| CNPJ/CPF | Nome | Data | Valor |
|---|---|---|---|
| 07237373000120 | BANCO DO NORDESTE DO BRASIL SA | 1900-01-01 | R$ 70,0 mil |
Realização do festival de fotografia"Maré Foto Festival" com exposição de fotografias, palestras e oficinas.
A segunda edição deste festival de fotografia se dará por meio de uma intensa programação de 5 (cinco) dias de atividades abertas ao público e gratuitas. No campo da formação, o projeto compreende 3 (três) oficinas com fotógrafos, educadores e artistas visuais reconhecidos no circuito da arte. Cada oficina terá 6 (seis) horas de carga horária, com um limite de 20 (vinte) participantes em cada atividade formativa, com público-alvo correspondente a jovens de 15 (quinze) a 30 (trinta) anos, fotógrafos emergentes e população de Natal em geral - totalizando até 60 (sessenta) vagas em processos de formação. As oficinas abordarão: processos criativos com fotografia, narrativa visual e ensaios fotográficos; autopublicação de fotolivros; processos analógicos em fotografia. Já no campo do fomento, fruição e circulação da fotografia autoral, o Festival realizará convocatórias para participação de fotógrafos, fotógrafas e artistas visuais em 2 (duas) noites de Mostra e orientação de portfólios, e ainda para as atividades de projeções e exposições fotográficas - uma para composição de intervenções ao ar livre, outra para o espaço de galeria. Ademais, serão realizadas 6 (seis) palestras e mesas de diálogo sobre fotografia na contemporaneidade em espaços com capacidade para receber pelo menos 100 (cem) pessoas. Todas as atividades terão classificação indicativa livre, a fim de promover a aproximação com o público jovem e a comunidade no entorno. A Mostra e Orientação de portfólios será uma atividade coletiva, dividida em 2 (dois) momentos, o primeiro no qual 12 (doze) artistas selecionados(as) por convocatória própria para esta programação apresentarão em uma das noites do festival seus trabalhos projetando-os para o público em geral e, após, haverá reunião paralela de 2 (dois) grupos com 6 (seis) artistas cada para diálogo coletivo com um(a) curador(a) convidado(a) por grupo, o(a) qual contribuirá com críticas para o engrandecimento das produções e projetos apresentados. Outro destaque do projeto é que as oficinas serão realizadas com profissionais de renome da fotografia, visando ofertar esse espaço de formação para o público e para a comunidade artística que estará presente no festival. As atividades se estenderão durante todo o dia, por 5 (cinco) dias de festival e contarão ainda com programação de visitas guiadas pelas manhãs e discotecagem para integração e socialização da comunidade em algumas noites do evento. Todas as atividades do projeto terão classificação indicativa livre. Cada uma das 6 (seis) oficinas a ser realizadas terão um dos seguintes tópicos como ponto de partida: processos criativos com fotografia; autopublicação de fotolivros; fotografia e literatura; fotografia latinoamericana; processos analógicos em fotografia; narrativa visual e ensaios fotográficos; e ficções e realidades na fotografia contemporânea. É válido ressaltar que, em virtude do formato escolhido para execução deste projeto e pensando em sua operacionalização e executabilidade, os nomes específicos de convidados, bem como os resumos de cada palestra, oficina e exposição em si, serão definidos posteriormente ao resultado da presente seleção, em planejamento da equipe do projeto, visando um processo mais rápido e ágil, além de adequação da disponibilidade dos convidados à agenda do Maré Foto Festival, no sentido de evitar problemas como cancelamentos de participação ou atrasos para a realização do projeto. Desse modo, a definição mais específica da programação detalhada se dará na fase de pré-produção, conforme o cronograma do projeto, dentro dos prazos aqui descritos, do mesmo modo em que realizado na primeira edição do festival, aprovada em primeiro lugar no edital voltado a festivais de artes visuais da Lei Aldir Blenc/RN, já coordenada pela proponente. Válido ressaltar que ao longo de cerca de 5 (cinco) anos de experiência na área de produção cultural, esta proponente já realiza e participa anualmente de ao menos um projeto produzido a partir de convocatória.
Objetivo geral: - O Maré Foto Festival busca valorizar a cultura brasileira por meio da promoção e valorização da fotografia emergente, destacando a cena pulsante da fotografia no nordeste brasileiro. Assim, relaciona-se com a redação do artigo 2º do Decreto 10.755/2021, do qual extrai-se as finalidades de programas, projetos e ações culturais que serão apoiadas na execução do PRONAC, que em seu inciso I prevê: "I - valorizar a cultura nacional, consideradas suas várias matrizes e formas de expressão". A partir do atual contexto da fotografia e das artes visuais, como uma das matrizes e formas de expressão cultural do país, ressalta-se que este projeto tem como finalidade geral lançar luzes para a cena pujante da fotografia existente no nordeste brasileiro, em especial no estado do Rio Grande do Norte, a fim de gerar a possibilidade de ricas trocas entre produtores e agentes da linguagem fotográfica e inserir novos sujeitos na cadeia produtiva da fotografia, o que se relaciona ainda ao inciso III: "viabilizar a expressão cultural de todas as regiões do País e sua difusão em escala nacional". Entende-se que, com a formação artística e de públicos e mercados, contribuirá para a consolidação do Nordeste como um importante território de uma nova e pulsante fotografia autoral brasileira, fortalecendo a cena da fotografia desta região a nível nacional e trazendo para o Rio Grande do Norte produtores dos mais diversos estados do país. Este projeto propõe a realização da segunda edição do "Maré Foto Festival". Entre os momentos reservados à reflexão, à fruição e ao debate da fotografia e da imagem no mundo contemporâneo estão: exposições, projeções, instalações ao ar livre com impressões fotográficas em lona (plotagem) montadas em estrutura metálica e fotografias em tecidos de grande formato posicionados na área externa do Complexo Cultural da Rampa, além de ação de mostra de portfólios e mesas/palestras sobre fotografia. Nesse sentido, o projeto contempla ainda os incisos: V - incentivar a ampliação do acesso da população à fruição e à produção dos bens culturais; VII - desenvolver atividades que fortaleçam e articulem as cadeias produtivas e os arranjos produtivos locais que formam a economia da cultura; XIV - apoiar as atividades culturais de Belas Artes; XVI - apoiar atividades com outras finalidades compatíveis com os princípios constitucionais e os objetivos estabelecidos pela Lei nº 8.313, de 1991(...). Objetivos específicos: a) Produto FESTIVAL/MOSTRA: Promover a segunda edição do Maré Foto Festival com 5 (cinco) dias de programação gratuita de exibição e distribuição dos produtos abaixo descritos; b) Produto EXPOSIÇÃO DE ARTES: Realizar 2 (duas) exposições de fotografias selecionadas por comissão de curadoria a partir de convocatórias abertas, que ficarão em cartaz no Complexo Cultural da Rampa em Natal-RN por 45 dias, abertas à visitação de terça à domingo, e no Centro Cultural do Banco do Nordeste em Fortaleza-CE por 45 dias, abertas à visitação de quarta à domingo. c) Produto CATÁLOGO: Produzir, publicar e distribuir um catálogo impresso com tiragem de 1.500 (mil e quinhentos) exemplares. d) Produto SEMINÁRIO/SIMPÓSIO/ENCONTRO/CONGRESSO/PALESTRA: Realizar 6 (seis) palestras sobre fotografia no auditório com capacidade para cerca de 150 (cento e cinquenta) pessoas. e) Produto CURSO/OFICINA/ESTÁGIO: Ofertar 6 (seis) oficinas sobre fotografia contemporânea com fotógrafos, educadores ou artistas visuais a convidar, com 6 (seis) horas de carga horária cada, divididas em 2 (dois) dias na semana, e um limite de 20 (vinte) participantes em cada atividade formativa - totalizando até 120 (cento e vinte) vagas em atividades de formação de curta duração. f) Produto APRESENTAÇÃO MUSICAL: Realizar 5 apresentações musicais/discotecagens com entrada gratuita durante os 5 (cinco) dias do festival.
Inicialmente, salienta-se que este projeto tem uma importância fundamental para o fortalecimento da fotografia produzida no nordeste e ao acúmulo acerca da sociedade contemporânea, baseada na visualidade enquanto epicentro das relações sociais, especialmente nas redes sociais, da comunicação e da arte. Propõe-se, então, pensar a fotografia para além do registro, justamente enquanto essa linguagem polifônica. O Festival tem um caráter inovador, ao fortalecer esse tipo de iniciativa e momento de reflexão na região do nordeste brasileiro, posto que a grande concentração dos projetos de festivais de fotografia e artes visuais incentivados acontecem na região sudeste do país. Outra marca que o distingue enquanto um evento democrático é o fato de todas as atividades da programação acontecerem de forma gratuita e a partir de convocatórias abertas, o que provoca uma reoxigenação do circuito de arte e contato do público com quem está desenvolvendo sua produção artística nos dias atuais. Assim, afirma-se que a realização da 2ª edição do Maré Foto Festiva se enquadra na Lei 8313 principalmente nos seguintes incisos do Art. 1°:I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais;II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais;III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores;VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; e IX - priorizar o produto cultural originário do País. Em relação ao Art. 3° da referida norma, como forma de cumprir as finalidades acima elencadas, o evento se enquadra nos seguinte incisos:II - fomento à produção cultural e artística, mediante:c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore.IV _ estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante:a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos; Aponta-se que o estado do Rio Grande do Norte, com sua relevante produção cultural, merece contar com um evento de fotografia com atividades diversas, o qual enfoca a produção artística cujo berço também são as "marés" do Nordeste, como outra matriz da vasta cultura desta região. Desenhou-se esta primeira edição presencial do evento de forma que possa impactar especialmente na formação de público e na valorização de fazedores da cultura locais, sem desconsiderar em sua programação a relevância de promover pontes e encontros com agentes de todo o território nacional, conforme iniciou-se em sua edição anterior, online. A seguir, discorre-se em tópicos alguns dos principais pontos que justificam e argumentam a necessidade de realização do festival via este Mecanismo de Incentivo a Projetos Culturais: Importância para a Economia CriativaO projeto fortalece a Economia Criativa, especialmente na fotografia, oferecendo atividades gratuitas de capacitação, democratizando o acesso à arte e educação visual. Dados de pesquisas, como o Mapeamento sobre Empreendedorismo Social e Criativo no Brasil, realizado entre 2019 e 2020 pelo British Council e pelo DICE, destacam a relevância do setor na geração de empregos para mulheres, jovens e LGBTQ+. Além disso, o Mapeamento SEBRAE de Economia Criativa do Nordeste aponta que 25% dos negócios criativos desta região têm como principal fundador jovens entre 18 e 29 anos. A fim de entender mais sobre a cadeia criativa da fotografia potiguar, em 2020, o Margem Hub realizou, com apoio do SEBRAE RN, da Rede de Produtores Culturais de Fotografia do Brasil, Bólide1050, Duas Estúdio e Editora Deu na Telha, além de patrocínio do SICOOB RN, o projeto "Atlas da Fotografia Emergente Potiguar", com publicação organizada pela proponente. Por meio deste, dentre outras ações, executou-se mapeamento com participação de 114 fotógrafos e artistas visuais, em que 53,1% afirmaram fotografar a menos de 5 anos. Perguntou-se também aos participantes acerca de sua atuação profissional e a maioria deles (33,9%) afirmaram ainda não trabalhar profissionalmente com fotografia, mas ter esse interesse; seguido por 25,2%, que trabalham ainda em outra área e têm na fotografia um complemento de renda; e por 19,1% de participantes que trabalham no setor da Economia Criativa e, dentre outras atividades, prestam serviços com a fotografia. Fomento à Fotografia e Artes Visuais Além de valorizar a fotografia produzida no nordeste, o festival estimula possibilidades transversais de uso e fruição da imagem fotográfica a fim de abordar questões necessárias ao pensamento estético, ético e político dos diversos sujeitos, movimentos e historicidades por meio da linguagem visual. O projeto constitui-se, ainda, como ferramenta que busca utilizar a fotografia para tratar de questões necessárias e urgentes para a sociedade contemporânea, como a preservação da memória popular e da história regional, questões ambientais, igualdade de gênero e étnico-racial. Assim, o festival contribui no processo de educação visual ancorado nos princípios da diversidade, igualdade e sustentabilidade - em conformidade com os objetivos do desenvolvimento sustentável estabelecidos pela Organização das Nações Unidas para o séc. XXI. Ressalta-se que este projeto busca inserir novos sujeitos na cadeia produtiva da fotografia, formar públicos e mercado, além de consolidar o nordeste brasileiro, especialmente o Rio Grande do Norte, como território de uma nova e pulsante fotografia autoral brasileira. Um evento em que, dentre as atividades propostas, serão realizadas exposições, projeções fotográficas, oficinas e palestras. As exposições decorrentes do festival ficarão em cartaz no Complexo Cultural da Rampa durante dois meses e, após período de visitação em Natal-RN, haverá circulação da exposição no Centro Cultural do Banco do Nordeste em Fortaleza-CE. Festivais de Fotografia no Brasil e no Mundo Tal forma de pensar o festival já vem de uma grande experiência testada por todo o Brasil. Nesse sentido, a REDE de Produtores Culturais de Fotografia do Brasil estima em seu recente relatório que: "Os festivais e encontros de fotografia que acontecem pelo Brasil são uma das principais ferramentas de difusão do fazer cultural na área da imagem. Nesta última década os eventos não só cresceram em número, como também mantiveram a realização contínua, e, através de ações com as prefeituras, estados e leis federais de incentivo a cultura já fazem parte do calendário das cidades envolvidas, integrando-se com os setores da educação e do turismo local. (...) Além de engajar profissionais característicos do setor, movimentam também os fluxos econômicos de setores relacionados, atingindo a economia formal e informal dos territórios onde se realizam".A principal referência internacional de festival de fotografia utilizada para pensar o "Maré Foto Festival" é o Phest (Festival Internazionale di Fotografia e Arte) que acontece na cidade (comune) italiana de Monopoli, localizada na região da Puglia. A principal característica conceitual usada como referência para o presente projeto é a interação com o meio ambiente litorâneo, do espaço da orla urbana enquanto suporte de intervenções e exposições fotográficas com respeito ao patrimônio cultural e ambiental. Ativação do Circuito do Turismo Cultural A segunda edição do Maré Foto Festival será realizada na cidade de Natal-RN, com circulação em Fortaleza-CE. Além de movimentar o circuito de fotografia nacional, com sua proposta "pé na areia", contribui para a consolidação de uma agenda turístico-cultural no Rio Grande do Norte. A inovação atrai não apenas entusiastas da fotografia, mas também turistas interessados em explorar Natal/RN, combinando turismo de natureza e cultural.
DA PRIMEIRA EDIÇÃO DO MARÉ FOTO FESTIVAL A primeira edição do “Maré Foto Festival” aconteceu em 2021 de forma online, devido ao contexto pandêmico. O projeto foi contemplado no Edital de Fomento à Cultura Potiguar da Lei Aldir Blanc RN, em primeiro lugar, na categoria de Festivais de Fotografia, que destinou o valor de R$25.000,00 (vinte e cinco mil reais) para a execução dos projetos. No total, foram 5 dias de atividades intensas, como oficinas, exposições, maratona de edição, mostras e orientações de portfólio e bate-papos com fotógrafos/as e artistas brasileiros/as. Lançamos para o Brasil esse novo festival feito no nordeste, descentralizado e democrático. Toda a programação foi gratuita e parte dela segue disponível online no canal do YouTube (https://www.youtube.com/@marefotofestival/playlists) do projeto e nas páginas de Facebook (https://www.facebook.com/marefotofestival) e Instagram (https://www.instagram.com/marefotofestival/) do Maré Foto Festival. Resumo dos números da 1ª edição do Maré Foto Festival: 5 dias de programação online e gratuita sobre fotografia;3 exposições virtuais;2 oficinas online;2 mostras e orientações de portfólio online;1 maratona de edição virtual;4 "bate-papos"/mesas redondas online sobre diversas temáticas no universo da fotografia; 1 encontro de coletivos de fotografia com a inscrição e participação de 9 coletivos nacionais, além de público geral interessado;187 inscrições na convocatória de exposições;120 inscrições para a Maratona de Edição, com seleção e edição narrativa de 5 projetos fotográficos (2 natalenses), além de participação de cerca de 60 pessoas nos encontros de edição;Aproximadamente 90 participantes somando as 2 oficinas realizadas;12 artistas selecionados e participantes nas mostras e orientações de portfólio online;21 postos de trabalho (remoto) diretamente gerados.
Serão realizadas 6 palestras de cerca de 1 hora de duração cada com os seguintes temas geradores: 1. Mesa/palestra de abertura do Maré Foto Festival - tema "É POSSÍVEL SONHAR"; 2. Palestra "Dos rios às marés", temática sobre as exposições do festival; 3. Palestra com tema sobre fotografia contemporânea; 4. Palestra com tema sobre fotografia, paisagem, meio ambiente e sustentabilidade; 5. Palestra sobre fotografia, diversidade e democratização da Arte; 6. Palestra sobre a fotografia brasileira produzida no Nordeste. Ressalta-se que neste momento não há como apresentar uma proposta mais detalhada, tendo em vista que não há definição de todos participantes, pelo que prevê confirmar agendas e convidados na fase de pré-produção. Faz-se o envio desta proposta a fim de que a proponente consiga concluir a etapa de captação e finalização da tramitação junto ao Ministério para homologação do projeto, garantir o recebimento do patrocínio pré-selecionado e iniciar as atividades deste no início de 2024. Para divulgação produzirá: - 1000 unidades de Folders da programação e informações gerais do evento em 4 dobras, 60x23cm, 4x4 cores, tinta escala em couchê fosco 150g; - 50 unidades de Cartazes de divulgação do evento em geral em formato A3 (29,7x42,0cm), 4 cores, papel couchê brilho 115g; - 1 unidade de Painel Backdrop Lona c/ ilhós (m²) com logo do evento e de patrocínio, tamanho 12m²; - 6 unidades de Bandeirolas Wind banner dupla-face, tamanho 2 metros de altura; Ademais, haverá a produção de uma exposição de aproximadamente 2 (dois) meses de duração para ser realizada no Complexo Cultural da Rampa, em Natal/RN que também circulará no Centro Cultural Banco do Nordeste, na cidade de Fortaleza/CE, por igual período, pelo que esta cidade consta como local de deslocamento. Como, para a produção da programação específica de exposições e mostra de portfólios, contará com o lançamento de convocatória para a seleção de artistas e obras, não será possível a apresentação de uma proposta mais detalhada, tendo em vista que não há definição de todos os participantes, conforme também explicado no detalhamento do cronograma. Assim, desde já resta compromissado e declarado, para os devidos fins, que: - Obterá autorização dos titulares dos direitos autorais, conexos e de imagem em relação aos acervos, às obras e imagens de terceiros como condição para utilizá-los no projeto; - Obterá alvará ou autorização equivalente emitida pelo órgão público competente para os eventos realizados em espaços públicos; Por fim, quanto ao plano de comunicação do projeto, contará com os serviços de equipe de comunicação e assessoria de imprensa, mídia espontânea nos veículos de comunicação (Programas voltados a entretenimento, rádios, cadernos culturais, sites especializados); bem como, com lista de endereços eletrônicos para divulgação ao público especializado, além das já estabelecidas redes sociais do Maré Foto Festival.
Haverá a contratação de uma equipe de assessoria de produção especialmente para os dias do evento, bem como incentivada a inscrição de estudantes de artes visuais e arte-educadores interessados em geral para se voluntariar a promover a recepção do público e mediação das exposições, que é uma importante etapa de formação de público. Estes voluntários e assessores de produção estarão em contato direto com a coordenação artística, coordenação educativa e a produção executiva, que os instruirão sobre as instalações, os recursos de acessibilidade disponibilizados e a programação do evento; além de também estarem em contato com o corpo de curadores do festival, com quem irão dialogar sobre o processo de construção da curadoria, o conceito das exposições, sobre os artistas participantes e outras informações e curiosidades pertinentes à programação. a) Produto FESTIVAL/MOSTRA: ACESSIBILIDADE NO ASPECTO ARQUITETÔNICO: Todos os locais já possuem estrutura como corrimões, rampas e banheiros adaptados. O espaço público Complexo Cultural da Rampa tem estacionamento com vagas reservadas a idosos e pessoas com deficiência, rampa de acesso e banheiros adaptados para cadeirantes e pessoas com mobilidade reduzida, assim como piso tátil para o público. Essas adaptações garantem o acesso de todos os visitantes ao local, mesmo em se tratando de um prédio histórico. Igualmente o Centro Cultural do Banco do Nordeste em Fortaleza-CE. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES VISUAIS: Linguagem oral e audiodescrição dos e das participantes do festival (palestrantes, oficineiros, etc). ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES AUDITIVOS: Intérpretes de libras. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES INTELECTUAIS: Monitores e equipe treinada para atendimento a esse público no que for necessário. b) Produto EXPOSIÇÃO DE ARTES: ACESSIBILIDADE NO ASPECTO ARQUITETÔNICO: Todos os locais já possuem estrutura como corrimões, rampas e banheiros adaptados. O espaço público Complexo Cultural da Rampa tem estacionamento com vagas reservadas a idosos e pessoas com deficiência, rampa de acesso e banheiros adaptados para cadeirantes e pessoas com mobilidade reduzida, assim como piso tátil para o público. Essas adaptações garantem o acesso de todos os visitantes ao local, mesmo em se tratando de um prédio histórico. Igualmente o Centro Cultural do Banco do Nordeste em Fortaleza-CE. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES VISUAIS: Linguagem oral e audiodescrição das obras que comporão as exposições por monitores capacitados para tanto. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES AUDITIVOS: Intérpretes de libras. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES INTELECTUAIS: Monitores e equipe treinada para atendimento a esse público no que for necessário. c) Produto CATÁLOGO: ACESSIBILIDADE NO ASPECTO ARQUITETÔNICO: Não se aplica. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES VISUAIS: Produção de versão online em site com textos e imagens descritos em áudio. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES AUDITIVOS: Produto acessível a pessoas surdas e ensurdecidas. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES INTELECTUAIS: Produto pensado de forma acessível a pessoas com deficiência intelectual por meio do uso de linguagem simples. d) Produto SEMINÁRIO/SIMPÓSIO/ENCONTRO/CONGRESSO/PALESTRA: ACESSIBILIDADE NO ASPECTO ARQUITETÔNICO: Todos os locais já possuem estrutura como corrimões, rampas e banheiros adaptados. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES VISUAIS: Linguagem oral e audiodescrição das pessoas que farão falas. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES AUDITIVOS: Intérpretes de libras. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES INTELECTUAIS: Monitores e equipe treinada para atendimento a esse público no que for necessário. e) Produto CURSO/OFICINA/ESTÁGIO: ACESSIBILIDADE NO ASPECTO ARQUITETÔNICO: Todos os locais já possuem estrutura como corrimões, rampas e banheiros adaptados. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES VISUAIS: Linguagem oral e audiodescrição das pessoas que ministrarão e participarão das oficinas. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES AUDITIVOS: Intérpretes de libras. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES INTELECTUAIS: Monitores e equipe treinada para atendimento a esse público no que for necessário. f) Produto APRESENTAÇÃO MUSICAL: Realizar 5 apresentações musicais/discotecagens com entrada gratuita durante os 5 (cinco) dias do festival. ACESSIBILIDADE NO ASPECTO ARQUITETÔNICO: rampas, corrimão, banheiros adaptados. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES VISUAIS: Audiodescrição em todas as apresentações. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES AUDITIVOS: Intérprete de libras nas apresentações. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES INTELECTUAIS: monitores treinados para auxiliar esse público em todas as apresentações. Já durante a exposição o público terá acesso à áudio-descrição dos palestrantes e a equipe de interprete de libras que fará a tradução simultânea das palestras do evento no espaço público, de forma que as pessoas com deficiência visual e auditiva também possam acessar os produtos culturais desenvolvidos por este projeto. Os recursos estarão disponíveis e sinalizados para o público, além disso, a equipe do educativo, devidamente treinada, auxiliará no acesso do visitante a estes durante seu acesso ao evento. A acessibilidade na planilha orçamentária será por meio de assessores de produção, intérpretes de Libras e Monitores.
O projeto tem adoção de medidas de responsabilidade social e democratização do acesso em consonância com o(s) seguinte(s) inciso(s) do art. 28 da IN nº 01/2023: I - doar 10% (dez por cento) dos produtos resultantes da execução do projeto para distribuição gratuita com caráter social, além do previsto inciso II do art. 27, totalizando 20% (vinte por cento); II - ampliar a meia entrada de que trata o § 3º do art. 27, em todos os ingressos comercializados, para pessoas elegíveis e não contempladas com a gratuidade de caráter social referida no inciso II, caput do art. 27; - A despeito desses incisos, o projeto os superam, pois será de distribuição 100% gratuita, salvo reserva de uma pequena fração dos exemplares que será reservada a patrocinadores. V - garantir a captação e veiculação de imagens das atividades e de espetáculos por redes públicas de televisão e outros meios de comunicação gratuitos; - Permitirá a captação de imagens pelos veículos acima elencados, bem como por qualquer visitante/participante das atividades do festival. VI - realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições, mostras e oficinas; (ESPECIFICAR AS AÇÕES PARALELAS) VII - realizar ação cultural voltada ao público infantil ou infantojuvenil; - Todas as atividades formativas serão gratuitas e divulgadas em escolas dos bairros próximos ao local do evento para participação de estudantes e professores. Ademais, atende ao Art. 23 da Instrução Normativa n°1/2022, Incisos I e II, pois o plano de distribuição do referido projeto supera o previsto, uma vez que é totalmente gratuito. O Maré Foto Festival contará com programação inteiramente gratuita, iniciando no Complexo Cultural da Rampa, equipamento público, localizado próximo aos bairros de Santos Reis, Rocas e Ribeira, importantes comunidades da cidade de Natal/RN, com infraestrutura física e comunicacional pensada de modo a facilitar o acesso dos moradores locais, bem como de pessoas vindas de diversos pontos da cidade. Ademais, a programação da exposição principal seguirá para o Centro Cultural do Banco do Nordeste em Fortaleza/CE, o qual também receberá o público de forma gratuita e acessível. Um diferencial do projeto será a abordagem online, com publicações que comuniquem bem do que se trata e toda a abertura a receber pessoas interessadas em fotografia ou curiosas sobre artes e exposições, mesmo que não tenham qualquer experiência na área. Ainda, o projeto contará com equipe educativa que se conectará com escolas do entorno para receber e realizar visitas guiadas a estudantes da rede básica de ensino, bem como mediar visitações em geral. Por fim, parte da programação e o conteúdo gerado a partir das palestras do evento serão disponibilizados de forma online, no canal do youtube e outras redes sociais do projeto. Por fim, o projeto terá programação de classificação indicativa livre, buscando atender um público abrangente e plural, contando com recursos diversos de inclusão e acessibilidade, atingindo especialmente pessoas com interesse ou curiosidade pela fotografia e pela arte, além de ter uma forte ênfase para o público adolescente e jovem. A partir de uma leitura decolonial, o projeto se propõe a ser um espaço aberto à diversidade e pluralidade cultural, englobando a participação de pessoas LGBTQIA+, mulheres e pessoas racializadas em todas as esferas de atuação do projeto, desde a equipe de produção até aos(às) artistas selecionados(as). Nota-se, também a abertura para que debates e produções artísticas contemporâneas que tratam sobre temáticas diversas, produzidas por sujeitos e sujeitas marginalizadas na sociedade, tenham a possibilidade de encontrar um canal de circulação e reverberação social de seus trabalhos, pesquisas artísticas e vivências pessoais.
A proponente do projeto, Paula Lima, será responsável pela gestão administrativa-financeira do projeto, bem como sua coordenação executiva. Paula LimaCoordenação Executiva Paula Lima é bacharela em Direito (UFRN/2018), advogada e produtora cultural. Participou de cursos de formação no Instituto Nacional de Propriedade Intelectual (INPI), na Fundação Demócrito Rocha (CE) e na Fundação Joaquim Nabuco (FUNDAJ/MEC). Possui experiência em produção cultural, área em que atua no Margem Hub desde o surgimento do Espaço Cultural em 2018. Presta ainda assessoria e consultoria jurídica para o setor da economia criativa.Filiada à Rede de Produtores Culturais da Fotografia no Brasil e sócia do Margem Hub (Natal-RN), onde se especializa em curadoria, produção e assessoria em projetos de artes visuais. Desenvolveu atividades de curadoria das exposições Mangue Pesqueiro, de João Oliveira (2018); Corpo Desabrigo, de André Chacon e Pablo Vieira (2019); Corpo-abandono, de Zé Lucas (2020); Olhe para trás, exposição coletiva do Maré Foto Festival (2021); Fluxo Contínuo, de Erick Attos, Everson de Andrade, Filipe Silva, João Oliveira e Sofia Bauchwitz (2021); e Onde se esqueceu de lembrar, de João Oliveira (2022).Desenvolveu os projetos culturais "Fotografia em Debate" (2019); "Imagem em Diálogo" (2020); Prêmio Margem de Fotografia, no qual co-organizou o fotolivro "Atlas da Fotografia Emergente Potiguar" (2020); "Ocupação-Patrimônio" (2021); "Mostra Refúgios: Feira de Fotografia" (2021); "Maré Foto Festival" (2021); "Jornada Margem de Educação Visual" (2021); e "CACCO: Circuito de Arte e Cultura Contemporânea" (2022), dentre outros.Por meio de sua atuação visa dar destaque à fotografia autoral potiguar, articulando ações de difusão e circulação bem como projetos com ações de formação em fotografia, processos de criação nas artes visuais e empreendedorismo criativo. João OliveiraCoordenação Artística Desenvolve sua produção artística a partir da pesquisa de paisagens latino-americanas, patrimônio cultural e narrativas decoloniais contemporâneas. É bacharel em Direito (UFRN) e mestrando em Antropologia (NAVIS/PPGAS/UFRN). Seu trabalho já circulou em exposições individuais e coletivas, é autor do fotolivro "Onde se esqueceu de lembrar" (2021). Participou de festivais de fotografia, como o V Fórum Latino-Americano de Fotografia/Itaú Cultural (2019, SP), Foto em Pauta - Festival de Fotografia de Tiradentes (2020, MG), Pequeno Encontro da Fotografia (2021, PE) e Solar Foto Festival (2022, CE). Em 2018 fundou o Margem Hub, espaço cultural dedicado à fotografia e à arte contemporânea em Natal-RN. Hoje, atua também como educador visual e na diretoria do espaço. No campo da produção cultural, esteve na equipe de coordenação do Prêmio Margem de Fotografia 2020 e Maré Foto Festival (RN). É membro da Rede de Produtores Culturais de Fotografia do Brasil e do Centro de Arte e Cultura Contemporânea (CACCO). Recebeu o Prêmio Delmiro Gouveia de Economia Criativa da Fundação Joaquim Nabuco (MEC/PE) em 2021 e o Prêmio José Ezelino de publicação fotográfica da Fundação José Augusto (RN) no mesmo ano. Janderson AzevedoCoordenação Logística e de Montagem Janderson Azevedo é artista visual, performer, produtor cultural e especialista em arte contemporânea, montagem, marcenaria e molduraria. Sua experiência como artista visual e montador, assim como de atuação no planejamento logístico de eventos culturais, passa por diversas exposições, instalações e uma residência artística, destacando-se as exposições e instalações: Dexobjeto (2018, RN), Vamos de Mãos Dadas (2018, PB), Fluxo Contínuo (2021, RN), ZEITGEIST 3.0 (2022, RN), MEMBRANA (2022, RN), EXP1: Estopim e EXP2: Estilhaço, da 1ª edição do Circuito de Arte e Cultura Contemporânea - CACCO (2022, RN) e a residência artística do projeto Panapaná (2018, PB). Como produtor cultural atua na pesquisa, contato e orçamento com fornecedores das demandas de insumos, materiais e serviços dos projetos nos quais está envolvido, viabilizando a logística das etapas de pré-produção, produção, montagem, transportes, cuidados especiais com obras e demais etapas e especificidades de sua área de atuação. Li VascCoordenação Educativa Li Vasc. (1983) é artista visual e Mestre em Literatura e Interculturalidade pelo PPGLI(UEPB). Para a artista, toda obra inicia na palavra, nos rascunhos e nos gestos, mas é na fotografia onde investiga um espaço artesanal de criação. Atualmente utiliza as raízes das plantas que curam inflamações vaginais como metáfora de cura para as mulheres que vivem em relacionamentos abusivos. Como deriva dessas experimentações, produz garrafadas com raízes e cascas, cujos rótulos recebem poemas oriundos dos relatos das violências de gêneros e abusos sofridos pelas mulheres da sua história de vida.As técnicas fotográficas que tem como base o uso da botânica a exemplo da cianotipia e fitotipia, convergem com o tema caro da artista, o uso das plantas medicinais como uma forma de curar o passado. Atua, também, como arte-educadora e professora de fotografia. Everson de AndradeCoordenação de Comunicação Everson de Andrade é fotógrafo. Começou a fotografar após entrar na faculdade de jornalismo, na Universidade Federal do Rio Grande do Norte. É também designer gráfico, formado pela Universidade Potiguar. Em sua caminhada produziu diversos trabalhos entre eles o ?Imagens de uma guerra presente?, obra ficcional que conta a história de um jovem morador de Parnamirim, cidade onde as duas maiores forças de influência são a igreja neo-pentecostal e a Aeronáutica, este trabalho virou um fotozine em 2019. Um outro trabalho produzido foi o Cidade Abaixo: Memórias de um esquecimento, trabalho que em 2021 virou fotolivro, selecionado nas convocatórias Zum, Miradas al Fotolibro e Espaço do Livro no Pequeno Encontro. Em Cidade Abaixo o fotógrafo reflete sobre os espaços históricos de Natal e o abandono que estes bairros e toda a história coletiva são impostos. Ultimamente, tem se voltado ao universo das publicações, enquanto editor e designer gráfico. É criador da revista "Maniva". Erick AttosCoordenação de Design e Mídias Sociais Erick Attos é fotógrafo, designer e estudante de marketing. Trabalhou no NAC/UFRN como assistente de produção. Em 2015, teve a fotografia "Torcido" selecionada na Expo Contemporânea: Diálogos Contemporâneos, no Duas Estúdio. Em 2016, começa a trabalhar como diretor de arte do Encontro Internacional de Pianistas de Piracaba. Nos anos seguintes, 2017 a 2019, além disso, também foi responsável pela coordenação de registro em fotografia e vídeo do evento. Ainda em 2017 participou da exposição "Qual a sua cidade?". Em 2018 teve a série Meus Atos I exibida no I Circuito Universitário de Comunicação, Cultura e Arte. Em 2021, atuou na equipe de comunicação e design da primeira edição do Maré Foto Festival, desenvolvendo a identidade visual deste. Atualmente participa do MÓI: Coletivo da Fotografia Emergente Potiguar, no qual realizou a Websérie Caminhos do Olhar: novas imagens potiguares. Ananda BezerraProjeto Expográfico e Luminotécnico Ananda Ilana Dantas Bezerra, 29 anos, Técnica em Edificações pelo IFRN Natal, Campus Central; Arquiteta e Urbanista pela UFRN. Possui experiências em órgãos de apoio à produção de projetos sociais, como moradias, reformas, adaptação de espaços e equipamentos urbanos para a população de Natal. Estagiou na Superintendência de Infraestrutura da UFRN, Secretaria de Habitação, Reforma Agrária e Projetos Estruturantes do Município de Natal, Aprove e escritório Shirley Cavalcanti. Trabalhou no desenvolvimento de projetos para estruturas temporárias no Festival Universo Paralello (edição 15 e 16), além de projetos expográficos e de fachada do espaço cultural Margem Hub. Atualmente segue na área da construção civil, focando em novas áreas de atuação no mercado artístico e ecológico.
PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.