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Montagem e realização do espetáculo em comemoração aos 80 anos de Edu Lobo.
Montagem e realização da turnê do novo show do artista Edu Lobo em comemoração aos seus 80 anos.
Objetivo Geral: - Realizar a montagem e produção de duas apresentações em comemoração aos 80 anos de Edu Lobo nas cidades de São Paulo e Rio de Janeiro, Objetivos Especificos: Produto ESPETÁCULO DE ARTES CÊNICAS: - Realizar duas apresentações do espetáculo musical; - Comercializar 50% dos ingressos a R$ 250,00 (inteoira) e 125,00 (meia-entrada); - Doar 10% (dez por cento) dos ingressos para distribuição gratuita promocional por patrocinadores; - Doar 10% (dez por cento) dos ingressos para distribuição gratuita com caráter social ou educativo; - Doar 10% (dez por cento) dos ingressos para distribuição gratuita promocional pelo proponente em ações de divulgação do projeto; e - Disponibilizar 20% (vinte por cento) dos ingressos para comercialização em valores que não ultrapassem 3% (três por cento) do salário-mínimo vigente no momento da apresentação da proposta. - Realizar 2 palestras como ação de ampliação de acesso. Produto CONTRAPARTIDA SOCIAL: - Realizar 2 oficinas gratuitas para estudantes como ação formativa cultural.
A solicitação de apoio ao projeto "Edu Lobo 80 Anos" junto a Secretaria da Cultura, via Lei de Incentivo, é hoje uma das poucas formas de se encontrar parceria na iniciativa privada, sendo imprescindível sua existência para democratizar a cultura em todo o país. Edu Lobo, um dos maiores artistas brasileiros e referência musical para várias gerações, além de completar 80 anos em 2023, também completa 60 anos de carreira. Um dos pilares da grande música brasileira, a música de Edu Lobo é reconhecida pela solidez, pela brasilidade e pela consistência musical. Ao mesmo tempo é atemporal, eterna e "insiste na juventude". A alma profundamente brasileira de Edu continua com todo seu vigor. Transborda cheiro de terra, melancolias ancestrais e alegrias seculares. O garimpeiro das harmonias sabe o caminho das pepitas. A música de Edu Lobo é reverenciada e reinventada a todo momento pelos grandes instrumentistas e cantores brasileiros, e a nova geração continua olhando, venerando, bebendo e se inspirando nesta obra como um clássico. E eles têm razão. Edu Lobo é mais que um sucesso permanente: é autor de músicas memoráveis, extremamente pessoais, inseparáveis de um panorama cultural amplo e definidor. Portanto estas apresentações especiais em comemoração aos 80 anos do artistas, propõe, além do artista homenageado, a participação de 04 convidadosde gerações distintas e grandes artistas da música brasileira. Ao todo serão 21 músicas de autoria do compositor e cantor Edu Lobo, tendo ao palco 07 músicos acompanhando os cantores convidados. O projeto se enquadra nos seguintes incisos do Art. 1º da Lei 8313/91: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; Art. 3º da Lei 8313/91 - O projeto tem por finalidade: II - fomento à produção cultural e artística, mediante: c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore;
Os espetáculos serão realizados nas seguintes cidades: Rio de Janeiro e São Paulo SHOWS: Classificação indicativa: livre. Duração de 1 hora. SHOWS: Classificação indicativa: livre. Duração de 1 hora. As oficinas têm como objetivo desenvolver e aperfeiçoar a técnica do instrumento de preferência do estudante, serão abordados temas como emissão sonora, estudo de instrumentos, postura e comportamento do músico em conjunto, dentre outros. Terão duração de 1 hora. Classificação indicativa: 12 anos.
PRODUTO: ESPETÁCULO MUSICAL ACESSIBILIDADE NO ASPECTO ARQUITETÔNICO Os espaços utilizados para as apresentações irão assegurar condições adequadas para a acessibilidade da pessoa idosa e dos portadores de deficiências,terão suas instalações físicas adequadas para mobilidade. Serão oferecidas cadeiras adaptadas, e quando necessário, rampas e/ou elevadores, bem como terão indicadores para orientar este público em questão, facilitando a sua participação. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES VISUAIS: Os espaços utilizados terão as adaptações necessárias, no que diz respeito a estruturas de acesso e utilização de equipamento e espaços por deficientes visuais, contam com pisos táteis em locais estratégicos, assim como placas de sinalização para orientação do local. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES AUDITIVOS: a descrição será realizada por meio de um interprete de libras. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES INTELECTUAIS: será providenciado transporte de vans para oferecer a essas pessoas a oportunidade de assistirem as apresentações musicais do projeto PRODUTO: CONTRAPARTIDA SOCIAL ACESSIBILIDADE NO ASPECTO ARQUITETÔNICO Os espaços utilizados para as apresentações irão assegurar condições adequadas para a acessibilidade da pessoa idosa e dos portadores de deficiências,terão suas instalações físicas adequadas para mobilidade. Serão oferecidas cadeiras adaptadas, e quando necessário, rampas e/ou elevadores, bem como terão indicadores para orientar este público em questão, facilitando a sua participação. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES VISUAIS: Os espaços utilizados terão as adaptações necessárias, no que diz respeito a estruturas de acesso e utilização de equipamento e espaços por deficientes visuais, contam com pisos táteis em locais estratégicos, assim como placas de sinalização para orientação do local. .ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES AUDITIVOS: a descrição será realizada por meio de um interprete de libras. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES INTELECTUAIS: será oferecido transporte de vans para oferecer a essas pessoas a oportunidade de participar
Visando atender o Art. 27 da IN 1/2023, a proposta cultural terá um Plano de Distribuição detalhado, visando assegurar a ampliação do acesso aos produtos, bens e serviços culturais produzidos, contendo: - Doar 10% (dez por cento) para distribuição gratuita promocional por patrocinadores, havendo mais de um, receberão em quantidade proporcional ao investimento efetuado; - Doar 10% (dez por cento) para distribuição gratuita com caráter social ou educativo; - Doar 10% (dez por cento) para distribuição gratuita promocional pelo proponente em ações de divulgação do projeto; e - Disponibilizar 20% (vinte por cento) para comercialização em valores que não ultrapassem 3% (três por cento) do salário-mínimo vigente no momento da apresentação da proposta. Iremos adotar a seguinte medida de ampliação do acesso: VI - realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições, mostras e oficinas; Faremos uma palestra após os shows nas cidades de São Paulo e Rio de Janeiro. Art. 29. Para os efeitos desta Seção, considera-se: I - de caráter social, a distribuição de ingressos e produtos culturais para pessoas de grupos minoritários ou comunidades em vulnerabilidade social, tais como: negros, indígenas, povos tradicionais, populações nômades, pessoas em situação de rua, pessoas LGBTQIA+, pessoas com deficiência, beneficiários do Bolsa Família e CadÚnico; e II - de caráter educativo, a distribuição a alunos da rede pública de ensino fundamental, médio ou superior. Visando atender o Art. 30 da IN nº 01/2023, faremos uma oficina sobre musica na cidade do Rio de Janeiro e uma na cidade de São Paulo como ação formativa cultural obrigatória. Serão destinadas aos estudantes e professores de instituições públicas de ensino, que não se confundem com as medidas de ampliação do acesso contidas no inciso VI do art. 28. Terão a previsão de corresponder a pelo menos 10% (dez por cento) do quantitativo de público previsto no plano de distribuição, contemplando no mínimo 20 (vinte) e no máximo 500 (quinhentos) beneficiários, a critério do proponente.
Da Lapa Produções Artísticas – Coordenação Administrativa e Financeiro do projeto Projeto Simone – PRONAC 220685 - inclusãona Lei Federal de Incentivo à Cultura (Lei Rouanet) da produçãoda nova turnê da artista Simone. Projeto Queremos Lab – WEC 178/01/2021 - Elaboração, inclusãona Lei Municipal de Incentivo à Cultura (Lei do ISS) - Administração e Prestação de Contas. Projeto Sandra Pera em Belchior - PRONAC 211707 - Elaboração, inclusãona Lei Federal de Incentivo à Cultura (Lei Rouanet), Administração e Prestação de Contas da produçãoda turnê da artista Sandra Pera. Projeto Livro Gal – PRONAC 210461 - Elaboração, inclusãona Lei Federal de Incentivo à Cultura (Lei Rouanet), Administração e Prestação de Contas da produção de um livro de fotografias da artista Gal Costa. Projeto Gal 75 Anos – PRONAC 215106 - Elaboração, inclusãona Lei Federal de Incentivo à Cultura (Lei Rouanet) e Administração da produçãoda continuação da turnê da artista Gal Costa. Projeto Turnê Gal Costa 2020 – A Pele do Futuro – continuação – PRONAC 201102 - Elaboração, inclusãona Lei Federal de Incentivo à Cultura (Lei Rouanet) e Administração e Prestação de Contas da produçãoda continuação da turnê da artista Gal Costa. Projeto Gal Costa – As Várias Pontas de uma Estrela – PRONAC 194307 - Elaboração, inclusãona Lei Federal de Incentivo à Cultura (Lei Rouanet) e Administração da produçãoda continuação da turnê da artista Gal Costa. Edu Lobo, cantor e compositor: Discografia· Eduardo Lobo (compacto duplo, 1962) · A música de Edu Lobo por Edu Lobo (1964) / Arranjos: Edu Lobo e Luis Eça · Edu canta Zumbi (1965) / Arranjos: Guerra Peixe · Edu e Bethânia - com Maria Bethânia (1966) · Reencontro - Sylvia Telles / Edu Lobo / Trio Tamba / Quinteto Villa-Lobos (1966) · Edu (1967) · From the hot afternoon - Paul Desmond (1969) / Arranjos: Don Sebesky · Sérgio Mendes presents Lobo (1970) / Arranjos: Edu Lobo e Sérgio Mendes · Cantiga de longe (1970) / Arranjos: Hermeto Pascoal e Edu Lobo · Missa Breve - com Milton Nascimento (1972) / Arranjos: Edu Lobo · Deus lhe pague - Vários (1976) / Arranjos: Lindolfo Gaya · Limite das águas (1976) / Arranjos: Edu Lobo e Maurício Maestro · Camaleão (1978) / Arranjos: Edu Lobo, Maurício Maestro e Dori Caymmi · Tempo presente (1980) / Arranjos: Edu Lobo e Dori Caymmi · Edu & Tom - com Tom Jobim (1981) / Arranjos: Edu Lobo e Tom Jobim · Jogos de Dança (1981) / Arranjos: Edu Lobo · O Grande Circo Místico - com Chico Buarque (1983) / Arranjos: Chiquinho de Moraes e Edu Lobo · Dança da Meia Lua - com Chico Buarque (1985) · O Corsário do Rei - com Chico Buarque (1985) / Arranjos: Chico de Moraes e Eduardo Souto Neto / Arranjos vocais: Maurício Maestro · Rá-Tim-Bum (1989) / Arranjos: Cristóvão Bastos e Chico de Moraes · Corrupião (1993) / Arranjos: Edu Lobo · Meia-Noite - com Dori Caymmi (1995) / Arranjos: Cristóvão Bastos · Songbook Edu Lobo - Vários/Various (1995) · Álbum de Teatro (1997) / Arranjos: Chico de Moraes, Cristovão Bastos, Eduardo Souto Neto, Nelson Ayres e Paulo Bellinati · Cambaio - com Chico Buarque (2002) · Tantas Marés (2010) · Edu Lobo e The Metropole Orkest (2013) · Dos Navegantes - com Romero Lubambo e Mauro Senise (2017) · Edu, Dori e Marcos - com Dori Caymmi e Marcos Valle (2018) Cristóvão Bastos, arranjos, direção musical e piano; Cristovão Bastos, nascido no bairro de Marechal Hermes, na cidade do Rio de Janeiro, em 3 de dezembro de 1946. Respeitado e admirado por grande parte da música brasileira, estudou teoria musical e acordeom desde cedo, formando-se aos 13 anos, quando iniciou sua carreira, tocando em bailes com a banda de “Creso Augusto”. Sua estréia como pianista foi aos 17 anos, numa boate em Cascadura, subúrbio do Rio de Janeiro. Foi um dos fundadores da Banda Black Rio, participando de sua primeira formação e do primeiro disco “Maria Fumaça” em 1976. No mesmo ano participou como solista, juntamente com flautista Copinha, do disco Memórias Chorando de Paulinho da Viola. Parceiro de grandes nomes como Chico Buarque — com quem compôs “Todo o sentimento” e "Tua cantiga" —, Paulo César Pinheiro, Aldir Blanc, Paulinho da Viola, Elton Medeiros, Luciana Rabello e Abel Silva. Cristovão criou e assinou arranjos para discos e shows de Nana Caymmi, Edu Lobo, Elza Soares, Emílio Santiago, Fafá de Belém, Gal Costa, Nelson Gonçalves, Paulinho da Viola, Ângela Maria, Amélia Rabello, Chico Buarque, Luciana Rabello, entre outros. Algumas de suas composições estão registradas nas vozes e instrumentos de nossos maiores intérpretes, como Zezé Gonzaga, Simone, Ney Matogrosso, Maria Bethânia, Verônica Sabino, os grupos Época de Ouro e Nó em Pingo D’água, Maria Creuza, Paulinho da Viola, Elizeth Cardoso, Emílio Santiago, Zé Nogueira, Mauro Senise, Marco Pereira, entre outros. Em 1998, a cantora Clarisse Grova gravou Novos Traços, disco de músicas inéditas de Cristovão e Aldir Blanc. Barbra Streisand gravou Let´s Start Right Now, versão da música Raios de Luz parceria dele com Abel Silva, no álbum A Love Like Ours (1999). Com Aldir Blanc, Cristovão compôs mais de uma dezena de músicas, entre as quais estão, 'Resposta ao Tempo', tema de abertura da minissérie Hilda Furacão, da Rede Globo (1998) e 'Suave veneno', da novela Suave Veneno, Rede Globo (1999), ambas gravadas por Nana Caymmi. Em seus 50 anos de carreira, Cristovão recebeu 13 prêmios, entre eles o Prêmio Sharp como compositor, arranjador, instrumentista e melhor disco instrumental, com “Bons Encontros”, em parceria com Marco Pereira; Em 2008 recebeu o 'Prêmio Tim', como melhor arranjador com o disco “Paulinho da Viola – Acústico MTV”. Em 2011 o 'Prêmio da Música Brasileira' como melhor arranjador, com o disco “Tantas Marés” de Edu Lobo. No ano de 2018, recebe o 'Prêmio da Música Popular Brasileira' juntamente com Chico Buarque pela canção "Tua cantiga", na categoria 'Melhor canção'. E em 2021, recebe o 'Prêmio Ernesto Nazareth' (1º lugar) do festival Rio Choro, para a música "Especial saudade". Ainda em 2021, recebe o Prêmio Profissionais da Música, na categoria 'Intérpretes de Choro', álbum Cristovão Bastos e Rogério Caetano* (selo Biscoito Fino, 2020), o disco também foi indicado ao Latin Grammy 2021, na categoria de melhor Álbum Instrumental. Lançou dois discos solo, o primeiro "Avenida Brasil", em 1997 e o segundo “Gafieira Suburbana”, em 2008, contendo composições suas. Mauro Senise, sopros; Mauro Senise, nascido em maio de 1950, no Rio de Janeiro, neto do pensador Alceu Amoroso Lima, começou sua carreira em 1972. Estudou flauta clássica com Odette Ernest Dias e sax com Paulo Moura. Durante muitos anos tocou e gravou com grandes mestres como Hermeto Pascoal, Egberto Gismonti, Wagner Tiso e Luis Eça e com o Grupo Um. Junto com Pascoal Meirelles fundou o grupo Cama de Gato em 1985. Em 1988, Mauro gravou seu primeiro disco solo, Mauro Senise, e no ano seguinte, o segundo, Jade. Em parceria com o compositor, pianista e arranjador Gilson Peranzzetta, lançou 10 CDs. Em abril de 2002, Mauro lança mais um CD solo, Vênus. Em maio de 2002, foi um dos solistas, no Lincoln Center, em Nova York, do espetáculo The Music by Pixinguinha, dirigido pelo violonista Romero Lubambo. Em 2005, lança o disco Tempo Caboclo, onde convida o arranjador, pianista, vibrafonista e compositor Jota Moraes. Este trabalho foi indicado para o Latin Grammy 2006 na categoria Melhor Álbum de Música Clássica. Também em 2006, lança pela Biscoito Fino o novo CD, “Casa Forte – Mauro Senise toca Edu Lobo”, com participação do compositor. Em 2009, Mauro lança mais um CD pela Biscoito Fino, “Lua Cheia – Mauro Senise toca Dolores Duran e Sueli Costa”, e é mais uma vez indicado para o Latin Grammy 2009, na categoria Melhor Álbum Instrumental. Em 2011, foi solista, em Amsterdam, de concerto da orquestra holandesa Metropole juntamente com Edu Lobo e Gilson Peranzzetta. Em 2012, Mauro lança o CD e DVD “Afetivo”, que celebra seus 40 anos de carreira e reúne músicos que foram fundamentais na sua música, como Egberto Gismonti, Hermeto Pascoal, Gilson Peranzzetta, Edu Lobo, Jota Moraes, Sueli Costa, Rosana Lanzelotte e Wagner Tiso, entre muitos outros. Em 2014 lança o CD “Danças”, com participação de Jota Moraes, Cristóvão Bastos, Gilson Peranzzetta e Antonio Adolfo, entre outros instrumentistas. Na mesma embalagem do CD, um DVD com quatro das músicas gravadas no CD coreografadas e dançadas por Deborah Colker e Chico Diaz, com direção de Walter Carvalho. Em 2015, comemorando 25 anos de parceria com Gilson Peranzzetta, os dois lançam o CD “Dois na Rede”. Em 2016, Senise lança seu 15º projeto solo: o CD e DVD “Amor até o fim – Mauro Senise toca Gilberto Gil” (Fina Flor), reunindo vários instrumentistas brasileiros de primeira linha como Cristóvão Bastos, Gilson Peranzzetta, Jota Moraes, Romero Lubambo, Kiko Horta e Mingo Araújo, entre outros craques. Gil participa da faixa “Preciso aprender a só ser”. Ainda em 2016, Senise lança em duo com o violonista brasileiro radicado nos EUA Romero Lubambo, o CD “Todo Sentimento”, com participação especial de Edu Lobo, Jota Moraes, Mingo Araújo, Kiko Horta e Bruno Aguilar. Em maio de 2017, lança o CD “Dos navegantes”, uma parceria de Mauro com Edu Lobo e Romero Lubambo. A liga funcionou tão bem no CD “Todo sentimento” que o trio resolveu gravar este novo projeto. Que traz músicas pouco conhecidas do mestre Edu, inclusive uma inédita, “Noturna”. “Dos Navegantes” venceu o Latin Grammy 2017 na categoria de Melhor Álbum de MPB. Em 2018, Edu, Mauro e Romero se reuniram para gravar outro CD, “Quase Memória”, que será lançado no primeiro semestre de 2019 e trará duas músicas inéditas de Edu: “Silêncio”, com letra de Vinicius de Moraes, e “Peregrina”. Jurim Moreira, bateria; Iniciou sua carreira artística como integrante da Orquestra Sinfônica do Teatro Municipal do Rio de Janeiro, como percussionista. Atuou com a orquestra durante dois anos. Participou de vários festivais de jazz na Europa, como Nyon Jazz Festival, Montreux Jazz Festival, Jazz Festival de Viena, Paleo Jazz Festival, JVC Jazz Festival, North Sea Jazz Festival e outros, acompanhando artistas como Alceu Valença, Gilberto Gil e Gal Costa, entre outros artistas. Gravou com Milton Nascimento, Gilberto Gil, Maria Bethânia, João Bosco, Roberto Carlos, Edu Lobo, Gal Costa e Chico Buarque de Holanda, entre outros. Na área instrumental, atuou com João Carlos Assis Brasil, Ricardo Silveira, Rique Pantoja, Marcos Ariel, Marcio Montarroyos, Victor Biglione, Túlio Mourão e Carlos Malta, entre outros. Integrou a Banda Zil, com trabalho lançado na Europa, Estados Unidos e Japão. Em 2000, integrou a banda da cantora Gal Costa. No ano seguinte, participou do CD “Ouro Negro”, de Moacir Santos. Em 2002, acompanhou Gal Costa no projeto “Pão Music”. Jorge Helder, baixo acústico; Ao longo da carreira, vem atuando em shows e gravações com inúmeros artistas. Nos anos 1990, começou a tocar com Caetano Veloso, gravando discos como “Livro”, de 1994, e “A Foreign Sound”, de 2004. Entre os medalhões da MPB, além de Caetano, tocou com Maria Bethânia, com quem também fez a direção musical a partir de 2015, e Chico Buarque. Por Maria Bethânia, é presentado como o “baixo mais disputado do Brasil”. No decorrer da carreira gravou em mais de 350 álbuns e shows de artistas como Marcos Valle, Sandra de Sá, Gal Costa, Edu Lobo, Rosa Passos, Nana Caymmi, como Zélia Duncan e Cássia Eller entre muitos outros, além de ter participado de vários projetos musicais ao lado de Mario Adnet, como “Ouro Negro” e “Jobim Sinfônico”. É parceiro de Chico Buarque em duas canções, “Bolero blues” e “Rubato”, gravadas, respectivamente, nos discos “Carioca” e “Chico”. Em 2012, apresentou-se no Centro Cultural Banco do Brasil (RJ), pelo projeto “Aquele cara lá do baixo”, idealizado e produzido por Monica Ramalho. Ao seu lado no palco, os músicos Marcos Nimrichter (piano), Marcelo Martins (sax e flauta) e Rafael Barata (bateria). Em 2020, após cinco anos de gravações, lançou “Samba Doce”, pelo Selo Sesc. O trabalho teve a participação de cerca de 40 músicos dentro do espírito de comemoração dos 40 anos de carreira que Jorge Helder procurou estabelecer. O álbum reúne as seguintes composições e músicos: “Samba Doce” (Jorge Helder), com Jorge Helder (contrabaixo), Lula Galvão (violão) e Erivelton Silva (bateria); “Dorivá” (Jorge Helder e Aldir Blanc) com Mario Adnet (arranjo de cordas), Dori Caymmi (voz), João Carlos Coutinho (piano), Pedro Franco (violão), Jorge Helder (baixo elétrico), Marcelo Costa (percussão) e a Orquestra de Cordas de São Petersburgo; “Passo o Ponto” (Jorge Helder), com Jessé Sadoc (arranjo), Stefano Bollani (piano) e Orquestra Atlântica formada por Marcelo Martins (sax tenor), Danilo Sina (sax alto), Levi Chaves (sax barítono), Jessé Sadoc e Gesiel Nascimento (trompetes), Bebeto Germano e Elias Correa (trombones), Jorge Helder (baixo elétrico), Williams Mello (bateria) e Dadá Costa (percussão); “Inocente Blues” (Jorge Helder e Rosa Passos) com Jessé Sadoc (arranjo de sopros), Rosa Passos (voz), Antonio Adolfo (piano), Lula Galvão (guitarra) e Orquestra Atlântica formada por Marcelo Martins (sax tenor), Danilo Sina (sax alto), Levi Chaves (sax barítono), Jessé Sadoc e Gesiel Nascimento (trompetes), Bebeto Germano e Elias Correa (trombones), Jorge Helder (contrabaixo) e Williams Mello (bateria); “Vagaroso” (Jorge Helder) com Paulo Aragão (arranjo de cordas), Nailor Proveta (sax alto), Marcos Nimrichter (piano) e a Orquestra de Cordas de São Petersburgo; “Bolero Blues” (Jorge Helder e Chico Buarque) com Luiz Cláudio Ramos (arranjo de cordas), Chico Buarque (voz), João Rebouças (piano), Jorge Helder (contrabaixo), Jurim Moreira (bateria) e a Orquestra de Cordas de São Petersburgo; “Outubro 86”(Jorge Helder) com Marcelo Martins (sax tenor), Nelson Faria (guitarra), Rafael Vernet (piano), Jorge Helder (contrabaixo) e Kiko Freitas (bateria); “Rubato”(Jorge Helder e Chico Buarque) com Renato Braz (voz), Bruno Cardozo (piano), Marcus Teixeira (violão), Jorge Helder (baixo elétrico) e Edu Ribeiro (bateria); “Tema Novo”(Jorge Helder), com Ricardo Silveira (guitarra), Renato Neto (piano), Jorge Helder (contrabaixo) e Jurim Moreira (bateria) e “Casualmente”(Jorge Helder e Chico Buarque) com Mauricio Maestro (arranjo vocal), João Carlos Coutinho (piano), Jorge Helder (contrabaixo), Pantico Rocha (bateria), Chico Batera (percussão) e o grupo Boca Livre formado por Zé Renato, David Tygel, Lourenço Baeta e Mauricio Maestro (vozes). A produção foi de Jorge Helder e a mixagem de Roberto Liolli, na Cia dos Técnicos, no Rio de Janeiro. Em junho de 2022 começou a viajar com a turnê “Que Tal um Samba”, como baixista na banda de Chico Buarque. Além de Helder, a banda teve Luiz Claudio Ramos (arranjos, guitarra e violão), João Rebouças (piano), Bia Paes Leme (teclados e vocais), Chico Batera (percussão), Marcelo Bernardes (sopros) e Jurim Moreira (bateria). Em novembro de 2022, lançou o segundo disco solo, Caroá, pela gravadora Biscoito Fino. Helder compôs o repertório que teve as músicas “Santos de Casa”; “Tutty”; “Lugar sem tempo”; “Impressão Perfume”; “Confluências”; “Miguilim” e “À Margem”, todas de Jorge Helder. A banda base do álbum foi composta por Chico Pinheiro na guitarra, Hélio Alves no piano, Tutty Moreno na bateria e Marcelo Costa na percussão. Os músicos convidados foram o saxofonista Zé Nogueira (“Impressão Perfume”); o músico, cantor e compositor Sergio Santos (“Santos de Casa”); a cantora Mônica Salmaso (“Lugar sem tempo”) e o cantor e compositor Zé Renato (“Miguilim”). Paulo Aragão, violão; Arranjador, violonista e compositor, é um dos mais destacados arranjadores brasileiros da nova geração, tendo trabalhado ao lado de nomes como Sergio Assad, Mauricio Carrilho e Guinga. Requisitado com frequência por artistas como Monica Salmaso, Yamandu Costa e Hamilton de Holanda. Já teve composições e arranjos tocados por orquestras como a Los Angeles Philharmonic Orchestra, a Orchestre National de France, a Gewandhaus Orchestra de Leipzig, a Metropole Orkest (Holanda), a Orquestra Sinfônica Brasileira (OSB), a Orquestra Petrobras Pró-Música (RJ), a Orquestra Jazz Sinfônica (SP), entre outras. É integrante do premiado Quarteto Maogani de Violões, com o qual já ganhou os Prêmios TIM, Caras, Rival BR e mais recentemente o 26º Premio da Música Brasileira, como melhor grupo instrumental. É professor da Escola Portátil de Música, no Rio de Janeiro. Carlos Malta, sopros. Conhecido como “Escultor do Vento”, o carioca Carlos Malta é multinstrumentista, arranjador, compositor e educador. Um mestre dos sopros que domina toda a família de saxofones e flautas, o clarinete baixo, bem como instrumentos étnicos como o pife brasileiro, o shakuhachi japonês e a di-zi de origem chinesa. Possui um estilo totalmente original e marcante. Seu trabalho ressalta pluralidade e traz um sotaque brasileiro único, presente em toda a sua obra. Em plena atividade, em distintas formações e projetos, há quarenta anos Carlos Malta vem esculpindo seus múltiplos timbres pelo mundo todo, traduzindo através de seu sopro a alma da música do Brasil. Kiko Horta, acordeão Acordeonista, pianista, compositor e arranjador Kiko Horta, com seu projeto Kiko Horta Quinteto. Com mais de vinte anos de carreira, o músico carioca viu a música surgir na sua vida brincando nas festas de Santo Antônio e de Pastoril, na casa de sua avó na Rua da Matriz 80, lugar de muita festa, cantoria e saraus. Cresceu nutrindo paixão por Gonzagão, mas foi quando viu Hermeto Pascoal com a sanfona na mão que decidiu a escolha de seu instrumento. Kiko é envolvido com diversos projetos, entre eles o Cordão do Boitatá, com mais de vinte e quatro anos de carnaval de rua, e Forró do Kiko, que ele nos mostra aqui. O artista já gravou e se apresentou ao lado de grandes nomes como Martinho da Vila, Gilberto Gil, Zeca Pagodinho, desenvolveu projetos com Mauro Senise, Edu Lobo, Wagner Tiso, Orquestra Petrobras, entre outros.
Projeto encaminhado para avaliação de resultados.