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A Exposição "Um homem chamado Rondon" mostra a vida de Cândido Mariano da SilvaRondon. Composta por painéis autoportantes com fotos (1865-1958); painéis cenográficosrepresentando cotidiano das expedições na Floresta Amazônica e Pantanal; maquetes dospostos telegráficos; projeções de filmes da Comissão Rondon (1915-1930); mapas; cartas;documentos; utensílios indígenas.
A Exposição Um homem chamado Rondon apresenta a verdadeira epopeia que foi a vida de Cândido Mariano da Silva Rondon. Ela mostra, através de painéis autoportantes com fotos raras e textos (1865 – 1958), recriações cenográficas, o cotidiano das expedições no interior do Pantanal e da Floresta Amazônica (1890-1930).Também são utilizados pôsteres de vários tamanhos; maquetes dos postos telegráficos; filmes originais da Comissão Rondon; projeção de documentários; mapas; objetos pessoais; fotos e utensílios indígenas; etc.A mostra tem a curadoria de Patrícia Civelli e tem como base o Acervo Memória Civelli, chancelado pelo CONARQ/Ministério da Justiça como ACERVO PARTICULAR DE INTERESSE PÚBLICO E SOCIAL. Será montada no Museu Rondon, município de Ariquemes, Estado de Rondônia.
ESTRUTURA DA EXPOSIÇÃO A exposição é composta por 3 partes temáticas e 1 evento. 1 - Parte foto-biográfica - Toda a vida de Rondon (1865 _ 1958) será contada através de painéis com fotos originais (1880-1958) e textos. Painel com 12 maquetes das estações telegráficas, construídas por Rondon entre o final do século XIX e princípio do XX, e que deram origem a grandes cidades das Regiões Norte e Centro-Oeste. Projeção em telão das fotos de Benjamim Rondon do raríssimo livro / relatório da Comissão de Inspeção das Fronteiras. Esse livro foi um presente de Rondon ao Presidente Getúlio Vargas, em 1930. Painéis com fotos de família. Painéis com fotos e textos mostrando as ações de paz desenvolvidas por Rondon. 2 - Parte cenográfica Os rios - Caminhos que andam - Painel cenográfico sobre as dificuldades enfrentadas pelas expedições da Comissão Rondon para, através dos rios, penetrar pelo sertão bruto. Projeções de filmes e fotos originais da Comissão Rondon. A alimentação na selva - Rancho para os soldados e um chá para os oficiais. Reprodução cenográfica, projeções de filmes e fotos, mostrando a maneira rústica como se alimentavam os expedicionários no interior das florestas. Os acampamentos - Reprodução cenográfica, projeções de filmes e fotos de acampamentos (bivaque) das expedições. Os cinegrafistas de Rondon - Painel com recriação cenográfica, projeções de fotos, filmes originais e documentários, mostrando como funcionava, em condições totalmente adversas, o serviço do cinematógrafo (1912), que documentava as expedições de Rondon. O telégrafo, Senda para o progresso - Painel com recriação cenográfica, projeções de filmes e fotos, mostrando como eram feitas as instalações das linhas telegráficas e as aberturas de estradas estratégicas. Os jogos indígenas - Grande painel com os registros fotográficos dos jogos indígenas, feitos pela fotógrafa Alice Kohler e artefatos indígenas. 3 _ Rondon na floresta O desbravamento do sertão - Reprodução cenográfica, a partir de fotos originais (1902) do trabalho de implantação das linhas telegráficas em plena Floresta Amazônica. Reprodução cenográfica, em tamanho real, de um acampamento da Comissão Rondon. 1 barraca de trabalho, com todas as ferramentas utilizadas para abrir picadas na mata, fincar os postes, esticar os cabos telegráficos etc 1 barraca de comando, com mastro para hasteamento da Bandeira Brasileira, utensílios e objetos pessoais de Rondon, que revelam o seu cotidiano durante as expedições. Reprodução cenográfica, em tamanho real, de 2 estações telegráficas com aparelhos originais do telégrafo ( 1900 ), em pleno funcionamento. Os visitantes poderão trocar mensagens, de uma estação para outra, utilizando o Código Morse. Exatamente como Rondon fazia, entre o fim do século XIX e princípio do XX. CERIMÔNIA DE ABERTURA Para a abertura da exposição, haverá uma representação teatral, mostrando o cotidiano da Comissão Rondon em suas expedições para a implantar o telégrafo nos sertões inexplorados das Regiões Norte e Centro-Oeste. Como registro e patrimônio permanente do evento, propomos um catálogo com cerca de 80 páginas, a 4 cores, com texto da curadoria, uma série de textos anteriormente publicados e cerca de 150 imagens de época.
A montagem da exposição permanente "Um homem chamado Rondon" no Museu Rondon situado na cidade de Ariquemes, Estado de Rondônia, se justifica pela necessidade de levar à população local e de cidades vizinhas a verdadeira história do Marechal Rondon. Mostrar de que modo ele, andando a pé, em lombo de burro ou canoa, penetrou em florestas nunca pisadas pelo homem dito "civilizado" e implantou 5.500 km de cabos telegráficos que ligaram o Brasil litorâneo ao Brasil do interior. Matas, feras, pântanos, febres, acidentes, motins, fome, nada lhe abateu a determinação. E, além de determinado, Rondon possuía índole apostolar, posicionando-se sempre pela justiça, honestidade, a favor da natureza e dos índios. Formado em Matemática, Ciências Físicas, Astronomia e Mecânica, Rondon construiu postos telegráficos que viraram cidades, abriu estradas estratégicas, descobriu jazidas, rios, montanhas, completou e ratificou mapas. Deu nome a um meridiano. Tem seu nome fundido numa placa de ouro no Instituto de Geografia de Nova York, entre os dos cinco maiores desbravadores do planeta. Recebeu inúmeros prêmios de entidades de projeção internacional, do Brasil e de outros países. É um dos nossos mais importantes indigenistas, geógrafos, cartógrafos, botânicos, etnólogos, antropólogos, ecologistas. Como disse Darcy Ribeiro: Nós podemos apontar Rondon para o mundo e gritar "Este é o nosso herói". .
Como registro e patrimônio permanente do evento, propomos um catálogo com cerca de 80 páginas, a 4 cores, com texto da curadoria e cerca de 150 imagens de época. Catálogo:Formato: 42 x 28 cm (aberto); 21 x 28 cm (fechado)Miolo: 80 páginas 4/4 + verniz de proteçãoPapel couché matt 150gCapa flexível 5/0 + laminação fosca e verniz UV localizadoGuarda: Color Plus escuro 180g, com impressão 4/4Tiragem: 3.000 exemplares
A exposição terá espaços culturais perfeitamente adaptados às necessidades de acesso, mobilidade e serviços para pessoas portadoras de necessidades especiais, como determina o Inciso II do artigo 27 do Decreto 5.761/06.
OFICINAS 1 – Oficina fotográfica Ministrada pelo fotógrafo/restaurador Mauro Domingues, do Arquivo Nacional. A importância documental da fotografia e do cinema na Comissão Rondon. 2 – Oficina de artes plásticas Ministrada pelo pesquisador Luiz Pasquali. A relevância do pintor Guiseppe Boscagli e do fotógrafo Luiz Thomaz Reis para o registro dos trabalhos desenvolvidos durante as expedições da Comissão Rondon. 3 -Oficina de teatro de marionetes As histórias das aventuras de Rondon na Floresta Amazônia, contadas para o público inafatil. através de marionetes.
Curadora: PATRÍCIA CIVELLICuradora dos acervos de Mario, Pola e Carla Civelli; produtora e diretora cinematográfica.1993 - 2002Documentário Aben Kot/Eco 92- patrocínio Vale do Rio Doce – Produção executiva;1999Longa metragem de Roberto Faria sobre Rondon - pesquisas histórica e fotográfica;2000Exposição Memória de Carla Civelli, Centro Cultural Light - curadoria e organização.2001Documentário Rondon, O Patrono das Comunicações, Museu do Telefone - direção e produção.Série Resgate Mario Civelli, Funarte. Filmes: Modelo 19, O Homem dos Papagaios e Bruma Seca - organização e produção executiva.Documentário sobre Rondon, RF Faria - direção e pesquisas histórica e fotográfica.8a. Mostra Internacional do Filme Etnográfico, Funarte - apresentadora do filme O Grande Desconhecido, de Mario Civelli; Palestra: A restauração de acervos cinematográficos.Exposição Templos de Ilusão, Centro Cultural Light - apresentadora do filme O Homem dos Papagaios, com Procópio Ferreira e Eva Wilma; Palestra: A importância da preservação de nossa história cinematográfica.2002Exposição Nosso Herói Rondon, Centro Cultural Casablanca RJ - produção executiva. organização e curadoria.Mostra de vídeos sobre o Marechal Rondon, Funarte RJ - organização e produção executiva.Exposição Nosso Herói Rondon, Memorial dos Povos Indígenas - Brasília - produção executiva, organização e curadoria.2003Organização dos projetos de restauração dos filmes de Mario e Carla Civelli - produção executiva2004-2005Minissérie em 20 capítulos para Tv - Um Homem Chamado Rondon - co-produção Memória Civelli, Barra Filmes e Casablanca - ( em captação ) - coordenação geral e produção executiva.2005-2006Documentário Expedição Roosevelt-Rondon, co-produção Memória Civelli, Barra Filmes e Casablanca - coordenação geral e produção executiva.2006Restauração do longa-metragem É Um Caso de Polícia ! , de Carla Civelli. Patrocínio Telemar - Organização/ coordenação geral.2007 - 2008Documentário sobre Rondon para a exposição permanente do Museu das Telecomunicações- OI Futuro - direção e produção.Documentário Cabine Telefônica, exposição permanente do Museu das Telecomunicações - OI Futuro - direção e produçãoRestauração dos filmes O Homem dos Papagaios. O Gigante e O Caso dos Irmãos Naves, patrocínio da Petrobras - organização e coordenação geral.Palestras para o lançamento do filme O Gigante, no Festival É Tudo Verdade, Centro Cultural Unibanco ( Rio de Janeiro ), Centro Cultural Banco do Brasil e Cinemateca brasileira ( São Paulo ).2009Continuação da restauração dos filmes O Homem dos Papagaios, O Caso dos irmãos Naves.PesquisadorMário César Cabral MarquesProdutor, roteirista, pesquisador e redatorDirige, no Rio de Janeiro, juntamente com Patrícia Civelli, as produtoras Memória Civelli Produções Culturaise Barra Filmes.1– ExposiçõesPesquisador, criador, roteirista e curador científico das exposições produzidas pela Memória CivelliProduções Culturais:“Exposição Nosso herói Rondon” – Centro Cultural Casablanca – RJ.“Exposição Nosso herói Rondon” - Memorial dos Povos Indígenas – Brasília - DF.“Exposição Um homem chamado Rondon” – Arquivo Nacional – RJ.“Exposição Um homem chamado Rondon” – ALCOPAZ - Associação Latino-Americana de Centros deTreinamento para Operações de Paz (ONU) – Centro Conjunto de Operações de Paz do Brasil – CCOPAB –RJ.“Exposição Esporte, desenvolvimento e paz” – V Jogos Mundiais Militares – Espaço Cultural Sergio Vieira deMello/CCOPAB – RJ.Exposição Rondon, o Marechal da Paz” – Espaço Cultural Sergio Vieira de Mello/CCOPAB – RJ.“Exposição Missões de Paz” – Espaço Cultural Sergio Vieira de Mello/CCOPAB – RJ.“Memorial Rondon” – Memorial Indígena – Porto Velho – Rondônia.Pesquisador, produtor e coautor do catálogo da “Exposição Nosso herói Rondon”, edição Funarte – RJ.Pesquisador, produtor e coautor do catálogo da “Exposição Um homem chamado Rondon”, ALCOPAZ, ediçãoMemória Civelli.2 – Livros“Rio da Dúvida – o centenário de uma epopeia” – Edição Memória Civelli“Rio da Dúvida – o embate de personalidades” (em revisão do texto).3 – Projetos, pesquisas, argumentos e roteirosRedator dos projetos de restauração dos seguintes filmes de Mario e Carla Civelli, que fazem parte do acervoda Memória Civelli:“Modelo19”; “Uma vida para dois”; O craque”; O homem dos papagaios”; Fatalidade”; “O destino emapuros”; “A sogra”; “O grande desconhecido”; “Rastros na selva”; “Bruma seca”; “O caso dos irmãos Naves”;“O gigante”; “É um caso de polícia!”.Redator dos projetos da Memória Civelli para cinema e TV sobre o Marechal Rondon.Pesquisador, criador do argumento e roteirista da minissérie em 20 capítulos para TV sobre a vida doMarechal Rondon.Roteirista da série de programas “No compasso do IME”, na TV Universitária, sobre o Marechal Rondon.Roteirista do documentário “Rondon, o Marechal da Paz” – Museu das Comunicações da OI Futuro –RJ.Roteirista e redator do documentário “Peacekeeper” – TV Casablanca –SP.Pesquisador, criador do argumento, roteirista e produtor do filme de longa metragem “Rio da Dúvida”,produção Memória Civelli e Barra filmesPesquisador, roteirista e produtor da série para TV “Rio da Dúvida”- Em pré-produção
PROJETO ARQUIVADO.