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A XIX edição do Festival Panorama Internacional Coisa de Cinema, em Salvador, destaca-se como um dos grandes eventos cinematográficos do Brasil. Realizado no Cine Glauber Rocha, um cinema de rua com 4 salas em frente à Praça Castro Alves, o festival valoriza o cinema brasileiro e o centro histórico da cidade. Com uma ampla programação, o evento inclui mostras competitivas para longas e curtas brasileiros, internacionais e baianos, além de uma mostra não competitiva de filmes brasileiros recentes (Panorama Brasil de longas). Após as sessões, ocorrem debates com atores e diretores, enquanto oficina de crítica cinematográfica é oferecida, juntamente com um Laboratório de Roteiro e um Laboratório de Montagem. O festival também promove sessões especiais para alunos de escolas públicas por meio do programa "A escola vai ao cinema" e a cada ano presta uma homenagem a cineastas ou movimentos do cinema brasileiro.
1) Mostra competitiva para longas e curtas brasileiros; 2) Mostra competitiva para longas e curtas internacionais; 3) Mostra competitiva de filmes baianos; 4) Mostra não competitiva de filmes brasileiros recentes (Panorama Brasil de longas); 5) Debate com atores e diretores após as sessões; 6) Oficina de crítica cinematográfica para jovens; 7) Laboratório de Roteiro; 8) Laboratório de Montagem; 9) 4 Sessões com alunos de escolas públicas pelo programa “A escola vai ao cinema”; 10) Homenagem a um cineasta ou movimento do cinema brasileiro.
OBJETIVO GERAL: Realizar a XIX edição do Festival Panorama Internacional Coisa de Cinema em Salvador, Bahia, com foco em exibições cinematográficas que destacam o cinema independente produzido no Brasil, na Bahia e ao redor do mundo, valorizando a ousadia cinematográfica e o trabalho autoral. O projeto é concebido para ser um festival popular, proporcionando uma programação diversificada a preços acessíveis, incluindo sessões gratuitas para escolas, bem como iniciativas formativas e acessibilidade. OBJETIVOS ESPECÍFICOS: MOSTRA CINEMATOGRÁFICA: Exibir pelo menos 80 filmes, entre curtas e longa-metragens a preços populares (R$ 12,00 (inteira) R$ 6,00 (meia) e R$40,00 (passaporte para 10 sessões)Promover 1 mostra competitiva de curtas brasileiros;Promover 1 mostra competitiva de longa-metragens brasileiros;Promover 1 mostra competitiva de curtas-metragens internacionais;Promover 1 mostra competitiva de longas-metragens internacionais; Promover 1 mostra competitiva de filmes baianos;Exibir 5 sessões com audiodescrição;Realizar 5 sessões com LIBRAS;Realizar 5 sessões com LSE (Legendas descritivas para surdos e ensurdecidos)Realizar 5 debates com os diretores, com mediação de críticos e estudiosos (com LIBRAS) Realizar um laboratório de montagem e um laboratório de roteiro; Realizar 1 oficina de formação na área do audiovisual; (crítica) CONTRAPARTIDAS SOCIAIS: Em conformidade com o art. 30, IN 1/2023, a contrapartida social consistirá em ação formativa específica da área audiovisual, destinada integralmente a estudantes e professores de instituições públicas de ensino. Nesse sentido o projeto se compromete a facilitar o acesso a estudantes da escolas públicas, ao fornecer pelo menos 200 ingressos gratuitos para estudantes de escolas públicas; Além disso, o projeto se compromete a contratar pelo menos 4 viagens completas de ônibus para o transporte de escolas públicas para assistirem pelo menos uma sessão, no programa "A escola vai ao cinema", realizado com mediação cultural feita pelo setor educativo do projeto, com um público de pelo menos 100 (cem) estudantes e com distribuição de lanches para as crianças. o projeto irá promover a contratação de pelo menos 2 profissionais através de uma bolsa de estágio para estudante de produção cultural, audiovisual ou artes, proveniente de universidade pública para a realização da assistência de produção do projeto, em conformidade com o item 2. da legislação: "II - oferecer ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições, mostras e oficinas"
O Festival Panorama Internacional Coisa de Cinema representa uma iniciativa cultural de grande relevância para a sociedade brasileira, especialmente para a cidade de Salvador. O festival se destaca por seu compromisso em valorizar e promover o cinema brasileiro e baiano. Ao oferecer mostras competitivas para longas e curtas brasileiros, bem como uma mostra não competitiva de filmes brasileiros recentes, o evento contribui significativamente para a divulgação e reconhecimento da produção cinematográfica nacional. Além disso, através da mostra competitiva baiana, valoriza e destaca o cinema baiano no cenário nacional. A escolha do Cine Glauber Rocha, localizado no centro histórico de Salvador, demonstra a preocupação do festival em revitalizar e destacar áreas culturais importantes da cidade. Ao realizar o evento nesse espaço, o festival não apenas atrai público para o cinema, mas também contribui para a preservação e valorização do patrimônio histórico local. O festival vai além das exibições cinematográficas ao oferecer debates com atores e diretores, oficina de crítica cinematográfica, Laboratório de Roteiro e Laboratório de Montagem. Essas atividades não apenas enriquecem a experiência dos participantes, mas também promovem o aprendizado e o aprimoramento dentro da indústria cinematográfica. O programa "A escola vai ao cinema" destaca-se como uma iniciativa socialmente relevante, proporcionando a alunos de escolas públicas acesso a conteúdo cultural enriquecedor. Essa ação contribui para a democratização do acesso à cultura e educação, possibilitando que jovens de diferentes contextos sociais tenham contato com o universo cinematográfico. Ao prestar homenagens a cineastas ou movimentos do cinema brasileiro a cada edição, o festival desempenha um papel fundamental na preservação da memória cinematográfica do país. Isso ajuda a reconhecer e celebrar contribuições significativas para a indústria cinematográfica nacional. Em resumo, a XIX edição do Festival Panorama Internacional Coisa de Cinema em Salvador não apenas celebra a arte cinematográfica, mas também contribui para o desenvolvimento cultural, educacional e social da comunidade, destacando-se como um dos grandes eventos cinematográficos do Brasil. Por essas razões, este projeto atende os objetivos propostos na lei Nº 8.313, DE 23 DE DEZEMBRO DE 1991, nos seguintes aspectos previstos no Art. 1: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; IV - proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional; V - salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira; VI - preservar os bens materiais e imateriais do patrimônio cultural e histórico brasileiro; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; IX - priorizar o produto cultural originário do País. OBS: O projeto vai de encontro com a Instrução Normativa 10/04/23, Art. 25, ao apresentar medidas de acessibilidade tanto no aspecto arquitetônico quanto comunicacional.
01 Festival de 7 (sete) dias de duração, pelo menos 80 (oitenta) exibições de curtas e longas metragens;
O projeto se compromete com medidas integrais de acessibilidade física por meio do espaço no Cine Glauber Rocha, com rampas, elevadores, banheiros adaptados e estacionamento próprio (comprovação em anexo). O projeto também assegura a adoção de medidas de acessibilidade envolvendo a realização de sessões com acessibilidade comunicacional, como audiodescrição e Libras, sempre que os filmes inscritos tiverem tal modalidade. Como se trata um projeto de difusão, não de produção, o projeto garante a realização mínima das seguintes medidas: Exibir 5 sessões com audiodescrição;Realizar 5 sessões com LIBRAS;Realizar 5 sessões com LSE (Legendas descritivas para surdos e ensurdecidos)Realizar 5 debates com os diretores, com mediação de críticos e estudiosos (com LIBRAS) Tais medidas estão de acordo com a plenária com a 6 Reunião Plenária da CNIC, de 13/07/2023, “serão aceitas todas as propostas alternativas que forem apresentadas” (gravação da 6 Reunião Plenária da CNIC, minuto 25:46, canal do MinC, https://www.youtube.com/watch?v=FVvIxDBTPJQ, consultado em 28/11/2023)
A mostra cinematográfica ocorrerá a preços populares (R$12,00 e R$6,00), sendo pelo menos 10% dos ingressos serão distribuídos de forma gratuita. Com o objetivo de garantir o atendimento ao público em situação de vulnerabilidade social haverá ampla divulgação e articulação local na cidade de Salvador-BA. CONTRAPARTIDAS SOCIAIS: Em conformidade com o art. 30, IN 1/2023, a contrapartida social consistirá em ação formativa específica da área audiovisual, destinada integralmente a estudantes e professores de instituições públicas de ensino. Nesse sentido o projeto se compromete a contratar pelo menos 4 viagens completas de ônibus para o transporte de escolas públicas para assistirem pelo menos uma sessão, no programa "A escola vai ao cinema", realizado com mediação cultural feita pelo setor educativo do projeto, com um público de pelo menos 100 (cem) estudantes e com distribuição de lanches para as crianças. Além disso, o projeto irá promover a contratação de pelo menos 2 profissionais através de uma bolsa de estágio para estudante de produção cultural, audiovisual ou artes, proveniente de universidade pública para a realização da assistência de produção do projeto, em conformidade com o item 2. da legislação: "II - oferecer ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições, mostras e oficinas"
CLAUDIO MARQUES - Direção artística - mesma rubrica no orçamento do projeto. Sócio da empresa proponente. Cláudio Marques nasceu em 1970, em Campinas, São Paulo. Mora em Salvador, definitivamente, desde 1982. Com 25 anos dedicados exclusivamente ao Cinema, iniciou sua carreira na crítica cinematográfica, colaborando com os jornais A Tarde, Tribuna daBahia e Correio da Bahia, além de ter criado o tablóide Coisa de Cinema. Em 1995 fundou a produtora Coisa de Cinema, onde, ao lado de Marília Hughes, produziu, dirigiu, montou e roteirizou cinco curtas. Em 2002 idealizou e coordena até hoje o Panorama Internacional Coisa de Cinema, um dos mais importantes da nova geração de festivais de cinema do país. Desde 2008, Cláudio programa e coordena o Cine – Glauber Rocha,projeto idealizado por ele. MARÍLIA HUGHES - Coordenação Geral - responsável pela administração do projeto e coordenação geral da produção do festival. Sócia da empresa proponente, rubrica de Coordenação Geral. Marília Hughes Guerreiro é graduada em Psicologia pela Universidade Federal da Bahia e mestre em Comunicação e Cultura Contemporâneas pela UFBA/PósCom. Sócia da empresa Coisa de Cinema, onde trabalha desde 2006 como diretora, produtora e editora. Desde 2007, Marília é curadora e coordenadora geral do Panorama Internacional Coisa de Cinema, festival mais antigo em atividade na Bahia. Em 2022, o Panorama completou dezoito edições. Ao lado de Cláudio Marques, produziu e dirigiu cinco curtas-metragens exibidos em cerca de 250 festivais e mostras especiais, além de terem conquistado 68 prêmios. São eles: “O Guarani” (2008), “Nego Fugido” (2009), “Carreto” (2010) (vencedor do prêmio de melhor filme e roteiro no 38° Festival de Cinema de Gramado e no Entretodos - Mostra de Direitos Humanos), Sala de Milagres (2011) e “Desterro” (2012). CURRÍCULO CULTURAL - ADOLFO GOMESJornalista (graduação em Comunicação Social com habilitação em jornalismo /UFPA), produtor, crítico de cinema (membro da Associação Brasileira de Críticos de Cinema /Abraccine - https://abraccine.org) e cineclubista (Fundou a Associação Amigos do Cinema, Belém/PA). Trabalhou na assessoria de imprensa do Sebrae/Pará (1993/1994), atuou como repórter e colunista do Jornal “Diário do Pará” (1995-1998), editor do caderno de cultura do Jornal “A Província do Pará” (1999-2001), assessor de imprensa da Associação dos Docentes da Universidade Federal do Pará (2002-2007) e coordenador do Núcleo de Difusão da Diretoria de Audiovisual, da Fundação Cultural da Bahia, de 2007 a 2020, onde também atuou como produtor cultural e jornalista. CURRÍCULO CULTURAL – CECI ALVESCeci Alves é uma cineasta negra, que imprime em seu trabalho uma narratividade musical, lidando com questões de militância e protagonismo dos excluídos de uma forma afetiva e política. Tem larga experiência na área de Comunicação, com ênfase emJornalismo e Cinema, e é reconhecida documentarista e curta-metragista, com premiações no Brasil e exterior.Doutoranda em Artes Cênicas pela UFBA, é roteirista e montadora formada pela Escuela Internacional de Cine y TV de San Antonio de los Baños, La Habana, Cuba. Ceci também tem Master 2 em Direção pela École Supérieure d’Audio-Visuel, unidade da Université deToulouse, Le Mirail, França. É professora de Jornalismo, Cinema e Política Cultural, além de ser curadora e júri de diversos festivais e mostras nacionais e internacionais.Já teve projetos chancelados pela CHAMADA PÚBLICA PRODAV 04/2014, da Ancine.Desenvolveu séries dentro do Núcleo de Criação Usina do Drama, para o Laboratório de Narrativas Negras e Indígenas para o AudioVisual 2020, organizado pela Flup em parceria com a Rede Globo, ganhou o prêmio Tim Lopes (2015), pelo Núcleo Núcleo deAudioVisual do Jornal Correio/site Correio24Horas, pela série de reportagens intitulada Tempo Perdido, foi ainda Coordenadora da Central de Jornalismo do Instituto de Radiodifusão Educativa da Bahia – IRDEB e atualmente, desenvolve projetos para a HBOMax pelas produtoras Paranoïd BR e Floresta. CURRÍCULO CULTURAL – RAFAEL CARVALHODoutor e Mestre pelo Programa de Pós-Graduação em Comunicação e Cultura Contemporâneas da Universidade Federal da Bahia (UFBA). Atualmente é docente do curso de Jornalismo na Universidade do Estado da Bahia (UNEB). Membro da Associação Brasileira de Críticos de Cinema (Abraccine), escreve para o Jornal A Tarde e para o site Moviola Digital como crítico de cinema e jornalista cultural. É curador de curtas-metragens do Panorama Internacional Coisa de Cinema e ministra oficinas e cursos de escrita crítica. Já fez parte dos júris oficiais de festivais como o CachoeiraDoc (2017) e da Mostra de Cinema Tiradentes (2018), dentre outros. É um dos organizadoresdo cineclube virtual Segundo o Cinema. CURRÍCULO CULTURAL – JOÃO PAULO BARRETOJoão Paulo Barreto é jornalista, tradutor e crítico de cinema. Colabora para o Jornal A Tarde e para o site Scream & Yell, tendo, também, textos assinados na Revista Continente. Desde 2012, integra a equipe de curadoria do Panorama Internacional Coisa de Cinema e de tradução das obras estrangeiras exibidas no festival. Co-assinou a curadoria do livro Na Poeira da Estrada, coletânea que reúne textos do crítico João Carlos Sampaio. Membro da Associação Brasileira de Críticos de Cinema (Abraccine), é um dos autores com textos publicados nos livros Animação Brasileira - 100 Filmes Essenciais, Curta Brasileiro 100 Filmes Essenciais e Cinema Fantástico Brasileiro - 100 Filmes Essenciais, lançados pela associação. CURRÍCULO CULTURAL – GENESIS NASCIMENTOGênesis Nascimento é um realizador audiovisual, curador e roteirista baiano formado em Cinema e Audiovisual na UFRB. Gênesis Nascimento fundou a produtora Tribuzana Filmes e integrou a equipe dos longas metragens “Café com Canela”, “Ilha”, “Até o Fim”,“Voltei” na equipe de produção e elenco e “Na Rédea Curta” na produção e roteiro. Na direção, junto com o coletivo Feito a Facão realizou cinco curta-metragens, entre eles “Fervendo” (2017) e admin/admin (2017) que circularam que mais de 54 festivais decinema. Gênesis é curador do Festival Internacional Panorama Coisa de Cinema; também foi curador e cineclubista do Cineclube Mário Gusmão.Gênesis trabalha com cinema e educação ministrando oficinas e com outros projetos de ensino. Se destacam sua participação da produção e curadoria do coletivo LES em que trabalhou durante três anos ministrando oficinas de cinema no Complexo Penal de Feirade Santana; oficinas junto ao coletivo Feito a Facão e diversas outras oficinas de formação audiovisual. Recentemente fundou a plataforma Cartografia do Cinema no Recôncavo, um projeto voltado para discussão da preservação do cinema. O projeto é voltado para o resgate, pesquisa, catalogação e exibição de filmes do Recôncavo Baiano de 1923 a 1989. CURRÍCULO CULTURAL – RAFAEL SARAIVARafael Saraiva, após uma graduação em Ciência da Computação, decidiu trilhar novos e imprevisíveis caminhos na área do audiovisual. Integra a equipe do Panorama desde a sua oitava edição (2012), especialmente nas funções de curador, assistente de produçãoe projecionista.Também participou dos cineclubes Animassa e Glauber Rocha, dois projetos dedicados ao cineclubismo na cidade, e da mostra de cinema Cine Horror, especializada em cinema fantástico.Nas horas vagas, atua traduzindo e legendando filmes variados
PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.