| CNPJ/CPF | Nome | Data | Valor |
|---|---|---|---|
| 33592510000154 | VALE S.A. | 1900-01-01 | R$ 600,0 mil |
MÃOS A OBRA visa invadir, 6 cidades com intervenções artísticas, palestras, oficinas, vídeo, mostra de filmes a partir da obra GRANDE SERTÃO: VEREDAS de Guimarães Rosa, com concepção de Bia Lessa. O projeto busca criar uma imersão cultural e artística, proporcionando experiências enriquecedoras para a comunidade. O projeto consiste em apresentação do filme e making off do filme O Diabo na Rua no Meio do Redemunho, do documentário premiado COMO NASCEM AS IDEAIS, de Carolina Sá e do vídeo com texto do Guimarães Rosa, em teatros, cinemas ou espaços educacionais, além de palestras e oficinas. Pretendemos colocar a obra no centro do pensamento contemporâneo. As palestras abordarão diferentes aspectos da obra, como sua linguagem, temáticas, além de explorar o processo criativo de Bia Lessa. As oficinas, por sua vez, oferecerão oportunidades de aprendizado e experimentação para os participantes. 80% das atividades serão gratuitas.
SINOPSE - O projeto busca criar uma imersão cultural e artística, aproximando o público da obra de Guimarães Rosa e promovendo uma experiência enriquecedora para a comunidade. Invadindo as cidades com diferentes atividades, proporcionando as comunidades uma semana de imersão total na obra de Guimarães Rosa. As atividades foram planejadas de forma adaptável para atender às necessidades de cada comunidade, com o objetivo de proporcionar uma conexão profunda com a obra e despertar o interesse e a apreciação pela literatura e pelo teatro brasileiro.AS PALESTRAS terão como objetivo abordar diferentes aspectos da obra "GRANDE SERTÃO: VEREDAS" de Guimarães Rosa. Elas serão conduzidas por Bia Lessa, renomada diretora de teatro, juntamente com convidados especiais, como estudiosos da obra, atores ou outros profissionais relacionados ao universo do autor. As palestras irão explorar a linguagem singular utilizada por Guimarães Rosa, as temáticas abordadas na obra, as influências históricas e culturais presentes, além de explorar o processo criativo de Bia Lessa em relação à adaptação teatral e cinematográfica do livro. Número de participantes ilimitada, e classificação etária 14 anos.OS WORKSHOPS serão adaptados ao número de inscritos em cada comunidade e oferecerão uma experiência prática e teórica (limite de inscrições 60). Nesse trabalho serão abordados técnicas teatrais, expressão corporal, criação artística e outras habilidades relacionadas ao processo de encenação e interpretação de "GRANDE SERTÃO: VEREDAS". Os participantes terão a oportunidade de vivenciar e experimentar as técnicas utilizadas por Bia Lessa e sua equipe na criação do espetáculo teatral e estabelecer uma relação profunda com o romance. Serão 3 encontros de 4horas cada um onde teoria e prática estarão em diálogo permanente. Serão convidados a participar grupos locais, educadores, estudantes, artistas de diferentes áreas. A idade mínima 16 anos.O ACESSO às OBRAS realizadas a partir do romance será realizado em espaços educacionais, teatros e cinemas, explicitando as inúmeras possibilidades de leitura do romance e sua complexidade. Serão apresentadas o making off do processo de criação do filme O DIABO NA RUA NO MEIO DO REDEMUNHO, o filme O DIABO NA RUA NO MEIO DO REDEMUNHO o documentário COMO NASCEM AS IDEIAS e o VÌDEO com texto da obra de Guimarães. Essas apresentações permitirão aos participantes uma compreensão mais profunda do processo criativo e do contato com uma das obras mais importantes da literatura brasileira, "GRANDE SERTÃO: VEREDAS".Ao assistir ao making off do filme e o filme, os participantes terão a oportunidade de observar as escolhas artísticas e técnicas realizadas pela diretora de teatro Bia Lessa e sua equipe, bem como compreender as nuances da obra original que foram capturadas e transmitidas nas produções. Isso contribui para uma compreensão mais profunda e crítica da obra de Guimarães Rosa, permitindo ao público apreciar sua riqueza literária e artística.Essa experiência também serve como forma de incentivar e despertar o interesse do público em buscar outras produções artísticas relacionadas à obra, como a leitura do romance "Grande Sertão: Veredas" ou o contato com outras adaptações inspiradas na obra de Guimarães Rosa. Dessa forma, o projeto "Mãos à Obra" busca ampliar o acesso do público a diferentes manifestações artísticas e fomentar o interesse pela cultura e pela literatura brasileira. É importante destacar que, ao oferecer acesso ao filme, ao making off e ao doc, o projeto visa proporcionar uma experiência complementar à leitura da obra original, estimulando uma compreensão mais ampla e dinâmica da narrativa e do universo de "Grande Sertão: Veredas". Número de participantes ilimitado.
OBJETIVO GERAL - O objetivo do projeto "Mãos à Obra" é promover a imersão cultural e artística nas cidades, levando a obra "GRANDE SERTÃO: VEREDAS" de Guimarães Rosa para a "boca do povo". Através de palestras e oficinas, ministrados por Bia Lessa e convidados especiais, o projeto busca proporcionar experiências transformadoras, de forma inclusiva, para as comunidades. Ao levar a obra para diferentes estados, o projeto promove a disseminação da cultura e da literatura brasileira, valorizando o patrimônio cultural do país e reconhecendo a importância do legado de Guimarães Rosa. As palestras abordam diversos aspectos da obra, como a linguagem singular, as temáticas sociais, psicológicas, geográficas e as influências históricas e culturais, além de explorar o processo criativo de Bia Lessa. As oficinas oferecem oportunidades de aprendizado e experimentação, abordando técnicas teatrais, expressão corporal, criação artística e outras habilidades relacionadas à interpretação de "Grande Sertão: Veredas". O projeto também busca fortalecer a cena cultural local, envolvendo a comunidade e promovendo a interação entre artistas, público e espaços urbanos de forma gratuita. Essa colaboração gera laços e incentiva o engajamento cultural, contribuindo para um impacto positivo a longo prazo na sociedade. "Mãos à Obra" tem como objetivo principal criar uma imersão cultural e artística, proporcionando experiências enriquecedoras para a comunidade, difundindo a obra de Guimarães Rosa e estimulando a criatividade, o aprendizado e o fortalecimento da cena cultural local e também: .Valorizar o autor nacional. .Valorizar a região do sertão brasileiro e seus habitantes. .Oferecer ao público um trabalho, que tenha como objetivo a valorização do arte como forma de conhecimento. .Dar acesso ao trabalho de pesquisa de linguagem que Bia Lessa vem desenvolvendo ao longo de 40 anos de carreira. .Desenvolver um trabalho prático e teórico. .Desenvolver um diálogo com Instituições Culturais e educacionais. .Difundir um dos maiores clássicos da literatura brasileira. OBJETIVO ESPECÍFICO 1 - CONTRAPARTIDAS SOCIAIS _ 80% das atividades do projeto são gratuitas, de forma que a contrapartida social é o DNA do projeto. Realizaremos três produtos totalmente gratuitos, que são: palestras, oficinas e 50% da mostra audiovisual gratuitos. 2 _ Produto FESTIVAL/MOSTRA-AIDIOVISUAL _ Serão apresentados 4 obras áudio visuais, sendo que três gratuitas e uma única com 20% de gratuidade, em cada uma das 6 cidades. 4 _ Produto SEMINÁRIO AUDIOVISUAL _ Palestra com duração de 2 horas em cada uma das 6 cidades onde o projeto será realizado (total de 10 horas). 5 _ Produto CURSO/OFICINA/ESTÁGIO - Oficina de duração de 3 dias, com 4 horas diárias, totalizando 12 horas em cada cidade (total de 72 horas). As oficinas serão inteiramente gratuitas, tendo como tema o romance GRANDE SERTÃO: VEREDAS de Guimarães Rosa. Realizaremos o projeto em 6 cidades: São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais, Fortaleza, Porto Alegre e Belém. O projeto visa invadir cada uma dessas cidades com diferentes atividades gratuitas, tendo como tema a obra Grande Sertão Veredas de Guimarães Rosa. Cada "invasão", será realizada a partir das seguintes atividades: . Palestra com Bia Lessa e convidado especial (especialista na obra, ou um artista, ou um crítico e personalidades que possam contribuir para a compreensão da dimensão da obra de JGR). As palestras abordarão diferentes aspectos da obra de Guimarães Rosa, como sua linguagem singular, temáticas sociais, psicológicas, geográficas, influências históricas e culturais, além de explorar o processo criativo de Bia Lessa em relação à adaptação da obra. . Oficinas de 3 dias (quatro horas diárias) abertos para a comunidade (grupos estabelecidos, estudantes, professores e público em geral). As oficinas abordarão técnicas de interpretação, expressão corporal, criação artística e outras habilidades relacionadas ao processo de criação a partir da obra "Grande Sertão: Veredas". . Exibição do making off do espetáculo GRANDE SERTÃO: VEREDAS em teatros, cinemas ou espaços educativos. . Exibição do filme O DIABO NA RUA NO MEIO DO REDEMUNHO em teatros, cinemas ou espaços educativos. · Exibição do documentário COMO NASCEM AS IDEIAS de Carolina Sá. · Exibição do vídeo com frases da obra de Guimarães Rosa Resumo das atividades: 6 cidades contempladas com o projeto 6 palestras gratuitas 6 oficinas gratuitas 18 exibições do making off GRANDE SERTÃO: VEREDAS do espetáculo gratuitas 18 exibições do filme O DIABO NA RUA NO MEIO DO REDEMUNHO, com preços acessíveis e percentual de gratuidade. 6 exibições do documentário, premiado, COMO NASCEM AS IDEIAS de Carolina Sá. 6 exibições do vídeo com textos da obra do Guimarães Rosa
JUSTIFICATIVA - Ao longo de sua carreira, Bia vem desenvolvendo um trabalho de pesquisa de linguagem, onde ampliar os limites da encenação através de diferentes mídias. Dentro de seu trabalho cria espetáculos/cinema, óperas/instalações, exposições/teatrais estabelecendo um ponto de encontro entre as diferentes formas de expressão artística.Como diretora, Bia abriu mão de se tornar uma diretora comercial. Bia escolhe de tempos em tempos obras, temas, assuntos nos quais possa se dedicar integralmente. A escolha de Grande Sertão Veredas veio do desejo de enfrentar o desafio de coisificar os universos contidos na obra e as inúmeras possibilidades de leitura e análise do romance. Essa vastidão de significados que se apresentam através da historia, da complexidade dos personagens, e da linguagem criada por Rosa, proporcionam questões chaves para o mundo contemporâneo.A criação de um universo crível, a fronteira entre realidade e fantasia, a profundidade dos personagens, a relação com o leitor/espectador, a invenção de linguagem. Ao longo de suas realizações, Bia Lessa criou uma exposição sobre a obra, na Inauguração do Museu da Língua Portuguesa, fez a criação gráfica da edição comemorativa dos 50 anos pela editora Nova Fronteira, a adaptação cinematográfica com o título O Diabo na Rua no meio do Redemunho e a montagem teatral Grande Sertão Veredas.Pretende agora, nesse projeto, levar seus conhecimentos à 5 cidades, através de diversas atividades criando um dialogo entre educação, cultura e arte.O projeto "Mãos à Obra" se enquadra no Mecanismo de Incentivo a Projetos Culturais, previsto na Lei 8.313/91, conhecida como Lei Rouanet. Os incisos do Art. 1º da referida lei nos quais o projeto pode se enquadrar são:Inciso I: Preservação e difusão do patrimônio cultural brasileiro.O projeto busca promover a obra literária "Grande Sertão: Veredas" de Guimarães Rosa, que é considerada um patrimônio cultural brasileiro. Por meio das intervenções artísticas, palestras e oficinas, o projeto contribui para a preservação e difusão desse patrimônio, levando-o para o espaço urbano e proporcionando experiências enriquecedoras para a comunidade.Inciso III: Formação de público para a cultura.Ao realizar intervenções artísticas, palestras e oficinas em 5 cidades, o projeto visa formar e ampliar o público para a cultura, especialmente para a literatura e as artes. As atividades oferecidas pelo projeto proporcionam oportunidades de aprendizado, experimentação e acesso à obra "Grande Sertão: Veredas", estimulando o interesse e a apreciação da cultura brasileira.Inciso IV: Pesquisa, documentação, produção e difusão de manifestações culturais.O projeto "Mãos à Obra" envolve a pesquisa, documentação e produção de manifestações culturais relacionadas à obra de Guimarães Rosa. Além disso, as intervenções artísticas, palestras e oficinas contribuem para a difusão dessas manifestações, levando-as para o espaço urbano e ampliando seu alcance junto à comunidade.Quanto aos objetivos do Art. 3º da Lei Rouanet, o projeto "Mãos à Obra" busca alcançar os seguintes objetivos: Estímulo à produção cultural de qualidade: O projeto valoriza a obra "Grande Sertão: Veredas" de Guimarães Rosa e busca oferecer atividades culturais de qualidade, como intervenções artísticas, palestras e oficinas, ministrados por Bia Lessa e convidados especiais. Isso contribui para o estímulo à produção cultural de excelência.Ampliação do acesso aos bens e serviços culturais: O projeto leva a cultura para o espaço urbano, tornando-a acessível a um público mais amplo. Ao oferecer palestras e workshops abertos à comunidade, o projeto amplia o acesso aos bens e serviços culturais, contribuindo para a democratização da cultura.Valorização e preservação do patrimônio cultural brasileiro: O projeto valoriza a obra literária de Guimarães Rosa, considerada um patrimônio cultural brasileiro. Ao promover a obra, o projeto contribui para a sua preservação e valorização, fortalecendo a identidade cultural do país.Formação de novos talentos e fomento à pesquisa cultural: Por meio dos workshops, o projeto oferece oportunidades de formação e desenvolvimento de novos talentos na área teatral, estimulando a pesquisa cultural e a experimentação artística. Isso contribui para o fomento de novas produções culturais.A importância da obra de Guimarães Rosa, por Antonio Candido.GRANDE SERTAO VEREDAS - O grande milagre do Guimarães Rosa que é a ambiguidade suprema, que neste caso está não no livro, mas nele também, é o seguinte: é que ele tomou uma tendência muito cansada da literatura brasileira que é o regionalismo. O pitoresco da linguagem, o arcaísmo, o tema caipira, o tema regional, o tema jagunço, o tema caboclo. Isso já era uma coisa muito sovada, muito gasta. Praticamente, considerava-se que a literatura brasileira já tinha saído disso. No momento em que se considera, a crítica pensava mais ou menos isso, surge um homem que fechado, fechado hermeticamente dentro do universo do sertão com uma exuberância verbal extraordinária, com aquilo que era considerado ruim na tradição brasileira que era a exuberância de linguagem, com aquilo que era considerado ruim que era o regionalismo, com aquilo que era considerado perigoso, que era o pitoresco. Ele parte de tudo isso e consegue fazer uma coisa inteiramente nova, consegue fazer uma ficção, como eu disse de tipo realmente universal com todos os grandes problemas do homem, tanto assim que eu pensando neste caso, como é que se pode resolver este paradoxo? De um regionalismo que não é regionalismo e de uma universalidade que é mais particular possível. Ele fez o livro que supera o regionalismo, ele fez através do regionalismo. Esse, do ponto de vista da composição literária, a meu ver é o paradoxo supremo. Tanto assim que eu me senti obrigado a criar uma nova categoria que é transregionalismo ou surregionalismo. Assim como você fala em surrealismo, você pode falar, no caso de Guimarães Rosa, em surregionalismo. Fenômeno, aliás, que nós verificamos, pouco depois ou ao mesmo tempo em outros lugares da América Latina. Nós encontramos, por exemplo, em Gabriel Garcia Márquez, nós encontramos em Juan Rulfo, nós encontramos em Mario Vargas Lhosa, nós encontramos em Alcides Arguedas. Esse enraizamento profundo no temário regional pitoresco com uma linguagem transfiguradora, moderna que não tem nada a ver com a linguagem do regionalismo tradicional. Antônio Cândido
Pretendemos alcançar um público em torno de 4.000 pessoas em cada uma das cidades. Estabeleceremos um diálogo com as instituições e grupos culturais existentes em cada urbe. Justificativa para cortes de itens Considerando a Adequação do orçamento e do projeto, uma vez que captamos 56,77% do valor aprovado, acreditamos que é mais justo e coerente subtrair as intervenções urbanas (projeção), Assistente de Direção do Produto Vídeo, e Locação de Auditório, do produto Curso/Oficina/Estágio, do que cortar as cidades do norte e nordeste prejudicando o alcance do projeto. Desta forma o Vídeo do Produto 1 passará a ser exibido no Produto 3 que é o Festival/Mostra/Audiovisual. O Festival/Mostra/Audiovisual tinha previsto três exibições: O Diabo no Meio da Rua do Redemunho, o Making Off do filme O Diabo no Meio da Rua do Redemunho, o Documentário Onde Nascem as Ideias; com a readequação do projeto o vídeo do produto 1 passará a ser a quarta exibição da mostra. Sendo assim conseguimos realizar o projeto em seis cidades (São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais, Porto Alegre, Fortaleza e Belém), o que significa 75 % do projeto, mantendo a democratização do projeto em todas as regiões do país.
O projeto será realizado em 6 cidades, durante o período de 3 dias por cidades, totalizando um total de 18 dias de ocupação.Cidades contempladas: São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais, Porto Alegre, Fortaleza e Belém. PalestrasTitulo: Mãos à obraDuração: Aproximadamente 2 horas.Palestrantes: Bia Lessa e convidasFormato: Apresentação oral, com Bia Lessa e/ou um convidado especial compartilhando conhecimentos e insights sobre a obra "Grande Sertão: Veredas", abordando aspectos como linguagem, temáticas, influências históricas e culturais, além do processo criativo de Bia Lessa.Público-alvo: Publico de diferentes classes sociais, entre 14 a 90 anos.Local: em 6 instituições de ensino e cultura e ou teatros e cinemasQuantidade: 6 palestras em 6 cidades brasileirasObjetivos: Proporcionar uma análise aprofundada da obra, incentivar a reflexão crítica e estimular o interesse pela literatura e cultura brasileira.Workshop/ Oficina Duração: 3 dias - 4 horas/dia Horário: adaptado à realidade de cada cidadeFormato: Combinando atividades práticas e teóricas, os workshops proporcionarão aprendizado e experimentação relacionados à obra "Grande Sertão: Veredas" e suas possíveis vertentes artísticas. Serão abordadas técnicas teatrais, expressão corporal, criação artística e outras habilidades relacionadas ao processo de encenação e interpretação.Público-alvo: Artistas, professores e estudantes a partir do ensino fundamental completo.Local: instituições de ensino e ou culturaQuantidade: 6 workshops/oficina em 6 cidades brasileirasObjetivos: Estimular a criatividade, promover o desenvolvimento pessoal dos participantes, oferecer ferramentas práticas para a interpretação e encenação de obras literárias, aprofundar o conhecimento sobre a linguagem artística e teatral.Apresentações 1 - Making off do espetáculo e o filme "O Diabo na Rua no Meio do Redemunho"Local: Instituições de educação e cultura e ou teatros e cinemas selecionados posteriormente em cada urbe.Classificação etária: 14 anos.Duração total: 60 minutos2 - Filme O DIABO NA RUA NO MEIO DO REDEMUNHO, com preços acessíveis e percentual de gratuidade. Local: Instituições de educação e cultura e ou teatros e cinemas selecionados posteriormente em cada urbe.Classificação etária: 14 anos.Duração total: 127 minutos 3 - Documentário ONDE NASCEM AS IDEIAS de Carolina Sá.Local: Instituições de educação e cultura e ou teatros e cinemas selecionados posteriormente em cada urbe.Classificação etária: 14 anos.Duração total: 54 minutos4 - Vídeo com textos da obra do Guimarães RosaLocal: Instituições de educação e cultura e ou teatros e cinemas selecionados posteriormente em cada urbe.Classificação etária: 14 anos.Duração total: 10 minutosQuantidade: em 6 cidades brasileirasObjetivos: Proporcionar acesso a diferentes interpretações da obra "Grande Sertão: Veredas", permitindo ao público conhecer o processo criativo envolvido nas adaptações, aprofundar o contato com a obra e sua linguagem artística. Contribuir para uma compreensão mais ampla da narrativa e estética da obra e incentivar o interesse pela leitura do romance original e pela produção artística.
1- VIDEOS, DOCS e FILMES ACESSIBILIDADE NO ASPECTO ARQUITETÔNICO: Selecionaremos espaços que garantam acessibilidade. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES AUDITIVOS: As exibições dos filmes contarão com legendas proporcionando acesso aos deficientes auditivos. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES INTELECTUAIS: A forma como serão apresentadas poderão ser assimiladas dissociada do conteúdo intelectual. 2 - CONTRAPARTIDAS SOCIAIS ACESSIBILIDADE NO ASPECTO ARQUITETÔNICO: As atividades oficinas, palestras, mostra, serão realizadas em espaços que possibilitem o acesso de todos (rampas, elevadores, cadeiras especiais). O projeto não será realizado em espaços inacessíveis. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES VISUAIS: A palestra e oficinas terão disponíveis um profissional para assessorar a participação dos deficientes visuais, sempre que houver necessidade. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES AUDITIVOS: Todas as palestras e oficinas, nas 6 cidades, serão realizadas com tradução em libras, sempre que houver inscritos que necessitem de linguagem específica. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES INTELECTUAIS: O vídeo poderá ser assimilado por deficientes intelectuais, por se tratar de uma animação lúdica, um jogo de palavras e imagens. A forma como serão apresentadas poderão ser assimiladas dissociada do conteúdo intelectual. Obs.: no ato da inscrição das palestras e oficinas, haverá questionário em que o cidadão apontará a necessidade visual ou auditiva. 3 - FESTIVAL/MOSTRA-AUDIOVISUAL ACESSIBILIDADE NO ASPECTO ARQUITETÔNICO: A Mostra será realizada em Instituições culturais, educacionais ou ainda teatros ou cinemas que possuam uma arquitetura acessível a todos (rampas, elevadores, cadeiras especiais) ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES INTELECTUAIS: As obras podem ser assimiladas por deficientes intelectuais, devido a riqueza visual e Sonora. A forma como serão apresentadas poderão ser assimiladas dissociada do conteúdo intelectual. 4 - OFICINA/WORKSHOP/SEMINÁRIO AUDIOVISUAL ACESSIBILIDADE NO ASPECTO ARQUITETÔNICO: As atividades oficinas, palestras, projeção e mostra, serão realizadas em espaços que possibilitem o acesso de todos (rampas, elevadores, cadeiras especiais). O projeto não será realizado em espaços inacessíveis. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES VISUAIS: A palestra e oficinas terão disponíveis 1 profissional para assessorar a participação dos deficientes visuais, sempre que necessário. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES AUDITIVOS: Todas as palestras e oficinas, nas 6 cidades, serão realizadas com tradução em libras, sempre que houver necessidade. Obs.: no ato da inscrição das palestras e oficinas, haverá questionário em que o cidadão apontará a necessidade visual ou auditiva. 5 - CURSO/OFICINA/ESTÁGIO ACESSIBILIDADE NO ASPECTO ARQUITETÔNICO: As atividades oficinas, palestras, projeção e mostra, serão realizadas em espaços que possibilitem o acesso de todos (rampas, elevadores, cadeiras especiais). O projeto não será realizado em espaços inacessíveis. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES VISUAIS: A palestra e oficinas terão disponíveis 1 profissional para assessorar a participação dos deficientes visuais, sempre que houver necessidade. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES AUDITIVOS: Todas as palestras e oficinas, nas 6 cidades, serão realizadas com tradução em libras, sempre que houver necessidade. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES INTELECTUAIS: O vídeo poderá ser assimilado por deficientes intelectuais, por se tratar de uma animação lúdica, um jogo de palavras e imagens. A forma como serão apresentadas poderão ser assimiladas dissociada do conteúdo intelectual. 80% das atividades propostas pelo projeto serão gratuitas e oferecidas a comunidades. Serão adotadas medidas que para o atendimento ao disposto no art. 27, inciso II, do Decreto 5.761/06 : Art. 27. Dos programas, projetos e ações realizados com recursos incentivados, total ou parcialmente, deverá constar formas para a democratização do acesso aos bens e serviços resultantes, com vistas a: II - proporcionar condições de acessibilidade a pessoas idosas, nos termos do art. 23 da Lei no 10.741, de 1o de outubro de 2003 (*), e portadoras de deficiência, conforme o disposto no art. 46 do Decreto no 3.298, de 20 de dezembro de 1999 (**); (*) Art. 23. A participação dos idosos em atividades culturais e de lazer será proporcionada mediante descontos de pelo menos 50% (cinquenta por cento) nos ingressos para eventos artísticos, culturais, esportivos e de lazer, bem como o acesso preferencial aos respectivos locais. (**) Art. 46. Os órgãos e as entidades da Administração Pública Federal direta e indireta responsáveis pela cultura, pelo desporto, pelo turismo e pelo lazer dispensarão tratamento prioritário e adequado aos assuntos objeto deste Decreto, com vista a viabilizar, sem prejuízo de outras, as seguintes medidas: Parágrafo único. Os projetos culturais financiados com recursos federais, inclusive oriundos de programas especiais de incentivo à cultura, deverão facilitar o livre acesso da pessoa portadora de deficiência, de modo a possibilitar-lhe o pleno exercício dos seus direitos culturais. Além disso, teremos ações de promoção que visão o acesso ao conteúdo como disponibilização de conteúdo multimídia com o processo de criação de fácil entendimento. Além disso, as atividades serão trabalhadas de forma a poderem ser apreendidas de diferentes formas, ampliando suas possibilidades de leitura. Ex: Trabalharemos a importância, dos ruídos, vozes, da espacialidade apontada pela reverberação do som no espaço, visando a compreensão das atividades pelos deficientes visuais. Com os portadores de deficiências auditivas, trabalharemos com a importância da visualidade, e da ocupação do espaço pelos objetos e pessoas. Com possibilidade de compreensão apenas da narrativa, ou apenas da beleza cênica, ou ainda da profundidade dos personagens, ou do lado lúdico da saga, de forma a poder agradar a crianças, adultos, adolescentes, intelectuais, analfabetos etc. A ideia de acessibilidade já esteja contida na raiz do projeto, com 50% das atividades gratuitas e o restante a preços populares. CULTURA PARA TODOS. A acessibilidade é um aspecto importante a ser considerado no projeto "Mãos à Obra". Para garantir a participação e o acesso de todas as pessoas, incluindo aquelas com deficiência ou mobilidade reduzida, é necessário adotar medidas que promovam a inclusão e a acessibilidade. Alguns objetivos relacionados à acessibilidade que podem ser alcançados pelo projeto são: Acessibilidade física: Garantiremos que os locais das intervenções artísticas, palestras e oficinas sejam acessíveis para pessoas com deficiência ou mobilidade reduzida. Isso inclui disponibilizar rampas de acesso, corrimãos, sinalizações táteis, elevadores ou outras adaptações necessárias. Acessibilidade comunicacional: Para promover a inclusão de pessoas com deficiência auditiva ou visual, é necessário oferecer recursos de acessibilidade comunicacional durante as palestras e workshops. Isso pode incluir intérpretes de Libras (Língua Brasileira de Sinais) para pessoas surdas, legendas ou áudio descrição para pessoas com deficiência visual. Sensibilização e conscientização: Além de oferecer acessibilidade física e comunicacional, o projeto realizará ações de sensibilização e conscientização sobre a importância da acessibilidade. Isso pode incluir a divulgação de informações sobre direitos e necessidades das pessoas com deficiência, bem como a promoção de uma cultura inclusiva e respeitosa. É fundamental considerar a acessibilidade como um aspecto central do projeto desde o planejamento, buscando garantir que todas as etapas e atividades sejam acessíveis e inclusivas. Além disso, é importante consultar e envolver pessoas com deficiência e organizações especializadas no processo, a fim de obter orientações e contribuições para tornar o projeto verdadeiramente acessível para todos.
DEMOCRATIZAÇÃO DE ACESSO - ampliar a meia entrada de que trata o § 3º do art. 27, em todos os ingressos comercializados, para pessoas elegíveis e não contempladas com a gratuidade de caráter social referida no inciso II, caput do art. 27;V - garantir a captação e veiculação de imagens das atividades por redes públicas de televisão e outros meios de comunicação gratuitos;VI - realizar, gratuitamente, atividades tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições, mostras e oficinas;A democratização do acesso na forma de distribuição e comercialização dos produtos da proposta é um aspecto essencial para garantir que a comunidade tenha ampla oportunidade de se envolver e usufruir dos benefícios do projeto "Mãos à Obra". Algumas estratégias podem ser adotadas para alcançar esse objetivo:Distribuição gratuita: palestras e workshops, de forma gratuita. Isso possibilita que um maior número de pessoas tenha acesso aos materiais e beneficie-se das experiências proporcionadas pelo projeto.Parcerias com instituições culturais e educacionais: É possível estabelecer parcerias com instituições culturais, como bibliotecas, centros culturais, escolas e universidades, para disponibilizar os produtos do projeto em seus espaços. Dessa forma, é possível alcançar um público diversificado e facilitar o acesso às obras, palestras e conteúdos relacionados. Disponibilização online: Considerando a importância da tecnologia e da internet na atualidade, é viável disponibilizar fragmentos dos produtos do projeto online, por meio de plataformas digitais. Isso permite que as pessoas tenham acesso aos materiais de qualquer lugar, a qualquer momento, ampliando ainda mais a democratização do acesso.Eventos de divulgação e distribuição: Além da disponibilização das atividades é interessante realizar eventos de divulgação e distribuição em locais estratégicos, como praças, feiras culturais e eventos artísticos. Esses eventos podem oferecer a oportunidade de vivenciar parte da experiência proporcionada pelo projeto e, ao mesmo tempo, divulgar e distribuir os produtos.Parcerias com mídias e veículos de comunicação: Estabelecer parcerias com mídias e veículos de comunicação, como rádios, televisões, jornais e revistas, pode contribuir para ampliar a divulgação e o acesso aos produtos do projeto. Entrevistas, reportagens e divulgação em meios de comunicação ampliam o alcance e a visibilidade do projeto, atingindo diferentes públicos.Essas estratégias de distribuição e comercialização dos produtos da proposta visam eliminar barreiras econômicas e geográficas, possibilitando que um maior número de pessoas tenha acesso aos materiais e vivencie a experiência proporcionada pelo projeto "Mãos à Obra". Ao democratizar o acesso, o projeto busca promover a inclusão cultural e o enriquecimento da comunidade através da arte e da literatura.
PRODUÇÃO E REALIZAÇÃO : 2+ 2 COMUNICAÇÃO LTDA PRODUÇÃO: LUCAS ARRUDA ASSISTENTE DE PRODUÇÃO: ISABEL LESSA DIREÇAO GERAL: BIA LESSA PALESTRAS E WORKSHOPS: BIA LESSA e CONVIDADOS: FLORA SUSSEKIND SILVIANO SANTIAGO CAIO BLAT LUISA ARRAIS LUIZA LEMMERTZ Etc. ARTISTA GRÁFICO: TON ZARANZA EDITOR: SERGIO MEKLER ADMINISTRAÇÃO: EDUARDO CORREIA E LUANA DALTRO Produtores locais em cada cidade a ser definido Bia Lessa – Direção Geral - Cenografia e PalestranteBia Lessa é uma multiartista: cineasta, diretora de teatro e ópera, exposições, desfile de moda, ganhadora de diversos prêmios em suas diferentes atividades. Seus trabalhos são exibidos em diversos países como Alemanha, França, Estados Unidos etc. Foi responsável pela criação do Pavilhão do Brasil na Expo 2000 em Hannover, Mostra do Redescobrimento – Bienal de SP, pela reinauguração do Theatro Municipal do Rio de Janeiro com a Ópera O Trovador de Verdi, pela adaptação do projeto para stand da GreenPeople na feira APAS 2018, Direção Geral de Vídeo e Instalação para o Projeto Cicatrizes (Londres 2018), Criação do Pré-Projeto “Glória Pires 50 Anos”, pelo filme CREDE-MI apresentado em vários festivais internacionais (Berlim, NY, Biarritz, Jerusalém, São Francisco etc.) e ENTÃO MORRI ganhador do prêmio de melhor filme no Festival do Rio – Mostra Rumos, pelo Pavilhão Humanidade 2012 durante a Rio +20 no Forte de Copacabana, exposição de 50 anos de carreira de Maria Bethânia no Paço Imperial, reinauguração dos painéis Guerra e Paz de Candido Portinari na ONU, por inúmeros espetáculos, operas exposições e filmes.Cena de Origem/ Haroldo de Campos .Orlando / Virgínia Woolf .Cartas Portuguesas / Julio Bressane .Viagem ao Centro da Terra/ Julio Verne .O Homem sem Qualidades /Robert Musil .As Três Irmãs/ Tchecov .Casa de Boneca / Ibsen .Medea / Euripdes .Formas Breves/Grande Sertão Veredas.Crede-mi/ Thomas Mann .Guerra e Paz /Portinari Don Giovanni /Mozart .Suor Angélica / Puccini .Cavalleria Rusticana / Mascagni .Pagliacci / Leoncavallo . Exposição Grande Sertão Veredas / Museu da Língua Brasileira. Museu Paço do Frevo. Museu Casa de Cultura da Paraty. Hanna Schygulla. Festival Back to Black, Movimento Afro-Pop Brasileiro / Margareth Menezes. Representou o Brasil nos teatros do Centre George Pompidou em Paris, Monique, Hamburgo, etc. Maria Flora Süssekind - Palestrante - Uma crítica literária e professora brasileira, em 1977 graduou-se em Letras pela PUC-Rio, onde também fez em seguida o mestrado (1982) e o doutorado (1989). Lecionou na própria PUC e também na UniRio, na UFRJ e na UFF. Foi pesquisadora da Fundação Casa de Rui Barbosa e escreveu para o Jornal do Brasil. Recebeu em 1985 o 27.º Prêmio Jabuti na categoria Autor Revelação por Tal Brasil, Qual Romance?, resultado da sua dissertação de mestrado. Ao longo da sua trajetória crítica, identificou uma tendência "neo-naturalista" ou "documentalista" na literatura brasileira contemporânea, exemplificada por autores como Ferréz, Dráuzio Varella e Paulo Lins, à qual opôs o anti-naturalismo de Bernardo Carvalho, Zulmira Ribeiro Tavares e João Gilberto Noll. Também procurou pontos de conexão com outras formas de expressão, como o cinema e a pintura. Silviano Santiago – Palestrante - Um ensaísta, poeta, professor contista e romancista. Considerado um dos maiores escritores brasileiros da atualidade. Em 1954, principiou a escrever para uma revista de cinema. Ajudou a idealizar e publicar a revista Complemento, em 1955. Em 1959, laureou-se em Letras Neolatinas. Vivendo no Rio de Janeiro, especializou-se em literatura francesa, o que o levou ao doutorado na Universidade de Paris, Sorbonne, onde decifrou o manuscrito Moedeiros Falsos de André Gide. Candidatou-se de Paris ao posto de instrutor na Universidade do Novo México, em Albuquerque, entre os anos 1962 a 1964. Em 1969, publicou em Nova York a antologia Brasil. Passou pelas universidades de Rutgers, Toronto, Nova York, Buffalo e Indiana. No Brasil, foi catedrático da Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro e na Universidade Federal Fluminense. Em 1975, publicou uma antologia de prosa e verso de Ariano Suassuna e a edição comentada do romance Iracema. No ano seguinte, participou do X Festival de Inverno de Ouro Preto. Em 1985, publicou suas traduções para os Poemas de Jacques Prévert e, dez anos depois, traduziu Por Que Amo Barthes, de Alain Robbe-Grillet. Foi nomeado pelo ministro da Cultura como membro da Comissão Julgadora do Prêmio Literário Nacional/1989. Auxiliou Heloísa Buarque de Hollanda e sua equipe a montar o Programa Avançado de Cultura Contemporânea (PACC), em 1994. No ano seguinte, participou do II Encontro Internacional de Poetas, na Universidade de Coimbra. Em 1996, participou em Toronto da conferência sobre o projeto de História da Literatura Latino-americana, originado em Bellagio. Em 2013, recebeu o prestigioso Prêmio Machado de Assis, da Academia Brasileira de Letras, pelo conjunto da obra. Em 2015 venceu o Prémio Oceanos de Literatura em Língua Portuguesa. Em 2020, recebeu o Prêmio Ezequiel Martínez Estrada, conferido pela prestigiosa Casa de las Américas. Em 2022, recebeu o Prêmio Camões. Caio Blat - Palestrante - Começou sua carreira profissional em 1992 aos 12 anos de idade. No teatro, trabalhou com Bia Lessa (Grande Sertão:Veredas), pelo qual recebeu o Premio Shell em 2018, Felipe Hirsch (Puzzle D e A Tragedia e a Comédia Latino-Americana), Fauzi Arap (Chorinho e O Mundo é um Moinho), Hamilton Vaz Pereira (Mordendo os Lábios ) entre outros. Atuou em mais de 40 produções para a TV, entre novelas e séries, como: Éramos Seis (SBT 1993) Chiquinha Gonzaga (Globo 1999) Da cor do Pecado (Globo 2003) Império (Globo 2014) Liberdade, Liberdade (Globo 2016) Carceireiros (Globo 2017) McMáfia (BBC 2018). No cinema, atuou em cerca de 30 longa-metragens incluindo Lavoura Arcaica de Luis Fernando Carvalho 2001, Carandiru de Hector Babenco 2003, Broder de Jefferson De 2009, BR716 de Domingos Oliveira 2016, tendo recebido diversos prêmios de melhor ator como 2 kikitos no Festival de Gramado (2010 e 2011) Cartagena das Indias (Colômbia ), Festival de Cinema Latino de Nova York. Luisa Arraes - Palestrante - Sua primeira aparição nas telinhas, Lisbela e o Prisioneiro, interpretou a dama de honra do casamento de Lisbela. Em 2013 fez participação no filme A Busca, interpretou a doce e romântica Laís Pimenta, em Babilônia. Antes de Babilônia, Luisa fez parte de Louco Por Elas, onde dava vida a Bárbara. Televisão: 2012 – Loucos por Elas – Bárbara Bianchi Soyetenna (2012-2013) 2015 – Babilônia – Laís Matos Pimenta 2016 – Justiça – Débora Cinema: 2003 Lisbela e o Prisioneiro – Dama de Honra 2006 – Irmã Vap – O Retorno – Camila 2011 – O Abismo Prateado – Luciene 2013 – A Busca – Liz 2014 – Boa Sorte – Magali 2016 – Reza a Lenda – Laura Teatro: 2011 – Queda Livre 2012 – Sóbrios 2013 – Stand Up 2014/2015 – Pedro Malazerte e a Arara Gigante – Berenice Ton Zaranza – Artista Gráfico - natural do Ceará e tem formação na Escola de Belas Artes da Universidade Federal do Rio de Janeiro. Participou das mostras coletivas: IV Bienal da Escola de Belas Artes, no Museu Nacional de Belas Artes, a 10ª edição do Prêmio Diário Contemporâneo, a mostra do 8º Prêmio Nacional de Fotografia Pierre Verger, da Fundação Pierre Verger. Tem trabalhos de design gráfico, com foco em motion design e animação tipográfica. Fez parte de times criativos como o Estúdio Cru, em projetos para o Museu do Amanhã, e o estúdio interno de design da Beldi, futura marca brasileira de wellness, coordenado pelo diretor criativo marroquino Amal Hanafi. Colaborou com o designer gráfico Lucas Machado, em projetos como o 47º Festival Sesc Melhores Filmes, o anuário do Clube de Criação São Paulo e a identidade visual da exposição-manifesto Cartas ao Mundo, de Bia Lessa. Assinou o design gráfico das capas de quatro singles da cantora e compositora Letrux.
Projeto encaminhado para avaliação de resultados.