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O projeto se refere à produção e montagem da exposição"Museu é Mundo", que vai apresentar a produção de artistas e coletivos contemplados nas duas primeiras edições do Prêmio Museu é Mundo, iniciado virtualmente com o intuito de contemplar o impacto artístico e social de artistas e coletivos brasileiros de diferentes regiões do país. A exposição será apresentada no Memorial da América Latina, por um período de dois meses, e contará com obras dos artistas Augusto Leal (BA), Beto Schawfati (SP), Coletivo Constelar Ancestral (PA), Gabriel Bicho(RO), Francesco D’avila (MG), Juliana Xucuru (PE), Karina Felipe (MG) e Ocupação 9 de Julho (SP), dentre outros.
Não se aplica.
Objetivo GeralRealizar a exposição coletiva Museu é Mundo _ Ciclo inicial no Memorial da América Latina em São Paulo, que reúne a produção de sete artistas e dois coletivos que foram contemplados nas duas primeiras edições do Prêmio Museu é Mundo. A mostra apresentará o trabalho desenvolvido por eles com os recursos obtidos no prêmio Museu é Mundo, exibindo os processos e resultados das ações artísticas realizadas em suas comunidades e contextos. A exposição integra atividades educativas para o público visitante. Objetivos específicos - Disponibilizar a exposição Museu é Mundo _ Ciclo inicial para o público do Memorial da América Latina, pelo período de 2 meses. - Elaboração de textos para a exposição; - Contratação de seguro das obras, equipamentos e de seguro de responsabilidade civil; - Contratação de assessoria de impressa, organização de press release e press kit; - Preparação dos espaços expositivos; - Transporte de obras; - Organização das atividades educativas; - Montagem e montagem fina; - Temporada de 2 meses; - Desmontagem.
O Prêmio Museu é Mundo vem mapeando a produção artística engajada com impactos sociais, por meio da seleção aberta de projetos de artistas e coletivos por todo ao país. Ao todo, o Prêmio recebeu mais 1.000 inscrições, nas duas edições realizadas em 2022 e 2023 respectivamente, e selecionou nove propostas que dialogam com o conceito do Prêmio. A premiação para realização das propostas é uma inciativa privada, capitaneada pela colecionadora e empresária Mariana Moura, e não conta com verba pública ou provinda leis de incentivo. No entanto, com o intuito de ampliar a difusão das propostas contempladas e o conceito do Prêmio, que se apoiam na potencia artística e na capacidade de impacto social dessas, recorremos à Lei de Incentivo para viabilizar a exposição dos trabalhos resultantes do prêmio, e seu acesso gratuito à população. O projeto se enquadra nos seguintes incisos do Art. 1º da Lei 8313/91:Art. 1° Fica instituído o Programa Nacional de Apoio à Cultura (Pronac), com a finalidade de captar e canalizar recursos para o setor de modo a:I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exerci´cio dos direitos culturais; II - promover e estimular a regionalizaça~o da produça~o cultural e arti´stica brasileira, com valorizaça~o de recursos humanos e conteu´dos locais; IV - proteger as expresso~es culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsa´veis pelo pluralismo da cultura nacional; V - salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira; IX - priorizar o produto cultural origina´rio do Pai´s. E o seguinte objetivo do Art. 3o da Lei 8313/91 será alcançado: Art. 3° Para cumprimento das finalidades expressas no art. 1° desta lei, os projetos culturais em cujo favor serão captados e canalizados os recursos do Pronac atenderão, pelo menos, um dos seguintes objetivos: II - fomento à produção cultural e artística, mediante: c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore;
Não se aplica.
A exposição terá acesso gratuita e será realizada no espaço Memorial da América Latina em São Paulo, que dispõe de toda estrutura necessária para receber o público. Em termos de acessibilidade física, a proponente se compromete a proporcionar acesso garantido aos portadores de necessidades especiais. Os espaços expositivos são amplamente acessíveis, havendo rampas para pessoas com deficiência e com mobilidade reduzida, elevadores, telefones e banheiros adaptados às necessidades especiais de mobilidade. Para atender às necessidades de acessibilidade comunicacional, adotaremos as seguintes medidas: - Referente à deficiência visual (a), a proponente prevê media de acessibilidade com audioguia/audiodescrição das obras da exposição. Item orçamentário: Audiodescrição; - Referente à deficiência auditiva (b), a proponente prevê a medida de acessibilidade de intérprete de libras para o conteúdo aplicável durante os eventos; Item orçamentário: Intérprete de libras; - Referente à deficiência intelectual (c), a proponente prevê acessibilidade ampla para pessoas que apresentam espectros, síndromes ou doenças que gerem limitações aos conteúdos, assim como para pessoas que desconhecem as linguagens ou idiomas dos conteúdos. Além disso, a proponente reconhece que as pessoas que apresentam espectros, síndromes ou doenças que geram limitações aos conteúdos do projeto são atores sociais, ou seja, sujeitos com capacidade de ação e interpretação sobre suas escolhas e decisões, e ter acesso a arte pode ser um meio de contribuir em sua socialização e na efetivação da aplicação de seus direitos, uma vez que também possuem interesse superior e gozam de absoluta prioridade. Além disso, haverá no espaço monitores treinados para receber e realizar visitas acessíveis. Da mesma forma, levará em conta todas as normas de segurança indispensáveis para o conforto e a segurança de todos. A proponente se compromete em atender durante as atividades culturais em igualdade de condições com as outras pessoas, ademais aplicando diretrizes sobre o tratamento a ser dispensado a essas pessoas, com objetivo de cobrir e reprimir qualquer tipo de discriminação, bem como as respectivas sanções pelo descumprimento dessas normas. Portanto, várias realizações do projeto considerará a inexistência de qualquer tipo de obstáculo à essas pessoas para terem acesso aos conteúdos do projeto. Item da planilha orçamentária: Monitores.
O acesso ao projeto se dará de forma inteiramente gratuita, com a exposição sendo realizada no Memorial da América Latina, espaço também de fácil acesso pelos transportes públicos. Para garantir as cotas previstas na lei, o plano de distrubuição prevê: I - 10% (dez por cento) para distribuição gratuita promocional por patrocinadores, havendo mais de um, receberão em quantidade proporcional ao investimento efetuado; II - 10% (dez por cento) para distribuição gratuita com caráter social ou educativo; III - 10% (dez por cento) para distribuição gratuita promocional pelo proponente em ações de divulgação do projeto; Como o projeto se dará de forma inteiramente gratuita, ele também atende diversas das medidas de ampliaçào de acesso, sobretudo: I - doar 10% (dez por cento) dos produtos resultantes da execução do projeto para distribuição gratuita com caráter social, além do previsto inciso II do art. 27, totalizando 20% (vinte por cento);
N+1 Arte Cultura | proponenteA Elétrica Produção Contemporânea LTDA (N+1 Arte Cultura) é uma empresa especializada em conteúdo, planejamento, criação, desenvolvimento, execução e gestão de plataformas focadas no universo da arte e da cultura, aliadas às estratégias e obtenção de resultados específicos. Instituições, empresas e marcas buscam sua experiência para o desenvolvimento de programas que atendam suas necessidades e especificidades. Suas especialidades contemplam o desenvolvimento e produção de exposições, eventos culturais e publicações; consultoria, planejamento e assessoria de marketing cultural para instituições e marcas; e assessoria ao colecionismo e a filantropia cultural voltado para pessoas físicas e jurídicas.A N+1 ficará responsável pela coordenação geral do projeto, pela produção executiva, pela elaboração e apresentação do presente projeto, pela administração, elaboração de relatórios e prestação de contas. Artistas | serão remunerados pela rubrica Direitos Autorais Karina FelipeArtista visual, ornitóloga, idealizadora e curadora do Cinebicudo. Para a 2ª edição do Prêmio Museu é Mundo, propôs um projeto de intervenções artísticas em uma comunidade rural, com instalações e projeções audiovisuais, no anteriormente citado Cinebicudo. Um cinema rural, num vale, entre as montanhas do Espinhaço. Experimentações, trocas entre os saberes locais, culturais e ambientais serão gatilhos para a construção e criação desse trabalho. O projeto se tornou, assim, um convite para que os moradores se aproximem da sétima arte, como também da arte contemporânea. Thiago CostaO artista Thiago Costa, na 2ª edição do Prêmio Museu é Mundo, apresentou o projeto "Na mata tem morador", uma ideia multimídia desenvolvido com o terreiro Ilê Axé Ojú Ofá Dana Dana, em João Pessoa na Paraíba, fundado em 1973 e que, em 2023, completa 50 anos, onde o artista é iniciado no Jeje Savalu. Beto ShwafatyBeto Shwafaty (São Paulo, 1977) é artista e pesquisador cuja prática envolve instalações, vídeos e objetos escultóricos. Para a 2ª edição do Prêmio Museu é Mundo, Beto propôs “Laboratórios da Terra”. O projeto é uma iniciativa que visa colaborar, de formas ao mesmo tempo produtivas e críticas, com comunidades e iniciativas ligadas aos contextos de assentamentos rurais e urbanos, visando participar do desenvolvimento de diversas iniciativas de formação sociocultural aliadas a ações tecno-econômicas. Assim, ao gerar encontros produtivos entre sujeitos, comunidades, materiais, técnicas, contextos e formas de conhecimento, gerar impactos positivos para as comunidades se tornou o objetivo principal do projeto. Augusto LealAugusto Leal é artista visual de Simões Filho (BA). Mestre em Artes Visuais pela Universidade Federal da Bahia, foi um dos proponentesselecionados na 2ª edição do Prêmio Museu é Mundo. O projeto "Programa de Exposições do MASF - Museu de Arte de Simões Filho" é um museu criado colaborativamente em uma escada da principal avenida da cidade de Simões Filho, na Bahia. A proposição artística surgiu da necessidade de criação de um espaço público de exposição e fruição artística na cidade, que não tem centro culturais, museus, teatros ou outro equipamento público de cultura. Juliana XukuruJuliana Xukuru é artista visual contemporânea indígena, de etnia pertencente ao povo Xukuru de Cimbres de Pesqueira (PE). Seu projeto "Pejí, de Xukuru de Cimbres", um dos ganhadores da 2ª edição do Prêmio Museu é Mundo realizou uma ação artística sociocultural indígena para produzir coletivamente, com o povo Xukuru de Cimbres, uma videoinstalação de mesmo nome. A ação valorizou o direito à produção audiovisual a partir do próprio olhar Xukuru de Cimbres sobre seus rituais, os significados vinculados às vestimentas, adornos e pinturas corporais, a partir de suas decisões sobre a narrativa audiovisual, reafirmando o protagonismo cultural Xukuru, tanto na ação de formação, quanto na produção artística sociocultural. Gabriel BichoGabriel Bicho é artista e curador, atualmente gradua Museologia pela UFPel - Universidade Federal de Pelotas. Para a 1ª edição do Prêmio Museu é Mundo, realizou o projeto “Muluca – Mundo-lugar-casa”, uma experiência artística e sociomuseal em diálogo permanente com pessoas e memórias [i]migrantes, baseada na ideia de construção coletiva e atravessamentos afetivos, ocupando casas, ruas e corpos antagônicos. Instituto JanerakaO Instituto Janeraka apoia a etnia Awaete - Assurini do Xingu, uma das 11 etnias impactadas por Belo monte, ao focar no acesso Awaete à direitos humanos no acesso a informações e estrutura para conscientização e protagonismo frente às práticas etnocidas de racismo culturais e ambientais que temos sofrido nesses quase 50 anos de contato. Na 1ª edição do Prêmio Museu é Mundo, realizaram o projeto Constelar Ancestral, responsável por promover encontros de formação de educação patrimonial envolvendo guardiões do conhecimento ancestral e demais artistas e produtores culturais locais, para a reflexão prática sobre saberes e metodologias decoloniais. Ocupação 9 de JulhoA Ocupação 9 de Julho é um prédio ocupado pelo MSTC - Movimento dos Sem Teto do Centro, em São Paulo. O Movimento tem como objetivo de garantir o direito constitucional à moradia e uma reforma política e social que democratize o direito à cidade como um bem comum. Na 1ª edição do Prêmio Museu é Mundo, realizaram o projeto Comum de Nós, que por meio de um processo temporal de convívio e diálogo, partiu do desejo de escuta como estratégia de produzir através da troca mútua entre os saberes femininos. A ideia foi desenvolver um novo corpo de trabalho a partir dessas conversas e oficinas, que constituíram uma exposição aberta à visitação pública.
PROJETO ARQUIVADO.