aproximado de um milhão de pessoas direta e indiretamente. Foram diversas apresentações e entrevistas em que o grupo participou ativamente falando sobre suas experiências durante a realização do projeto. Em 2013, foi um dos selecionados para a 6ª edição do Festival Internacional de Filmes sobre Pessoas com Deficiência _ Festival Assim Vivemos e ganhou o Prêmio Liberdade de Escolha, no Rio de Janeiro. Todo este processo elevou de forma considerável a autoestima destes jovens, de suas famílias e das pessoas envolvidas. Estes resultados nos fazem acreditar que o audiovisual é uma ferramenta que tem o poder da transformação. Ele compartilha emoções e consegue atingir um grande número de pessoas mostrando como é importante valorizar a diversidade humana e fazer com que as pessoas reflitam e discutam sobre ela, além de poder informar, instruir e moldar as capacidades críticas dos cidadãos, que tomam conhecimento de fatos e momentos cruciais de sua realidade e das demais. Pretende-se por meio deste trabalho, firmar ações para a transformação da realidade social motivando pessoas, valorizando e promovendo a visibilidade do projeto e seus resultados. Para viabilizarmos este projeto, escolhemos a Lei de Incentivo a Cultura- Rouanet por que além do incentivo para as empresas reduzirem valores de tributos, há um ganho de imagem institucional, agrega valor à marca e reforça a atuação da empresa na localidade onde atua. Os recursos captados irão permitir o desenvolvimento e fortalecimento de novas oportunidades para o exercício da cidadania. De acordo com o Anexo IV da instrução Normativa nº 5 do Ministério da Cultura, a proposta enquadra-se no Artigo 26. De acordo com o Artigo 1º da Lei 8313/91 a presente proposta se enquadra na finalidade de: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; V - salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; De acordo com o Artigo 3º da Lei 8313/91 serão alcançadas com a realização do projeto os seguintes objetivos: II - fomento à produção cultural e artística, mediante: a) produção de discos, vídeos, obras cinematográficas de curta e média metragem e filmes documentais, preservação do acervo cinematográfico bem assim de outras obras de reprodução videofonográfica de caráter cultural; (Redação dada pela Medida Provisória nº 2.228-1, de 2001) De acordo com o Atrigo 25º da Lei 8813/91 objetivarão desenvolver as formas de expressão, os modos de criar e fazer: II - produção cinematográfica, videográfica, fotográfica, discográfica e congêneres;
Em 2012/ 2013 a ONG Me Ensina realizou o documentário “Meu olhar diferente sobre as coisas”, uma criação coletiva de um grupo de jovens com Síndrome de Down , o mesmo que participará deste novo projeto. Pode-se observar o grande número de pessoas impactadas através de diferentes formas de divulgação. Foram diversas apresentações em que o grupo participou ativamente falando sobre suas experiências durante a realização do projeto: Instituições voltadas para pessoas com deficiências, Centros Culturais de Florianópolis e região, Universidade Federal de Pelotas- Projeto Novos Caminhos entre tantas outras. Na mídia espontânea, a divulgação foi com entrevistas em jornais e programas de canais de televisão aberta local e nacional como SBT, NSC TV, RIC Record, TVCOM e TV Brasil, em jornais impressos como Notícias do Dia, Diário Catarinense e Diário Popular de Pelotas; cópias em DVD e o link do documentário foram e ainda são solicitados por pessoas físicas, professores, profissionais e Instituições de educação de vários estados brasileiros e um grande número de compartilhamentos através das redes sociais por pessoas e Instituições como Movimento Down, Inclusive - Inclusão e Cidadania, De Olho na Ilha, AmaDown21, Prática Pedagógica, APABB- Associação de Pais, Amigos e Pessoas com Deficiências, entre outras. Meu olhar diferente sobre as coisas já impactou um número aproximado de 1 milhão de pessoas direta e indiretamente. Em 2013, foi um dos selecionados para a 6ª edição do Festival Internacional de Filmes sobre Pessoas com Deficiência – Festival Assim Vivemos e ganhou o Prêmio Liberdade de Escolha, no Rio de Janeiro. Todo este processo elevou de forma considerável a autoestima destes jovens, de suas famílias e das pessoas envolvidas. Estes resultados nos fazem acreditar que o audiovisual é uma ferramenta que tem o poder da transformação. Ele compartilha emoções e consegue atingir um grande número de pessoas mostrando como é importante valorizar a diversidade humana e fazer com que as pessoas reflitam e discutam sobre ela, além de poder informar, instruir e moldar as capacidades críticas dos cidadãos. LINKS de algumas das matérias sobre o projeto Programa Especial – TV Brasil https://www.youtube.com/watch?v=7rQHyXBDZ5c Jornal do Almoço- NSC TV http://g1.globo.com/sc/santa-catarina/jornal-do-almoco/videos/v/documentario-meu-olhar-diferente-sobre-as-coisas-projeto-pioneiro-e-exibido-na-capital/2495824/ Movimento Down https://www.movimentodown.org.br/2014/03/apresentacao-filme-meu-olhar-diferente-sobre-coisas/ Inclusive https://www.inclusive.org.br/arquivos/22266 De olho na ilha https://www.deolhonailha.com.br/florianopolis/noticias/filme-meu-olhar-diferente-sobre-as-coisas-sera-exibido-nesta-quinta-feira-na-fundacao-cultural-bades.html Ama Down https://amadown21.wordpress.com/2012/03/27/meu-olhar-diferente-sobre-as-coisas/ Universidade Federal de Pelotas https://ccs2.ufpel.edu.br/wp/2014/04/09/documentario-meu-olhar-diferente-sobre-coisas-sera-exibido-em-pelotas/ Notícias do Dia https://ndmais.com.br/entretenimento/documentario-produzido-e-protagonizado-por-pessoas-com-sindrome-de-down-estreia-hoje/ Diário Catarinense https://www.nsctotal.com.br/noticias/estreia-documentario-catarinense-dirigido-por-portadores-da-sindrome-de-down ONG Me Ensina https://www.facebook.com/pg/Me-Ensina-191343094248660/photos/?tab=album&album_id=303662053016763
O projeto de oficinas AnimaDown será uma parceria entre a ONG Me Ensina e o LápisLab, um centro de ensino de arte que tem em sua área de atuação principal Ilustração e Desenho Animado. O material oferecido pela LapisLab será Sede com capacidade para receber 06 alunos por turma com notebooks, mesas digitalizadoras, iluminação, fundo infinito , croma key, material em geral: massinha, papel, lápis, borracha, réguas, apontadores, tesouras. Cada grupo de seis alunos produzirá um filme curta-metragem de animação com duração aproximada de 5 minutos.
Neste projeto, não será necessário adotar medidas de acessibilidade nas oficinas, mas teremos uma versão dos quatro filmes e do vídeo documental com três tecnologias acessíveis (Libras, Audiodescrição e LSE – legendas para surdos e ensurdecidos) propiciando o acesso para as pessoas com deficiência visual, cegos, pessoas com deficiência auditiva e surdas, pessoas com deficiência intelectual ou cognitiva, com uma sessão em local adequado a este público. As exibições presenciais serão organizadas pela ONG Me Ensina e realizadas em locais com acessibilidade para cadeirantes e pessoas obesas.
A presente proposta prevê gratuidade total para participação dos alunos nas oficinas, nas apresentações e disponibilidade dos produtos. Após a conclusão do projeto, será realizada uma sessão de lançamento aberta em Florianópolis. A partir, será apresentado em instituições culturais, escolas públicas e privadas, associações de pessoas com deficiências, entre outras, com bate papo do grupo e dos profissionais que participaram do projeto, contando as experiências vivenciadas durante sua realização. Serão enviados e-mail marketing com o link do projeto para Instituições, pessoas físicas, canais de comunicação, entre outros. Além das apresentações presenciais, o projeto será disponibilizado gratuitamente no site da ONG Me Ensina. Estas ações encontram-se em acordo com a IN 01/2023, do Artigo 28, incisos IV, V e VII. Sendo este um produto totalmente gratuito, não se enquadra no Artigo 27 da IN 01/2023.
A ONG Me Ensina executará o projeto ANIMA DOWN – um ensaio de realização audiovisual em parceria com o LápisLab – Laboratório de desenho e animação que conta com profissionais capacitados para suas funções. Os dirigentes da ONG Me Ensina irão atuar sem remuneração na produção, divulgação, nos contatos e relacionamentos com as instituições de diversas partes interessadas (escolas, faculdades, eventos públicos, festivais, impressa e mídia digital, entre outros) para apresentação do AnimaDown, na comunicação e impulsionamento digital, assim como, outras atividades importantes para o desenvolvimento do projeto. ANIMA DOWN – um ensaio de realização audiovisual terá na direção geral, como responsável técnica e operacional a diretora presidente da ONG Me Ensina Gilca Maria da Motta Silveira. Idealizadora e diretora do documentário “Meu olhar diferente sobre as coisas” apresentado em 2013, na 6ª edição do Festival Internacional de Filmes sobre Pessoas com Deficiência – Festival Assim Vivemos e ganhou o Prêmio Liberdade de Escolha, no Rio de Janeiro. Além de ter desenvolvido a concebido este novo projeto, tem uma vasta experiência em produções audiovisuais e fortes relações e convívio com pessoas Síndrome de Down. Como diretora geral, terá a responsabilidade e o controle de todos os processos e será remunerada com recursos do próprio projeto para esta função. O diretor comercial da ONG Me Ensina Rafael Feyh Jappur, profissional com expertise em execução e gerenciamento de projetos, será o responsável na parte administrativa como Produtor Executivo, acompanhando as demandas legais e financeiras, conduzindo o orçamento e atraindo parcerias. Currículos Resumidos (os currículos completos estão em anexo) LápisLab A LápisLab é um centro de ensino de arte localizado em Florianópolis, Santa Catarina. Com enfoque na faixa etária infanto-juvenil, a LápisLab tem em sua área de atuação principal, a Ilustração e o Desenho Animado. Por nossa escola já passaram mais de 500 crianças e jovens na busca do aprender ou aprimorar as técnicas de desenho e animação. Há 02 anos, expandimos nossas aulas para o sistema EAD e atendemos alunos de várias regiões do Brasil e também do exterior. A cada ano acontece a Mostra LapisLab de animação no cinema do CIC e no canal do youtube da escola. Equipe: MARILENE VENÉRIO- Coordenadora do LápisLab Trabalhou como Produtora Executiva no Studio Sérgio Tastaldi (Turma do Papum) desempenhando diversas atividades dentro das áreas: administrativo-financeira, atendimento aos clientes, venda e captação dos projetos aprovados e produção executiva. WALESKA RUSCHEL - Professora e Coordenadora Pedagógica Bacharelado em Artes visuais pela UDESC, Ilustradora, animadora e roteirista. Criadora de Tuca o Mestre Cuca, série produzida pela Belli Studio. Professora de Animação e Storyboard! IAN BRUSCKY - Professor Licenciado em Artes Visuais pela UDESC, atua como ilustrador e animador. MAIKA PIRES - Professora Designer de produto, Mestre Jedi em Design, Cultura e Sociedade. Compartilha conhecimento dando aulas de comunicação visual, ilustração, animação e jogos digitais. GILCA MARIA MOTTA DA SILVEIRA - Direção geral Formada em Publicidade e Propaganda e Jornalismo pela Universidade Católica de Pelotas em 1997. Trabalhou como produtora de comerciais e audiovisuais em Criciúma, Santa Catarina entre 1988 e 1992 e em Florianópolis como Coordenadora de Produção da SET Cinema e Televisão de 1997 à 2009. Atuou como Produtora Executiva, Diretora de produção e Assistente de direção em diversos documentários, filmes de ficção e campanhas políticas e publicitárias. Em 2004 foi convidada pela UNISUL- Universidade do Sul de Santa Catarina como professora substituta no Curso de Cinema e Vídeo nas disciplinas de Produção Audiovisual I e V e Professora Orientadora de Trabalhos de Conclusão. Em 2009, assumiu como Diretora Presidente da ONG Me Ensina coordenando projetos que possam contribuir para a construção de uma rede de agentes multiplicadores que atuem em um processo de promoção, valorização e fortalecimento da cidadania em suas ações diárias. RAFAEL FEYH JAPPUR- Produtor Executivo Doutor em Engenharia e Gestão do Conhecimento pela Universidade Federal de Santa Catarina - UFSC (2014). Mestre em Engenharia de Produção pela UFSC (2004). Bacharel em Administração de Empresas pela PUC/RS (2000). Especialista em Gestão para a Qualidade do Meio Ambiente PUC/RS (2001) e Didática da Educação Superior - SENAC/SC (2012). Atualmente é professor convidado em várias instituições de ensino na Pós-graduação.
PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.