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O projeto propõe a realização de nova temporada com 12 episódios de 30 minutos cada da websérie "Bysha, tu acha?", em formato digital para lançamento em plataforma de streaming, pautada em entrevistas com personalidades da comunidade LGBTQIAP+ e tratando da importância do desenvolvimento da Cultura e da Representatividade da comunidade nos diversos espaços sociais, além de propor oficina com a temática do audiovisual LGBTQIAP+.
CLASSIFICAÇÃO INDICATIVA 12 anos (Conteúdo de insinuação sexual)
OBJETIVO GERAL Produzir e lançar no YouTube a nova temporada da websérie "Bysha, tu acha?" em plataforma digital, a fim de desenvolver a cultura LGBTQIAP+. OBJETIVOS ESPECÍFICOS - Entrevistar 12 (doze) personalidades de diferentes segmentos da comunidade LGBTQIAP+; - Promover a formação e empregabilidade com a garantia de ao menos 75% da equipe composta por pessoas que se identifiquem LGBTQIAP+, sendo no mínimo 2 (duas) pessoas trans e/ou travestis com interesse na área do audiovisual; - Realizar 1(um) evento de lançamento gratuito em espaço cultural independente e voltado para o público LGBTQIAP+ na cidade de São Paulo; - Propor 1 (uma) oficina com a temática da produção audiovisual LGBTQIA+.
"Bysha, tu acha?" surge do desejo de promover uma plataforma de discussão sobre identidade queer, a partir de experiências reais e aprofundadas, e um material documental referencial para a comunidade LGBTQIAP+, a fim de tratar da representatividade como espaço de expressão e de sustentabilidade e sendo um propulsor para novos artistas. O projeto representa a voz de uma nova geração que vêm ganhando força social e política nas últimas décadas, aprofundada a partir de experiências pessoais e reflexões políticas sobre o papel social que temos enquanto pessoas públicas. O projeto traz o formato documental, composto por entrevistas com convidados e com recortes históricos e de depoimentos, com discussões pertinentes e aprofundadas sobre temas que permeiam a comunidade. Os resultados da primeira temporada superaram as expectativas da equipe que, com baixíssimo orçamento, fez uma curadoria dos convidados muita cuidadosa e conseguiu trazer personalidades que, não por coincidência, atingiram reconhecimentos importantes logo após o lançamento da temporada, entre eles Victor Di Marco, escolhido como melhor ator no Festival de Cinema de Gramado, e Gabeu, primeira pessoa queer indicada ao Grammy Latino como Sertanejo. Na produção da primeira temporada, com a parceria com a plataforma#CulturaEmCasa e com a estratégia de divulgação conjunta com os convidados, sem recursos para publicidade paga, tivemos um alcance de 3000 visualizações nas entrevistas, além de um impacto estimado de quase 300 mil pessoas nas redes sociais. Isso garante o alcance do projeto e defende a importância da sua continuidade em uma nova temporada, possivelmente trazendo episódios com nomes já consagrados. A parceria com a plataforma #CulturaEmCasa na produção da segunda temporada, solidifica a importância do apoio de recursos públicos da Lei Federal de Incento à Cultura na continuidade do projeto, a fim de tornar o projeto um espaço de referência na produção cultural LGBTQIAP+ e assim lançar nova temporada com mais alcance e qualidade. Além disso, contempla os seguintes incisos do Art. 1 da Lei 8313/1991: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; IV - proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; E os seguintes incissos do Art. 3 da Lei 8313/1991: II - fomento à produção cultural e artística, mediante: a) produção de discos, vídeos, obras cinematográficas de curta e média metragem e filmes documentais, preservação do acervo cinematográfico bem assim de outras obras de reprodução videofonográfica de caráter cultural;
A nova temporada da série "Bysha, tu acha?" contará com 12 episódios, sendo que cada um receberá 1 convidado que se identifique como LGBTQIAP+ e atue em qualquer frente de defesa de direitos ou de representativa da sigla. Assim como nas primeiras temporadas, a série será gravada em espaço cultural na cidade de São Paulo e terá o formato de entrevista com duração média de 30 minutos, roteirizado com objetivo de apresentar o convidado de forma tridimensional, trazendo a pauta identitária como parte de uma constituição pessoal e profissional. Ainda, o episódio conta com um pequeno intervalo em que acontecem performances, a fim de introduzir novos artistas ao público. Na primeira temporada, tivemos a participação da casa de vogue House of Avalankx, enquanto agora propomos trazer drag queens em início de carreira para performances de 2 minutos. Os episódios da primeira temporada ilustram bem o formato do conteúdo e estão disponíveis na plataforma #CulturaEmCasa, como parte da programação do Orgulho LGBTQIAP+. Segue link para fruição da comissão: https://culturaemcasa.com.br/?s=bysha+tu+acha A segunda temporada está em produção de forma independente e programada para lançamento ao longo do mês de Junho de 2023 na plataforma.
BYSHA, TU ACHA? Websérie audiovisual 12 episódios 30 minutos "PRODUÇÃO AUDIOVUSIAL LGBTQIAP+" Oficina 1 encontro de 2 horas
PRODUTO: WEBSÉRIE ACESSIBILIDADE FÍSICA - O evento de lançamento será realizado em espaço cultural adaptado com rampas de acesso e banheiros para Pessoas com Deficiência, bem como o estúdio/espaço onde será realizada a gravação para que seja possível a participação de convidado e equipe de pessoas com deficiência. ACESSIBILIDADE DE CONTEÚDO - Todos os episódios contarão com a inserção de ferramentas de Acessibilidade, sendo Intérprete de Libras, Audiodescrição e Legendagem Descritiva, além do material de divulgação contar com legendagem e descrição de imagens e contarão com a informação de que há ferramentas de Acessibilidade na obra. PRODUTO: OFICINA ACESSIBILIDADE FÍSICA - A oficina será realizada em espaço cultural adaptado com rampas de acesso, banheiros e outros espaços adaptados para Pessoas com Deficiência. ACESSIBILIDADE DE CONTEÚDO - Será garantida a presença de Intérprete de Libras e Audiodescritor durante a ação, para atendimento de Pessoas com Deficiência visual e auditiva, além do material de divulgação contar com legendagem e descrição de imagens e contarão com a informação de que há ferramentas de Acessibilidade na ação.
São medidas de democratização do acesso, conforme Art. 28 da IN 01/2023 do Minc: IV - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino, e de outros eventos referente ao produto principal; Através da disponibilização gratuita pela internet de todos os episódios na plataforma digital #CulturaEmCasa (www.culturaemcasa.com.br). VI - realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições, mostras e oficinas; OFICINA "PRODUÇÃO AUDIOVISUAL LGBTQIAP+" A oficina será voltada a estudantes de instituição pública de ensino de Audiovisual, em nível técnico ou superior, a fim de apresentar o histórico de produções que contemplam a temática e os realizadores LGBTQIAP+ do Brasil.
PEDRO LEÃO - Pedro Henrique Gonçalves da Silva - Diretor e Produtor Executivo (Rubricas na planilha)Representante legal do proponente que será responsável pela gestão técnico-financeira do projetoMestrando em Economia e Política da Cultura pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul, Especialista em Gestão Cultural pelo SENAC e bacharel em Teatro pela Anhembi Morumbi, como bolsista do ProUni. Atua na cultura desde 2005, integrando o grupo Teatro da Neura, em Suzano, entre 2012 e 2016. Desde então, reside e atua na capital, sendo co-fundador da WeDo! e, mais recentemente, do coletivo Cubo Cultural. Produtor executivo desde 2013, assinando os eventos culturais: 9ª Mostra de Referências Teatrais de Suzano (2013), Mostra de Cenas Curtas de Suzano (2014-2016), Mostra de e-Teatro (2020), Prêmio WeDo! de e-Teatro (2021) e Mostra de Teatro Online para a Infância (2021). Atualmente integra a Cubo Cultural, assinando seu repertório como diretor dos espetáculos "Rituais do Sofrimento" (2018) e "Agridoce" (2020), além de idealizador e produtor executivo do espetáculo, do show e do EP "LOVE+" (2021). Com estreia em 2022, assina a dramaturgia e direção do espetáculo solo "Pequeno Monstro" e do programa "Bysha, tu acha?" com JOMA. JOMA - João Marcelo Gomes Ribeiro - Diretor e Host (Rubricas na planilha)Crescido nos palcos como ator e performer, o cearense JOMA mora em São Paulo desde 2010, onde se formou em Bacharel em Teatro. Desde 2013, esteve em cena em diversos espetáculos como "LOVE+", solo com direção de Jéssica Teixeira, "Agridoce", com direção de Pedro Leão e "As Bruxas de Salém", com direção de Simoni Boer. Recebe destaque ao ser contemplado com o Prêmio Aldir Blanc da Cidade de São Paulo, em 2020, com o Prêmio a Profissionais da Cultura do ProAC, em 2021, com o projeto “Produção Teatral LGBTQIA+”. Com o ProAC LGBTQIA+ produziu sua primeira série audiovisual, "Bysha, tu acha?", entrevistando personalidades da comunidade e que teve a primeira temporada lançada em Junho de 2022, na programação do mês do Orgulho da plataforma #CulturaEmCasa. Lançou seu primeiro EP autoral "LOVE+" em 2021, com o clipe "Frito, Berro, Agito" e, no ano seguinte, realizou a estreia como cantor nos palcos com show no Centro Cultural da Diversidade, em parceria com a Parada do Orgulho LGBTQIA+ e com o apoio do Edital de Múltiplas Linguagens de São Paulo e inicia sua turnê.
PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.