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PRONAC 231902Apresentou prestação de contasMecenato

Rede Asta: Exposição Design e Sustentabilidade - 2ª Edição

INSTITUTO ASTA
Solicitado
R$ 900,7 mil
Aprovado
R$ 856,5 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Exposição Cultural / Artística
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
23

Localização e período

UF principal
RJ
Município
Rio de Janeiro
Início
2024-01-15
Término
2025-02-28
Locais de realização (2)
Ananindeua ParáPindamonhangaba São Paulo

Resumo

Esta proposta tem como objetivo principal a realização da 2ª edição do projeto Rede Asta: Exposição Design e Sustentabilidade, que consiste na concepção de exposição acerca do encontro entre o artesanato tradicional, o design contemporâneo e a sustentabilidade ambiental. A exposição será composta de peças de artesanato, instalações e fotografias e encontrará na interseção dessas linguagens uma oportunidade de aproximar o público do patrimônio cultural imaterial produzido por artesãos. Para tanto, promoverá o mapeamento de 40 artesãos em duas cidades e promoverá o diálogo com designers de produto (Intercâmbio), dando origem a novos produtos artesanais, conteúdo da exposição objeto dessa proposta. Concomitante a essa ação, pretende-se, também, potencializar o empreendedorismo de negócios artesanais, realizando o treinamento em empreendedorismo específico para artesãos (Curso/Oficina/Estágio).

Sinopse

1. Exposições em Ananindeua (PA) e Pindamonhangaba (SP) composta por produtos artesanais de 20 artesãos, fotos e instalações, a fim de valorizar o ofício do artesão no Brasil, homenagear esse aspecto da cultura tradicional brasileira, ao tempo em que se promove uma reflexão acerca da interface entre tradição, inovação e sustentabilidade ambiental. As exposições terão duração de 15 dias e ocorrerão concomitantemente nas duas cidades. 2. A residência/intercâmbio criativo entre designers de produto e artesãos das cidades de Ananindeua (PA) e Pindamonhangaba (SP), promovendo a troca de experiências e saberes, que dará origem aos objetos artesanais que comporão a exposição nas duas cidades, e contribuir com um refinamento das técnicas de artesanato dos produtores dos dois municípios. Estes intercâmbios terão duração de 6 meses com 240 horas por cidade e ocorrerão concomitantemente nas duas cidades. 3. Encontros formativos com o objetivo de fortalecer a atitude empreendedora, a visão de futuro e a autoestima dos artesãos, transformando-os em agentes de mudança das suas vidas e influenciando a mudança de outros. A formação deixará um legado para os artesãos locais, possibilitando a sua sobrevivência a partir do seu ofício. Estas formações terão duração de 2 meses com 32 horas por cidade e ocorrerão concomitantemente nas duas cidades.

Objetivos

Geral Contribuir com o reconhecimento e a valorização das riquezas culturais das cidades de Ananindeua (PA) e Pindamonhangaba (SP) por meio de uma exposição em homenagem aos artesãos e promover uma reflexão acerca da tradição, inovação e sustentabilidade ambiental a partir do encontro entre artesãos e designers para um processo de co criação e revisitação dos produtos locais. Específicos a) Produto Exposição de Artes · Realizar uma exposição de 20 artesãos acerca do artesanato, design e sustentabilidade ambiental na cidade de Ananindeua com duração de 15 dias; · Realizar uma exposição de 20 artesãos acerca do artesanato, design e sustentabilidade ambiental na cidade de Pindamonhangaba com duração de 15 dias; b) Produto Intercâmbio · Realizar uma residência criativa entre 20 artesãos e designer de produto na cidade de Ananindeua com duração de 6 meses; · Realizar uma residência criativa entre 20 artesãos e designer de produto na cidade de Pindamonhangaba com duração de 6 meses; c) Produto Curso / Oficina / Estágio · Realizar uma qualificação empreendedora específica para 20 artesãos em Ananindeua com duração de 2 meses; · Realizar uma qualificação empreendedora específica para 20 artesãos em Pindamonhangaba com duração de 2 meses;

Justificativa

O Instituto Asta (nome fantasia, Rede Asta) é uma organização social criada em 2005 com o objetivo de valorizar o artesanato brasileiro e empoderar artesãs por meio da educação, geração de renda, inovação e design. A Rede Asta transforma artesãs em gestoras do seu próprio trabalho e com capacidades de geração de renda, garantindo a sua sobrevivência e a manutenção desse aspecto da cultura tradicional brasileira, além de contribuir com a mudança do olhar das pessoas sobre os produtos que consomem. Tendo em vista o trabalho desenvolvido há quase 18 anos, na interface entre tradição, inovação e desenvolvimento sustentável, a Rede Asta propõe o projeto Rede Asta: Exposição Design e Sustentabilidade, proposta que visa a entrega de 3 produtos: 1. Exposição composta por produtos artesanais, fotos e instalações, a fim de valorizar o ofício do artesão no Brasil, homenagear esse aspecto da cultura tradicional brasileira, ao tempo em que se promove uma reflexão acerca da interface entre tradição, inovação e sustentabilidade ambiental. 2. A residência criativa entre designers de produto e artesãos das cidades de Ananindeua (PA) e Pindamonhangaba (SP), promovendo a troca de experiências e saberes, que dará origem aos objetos artesanais que comporão a exposição nas duas cidades, e contribuir com um refinamento das técnicas de artesanato dos produtores dos dois municípios. 3. Encontros formativos com o objetivo de fortalecer a atitude empreendedora, a visão de futuro e a autoestima das mulheres artesãs, transformando-as em agentes de mudança das suas vidas e influenciando a mudança de outras. A formação deixará um legado para as artesãs locais, possibilitando a sua sobrevivência a partir do seu ofício. A importância da realização da proposta ora apresentada está na necessidade de colaborar ainda mais com a valorização do artesanato do Brasil e com reconhecimento das mestras e mestres da cultura tradicional, contribuindo com o resgate e manutenção da memória cultural nessas cidades. O encontro com designers está ancorado na ideia de que, apesar da importância da preservação das tradições, a cultura não é um elemento estático, mas algo que está em constante mudança, podendo reverenciar as suas raízes, mas criando novas identidades. Além disso, o design de produto está contemplado no projeto para melhorar significativamente a qualidade dos produtos dos artesãos selecionados em relação à diversidade de produtos, acabamento, materiais e técnicas. Será preciso um olhar profundo e cuidadoso para os produtos de cada artesão para se chegar à transformação desejada. Para além da exposição, produtos repaginados com design são mais valorizados no mercado e abrem oportunidades para que os artesãos conquistem mais vendas e passem a atuar em outro patamar. Portanto, o intercâmbio entre artesãos e designers é um processo que demanda criatividade, tempo, estudo, conversas, teste de produto, o fazer e desfazer para se chegar a um resultado de produtos agradáveis do ponto de vista estético, funcional e de qualidade. O Instituto Asta já conduziu inúmeros projetos de design de produtos artesanais e manuais que mostraram a importância do processo criativo e construção coletiva entre designers e artesãos para se chegar a produtos altamente qualificados. A sustentabilidade ambiental é outro aspecto que motiva a criação da presente proposta. Há urgência em repensar o consumo e descarte de resíduos, grande problema da atualidade com consequências desastrosas já no presente e com perspectivas desanimadoras para o futuro. O projeto entende que a cultura e arte carrega o compromisso de promover reflexões acerca do mundo em que se vive, podendo contribuir com a conscientização e mudança de atitude das pessoas. Outra questão levantada para a criação da presente proposta é o fato de que a economia do trabalho manual é a segunda maior empregadora de mulheres em países emergentes do mundo. No Brasil, mais de 10 milhões de artesãos, dos quais 70% são mulheres, lutam diariamente para conquistar sua autonomia financeira. Os artesãos estão localizados em mais de 70% dos 5.570 municípios brasileiros. Eles representam uma economia de cerca de R$ 50 bilhões num país que tem 38% das mulheres como responsáveis por seus domicílios. No entanto, de acordo com pesquisas do SEBRAE, SENAE e IBGE, a economia do feito à mão possui três grandes desafios: 1. Baixa venda e consequentemente renda para artesãs (60% afirmam que têm dificuldades em comercializar seus produtos); 2. Pouco acesso a treinamento e fortalecimento de capacidades empreendedoras (não há no Brasil um treinamento exclusivo, relevante e acessível); 3. Falta de cultura de trabalhar em rede com outras artesãs (menos de 1% das mais de 10 milhões de artesãs brasileiras trabalham em rede). A qualificação empreendedora proposta como um dos elementos do projeto vem como resposta a essas questões. O projeto se enquadra nos seguintes incisos do Art. 1º da Lei 8313/91: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes de cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II _ promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; V _ salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira; IX - priorizar o produto cultural originário do País. O projeto tem por finalidade (dentre as elencadas no Art. 3º da Lei 8313/91): II - fomento à produção cultural e artística, mediante: c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore; III _ preservação e difusão do patrimônio artístico, cultural e histórico, mediante: d) proteção do folclore, do artesanato e das tradições populares nacionais.

Estratégia de execução

Estima-se que este projeto terá como beneficiados um total de 3.080 pessoas, considerando os seguintes quantitativos: (1) 40 artesãos, (2) seus respectivos grupos produtivos, considerando mais uma pessoa por artesão com mais 40 pessoas e (3) 1.500 visitantes das exposições em cada cidade, adicionando mais 3.000 pessoas beneficiadas.

Especificação técnica

CONCEITO CURATORIAL/PROPOSTA MUSEOGRÁFICA: Em anexo. PROGRAMA DA OFICINA DE DESIGN E RESIDÊNCIA/INTERCÂMBIO CRIATIVO Oficinas de requalificação de 40 artesãos no trabalho, quando possível, com materiais de descarte e recicláveis, para a criação e produção de artesanato; promoção do encontro dos alunos com designers de produto, com o intuito de promover a inovação em artesanato a partir do encontro entre técnicas tradicionais, práticas contemporâneas e a sustentabilidade ambiental. Esse intercâmbio dará origem à exposição, produto principal desse projeto. Oficinas: bordado, trançados, decoupage, pintura dentre outras técnicas que poderão ser definidas após a seleção dos artesãos do projeto. PERÍODO: 6 meses PÚBLICO ALVO: 20 artesãos de Ananindeua (PA) e 20 artesãos de Pindamonhangaba (SP). INSTRUTORES: A seleção dos instrutores para as oficinas de design se dará com a proximidade de sua realização. A seleção dos designers se dará com base nos currículos e portfolio de projetos e produtos realizados por eles, dando preferência àqueles que já tenham tido experiência com artesãos. METODOLOGIA: O método de ensino a ser utilizado consiste em transmitir, de maneira clara e objetiva, o caminhar de todo o processo de criação e confecção de cada peça, facilitando e exemplificando a melhor maneira de execução do trabalho, para que se obtenha a qualidade desejada. É importante salientar que há uma proposta de aprendizado mútuo e coautoria do trabalho. A valorização da criatividade e ideias dos alunos é uma característica também marcante do processo. Os produtos finais devem ter apelo comercial para venda, conectados com as tendências do mercado consumidor, levando sempre em consideração as características culturais e materiais de cada cidade. As oficinas acontecerão em três módulos: Apresentação, Inspiração e Desenvolvimento de Produtos. O módulo Apresentação consiste de trocas de saberes entre designers e artesãos com base nas técnicas que dominam, tipos de produtos, persona que definiram e canais de venda que pretendem utilizar. Este módulo apresenta como se relacionam a arte, o artesanato e o design; como acontece o processo criativo; a importância de se ter referências para a criação de produtos autorais e introduzir os artesãos às principais fontes de referência e pesquisa. No módulo Inspiração, apresenta-se o estudo das cores (colorimetria), iconografia, macro tendências do mercado, categorias e linhas de produtos (coleções). O intuito é fazer com que artesãos criem um novo olhar de orgulho e pertencimento de seu lugar, para agregar valor cultural e histórico ao produto artesanal. Tal técnica fortalece o engajamento no desenvolvimento da coleção de produtos. Serão também apresentados cases de projetos de inserção de design no artesanato pelo Brasil para estimular e ilustrar a metodologia de como aplicar a iconografia local e inspirações no produto artesanal. Exercícios práticos com o uso de cartela de cores e iconografia local serão conduzidos nas oficinas. No módulo Desenvolvimento de Produtos, os artesãos serão orientados a produzir seus produtos piloto baseado nas definições dos módulos anteriores. São conduzidas pelos designers de produto mentorias individuais. Nesta etapa acontecem as interações mais profundas do processo criativo entre artesãos e designers até chegarem aos produtos finais. Esta é a etapa mais longa com diversas melhorias e correções nas formas, processo produtivo e especificações dos produtos. Ao final, teremos produtos finalizados com suas fichas técnicas e precificação. PROJETO PEDAGÓGICO DAS OFICINAS/ENCONTROS FORMATIVOS O escopo deste projeto pedagógico inclui a formação de artesãos nanoempreendedores em uma jornada chamada “Básico para Empreender”. Esta jornada é aplicada em um modelo de aprendizagem assistida por uma monitora treinada em encontros presenciais. Ela foi desenvolvida para nanoempreendedores em nível iniciante, que já tenham um negócio ou que estejam começando a empreender. Ela tem duração de 8 semanas em encontros presenciais quinzenais. A jornada possui carga horária total de 12 horas com os seguintes recursos: Aulas Presenciais, Video Aulas, Atividades na Plataforma EaD, Material complementar e Interações no Grupo de WhatsApp da turma. A jornada “Básico para Empreender” é dividida nos 4 módulos a seguir: 1) O Básico que você precisa saber para empreender com sucesso! Conteúdo resumido: Teoria Effectuation, Modelo Canvas, Mapa da Empatia, Definição da Persona, Os 5 Sentidos do seu Cliente, Fidelização e O Bom Atendimento. 2) Seu produto ou serviço: A alma do seu negócio. Qualidade e custo adequado, como ter? Conteúdo resumido: Diferenciação, Análise de Concorrência, Qualidade do Produto, Precificação, Custos Fixos e Variáveis, Margem de Lucro e Planejamento do Negócio. 3) Finanças sem controle não tem futuro. Aprenda um jeito fácil de não se perder nos números! Conteúdo resumido: Comportamento Financeiro, Gestão Financeira, Separação do Dinheiro Pessoal e do Negócio, Fluxo de Caixa, Guardar Dinheiro e Gestão de Dívidas e Plano de Negócio. 4) Mercado Digital: Um mundo de possibilidades e novos clientes para seu negócio. Vamos começar? Conteúdo resumido: Presença Online nas Redes Sociais, Estratégias e Como Divulgar nas Redes Sociais, Produção de Conteúdo, Planejamento e Monitoramento, A Pertinho de Casa, Criação de Sua Loja e Como Utilizar a Pertinho de Casa para Alavancar Negócios. A qualificação contemplará 2 turmas de 20 artesãos e acontecerão simultaneamente em cada cidade (Ananindeua e Pindamonhangaba).

Acessibilidade

PRODUTO PRINCIPAL: EXPOSIÇÃO DE ARTES a) Medidas de acessibilidade para deficientes auditivos: Intérprete de Libras b) Medidas de acessibilidade para deficientes visuais: Monitor-guia para audiodescrição consecutiva c) Medidas de acessibilidade para deficientes físicos (aspecto arquitetônico): Espaços com disponibilização de infraestrutura como rampas, corrimãos e banheiros para pessoas com deficiência. PRODUTO: INTERCÂMBIO a) Medidas de acessibilidade para deficientes auditivos: Intérprete de Libras b) Medidas de acessibilidade para deficientes visuais: Linguagem oral c) Medidas de acessibilidade para deficientes físicos (aspecto arquitetônico): Espaços com disponibilização de infraestrutura como rampas, corrimãos e banheiros para pessoas com deficiência. PRODUTO: OFICINAS a) Medidas de acessibilidade para deficientes auditivos: Intérprete de Libras b) Medidas de acessibilidade para deficientes visuais: Linguagem oral, Monitor-guia para audiodescrição consecutiva c) Medidas de acessibilidade para deficientes físicos (aspecto arquitetônico): Espaços com disponibilização de infraestrutura como rampas, corrimãos e banheiros para pessoas com deficiência.

Democratização do acesso

PRODUTO PRINCIPAL: EXPOSIÇÃO DE ARTES De acordo com o Art. 28 da IN 01/2023, pretende-se: IV - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino, e de outros eventos referente ao produto principal; V - garantir a captação e veiculação de imagens das atividades e de espetáculos por redes públicas de televisão e outros meios de comunicação gratuitos; PRODUTO: INTERCÂMBIO De acordo com o Art. 28 da IN 01/2023, pretende-se: IV - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino, e de outros eventos referente ao produto principal;

Ficha técnica

Dirigente: Alice Gonçalves Freitas Função: Coordenação Geral Profissional remunerada com recurso do projeto conforme planilha orçamentária Atividades: Alice Freitas ficará responsável pela gestão do projeto; coordenação de equipe e de atividadesinerentes à sua realização; Negociação com fornecedores; busca por parcerias; e todo o controle da produçãodo início ao fim da vigência do projeto. Currículo: Alice é uma empreendedora social e fundou o Instituto Asta em 2005, abrindo mão como advogadade sua carreira em grandes corporações. Antes da fundação da Asta, realizou um projeto de pesquisa deiniciativas sociais bem-sucedidas no Sudeste Asiático para replicar no Brasil e trabalhou durante 2 anos noAfroReggae. Começou aos 27 anos se juntando a um grupo de 30 mulheres artesãs de uma cooperativa derecicláveis em Campo Grande para melhorar os resultados do grupo produtivo. Em 2007 lançou a 1ª rede devenda direta de produtos artesanais do Brasil. Nessa jornada, abriu duas lojas físicas, vendas online, vendascorporativas, exportação, revenda para outras lojas, experimentando em profundidade todos os tipos demercado possíveis para o artesanato. Trabalha com mais de 1300 artesãs de 84 grupos produtivos. A partir de2015, idealizou e tornou realidade a Escola de Negócios das Artesãs e o lançamento de uma plataforma onlinede aprendizado, rede e mercado para artesãs de todo o país. Alice é fellow Ashoka, fellowWomenChangeMaker, especializada em empoderamento econômico feminino pelo Global Women inManagement (Washington-US), pós graduada em Gestão pela Universidade Federal do Rio de Janeiro. Profissional: Aldir Tadeu Parisi Rolim Função: Curador Profissional remunerado com recurso do projeto conforme planilha orçamentária Currículo: Arquiteto graduado pela Universidade Federal da Bahia – Salvador/BA e Engenheiro Mecânico (Ênfase Têxtil), graduado pela Faculdade de Engenharia Industrial (FEI) – São Bernardo do Campo/SP, com especialização em Administração de Marketing para Executivos e Marketing de Serviços e Business to Business, pela Fundação Getúlio Vargas – FGV – São Paulo/SP. Realiza consultoria, capacitações, palestras e desenvolvimento de metodologias diversas para o SEBRAE/FIEB/SESCOOP e empresas privadas na área de gestão empresarial, MKT, design, vendas e acesso a mercados para empresas dos setores/segmentos da Indústria, Comércio, Serviços, Agronegócios e Economia Criativa. Profissional com extensa experiência e formação multidisciplinar, responsável pela Inserção do artesanato da Bahia em empresas de varejo em todo o Brasil, como Tok&Stok, Marco 500, H.Stern, entre outras; Inserção de produtos em canais de distribuição em São Paulo, Minas Gerais, Brasília/DF; Eventos de comercialização dos produtos das empresas apoiados pelo Sebrae Bahia; Consultorias de acesso a mercados, entre outros. Aldir Parisi lecionou, também, na Escola de Belas Artes da Universidade Federal da Bahia. Profissional: Daise Porto Lyra Função: Coordenadora Pedagógica Currículo: Bacharel em Administração de Empresas pela Universidade Federal da Paraíba, mestrado em Engenharia de Produção com ênfase em sustentabilidade socioambiental pela Universidade Federal da Paraíba e doutorado em Engenharia de Produção com ênfase gestão e inovação pela Universidade Federal do Rio de Janeiro. Foi professora das disciplinas de Gestão de Pessoas e Empreendedorismo do Instituto Federal do Rio de Janeiro. Foi facilitadora de processos de formação de educadores para Jovens e Adultos e escriba de material didático para formação de Jovens e Adultos. No Instituto Asta, foi monitora para acompanhar e direcionar artesãs durante o processo de aprendizagem de letramento digital e educação empreendedora. Atualmente, Daise é a coordenadora de educação da Rede Asta, já formou 12 turmas e mais de 1.200 alunas. Obs.: Os demais componentes da ficha técnica serão decididos no decorrer do processo de aprovação do projeto.

Providência

Projeto encaminhado para avaliação de resultados.