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Este projeto busca circular 35 apresentações uma peça de teatro infantil de rua para crianças com temática de brincadeiras folclóricas. Este projeto é extensão do projeto realizado em 2019 e 2022 e obteve enorme sucesso entre o público. A peça será apresentada gratuitamente em pátios de escolas públicase praças de cidades pequenas e médias.
Nestes espetáculo a personagem principal, o palhaço Alegria está fazendo aniversário e ele está muito entretido com seu jogo eletrônico. Chegam seus amigos (os palhaços Vareta, Titica e Misha) para brincar e ele não quer largar o jogo. Os três então, convencem Alegria a ir brincar lá fora, mas ele não conhece as brincadeiras de rua e se atrapalha. Em meio a músicas e brincadeiras, os palhaços chamam as crianças para participarem das brincadeiras e ensinar o Alegria. Indicação etária livre
OBJETIVO GERAL: Esta peça tem como objetivo geral despertar a conscientização de crianças para as brincadeiras de rua folclóricas. São brincadeiras coletivas e que não exigem brinquedos industrializados ou eletrônicos. As brincadeiras que aparecem no espetáculo tem custo de "construção" baixíssimo ou zero, desta forma, valorizando a cultura nacional na forma de brincadeiras, de acordo com o item I do artigo 2º do Decreto 10.7 de 2021. OBJETIVO ESPECÍFICO: Serão realizadas 35 apresentações teatrais gratuitas de aproximadamente 50 minutos em pátios de escolas, quadras e praças em cidades pequenas e médias.
Brinquedos e brincadeiras hoje Além das lendas, festas, danças e contos, muitas brincadeiras fazem parte do folclore brasileiro. Essas brincadeiras são passadas de uma geração para outra é até difícil mensurar a idade delas: algumas existem há décadas enquanto outras estão sendo passadas há séculos. As brincadeiras folclóricas passam por mudanças ao longo dos anos, assim como existem variações de uma região do Brasil para outro, mas a verdade é que a essência continua sendo a mesma. Com tanta tecnologia, passar essa cultura adiante pode ser um desafio. Os brinquedos folclóricos são super simples e baratos, tanto que a maioria deles são feitos com materiais improvisados e reutilizados. Essa é a graça desse tipo de brincadeira: estimula a coordenação motora das crianças e as suas habilidades sociais, já que a maioria é feita em grupos de amigos ou com familiares. Com o passar dos anos os brinquedos de madeira perderam espaço para os brinquedos eletrônicos. Hoje você comprar um carrinho e ele faz tudo sozinho, enquanto os de madeira a criança precisa empurrar ou amarrar um barbante para puxar. Um legado que era passado de geração em geração pode se perder porque nem os pais de hoje dominam a "tecnologia" de se divertir com objetos reciclados e recriados. As brincadeiras folclóricas reúnem diversos jogos tradicionais e populares e são muito utilizadas na educação infantil, pois além de divertirem, trabalham com a cognição, a coordenação, a criatividade, a concentração e desenvolve a interação social das crianças. Por que engajar esse problema através de uma peça de teatro? Como são passadas de geração em geral através da oralidade ou da experimentação, não há um manual que condense todas as brincadeiras. Nem haveria como pois as variações regionais e geracionais são inúmeras. E como acontece com oralidade, muitas referências podem se perder completamente. Os pais de hoje tem maior facilidade de engajar com as brincadeiras eletrônicas e estruturadas, portanto as crianças de hoje - fora do horário escolar - tem maior contato com as brincadeiras eletrônicas e vituais. A peça de teatro vem justamente para resgatar, de dentro das memórias dos atores, as brincadeiras de rua. Porém, para que as crianças possam entrar na brincadeira, a peça de teatro não é suficiente (tanto quanto um vídeo no youtube não seria). O fato da peça ser encenada por palhaços e clowns dentro do que se convencionou chamar "teatro de rua" (em oposição ao palco tradicional), faz com que a criança possa ser parte do enredo, interagindo diretamente com os atores e experimentando um pouco da brincadeira que a peça propõe. Por que é fundamental a utilização da Lei Rouanet? Tal peça de teatro, educativa e socialmente engajada, não tem nenhuma chance de sobrevivência no mercado de produção teatral. Dado seu propósito fundamental, não é uma peça que será nunca apresentada em palcos italianos com platéias confortáveis. Além disso, estimular uma brincadeira interativa é mais distante da possibilidade da cobrança de bilheteria. Desta forma, vale-se esse projeto do Inciso 1 do Artigo 1o da Lei 8313/91 que busca contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais bem como o Inciso V que estabelece a importância de salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira (no qual se inclui o direito de ir e vir em paz e segurança). Também se baseia essa demanda no artigo 3o, inciso IV, item a) o qual estimula conhecimento dos bens e valores culturais, mediante a distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos.
A peça de teatro será encenada com 4 atores, com duração de 50 minutos.
PARA O PRODUTO ESPETÁCULO DE ARTES CÊNICAS Acessibilidade física - As apresentações acontecerão em praças públicas ou pátios de escolas públicas, superfícies lisas com circulação universal para cadeirantes e bengalantes Acessibilidade para deficientes visuais - livretos da apresentação da peça (previstos nos custos vinculados de comunicação) com impressão em braille contendo descrição do cenário e as partes das cenas que não são descritas pelos atores. Acessibilidade para deficientes auditivos - Todas as apresentações serão acompanhadas de intérprete de libras (previsto no custo "intérprete de libras") Acessibilidade para o espectro cognitivo - O texto da peça será reproduzido em uma apostila para o professor / acompanhante da criança com ilustrações grandes (como um livro infantil ou história em quadrinhos) para ser trabalhado antes da peça (criação do livreto prevista em "orientador teórico" e a impressão deste também está prevista nos custos vinculados de comunicação).
PARA O PRODUTO ESPETÁCULO DE ARTES CÊNICAS Todas as atividades deste projeto serão 100% gratuitas. Em acordo com o Art. 28. em complemento, o projeto adotará a disponibilidade, na Internet, de registros audiovisuais dos espetáculos, conforme estabelece e o item IV
PROPONENTE: FICHA TÉCNICA: Felipe Tazzo (proponente) - Coordenação geral Formado em marketing pela ESAMC / ESPM trabalhou durante 10 anos na 3S Projetos como produtor e também como produtor executivo. Trabalhou na D`Color Produções como produtor durante 1 ano. Produziu mais de 100 projetos diferentes ao longo dessa experiência. Possui dois livros publicados. Ministra regularmente cursos de Leis de Incentivo para artistas e pequenos produtores, colabora com diversos sites de difusão cultura como a Revista Fhox e Gestão de bandas. Melaine Rocha Ribeiro - Produtora Formação Acadêmica: Bacharelado em Administração de Empresas. Uniesp-Presidente Prudente. Janeiro de 2006 à Dezembro 2009.Formação Complementar:-? Marketing estratégico de Pessoas. Microlins. Janeiro 2009 à Março 2009.? Curso de produção cultural com ênfase em leis de incentivo (Rouanet,Proac) Captação de recursos –Vila de Produções-2014. ELENCO Alexandre Emerim (ator) PROFESSOR DE CULTURA: SEC. DE EDUCAÇÃO DE SC - 2012/16 Formação de educandos nas disciplinas de artes cênicas do Ensino Médio Inovador/SC; Ministra Workshops para professores lecionando metodologias inovadoras para o sistema EMI/MEC. DIRETOR DE EVENTOS: SEC. EDUCAÇÃO DE SÃO JOSÉ - 2005/2012 Coordenação de eventos educacionais e culturais; Assessoria de imprensa; Palestrante motivacional. EXPERIÊNCIAS PROFISSIONAIS FORMAÇÃO EDUCACIONAL FACULDADE ESTÁCIO: COMUNICAÇÃO SOCIAL – 7ª FASE Habilitação em Publicidade e Propaganda; Dirigiu projetos culturais na Estácio. SENAI/ FCC-SC: PRODUÇÃO CULTURAL E EVENTOS - 2015 Leis de incentivo, estudo de editais, planejamento e coordenação de eventos, produção artística e executiva. Johny Fabricio de Campos BuckHoff (ator) Formado pelo grupo teatral Nós Amamos Fazer Teatro (N.A.F.T.) com experiência em teatro, musicais, tv, publicidade e filmes de longa e curta metragem. Atuo ativamente no setor artístico, buscando por meio da arte promover a cultura e a inserção social. Últimos Trabalhos Teatrais:- A Dama e o Vagabundo – O Musical.Direção: Roberto Rezende - Os Sete Cabritinhos e o Lobo Mau -Direção: Alexandre Emerim;- Várias Formas de Amar-Direção: Fabiana Franzosi ;- Sonho de Uma Noite de Verão-Direção: Fabiana Franzosi Filipe Eduardo Ferreira (ator) Experiências Profissionais: Criação Make-up Artes dos seguintes espetáculos teatrais: Relações em Conflitos – Grupo de Teatro FoFa - 2009 e 2010 Vitrine – Companhia de Teatro Grito – 2009 Pequenas Histórias de uma Cidade – Grupo de alunos da UDESC – 2011 Playback – Grupo de Teatro FoFa Jovem – 2013 As aventuras da incrível guardiã – Grupo Transito in Cena – 2013 A Terra dos Sonhos – Grupo Trânsito inCena Cena – 2014 Capitão Maquinista – Grupo Trânsito in Cena – 2015 A incrível cidadã do Bem – Grupo Trânsito in Cena – 2016 Criação Make-up da Comissão de Frente da Escola Acadêmicos do Sul da ilha. Nos anos 2013 / 2014/ 2015 / 2016. Cecília Ataíde (atriz) Atriz desde 2009 e iniciou sua formação no grupo Oficinato, com oficinas de formação de atores. Já trabalhou em alguns espetáculos em grupos de Montes Claros, e atualmente cursa Artes Cênicas na Universidade de Montes Claros. T2010/2011 – O Pequeno Príncipe, com a Cia. Katapalmas - 2013 – O Defunto Premiado, com o Grupo Oficinato - 2014 a 2017 – Luluzinhas, com o Grupo Grande Palco - 2014/2015 – O menino Flor, com o Grupo de teatro da Unimontes - 2015 - Despalavra, com o Grupo Insone
PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.