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O projeto PULAR N´ÁGUA combina o fomento da produção em artes visuais e literatura, propondo a realização de uma exposição, a publicação de um livro de arte com conteúdo literário, produzidos a partir de um programa de residências, além de promover encontros e oficinas artístico-literárias que acontecerão, paralelamente, entre dois territórios do litoral norte brasileiro.
O projeto inédito PULAR N´ÁGUA combina artes visuais e literatura propondo a realização de uma exposição no Chão SLZ, localizado no centro histórico de São Luís, e a publicação de um livro de arte com conteúdo literário, como contos, crônicas e poemas, produzidos a partir de um programa cultural de residências, encontros e oficinas artístico-literárias que acontecerão, paralelamente, nas cidades de Alcântara e São Luís, no Maranhão. MERGULHOS Contando com as redes de dois relevantes espaços culturais independentes destas localidades - o Chão SLZ (São Luís-MA) e a Casa do Sereio (Alcântara-MA), que já atuam em parceria desde 2018 e são referências nacionais na promoção de pesquisa, educação e produção artística, PULO N'ÁGUA pretende constituir e fortalecer redes colaborativas entre os espaços, artistas, escritores, grupos e comunidades, promovendo encontros relevantes para o campo da cultura das cidades e territórios onde serão realizados. As residências, os encontros públicos, oficinas e a exposição, formam um repositório de processos que tanto preservam e difundem a memória desta região nordestina quanto constituem uma fonte de conteúdos sobre o fazer artístico local que poderão ser acessados indefinidamente, irradiando trocas, saberes, informações, repertórios, produções colaborativas, ações, documentações, co-autorias, diferentes processos, pesquisas e obras. São Luís, capital do Maranhão, é patrimônio cultural da humanidade e seu rico acervo arquitetônico dialoga com as inúmeras manifestações artísticas e a força da cultura popular local. Apesar da incrível herança existem poucos projetos artísticos e pouco incentivo para produções literárias e artísticas locais. Já Alcântara, no Maranhão, é um território com muitas camadas. Historicamente foi Tapuitapera, terra indígena dos tapuias e tupinambás. Posteriormente colonizada por franceses e portugueses, viveu um apogeu econômico agroexportador escravista no século XVIII com a Cia de Comércio do Grão-Pará e Maranhão. A partir do século XIX, a região permaneceu habitada por comunidades rurais, com destaque para os povoamentos quilombolas e a formação de um território étnico-cultural. A partir dos anos 80, é implantada uma base espacial, o Centro de Lançamento de Alcântara, o que gerou conflitos em virtude da desapropriação de terras. É considerada cidade monumento nacional pelo seu conjunto arquitetônico e paisagístico e exerce influência cultural marcante em todo o estado do Maranhão, em função da festa secular do Divino Espírito Santo e de São Benedito (tambor de crioula). FÔLEGO - PRODUTO INTERCÂMBIO (RESIDÊNCIAS ARTÍSTICAS) O corpo de residentes é formado por um artista visual e um escritor brasileiros, convidados a viajarem para o Maranhão, e dois artistas e dois escritores residentes de Alcântara e/ou São Luís. Junto à coordenação do projeto, estes artistas locais participam das ações também como anfitriões, apresentando referências e expressões culturais locais a todos os participantes do programa. A proposta da produção colaborativa também se dá na participação dos profissionais de design e audiovisual, participando da imersão na residência e produzindo conteúdo para a comunicação institucional do projeto. Todos participam da imersão que a residência propõe, desenvolvem as oficinas de práticas literárias e poéticas visuais junto às comunidades locais, da criação da publicação e da exposição no Chão SLZ ao final do período de residência. Artistas convidados: Romildo Rocha (MA), Telma Lopes (MA) e Sophia Pinheiro (GO) Escritores convidados: PP poeta marginal - Pietra de ofá (MA), Josoaldo Lima Rêgo (MA) e Geovani Martins (RJ) Audiovisual: Cláudia Marreiros Fotografia: Márcio Vasconcelos Instituições e comunidades parceiras para pesquisas, visitas e vivências - Ceramistas de Itamatatiua, Quilombo de Mamuna, Comunidade de Canelatiua, Instituto Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Maranhão, Biblioteca Municipal de Alcântara, Biblioteca Pública Benedito Leite, Museu Histórico de Alcântara/Instituto Brasileiro de Museus. EMERGIR - PRODUTO EXPOSIÇÃO DE ARTES A última etapa do projeto culmina na abertura de uma exposição ocupando todo espaço expositivo do Chão SLZ, com apresentação dos trabalhos produzidos e processos da criação da publicação ao longo das residências, junto ao lançamento da publicação que ocorrerá no Museu de Alcântara (Instituto Brasileiro de Museus) e na Casa do Sereio, também em Alcântara. Os processos de criação, assim como as atividades da residência, incluindo as visitas, encontros, processos de produção, serão registrados em um vídeo documentário experimental que será apresentado na exposição, assim como nas redes sociais das instituições envolvidas na realização do projeto. PRODUTO PUBLICAÇÃO DE LIVRO Publicação de um livro de arte com conteúdo literário, como contos, crônicas e poemas, produzidos a partir de um programa cultural de residências, encontros e oficinas artístico-literárias que acontecerão, paralelamente, nas cidades de Alcântara e São Luís, no Maranhão. Produção de novos textos literários sobre esses territórios, democratizando técnicas artísticas e literárias junto à população local e gerando novos produtos artísticos que valorizem a memória e saberes das comunidades locais. Tema central: Livro de arte com conteúdo literário, como contos, crônicas e poemas, produzidos a partir de um programa cultural de residências, encontros e oficinas artístico-literárias que acontecerão, paralelamente, nas cidades de Alcântara e São Luís, no Maranhão. Divisão por capítulos:A criação do livro será objeto de processo e oficinas coletivas de todos os autores e artistas que coordenarão as oficinas indicadas neste projeto. Relevância do tema abordado para a área cultural brasileira:PULO N'ÁGUA pretende constituir e fortalecer redes colaborativas entre os espaços, artistas, escritores, grupos e comunidades, promovendo encontros relevantes para o campo da cultura das cidades e territórios onde serão realizados. As residências, os encontros públicos, oficinas e a exposição, formam um repositório de processos que tanto preservam e difundem a memória desta região nordestina quanto constituem uma fonte de conteúdos sobre o fazer artístico local que poderão ser acessados indefinidamente, irradiando trocas, saberes, informações, repertórios, produções colaborativas, ações, documentações, co-autorias, diferentes processos, pesquisas e obras. São Luís, capital do Maranhão, é patrimônio cultural da humanidade e seu rico acervo arquitetônico dialoga com as inúmeras manifestações artísticas e a força da cultura popular local. Apesar da incrível herança existem poucos projetos artísticos e pouco incentivo para produções literárias e artísticas locais. Já Alcântara, no Maranhão, é um território com muitas camadas. Historicamente foi Tapuitapera, terra indígena dos tapuias e tupinambás. Posteriormente colonizada por franceses e portugueses, viveu um apogeu econômico agroexportador escravista no século XVIII com a Cia de Comércio do Grão-Pará e Maranhão. A partir do século XIX, a região permaneceu habitada por comunidades rurais, com destaque para os povoamentos quilombolas e a formação de um território étnico-cultural. A partir dos anos 80, é implantada uma base espacial, o Centro de Lançamento de Alcântara, o que gerou conflitos em virtude da desapropriação de terras. É considerada cidade monumento nacional pelo seu conjunto arquitetônico e paisagístico e exerce influência cultural marcante em todo o estado do Maranhão, em função da festa secular do Divino Espírito Santo e de São Benedito (tambor de crioula). No último censo do IBGE foi considerada a cidade mais quilombola do Brasil. PRODUTO OFICINAS E AÇÕES FORMATIVAS O programa inicia-se com o convite a três artistas visuais e três autores literários brasileiros, sendo dois artistas e dois autores de origem maranhense, e um artista e um autor de fora do estado, a realizarem um programa de residência e imersão criativa nas cidades de Alcântara e São Luís. Nas duas cidades os artistas residentes serão recebidos por artistas e autores anfitriões, que poderão mobilizar também pesquisadores, educadores e lideranças comunitárias, a participarem do processo criativo, elaboração da publicação, e do desenvolvimento de um programa de encontros, oficinas e atividades junto à equipe propositora. O programa será composto por visitas às comunidades locais, reconhecendo seus sítios originários, espaços comunitários e sagrados, locais de trabalho e educação, além de encontros com moradores e lideranças comunitárias. O projeto propõe também um ciclo de encontros e formação de professores da rede pública de ensino de Alcântara, que participarão de dois encontros com os artistas e escritores residentes, mediados pelas instituições organizadoras do projeto. Estes encontros buscam apresentar metodologias de pesquisa e criação dos artistas convidados, aproximando discussões e entendimentos sobre a produção literária e artística como instrumentos de reflexão sobre questões e poéticas do território. Estes encontros entre os artistas e a comunidade local de Alcântara serão realizados em parceria com a Biblioteca Pública Municipal de Alcântara, o Museu de Alcântara do Instituto Brasileiro de Museus e o Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Maranhão (IFMA). Acompanhar e apresentar através da escrita, obras visuais e registros audiovisuais os diferentes conteúdos do que está sendo vivido acontecerá como parte do mergulho nas memórias e saberes locais proposto pelo projeto, fazendo com que o projeto atue como pesquisa, memória, patrimônio e conhecimento.
Objetivo geral: Os objetivos gerais desta ação consistem em aprofundar pesquisas visuais, viabilizar intercâmbios culturais e produzir novos textos literários sobre esses territórios, democratizando técnicas artísticas e literárias junto à população local e gerando novos produtos artísticos que valorizem a memória e saberes das comunidades locais. Possibilitar redes e interlocuções entre artistas visuais e escritores das novas gerações, locais e nacionais. Proporcionar processos colaborativos e novas parcerias. Fomentar e viabilizar pesquisas dos artistas residentes maranhenses e convidados nacionais, expoentes de suas gerações. Criar aproximação e parceria com as comunidades locais convidadas, envolvidas diretamente no projeto, articulando ações em seus territórios, sejam nos bairros, vilas, ilhas, cidades e mares. Processos formativos para a comunidade escolar através de ações junto aos professores de Alcântara, buscando aproximação em processos de arte e educação a partir da vivência direta e próxima com os artistas e escritores. Duas ações com o processo e resultado das residências: exposição e publicação. Objetivos específicos: 1) Produto Exposição de artes: realizar 01 exposição de artes visuais com obras de 6 artistas participantes, registros das oficinas e processos de criação, no espaço do CHÃO SLZ, em São Luiz do Maranhão, com entrada gratuita durante 2 meses. A exposição EMERGIR contará com a curadoria de Paula Signorelli e Samantha Moreira, que integram ativamente a residência e o processo de imersão e de pesquisas realizadas. 2) Produto Intercâmbio: realizar residência artística com 6 artistas, durante o período 2 a 3 semanas, de modo a proporcionar processos colaborativos e novas parcerias. Além de fomentar e viabilizar pesquisas dos artistas residentes maranhenses e convidados nacionais, expoentes de suas gerações. Criar aproximação e parceria com as comunidades locais convidadas, envolvidas diretamente no projeto, articulando ações em seus territórios, sejam nos bairros, vilas, ilhas, cidades e mares. 3) Produto Livro: realizar publicação de livro com a produção artística resultante da residência e registros das oficinas, com 600 exemplares para distribuição gratuita, possibilitando a criação de novas redes nacionais e promovendo interlocuções entre artistas visuais e escritores das novas gerações, locais e nacionais. 4) Oficinas: Realizar 02 oficinas gratuitas para a comunidade, 01 processos formativo para a comunidade escolar através de ações junto aos professores de Alcântara, buscando aproximação em processos de arte e educação a partir da vivência direta e próxima com os artistas e escritores e 01 roda de conversa que se propõe a apresentar o processo de pesquisa dos artistas residentes junto aos parceiros e comunidades locais, desde o início da imersão até a finalização, na exposição, como os trabalhos foram desenvolvidos, quais métodos de pesquisa, quais os encontros, mudanças de rumo, novas perspectivas que uma residência proporciona.
A construção de redes colaborativas entre instituições, artistas e comunidade para a proposição de programas de residências artísticas e formação é uma potente estratégia de valorização de conhecimentos, práticas e saberes locais do território. Os espaços culturais convocados para esta o projeto PULAR N'ÁGUA já atuam nestas localidades promovendo ações educativas e artísticas que valorizam a cultura maranhense, viabilizando encontros e intercâmbios com agentes da cultura nacional, garantindo ao projeto incorporar a experiência acumulada em outras ações. PULAR N'ÁGUA propõe um mergulho e um trânsito artístico entre as duas cidades maranhenses - São Luís e Alcântara, que compartilham a História, seus traumas, conquistas, tradições, saberes ancestrais e muitas celebrações. São cidades cuja efervescência cultural se apresenta principalmente nas datas e efemérides religiosas tradicionais (Festa do Divino, São Joao, etc), mas que não se restringem a elas. Tanto Alcântara como São Luís, que recebem anualmente milhares de turistas e visitantes, compartilham de uma grande comunidade artística, de músicos, escritores, artistas, dançarinos, que produzem e repercutem as tradições e saberes de seus territórios e cuja produção artística segue vibrante ao longo do ano todo. Sabemos, no entanto, que o fomento a estas pesquisas e produções se fazem principalmente para os eventos de grande público, e poucos são os projetos propostos ao longo do ano visando o fomento à pesquisa, à criação e à ações culturais para o público e comunidades locais. Neste sentido o presente projeto foi elaborado buscando contemplar principalmente a população maranhense, tanto artistas como comunidades locais, mas também criar pontes com novos criadores, artistas e autores brasileiros de uma nova geração, cujas pesquisas e práticas criativas poderão ser conhecidas e repercutidas pelos artistas locais. Nossa escuta em território sempre ouviu a demanda de artistas que buscam trocas, interlocuções e redes com outros criadores brasileiros. A escolha de artistas como Geovani Martins, um dos jovens escritores mais originais de sua geração cuja obra renova o olhar sobre as periferias do Rio de Janeiro e, com elas, sobre o mundo, e Sofia Pinheiro, artista e cineasta fundamental de sua geração, interessada nas poéticas e políticas visuais, etnografia das ideias, do corpo e marcadores da diferença, busca favorecer o intercâmbio de processos criativos e poéticos entre artistas que pensam seus territórios, mas também sobre sua geração no Brasil. As residências e encontros públicos, assim como o livro e a exposição gerados a partir delas,, formarão um repositório de processos que tanto preservam e difundem a memória desta região nordestina, quanto constituem uma fonte de conteúdos sobre o fazer artístico local que poderão ser acessados indefinidamente, irradiando trocas, saberes, informações, repertórios, produções colaborativas, ações, documentações, co-autorias, diferentes processos, pesquisas e obras. Incisos do Art. 1º da Lei 8313/91 que a proposta se enquadra: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais;II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais;V - salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira;VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória;IX - priorizar o produto cultural originário do País. Incisos e alíneas do artigo Art. 3° da Lei 8313/91 referente aos objetivos que serão alcançadoscom a proposta: I - incentivo à formação artística e cultural, mediante: a) concessão de bolsas de estudo, pesquisa e trabalho, no Brasil ou no exterior, a autores, artistas e técnicos brasileiros ou estrangeiros residentes no Brasil; Produto Intercâmbio - residências artísticas c) instalação e manutenção de cursos de caráter cultural ou artístico, destinados à formação, especialização e aperfeiçoamento de pessoal da área da cultura, em estabelecimentos de ensino sem fins lucrativos;Produto Oficinas e formações II - fomento à produção cultural e artística, mediante:b) edição de obras relativas às ciências humanas, às letras e às artes; Produto Publicação de livro c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore;Produto Exposição de Artes V - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante:a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos; Produto Exposição de Artes b) levantamentos, estudos e pesquisas na área da cultura e da arte e de seus vários segmentos; Produto Intercâmbio Cultural - residências artísticas c) fornecimento de recursos para o FNC e para fundações culturais com fins específicos ou para museus, bibliotecas, arquivos ou outras entidades de caráter cultural; Produto Catálogo - publicação de livro
Instituições envolvidas no projeto: Chão SLZ - Experimentalmente voltado às práticas de formação não convencionais, Chão surge da intenção de se irradiar sentido em ambientes propícios para o diálogo e os processos elásticos de ampliação e troca direta de conhecimentos com o público, universidades, espaços independentes afins, instituições parceiras e manifestações do entorno, acerca da pesquisa no contexto da cultura visual e cultura contemporânea. Como projeto, o Chão baseia-se nas ações espontâneas de sua rede de contatos bastante consolidada e na hipótese de existência de um novo terreno de atuação crítica junto à vida coletiva, desejando apresentar um formato de programação continuamente alternada, contemplando todas as faixas etárias, e que incluindo conferências, debates, cursos e oficinas, exposições, mostras de filmes e vídeos, performances, música e dança, encontros com comida, festas, residências, expedições, publicações impressas e online, ações políticas, sociais e de resistência. Localizado no Centro Histórico de São Luís do Maranhão, o Chão tem seu espaço na região tombada pelo IPHAN em 1974 e reconhecida como Patrimônio Cultural Mundial pela Unesco em 1997, ocupado desde 2017, edificação histórica situada no bairro da Praia Grande, do final do século XVIII. Fundado em 2015 por Samantha Moreira e Thiago Martins de Melo, atualmente é composto por Camila Grimaldi, Dinho Araújo, Samantha Moreira e Thadeu Macedo. Casa do Sereio - A Casa do Sereio é uma residência artística localizada em Alcântara (Maranhão). Tem como objetivo desenvolver o pensamento crítico e experimental no campo das artes e da cultura, de forma colaborativa e orgânica, com foco na garantia e ampliação de direitos humanos e da dignidade da pessoa humana. Nesse sentido, a residência trabalha na pesquisa de novas visualidades e narrativas para criação de novos horizontes e na troca de saberes com a comunidade. Orgânik Produções - A Orgânik Produções Culturais é um empresa fundada em agosto de 2017, sediada na cidade de São Luís, Maranhão, com foco de atuação na produção cultural, gestão técnica de projetos e espaços culturais, formação, pesquisa, desenvolvemos trabalhos de assessoramento de artistas e grupos de diversas linguagens e expressões culturais, assim como, realizamos consultorias, oficinas, mentorias, elaboração de projetos, pesquisas e curadoria artística. A Orgânik Produções tem como objetivo impulsionar a cultura produzida no Maranhão, difundir expressões culturais oriundas do estado, reconhecer e compartilhar o potencial criativo maranhense. Cartão CNPJ atualizalizado e inserido em anexos do proponente, cujos Cnaes culturais são: CÓDIGO E DESCRIÇÃO DA ATIVIDADE ECONÔMICA PRINCIPAL90.01-9-02 - Produção musical CÓDIGO E DESCRIÇÃO DAS ATIVIDADES ECONÔMICAS SECUNDÁRIAS59.11-1-02 - Produção de filmes para publicidade59.11-1-99 - Atividades de produção cinematográfica, de vídeos e de programas de televisão não especificadas anteriormente62.01-5-02 - Web design70.20-4-00 - Atividades de consultoria em gestão empresarial, exceto consultoria técnica específica73.19-0-01 - Criação de estandes para feiras e exposições74.10-2-02 - Design de interiores74.10-2-03 - Design de produto74.10-2-99 - atividades de design não especificadas anteriormente74.90-1-04 - Atividades de intermediação e agenciamento de serviços e negócios em geral, exceto imobiliários74.90-1-05 - Agenciamento de profissionais para atividades esportivas, culturais e artísticas74.90-1-99 - Outras atividades profissionais, científicas e técnicas não especificadas anteriormente77.39-0-03 - Aluguel de palcos, coberturas e outras estruturas de uso temporário, exceto andaimes77.39-0-99 - Aluguel de outras máquinas e equipamentos comerciais e industriais não especificados anteriormente, sem operador82.30-0-01 - Serviços de organização de feiras, congressos, exposições e festas82.99-7-05 - Serviços de levantamento de fundos sob contrato85.92-9-99 - Ensino de arte e cultura não especificado anteriormente90.01-9-01 - Produção teatral90.01-9-03 - Produção de espetáculos de dança90.01-9-04 - Produção de espetáculos circenses, de marionetes e similares90.01-9-06 - Atividades de sonorização e de iluminação90.01-9-99 - Artes cênicas, espetáculos e atividades complementares não especificadas anteriormente90.02-7-01 - Atividades de artistas plásticos, jornalistas independentes e escritores90.03-5-00 - Gestão de espaços para artes cênicas, espetáculos e outras atividades artísticas91.02-3-01 - Atividades de museus e de exploração de lugares e prédios históricos e atrações similares93.19-1-99 - Outras atividades esportivas não especificadas anteriormente94.93-6-00 - Atividades de organizações associativas ligadas à cultura e à arte
O programa inicia-se com o convite a três artistas visuais e três autores literários brasileiros, sendo dois artistas e dois autores de origem maranhense, e um artista e um autor de fora do estado, a realizarem um programa de residência e imersão criativa nas cidades de Alcântara e São Luís. Nas duas cidades os artistas residentes serão recebidos por artistas e autores anfitriões, que poderão mobilizar também pesquisadores, educadores e lideranças comunitárias, a participarem do processo criativo, elaboração da publicação, e do desenvolvimento de um programa de encontros, oficinas e atividades junto à equipe propositora. O programa será composto por visitas às comunidades locais, reconhecendo seus sítios originários, espaços comunitários e sagrados, locais de trabalho e educação, além de encontros com moradores e lideranças comunitárias. O projeto propõe também um ciclo de encontros e formação de professores da rede pública de ensino de Alcântara, que participarão de dois encontros com os artistas e escritores residentes, mediados pelas instituições organizadoras do projeto. Estes encontros buscam apresentar metodologias de pesquisa e criação dos artistas convidados, aproximando discussões e entendimentos sobre a produção literária e artística como instrumentos de reflexão sobre questões e poéticas do território. Estes encontros entre os artistas e a comunidade local de Alcântara serão realizados em parceria com a Biblioteca Pública Municipal de Alcântara, o Museu de Alcântara do Instituto Brasileiro de Museus e o Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Maranhão (IFMA). Acompanhar e apresentar através da escrita, obras visuais e registros audiovisuais os diferentes conteúdos do que está sendo vivido acontecerá como parte do mergulho nas memórias e saberes locais proposto pelo projeto, fazendo com que o projeto atue como pesquisa, memória, patrimônio e conhecimento. PRODUTO INTERCÂMBIO Período de residência em Alcântara - 40 dias Período de produção e montagem exposição - 10 dias PRODUTO OFICINAS E FORMAÇÕES Oficinas de escrita literária - 06 encontros | 3h cada = total de 18h Público alvo - escritores e público interessado ( seleção prévia) 20 vagas Oficinas de poéticas visuais - 06 encontros | 3h cada = total de 18h Público alvo - artistas visuais e público interessado ( seleção prévia) 20 vagas Encontros de Formação - 02 encontros de 3h = total 6h Público alvo - professores e comunidade escolar de Alcântara 40 vagas Rodas de Conversas no Museu de Alcântara - programação processual da residência proposta de no mínimo 3 encontros de 3h residentes, parceiros e comunidades locais - aberto ao público em geral PRODUTO LIVRO CAPA 4 cores, Formato aberto: 285x200mm; formato fechado 140x200mm; Couche fosco 120grs a 4x0 cores; Laminação UV fosca frente, Refile; MIOLO: 50 pais; Formato aberto: 280x200; Formato fechado: 140x200; Polen Bold 80grs a4x4 cores; Refile Acabamento: Costura simples aparente Tiragem: 600 unidades PRODUTO Exposição - Chão SLZ - São Luís Duração: dois meses Visitas mediadas pela equipe do Chão Entrada gratuita
> OFICINAS DE ESCRITA LITERÁRIAACESSIBILIDADE NO ASPECTO ARQUITETÔNICO: Todos os locais já possuem estrutura como corrimões, rampas e banheiros adaptados.ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES VISUAIS: Linguagem oral.ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES AUDITIVOS: Intérprete de libras.ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES INTELECTUAIS: Monitores e equipe treinada para atendimento a esse público no que for necessário. > OFICINA DE POÉTICAS VISUAISACESSIBILIDADE NO ASPECTO ARQUITETÔNICO: Todos os locais já possuem estrutura como corrimões, rampas e banheiros adaptados.ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES VISUAIS: Linguagem oral.ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES AUDITIVOS: Intérprete de libras.ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES INTELECTUAIS: Monitores e equipe treinada para atendimento a esse público no que for necessário. > ENCONTROS DE FORMAÇÃOACESSIBILIDADE NO ASPECTO ARQUITETÔNICO: Todos os locais já possuem estrutura como corrimões, rampas e banheiros adaptados.ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES VISUAIS: Linguagem oral.ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES AUDITIVOS: Intérprete de libras.ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES INTELECTUAIS: Monitores e equipe treinada para atendimento a esse público no que for necessário. RODAS DE CONVERSAS NO MUSEU DE ALC NTARA ACESSIBILIDADE NO ASPECTO ARQUITETÔNICO: Todos os locais já possuem estrutura como corrimões, rampas e banheiros adaptados.ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES VISUAIS: Linguagem oral.ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES AUDITIVOS: Intérprete de libras.ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES INTELECTUAIS: Monitores e equipe treinada para atendimento a esse público no que for necessário. CONVERSA ABERTA Chão SLZ - 3h ACESSIBILIDADE NO ASPECTO ARQUITETÔNICO: o local possui rampas, ampla circulação e mobiliários acessíveis. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES VISUAIS: Linguagem oral.ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES AUDITIVOS: Intérprete de libras.ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES INTELECTUAIS: Monitores e equipe treinada para atendimento a esse público no que for necessário.MEDIDAS DE ACESSIBILIDADE DE CONTEÚDO: projeto educativo com mediadores/educadores, inclusão e acolhimento. INTERC MBIO - RESIDÊNCIAS ARTÍSTICAS ACESSIBILIDADE NO ASPECTO ARQUITETÔNICO: o local possui rampas, ampla circulação e mobiliários acessíveis. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES VISUAIS: Linguagem oral.ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES INTELECTUAIS: Monitores e equipe treinada para atendimento a esse público no que for necessário.MEDIDAS DE ACESSIBILIDADE DE CONTEÚDO: projeto educativo com mediadores/educadores, inclusão e acolhimento. EXPOSIÇÃO/ VÍDEOSACESSIBILIDADE NO ASPECTO ARQUITETÔNICO: o local possui rampas, ampla circulação e mobiliários acessíveis. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES VISUAIS: mediação específica para esse público.ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES AUDITIVOS: legendagem no material documental e audiovisual do projetoACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES INTELECTUAIS: Monitores e equipe treinada para atendimento a esse público no que for necessário.MEDIDAS DE ACESSIBILIDADE DE CONTEÚDO: projeto educativo com mediadores/educadores, inclusão e acolhimento.
I - doar 10% (dez por cento) dos produtos resultantes da execução do projeto para distribuiçãogratuita com caráter social, além do previsto inciso II do art. 27, totalizando 20% (vinte porcento); Produto Catálogo - publicação de livro;IV - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, dasatividades de ensino, e de outros eventos referente ao produto principal; Em todos os produtos; V - garantir a captação e veiculação de imagens das atividades e de espetáculos por redespúblicas de televisão e outros meios de comunicação gratuitos; Em todos os produtos; VI - realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos,estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições, mostras e oficinas; Realizar contrapartidas sociais - oficinas e formações gratuitas X - outras medidas sugeridas pelo proponente, a serem apreciadas pela Comissão Nacional deIncentivo à Cultura (CNIC) - Realizar contrapartidas sociais - oficinas e formações gratuitas
RESIDENTES - Produto Intercâmbio PP POETA MARGINAL - Pietra de ofá, mas conhecida como PP poeta marginal, tem 31 anos, travesti preta de São Luís do Maranhão. Escreve poemas desde os 14 anos, primeira MC travesti do Estado, ex organizadora organizadora da batalha itinerante e umas das organizadoras do slam Maria Firmina, o primeiro slam de poesias do estado. Atualmente faz performances poéticas onde trás novos elementos, está na produção do seu primeiro EP chamado CHEGANDO NA CENA, e lançou seu livro de poemas chamado Trans-tornou-se e achou de lançar a trava produções!! TELMA LOPES - Nascida na cidade balneária de São José de Ribamar, Telma Lopes por mais de 20 anos integrou a equipe de base da Fábrica de Cenários da Rede Globo, onde trabalhou com pintura artística para a composição de cenários de novelas, programas e minisséries as mais diversas. Retornou para São Luís onde desenvolve obras que partem de coletas de materiais naturais, como bordados em folhas, colagens a partir de folhas, intervenções públicas e projetos sociais, de arte e educação. ROMILDO ROCHA - Artista e grafiteiro vindo da periferia de São Luís do Maranhão, trabalha aspectos da cultura e do cotidiano nordestino em ilustrações e murais. Inspirado fortemente pela Literatura de Cordel e pela xilogravura, ele revela os encantos regionais, desde a quebradeira de coco, a lida dos vaqueiros com o gados até às nuances dos sotaques de bumba-meu-boi em uma linguagem visual própria.Rocha também é designer maranhense, formado pela Universidade Federal do Maranhão e organizador do Cores da Vila, projeto social que acontece anualmente em São Luís, com o intuito de levar arte e assistência social a comunidade da Vila Embratel, bairro periférico da capital maranhense. GEOVANI MARTINS - nasceu em 1991, em Bangu, no Rio de Janeiro. Trabalhou como "homem-placa", atendente de lanchonete e de barraca de praia. Em 2013 e 2015, participou das oficinas da Festa Literária das Periferias, a Flup. Publicou alguns de seus contos na revista Setor X e foi convidado duas vezes para a programação paralela da Flip. Seu primeiro livro, a coletânea de contos O sol na cabeça (Companhia das Letras, 2018), adaptado como série e ganhou edições em dez territórios, por casas prestigiosas como Farrar, Straus and Giroux, Faber & Faber, Gallimard, Suhrkamp e Mondadori. SOPHIA PINHEIRO - Sophia Pinheiro é pensadora visual. Interessada nas políticas e poéticas visuais, processos de criação, gênero, sexualidade e epistemologias ameríndias. Operadora totêmica, assenta seu ser caipira da mata com as artes visuais e os cinemas. Operadora totêmica, assenta seu ser caipira da mata com as artes visuais e os cinemas. Desenha e escreve. Formada em artes visuais (FAV-UFG), é doutoranda em Cinema e Audiovisual (PPGCine-UFF), mestre em Antropologia Social (PPGAS-UFG) e professora da Academia Internacional de Cinema do Rio de Janeiro na matéria ‘Cinemas de Invenção’. Ministra oficinas de desenho e cinema. Realizadora dos filmes “TEKO HAXY – ser imperfeita” (2018) co-dirigido com a cineasta Mbyá-Guarani Patrícia Ferreira Pará Yxapy e “Nhemongueta Kunhã Mbaraete” (Programa IMS Convida, 2020), em colaboração com Graciela Guarani, Patrícia Ferreira Pará Yxapy e Michele Kaiowá, uma obra-processo de 16 vídeo-cartas. Curadora e co-criadora do Coletivo FAKE FAKE (Goiás, 2008 – 2016), coletivo de formação e práticas artísticas-pedagógicas em torno do desenho. Curadora da “Mostra Amotara – Olhares das Mulheres Indígenas” (Bahia, 2021) e do CineLage “Ocupar a terra, ocupar a tela – mostra de filmes com e por mulheres indígenas” (Parque Lage, Rio de Janeiro, 2019). Atualmente é artista residente do Pivô Pesquisa – Ciclo II (SP) e foi artista bolsista do programa Formação e Deformação – Emergência e Resistência 2019 da Escola de Artes Visuais do Parque Lage (RJ).Seus trabalhos já foram expostos no nordeste, centro-oeste, sudeste e sul brasileiros além de países como Argentina, Paraguai, Espanha, Portugal e Alemanha, em exposições como – “25º Salão Anapolino de Arte” (Goiás, 2021); “Letter From a Guarani Woman in Search of The Land Without Evil – SAVVY Contemporary durante a 15º Berlinale Forum Expanded – 70º Berlinale – Berlin International Film Festival (Berlim, 2020); Estopim e Segredo | uma exposição cinco cortes – EAV Parque Lage (Rio de Janeiro, 2020); “PALAVRA Movimento Respeita! – ArtRio – Feira de Arte Internacional do Rio de Janeiro (2019)” e “Exposição Etnopoéticas da Imagem – Galeria Casarão 34 – Fundação Cultural de João Pessoa (PB, 2017)”. Realizou sua primeira exposição individual MÁTRIA em Barcelona (ES, 2018). JOSOALDO LIMA RÊGO - publicou os livros Paisagens possíveis (2010), Variações do mar (2012, finalista do Prêmio Jabuti), Máquina de filmar (2014), Carcaça (2016, finalista do Prêmio Jabuti) e Sapé (2019), todos pela editora 7Letras. Possui graduação em Geografia pela Universidade Federal do Maranhão, mestrado e doutorado pela Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas da Universidade de São Paulo (USP), com estágio de doutorado em Sociologia pela Faculdade de Economia da Universidade de Coimbra. É professor adjunto da Universidade Federal do Maranhão. Realiza pesquisas sobre os seguintes temas: planejamento territorial urbano e regional, novas territorialidades, política urbana e geografia cultural. AUDIOVISUAL CLAUDIA MARREIROS - Vive e trabalha em São Luís/MA, é artista visual, oriunda de um contexto familiar afro-diaspórico e originário, atua nas áreas de fotografia, audiovisual, direção, edição, produção cultural e arte-educação. É diretora dos filme Vôs do Munim (2022) e Eneida e as Entranhas do Desterro (2022), realizou a exposição individual Paisagens Culturais do Cajueiro (2015), no Museu de Artes Visuais do Maranhão pelo Instituto Brasileiro de Museus, atuou como arte educadora nos projetos Entre as Malhas do Campo Belo e Cultura Viva (Comunidade de Campo Belo, Campinas/SP) com as oficinas Cinema Comunitário, Corpo e Movimento e Identidade e Memória (2019). Sua pesquisa artística aborda a questão da memória e da identidade em territórios rurais. FOTOGRAFIAMÁRCIO VASCONCELOS Márcio Vasconcelos (São Luís/Maranhão/Brasil), é fotógrafo profissional autodidata e independente. Dedica-se há mais de vinte anos à pesquisa e registro da Cultura Popular e Religiosa dos afrodescendentes no Brasil, especialmente no Estado do Maranhão. Seus trabalhos aliam a fotografia a uma vasta pesquisa antropológica e social. Autor do projeto Nagon Abioton – Um Estudo Fotográfico e Histórico sobre a Casa de Nagô, aprovado na Lei Rouanet e no Programa Petrobras Cultural/2009, editado na forma de livro sobre um dos terreiros mais antigos do Tambor de Mina no Maranhão. Vencedor do 1º Prêmio Nacional de Expressões Culturais Afro-brasileiras/2010 (Fundação Cultural Palmares/Petrobras) com o projeto “Zeladores de Voduns do Benin ao Maranhão”.Vencedor do XI Prêmio Funarte Marc Ferrez de Fotografia com o projeto “Na Trilha do Cangaço – O Sertão que Lampião pisou”.Finalista do Prêmio Conrado Wessel 2011 com o projeto “Na Trilha do Cangaço – O Sertão que Lampião pisou”.Vencedor do XIV Prêmio Funarte Marc Ferrez de Fotografia com o Projeto "Visões de um Poema Sujo", inspirado na obra-prima "Poema Sujo" do poeta Ferreira Gullar.Finalista do Prêmio Conrado Wessel 2014 com o projeto “Visões de um Poema Sujo". COORDENAÇÃO GERAL, CHÃO SLZ, CASA DO SEREIO SAMANTHA MOREIRA - Artista, curadora, produtora e gestora cultural. Fundadora do Ateliê Aberto (Campinas, SP, desde 1997), do CHÃO SLZ (São Luís, MA, desde 2015), e integrante /coordenadora do JA.CA (Nova Lima, MG, desde 2018).Uma das idealizadoras e curadoras do PREAMAR - ações em rede a partir do Maranhão (2022), do FUNDO COLABORATIVO, fundo de colaboração para artistas e criadores (2021). Idealização e coordenação do Identidade- II Encontro de Pesquisadores em Arte, São Luís,(2020); co-curadora e organizadora da 15 e 16 Verbo Mostra de Performance Arte São Paulo e São Luís em (2019 e 2022); E de novo montanha, rio, mar, floresta, SESC MG, (2016); Chão LUZ - Semana de Ciência e Tecnologia do Estado do Maranhão, (2015); Código Aberto programa de residências - patrocínio anual Petrobrás, (2015); Poema aos Homens do nosso Tempo - Hilda Hilst em diálogo, Prêmio Rede Nacional Funarte, (2013); Comestível, Prêmio ProAc (2013); Depois das Fronteiras - Paisagens sonoras e visuais no planalto e Daquilo que me habita, CCBB Brasília (2013 e 2012), Instante experiência/acontecimento - co-curadoria do núcleo de performances audiovisuais, SESC Campinas (2012), entre outras exposições e prêmios.Juri de seleção e orientadora do Programa LABCULTURAL 2021 do BDMG Cultural. Juri de seleção e curadoria do Bolsa Pampulha (2018/2019). Integrou as comissões de seleção/ou premiação do 25 Salão Anapolino de Arte (2021), Seleção dos projetos inscritos na Lei Aldir Blanc - Secretaria de Cultura de Campinas, 2020, 4a Laboratório de Artes Visuais do Porto de Iracema das Artes -Fortaleza (2017), ProAc para Espaços Independentes - Sec. da Cultura do estado de São Paulo (2016), Prêmio Foco - ArtRio (2016), 5a Edição do Prêmio Marcantônio Vilaça (2015),Programa de Exposições do Museu de Arte de Ribeirão Preto, 2013, entre outros.Participou de exposições como 32°Panorama da Arte Brasileira no MAM (2011) , Rumos Artes Visuais Itaú Cultural (2007), Temporada de Projetos Paço das Artes (1998).De 2018 a início de 2022 foi coordenadora geral e artística do Programa CCBB Educativo - Arte e Educação.Foi consultora junto a Secretaria de Cultura do Estado do Ceará, na implementação dos equipamentos culturais Pinacoteca do Ceará, MIS Ceará, Centro Cultural do Cariri, e coordenação das exposições de abertura da Pinacoteca do Ceará. De 2005 a 2011 foi responsável pela gestão de projetos voltados à Mobilidade Urbana a partir de experiências de arte, cultura, cidadania e educação, como Diretora Institucional na Empresa Municipal de Campinas. Organizadora dos livros Thiago Martins de Melo - 2018 Ed. Capivara, Metadados - Ateliê Aberto - Prêmio ProAc Espaços Independentes, 2015, IndieGESTÃO - como chupar cana e assobiar ao mesmo tempo -JACA, Prêmio Rede Nacional Funarte, 2014. DIREÇÃO DE PRODUÇÃO PAULA SIGNORELLI - é pesquisadora, produtora, gestora cultural e estudante de psicanálise. Mestre em História e Estética da Arte pela Universidade de São Paulo (2018), com pesquisa voltada ao campo da história das instituições de arte e das exposições. Desde 2001 atua no campo cultural como educadora, pesquisadora, produtora e gestora. Recentemente foi diretora do Pivô, instituição independente dedicada à produção e pesquisa em arte contemporânea, onde coordenou o programa de residências artísticas, além de ser responsável pela gestão executiva da instituição. Atuou na Fundação Bienal de São Paulo como pesquisadora e coordenadora de projetos especiais; foi diretora de relações institucionais do Instituto Tomie Ohtake, e, antes disso, programadora e coordenadora de projetos do Museu da Imagem e do Som e da Cinemateca Brasileira. Atuou também como educadora no MAM – SP e pesquisadora no MASP, além de ser responsável pela coordenação geral das equipes da participação brasileira na 12ª Quadrienal de Praga (2011), coordenadora geral de produção da I Bienal del Fin del Mundo (2007), produtora executiva do Museu da Língua Portuguesa (2003-2006), além de ter produzido diversas exposições de arte em museus e galerias de São Paulo. Como atividade docente atuou como professora do curso de pós-graduação em Crítica e Curadoria da PUC-SP (2012-2016), além de ter ministrado cursos, debates e palestras em diversas instituições. PRODUÇÃO EXECUTIVA MARIANA CRONEMBERGER - Produtora cultural, professora de turismo e pesquisadora de cultura e turismo. Especialista em Logística (ENE - MA), Turismóloga (UFMA). Assume as funções de Produtora Executiva e Diretora de projetos na Orgânik Produções (2018 a 2023), atua principalmente na gestão de carreiras artísticas, planejamento e organização eventos, escrita de projetos, representação artística. Esteve cerimonialista do Governo do Estado do Maranhão (2022) onde realizou solenidades, cerimônias oficiais e sociais do Governador do Estado. Supervisora de Pesquisa da Secretaria de Estado do Turismo - SETUR (2021) onde foi responsável por coordenar o Observatório do Turismo - realizar pesquisas sobre o turismo no Maranhão nos principais pólos turísticos do estado. Assumiu a pasta de Gestão de Ação e Difusão Cultural da Secretaria Estadual de Cultura do Maranhão - SECMA (2018 A 2020), onde desempenhou funções de coordenação de grandes eventos como Carnaval, Mais cultura, Natal, Ano Novo, além de coordenação dos editais da Lei Aldir Blanc no Maranhão em 2020. Esteve professora de turismo no Instituto Federal do Maranhão - IFMA (2016 A 2018), no curso tecnólogo de Gestão em Turismo e técnico em meio ambiente, onde ministrou disciplinas de Eventos, planejamento, Meio ambiente, Hospedagem, Projetos e outras. EXPOGRAFIA FRANCISCA CAPORALI - é artista, curadora e gestora cultural. Mestre em Artes (MFA) Integrated Media Arts/Hunter College (Nova Iorque, 2006/10) e em Comunicação Audiovisual para Mídia Interativa MECAD (Barcelona, 2003/04). Fundadora e coordenadora artística do JA.CA - Centro de Arte e Tecnologia desde sua origem, em 2010, localizado em Nova Lima, Minas Gerais. Pelo JA.CA, realiza diversos projetos: residências artisticas nacionais e internacionais, workshop com artistas residentes, curadores e críticos convidados, publicações, exposições e projetos de colaboração internacionais, além de desenvolver projetos autorais, pesquisas e experimentações nas fronteiras da arte, arquitetura e design com os outros integrantes do coletivo. Entre 2018 e 2022, assumiu a equipe as funções de co-coordenação geral e artística do Programa CCBB Educativo - Arte e Educação, realizado pelo JA.CA. Foi co-curadora e coordenadora geral do 7o Bolsa Pampulha, realizado pelo JA.CA em parceria com a Prefeitura de Belo Horizonte. Em 2019 foi curadora e mediadora do Sesc Confluências, programa de orientação profissional, com duração de 6 meses, para 20 profissionais da cultura de MG. Produtora executiva e co-coordenadora geral do Festival Amazônia Serra do Curral, com participação de 6 atrações musicais, no palco principal do Parque Municipal, programação associada à Virada Cultural de Bh 2022. Entre 2021 e 22 foi consultora junto a Secretaria de Cultura do Estado do Ceará, na implementação dos equipamentos culturais Pinacoteca do Ceará, MIS Ceará, Centro Cultural do Cariri, e em 2022 participou como co-coordenadora das exposições de abertura da Pinacoteca do Ceará. Foi professora da Escola Guignard da UEMG entre os anos de 2012 e 2017 e da Escola de Design da UEMG em 2017 e 2018, nesta última coordenou projetos de extensão e pesquisa em mediação cultural, curadoria e publicação de artistas.Juri de seleção e orientadora do Programa LABCULTURAL nas suas duas primeiras edições em 2020 e 2021 do BDMG Cultural. Júri da área de Artes Integradas da Virada Cultural de BH. Prêmio Foco - ArtRio (2022); 5a Laboratório de Artes Visuais do Porto de Iracema das Artes -Fortaleza (2018). Foi do Conselho Municipal para a instauração da Lei Aldir Blanc 2020.Integrou a equipe curatorial das duas edições do Noite Branca/Fundação Clóvis Salgado em 2012 e 2014. Colaborou com o projeto de exposições Simbio desde 2012, através de acompanhamento de artistas, realização do projeto expográfico e assinou a Direção Artística da última edição em 2016. Foi coordenadora do Programa DESEJA.CA - Extensão da Escola de Arquitetura UFMG. GESTÃO DO PROJETO O Proponente ORGANIK irá realizar a Gestão do projeto, o que inclui idealização do projeto, indicação dos profissionais do projeto, contratação dos mesmos, acompanhamento de todas as atividades realizadas no âmbito do projeto assim como as respectivas contrapartidas, além de ser responsável pela realização Administrativo financeiro e prestação de contas do projeto. A Orgânik Produções Culturais é um empresa fundada em agosto de 2017, sediada na cidade de São Luís, Maranhão, com foco de atuação na produção cultural, gestão técnica de projetos e espaços culturais, formação, pesquisa, desenvolvemos trabalhos de assessoramento de artistas e grupos de diversas linguagens e expressões culturais, assim como, realizamos consultorias, oficinas, mentorias, elaboração de projetos, pesquisas e serviços específicos solicitados por contratantes. A Orgânik Produções tem como objetivo impulsionar a cultura produzida no Maranhão, difundir expressões culturais oriundas do estado, reconhecer e compartilhar o potencial criativo maranhense
EXPIROU O PRAZO DE APRESENTAÇÃO DE PRESTAÇÃO DE CONTAS DO PROJETO.