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PRONAC 231932Apresentou prestação de contasMecenato

Jacksons do Pandeiro (Circulação)

SARAU AGENCIA DE CULTURA BRASILEIRA LTDA
Solicitado
R$ 3,00 mi
Aprovado
R$ 3,00 mi
Captado
R$ 1,54 mi
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

Incentivadores (3)
CNPJ/CPFNomeDataValor
33000167000101PETROLEO BRASILEIRO S A PETROBRAS1900-01-01R$ 1,00 mi
01425787000104REDECARD INSTITUICAO DE PAGAMENTO S.A.1900-01-01R$ 500,0 mil
07237373000120BANCO DO NORDESTE DO BRASIL SA1900-01-01R$ 40,0 mil

Eficiência de captação

51.4%

Classificação

Área
—
Segmento
Teatro Musical (c/ dramaturgia, danças e canções)
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Teatro musical
Ano
23

Localização e período

UF principal
RJ
Município
Rio de Janeiro
Início
2024-03-01
Término

Resumo

O projeto prevê remontagem e realização de apresentações do espetáculo de teatro musical Jacksons do Pandeiro.

Sinopse

Cantor, compositor e instrumentista cuja memória é cultuada por brasileiros de várias gerações, Jackson do Pandeiro é aqui revisitado pela premiada Companhia Barca dos Corações Partidos, com direção de Duda Maia. O repertório apresenta cocos, sambas, forrós, xotes, xaxados, baiões, rojões e emboladas, encadeando sucessos como “Chiclete com banana”, “Sebastiana”, “O canto da ema”, “Um a um”, “Forró em Limoeiro”, “Xote de Copacabana” e “17 na corrente”, entre muitos outros.

Objetivos

Objetivo Geral Contribuir para o fomento da produção cultural e artística e difusão da cultura brasileira, através da realização de um musical homenageando o cantor, compositor e multi-instrumentista paraibano Jackson do Pandeiro.Objetivos específicosRealizar remontagem, temporada no Rio de Janeiro (6 apresentações) e circulação por 7 cidades: Aracaju (3 apresentações), Belém (2 apresentações), Brasília (2 apresentações), Fortaleza (4 apresentações), João Pessoa (1 apresentação), Natal (2 apresentações) e Recife (4 apresentações) do espetáculo de teatro musical Jacksons do Pandeiro, totalizando 24 apresentações.

Justificativa

Como costuma dizer Alceu Valença, "se música brasileira fosse futebol, Luiz Gonzaga seria Pelé e Jackson do Pandeiro, Garrincha". Ele é um dos grandes mestres da música nordestina e, ao lado de Gonzagão, é um dos pilares da música brasileira. Tinha uma forma peculiar de cantar e dividir, de articular as palavras, uma forma de canto única. A importância de Jackson do Pandeiro sobrevive às três décadas que nos separam de sua morte e, ainda, se espraia por todas as regiões do Brasil, transcendendo a matriz nordestina. O público das novas gerações permanece magnetizado por sua figura. Tanto através de sua generosa discografia ou de seus registros de imagem, quanto por meio de releituras de seu repertório. Jackson do Pandeiro é provavelmente o mais inventivo cantor de nossa música. O epíteto "O Rei do Ritmo" dá a dimensão da capacidade de sincopar, criar, subverter e afirmar o ritmo de cada canção em todos os seus sentidos. Não à toa, é referência declarada de nomes como Gilberto Gil, João Bosco, Lenine e um sem-número de intérpretes. O repertório construído desde o sucesso de sua Sebastiana tem como marcas a irreverência, a crônica do Nordeste e a diversidade dos gêneros que iam do samba a tudo que se habitua chamar de forró: xotes, baiões, rojões, arrasta-pés e, principalmente, cocos. A facilidade para o ritmo do coco herdada de sua mãe Flora ia além da dança de umbigada e do canto, transbordava do ganzá tocado pela mãe ao pandeiro que fez de Jackson um dos mais requisitados ritmistas de seu tempo. A relação da Cia Barca dos Corações Partidos com a obra do Rei do Ritmo existe no coletivo desde o primeiro espetáculo, "Gonzagão - A Lenda", que tinha no repertório a música Pouca Diferença, um dos sucessos de Jackson, e individualmente pela relação pessoal de cada membro com as músicas de seu repertório, sempre cantado nas rodas, saraus e encontros do grupo. Essa celebração da vida e obra de Jackson do Pandeiro é obrigatória e será uma festa brasileira! A partir do Art. 1º da Lei 8313/91, o projeto se enquadra nos seguintes incisos: III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória. A partir do Art. 3º da Lei 8313/91, o projeto tem como objetivos: II - fomento à produção cultural e artística, mediante: e) realização de exposições, festivais de arte e espetáculos de artes cênicas ou congêneres. IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante: a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos;

Especificação técnica

PRODUTO PRINCIPAL - ESPETÁCULO DE ARTES CÊNICASTemporada no Rio de Janeiro com 06 apresentaçõesCirculação em Aracaju com 03 apresentaçõesCirculação em Belém com 02 apresentaçõesCirculação em Brasília com 02 apresentaçõesCirculação em Fortaleza com 04 apresentaçõesCirculação em João Pessoa com 01 apresentaçãoCirculação em Natal com 02 apresentaçõesCirculação em Recife com 04 apresentaçõesTotal de 24 apresentações01 treinamento da equipe envolvida no projeto com especialista da área de acessibilidade01 sessão com intérprete de libras por cidade, totalizando 08 sessões01 sessão com audiodescrição por cidade, totalizando 08 sessões01 sessão com monitor para apoio de pessoas com deficiências intelectuais em uma sessão por semana na temporada, totalizando 02 sessões DEMOCRATIZAÇÃO DO ACESSO 01 exibição da filmagem do espetáculo na íntegra e bate papo com integrante do elenco na cidade de Souza, PB com intérprete de librasAÇÃO FORMATIVA DE CONTRAPARTIDA SOCIAL 01 ensaio aberto do espetáculo com intérprete de libras, audiodescrição e monitor no Rio de Janeiro01 oficina "Voz e Corpo na Cena Musical - Um mergulho no Teatro musical’’, ministrada por Ádren Alves em Recife.

Acessibilidade

Produto Espetáculo de Artes Cênicas Medida para formação em acessibilidade:- Será contratada especialista da área de acessibilidade em projetos culturais, que conduzirá o treinamento da equipe envolvida no projeto, tendo em vista a sensibilização e ampliação de conhecimentos. Acessibilidade no aspecto arquitetônico:- Escolha prioritária de espaços que já atendam às normas de acessibilidade física. Caso não possuam, a equipe se responsabiliza por facilitar o acesso a portadores de deficiência física ou com dificuldades de locomoção. Acessibilidade para deficientes visuais:- Descrição de imagens em postagens nas redes sociais do espetáculo, com o uso da hashtag #PraCegoVer, como forma de atender a deficientes visuais; - Audiodescrição em uma sessão por cidade. Acessibilidade para deficientes auditivos:- Intérprete de LIBRAS em uma sessão por cidade. Acessibilidade para deficientes intelectuais:- Monitor para apoio de pessoas com deficiências intelectuais em uma sessão durante a temporada. Auxilia na mediação dos conteúdos transmitidos pelo espetáculo. Produto Contrapartida Social Acessibilidade no aspecto arquitetônico:- Escolha prioritária de espaços que já atendam às normas de acessibilidade física. Caso não possuam, a equipe se responsabiliza por facilitar o acesso a portadores de deficiência física ou com dificuldades de locomoção. Acessibilidade para deficientes visuais:- Descrição de imagens em postagens nas redes sociais do espetáculo, com o uso da hashtag #PraCegoVer, como forma de atender a deficientes visuais;- Audiodescrição no ensaio aberto. Acessibilidade para deficientes auditivos:- Intérprete de libras nas duas ações de contrapartida social. Acessibilidade para deficientes intelectuais:- Monitor para apoio de pessoas com deficiências intelectuais no ensaio aberto. Auxilia na mediação dos conteúdos transmitidos.

Democratização do acesso

O projeto respeitará o Art. 27º da IN Nº 1/2023, contendo em seu plano de distribuição: - 10% dos ingressos das atividades para distribuição gratuita com caráter social ou educativo- Comercialização de 20% dos ingressos no valor de 3% do salário-mínimo. Conforme Art. 28º da IN Nº 1/2023, adotaremos a seguinte medida de ampliação de acesso: VI - realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições, mostras e oficinas;Será realizada a exibição da filmagem do espetáculo na íntegra e bate papo com integrante do elenco na cidade de Souza, PB, no Centro Cultural Banco do Nordeste.

Ficha técnica

Direção: Duda Maia Texto: Braulio Tavares e Eduardo Rios Direção Musical e Arranjos: Alfredo Del-Penho e Beto Lemos Idealização e direção de criação: Andréa Alves Direção de projeto: Leila Maria Moreno Elenco: Companhia Barca dos Corações Partidos e artistas convidados Iluminação: Renato Machado Figurinos: Kika Lopes Duda Maia Duda Maia é formada pela Escola de Dança Angel Vianna, onde lecionou Dança contemporânea durante 13 anos. Foi professora de corpo do Curso Profissionalizante de Atores da CAL – Casa das Artes de Laranjeiras de 1998 até 2008. De 1996 até 2006 foi diretora e coreógrafa da Trupe do Passo, Cia. De Dança contemporânea que tinha sua pesquisa baseada na cultura popular do NE. Este grupo foi subsidiado pela Prefeitura do Rio de Janeiro e criou diversas parcerias com grupos de dança popular e brincantes de Pernambuco. Trabalhou como diretora de movimento com os diretores: André Paes Leme, João Falcão, Karen Acioly, Mauro Mendonça Filho, Aderbal Freire-Filho, Dudu Sandroni, Bruno Garcia, Michel Bercovitch, Fábio Ferreira, Guel Arraes (nos filmes, Lisbela e o Prisioneiro e Romance), Marcelo Morato (Contos e Cantigas Populares - onde ganhou o Mambembe de melhor espetáculo juntamente com Marcelo Morato e Agnes Moço), João das Neves, Paulo José, Vera Fajardo, Paulo de Moraes e Ivan Sugahara. Em 2012 assinou a direção do espetáculo infantil Uma Peça Como Eu Gosto, da Cia. Histórias Pra Boi Dormir juntamente com Lúcio Mauro Filho, com este espetáculo ganhou o prêmio de melhor direção – Prêmio Zilka Sallaberry de Teatro Infantil 2012. Dirigiu o espetáculo “Clementina, Cadê Você?”, musical inspirado na vida de Clementina de Jesus, que estreou em outubro de 2013. Alfredo Del-Penho É um dos mais incensados cantores de samba da nova geração. Se apaixonou pelo gênero nas rodas e tocatas de Niterói onde viveu por mais de 20 anos e se tornou pesquisador, músico e compositor. Um dos nomes da tão decantada geração da Lapa, foi o primeiro a receber o Prêmio da Música Brasileira, o mais importante do Brasil, como melhor cantor de samba. Tem em sua discografia mais de 10 discos como cantor, integrante de grupos ou produtor musical, a maioria com indicações a prêmios e críticas elogiosas. Alfredo também é ator e faz parte da cia Barca Dos Corações Partidos na qual também é diretor musical, e estreou em 2016 o espetáculo Auê, escolhido como melhor espetáculo do ano pelos prêmios, Cesgranrio, Bibi Ferreira, APTR, Reverência e Botequim Cultural. Ganhou, ao lado de Beto Lemos, os Prêmios Cesgranrio e Aptr de Melhor Música, pela direção musical do espetáculo. Beto Lemos Compositor, arranjador e multi instrumentista, teve sua iniciação como rabequeiro, com grupos de tradição popular da região do Cariri cearense, como reisado e guerreiro, além de ter feito parte da Cia. Carroça de Mamulengos grupo no qual foi instrumentista e também diretor musical dos trabalhos Felinda e Pano de Roda, e com o qual participou de vários projetos como o FIT, FILO, Palco Giratório (SESC, 2007) e o Ano do Brasil na França (2005). Desde 2008 reside no Rio de Janeiro, onde, dentre vários trabalhos, integrou a Itiberê Orquestra Família e fez parte da banda da cantora Clarice Falcão. É premiado pela APTR categoria Especial de Teatro pela direção musical do espetáculo Kabul do Grupo AMOK, para o qual dirigiu musicalmente, ainda, Agreste. Foi indicado pela trilha musical original do espetáculo “Gritos” (2016), da Cia Dos a Deux. Foi assistente de direção musical e arranjador de “Gonzagão – A Lenda”, espetáculo que iniciou a carreira da Cia Barca dos Corações Partidos, do qual faz parte e é diretor musical. Andrea Alves A carioca Andréa Alves fundou a Sarau Agência quando concluía seus estudos em jornalismo, nas Faculdades Integradas Hélio Alonso, e produção cultural, na Universidade Cândido Mendes. O prazer pela música encostou no apreço pela escrita e pela história da cultura nacional. Junto a um lado bastante pragmático de organização e gestão, construiu uma trajetória sólida, alcançando reconhecimento no Brasil, com a idealização e realização dos espetáculos de maior sucesso de público e mais premiados nos últimos anos. Em 2018, o jornal Folha de São Paulo a procurou para fazer uma matéria sobre a originalidade e brasilidade de suas produções, que reinventaram o mercado de musicais no Brasil: http://bit.ly/AndreaFolhaSP_POR Leila Maria Moreno Leila Maria Moreno, produtora há 25 anos, formada em Artes Cênicas pela Universidade do Rio de Janeiro | Uni-Rio. Produtora experiente, trabalhou ao lado de grandes diretores, atores, criadores e importantes companhias cariocas. Produtora de dezenas de projetos culturais e algumas edições dos principais festivais de teatro do Rio de Janeiro. Além de temporadas no eixo Rio-São Paulo, coordenou produções que circularam por todo o país, participando da agenda dos grandes festivais nacionais e circulações internacionais. Coordenou projetos executados em palcos abertos, com gerenciamento de estrutura para grandes plateias. Ex-parecerista do Ministério da Cultura e muitas vezes analista de projetos em editais. Atualmente integra o corpo docente do MBA em Gestão e Produção Cultural da UniCarioca e é diretora de projetos da Sarau Cultura Brasileira. Companhia Barca dos Corações Partidos A Barca dos Corações Partidos se formou após a montagem de ‘Gonzagão – A Lenda’ (2012), que rodou o Brasil por cinco anos em dezenas de cidades e centenas de apresentações. O tributo a Luiz Gonzaga foi sucedido por uma nova versão da emblemática ‘Ópera do Malandro’ (2014), de Chico Buarque. O terceiro espetáculo da trupe, ‘Auê’ (2016), usou como dramaturgia uma safra de canções inéditas compostas pelos próprios integrantes e misturava linguagens como teatro, show, circo e recital. Em 2017, a Barca comemorou os 90 anos de Ariano Suassuna com ‘Suassuna – O Auto do Reino do Sol’, texto inédito de Bráulio Tavares, com direção de Luiz Carlos Vasconcellos e músicas compostas especialmente pelo grupo em parceria com Chico César. O musical rendeu dezenas de troféus nas mais importantes premiações teatrais do país. Em 2019, a companhia passou nove meses estudando o clássico ‘Macunaíma’, de Mario de Andrade, ao lado da diretora Bia Lessa. O processo resultou na montagem de ‘Macunaíma – Uma Rapsódia Musical’, que colheu elogios em temporadas no Rio de Janeiro, São Paulo e Belo Horizonte.

Providência

Projeto encaminhado para avaliação de resultados.

2025-01-31
Locais de realização (8)
Fortaleza CearáBrasília Distrito FederalJoão Pessoa ParaíbaBelém ParáRecife PernambucoNatal Rio Grande do NorteRio de Janeiro Rio de JaneiroAracaju Sergipe