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"Ecoar: Ancestralidades" é um projeto atravessado por linguagens artísticas, dança, teatro, literatura, audiovisual, com o objetivo de preservar a memória dos povos originários, de perpetuar tradições e manifestações artísticas através de ações afirmativas, a começar por visibilizar a arte de homens e mulheres pretas. A programação com duração de doze meses, terá oficinas (dança, teatro, contação de histórias e artes visuais), a primeira edição do Festival "Ecoar" com o tema Miolo do Samba, como resultado das oficinas. As atividades serão gratuitas e serão executadas em espaço fechados e abertos, alcançando um público estimado de mais de duas mil pessoas.
O projeto que abarca oficinas de dança, ao longo da sua execução vai criando células coreográficas, que tem como fio condutor signos e simbolos da cultura negra, das crenças, elementos totêmicos, este aprendizado e experimentação é que vai ser traduzido em um espetáculo de artes cênicas, que usa a dança como linguagem. Assim, não existe texto, falas, direito autoral, por ser uma construção autoral dos alunos e alunas participantes do projeto. Vale salientar, que é importante que ao diligenciar tenha noção do processo criativo de cada linguagem artística, não existe no banco de dados espetáculo de dança, existe espetáculo de artes cênicas, facilmente confundido com teatro apenas, mas são processos criativos distintos. Então, a solicitação abaixo não se aplica, principalmente porque não existe espetáculo ainda, ele será resultado das interações das oficinas. Favor ler o campo descrição das atividades. Inserir no campo SINOPSE DA OBRA (ESPETÁCULO DE ARTES CÊNICAS): Inserir o resumo do espetáculo, com personagens, roteiro e etc. A mesma coisa pode ser dita para a solicitação abaixo: No campo "ANEXAR DOCUMENTOS -> PROPOSTA, anexar os seguintes documentos: TEATRO: a) Contrato de Direito Autoral ou Carta de Anuência, contendo a assinatura do autor, autorizando a empresa/instituição a apresentar o texto de sua autoria para realização do espetáculo de artes cênicas ou comprovação de que se trata de obra de domínio público. b) Dramaturgia e cenografia do espetáculo. Não foi dito dentro do projeto que seriam contratados peças de teatro, não cabendo contrato, carta de anuência, o artista principal é o aluno, é um projeto artístico social.
Apresentação: Ao tratar de forma igual que é diferente, a sociedade privilegia, de maneira dissimulada, quem, por sua bagagem familiar, já é privilegiado. Pierre Bourdieu O projeto começa com a escolha do nome, ECOAR, fazer a nossa voz ecoar (gerar eco), ser escutada, dando visibilidade para aqueles que a sociedade insiste em esconder. Ao considerar a cultura elitista como legítima, damos a esta a possibilidade que seja legitimada e socialmente aceita, porém, ali há uma violência simbólica que faz perpetuar as desigualdades sociais, naturalizando-se a reprodução dos preconceitos. Este é o primeiro ponto do projeto ECOAR, desconstruir essa narrativa social que perpetua o preconceito e marginaliza a produção artística de homens e mulheres pretas. Neste bojo, separamos o projeto em eixos estruturantes para que as ações sejam pensadas e concebidas dentro destas perspectivas: Eixo MEMÓRIAS: Para criar, precisamos conhecer nossos ancestrais, a experiência dos griôs, e todas as manifestações artísticas da cultura afro-brasileira. Este eixo tem o objetivo de recontar a história na perspectiva de quem tem lugar de fala, a valorização da oralidade. Cada oficina será finalizada com uma apresentação dos alunos e alunas. Roda Griô: Oficina de contação de histórias e noção básica de interpretação teatral, estímulo de escrita e criação de contos.Roda Djembê: Oficina de tambores, musicalização, para uma vivência percussionista.Roda Abayomi: Oficina de dança e criação de objetos de cena (artes visuais), ritmos variados, separadas por nível básico, intermediário e avançado, atendendo a 30 alunos por turma. Eixo DIFUSÃO: Apresentações artísticas, oriundas das oficinas, em espaços alternativos, oportunizando esta vivência com o público (trimestralmente), e a produção do festival de encerramento. O Festival ECOAR nesta primeira edição fará uma homenagem ao samba, destacando grandes mestres que são precursores, valorizando nossas raízes afro-brasileiras, será produzido teatro, com capacidade mínima de 800 lugares, ingressos a preços populares. Eixo BASTIDORES: Oficina "O avesso" , será para criação de conteúdos audiovisuais, usando celulares e equipamentos simples de uso cotidiano da moçada jovem. Vamos dar a possibilidade de que os alunos do projeto criarem seu próprio roteiro de registro e assim , selecionar os melhores vídeos para serem postados no canal youtube criado para este fim. Assim, teremos novas memórias ou as antigas memórias contadas a partir da perspectiva de novas gerações. Objetivo geral:Produzir e realizar o projeto ECOAR, voltado para oficinas de criação artística, com apresentação dos resultados no festival de encerramento. Objetivos específicos: Realizar 4 oficinas de longa duração, com 36 horas em cada uma delas. Gratuitas. Realizar 3 apresentações artísticas em espaços públicos e o festival ECOAR em espaço fechado (teatro)Realizar um vídeo documentário dos bastidores do projeto feito pelos próprios alunos, criação e produção de conteúdo para as redes sociais.Produzir objetos de cena que possam ser usados nas apresentações artísticas.Criação de postos diretos de trabalho, professores das oficinas, monitores das oficinas, bailarinos convidados para o festival, técnicos, produtor, diretor, produtor musical, entre outros. Criação de postos indiretos de trabalho, prestação de serviços, transporte, alimentação, marcenaria, figurinos, camisetas. Oferecer 200 vagas nas oficinas.
Justificativa Cultural Ser negro é [...] tomar consciência do processo ideológico que, através de um discurso mítico acerca de si, engendra uma estrutura de desconhecimento que o aprisiona numa imagem alienada, na qual se reconhece. Ser negro é tomar posse dessa consciência e criar uma nova consciência que reassegure o respeito às diferenças e que reafirme uma dignidade alheia a qualquer nível de exploração. Assim, ser negro não é uma condição dada, a priori. É um vir a ser. Ser negro é tornar-se negro (SOUZA, 1983, p. 77). Mulheres negras nem sempre puderam exercer suas habilidades artísticas e intelectuais, as que conseguiram ousaram no meio artístico, poucas são relembradas, tiveram suas histórias invisibilizadas e esquecidas. Haja vista a ausência de histórias de artistas afro-brasileiras estampadas nos arquivos, livros e registros que circulam nas escolas e nas universidades brasileiras - e qualquer pessoa pode se certificar disto. As performances de Michelle Mattiuzzi e Priscila Rezende, especialmente, retratam a ausência de negras no campo artístico, e quando há uma presença negra, ela tende a ser estereotipada. Por isso, elas têm trazido em obras de arte, as formas de representação em vigor na sociedade contemporânea, bem como suas políticas em disputa. As performances realizadas por corpos mulheres afro-brasileiras têm-se mostrado comprometidas com questões sociais, sexuais e têm usado o poder político-poético para o empoderamento da população afro-brasileira em geral. Uma história que se move, contada a partir do que se manifesta pelo instantâneo, o instável, o (in)dizível, não há como se dar por concluída. Dentro deste contexto que o projeto ECOAR surge, construir novas narrativas que deem protagonismo para a população negra, há uma geração de artistas negras despontando e conferindo visibilidades e diversidades a vários temas e representações sociais, através de suas produções. Construir espaços de criação artística embasados numa história real, desconstruindo estereótipos e preconceitos, qualificando o debate e a própria maneira de criar, mesmo dentro deste espaço singular de criação, as referências ainda são muito pautadas na cultura elitista. Dar novas referências e mostrar que estas inspirações são importantes, potentes e reconhecidas. ECOAR é um projeto em construção, ações que possibilitam sonhar com lugares mais altos e ainda mais visíveis, mas que neste momento abrem caminho para localmente dar acesso a um público que vulnerável socialmente, que dificilmente acessaria oportunidades como essa. Por fim, é também o reconhecimento da carreira de Raquel Moçambique, com uma trajetória que nunca deixou a desejar, inspira as novas gerações, o projeto é essa ponte de apoio que amplia seu trabalho, lhe dá infraestrutura de realizar com dignidade e justiça, dando para a cidade de Belo Horizonte novo aprendizados, evidenciando a multiplicidade de referências artísticas que a diversidade cultural possibilita. Justificativa para uso do Mecanismo de Incentivo à Cultura: O projeto se enquadra nos seguintes incisos do Art. 1º da Lei Nº 8313/91: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; O projeto tem por finalidade (dentre as elencadas do Artigo 3º da Lei 8313/91): II - fomento à produção cultural e artística, mediante: e) realização de exposições, festivais de arte e espetáculos de artes cênicas ou congêneres;
Passagens aéreas: Raquel Moçambique Renata Black Wallace Guedes
não se aplica
Produto principal: 1. Festival / Mostra Acessibilidade deficientes visuais : audio descrição, com o objetivo de proporcionar uma experiência integral das oficinas Acessibilidade deficientes auditivos: tradução em libras. Acessiblidade aspecto arquitetônico: espaços estruturados com rampas de acesso, corrimão e banheiros adaptados. Acessibilidade deficientes intelectuais : Teremos um monitor formado em educação especial acompanhando as oficinas. 2. Video dança ( produto secundário) Acessibilidade deficientes visuais : audio descrição, com o objetivo de proporcionar uma experiência integral das oficinas Acessibilidade deficientes auditivos: tradução em libras. Acessiblidade aspecto arquitetônico: espaços estruturados com rampas de acesso, corrimão e banheiros adaptados. Acessibilidade deficientes intelectuais : Teremos um monitor formado em educação especial acompanhando as oficinas. 3. Oficinas ( produto secundário) Acessibilidade deficientes visuais : audio descrição, com o objetivo de proporcionar uma experiência integral das oficinas Acessibilidade deficientes auditivos: tradução em libras. Acessiblidade aspecto arquitetônico: espaços estruturados com rampas de acesso, corrimão e banheiros adaptados. Acessibilidade deficientes intelectuais : Teremos um monitor formado em educação especial acompanhando as oficinas.
O projeto nasce desse desejo de ampliar o acesso gratuito a conteúdos formativos e culturais, além de partilhar os bastidores, mostrando todo processo de criação artística e curiosidades da dança, necessidades técnicas, formação da equipe principal, com o objetivo de inspirar jovens da periferia, ampliando suas perspectivas de futuro. Assim, será feito um registro em vídeo de todo o processo, editado em pequenos vídeos para serem disponibilizados na internet e nas redes sociais. inciso/medida do art. 28 da IN nº 01/2023 abaixo será adotada no projeto: IV - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino, e de outros eventos referente ao produto principal; IV - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino, e de outros eventos referente ao produto principal; VII - realizar ação cultural voltada ao público infantil ou infantojuvenil;
Raquel Moçambique ( Direção geral, professora de dança e coreografa) Formação acadêmica Formada em Educação Física pela Faculdade Universo e Pós Graduação aplicada em reabilitação cardíaca em grupos especiais. Experiência artística: Atuante em academia fitness. Principal atuação: Academia e Personal. Projetos Principais: Festival de Dança Raquel Moçambique, que em 2020 completou 20 anos de criação. Rainha do carnaval durante três anos consecutivos, em Belo Horizonte, 2005, 2006, 2007 , posteriormente convidada para dirigir a comissão de frente da Escola Canto da Alvorada, onde ficou por três anos, e durante esse tempo foi campeã e a comissão de frente tirou nota 10 e na seqüência passou a desfilar no Rio de Janeiro Renata Black ( Coordenação de produção, professora de dança) FORMAÇÃO PROFISSIONAL • Professora, dançarina e coreógrafa, profissional na área da dança á 24 anos. • Profissional de educação Física provisionado (Cref-6 registro 3020).desde 2002 • Passista de baterias de samba de Belo Horizonte. • Destaque da escola de samba Beija-flor de Nilópolis RJ) desde 2015 até os dias de hoje. • Destaque da escola de samba Unidos da Tijuca (RJ) em 2017. • Rainha do Carnaval de Belo Horizonte nos anos 2010, 2012 e 2014. • Modelo fotográfica • Personal de dança coletiva e individual. • Apresentadora de lives musicais e de dança, e programas interativos. • Ministro cursos de dança de vários estilos, em escolas de dança, escolas públicas, projetos culturais e academias. • Domínio de ensino das técnicas da dança e de se expressar, para iniciantes e para profissionais que já atuam na área. • 2º grau completo, na escola estadual Presidente Dutra, concluído em 2000. • Ministro aulas coletivas e personalizadas, presencial e virtual de vários ritmos de música e dança, dentre eles: axé, funk, forró,sertanejo pop, street dance,hip-hop, dance music, salsa,zouk, samba no pé, ritmos latinos e caribenhos. • Aulas de Zumba,Sou Zin formado no curso de Zumba na Universidade de Miami(USA) no ano de 2013. E atualização do mesmo curso em 2015 no RJ • Aulas de alongamentos e expressão corporal. EXPERIÊNCIAS PROFISSIONAIS (atuais) *Academia Corpore (Iate Pampulha)End: Avenida Otacílio Negrão de Lima 1650 bairro: Pampulha Cargo e tempo de casa: Professora de dança de Ritmos 12 anos. *Academia D2Fitacademias End: Rua Goiás 285 Centro. Cargo e tempo de casa: Professora de dança Ritmos a 8 anos. *Academia Sport Fitness End: Rua Barão de Coromandel 66 Caiçara. Cargo e tempo de casa: Professora de Zumba e Ritmos a 11 anos. *Academua Inplace End: Shopping Minas Casa (1 ano) ALGUMAS ACADEMIAS QUE JÁTRABALHEI: • Academia Feminina • Academia Samurais • Criarte • Cézar Sports • Azure • Jump Jim • Multidance • Acd Jaraguá • Acd Adriana Rocha • Phisical trainer • Sprint • Academia do cruzeiro • ICE (instituto de competências empresariais) Rua jornalista Djalma Andrade 1801 bairro: Belvedere, Cargo e tempo de casa: Professora de dança (ritmos variados) alongamentos e expressão corporal durante 2 anos. TìTULOS E EXPERIÊNCIAS ARTÍSTICAS: • Rainha do Carnaval de Belo horizonte 2012, eleita por um concurso organizado pela Belotur (Empresa municipal de turismo de Belo Horizonte -MG) • Rainha do Carnaval de Belo horizonte 2010, eleita por um concurso organizado pela Belotur (Empresa municipal de turismo de Belo Horizonte -MG) Residi na cidade de Tampa na Flórida (USA) para uma turnê de shows de samba, e trabalho de hostel, durante o ano de 2013 na Casa de shows brasileiros DALE MABRY. 11702 N Dale Mabry Hwy, Tampa, FL 33618- 3504+1 813-321-3577Site. Fechado agora: ... COZINHAS. Americana, Steakhouse, Bar. • Participação como dançarina da banda internacional THE BLACK EYED PEAS em Bh, realizado pela DM produções em outubro de 2010,juntamente com entrevista exclusiva concedida para o telejornal MGTV-REDE GLOBO MINAS. • Apresentação de TV ao vivo pro JORNAL BOM DIA MINAS,REDE GLOBO pra divulgação e representando o Brasil na Copa do mundo de 2010, mostrando o ritmo do Samba. • Participação como dançarina em Salvador no Show da banda É O TCHAN,novembro de 2010. • Participação como dançarina por tres vezes no AXÉ BRASIL (maior evento de axé do Brasil, depois do carnaval de Salvador). Em 2006 na coreografia de abertura do Axé Brasil, com a banda Vira & Mexe. • Em 2010, também no AXÉ BRASIL como dançarina da Banda PARANGOLÉ (música Rebolation) • Em 2011, também no AXÉ BRASIL como dançarina da Banda PSIRICO (música liga da justiça) • Dançarina e coreógrafa da abertura dos jogos PANAMERICANO no Rio de Janeiro, dos jogos de vôlei de praia e quadra em julho de 2007. • Título de melhor coreógrafa do axé mineiro do ano de 2006, escolhidos pela população de MG e interior – realizado pela rádio extra fm. • Já atuei como modelo de cabelos, fotográfico e video para Betina Borges na feira mineira de beleza em 2009. • Indicada melhor dançarina deste mesmo concurso acima, neste mesmo ano. • Dançarina e coreógrafa do espetáculo Hula-Dancers, de dança havaiana e culturas do Havaí, apresentado nas cidades de MG, e encerando turnê em BH no palácio das artes,temporada de junho a setembro 2009. • Jurada em concursos mineiros de dança em geral realizados nas casas noturnas especializadas na dança em BH. • Professora do Projeto Veredas da prefeitura de BH, por 3 anos,ensinando a dança a crianças carentes e meninos de rua. • Melhor dançarina de forró de MG – realizado concurso on-line, divulgado e promovido pelo CANAL 23,no encontro nacional do forró na Serraria Souza Pinto em 2000. • Participação com certificado no 6º encontro mineiro de dança do núcleo de arte no teatro Palácio da cultura em Matozinhos 1999. • Participação com certificado 2º encontro esportivo educacional – realizado pela SEE(secretaria do estado de educação de Minas gerais 1998. • Participação no programa Raul Gil no concurso dança de rua do Brasil com o grupo Jamaica dance,com a 2º colocação dos melhores do Brasil em 1998. • Apresentação de Street Dance no programa Xuxa Park na rede globo em 1999. • Apresentações em shows empresariais como: Coca-Cola,Thyssenkrupp, Fiat,Vale do rio doce,Banco do Brasil,Ouro Minas Grande Hotel Araxá, Cidade dos meninos,etc. • Participação no grupo Axé dance por 6 anos seguidos,O grupo mais antigo de axé BH, lançado na Antiga casa de shows “TRÊS LOBOS”. • Dançarina e coreógrafa do grupo Axé dance (ums dos maiores grupos de dança de BH) por seis anos seguidos,e o grupo mais antigo de BH. • Participações como dançarina nos shows dos artistas, Mc Pelé, com a participação tb no dvd gravado em Porto Seguro, chama chuva,Vira e Mexe(como dançarina tb no DVD gravado no Axé Brasil, DVD Vira & mexe no marista hall,2006. • Dançarina da Cia de dança AXÉ MOI em porto seguro em julho de 2003,2005,2006,2007,2008. • Aberturas de shows de: Ivete Sangalo, babado novo, calypso, tchakabum, daniel, sandy e junior, latino, os bambas, psirico, pagodart, saravada, guiguigueto, miskuta, ,jota quest, skank. Wallace Filipe Guedes Vieira (Wallace Guedes , arte educador de dança afro-brasileira) Formação acadêmica: Cursando Educação Física - Faculdade Salgado Filho De Oliveira Com formação em Danças Folclóricas com Professor Carlos Guararás Workshop de Matriz Africana Com Marlene Silva Formação em Danças Afro Brasileira com Mestre Evandro Passos Experiência profissional: Wallace é ex-morador de rua e cursa atualmente o 5º período da faculdade de Educação Física.Tem 35 anos, 1,80 de altura e 98 kilos e foi coroado em 2020, Rei Momo do carnaval de Belo Horizonte – MG, e em 2022 foi convidado a ser Muso da Escola de Samba Lins Imperial - RJ. Atua como bailarino de fit dance, dança afro e dança folclórica, é fundador da cia de dança Arrocha Mix, integrou também a companhia de dança Trilha do Apogeu. Foi Comissão de Frente por dois anos da Escola de Samba Canto da Alvorada em 2011 e 2012 e também atuou na Comissão de Frente do Bloco Caricato Vila Estrela. Em 2015 desfilou como destaque da Escola de Samba Acadêmicos de Venda Nova e em 2018 da Escola de Samba Canto da Alvorada. Wallace foi coreógrafo, bailarino e estilista da Banda Anna Mel e integra o grupo de danças folclóricasGuararás desde 2018. Em 2019 foi coroado Rei de Bateria da Escola de Samba Imperavi de Ouros. Atualmente realiza trabalhos como passista, modelo profissional fotográfico e manequim, e também de cerimonialista. É um dos responsáveis de um projeto social que tem intuito em ajudar comunidades e moradores de rua assim como foi. Ministrou o Workshop de Danças Afro-Brasileiras, contemplado no Edital Movimenta Cultura da Prefeitura de Contagem.
PROJETO ARQUIVADO.