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O projeto "Coletivo Raízes no Forró" tem como objetivo realizar aulas espetáculo, com a linguagem do forró, abertas e públicas, em praças, centros culturais, circulando pelas capitais brasileiras. E ainda, intervenções artísticas com os bailarinos convidados para o projeto.
Apresentações de dança: As perfomances artísticas que serão apresentadas tem como fio condutor o forró em suas mais variadas vertentes, porém, os ritmos correlatos estarão presentes e representados, como o zook, o samba, o axé. Serão 4 casais, alternando ora aos pares, ora no coletivo, para dar ao público uma experiência da dança de salão profissional. Estamos intitulando provisoriamente como " Raízes" , mostrando que apesar de todas as variações e o hibridismo, preservamos nossas origens. A apresentação tem duração de 15 minutos, será apresentada em praça pública com a produção de uma semiarena.
Apresentação: "Para entender o que estou dizendo, você tem que acreditar que a dança é algo diferente da técnica. Nós nos esquecemos de onde os movimentos vêm. Eles nascem da vida. Quando você cria um novo trabalho, o ponto de partida deve ser a vida contemporânea - não as formas de dança existentes." Pina Bausch O projeto acima epigrafado é resultado da reunião de um grupo de artistas apaixonados pelo forró, apaixonados pela troca potente que este ritmo proporciona nas relações sociais, na dimensão subjetiva e na ressignificação da vida. Para a compreensão do projeto, iniciamos com um pouco da história. A origem do nome forró não possui uma definição exata e ainda hoje divide-se entre a versão acadêmica, baseada nas transformações etnológicas, e as histórias contadas pelo povo nordestino. Segundo relatos populares, a palavra veio de uma forma abrasileirada de se pronunciar o termo inglês For All, que significa "para todos". Esse seria o nome dado a festas feitas por engenheiros britânicos no início do século XX, que estavam em Pernambuco para construir a ferrovia Great Western. Há quem diga que os promotores das festas eram oficiais americanos durante a Segunda Guerra Mundial, em Natal. Os eventos eram abertos a toda a população, por isso o nome. No entanto, o fato de a palavra forró já ter sido citada em canções antes de qualquer dos dois acontecimentos (a construção da ferrovia e a guerra) desacredita a história mirabolante. A versão mais aceita, portanto, é a do folclorista Luís da Câmara Cascudo, em seu Dicionário do Folclore Brasileiro (2001). Na obra, ele definiu o verbete "forró" como sendo descendente da expressão forrobodó, vinda da linguagem africana. O termo designava festas animadas populares, no caso do Nordeste, as animadas por sanfona (ou acordeon). As músicas lá tocadas eram o xaxado, o xote, o coco, entre outras. Com o tempo, a palavra forrobodó foi abreviada para forró e passou a nomear o estilo musical que se tocava nessas festas como um todo. Retomando a citação da Pina Bausch, precisamos experimentar a dança como uma extensão da vida, é o corpo reverberando movimento e som, e assim, provocado por este movimento encontra a melodia. Nesta energia, todos os corpos dançam, vivem, se tocam, trocam subjetividades. O projeto "Coletivo Raízes no Forró" é um convite a quem quer dançar, e ,compreender como seu corpo dança, quais as influências inscritas na forma que cada um se expressa através do movimento. Observar que um ritmo sofre interferências geracionais, fazendo com que uma linguagem de dança ou estilo musical, mesmo incorporando versões ou técnicas de dança presentes em cada momento da história, atravesse o tempo cronológico sendo atemporal, porém nunca será o mesmo. O projeto destaca o forró como elemento constitutivo da cultura brasileira, mas quer mostrar que as raízes se espandiram, outras foram sendo inseridas no forró como dança e como música, novas técnicas de dança, novos instrumentos musicais, permitindo ampliar o público, seja na fiaxa etária, gênero, etnia, entre outras modificações. O caminho propõe um resgate da memória afetiva, com seus simbolismos, signos, destacando que cada época constroi alteridade. A valorização da cultura nordestina que se universalizou através do forró é apenas um dos pilares deste projeto. Numa era digital, tecnológica, onde a vida social tem uma dinâmica alicerçada na volatidade, no imediatismo, o desafio é desacelerar, fomentar a experimentação, abstração da arte e de suas possibilidades. Na prática, como o projeto foi pensado? O forró como dança já foi o arrastapé, dois pra lá e dois pra cá, coladinho, ao longo do tempo incorporou passos aéreos, no passado os pares eram formados por homens e mulheres, e as relações de genero foram impondo novas interações sociais, saindo do lugar comum que é a casa de baile e indo para dentro de espaços como as universidades. A música também sofreu interferências, novas tecnologias, novos instrumentos. Assim, como este corpo, que também sofreu modificações, seja pelo mercado de trabalho ou por uma pandemia, se movimenta pelo salão? Comos os corpos dançam? Quais as novas raízes incorporadas neste estilo de dança e música? O velho chico (Rio São Francisco) é o primeiro símbolo apropriado e que inspira o roteiro escolhido, ele abrange a maior parte do semiárido nordestino, serão 6 estados brasileiros, Minas Gerais, Bahia, Alagoas, Distrito Federal, Goiás, Sergipe, priorizando cidades interioranas, como Penedo (AL), Pirapora (MG), Paulo Afonso (BA), serão 10 cidades, 20 apresentações em território nacional. Em cada cidade por onde o projeto passar, elementos da cultura local serão incorporados nas aulas, a exemplo do Pará que dança o côco, ou o carimbó, para que a identificação se dê por pertencimento. O segundo passo é a internacionalização do Forró, existem 10 países com festivais de Forró na Europa, como França, Alemanha, Rússia, Finlândia, entre outros, mas será na terra do pastel de Belém, Portugal, que os forrozeiros irão desembarcar, o Festival é o Fuseta: Pé na Terra e acontece nas areias da praia, na região de Algarve. Sobre o formato: Neste núcleo de artistas estão, 4 casais de dançarinos de dança de salão, a trilha sonora será conduzida por um DJ, hoje todos os instrumentos podem ser reproduzidos por uma mesa de som, mostrando uma experiência cronológica de hibridização do forró como cultura, música e dança. E cada cidade, à luz da lua, na praça da cidade, será montada uma grande arena com um tablado no centro da praça, ali serão apresentadas intervenções artísticas, mas o momento mais esperado é quando o público é protagonista, convidado a participar, envolvidos pelos dançarinos, participarão de uma aula baile, ou aula espetáculo. A estimativa é ter mais de 400 pessoas em cada baile público. Nas intervenções artísticas além dança, serão projetadas nas casas, nas paredes de prédios, videos que contam a história destas raízes no forró, uma maneira de criar um ambiente cinematográfico e que incentive às pessoas que saiam de casa, que se permitam ver, observar e dançar neste momento único de interação e sociabilidade. No exterior teremos uma intensificação das ações, as apresentações artísticas e a aula baile, sempre em espaço públicos e de grande movimentação de público, mas também em espaços fechados, parcerias com coletivos locais. Serão 10 apresentações no exterior. Totalizando 30 apresentações. Objetivo geral: · Criar um ambiente democrático e acessível para construir relações interpessoais através do Forró, percorrendo o Brasil e o mundo, realizando 30 aulas baile de forró. Objetivos específicos: · Percorrer 10 cidades brasileiras e a região de Algarve em Portugal. · Realizar 30 apresentações do formato proposto no projeto. · Gerar postos de trabalho direto, 8 dançarinos, 1 produtor, 1 DJ, 1 técnico de som. · Difundir a cultura brasileira e as raízes do forró. · Promover intercâmbios bilaterais com Portugal.
Justificativa cultural: A vida nos oferece vários caminhos a serem trilhados e o homem, como sujeito da incompletude, se vê repleto de buscas. Buscamos a realização, no trabalho, no estudo, no sucesso, nos amigos, na família, na felicidade e inevitavelmente no prazer! São inúmeros os motivos pelos quais o ser humano busca algo em sua vida, mas nem sempre esses são comuns a todos, pois cada um possui seus desejos, ideais, concepções, percepções, conhecimentos que se expandem e expressam de forma específica. A dança do forró traz consigo além de uma grande história, também valores e realidades proporcionando possibilidades de compreendê-la como uma fonte educativa que desenvolve conhecimento, sociabilidade e prazer. O ritmo é contagiante, forte e marcante. A letra da música retrata a realidade nordestina destacando o amor e a relação do clima árido e seco de sua natureza. A dança é alegre, realizada em pares, com a condução do cavalheiro (cabe à dama entregar-se a ele e seguir seus comandos), passos específicos (lentos ou rápidos) conforme o ritmo, onde o contato com o outro envolve respeito, atenção e sintonia. Portanto, vivenciar o forró, torna-se uma possibilidade de nos educarmos para e pelo lazer (MARCELLINO, 1987). O forró já se fazia presente em algumas regiões do Brasil, mas foi em 1940 que ele surgiu no mercado fonográfico na voz de Luiz Gonzaga, que o apelidou inicialmente de "baião". Isso lhe rendeu, anos mais tarde, o título de Rei do baião. Como dança popular, o baião foi muito apreciado durante o século XIX no Nordeste brasileiro. "Em 1944, o baião foi modificado por Luiz Gonzaga alcançando o sucesso nacional" (DREYFUS3 apud SILVA, 2003, p. 82). Como ele afirma numa de suas canções: "Eu já dancei balancê/ chamego, samba e xerém/ mas o baião tem um quê/ que as outras danças não têm" (TEIXEIRA; GONZAGA, 1949). O que torna este projeto relevante é que a dança atravessa a saúde daqueles que a praticam, saúde física e mental, não tem idade, nem classe social, nem altura, nem perfil estético, todos os corpos dançam. Por seu caráter popular é um dos ritmos mais populares, democráticos, envolventes e inclusivos, a música tocada em todas as rádios, shows e programas televisivos, faz a gente dançar sem sair do lugar, a concretude é também simbólica. Colocar o forró na rua é produzir novos espaços de sociabilidade, promover interações sociais físicas, visto que hoje, optar pelo virtual fica cada vez mais fácil. O segundo ponto também importante e potente, é a construção de pontes entre o passado e o futuro, mostrando que a cultura é dinâmica, incorpora novos elementos, o forró sofreu interferências, seja no seu estilo musical, seja na técnica de dança, possibilitando que alcançasse novos palcos, novos espaços. Ao mesmo tempo, em seu formato popular e democrático, convida a diversidade de corpos, envolvendo, onde é possível dançar até mesmo sem sair do lugar. Vale destacar, que o forró como elemento simbólico da nossa cultura, carrega regionalismos, costumes, linguagem e esta memória nordestina de luta pela sobrevvivência, onde em momentos "de descuido" dançava forró, como uma maneira de renovar as energias. Por fim, precisamos difundir nossas raízes culturais, mostrar ao mundo que temos uma diversidade cultural muito rica, um patrimônio imaterial que precisa ser conhecido, vivido, experimentado. A dança com seus projetos ainda não conseguem ser autossustentáveis, é preciso estar incentivado, por isso a necessidade de estar aprovado na Lei Rouanet, artigo 18. Art. 1° Fica instituído o Programa Nacional de Apoio à Cultura (Pronac), com a finalidade de captar e canalizar recursos para o setor de modo a: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória;
Deslocamentos passagens aéreas: Serão 8 bailarinos , 1 produtor, 2 técnicos. Observação importante: 1. No deslocamento é possível escolher um outro país, mas ele não aparece na planilha, queremos ressaltar que a internacionalização do projeto, será também custeada por parcerias com entidades em Portugal. 2. Clipping: foi solicitado, anexamos comprovação cultural dos dois sócios e um curriculo sobre a atuação da Wedance 3. CNPJ: já foi anexado o atualizado, assim como o contrato social.
não se aplica
O projeto é todo gratuito, suas ações acontecem em espaços públicos, e as duas ações (produtos) acontecem ao mesmo tempo no mesmo local, então, cada item da planilha será usado apenas uma vez. Produto principal ( espetáculo de artes cênicas) Acessibilidade física: serão colocadas rampas de acesso ao espaço onde o evento acontecerá, além de espaços reservados para cadeirantes. item na planilha: rampas desdobraveis Acessibilidade intelectual: teremos protetores de ouvido, um profissional formado em educação especial, para acompanhar pessoas com sindrome de down, autismo e outras deficiências. item na planilha: protetores de ouvido, assistente de produção com formação em educação especial Acessibilidade auditiva: teremos um interprete de libras para traduzir as ações das oficinas e apresentações. item na planilha: interprete de libras Acessibilidade visual: teremos audiodescrição feita individualmente e disponibilizada por fones. item na planilha: profissional capacitado para audiodescrição e fones para serem disponibilizado aos participantes com deficiência visual. Produto secundário ( oficinas) Acessibilidade física: serão colocadas rampas de acesso ao espaço onde o evento acontecerá, além de espaços reservados para cadeirantes. item na planilha: rampas desdobraveis Acessibilidade intelectual: teremos protetores de ouvido, um profissional formado em educação especial, para acompanhar pessoas com sindrome de down, autismo e outras deficiências. item na planilha: protetores de ouvido, assistente de produção com formação em educação especial Acessibilidade auditiva: teremos um interprete de libras para traduzir as ações das oficinas e apresentações. item na planilha: interprete de libras Acessibilidade visual: teremos audiodescrição feita individualmente e disponibilizada por fones. item na planilha: profissional capacitado para audiodescrição e fones para serem disponibilizado aos participantes com deficiência visual.
O projeto é todo gratuito, suas ações acontecem em espaços públicos, favorecendo a participação de um amplo perfil de público, assim, segundo a normativa de 2023, não são necessárias ações de contrapartida social. Dentro do processo de democratizar o acesso, mas também fomentar o acesso, pensamos nas seguintes ações: 1. A equipe de produção designará um assistente para promover o projeto nas escolas públicas e centros culturais, em parceria com diretores e líderes comunitários. Serão distribuídos panfletos e afixados cartazes. 2. Nas cidades interioranas, um carro de som passará na semana anterior divulgando o evento. 3. Serão contratados monitores de dança, moradores da localidade, para que proporcione engajamento e interesse dos moradores. Art. 28. Em complemento, o proponente deverá prever a adoção de, pelo menos, uma das seguintes medidas de ampliação do acesso: IV - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino, e de outros eventos referente ao produto principal; V - garantir a captação e veiculação de imagens das atividades e de espetáculos por redes públicas de televisão e outros meios de comunicação gratuitos; Todas as ações serão gravadas, editadas e colocadas nas redes sociais, para que possam servir de subsidio para políticas culturais.
Alessandra Quintino ( produtora e proponente) - Wedance Formação acadêmica: - 2003 - Comunicação Social – Relações Públicas / Unicentro Newton Paiva – BH / MG;- 1981 até 2015 - Profissional de dança Experiência profissional: - 2022 em andamento - Coach e mentora de carreira artística; terapeuta sistêmica Constelação Familiar (em formação); Palestrante;- 2014 até o momento – Sócia / proprietária – Agência Pretinho Básico: agenciamento artístico e planejamento estratégico de carreira, criação e produção de eventos, assessoria de imprensa, promoção na mídia e elaboração de conteúdo em mídia social;- 2022 até o momento – Gestão de projeto e administrativo Wedance;- 01/2014 a 06/2016 – Academia A2 Artur Assunção – coordenadora de equipe, gerente geral e departamento pessoal;- 05/2013 a 08/2013 – Runner Academia – assistente de comunicação, criação de eventos internos e elaboração de estratégias de comunicação;- 08/2012 a 11/2012 - Trilha – em Belo Horizonte / MG – distribuidora de shows, captação de clientes, mapear o mercado de rádios e atuar na divulgação dos clientes (bandas), assistente de comunicação;- 03/2012 a 07/2012 - Banda Levanóiz, em Salvador / BA – assistente de comunicação, mídias sociais, gerenciamento do site, atendimento ao cliente via rede social;- 07/2004 a 05/2008 – SBT / TV Alterosa – Programa Graffite - Assistente de palco e repórter; wedney Esron Paranhos Giudice ( professor de dança) Formação acadêmica: Segundo Grau IncompletoHABILIDADES ARTÍSTICAS:Capoeira, yoga, dança de salão, zumba, danças populares (axé, funk, pagode baiano) e hip hop Experiência profissional: *Belo Horizonte / MG: Agosto de 2012 até os dias de hoje:Professor de dança: turma de ritmos variados e professor de dança de salão, nas academias: Studio A2 Artur Assunção (de Agosto de 2012 até hoje - em atividade);Samurais Academia (de Outubro de 2012 até hoje - em atividade);Corpore Premium (de Março de 2014 até hoje - em atividade);Runner Ponteio (maio de 2013 a junho 2014);Runner Savassi (Novembro de 2013 a Junho 2014);Malhação Gutierrez (Agosto de 2012 a Julho de 2014);Imagem Buritis (Setembro de 2012 a Março 2014);Universidade de Dança de Salão Rodrigo Delano (Outubro de 2012 a Março de 2013); **Projetos como sócio da Wedance Pretinho Básico – sócio fundador com Alessandra Quintino - Studio de dança, cia de dança e agência de dançarinos profissionais. Projeto Dançando.com – projeto com minha esposa Alessandra Quintino. Produção de eventos artísticos, tais como: aulão de dança em academias, workshop de dança de salão e animações em eventos particulares;Cia de dança A Onda – Coreógrafo da Cia de Dança A Onda (novembro de 2012 até hoje);Aula de afoxé para o grupo ‘’Baianas Ozadas’’. Preparação para o carnaval de Belô 2013 – NECUP, BH/MG, em Janeiro de 2013;PROGRAMAS DE TV:BAND MINAS SET 2020 - Programa Mundo dos Negócios - Divulgação da aula de dança para MY BEST STUDIO, em BH/MG;BAND MINAS - Participações com artistas para o programa BRASIL URGENTE - 2014 a 2020;RECORD MINAS – Balanço Geral e MG no AR – 2011, 2012 a 2014 – a convite do jornal, vários programas relacionados à dança;SBT – Programa Raul Gil – 2011 - com a cantora Ellen Cardoso ‘’Mulher Moranguinho’’ na divulgação do seu CD;TV VERDADE / SBT – 2011 – Com a atriz e apresentadora Kayete – divulgação do trabalho da mesma;BAND MINAS – Programa Tudo de Bom – 2009 – com a Cantora Sharon na divulgação da música a ‘’ Dança do Quadrado’’;TV ALTEROSA / SBT – 2007 – Programa Graffite – com a Cia de Dança A Onda;REDE CNT - Programa Samba de Primeira, de Jorge Perlingeiro – Rio de Janeiro / RJ – com a cantora Ellen Cardoso ‘’ Mulher Moranguinho’’;GLOBO – Fantástico – Programa Medida Certa pela Academia Runner BH – Aula de dança durante a gravação do programa no Marco Zero, em BH/MG – Novembro 2013; ** Belo Horizonte: março de 2004 a junho de 2009;Banda Atômica - coreógrafo e dançarino de fevereiro de 2006 a junho de 2009;Cia A Onda – coreógrafo e dançarino de junho de 2006 a junho de 2009;MC Biju - coreógrafo e dançarino de abril de 2007 a setembro de 2008;Banda baile Super Som C&A – dançarino de agosto a dezembro de 2007;Grupo Aerodance Brasil – dançarino de fevereiro a Junho de 2004;Banda Raghatoni – Shows de divulgação com o cantor Toni Sales e montagem coreográfica do show – Outubro 2007;Minas Tênis Clube – Unidades I, II, Country e Náutico – projeto Verão Minas Tênis – férias de janeiro: 2007, 2008 e 2009;4º BH Zouk Universidade de Dança de Salão Rodrigo Delano - Maio de 2008;Participação na gravação do clipe da música ‘’LA PLATA’’ – Banda JotaQuest – no PIC Savassi – Setembro 2008;FIAT – Dia dos Trabalhadores – equipe de dançarinos para a apresentação no evento pela Academia Wanda Bambirra – Maio 2008;Dança BH – 2º Congresso Internacional de Dança de Salão – Oficinas de Dança, Abril 2009, Belo Horizonte / MG;Apresentando na 10º Feira Informando com a banda Atômica – 2009 – BH/MG;Banda Psirico – Dançarino convidado da banda Psirico (banda baiana) em Março 2009 – evento ‘’Axé Brasil’’ (Estádio do Mineirão);5º Congresso Mundial De Salsa do Brasil, Novembro 2007, São Paulo / SP;Dança BH – 2º Congresso Internacional de Dança de Salão – Oficinas de Dança, Abril 2009, Belo Horizonte / MG;**São Paulo / SP: período morando na cidade - Junho 2009 a dezembro 2009:Professor de dança (ritmos variados) na Academia Light Fitness (julho a dezembro de 2009);Professor de dança (ritmos variados) na Academia Company Fitness (agosto a Dezembro 2009);Salvador / BA: período morando na cidade: dezembro de 2011 a julho 2012:Show com a banda ‘’Os Sungas’’, no evento Salvador Fest, no Wet ‘n Wild – Julho 2012 – Salvador / BS;Evento no Bahia Café Hall com a Cia de Dança Agnaldo Lima – Salvador / BA, Julho 2012;Equipe de dançarinos Troupe Dance para o Forró do Gasparzinho - Juazeiro / BA – Atrações: Levanóiz, Troupe Dance, Diogo Pretto (Ex BBB11) – Junho de 2012;Show Com a banda Rapazolla – no Armazém Vilas, em Salvador / BA – Abril 2012;Video Clipe da música ‘Puxa, agarra e chupa’’ – Cantor Nildo Leal – Abril de 2012 - Salvador / BA;6º Festival de Dança Shopping da Cidade – Com equipe da Troupe Dance, em Salvador / BA – Abril 2012;Video Clipe da música ‘’Tá a fim de namorar’’ da banda Oito7Nove4, Salvador / BA – Março 2012;YOUTUBE de Verão – Gravação do YOUTUBE DE VERÃO, em São Paulo / SP, com a Troupe Dance (Salvador / BA) – Vídeos com coreografias do verão. Disponíveis para visualização – Janeiro de 2012;Professor de Mix Dance na Vila Forma Academia, Salvador/BA, Janeiro e fevereiro de 2012 (substituição do professor Fabrício Costa / Troupe Dance);Dançarino da Cia de dança Troupe Dance – eventos com dança, bandas, animações de dança empresariais e particulares dezembro de 2011 a julho de 2012;
PROJETO ARQUIVADO.