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PRONAC 2317499Autorizada a captação total dos recursosMecenato

Circuito de Arte e Cultura Contemporânea (CACCO) - 2ª edição

GEOVANA FERNANDES GRUNAUER
Solicitado
R$ 163,8 mil
Aprovado
R$ 161,4 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Exposição Cultural / Artística
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Programa de Patrocínios Banco do Nordeste - CULTURAL 2023/2024
Ano
23

Localização e período

UF principal
RN
Município
Natal
Início
2024-04-08
Término
2026-12-28
Locais de realização (2)
Fortaleza CearáNatal Rio Grande do Norte

Resumo

A 2ª edição do Circuito de Arte e Cultura Contemporânea (CACCO) será um ciclo de eventos, na cidade de Natal/RN, pensado para ativar o circuito de arte contemporânea nas mais diversas linguagens das artes visuais. O circuito busca, também, construir diálogos com temas contemporâneos essenciais à sociedade como sustentabilidade, igualdade de gênero e promoção do acesso à arte e às diversas discussões desta decorrente.

Sinopse

O segundo Circuito de Arte e Cultura Contemporânea tem como objetivo expandir seus horizontes de atuação, pensando a região Nordeste como seu potencializador criativo. Nesse sentido, ?Nordestes Plurais? é a linha norteadora desse ciclo, que busca pensar as diversas realidades dessa região dentro do recorte de produções e pensamentos contemporâneos, de forma a contrastar com o frequente viés interpretativo que a põe em uma posição de homogeneidade. Nesse prisma, parte-se da intenção de estabelecer uma conversa sobre as produções contemporâneas das artes visuais e da cultura no Nordeste, que vão para além dos estereótipos visuais reforçados pela mídia hegemônica e pelo imaginário popular. A linha de ação da segunda edição do circuito parte da ideia de que já existem produções e produtores que realizam trabalhos dentro de noções de diversidade de identidades em todos os níveis de desenvolvimento. Tais agentes urgem por espaços férteis e oportunidades de encontro, não apenas para crescerem conjuntamente, como também para serem legitimados perante o sistema artístico e crescerem em público, de forma a introduzir uma nova visualidade do que pode ser e do que vem a ser o nordeste nos dias de hoje. O circuito contará com duas exposições que disporão da presença de mediadores voluntários para auxiliar nas ações de arte-educação para visitas de turmas de escolas e do público em geral. A primeira exposição, sediada no Museu Café Filho, apresentará a produção de artistas visuais integrantes do CACCO. A curadoria também será desenvolvida por membro do núcleo organizador, com a intenção de evidenciar e apresentar os trabalhos dos jovens artistas produtores do evento. A segunda exposição será sediada inicialmente na Pinacoteca do Estado do Rio Grande do Norte, em Natal, e posteriormente no Espaço Cultural do Banco do Nordeste, em Fortaleza. Esta exposição será estabelecida a partir de uma convocatória pública e regional e contará com a participação de vinte artistas e três curadores convidados. O tema central será "Nordestes Plurais", jogando luz para as diversas realidades nordestinas e suas produções no contexto da arte contemporânea. Serão selecionadas obras de arte dentro dos processos de arte multimídia, performance, instalação, tridimensional, pintura, colagem, fotografia, processos híbridos, dentre outras formas de produção de visualidade artística. Durante o circuito, serão realizadas projeções públicas de videoarte e fotografia em espaços urbanos de alta circulação, como o "beco da lama", no centro histórico da cidade do Natal, e próximo à própria Pinacoteca do Estado. Estas projeções serão organizadas a partir de duas chamadas públicas que serão curadas por corpo de curadores contratados a partir do projeto. O objetivo é ativar espaços públicos de circulação e promover a arte na comunidade. Válido ressaltar que o Museu Café Filho e a Pinacoteca se tratam de prédios vizinhos, localizados no centro histórico da cidade, o que potencializa a ideia de Circuito e a visitação de ambas as exposições. Ademais, pretende-se com o projeto promover a circulação das exposições produzidas, as quais serão ainda montadas e ficarão concomitantemente em cartaz no Centro Cultural Banco do Nordeste de Fortaleza-CE. Para as atividades de arte-educação, serão realizadas sete oficinas de diferentes linguagens, com duração de oito horas cada. Estas oficinas serão ministradas pelos integrantes do CACCO e serão direcionadas a públicos especializados e não especializados. As oficinas em questão são: "Materiais e Processo Criativo em Produção Tridimensional"ministrada por Janderson Azevedo Partindo de referenciais da arte contemporânea brasileira dentro do campo tridimensional, como Hélio Oiticica e Lygia Clark, a oficina tem por intenção dispor materiais de descarte, de construção e/ou de reuso para propor o desenvolvimento e a elaboração de experimentações a partir destes materiais, a fim de gerar um processo criativo e de fruição com os participantes. A oficina se dividirá em 2 encontros de forma teórico-prática. "Poéticas Fotográficas Contemporâneas"ministrada por João Oliveira A oficina possui uma metodologia aplicada na análise de referências fotográficas e leitura coletiva de fotografias enviadas pelos participantes. Serão debatidos temas como: intencionalidade na produção fotográfica, composição fotográfica, narrativa visual, a poéticana produção e pós-produção fotográfica. Passaremos por diversos trabalhos de fotógrafos e fotógrafas, sua repercussão e possibilidades a partir de um olhar contemporâneo para a fotografia. A dimensão prática se dará a partir da experimentação e exercícios de desenvolvimento da linguagem fotográfica. "Provocações do gênero na arte"ministrada por Geovana Grunauer Provocações de gênero na arte consiste em uma oficina de abordagem teórica que se propõe a discutir os atravessamentos de gênero ao longo da história da arte. A partir de alguns recortes sociais, a oficina busca incitar um pensamento crítico em torno das mais diversas produções artísticas, ao passo que busca investigar as estruturas políticas imbricadas nesse campo de estudo e de como essas camadas afetam as diferentes formas de se fazer arte. Dentre outras 3 a ser planejadas e melhor estruturadas na fase de pré-produção

Objetivos

O CACCO: Circuito de Arte e Cultura Contemporânea é um ciclo de eventos projetado para ativar a cadeia produtiva das Artes Visuais da cidade do Natal-RN e na Região Nordeste do Brasil, estabelecendo diálogos com temas contemporâneos essenciais à sociedade como sustentabilidade, igualdade de gênero e direito à cidade. O circuito intenciona ativar as redes de espaços e agentes culturais, envolvendo desde artistas, produtores, empreendedores criativos e locais de circulação artística, até moradores da cidade, turistas e entusiastas da arte e da cultura contemporânea, a fim de difundir a produção artística contemporânea entre as mais diversas esferas sociais. Enquanto objetivos específicos, pauta-se: A) Produto FESTIVAL: REALIZAR a segunda edição do "CACCO: Circuito de Arte e Cultura Contemporânea" aberta a artistas nordestinos e para o público na cidade de Natal-RN e sua região metropolitana, além de sua circulação em Fortaleza-CE, com duração de um mês e atividades aos finais de semana. Promover a convocatória "Nordestes Plurais", destinada a selecionar 20 artistas visuais nordestinos e nordestinas para participação de uma exposição coletiva, a realizar-se na cidade de Natal-RN, na Pinacoteca do Estado do Rio Grande do Norte, com itinerância em Fortaleza-CE, no Centro Cultural do Banco do Nordeste. B) Produto CURSO/OFICINA/ESTÁGIO: realizar durante 1 mês 7 diferentes oficinas gratuitas, de caráter teórico-prático em Artes Visuais com temas congruentes à arte contemporânea, com duração de 8 horas cada, com aulas em 2 vezes na semana por 2 semanas, totalizando 28 aulas de 8h/a durante a execução do projeto. C) Produto EXPOSIÇÃO DE ARTES: realizar duas exposições coletivas com artistas visuais contemporâneos residentes no nordeste brasileiro escolhidos por convocatória em 2 cidades. A exposição ficará disponível para visitação durante 30 dias em cada cidade, aberta de segunda a sábado.

Justificativa

O projeto Circuito de Arte e Cultura Contemporânea (CACCO), em sua segunda edição, propõe uma ruptura dentro do imaginário coletivo do que se constitui por arte nordestina. Contrapondo uma visão reducionista que paira sobre a produção artística da região que tende a ser homogênea, caricata e estigmatizante, a segunda edição do circuito pretende esgarçar uma figuração já legitimada, abrindo espaço para que visões contemporâneas habitem o cenário artístico nordestino. Através de exposições, oficinas e debates ofertados ao público, o projeto norteia-se pela intenção de desconstruir um olhar prefigurado. Assim, é exposto à sociedade aquilo que está sendo produzido e pensado na contemporaneidade nordestina no âmbito das artes visuais, promovendo, portanto, ações arte educativas ligadas ao desenvolvimento de senso crítico e estético, bem como ao estímulo à criatividade e ao pensamento político dentro das artes. Nesse prisma, o circuito se propõe a ativar as redes de espaços e agentes culturais dos núcleos de Natal-RN e Fortaleza-CE, envolvendo desde artistas, produtores, empreendedores criativos e locais de circulação artística, até moradores da cidade, turistas e entusiastas da arte e da cultura contemporânea. Dessa forma, o circuito estará contribuindo para a inclusão social e para o fortalecimento das cadeias produtivas no setor das artes, uma vez que ampliará as redes de atuação ao introduzir artistas emergentes ao cenário institucional. Esse movimento de inserção, tanto nas discussões atuais da arte, quanto dentro do sistema, implica em relevante contribuição para a economia criativa por estimular a liberdade de expressão artística por meio da legitimação desses artistas, os quais apresentam ao público olhares contemporâneos sobre o panorama das artes visuais e da própria sociedade. Além disso, o projeto prevê atividades práticas educativas de classificação indicativa livre e sem custos, voltadas também para públicos não especializados, com oficinas, exposições e projeções, promovendo a formação de novos públicos e o acesso de jovens e crianças em idade escolar à programação cultural de suas localidades. As oficinas integrantes da programação do circuito serão voltadas para o desenvolvimento de práticas que promovam o enriquecimento do repertório dos participantes e dos artistas visuais, de forma a impactar seus empreendimentos e suas atuações positivamente. Dessa maneira, a proposição de oficinas formativas, as quais englobam diferentes níveis de cadeia produtiva dentro do sistema da arte, sinaliza a importância dada pelo projeto à qualificação do profissional da cultura e das artes visuais. Outro pilar do presente projeto a ser ressaltado é a importância que tem em realizar a circulação de trabalhos artísticos visuais, seja com a convocatória aberta que visa a apresentar diversos artistas nordestinos ao público potiguar, seja com a itinerância das duas exposições produzidas para a capital cearense. Com isso, além de ativar uma das sedes dos Centros Culturais do Banco do Nordeste, levará ainda as expressões artísticas contemporâneas produzidas no Rio Grande do Norte e na região Nordeste, para mais este espaço. Assim, a proposta do CACCO se enquadra na Lei 8313 principalmente nos seguintes incisos do Art. 1°:I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais;II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais;III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores;VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; e IX - priorizar o produto cultural originário do País. Em relação ao Art. 3° da referida norma, como forma de cumprir as finalidades acima elencadas, o evento se enquadra nos seguinte incisos:II - fomento à produção cultural e artística, mediante:c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore.IV _ estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante:a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos;

Estratégia de execução

CACCO — CIRCUITO DE ARTE E CULTURA CONTEMPORÂNEA 2ª edição PROGRAMAÇÃO DE NATAL/RN Mês 4 Dia 1 (quinta-feira), à noite — Vernissage exposição CACCO Sábados, manhãs — Oficina 1 a definir Dia 8 (quinta-feira), à noite — Vernissage exposição “Nordestes Plurais” Sábados, tardes — Oficina “Materiais e Processo Criativo emProdução Tridimensional”, por Janderson Azevedo Sábados, tardes — Oficina "Territórios Políticos na Arte", porEduardo Dias Mês 5 Sábados, manhãs — Oficina 2 a definir Sábados, manhã e tarde — Oficina "Poéticas FotográficasContemporâneas", por João Oliveira Sábados, tardes — Oficina "Provocações do gênero na arte",por Geovana Grunauer PROGRAMAÇÃO DE FORTALEZA/CE Mês 6Primeira sexta-feira — Vernissage exposição “CACCO”Primeira sexta-feira — Vernissage exposição “Nordestes Plurais”Último sábado — Último dia das exposições em cartaz

Especificação técnica

A 2ª edição do Circuito de Arte e Cultura Contemporânea (CACCO) será um ciclo de eventos pensado para ativar o circuito de arte contemporânea nas mais diversas linguagens das artes visuais. O circuito busca, também, construir diálogos com temas contemporâneos essenciais à sociedade como sustentabilidade, igualdade de gênero e promoção do acesso à arte e às diversas discussões desta decorrente. O circuito intenciona ativar as redes de espaços e agentes culturais, envolvendo desde artistas, produtores, empreendedores criativos e locais de circulação artística, até moradores da cidade, turistas e entusiastas da arte e da cultura, a fim de difundir a produção artística contemporânea entre as mais diversas esferas sociais. Dentre as atividades propostas para essa edição, destacam-se exposições, oficinas, rodas de conversa e projeções, as quais serão desenvolvidas a partir de convocatórias abertas a artistas residentes no estado do Rio Grande do Norte, bem como de todo o Nordeste. Serão ainda desenvolvidas atividades práticas e formativas dentro do contexto de arte-educação voltadas para além dos agentes culturais, abraçando também o público não especializado. O CACCO, que já existia anteriormente como coletivo, e atualmente está em processo de formalização enquanto Associação Cultural. Lançou-se como projeto de Circuito artístico, em sua primeira edição, com apoio do edital de Economia Criativa 2022 do SEBRAE RN. Contou com duas exposições, uma organizada pelo CACCO por meio de convite a relevantes artistas potiguares e outra por meio de convocatória aberta; 5 oficinas que atenderam aproximadamente 10 jovens cada; e 2 projeções abertas com apresentação de portfólio de artistas emergentes. O CACCO 1ª Edição teve uma valiosa importância pelos processos de trocas imbricadas em sua produção, constituindo uma experiência rica em partilha de conhecimentos e promoção de oportunidades, tanto através do network gerado, quanto pelos resultados obtidos durante e posteriormente à sua produção. Foram recebidas cerca de 20 inscrições de pessoas interessadas em cada uma das 5 oficinas ofertadas ? totalizando 100 inscrições nestas atividades ?, além de circulação de aproximadamente 200 pessoas que visitaram cada exposição. Outrossim, para consecução das atividades previstas, além da contratação de 2 empresas de economia criativa a partir do edital do SEBRAE RN, o Circuito envolveu o trabalho de 10 agentes culturais, remunerou mais 14 artistas cujas obras foram selecionadas para as exposições. O calendário total de atividades movimentou 3 espaços culturais independentes da cidade, a constar, o recém inaugurado espaço de artes visuais Ateliê 2040; o Mahalila Café e Livros; e o Margem Hub, recém reaberto no bairro de Lagoa Nova, Natal-RN.

Acessibilidade

PRODUTO:FESTIVALACESSIBILIDADE NO ASPECTO ARQUITETÔNICO:Todos os locais já possuem estrutura como corrimões, rampas e banheiros adaptados.ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES VISUAIS: Audiodescrição em todas as sessões.ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES AUDITIVOS: Intérprete de libras em todas as sessões.ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES INTELECTUAIS: monitores treinados para auxiliar esse público em todas as sessões. PRODUTO: OFICINASACESSIBILIDADE NO ASPECTO ARQUITETÔNICO: Todos os locais já possuem estrutura como corrimões, rampas e banheiros adaptados.ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES VISUAIS: Linguagem oral e Audiodescrição em todas as sessões.ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES AUDITIVOS: Intérprete de libras.ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES INTELECTUAIS: Monitores e equipe treinada para atendimento a esse público no que for necessário. PRODUTO: EXPOSIÇÃO DE ARTES: ACESSIBILIDADE NO ASPECTO ARQUITETÔNICO: Todos os locais já possuem estrutura como corrimões, rampas e banheiros adaptados.ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES VISUAIS: Linguagem oral e Audiodescrição das obras por monitor.ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES AUDITIVOS: A exposição de obras visuais é acessível ao público surdo e ensurdecido.ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES INTELECTUAIS: Monitores e equipe treinada para atendimento a esse público no que for necessário. A acessibilidade na planilha orçamentária será ainda por meio de um Monitor.

Democratização do acesso

O projeto contará com programação inteiramente gratuita, no Museu Café Filho e na Pinacoteca do Estado do Rio Grande do Norte, equipamentos públicos, localizados no central bairro da Cidade Alta, importante centro histórico da cidade de Natal/RN, com infraestrutura física e comunicacional pensada de modo a facilitar o acesso dos moradores locais, bem como de pessoas vindas de diversos pontos da cidade. Ademais, a programação da exposição principal seguirá para o Centro Cultural do Banco do Nordeste em Fortaleza/CE, o qual também receberá o público de forma gratuita e acessível. Um diferencial do projeto será a abordagem online, com publicações que comuniquem bem do que se trata e toda a abertura a receber pessoas interessadas em fotografia ou curiosas sobre artes e exposições, mesmo que não tenham qualquer experiência na área. Ainda, o projeto contará com equipe educativa que se conectará com escolas do entorno para receber e realizar visitas guiadas a estudantes da rede básica de ensino, bem como mediar visitações em geral. Por fim, o projeto terá programação de classificação indicativa livre, buscando atender um público abrangente e plural, contando com recursos diversos de inclusão e acessibilidade, atingindo especialmente pessoas com interesse ou curiosidade pela fotografia e pela arte, além de ter uma forte ênfase para o público adolescente e jovem. A partir de uma leitura decolonial, o projeto se propõe a ser um espaço aberto à diversidade e pluralidade cultural, englobando a participação de pessoas LGBTQIA+, mulheres e pessoas racializadas em todas as esferas de atuação do projeto, desde a equipe de produção até aos(às) artistas selecionados(as). Nota-se, também a abertura para que debates e produções artísticas contemporâneas que tratam sobre temáticas diversas, produzidas por sujeitos e sujeitas marginalizadas na sociedade, tenham a possibilidade de encontrar um canal de circulação e reverberação social de seus trabalhos, pesquisas artísticas e vivências pessoais. No mais adotará: "Art. 28. Em complemento, o proponente deverá prever a adoção de, pelo menos, uma das seguintes medidas de ampliação do acesso:I - doar 10% (dez por cento) dos produtos resultantes da execução do projeto para distribuição gratuita com caráter social, além do previsto inciso II do art. 27, totalizando 20% (vinte por cento);II - ampliar a meia entrada de que trata o § 3º do art. 27, em todos os ingressos comercializados, para pessoas elegíveis e não contempladas com a gratuidade de caráter social referida no inciso II, caput do art. 27;IV - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino, e de outros eventos referente ao produto principal;"

Ficha técnica

Geovana GrunauerCoordenação Geral Geovana Grunauer nasceu em Natal/RN, no ano de 1996 e tem formação em Licenciatura em Artes Visuais pela Universidade Federal do Rio Grande do Norte. É microempreendedora individual, desenvolvendo atividades em Economia Criativa como artista visual, além de agenciar artistas, comercializar obras de arte, trabalhar com edição de vídeos, arte educação, design gráfico, edição e ilustração para a publicação de livros, principalmente livros de artista e de Artes Visuais, e produção cultural, em especial, para a execução de exposições, feiras e projetos de arte contemporânea e artes visuais.Produziu e coordenou a 1ª edição do Circuito de Arte e Cultura Contemporânea - CACCO, selecionado pela iniciativa do Edital de Economia Criativa do SEBRAE RN em 2022, durante o segundo semestre do mesmo ano. Durante a primeira edição a proponente atuou não somente na coordenação do projeto como também ofertou a ?Oficina Introdutória à Pintura com Tinta Óleo?, pelo Ateliê 2040, espaço parceiro integrante da programação da edição inicial do circuito.Enquanto experiências relevantes da proponente, em 2019, foi palestrante convidada pela professora Susana Guerra a integrar a mesa redonda ?Três mulheres na arte?, na ação de extensão vinculada ao Departamento de História da UFRN. Nesse mesmo ano, teve sua instalação ?Inquietações plurais? contemplada na exposição ?60 anos 60 olhares: ensaios visuais? no NAC/UFRN e na publicação homônima, organizadas por Elizabeth Romani e Bettina Rupp. No ano de 2020, participou da exposição ?Confluências? no Museu Câmara Cascudo, sob curadoria de Estrela dos Santos. Em 2021, participou da exposição coletiva ?Expo contemporânea 2021? promovida pelo Duas Estúdio, em Natal/RN.Suas proposições artísticas delineiam caminhos críticos que percorrem questões de gênero, de libertação animal entre outras instâncias sociais e institucionais, estabelecendo um elo entre essas esferas com inquietações íntimas. Obs. A proponente á, ainda, a responsável pela gestão do processo decisório, incluindo atividade técnico-financeira, como coordenadora geral terá também, então, a atribuição de gestora do presente projeto e dos recursos para sua realização. Paula LimaCoordenação de Produção Paula Lima é bacharela em Direito (UFRN/2018), advogada e produtora cultural. Participou de cursos de formação no Instituto Nacional de Propriedade Intelectual (INPI), na Fundação Democrito Rocha (CE) e na Fundação Joaquim Nabuco (FUNDAJ/MEC). Possui experiência em produção cultural, enquanto gestora de projetos culturais, área em que atua no Margem Hub desde o surgimento do Espaço Cultural em 2018. Presta ainda assessoria e consultoria jurídica para o setor da economia criativa.É membro da Rede de Produtores Culturais da Fotografia no Brasil e sócia do Margem Hub, onde tem se especializado em curadoria, produção e assessoria em projetos de fotografia e artes visuais. Desenvolveu atividades de curadoria das exposições ?Mangue Pesqueiro?, de João Oliveira (2018); ?Corpo Desabrigo?, de André Chacon e Pablo Vieira (2019); "Corpo-abandono", de Zé Lucas (2020); "Olhe para trás", uma das exposições coletivas do Maré Foto Festival (2021); "Fluxo Contínuo", de Erick Attos, Everson de Andrade, Filipe Silva, João Oliveira e Sofia Bauchwitz (2021); e "Onde se esqueceu de lembrar", de João Oliveira (2022).Desenvolveu ainda os projetos culturais ?Fotografia em Debate?, no qual foi uma das debatedoras na edição de março de 2019; "Imagem em Diálogo" (2020); Prêmio Margem de Fotografia, no qual co-organizou o fotolivro "Atlas da Fotografia Emergente Potiguar" (2020); "Ocupação-Patrimônio" (2021); "Mostra Refúgios: Feira de Fotografia" (2021); "Maré Foto Festival" (2021); "Jornada Margem de Educação Visual" (2021); e "CACCO: Circuito de Arte e Cultura Contemporânea" (2022), dentre outros.Por meio de sua atuação visa dar destaque à fotografia autoral potiguar, articulando ações de difusão e circulação bem como projetos com ações de formação em fotografia, processos de criação nas artes visuais e empreendedorismo criativo. Eduardo DiasCoordenação de Programação Eduardo Dias (1996) é artista visual e professor, licenciado em Artes Visuais pela Universidade Federal do Rio Grande do Norte. Em 2016, inicia seu percurso enquanto ativista vegano e passa a atuar no Coletivo Abolicionista ASA, em prol da libertação dos animais, até 2019, ao passo que entre 2018 e 2020 integra o projeto voluntário Sopa Vegan de auxílio a pessoas em situação de vulnerabilidade. Esses dois projetos redirecionam seu pensamento e fazer artísticos às relações e ao artivismo, explorando temas que envolvem veganismo, intimidade e vínculos. Trabalhou como mediador em Artes Visuais na Galeria do SESC-RN (2019); Produtor cultural e coordenador de comunicação e mídias na primeira edição do CACCO - Circuito de Arte e Cultura Contemporânea (2022) e tem atuado na esfera do ensino desde 2020. João OliveiraCoordenação Curatorial Fotógrafo e artista potiguar, desenvolve sua produção a partir da pesquisa de espaços e paisagens latino-americanas, patrimônio cultural e narrativas decoloniais contemporâneas. É bacharel em Direito (UFRN) e mestrando em antropologia (NAVIS/PPGAS/UFRN). Seu trabalho já circulou em exposições individuais e coletivas, bem como é autor do fotolivro "Onde se esqueceu de lembrar" (2021). Participou de festivais de fotografia, como o V Fórum Latino-Americano de Fotografia/Itaú Cultural (SP), Foto em Pauta - Festival de Fotografia de Tiradentes (MG), Pequeno Encontro da Fotografia (PE) e Solar Foto Festival (CE). Em 2018 fundou o Margem Hub, espaço cultural dedicado à fotografia e à arte contemporânea em Natal/RN. Hoje, atua também como educador visual e na diretoria do espaço. No campo da produção cultural, esteve na equipe de coordenação do Prêmio Margem de Fotografia 2020 e Maré Foto Festival (RN). É membro da Rede de Produtores Culturais de Fotografia do Brasil e do Fórum Potiguar de Cultura. Janderson AzevedoAssistência de Produção e Montagem Janderson Azevedo é potiguar, artista visual, performer, produtor cultural e micro-empreendedor especialista em arte contemporânea, montagem, marcenaria e molduraria, além de atuar em consultoria de materiais específicos à produção de obras de arte. Sua experiência como artista visual e montador, assim como de atuação no planejamento logístico de eventos culturais, passa por diversas exposições, instalações e uma residência artística, destacando-se as exposições e instalações: Dexobjeto (2018, RN), Vamos de Mãos Dadas (2018, PB), Fluxo Contínuo (2021, RN), ZEITGEIST 3.0 (2022, RN), MEMBRANA (2022, RN), EXP1: Estopim e EXP2: Estilhaço (2022, RN) e a residência artística do projeto Panapaná (2018, PB). Como produtor cultural atua na pesquisa, contato e orçamento com fornecedores das demandas de insumos, materiais e serviços dos projetos nos quais está envolvido, viabilizando a logística das etapas de pré-produção, produção, montagem, transportes, cuidados especiais com obras e demais etapas e especificidades de sua área de atuação.

Providência

PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.