| CNPJ/CPF | Nome | Data | Valor |
|---|---|---|---|
| 43776517000180 | Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo - SABESP | 1900-01-01 | R$ 2,00 mi |
| 02302101000142 | Empresa metropolitana de Águas e Energia S.A. | 1900-01-01 | R$ 200,0 mil |
Projeto de intervenções artísticas e urbanas desenvolvidas especificamente para o Parque Bruno Covas, nas margens do Rio Pinheiros, em São Paulo.
Parque linear é um projeto de intervenções artísticas e urbanas desenvolvidas especificamente para o Parque Bruno Covas, nas margens do Rio Pinheiros, em São Paulo. Ao não ser cercado por muros, propiciar livre circulação pública e ser uma área de trânsito cotidiano de ciclistas, o Parque e sua ciclovia são locais propícios para se promover uma reflexão sobre a natureza e o estatuto dos espaços públicos da cidade.] Assim, o projeto tem, entre seus principais objetivos, pensar os usos, funções e conexões de um espaço público e de contribuir para o processo, em curso, de revitalização e socialização do rio Pinheiros e de suas margens. Não se trata aqui de construir um parque de esculturas, mas de localizar e iluminar uma série de questões, situações e problemas de uma área entre a Usina de Traição do Rio Pinheiros e o Panamby, que serão analisadas, estudadas, trabalhadas, reimaginadas e reinventadas por quatorze artistas, arquitetos e engenheiros convidados a desenvolver intervenções propondo novas ativações e perspectivas de uso/usufruto do local. O projeto tem como referência fundamental a condição infraestrutural do Pinheiros: a retificação e inversão do curso do rio, visando a formação e abastecimento da represa Billings e a geração de energia na usina hidrelétrica Henry Borden. Grandes obras de engenharia que estruturaram o território. A paisagem que se descortina no Parque Bruno Covas é inteiramente formatada por dispositivos de controle da água, redes de transmissão de energia e sistemas de transporte. A pesquisa, o desenvolvimento e implantação das propostas serão conduzidos por artistas em colaboração com arquitetos e engenheiros, buscando elaborar abordagens e tecnologias inovadoras, em função da complexidade e grande escala da situação urbana e ambiental. O processo deve ser também conduzido em diálogo com os moradores do entorno, visando sua integração ao espaço público e a sustentabilidade das intervenções propostas. O projeto ainda contará com o acompanhamento jornalístico da equipe da revista seLecT_ceLesTe, publicação que há 12 anos produz documentação e reflexão crítica sobre o universo da arte e da cultura contemporânea. A criação do Parque integra as políticas públicas de urbanização das áreas lindeiras aos rios de São Paulo. O projeto deve buscar a colaboração e o apoio material e logístico das empresas públicas, prestadores de serviços e construtoras que atuam na área, de modo que as intervenções propostas dialoguem com as operações em andamento e tenham estrutura, escala e funcionalidades necessárias. Serão 14 artistas Classificação etária:livre
Objetivo Principal Transformar a relação da população de São Paulo com a arte e os espaços públicos da cidade é o principal objetivo do projeto, que prevê reestabelecer, a partir do curso das águas, pontes e canais de comunicação, diálogos e trocas para os usuários, visitantes e comunidades do entorno do Parque Bruno Covas, em São Paulo, incentivando, por meio da arte, o hábito da sociabilidade a céu aberto. O objetivo é integrar a arte ao processo revitalização do rio Pinheiros e de suas margens, já em curso avançado. O projeto reunirá artistas, curadores, arquitetos, engenheiros, arte-educadores e agentes sociais e culturais em torno de um grande objetivo comum: a transformação dos usos de um importante e estratégico espaço público paulistano: as margens do Rio Pinheiros. O objetivo é contribuir para a construção no local de um ambiente de convivência social, bem-estar, qualidade de vida, inclusão, saúde ambiental e social. Promover a revitalização da paisagem urbana por meio da convivência e da educação artística e ambiental. Objetivo Específico Levar de forma gratuita um público de 50.000 pessoas para a exposição.
O Parque Novo Rio Pinheiros nasceu a partir do projeto em curso de despoluição do rio, com o saneamento de 500 mil imóveis na bacia do Pinheiros nos últimos 2 anos e meio. Mas o projeto de reabilitação de área degradada será completo se, além da ciclovia, que hoje atende as funções de mobilidade urbana e esporte se beneficiar da qualidade conscientizadora e crítica da arte. Assim, o projeto se conjuga à revitalização urbana com o objetivo específico de inspirar novas e jovens audiências para conteúdos artísticos e científicos que contribuam para a conscientização da relevância das questões ambientais para vidas cotidianas, promovendo medidas de sustentabilidade e práticas ambientais nas artes. Para que o projeto tenha possibilidade de realizar a sua vocação pública de promover a vivência da cidade e seus espaços públicos, facilitando a todos o livre acesso à arte o pleno exercício da população aos seus direitos culturais, se faz necessário o patrocínio via Lei de Incentivo Federal. O projeto se enquadra no inciso II do artigo 3º da Lei 8313/91, abaixo transcrito: II - Fomento à produção cultural e artística, mediante realização de exposições, festivais de arte e espetáculos de artes cênicas ou congêneres. Quanto ao artigo 1o da mesma lei, o projeto encontra respaldo nos incisos I, II e III: I - Contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II - Promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; III - Apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores;
No processo resolvemos alterar o nome do projeto para ÁGUA E INVENÇÃO URBANA. Como nessa fase não temos como alterar, iremos solicitar após homologação. Na plano expográfico do projeto, já simulamos com o novo nome pretendido.
Serão 14 obras de 14 artistas instaladas no parque. Não se trata aqui de construir um parque de esculturas, mas de localizar e iluminar uma série de questões, situações e problemas de uma área das margens do Rio Pinheiros, entre a Usina de Traição do Rio Pinheiros e o Panamby, que serão analisadas, estudadas, trabalhadas, reimaginadas e reinventadas por artistas, arquitetos e engenheiros convidados a desenvolver intervenções propondo novas ativações e perspectivas de uso/usufruto do local. O projeto tem como referência fundamental a condição infraestrutural do Pinheiros: a retificação e inversão do curso do rio, visando a formação e abastecimento da represa Billings e a geração de energia na usina hidrelétrica Henry Borden. Grandes obras de engenharia que estruturaram o território. A paisagem que se descortina no Parque Bruno Covas é inteiramente formatada por dispositivos de controle da água, redes de transmissão de energia e sistemas de transporte. A pesquisa, o desenvolvimento e implantação das propostas serão conduzidos por artistas em colaboração com arquitetos e engenheiros, buscando elaborar abordagens e tecnologias inovadoras, em função da complexidade e grande escala da situação urbana e ambiental.
As intervenções artísticas no Parque Bruno Covas serão montadas em espaços onde nos comprometemos a oferecer uma estrutura com plena acessibilidade física para pessoas com deficiências físicas ou mobilidade reduzida. Acessibilidade de Conteúdo: A exposição contará com sinalização, textos e legendas descritivas e explicativas das obras , inclusive com recursos de interpretação de libras e audiodescrição, acessadas por QR Codes.. As leituras de QR Codes serão feitas a partir de aparelhos de smart phones ou, na ausência dos mesmos, o projeto se compromete a disponibilizar gratuitamente aparelhos de leitura de QR Codes, ampliando assim de maneira considerável o acesso ao público. Acessibilidade auditiva: A exposição contará com explicação e detalhes de cada obra, a partir dos recursos de interpretação de libras, acessadas a partir de QR Codes. Acessibilidade visual: A exposição contará com explicação e detalhes de cada obra, a partir dos recursos de audiodescrição, acessadas a partir de QR Codes estes QR estarão em alto relevo como facilitador para os deficientes visuais. Acessibilidade atitudinal: As equipes de monitoria e educativore reberão instruções de abordagem às pessoas com qualquer tipo de deficiência, garantindo dessa forma o conforto e um bom atendimento
O projeto de exposição será elaborado de forma a valorizar o convívio com o ambiente natural (espécies animais e vegetais) e social (vilas e cidades) do entorno. O local escolhido Parque Bruno Covas – São Paulo é um parque aberto 24 horas de forma gratuita. Abaixo segue um link com o vídeo do Parque. https://www.youtube.com/watch?v=B3tXAgZYpCU O projeto tem, entre seus principais objetivos, a acessibilidade física e social. Isso significa realizar projetos de intervenção urbana que ampliem os fluxos e acessos dos moradores do entorno – bairros e comunidades – e de vistantes ao Parque, visando sua completa integração ao espaço público. O projeto terá 100% de gratuidade para acesso do público em geral no plano de distribuição, prevendo ainda como ampliação de acesso: IV - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino.
O proponente atuará na curadoria e coordenação geral, técnica e financeira do projeto. Curadoria geral: Paula Alzugaray, Nelson Brissac e Gabriela de Matos Paula Alzugaray é curadora, critica de arte, editora e jornalista especializada em artes visuais. Pós doutora em História, Crítica e Teoria da Arte na Escola de Comunicação e Artes da Universidade de São Paulo, integra o grupo de pesquisa Depois do Fim da Arte, com supervisão da artista e professora Dora Longo Bahia. Doutora em Comunicação e Semiótica pela PUC-SP e Mestre em Ciências da Comunicação pela Escola de Comunicação e Artes da USP. Desde 2011, é diretora de redação da revista de arte e cultura contemporânea seLecT, Prêmio da Associação Brasileira de Críticos de Arte pela difusão das artes visuais na mídia (2018) e Prêmio Governo do Estado de São Paulo, na categoria Comunicação Cultural (2022). É autora do livro "Regina Vater: Quatro Ecologias" (Oi Futuro/Fase 3, 2013) e organizadora do livro ?Sergio Lima: Imagem Acontecimento? (Afluente, 2023). Entre seus projetos curatoriais incluem-se as exposições ?Circuitos Cruzados – Centre Pompidou Encontra o MAM?, no Museu de arte Moderna de São Paulo (MAM SP, Jan-Mar 2013); e "Video Brésilienne: un Anti-Portrait", no Centro Georges Pompidou (Paris, outubro de 2010). É autora do documentário ?Tinta Fresca? (2004), prêmio de Melhor Media Metragem na 29ª Mostra Internacional de Cinema de São Paulo, de "Shoot Yourself" (2012), documentário realizado durante residência no Centre International d’accueil et d’échanges des Récollets, em Paris, Prêmio em Poéticas Investigativas, no Cine Move Arte 2012, e de Metarreal – Fato, Farsa e Ficção na Arte (2024), série documental do Canal Arte1, com exibição em 2024. Gabriela de Matos Arquiteta - Urbanista - Pesquisadora - Curadora - Professora - Empreendedora Arquiteta, urbanista, pesquisadora, curadora, professora e empreendedora. Trabalha com foco em abordagens ao racismo estrutural no planejamento urbano, e promove trabalhos arquitetônicos da diáspora africana, especialmente no Brasil. É comprometida com análises da arquitetura brasileira pelas lentes da raça e gênero, cultivando redes de contato que estimulam o debate e a visibilidade destes temas essenciais. Competências - Liderança - Gerenciamento de Equipe - Envolvimento da Comunidade - Construção de Parcerias - Empatia - Direção Estratégica Sem Fins Lucrativos - Análise Crítica - Habilidades de Oratória - Técnicas de Negociação Avançadas - Comunicação Eficiente Experiência Profissional Curadora- Co-curadora do Pavilhão Brasileiro na 18° Biennale de Arquitetura de Veneza (2023). - Curadora e apresentadora da série documental ?Architecture Today? para o canal Arte1 (2022). - Curadora do livro ?Arquitetas Negras vol. 1? (2019). - Curadora de programação no Instituto Tomie Ohtake para o prêmio AkzoNobel (2019). CEO e Co-Fundadora | Estúdio de Arquitetura Gabriela de Matos (2014 - atual)- Dirige projetos de arquitetura e design em diversas escalas, de mobiliário a residenciais, com abordagem arquitetônica afrocentrada. Diretora e Fundadora | Projeto Arquitetas Negras (2018 - atual)- Mapeia o trabalho de arquitetas negras no Brasil. - Coleta de dados de atividades profissionais e condições de trabalho de arquitetas negras brasileiras. - Curadora de eventos e organizadora de debates sobre raça e gênero na arquitetura. - Constrói redes de contato com organizações que abordam a luta de mulheres negras. - Captação de recursos para apoio às iniciativas e projetos - Publicação do livro ?Arquitetas Negras vol. 1?. - Facilita a entrada de arquitetas negras no mercado de trabalho. - Colabora com instituições educacionais de modo a distribuir bolsas de estudo a arquitetas negras. Diretora e Fundadora | Instituto de Fomento à Arquitetura Afro-Brasileira (2023 - atual)- Enfatiza a visibilização e reconhecimento de arquitetx Afro-Brasileirxs. - Fortalece redes de contato profissionais e colaborações no campo da arquitetura. - Incorpora perspectivas Afro-Brasileiras na pesquisa em arquitetura. - Apoia pesquisas sobre as contribuições Afro-Brasileiras ao campo da arquitetura. - Facilitam discussões sobre temas de raça, classe e gênero na arquitetura. - Promove a conscientização sobre diversidade na comunidade arquitetônica. Diretora e Fundadora | Instituto ZeroCem (2022 - atual)- Conduz pesquisa aplicada sobre dinâmicas sócio-espaciais - Desenvolve estratégias para transições sócio-ambientais justas e sustentáveis. - Promove o envolvimento e participação democrática de comunidades. - Desenvolve análises sistêmicas de território para prover políticas públicas. - Integra perspectivas interseccionais em desenvolvimento estratégico de território. Professora | Escola da Cidade - São Paulo (2020 - atual)- Acompanha os workshops e trabalhos coletivos da disciplina Estúdio Vertical. - Cativa estudantes em projetos colaborativos ao longo dos anos de graduação. - Orienta pesquisas e desenvolvimentos com base em eixos temáticos propostos. - Acompanha projetos de diversos tipos, sendo eles arquitetônicos, de design, publicações, exibições e produções audiovisuais. Arquiteta e Urbanista | Prefeitura de Contagem, Minas Gerais (2011 - 2016)- Fiscalização e análise de projetos submetidos ao governo, garantindo conformidade com regulações locais. - Comunicação com proponentes para esclarecimento ou solicitação de ajustes em projetos. - Emissão de pareceres técnicos sobre os projetos submetidos. - Monitoramento de processos de aprovação, garantindo conformidade às exigências legais e técnicas Envolvimento da Comunidade - Co-Coordenadora da Comissão de Gênero e Equidade do Instituto de Arquitetos do Brasil, IAB (2020-2022); - Co-fundadora da Rede Feminina do IAB, departamento de São Paulo (2020-2022). - Conselheira no Conselho Municipal de Políticas Urbanas de São Paulo (2021-2022). Educação- Mestrado no Diversitas - Núcleo de Estudos das Diversidades, Intolerâncias e Conflitos da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas (FFLCH) da USP (até Abril de 2024). - Curso de Extensão: Arquiteturas Afro-Brasileiras na UFBA (2021). - Curso de Extensão: Diáspora Negra e Cidade: Arquiteturas Afro-Diaspóricas entre África e América, UFBA (2021). - Curso de Extensão: Urbanismo Africano, UFBA (2020). - Especialização em Sustentabilidade e Gestão do Ambiente Construído, UFMG (2016). - Graduação em Arquitetura e Urbanismo, PUC-Minas (2010). Conquistas - Vencedora do Leão de Ouro de Melhor Participação Nacional na Biennale de Arquitetura de Veneza em 2023. - Arquiteta do Ano pelo Instituto de Arquitetos do Brasil, IAB (2020). - Co-fundadora de três instituições que dedicam-se a questões de cultura, raça e sustentabilidade. - Reconhecida globalmente como pensadora chave em arquitetura e cultura, com convites para palestrar em diversos estados brasileiros assim como Estados Unidos, Portugal, Espanha, Suíça, Inglaterra e Uruguai. - Vice-Presidente do Instituto de Arquitetos do Brasil (2020-2022). - Fundadora de escritório de arquitetura de sucesso, o Estúdio de Arquitetura Gabriela de Matos (2014), sediado em São Paulo e com projetos desenvolvidos em outros 5 estados brasileiros. presentações relevantes e Palestras - Palestrante em: Conference Construir amb les pròpies mans: història, ilegalmente I futur de l’arquitectura afrobrasileira feta por dones negres. Em Collegi d'Arquitectes de Catalunya, Barcelona, Espanha. (2023) - Panelista em: Innovaciones en Los Sistemas de Vivienda Colectiva. Em Escola Técnica Superior d’Arquitectura de Barcelona, Espanha. (2023) - Panelista em: Black in Design Conference ?the Black Home?. Em Harvard GSD, Estados Unidos (2023). - Palestrante com Paulo Tavares sobre o projeto do pavilhão em Veneza. Em FAU-USP, São Paulo e Arquisur, Montevideo, Uruguai (2023). - Palestrante em: Infinite Ecologies Marathon: The Prelude. Em Serpentine Galleries Londres, Reino Unido (2023). - Palestra sobre o pavilhão brasileiro em Veneza em: Ping! Galeria Municipal do Porto, Portugal (2023). - Debatedora em: Climate, Cities and Post Colonialism. Em L200 - Zurique, Suíça (2023). - Palestrante em: UIA RIO - 27° Congresso de Arquitetura. Rio de Janeiro (2021). - Palestrante no 4° Seminário Novembro Negro da Secretaria Municipal de Educação de São Paulo (2019). Os artistas e demais demandas da equipe alinhadas em planilha serão definidos no processo curatorial.
ABERTO O PRAZO PARA APRESENTAR A PRESTAÇÃO DE CONTAS DO PROJETO.