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PRONAC 2317449Autorizada a captação total dos recursosMecenato

BdF Entrevista – Cinema de direitos humanos

CENTRO POPULAR DE MIDIAS CPMIDIAS
Solicitado
R$ 517,1 mil
Aprovado
R$ 517,1 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Prod. AV curta/média mtragem/Tv Edu Cult
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
23

Localização e período

UF principal
SP
Município
São Paulo
Início
2024-04-01
Término
2026-10-01
Locais de realização (1)
São Paulo São Paulo

Resumo

A proposta visa a produção do programa de TV "BDF Entrevista Especial", dedicado ao Cinema de Direitos Humanos, com 12 episódios de 28 minutos, em formato de um programa de entrevistas itinerante, gravado presencialmente em 05 (cinco) cidades, privilegiando a produção fora do eixo Rio de Janeiro - São Paulo. Toda a produção será transposta e disponibilizada ao público também em formato de cartilha sobre cinema de Direitos Humanos, com distribuição gratuita em escolas e bibliotecas públicas.

Sinopse

Como forma de aproximar a comissão que avaliará o projeto. Segue o esboço do roteiro realizado para o programa "BdF Entrevista" com a presença do ator, diretor, roteirista, produtor e músico brasileiro, Wagner Moura . BdF Entrevista José Eduardo Bernardes (Repórter do Brasil de Fato) Wagner Moura (Ator e diretor) Abertura Zé - Olá a todas e a todos, está começando agora o Brasil de Fato Entrevista. Hoje conversamos com o ator Wagner Moura, tudo bom, Wagner? Saudação: olá BIO: https://www.dropbox.com/s/t886goa71ghj6bm/BIO%20wagner%20moura.mp3?dl=0 Wagner Moura é ator e diretor. Nascido em Salvador, fez diversos trabalhos no teatro e no cinema, mas ganhou projeção nacional com a sequência Tropa de Elite, onde interpretava o capitão nascimento. Fez também participação em novelas e séries de sucesso e se consagrou como um dos maiores atores de sua geração. LEGENDA: GANHOU PROJEÇÃO INTERNACIONAL AO INTERPRETAR PABLO ESCOBAR, NA SÉRIE “NARCOS” PERGUNTAS:Teu sonho era que o filme estreasse no Brasil. Já havia uma caminhada por festivais internacionais, uma certa apoteose em Berlim. Mas de fato, aqui é onde o filme vai travar sua maior batalha... -Na primeira conversa que tivemos, você disse que estava “pronto para a porrada”, após o lançamento do filme. Na última semana, o secretário de Cultura, Mario Frias, foi às redes sociais para se contrapor a uma entrevista em que você criticava o presidente Jair Bolsonaro. E falou assim: “Achou que ia pegar comigo verba pública para este lixo panfletário? Pede para sair, moleque!”.Esta mesma secretaria, que agora se pronuncia publicamente dessa maneira, censurou diversos espetáculos, por serem contrários ao retrógrado pensamento do governo federal. Acho que fica fácil entender que, de fato, houve censura da Ancine ao filme. -Marighella é um triller de ação, para além do debate político (isso vem muito da influência dos trabalhos feitos no cinema, Tropa, Narcos, etc, na sua direção? -Vai trabalhar com Karim e Kleber Mendonça…talvez dois dos principais diretores brasileiros hoje. Agora, desse outro lado do balcão, como você vê o cinema nacional? Apesar das censuras e dificuldades, falta de financiamento, fomos premiados em festivais importantes… “Triste do país que faz dos artistas, inimigos do povo”. Wagner, vc disse isso lá no nosso papo, em 2019. Mesmo que a gente consiga retomar a democracia em 2022, essa ainda será uma realidade daqui em diante? uma sociedade polarizada? -Você também disse lá em 2019, que o racismo não era uma pauta da esquerda na ditadura e à época, você disse que aqui também não era suficientemente debatido. O Marighella era negro, você reafirma isso com a escolha de Seu Jorge para o papel e tem carregado contigo a Coalizão Negra por Direitos nos lançamentos e pré estreias do filme. Acha que algo mudou de lá pra cá? -Você estava nos Estados Unidos durante o Black Lives Matter, isso também mudou bastante por lá? Te afetou de alguma maneira? -Dirigir esse filme te transformou como ator também? Vc engatou outros trabalhos depois da direção… Apoios em imagens: ((APOIO)) 5’20’’ https://www.youtube.com/watch?v=fd8oX1u8gRA (do 0’00’’ ao 0’16’’ e do 0’18’’ ao 0’28’’) (Crédito: Marighella/ Trailer Oficial) ((ASPAS)) 7’24’’ “RETIRO DA MALDIÇÃO E DO SILÊNCIO, O SEU NOME DE BAIANO”. (JORGE AMADO NA LÁPIDE DE MARIGHELLA) ((APOIO)) 8’02’’https://www.dropbox.com/s/ed8875xzynx04za/Foto%2031-10-2021%2020%2009%2018.jpg?dl=0 https://www.dropbox.com/s/7nr77ym8tf2zkzs/Foto%2031-10-2021%2020%2009%2051.jpg?dl=0 (Crédito: Instagram/ Douglas Belchior) ((APOIO)) 9’51’’ https://www.youtube.com/watch?v=fd8oX1u8gRA (do 1’10’’ ao 1’20’’ e do 1’33’’ ao 1’38’’) (Crédito: Marighella/ Trailer Oficial) ((APOIO)) 10’35’’ https://www.youtube.com/watch?v=VCGoG_qkxWo (do 0’59’’ ao 1’12’’) (Crédito: Tropa de Elite 2/ Trailer Oficial) ((APOIO)) 12’10’’ https://www.youtube.com/watch?v=LKTejyk9ZIA (do 1’09’’ ao 1’12’’ e do 1’16’’ ao 1’21’’) (Crédito: Bacurau/ Trailer Oficial)((ASPAS)) 13’29’’ ((APOIO)) 16’57’’ https://www.youtube.com/watch?v=rExZ7Q4K-YI (do 0’04’’ ao 0’11’’) (Crédito: TV Brasil) https://www.youtube.com/watch?v=XlPQvturwlo (do 0’55’’ ao 1’11’’) (Crédito: Reprodução/ Youtube) ((APOIO)) 20’13’’ https://www.youtube.com/watch?v=fd8oX1u8gRA (do 1’51’’ ao 1’57’’ e do 2’01’’ ao 2’12’’) (Crédito: Marighella/ Trailer Oficial) https://www.youtube.com/watch?v=kL83sOBChaM (do 0’04’’ ao 0’14’ e do 14’11’’ ao 14’20’’’) https://www.youtube.com/watch?v=i7Nm_RZvvxs (do 0’46’’ ao 0’48’’ e do 1’02’’ ao 1’03’’) (Crédito: Tropa de Elite/ Trailer Oficial) https://www.youtube.com/watch?v=GeTzNdlAEA0 (do 0’05’’ ao 0’07’’ e do 0’13’’ ao 0’15’’) (crédito: Netflix/ Reprodução)

Objetivos

O OBJETIVO GERAL Potencializar o impacto do programa "BdF Entrevista - cinema de direitos humanos" como um programa (audiovisual) de jornalismo dedicado à promoção e valorização do cinema de direitos humanos brasileiro. O projeto busca disseminar informações e dados, enriquecendo a compreensão sobre o cinema nacional de direitos humanos, em 12 episódios de 28min, com ênfase na produção em todas as macroregiões do Brasil.Além disso, o programa será itinerante proporcionando uma experiência imersiva, conectando o público diretamente aos diretores e suas narrativas, transcendendo a experiência cinematográfica e costurando histórias, regiões e perspectivas. O projeto finalizará com a produção de uma cartilha, trazendo para o impresso o Programa "BdF Entrevista", como uma forma de ampliar a atuação do projeto. OBJETIVOS ESPECÍFICOS (produto principal _ Programa televisivo "BdF Entrevista - cinema de direitos humanos ")-Aumentar a audiência do programa "BDF Entrevista" em 30% ao longo de um ano, por meio de estratégias de promoção e divulgação; -Definir o público-alvo e garantir melhor estabilização de visualizações por programa; -Previsão de 5.000 visualizações por episódio; -Realizar entrevistas presenciais em 05 cidades, contemplando todas as macrorregiões do Brasil; -Produzir e divulgar 12 episódios da temporada especial "BdF Entrevista - cinema de direitos humanos", enriquecendo a percepção do público sobre o tema, ao longo da temporada; -Estimular o debate e a presença do cinema nacional de direitos humanos na mídia; -Realizar uma pesquisa sobre aderência do público para avaliar o programa e pensar em melhorias; -Utilizar a abordagem jornalística, buscando fontes confiáveis e dados atualizados para fornecer informações relevantes e interessantes sobre o cinema de direitos humanos no Brasil. OBJETIVOS ESPECÍFICOS (produto secundário - Cartilha sobre Cinema de direitos humanos no Brasil) -Ampliar a oferta do programa "BdF Entrevista - cinema de direitos humanos" criando a versão impressa; -Pesquisar e compilar informações relevantes sobre a história, produção e impacto do cinema de direitos humanos no Brasil, garantindo um embasamento sólido e abrangente para a cartilha; -Estruturar a cartilha em seções de fácil compreensão, abordando tópicos essenciais do cinema de direitos humanos, como movimentos sociais, direitos fundamentais e representatividade; -Desenvolver material gráfico e visual atrativo, incluindo imagens, infográficos e ilustrações, para complementar e enriquecer o conteúdo textual da cartilha; -Garantir a distribuição gratuita da cartilha em bibliotecas e escolas públicas; -Distribuir gratuitamente 500 cartilhas sobre cinema de direitos humanos".

Justificativa

O projeto "BdF Entrevista - Cinema de Direitos Humanos" surge como uma iniciativa de valorização e promoção do cinema nacional. Atualmente, observa-se uma lacuna significativa na cobertura do cinema nacional, principalmente sobre direitos humanos. A maioria das entrevistas e programas sobre o tema, tendem a tangenciar o assunto de forma pontual, sem adentrar em profundidade. Neste contexto, o "BdF Entrevista" se destaca ao dedicar uma temporada completa ao cinema de direitos humanos, promovendo uma visão abrangente e diversificada. Nos últimos anos temos acompanhado o crescimento de pautas que reivindicam um audiovisual mais diverso e plural, tanto atrás como na frente das câmeras. São diversos os movimentos e coletivos que buscam visibilizar as imagens, sons e histórias que são contadas por mulheres (cis e trans), negros, LGBTQIA+, indígenas, ampliando outros olhares no audiovisual. Nesse contexto, visando uma temporada rica e diversa, é fundamental abordar também a questão geográfica, visando a representatividade do audiovisual e cinema brasileiros para além das regiões tradicionais, como o eixo Rio-São Paulo. Ao analisarmos as produções lançadas em cinemas e televisões, notamos que a participação de obras de outras regiões do país é ainda muito limitada. Em 2016, por exemplo, segundo o anuário estatístico do cinema brasileiro, dos 142 filmes lançados, 43% foram produzidos por empresas de São Paulo e 34% por empresas do Rio. É notável a ausência de filmes de regiões como o Norte no cenário comercial daquele ano. Neste projeto, convidaremos profissionais do audiovisual de todas as macrorregiões do Brasil para explorarmos as diversas realidades desses locais, aprofundar o conhecimento nos filmes produzidos. O objetivo deste projeto é contribuir para a formação de um público engajado e valorizar o cinema de direitos humanos no Brasil, proporcionando visibilidade e apreciação para produções que emergem das distintas realidades regionais do país. Ao sairmos do estúdio e adentrarmos nas regiões onde os filmes foram gravados, o projeto busca não apenas apresentar obras cinematográficas, mas também expandir o debate sobre as violações de direitos humanos no Brasil. Essa abordagem contextual e imersiva conecta as produções audiovisuais com as realidades e desafios enfrentados pelos indivíduos retratados nos filmes, proporcionando uma compreensão mais profunda e enriquecedora do tema. Por fim, destacamos a importância do incentivo fiscal para a realização deste projeto. A viabilidade do "BdF Entrevista - Cinema de Direitos Humanos" depende substancialmente do apoio financeiro. Os recursos provenientes do incentivo fiscal são essenciais para garantir a mobilidade dos profissionais envolvidos na produção, bem como para manter os padrões de qualidade editorial e estética do projeto. Dessa forma, a colaboração do setor público nesse sentido é indispensável para o sucesso e impacto do projeto. Além disso visando a ampliação da informação e formação de público, propomos a criação de uma cartilha impressa sobre o tema da produção de obras audiovisuais com os direitos humanos, disponibilizando gratuitamente em escolas e bibliotecas, garantimos que o acesso a esse valioso recurso seja amplo e democrático. Dessa forma, fortalecemos a conexão entre o público e o cinema como um meio de reflexão e transformação social. Guiados pelo Art. 215 da Constituição Federal de 1988, que nos assegura enquanto brasileiros que "O Estado garantirá a todos o pleno exercício dos direitos culturais e acesso às fontes da cultura nacional, e apoiará e incentivará a valorização e a difusão das manifestações culturais", a aprovação do projeto pela Lei Federal de Incentivo à Cultura é de suma importância, como etapa imprescindível para sua execução, por estar em consonância com os seguintes incisos do Art. 1º da Lei 8313/91 que institui o Programa Nacional de Apoio à Cultura: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; IV - proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional; V - salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; IX - priorizar o produto cultural originário do País Diante dos incisos citados acima e em diálogo também com os incisos II, IV e V do Art. 3º da Lei 8313/91, a saber: II _ fomento à produção cultural e artística, mediante: a) produção de discos, vídeos, obras cinematográficas de curta e média metragem e filmes documentais, preservação do acervo cinematográfico bem assim de outras obras de reprodução videofonográfica de caráter cultural; (Redação dada pela Medida Provisória nº 2.228-1, de 2001) IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante: b) levantamentos, estudos e pesquisas na área da cultura e da arte e de seus vários segmentos; V - apoio a outras atividades culturais e artísticas, mediante: c) ações não previstas nos incisos anteriores e consideradas relevantes pelo Ministro de Estado da Cultura, consultada a Comissão Nacional de Apoio à Cultura. (Redação dada pela Lei nº 9.874, de 1999). O presente projeto justifica sua aptidão para captar recursos por meio da Lei Federal de Incentivo à Cultura, devido ao seu caráter educativo e inclusivo, construído em moldes que visam dar acesso e fomentar a produção cultural brasileira.

Estratégia de execução

O projeto prevê a realização de 06 deslocamentos . Para cada deslocameno, haverá uma equipe de 04 pessoas (diretora de fotografia, operador de câmera, repórter e coordenadora). Os beneficiários das passagens áreas são: José Eduardo Bernardes como Repórter - Jornalista e apresentador Isabella Chedid - Direção de fotografia Monyse Ravena - Coordenadora Geral, atuando junto a frente de produção também Operador de câmera- Profissional a ser contratado para a realização do projeto. 1° trecho - São Paulo –sp – Recife –PE 2° trecho – Recife-pe- Bélem-PA 3° trecho - Bélem-pa- Goiania-GO 4° trecho – Goiania – go - São Paulo-SP 5° trecho - São Paulo-sp- Porto alegre-RS 6° trecho – Porto Algre rs - São Paulo- SP

Especificação técnica

Sobre o produto secundário - Cartilha sobre cinema e direitos humanos A cartilha será uma fonte informativa e educativa que aborda a interseção entre o cinema e os direitos humanos no contexto brasileiro. Cada capítulo trará uma análise aprofundada sobre temas relevantes, utilizando exemplos de filmes nacionais que ilustram questões relacionadas aos direitos humanos, contemplando todas as macrorregiões do Brasil. Esta cartilha será confeccionada a partir da captação de conteúdo produzido nas entrevistas que serão transcritas para a produção da cartilha. Após, será realizada uma formatação e edição do conteúdo visando uma linguagem acessível, com enfoque no público infantojuvenil. Os capítulos serão organizados de forma lógica e sequencial, começando com uma introdução ao cinema e sua influência na sociedade brasileira. Posteriormente, será abordada a relação entre o cinema e os direitos humanos, destacando como o meio cinematográfico pode ser uma ferramenta poderosa para promover a conscientização e a mudança social. Cada capítulo incluirá uma seleção de ilustrações que complementam o conteúdo, proporcionando um visual atraente e informativo. As imagens escolhidas serão pertinentes aos temas discutidos e servirão para enriquecer a compreensão do leitor. Estrutura Técnica da Cartilha Formato: A3 (aberto), capa canoa Capa: Papel couché 240g, laminação fosca, impressão 4x4 (colorida) Páginas Internas: Papel couché fosco 120g, impressão 4x4 (colorida) Número de Páginas: 100 Acabamento: Laminação fosca com grampo canoa Impressão em Offset 4x4 Tiragem: 500 exemplares Layout da Cartilha: Capa: Elementos gráficos representativos de cinema e direitos humanos Capítulos: Organização lógica e sequencial Ilustrações: temática pelas entrevistas e complementando o conteúdo

Acessibilidade

O Programa televisivo “BdF Entrevista - Cinema de Direitos Humanos” contará com ação de acessibilidade de conteúdo, de acordo com os princípios do Desenho Universal e com os dispositivos previstos na Lei Federal 13.146/15 e no Decreto 9.494/18, em conformidade com o Art. 25 da IN 01/2023. Buscaremos possibilitar o livre acesso e, principalmente, a plena fruição às pessoas com deficiência e/ou qualquer outro tipo de limitação intelectual (temporária ou permanente), facilitando o exercício de seus direitos culturais e promovendo a equidade. O programa televisivo já possui uma linguagem inclusiva e de fácil acesso. Visando o maior acesso a este projeto pensou-se nas seguintes medidas de acessibilidade: PRODUTO PRINCIPAL (Realização do programa televisivo- “BdF Entrevista - cinema de direitos humanos”) ACESSIBILIDADE DE CONTEÚDO PARA PESSOAS COM DEFICIÊNCIA VISUAL: Produção e disponibilização dos 12 episódios do Programa televisivo “BdF Entrevista - Cinema de Direitos Humanos” com a audiodescrição na integra do programa (consta em planilha orçamentária a rubrica “audiodescrição”). ACESSIBILIDADE DE CONTEÚDO PARA PESSOAS SURDAS OU COM DEFICIÊNCIA AUDITIVA: Produção e disponibilização dos 12 episódios do Programa televisivo “BdF Entrevista - cinema de direitos humanos” com" legenda descritiva" e "intérprete de libras" de todo conteúdo do programa (consta em planilha orçamentária a rubrica legenda descritiva e Interprete de libras). PRODUTO SECUNDÁRIO (cartilha sobre cinema de direitos humanos impressa) Este produto visa a ampliação do acesso e da produção do programa televisivo criando a versão impressa do conteúdo. ACESSIBILIDADE FÍSICA: O proponente se compromete a entregar a cartilha sobre cinema de direitos humanos em bibliotecas e escolas públicas que possuam medidas de acessibilidade como rampas de acesso, cadeiras para obesos, espaço reservado para idosos, entrada especial e espaço para cadeirantes. ACESSIBILIDADE ATITUDINAL: visando o autonomia, protagonismos e promovendo a plena participação de pessoas com deficiência, o projeto visa a contratação de ao menos, 01 pessoa com deficiência para ingressas na equipe na produção e distribuição da Cartilha. Ressaltamos que todo material de divulgação dos produtos culturais gerados pelo projeto, irá conter informações sobre a disponibilização das medidas de acessibilidade adotadas para o produto

Democratização do acesso

O projeto prevê acesso 100% gratuito à todas as suas atividades, promovendo a fruição de bens, produtos e serviços culturais. Todos os episódios serão disponibilizados gratuitamente em tvs educativas e comunitárias parceiras, que estão listadas na declaração de tvs não comercias, bem como nas cartas de interesse, e no site Brasil de Fato (https://www.brasildefato.com.br/). Em relação ao programa televisivo, conforme informado no portifólio do proponente, segue à relação das tvs parceiras: -TVT-TVC - Rio-TV Comunitária DF-TV Capibaribe-TV Universitária (NTVRU)-TV Educativa da Bahia-TV UEL-TVU.RN-TV UFMA-TV PE-TVCOM Maceió-TV Floripa - Gilberto-TV RSul-UnBTV-TV Kirimure Informamos que as parcerias são realizadas exclusivamente com veículos de comunicação comunitáiro e/ou educativo, que devido ao seu escopo não possuem métricas de mensuração de audiência (ibope) para auferimos dados. No entanto, a partir de métricas internas dos veículos é seguro estimar uma média de 5.000 telespectadores. Editaremos a cartilha sobre o cinema de direitos humanos no Brasil, com as entrevistas que integrarão o "BdF Entrevista- Cinema de direitos humanos". A cartilha terá tiragem de 500 cópias, com até 100 páginas, e será distribuído gratuitamente em escolas e biblioteca públicas, que privilegiem educação de jovens e adolescentes. A Cartilha será editada e transformada para o ambiente impresso. Através de uma curadoria e produção específica para melhor adaptação do conteúdo. Sobre o número de exemplares que serão destinados à divulgação, aos patrocinadores e à distribuição gratuita, segue abaixo os percentuais divididos. 10% - para divulgação e patrocinadores 90% - para distribuição gratuita com enfoque social e educativo. Não haverá distribuição da cartilha para o meio digital. Todas as atividades do projeto, tanto o produto principal como secundário e serão realizadas gratuitamente. Em conformidade com o artigo 28 da IN 01/2023 do Ministério da Cultura, adotamos as medidas abaixo: V - garantir a captação e veiculação de imagens das atividades e de espetáculos por redes públicas de televisão e outros meios de comunicação gratuitos; VII - realizar ação cultural voltada ao público infantil ou infantojuvenil.

Ficha técnica

Gestão, produção e execução do Projeto: CENTRO POPULAR DE MIDIAS-CPMÍDIAS O proponente do projeto, o Centro Popular de Mídias (CPMídias), é uma reconhecida produtora de conteúdo jornalístico, com foco em áudio, vídeo e conteúdo editorial. Fundado em 2016, na cidade de São Paulo, a organização reúne iniciativas de mídia popular e comunicação. Possuindo o pilar central de atuação: o Brasil de Fato (veículo de comunicação) . O CPMídias desde 2016, se consolidou como uma das grandes produtoras de conteúdo jornalístico, no Brasil, atuando nas 05 macrorregiões do país e em 25 dos 26 estados brasileiros. Com a missão de fazer comunicação e jornalismo de forma profissional, com rigor e qualidade e com o foco no fortalecimento e salvaguarda dos direitos humanos. O Brasil de Fato, com seus 20 anos de atuação, se destaca como um veículo de comunicação, que surgiu em 2003, fruto de uma articulação entre diversos movimentos populares brasileiros, inicialmente apenas com a mídia de jornal impressa, com notícias sobre direitos humanos, cultura, esporte como também pautas especiais como eleições, fome e Amazônia. A partir de 2016, o Brasil de Fato passa trabalhar como veiculo comunicador das produções do CPMídias, tornando-se também um canal de distribuição, não exclusiva, da produção realizada pelo CPMídias. Destacamos como produções do CPMídias: O programa "Bem-Viver", trata-se de uma produção semanal que explora temas relacionados à qualidade de vida, alimentação saudável, agroecologia e cultura; o podcast “Radinho Bdf” dialogando com as múltiplas infâncias não apenas no tema como também trazendo o protagonismo infantil para o programa; o podcast entrevista “Três por Quatro” com análises e comentários a partir de quem participa da vida política brasileira, com entrevistas sobre cultura, direitos humanos e política; o Programa Tempero da Notícia, exibido semanalmente como um programa de notícias e curiosidades sobre o território brasileiro. Neste sentido, o CPMídias através de produções em revistas impressas e digitais, sites, redes sociais, programas de tv, podcast, conteúdo para rádio, projetos especiais e eventos. Apresenta de forma acessível e gratuita conteúdos e informações sobre cultura, política, direitos humanos, música, história, lazer, saúde, esporte, tv, cinema, inclusão social. Currículo Resumido José Eduardo Bernardes Repórter - Jornalista e apresentador (responsável técnico)José Eduardo Bernardes é jornalista formado em 2008 pela UNINOVE, com especialização em Jornalismo Político e Econômico pela PUC. É fotógrafo e videomaker, foi repórter em diversas publicações como Caros Amigos, Agência Pública e colaborações para diversos atores. No Centro Popular de Mídias já foi repórter, coordenador e atualmente apresenta o programa BdF Entrevista. Isabella Chedid - Direção de fotografia Isabella Chedid é formada em Jornalismo (junho de 1993), e em Rádio e TV (dezembro de 1993) pelo Instituto Metodista de Ensino Superior. Foi assistente de direção, produtora e roteirista de cinema em obras como "A Boca do Lixo" e "Úbere". Atuou também como produtora e editora de textos do programa Repórter Eco. Foi editora chefe e produtora de programas da Rede TVT e desde 2021 é diretora de programas audiovisuais do Centro Popular Mídias. Monyse Ravena - Coordenadora Geral/Diretora Artística Monyse Ravena é jornalista formada pela Universidade Federal do Ceará, mestra e doutoranda em história social pela mesma universidade. Autora do livro “Os Sem Terrinha: uma história da luta social no Brasil”, publicado pela editora Expressão Popular e que versa sobre a construção da identidade através da comunicação das crianças que integram o Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST). Atualmente coordena a área de Áudio e Vídeo do CPMídias, conduzindo a produção de programas televisivos, documentários, reportagens especiais e podcasts. Ganhou o prêmio Mulher imprensa em 2017.

Providência

PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.