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PRONAC 231760Autorizada a captação total dos recursosMecenato

Patricia Ahmaral canta Torquato Neto - O legado musical de um poeta

Patrícia Baptista Amaral
Solicitado
R$ 566,0 mil
Aprovado
R$ 566,0 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 1,0 mil

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Apresentação/Gravação Música Popular Cantada
Enquadramento
Artigo 26
Tipologia
Projetos normais
Ano
23

Localização e período

UF principal
SP
Município
São Paulo
Início
2023-08-01
Término
2026-06-26
Locais de realização (6)
Salvador BahiaBrasília Distrito FederalBelo Horizonte Minas GeraisTeresina PiauíRio de Janeiro Rio de JaneiroSão Paulo São Paulo

Resumo

O projeto "Patrícia Ahmaral canta Torquato Neto - O Legado Musical de um Poeta" propõe: a elaboração e a circulação de show por cinco cidades brasileiras para lançamento do álbum duplo "Patrícia Ahmaral canta Torquato Neto", recentemente divulgado pela cantora nas plataformas digitais de áudio; a produção de um curta documentário, baseado no registro da turnê, tendo como fio condutor as canções do artista, depoimentos e a investigação em torno do legado de Torquato Neto, enquanto letrista revolucionário na canção brasileira moderna; a prensagem do álbum duplo em suportes vinil e CD; a produção de três videoclipes com canções de trabalho para fortalecer a divulgação do projeto.

Sinopse

Patrícia Ahmaral canta Torquato Neto - o show: Nesse show, PATRÍCIA AHMARAL canta o repertório de um álbum duplo gravado por ela, com as parcerias musicais do poeta e multiartista piauiense TORQUATO NETO (1944-1972). Letrista em músicas com GILBERTO GIL, CAETANO VELOSO, JARDS MACALÉ, SÉRGIO BRITTO, PAULO DINIZ, entre outros. como "Geléia Geral" e "Marginália II", com Gil, "Mamãe, coragem", com Caetano, "Let´s play that", com Macalé, "Pra dizer adeus", com Edu Lobo, "Go back, com Britto (Titãs), além de parcerias póstumas e bem mais recentes, como "Jardim Da Noite (Esses, dias)", com ZECA BALEIRO, "Quero Viver", com CHICO CÉSAR e 'Cogito', com ROGÉRIO SKYLAB. A cantora convida o público a compreender a dimensão da obra "musical' existente do artista, que é atravessada pela TROPICÁLIA - movimento do qual ajudou a pensar as bases, mas que também a antecede e a ultrapassa, permanecendo atual, provocativa e encontrando-se ainda plenamente em construção, mesmo após a morte de Torquato, há 50 anos. Contribui também para lançar luz sobre o papel do artista na concepção da poesia na letra da canção brasileira moderna. O ÁLBUM que dá origem ao espetáculo é um TRIBUTO INÉDITO, o primeiro de uma (um) intérprete no país, dedicado à regravação das canções com letras do autor, das figuras mais emblemáticas na história da cultura brasileira e cujo CINQUENTENÁRIO de morte ocorreu em novembro de 2022. O tributo é composto pelos títulos "Um Poeta Desfolha A Bandeira - Patrícia Ahmaral Canta Torquato Neto - vol.1" e "A Coisa Mais Linda Que Existe - Patrícia Ahmaral Canta Torquato Neto - vol.2", este último, dedicado às canções com letras de amor do poeta. A DIREÇÃO ARTÍSTICA do projeto é de ZECA BALEIRO. O volume 1, lançado em 10/11/2022, já está disponível nas plataformas digitais. O volume 2, com o single "Go back" também já divulgado, será lançado na íntegra em final de junho de 2023. Sobre o curta documentário (título ainda indefinido): Paralelamente à turnê com a circulação dos shows e, ao mesmo tempo derivando da mesma, o projeto prevê a produção de um curta documentário, com foco no legado de Torquato Neto especificamente para a canção nacional. O artista marcou a Tropicália, tanto como letrista, quanto como um dos mentores das bases ideológicas daquele movimento e, num espectro mais amplo, revolucionou a poesia da letra da canção brasileira moderna. Em “Melhores Poemas - Torquato Neto”; Global Editora - 2018, o organizador Claudio Portella escreve: Dividir o que é poesia e o que é letra de música da obra de Torquato Neto é trabalho possível, mas nada esclarecedor. Conforme afirma José Miguel Wisnik, o artista é o primeiro a unificar a densidade entre a poesia escrita e a cantada. Já o poeta Paulo Leminski (1944-1989), contemporâneo de Torquato Neto, destacou: Torquato marca uma mudança radical, um salto quantitativo, na história disso que se chama, na falta de termo melhor, poesia brasileira. Poesia que, hoje, não apenas se lê nos livros, mas se escuta nas canções, nos discos, nos rádios, na TV, na vida, enfim. Torquato tem muito que ver com isso (...) Porque, com Torquato, começa a existir essa estranha estirpe de poetas: os letristas. (Folha De São Paulo - Folhetim - 7/11/1982) O objetivo é produzir um audiovisual que traga para o público, com certa materialidade, a dimensão da obra “musical” de Torquato Neto que, por sinal, encontra-se em plena produção, através de parcerias póstumas de autoras e autores que se debruçam sobre sua poesia, ou mesmo textos narrativos, para criar novas canções. O que explicaria isso? Essa talvez seja uma das perguntas disparadoras para o curta documentário, que terá direção do cineasta Marcus Fernando, co-roteirista e diretor do celebrado longa “Todas As Horas do Fim” (2017), documentário que retrata a trajetória de Torquato Neto. No curta previsto para o presente projeto, o roteiro irá registrar a passagem do show por Teresina, Salvador, Rio de Janeiro e São Paulo, onde Torquato viveu e a partir de onde produziu sua obra, como poeta, letrista, jornalista, cineasta, ator e agitador cultural.Nestas cidades, serão feitos registros de conversas de Patrícia Ahmaral com personagens locais, em depoimentos sobre o Torquato “musical’ (em Teresina, George Mendes, curador doAcervo Torquato Neto; em Salvador, José Carlos Capinam, compositor; no Rio de Janeiro, o poeta Salgado Maranhão e em São Paulo, Zé Miguel Wisnik, compositor e pesquisador). Também de localidades que dialogam com as canções e com a presença do artista nesses territórios e ainda cenas dos shows, entre canções e bastidores. Vale lembrar que o álbum duplo gravado por Patrícia Ahmaral em tributo a Torquato Neto e que dá origem à turnê e ao curta documentário, objetos deste projeto, é o primeiro songbook do artista, sugerindo, através das regravações em bloco, a sensação de unidade, de uma borda em torno das canções de Torquato, até então agrupadas em coletâneas (que não deixam de ser belas) ou pontualmente registradas em discos individuais de diversas épocas de seus parceiros ou intérpretes. Assim como o álbum e a própria turnê, o curta documentário pretende contribuir para que as canções de Torquato, suas parcerias musicais, sejam compreendidas como “obra”, seja pelo conjunto de músicas nascidas de suas letras, seja pela disruptura de seus versos, que assumiram caráter seminal dentro da canção brasileira. Sobre Torquato Neto: O poeta, letrista, jornalista, cineasta e ator Torquato Neto nasceu em 1944, em Teresina (PI). Após seu aniversário de 28 anos, cometeu suicídio, na madrugada de 10 de novembro de 1972, abrindo o gás no banheiro de sua casa no Rio de Janeiro, onde morava, desde 1962. Parceiro de Gilberto Gil e de Caetano Veloso, amigo do artista plástico Hélio Oiticica, do poeta Décio Pignatari, do cineasta Ivan Cardoso e de outros nomes expoentes, foi defensor das artes de vanguarda como o cinema marginal e a poesia concreta e um dos principais pensadores do tropicalismo, segundo atesta Gilberto Gil: Ele, Capinam e Caetano formavam um tripé. Torquato figura na capa do álbum manifesto Tropicália Ou Panis Et Circensi e assina duas das faixas, fundamentais do movimento, Geléia Geral, com Gil e Mamãe Coragem, com Caetano. Entre 1967 e 1972, escreveu colunas culturais, dentre elas, a mais conhecida Geléia Geral, que manteve entre 1971 e 1972, no Jornal Última Hora, inaugurando um estilo singular, numa impressionante crônica sobre a revolução que acontecia na música e na cultura brasileira que se modernizando, numa segunda onda, após a Bossa Nova e o Movimento Modernista. Torquato deixou um legado breve e plural, em jornalismo, poesia, cinema e composições, cada vez mais reverenciado em teses acadêmicas, documentários e compilações. Segundo o poeta e pesquisador Marcelo Dolabela, Torquato Neto é um dos poucos que se insere no seletíssimo grupo de artistas que, após a morte, tiveram mais obras lançadas do que quando em vida. Está ao lado de Carlos Drummond de Andrade, Paulo Leminski e Vinícius de Morais. Sobre oficina de voz: Com ênfase na interação corpo/voz, a oficina tem como objetivo estimular um contato mais profundo com a percepção do próprio corpo e sua relação com o resultado sonoro, compreendendo o corpo, como um todo, como o “apoio” e base para a voz. Desta forma, ajudar os participantes a identificar mecanismos mais naturais, confortáveis e plenos para a produção da voz. Propõe-se também uma reflexão sobre a relação do corpo/voz com o espaço externo que nos envolve. Inclui ainda uma breve exposição sobre os aspectos fisiológicos responsáveis pela produção vocal e um espaço para se tirar dúvidas quanto aos cuidados com a própria voz e a preservação da saúde vocal (higiene vocal).

Objetivos

Objetivos gerais e específicos: Seguindo as orientações da lei e da normativa Art. 2o Na execução do PRONAC, serão apoiados programas, projetos e ações culturais destinados às seguintes finalidades: V - incentivar a ampliação do acesso da população à fruição e à produção dos bens culturais; VII - desenvolver atividades que fortaleçam e articulem as cadeias produtivas e os arranjos produtivos locais que formam a economia da cultura; VIII - impulsionar a preparação e o aperfeiçoamento de recursos humanos para a produção e a difusão cultural; Objetivos gerais: 1.O projeto vai realizar a elaboração e a circulação do show musical "Patrícia Ahmaral Canta Torquato Neto ", para o lançamento do álbum duplo homônimo, cantando parcerias musicais do poeta piauiense Torquato Neto.Será um total de 5 apresentações em diferentes cidades no país(Teresina, Salvador, Belo Horizonte, Rio de Janeiro e São Paulo). 2.O projeto também trará a produção de um curta documentário, lastreado na turnê e em depoimentos, para investigar e evidenciar o legado do autor como letrista disruptivo na canção brasileira moderna. Objetivos específicos: ● Elaboração do show "Patrícia Ahmaral canta Torquato Neto" . Circulação do show - apresentações em Belo Horizonte, Salvador, Teresina, São Paulo e Rio de Janeiro. . Gravação em audiovisual do show de Belo Horizonte para disponibilização gratuita em plataforma digital. . Produção de um curta documentário sobre o legado "musical" de Torquato Neto, com disponibilização gratuita em plataforma digital. ● Impressão física do álbum duplo em vinil, 250 unidades. ● Impressão física do álbum duplo em CD, 1000 unidades. ● Produção de três vídeoclipes com canções de trabalho. ● Geração de 15 postos diretos de trabalho. ● Disponibilização de 20% dos ingressos para projetos artísticos sociais das cidades visitadas, que tenham a música e sua história como pilar fundamental . Disponibilização de 10% dos vinis e CDs para acervos públicos de interesse no objeto do projeto. ● Promoção de área de memória no foyer dos teatros, com bunners e de rodas de conversas sobre o artista. Serão 3 rodas de conversa. ● Na contrapartida formativa:parceria com o projeto social da Vila São João-Orquestra Jovens da Vila, com oficinas de voz com Patricia Ahmaral. Apresentação do projeto: (...) eu sou como eu sou pronome pessoal intransferível do homem que iniciei na medida do impossível. Torquato Neto Contexto e ações: A ousadia criativa, característica da arte e de quem dela se alimenta, se faz presente no presente projeto, ao homenagear um dos artistas que, como um dos defensores mais importantes das artes de vanguarda no país, nos anos 1960 e início dos 70, entre outros legados, transformou a letra da canção brasileira moderna com seus versos revolucionários: trata-se do poeta e multiartista piauiense Torquato Neto (1944-1972). O poeta Paulo Leminski (1944-1989), em texto de 1982 (Folha De São Paulo) afirmava: "Torquato marca uma mudança radical, um salto quantitativo, na história disso que se chama, na falta de termo melhor, poesia brasileira. Poesia que, hoje, não apenas se lê nos livros, mas se escuta nas canções, nos discos, nos rádios, na TV, na vida, enfim. Torquato tem muito que ver com isso (...) Porque, com Torquato, começa a existir essa estranha estirpe de poetas: os letristas." Levando em conta a máxima de Barthes, que afirma que "não há linguagem sem corpo", Torquato desenvolveu um modo marcante de ligar a poesia _ em qualquer que seja a forma que ele escolhesse para se manifestar artisticamente _ ao seu próprio fio vivencial. E marcou sua existência com um gesto trágico, suicidando aos 28 anos de idade, em 1972, após uma vida intensa e atormentada, tendo produzido a maioria de sua obra sob a ditadura militar no Brasil. A morte precoce, paradoxalmente, deixou um sentido de comprometimento urgente com a vida e um legado intrigante, cada vez mais revisto e reverenciado. Foi um agente cultural de referência e, como jornalista, deixou, em suas colunas culturais,numa linguagem inovadora, uma crônica impressionante do momento em que as artes brasileiras se modernizavam, após o Modernismo e a Bossa Nova, nos anos 60 e início dos 70. A Tropicália, movimento do qual Torquato foi um dos mentores, nasce no contexto da contracultura e do desejo da síntese de uma arte popular genuinamente brasileira, através da desconstrução de paradigmas estagnantes e de atitudes revolucionárias. Torquato Neto, como poucos, encarnou essa busca na história da cultura nacional. A cantora mineira Patrícia Ahmaral, artista independente, com trabalho reconhecido em seu território de origem e com participações em projetos nacionais, no final dos anos 1990, em início de carreira, foi convidada pelos organizadores da "Primeira Bienal Internacional de Poesia de Belo Horizonte" para dar voz ao letrista Torquato Neto, no show "TorquaTotal". Ricardo Aleixo, artista intermídia, referência na poesia brasileira contemporânea e Marcelo Dolabela (1957-2020), pesquisador e poeta, viram nela a intérprete capaz de encarar, em bloco, músicas dispersas no tempo, tão contundentes quanto icônicas, na história da música popular brasileira, como "Geléia Geral" (Torquato e Gilberto Gil), "Mamãe, coragem" (Torquato e Caetano Veloso), "Let´s play that" (Torquato e Jards Macalé), "Pra dizer adeus" (Torquato e Edu Lobo), entre outras. Motivada pela admiração profunda que adquiriu por Torquato Neto, desde o show "TorquaTotal" e pelo marco dos 50 anos de morte do poeta (novembro de 2022), Patrícia realizou recentemente seu projeto mais acalentado ao longo da carreira: gravou um álbum duplo com 19 parcerias do autor, o primeiro songbook da obra "musical" do artista, um tributo inédito. E deseja agora circular com o show do disco pelo país. O álbum teve direção artística do compositor Zeca Baleiro: "Um Poeta Desfolha a Bandeira - Patrícia Ahmaral canta Torquato Neto - volume1", lançado, apenas digitalmente, em 10/11/2022 e "A Coisa Mais Linda Que Existe - Patrícia Ahmaral Canta Torquato Neto - volume 2", que será lançado em junho de 2023. As ações do projeto: Elaboração e circulação de show: o projeto propõe a elaboração e circulação do show "Patrícia Ahmaral canta Torquato Neto", de lançamento do álbum acima mencionado, em Teresina, Salvador, Rio de Janeiro, São Paulo e Belo Horizonte, com Direção Artística de Ricardo Aleixo e Direção Musical de Rogério Delayon. Terá proposta multimídia, em consonância com a essência artística de Torquato Neto, intervenções sonoras e cenário digital e projeções em super 8, linguagem que ele celebrava. Participação de convidados especiais (previstas em rubrica, mas sob consulta de agenda), como Ná Ozzetti, Banda de Pau e Corda, Chico César e Zeca Baleiro, presentes no álbum. Produção de Curta Documentário: concomitante com a turnê, o projeto inclui a produção de um curta documentário, que buscará dar a dimensão do legado "musical" de Torquato, despertando para suas músicas e para seu papel como letrista disruptivo. Segundo o compositor e pesquisador José Miguel Wksnik, "o artista é o primeiro a unificar a densidade entre a poesia escrita e a cantada". O roteiro trará a passagem do show (bastidores e trechos de canções) por Teresina, Salvador, Rio de Janeiro e São Paulo, onde Torquato viveu e produziu. Patrícia irá dialogar sobre o Torquato "musical’ em Teresina, com George Mendes, curador do Acervo Torquato Neto; Salvador, com José Carlos Capinam, compositor; Rio de Janeiro, com o poeta Salgado Maranhão; São Paulo, com José Miguel Wisnik. A direção será de Marcus Fernando, co-roteirista do celebrado "Todas As Horas do Fim" (2017), longa que retratou a trajetória de Torquato Neto. Prensagem em CD, Vinil e videoclipes: O projeto também prevê a prensagem em vinil (250 cópias) e CD (1000 cópias) do álbum que dá origem à turnê e a produção de três videoclipes.

Justificativa

Justificativa cultural "A arte não é um espelho para refletir o mundo, mas um martelo para forjá-lo." Maiakovski O poeta, letrista, jornalista, cineasta e ator Torquato Neto (1944-1972) é personagem emblemátoco na história da cultura nacional, foi parceiro de Gilberto Gil, de Caetano Veloso, de Jards Macalé, amigo do artista plástico Hélio Oiticica, do poeta Décio Pignatari, do cineasta Ivan Cardoso e de outros nomes expoentes de sua época, atuou no cinema marginal e na poesia concreta e foi um dos principais pensadores do tropicalismo, segundo atesta Gilberto Gil: "Ele, Capinam e Caetano formavam um tripé". Escreveu colunas culturais, dentre elas, a mais conhecida, Geléia Geral, no Jornal Última Hora, inaugurando um estilo singular de jornalismo. Deixou um legado breve e fragmentado, em jornalismo, poesia, cinema e composições, sempre ligado à contracultura, cada vez mais reverenciado em teses acadêmicas, documentários e compilações. Segundo o poeta e pesquisador Marcelo Dolabela (1957-2020), Torquato Neto é um dos poucos que se inserem no seletíssimo grupo de artistas que, após a morte, tiveram mais obras lançadas do que quando em vida. Está ao lado de Carlos Drummond de Andrade, Paulo Leminski e Vinícius de Morais. Na outra ponta desta história, Patrícia Ahmaral é a artista, independente, apaixonada por Torquato Neto, que de forma inédita, gravou recentemente um tributo, o primeiro songbook no país dedicado à regravação da obra "musical" de Torquato, desde sua morte, há 50 anos Ela precisa agora dar continuidade a este importante trabalho e ampliar a visibilidade do projeto, circulando com os shows do álbum. E precisa do apoio do mecanismo da Lei Rouanet para garantir a estrutura necessária para esta realização. Estrutura também necessária para a realização do importante curta documentário previsto, também inédito por trazer especificamente o recorte do Torquato autor de canções. O nome de Torquato Neto merece ser mais amplamente divulgado para as novas gerações e colocado em seu posto de relevância, rompendo as bolhas da academia ou de apreciadores mais "antenados" da cultura brasileira que reconhecem o legado do artista, para ser conhecido por públicos bem mais amplos. O projeto contribui com a construção de memória, resgatando um nome e também uma história. Resgatar o nome de Torquato é também recuperar uma parte na trajetória de vários de seus contemporâneos, que dividiram com ele as bandeiras das artes de vanguarda, a partir dos anos 1960.Para existir hoje, a cultura popular urbana brasileira, ou a cultura pop brasileira, inventiva e livre, teve, junto a outros nomes, o de Torquato, como um de seus personagens fundamentais, na busca dessa síntese, ampliando os conceitos antropofágicos do movimento modernista para perspectivas ainda mais livres, populares e democráticas. Torquato Neto, hoje, talvez mais do que nunca, frente ao obscurantismo que assombra o mundo, é inspiração para os fazedores de arte e cultura brasileiros do presente, que pretendem se situar na produção de ponta, como questionadores dos modos de produção estabelecidos. É também inspiração e fortalecimento para todos os campos humanos e sociais que lutam pela criação de territórios de auto-estima no país, a partir de sua produção genuína. Torquato era um apaixonado pelo Brasil e pelo artista brasileiro, assim como pela liberdade criativa. Vislumbrou, desde sempre, o país que poderíamos ser, a partir de nosso caldo cultural genuíno e potente. "Distribui-lo" em forma de canção, essa linguagem tão acessível e de um audiovisual é receita certa para formação de público. São 50 anos da morte de Torquato Neto. Com a turnê e o curta documentário e todas as ações previstas, Patrícia Ahmaral proporciona ao público o contato com um painel da obra "musical" do poeta e lança luz sobre seu nome. Canções, como "Geléia Geral" e "Marginália II" (com Gilberto Gil) e "Pra dizer adeus" (com Edu Lobo), com seus versos de estilo seminal, precisam ser reconhecidas na co-autoria de Torquato. Em sua época, ele obteve esse reconhecimento. Mas esse crédito se dissipou no tempo, por sua morte precoce e por ter sido ele uma figura dos "bastidores". Já a qualidade vocal e interpretação sensível de Patrícia, junto aos belos arranjos em releituras de obras consagradas ou no resgate de canções obscurecidas pelo tempo, como "Um dia desses eu me caso com você" (Torquato Neto e Paulo Diniz), trazem ainda uma segunda camada para a proposta: a atualização da obra. O projeto vem cercado por uma equipe criativa disposta a construir um ambiente cênico musical, em formato multimídia, que dê ao show e ao público, a experiência de mergulhar no universo torquateano para vivenciar, experimentar, poesia, textos, música, movimento, conexões , ideias, provocações, encontros e reencontros.Provocar o diálogo com Torquato, buscando criar campos de novas sensações, releituras, extrair impressões e percepções do público, renovando seu acervo como expectadores, contribuindo para a conexão com um Torquato no tempo presente. Já com a prensagem em CD e vinil, o projeto dá materialidade ao álbum, lançado só digitalmente, por falta de recursos. Fundamental também a produção dos videoclipes para ampliar a visibilidade do trabalho e, de forma destacada, a produção do curta documentário previsto. O projeto se justifica também, por fomentar a carreira de uma artista independente, que necessita de apoio de leis de incentivo para a continuidade de sua produção artística, movimentando, por consequência, a cadeia produtiva com o envolvimento de outros artistas e técnicos. O mote do projeto é fruto de um impulso sincero de entrega e pesquisa, no desejo de cantar as canções de Torquato Neto e de compartilhar seu legado de maneira aprofundada, gerando campos de reflexão e de memória. Detaca-se ainda que é muito importante que o projeto seja aprovado no mecanismo da Lei Rouanet,no artigo 18, aumentando sua capacidade de captação e circulação, por seus objetivos, além da música, o projeto estar completamente atravessado, pelo audiovisual e, indiretamente, pela literatura, por ser Torquato, acima de tudo, um poeta, pela produção de memória, pela capacidade de contribuir para impactar e formar novos e públicos.É uma obra de registro de patrimônio cultural imaterial, para além de ser um album musical, em sua execução é atravessado por muitas linguagens e desdobramentos. . Seguindo orientações do Ministério da Cultura, segue abaixo os incisos em que a proposta se enquadra: Art. 1° Fica instituído o Programa Nacional de Apoio à Cultura (Pronac), com a finalidade de captar e canalizar recursos para o setor de modo a: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; V - salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; Art. 3° Para cumprimento das finalidades expressas no art. 1° desta lei, os projetos culturais em cujo favor serão captados e canalizados os recursos do Pronac atenderão, pelo menos, um dos seguintes objetivos: I - incentivo à formação artística e cultural, mediante: a) produção de discos, vídeos, obras cinematográficas de curta e média metragem e filmes documentais, preservação do acervo cinematográfico bem assim de outras obras de reprodução videofonográfica de caráter cultural; (Redação dada pela Medida Provisória nº 2.228-1, de 2001) c) instalação e manutenção de cursos de caráter cultural ou artístico, destinados à formação, especialização e aperfeiçoamento de pessoal da área da cultura, em estabelecimentos de ensino sem fins lucrativos e) realização de exposições, festivais de arte e espetáculos de artes cênicas ou congêneres; a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos;

Estratégia de execução

Segue link para apreciação de conteúdo relacionado ao projeto: OUÇA o álbum "Um Poeta Desfolha a Bandeira - Patrícia Ahmaral canta Torquato Neto - volume 1": https://found.ee/patricia-ahmaral-canta-torquato-neto-1 Importante: Colocamos as cidades de Lisboa em Portugal e Brasília no DF, mas como se excluirmos a cidade, excluimos a planilha, decidimos deixar para ser alterada por outras cidades, posteriormente à aprovação e captação. Caso, seja possível excluir sem com isso excluir a planilha como um todo, então , preferimos excluir.

Especificação técnica

Espetáculo musical: 5 apresentações do show "Patrícia Ahmaral canta Torquato Neto" - show com 1h30 de duração Curta documentário: (título a definir): entre 20min e 30 min de duração Vinil: 250 cópias, álbum duplo, com encarte de 5 lâminas CD: 1000 cópias, álbum duplo, com encarte de 10 lâminas Oficina de voz: 1 oficina de voz: "A voz do corpo/O corpo da voz", ministrada por Patrícia Ahmaral: 12 horas distribuídas em 4 datas. Rodas de conversa: 3 rodas de conversa sobre Torquato Neto, com 3 horas de duração cada uma.

Acessibilidade

A acessibilidade precisa ser vista como modo de vida, como prática de uma sociedade diversa , assim, o projeto propõe: Todas as indicações abaixo estão garantidas em todos os produtos do projeto ( principal e secundário) Acessibilidade física: Os espaços onde serão realizados os shows terão rampas de acesso, banheiros adaptados, locais reservados na plateia para cadeirantes e pessoas com obesidade. Item na planilha: locação de teatro, rampas que possam ser montadas e desmontadas. Acessibilidade auditiva: Tradução em libras nos vídeos e materiais que são gravados para internet e as redes sociais, também teremos um profissional nos shows para o público e na recepção do teatro. item na planilha: interprete de libras Acessibilidade visual: nos shows placas indicativas em braile, um programa do show impresso e braile. item na planilha: impressão de placas indicativas em braile, impressão do programa em braile Acessibilidade intelectual: No teatro teremos uma pessoa especializada em educação especial para acompanhar o público que seja PCD portadoras de sindrome de down, autismo, entre outras. item na planilha: assistente de produção com formação em educação especial.

Democratização do acesso

No acesso, propomos: 1. Ingresso social pelo vale cultura 2. Cota de 20% dos lugares de acordo com a capacidade do teatro para projetos sociais e escolas públicas ( ingresso social) 3. Preços populares ( com meia entrada garantida) 4 . Doação de 10% de CDs e Vinis para acervos público com interesse no foco do projeto. Contrapartida social ( formativa e cultural) Oficina de voz com Patricia Ahmaral no projeto social da Vila São João em Belo Horizonte. Serão 12 horas de formação para a banda Jovens da Vila art. 28 da IN nº 01/2023. Em complemento, o proponente deverá prever a adoção de, pelo menos, uma das seguintes medidas de ampliação do acesso: II - ampliar a meia entrada de que trata o § 3º do art. 27, em todos os ingressos comercializados, para pessoas elegíveis e não contempladas com a gratuidade de caráter social referida no inciso II, caput do art. 27; IV - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino, e de outros eventos referente ao produto principal; V - garantir a captação e veiculação de imagens das atividades e de espetáculos por redes públicas de televisão e outros meios de comunicação gratuitos;

Ficha técnica

PATRÍCIA AHMARAL (cantora, compositora) Proponente, cantora solista: Página digital da artista -https://patriciaahmaral.com.br/ É a idealizadora do trabalho e cantora. ]Supervisionar todas as ações, apoiar os diretores envolvidos na criação do espetáculo e do curta documentário.. Artista reconhecida e admirada no cenário da produção musical belo-horizontina e com participações em projetos nacionais ao longo da carreira, como “Prata Da Casa” (Sesc Pompeia), “Novo Canto” (RJ), “Bem Brasil” (TV Cultura - SP), “Conexão Vivo” (MG e capitais no país), Patrícia Ahmaral começou a atuar nos anos 1990, na mesma efervescente cena que revelaria o saudoso VANDER LEE. Entre o final dos anos 1990 e os anos 2010, lançou três discos solos de estúdio. Seu trabalho de estreia, “Ah!” (1999), foi produzido por ZECA BALEIRO. Lançou ainda “Vitrola Alquimista” (2004), produzido por RENATO VILLAÇA e “Superpoder” (2011), produzido por FERNANDO NUNES. Após um hiato na carreira, em 2020, lançou nas plataformas o álbum “Ah!Vivo!”, registro do show comemorativo do tempo de atuação. Em novembro de 2022, concluiu um sonho acalentado há anos e lançou o primeiro volume de um álbum duplo, tributo ao poeta piauiense TORQUATO NETO (1944-1972), reunindo parte de suas parcerias musicais com GILBERTO GIL, CAETANO VELOSO, JARDS MACALÉ, entre outros nomes . O volume dois do projeto será lançado no início de 2023. Ela se prepara agora para circular com os shows de lançamento do trabalho, que é o primeiro de uma intérprete no país, dedicado à regravação da obra "musical" de Torquato. Em seus discos anteriores, interpreta com personalidade a obra de compositores como SÉRGIO SAMPAIO, WALTER FRANCO, RAUL SEIXAS, ALCEU VALENÇA, os associando a nomes da cena independente, como MATHILDA KÓVAK, SUELY MESQUITA, KALIC, LUIÍS CAPUCHO, EDVALDO SANTANA e a compositores expoentes de sua geração, como FERNANDA TAKAI, ZECA BALEIRO, VANDER LEE e CHICO CÉSAR. Gravou também inspiradas releituras para clássicos, como “Não Creio Em Mais Nada” (Totó) e “A Volta Do Boêmio” (Adelino Moreira), em arranjos assinados pelo guitarrista CELSO PENNINI. Ao longo da carreira, em festivais ou projetos pessoais, cantou ao lado de nomes como RITA BENEDITO, VANDER LEE, ZECA BALEIRO, OTTO, NÁ OZZETTI, CHICO CÉSAR, TONINHO HORTA, entre outros. Entre seus trabalhos de maior visibilidade, destaque para a abertura da NOVELA “Xica Da Silva”, cantando o tema “Xica Rainha” e também "Quenda" tema do personagem principal, na trilha de MARCUS VIANA para a trama exibida na Rede Manchete. Rogério Delayon (produtor musical, guitarrista e multi-instrumentista) Diretor musical: Vai criar arranjos, adaptando as canções do disco para o show, dirigir os ensaios e as apresentações.. Nascido em Ipatinga (MG), é multi-instrumentista, arranjador, produtor musical e engenheiro de som. Com uma carreira sólida de mais de 30 anos e atuação fundamental em inúmeros trabalhos de intérpretes e compositores em Minas e também no país, é hoje um dos maiores sideman (músico acompanhante) brasileiro, tendo já dividido o palco ou dirigido grandes nomes da música popular, como Zeca Baleiro, Beto Guedes, Sandy & Júnior, Fábio Júnior, Sá, Rodrix e Guarabyra, Victor e Léo, Zizi Possi, Wilson Sideral, Zélia Duncan, Leila Pinheiro, dentre outros. Paralelamente a essa atuação marcante como músico e produtor, começa agora a apresentar seu próprio trabalho, com o primeiro álbum solo “Meu Tempero”, em que mescla música instrumental e interpretações cantadas num repertório de sua autoria e também leituras para obras de outros autores. Ricardo Aleixo (poeta e artista intermídia) Diretor Artístico: Vai criar o conceito estético do espetáculo e supervisionar o roteiro musical. Artista intermídia e pesquisador de Literaturas, outras artes e mídias, Ricardo Aleixo recebeu da UFMG, em 2021, o título de Notório Saber, equivalente ao grau de doutor. Tem 18 livros publicados, dentre os quais se destacam Modelos vivos (Ed. Crisálida, 2010) e os mais recentes, Extraquadro (Ed. Impressões de Minas/LIRA, 2021 - um dos 5 finalistas do Prêmio Jabuti 2022), Sonhei com o anjo da guarda o resto da noite (Todavia, 2022) e Campo Alegre (Conceito Editorial, col. BH - A Cidade de Cada Um, 2022). Suas obras mesclam poesia, prosa ficcional, filosofia, etnopoética, antropologia, história, música, radioarte, artes visuais, vídeo, dança, teatro, performance e estudos urbanos. Já fez performances em quase todos os estados brasileiros e nos seguintes países: Argentina, Alemanha, Portugal, EUA, Espanha, México, França e Suíça. Tem obras expostas nas mostras permanentes Rua da Língua e Falares (Museu da Língua Portuguesa/SP). Gabi Guerra (Artista Visual) VJ - Imageria - cenário digital no espetáculo Vai criar todo o conceito do cenário digital, pre-produzir e atuar em todos os shows, com projeções a partir de materiais artesanais, ao vivo. Gabi Guerra é artista visual interessada em processos colaborativos e intermídia. Trabalha principalmente com desenho, gravura, cenografia e performance. É co-fundadora do Coletivo Black Horizonte, com o qual realiza trabalhos desde 2010 e vem pesquisando a arte negra e a tecnologia. Busca dispositivos para a criação ao vivo, como no uso, em cena, do desenho e da animação stop motion em diálogo com o corpo, o som e o espaço, a partir da improvisação. FORMAÇÃO ACADÊMICA 2020 Doutoramento em Educação Universidade Federal de Minas Gerais - Faculdade de Educação Título: Sentidos do corpo e experiências em torno do vitiligo: diálogos entre raça e educação. 2015 Mestrado em Educação Universidade Federal de Minas Gerais - Faculdade de Educação Título: A Cultura Visual na Educação na Construção das Identidades Étnico-Raciais 2007 Graduação em Artes Visuais – Habilitação em Gravura Universidade Federal de Minas Gerais - Escola de Belas Artes 2007/08 Bolsista de Iniciação Científica Programa Institucional de Bolsas de Iniciação Científica – PIBIC. Projeto: Criação e Pesquisa no Teatro Brasileiro Contemporâneo/ Escola de Belas Artes/ UFMG Marcus Fernando (roteirista e produtora musical) Diretor do curta documentário: Vai dirigir e conceber o roteiro e acompanhar toda a produção, edição e finalização do curta documentário previsto no proejto. Marcus Fernando é produtor musical, roteirista e diretor.Dirigiu o documentário "Torquato Neto - Todas as Horas do Fim", em cartaz durante dez semanas em 2018 e ganhador de nove prêmios em festivais, e a série "Cale-se - a censura musical", com oito episódios, exibida pelo canal Curta. É roteirista e diretor de projetos em produção ou desenvolvimento, como a série "Bossa SP", contando a história da bossa nova em São Paulo; o documentário "Aldir Blanc - Ourives do Palavreado", biografia do letrista; a série "Elas por Elas", um olhar sobre as mulheres na música brasileira; entre outros. Como produtor musical, começou a produção de shows em 1996, com o show de 50 anos do letrista Aldir Blanc, com participação de nomes como Paulinho da Viola, Nana Caymmi, Ivan Lins e Emilio Santiago. De lá pra cá, trabalhou com grandes nomes da nossa música como João Bosco, Moraes Moreira, Quarteto em Cy, Flavio Venturini, Paulinho Moska, Wagner Tiso, Mauricio Einhorn, entre tantos outros.Produziu discos como "Leila Pinheiro & Nelson Faria - Céu e Mar", lançado na Inglaterra em 2012, e "Fatima Guedes - Outros Tons", de 2005, com um repertório de músicas de Tom Jobim pré-bossa nova.Criou e dirigiu os shows "Lembrando Nelson Cavaquinho", "Jovelina, a Pérola Negra do Samba", "Três Gerações do Samba - Walter Alfaiate, Nei Lopes e Dudu Nobre", "Leila Pinheiro - Eu Canto Samba", "Beth Carvalho e a Fina Flor do Samba", entre outros. Foi diretor artístico da gravadora Fina Flor e diretor de produção da gravadora Rob Digital.Cuidou da supervisão de conteúdo da exposição "Samba: resistência e reinvenção" (Museu de Arte do Rio, 2018) e da seleção de material para o Hall da Fama do Museu da Imagem do Som, a ser inaugurado.

Providência

PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.