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PRONAC 231948Projeto encerrado por excesso de prazo sem captaçãoMecenato

Miradas do Caos #3

Fernanda Helena Guedes Reis Teixeira dos Santos
Solicitado
R$ 199,9 mil
Aprovado
R$ 199,9 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Apresentação ou Performance de Dança
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
23

Localização e período

UF principal
MG
Município
Belo Horizonte
Início
2023-10-01
Término
2024-03-31
Locais de realização (3)
Belo Horizonte Minas GeraisCaeté Minas GeraisDiamantina Minas Gerais

Resumo

Apresentar o caos de forma poética. Assim prossegue o grupo 3º Corpo em Miradas do Caos #3, último espetáculo de dança de uma trilogia perpassada pelo caos na contemporaneidade e pela instabilidade que ele promove. Miradas do Caos é uma trilogia composta por três espetáculos que exploram a interação do corpo com dispositivos tecnológicos. Miradas do Caos #3 abordará o caos sob o ponto de vista do indivíduo. O projeto também prevê uma videodança como parte integrante do processo de criação da obra.

Sinopse

Produto: ESPETÁCULO DE ARTES CÊNICAS Segue a DRAMATURGIA da obra: Em Miradas do Caos #3, buscaremos fazer um retrato do indivíduo e de como ele é afetado pelas velocidades das mudanças em curso no país e no mundo. O trabalho questionará como subjetividades sobrevivem ao caos num momento de transição planetária que envolvem várias camadas do indivíduo. O encontro do guerreiro em Miradas do Caos #1 com o caçador de Miradas do Caos #2 e com o xamã em Miradas do Caos #3 dará continuidade à trilogia. O guerreiro, o caçador e o xamã foram inspirados na mitologia iourubá, cujos deuses são denominados orixás. Ogum representa o arquétipo do guerreiro e é um dos mais antigos deuses iorubás. Ele teria sido pai ou irmão mais velho de Oxossi, divindade dos caçadores e irmão de Exu, mensageiro dos outros orixás. Esses três orixás são filhos de Iemanjá, divindade muito popular no Brasil. O encontro entre o guerreiro, o caçador e o xamã é uma homenagem a essas três divindades que personificam o caos e sua energia criadora em suas diversas manifestações no plano mental, físico e espiritual. O xamã será responsável pela terceira aparição da trilogia. O xamã foi inspirado em Exu, que representa um mensageiro entre homens e deuses. Este orixá é considerado o mais humano de todos os deuses iorubás que, pela ambivalência de seu caráter, representa o indivíduo contemporâneo em conflito com os desafios apresentados diante da nova era. A terceira parte da trilogia apresentará como nossa psiquê é confrontada pelos novos padrões de comportamento e pelas novas demandas que se apresentam atualmente. CLASSIFICAÇÃO: livre Produto: VIDEODANÇA Um cenário devastado, com escombros e restos de algo que ficou no passado. A videodança será gravada numa fábrica de tecidos abandonada no município de Morro Vermelho, em Minas Gerais. O cenário reflete os conflitos e batalhas internas que cada indivíduo trava ao se deparar com uma nova lógica de viver em nossos tempos. O trio que encena Miradas do Caos #3 experienciará o caos em seu interior, que será aflorado pelo ambiente semi demolido e desolador deixado pelos restos da fábrica. Como se fabricar um novo indivíduo, um novo ser em meio ao caos que nos assola? DURAÇÃO: 8 minutos

Objetivos

Objetivos Gerais: Decreto nº 10.7555/21 Art. 2º Na execução do PRONAC, serão apoiados programas, projetos e ações culturais destinados às seguintes finalidades: X - apoiar a inovação em atividades artísticas e culturais, inclusive em arte digital e em novas tecnologias; Pois o espetáculo proposto no projeto "Miradas do Caos #3" é uma obra de natureza híbrida entre dança e novas tecnologias. Esse tipo de obra normalmente é ignorado em editais e circuitos de dança mais tradicionais no Brasil. A trilogia Miradas do Caos, do qual o espetáculo Miradas do Caos #3 é parte, explora a interação do corpo com as imagens ao vivo possibilitada pela manipulação de vários aparatos tecnológicos, tais como câmeras, projetores, placas e softwares como o Pure Data e dispositivos como o kinect. A vertente da computação que explora a captura de movimentos é denominada motion-capture e sua pesquisa oferece ferramentas para a pesquisa do movimento aliado à tecnologia. Os softwares utilizados são responsáveis pelo processamento dos sinais de vídeo enviados diretamente pelas informações de movimento dos bailarinos e projetadas sobre eles. A novidade dessa interação é que as imagens projetadas não são simplesmente preconcebidas e projetadas sobre os bailarinos, mas interagem com seus movimentos e são processadas em tempo real. O principal objetivo do projeto é fazer a montagem do espetáculo Miradas do Caos #3 que faz parte da trilogia Miradas do Caos. A primeira etapa do projeto, Miradas do Caos #1, estreiou em 2013 em Belo Horizonte e a segunda, Miradas do Caos #2, estreiou em 2014, na mesma cidade. O primeiro espetáculo se concentrou sobre as relações sociais e Miradas do Caos #2, no plano ambiental, Miradas do Caos #3 abordará o caos sob o ponto de vista do indivíduo. A proposição estética da trilogia Miradas do Caos se dá por meio da investigação de mediações entre o corpo orgânico, a tecnologia e os múltiplos agenciamentos sugeridos por essa associação. Da interação entre o corpo dos bailarinos e as imagens, surge um novo corpo no plano de composição da cena. Dessa maneira, os dispositivos tecnológicos fazem parte do ambiente da cena do mesmo modo que o corpo, de forma que os dois participem de um mesmo plano. Os espetáculos da trilogia propõem o uso da tecnologia através da recombinação dos vários elementos das artes cênicas (corpo, imagem e som), utilizando-a em prol de uma dramaturgia, sem no entanto criar um decalque do mundo virtual. O atravessamento do caos pelos corpos, por assim dizer, se torna material de exploração estética, num experimento que coloca em suspenso o que pode um corpo nesse atravessamento. O corpo tornado imagem é uma das inspirações na trilogia Miradas do Caos, porém, o que se busca experimentar, não é uma apreciação esvaziada de conteúdo, mas como um afeta o outro, de forma radical na contemporaneidade. Objetivos específicos: A) Produto ESPETÁCULO DE ARTES CÊNICAS: • Realizar 3 apresentações de dança do espetáculo "Miradas do Caos #3" no município de Diamantina; Os ingressos serão oferecidos a preços populares. "Miradas do Caos #3" terá duração aproximada de 40 minutos e contará com 3 bailarinos em cena com projeções de composições visuais que integram um projeto de interação desenvolvido exclusivamente para o espetáculo. A pesquisa de movimento em jogo em Miradas do Caos #3 levará em conta o aspecto do corpo fragmentado e tornado, muitas vezes, invisível no caos que o atravessa em vários níveis de intensidade principalmente no cenário pós-pandêmico mundial. A trilha sonora será construída a partir da interação com os movimentos dos bailarinos e também de sons pré-concebidos, numa paisagem sonora que explora diferentes estratégias sonoras. O trabalho será uma criação conjunta entre os bailarinos, o diretor e os demais profissionais relacionados à criação visual, musical e ao sistema sensorial de captura de movimentos. Dessa forma, propomos uma metodologia em que a tecnologia não atua após a criação da coreografia e da trilha, mas é criada em conjunto com esses elementos, já que atua de forma significativa sobre os conteúdos estéticos como elemento dramatúrgico do trabalho. Ou seja, pretendemos utilizar os sistemas de interação não apenas como reflexo das ações dos bailarinos em cena, mas como elemento protagonista do trabalho, que proponha novas formas de se trabalhar coreograficamente, a partir dos elementos desenvolvidos nos sistemas de interação. B) Produto VIDEODANÇA: • Realizar 1 videodança como parte integrante do processo de criação do espetáculo "Miradas do Caos #3" a ser veiculado de forma online. O projeto também prevê a criação de uma videodança com duração aproximada de 8 minutos como parte integrante do projeto de criação do espetáculo "Miradas do Caos #3". A gravação da videodança acontecerá no município de Caeté, em Minas Gerais, numa fábrica de tecidos abandonada na cidade. C) Produto CONTRAPARTIDA SOCIAL: • Realizar uma oficina de dança de 4h/aula com os bailarinos do grupo 3º Corpo com emissão de certificado e serão gratuitas. A proposta da oficina é explorar o processo de criação do espetáculo Miradas do Caos #3.

Justificativa

A) Produto ESPETÁCULO DE ARTES CÊNICAS: Lei 8.313/91 Art. 1° Fica instituído o Programa Nacional de Apoio à Cultura (Pronac), com a finalidade de captar e canalizar recursos para o setor de modo a: VIII. estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; Pois vivemos em um momento de transição planetária e repensar valores universais num momento em que todos foram afetados pós-pandemia nos fortalece fraternalmente enquanto raça humana. IV. proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional; Pois em dez anos de atuação em território brasileiro com sua atual formação, o 3º Corpo, grupo realizador desse trabalho, ainda não encontrou um ethos artístico no panorama artístico de apoio à cultura. Atualmente, quase não há editais e prêmios que contemplem obras de caráter híbrido, e portanto, há uma carência de fomento a obras contemporâneas que têm a multidisciplinaridade como característica daí a principal necessidade do uso do Mecanismo de Incentivo a Projetos Culturais. Temos observado que a maioria dos programas de apoio à cultura atualmente têm compartimentado a arte em setores bastante delimitados, que deixam obras desse gênero sempre à margem dos principais editais do país. A trilogia Miradas do Caos utiliza recursos da tecnologia ainda pouco explorados no panorama da arte contemporânea brasileira. A complexidade dos recursos expressivos que o corpo possibilita em cena aliada aos recursos tecnológicos empregados, fizeram com que o projeto fosse desmembrado em três etapas. A abrangência do tema da trilogia também estimulou a divisão do processo criativo em diferentes etapas. Ao longo da pesquisa de linguagem para a execução de cada etapa, percebemos a necessidade de utilizar diferentes recursos tecnológicos que melhor traduzissem esteticamente o foco do tema explorado em cada parte da trilogia. Nesse contexto o projeto, que havia sido inicialmente concebido para acontecer em uma única etapa, teve sua duração estendida. Durante o processo de criação, evidenciou-se a singularidade da obra que, ao ter se apropriado de novas formas do fazer artístico aliado à tecnologia, incorporou os acasos e demandas em jogo na composição da obra. De modo que, a cada nova etapa do projeto, ajustes e modos de fazer da equipe surgiram e foram modificados a partir dos resultados obtidos. Atualmente, o projeto encontra-se em fase de finalização, com a criação da última etapa da trilogia. Após um percurso de 10 anos no processo de amadurecimento da obra, Miradas do Caos #3 encerrará a trilogia. Em Miradas do Caos #2, destacou-se a participação de Dudude Herrmann, que atua há mais de 40 anos na dança, na direção do espetáculo. Apontamos para a valorização de artistas locais com o apoio a essa experiência estética, seja atuando na direção, ou na preparação corporal, como forma de estimular o diálogo entre gerações de artistas mais experientes com grupos novos. A importância de incentivar iniciativas que promovam essas contaminações pretende renovar as vertentes estéticas na cidade a partir de apropriações de experiências artísticas entre artistas de diferentes gerações e linhas de pesquisa artística. A abordagem das principais questões que atravessam os meios políticos, ecológicos e sociais na atualidade através de novos paradigmas é uma forma de ampliar a discussão em torno desses temas. Pretendemos, dessa maneira, promover o intercâmbio artístico e cultural e expandir os saberes e a pesquisa que orientou todo projeto. Ampliar o público-alvo de obras que possuem caráter híbrido e multidisciplinar é de fundamental importância para o desenvolvimento artístico, cultural e social do país. É desejável que o uso da tecnologia como meio de expressão seja estimulado de maneira que a tecnologia transite em outros universos, diversos do empresarial, industrial, turístico e econômico, como forma de promover a tecnologia como um importante aliado na independência dos artistas. A dança mediada pela tecnologia opera a partir de uma linguagem de alta complexidade e necessita de conhecimentos técnicos específicos ainda pouco divulgados no país e de custo relativamente alto. O apoio a iniciativas que trabalham a diversidade na dança e nas artes cênicas é uma forma de revitalizar a dinâmica cultural do Brasil com pesquisas atuais que explorem as possibilidades do fazer artístico que utilize a tecnologia como elemento criador de um novo pensamento coreográfico. Ou seja, propomos o uso da tecnologia em que ela atue como elemento cênico que cria conteúdo e dessa forma, é também protagonista da obra e não, simplesmente um reflexo dos movimentos dos bailarinos. Dessa forma, enfatizamos que o uso da tecnologia neste espetáculo não é o tema da obra. Percebe-se a necessidade que trabalhos que aliam dança e tecnologia tem em se estabelecer visto que há pouca receptividade ou mesmo produção de obras com esse caráter com excelência técnica e artística no circuito brasileiro de artes cênicas. A arte contemporânea está sempre refazendo suas formas e o apoio e difusão de obras com esse caráter são fundamentais para o diálogo das artes cênicas na estética contemporânea. Lei 8.313/91 Art. 3° Para cumprimento das finalidades expressas no art. 1° desta lei, os projetos culturais em cujo favor serão captados e canalizados os recursos do Pronac atenderão, pelo menos, um dos seguintes objetivos: II - fomento à produção cultural e artística, mediante: e) realização de exposições, festivais de arte e espetáculos de artes cênicas ou congêneres; Pois trata-se de um espetáculo de dança, que encerra uma trilogia realizada há 10 anos pelo grupo 3º Corpo. B) Produto VIDEODANÇA: Lei 8.313/91 Art. 1° Fica instituído o Programa Nacional de Apoio à Cultura (Pronac), com a finalidade de captar e canalizar recursos para o setor de modo a: VI. preservar os bens materiais e imateriais do patrimônio cultural e histórico brasileiro; Pois a videodança que fará parte do projeto "Miradas do Caos #3" será gravada numa fábrica de tecidos abandonada no município de Caeté, em Minas Gerais. A história deste município foi construída em parte devido a essa fábrica. Preservar essa memória via uma obra de audiovisual valoriza o local e sua história como bem imaterial através da arte. Lei 8.313/91 Art. 3° Para cumprimento das finalidades expressas no art. 1° desta lei, os projetos culturais em cujo favor serão captados e canalizados os recursos do Pronac atenderão, pelo menos, um dos seguintes objetivos: II - fomento à produção cultural e artística, mediante: a) produção de discos, vídeos, obras cinematográficas de curta e média metragem e filmes documentais, preservação do acervo cinematográfico bem assim de outras obras de reprodução videofonográfica de caráter cultural; Pois trata-se de uma videodança que será utilizada tanto como produto exclusivo a ser veiculado de forma online, quanto serão utilizados recortes do mesmo para projeção durante o espetáculo de dança "Miradas do Caos #3" referido no produto A.

Estratégia de execução

Produto: ESPETÁCULO DE ARTES CÊNICAS Produção independente Declaro que o projeto cultural é uma produção independente pois eu, Fernanda Santos, não detenho a posse ou propriedade de espaços cênicos ou salas de apresentação. Passagem Informo que o item passagem faz referência aos bailarinos e equipe técnica para a itinerância da peça no município de Diamantina, Minas Gerais. Passagens aéreas Trechos: BH-SP (ida e volta) Beneficiários: Fernanda Santos – bailarina e direção artística Grabriel More - bailarino Alita Teixeira dos Santos Moraes - filha dos bailarinos Manaus-BH (ida e volta) Beneficiários: Paulo Chamone - bailarino Deslocamentos terrestres BH – Diamantina (ida e volta) Julião Villas - videografia, sistemas e direção de imagem Luiz Naveda – sistemas interativos e criação sonora Fernanda Santos – bailarina, direção artística e produção executiva Grabriel More e Paulo Chamone - bailarinos BH – Caeté (ida e volta) Julião Villas - videografia, sistemas e direção de imagem Luiz Naveda – sistemas interativos e criação sonora Fernanda Santos – bailarina, direção artística e produção executiva Grabriel More e Paulo Chamone - bailarinos

Especificação técnica

Projeto pedagógico da oficina de improvisação em dança: Carga-horária: 6 horas-aula Público-alvo: comunidade em geral, artistas, estudantes e pesquisadores de dança, improvisação e performance Ementa A proposta da oficina é explorar conteúdos diferenciados sobre as principais técnicas utilizadas para improvisação e composição em dança. Serão utilizadas técnicas de improvisação como a dos 'Viewpoints' (pontos de vista) criada por Anne Bougart e Tina Landau, bem como técnicas de criação vindas do butô e da dança contemporânea. A primeira parte do trabalho consiste em exercitar a consciência corporal e o relaxamento para a criação de uma disponibilidade corporal para a improvisação. Na segunda parte do trabalho, faremos jogos corporais inspirados em diferentes técnicas de improvisação. Também utilizaremos pequenas sequências de dança contemporânea. Objetivos - Trabalhar poéticas da criação em dança contemporânea a partir de diferentes técnicas de improvisação e composição em dança; - Experimentar o movimento, a exploração do espaço e o contato entre o grupo a partir de diferentes estímulos para a improvisação em dança; - Ampliar conceitos e técnicas utilizadas na improvisação e composição em dança; - Trabalhar a improvisação a partir dos elementos espaço, tempo e força desenvolvidos por Rudolf Laban;

Acessibilidade

Produto: ESPETÁCULO DE ARTES CÊNICAS ACESSIBILIDADE FÍSICA: O teatro no qual acontecerá as apresentações possuirá acesso aos portadores de necessidades especiais. Item da planilha orçamentária: Pauta do teatro ACESSIBILIDADE para PcD VISUAIS: Audiodescrição do espetáculo por transmissão via Youtube. Item da planilha orçamentária: Audiodescrição ACESSIBILIDADE para PcD AUDITIVOS: Tradução em libras Item da planilha orçamentária: Tradutor ACESSIBILIDADE PARA PESSOAS QUE APRESENTAM ESPECTROS, SÍNDROMES OU DOENÇAS QUE GEREM LIMITAÇÕES AOS CONTEÚDOS ASSIM COMO PESSOAS QUE DESCONHECEM AS LINGUAGENS OU IDIOMAS DOS CONTEÚDOS: Haverá ao início ou final do espetáculo miniaturas que representem alguns elementos estéticos explorados no espetáculo dispostos na boca de cena do palco. Item da planilha orçamentária: Cenário (material) Produto: VIDEODANÇA ACESSIBILIDADE FÍSICA: A videodança resultante do projeto “Miradas do Caos #3” será veiculada de forma online. Item da planilha orçamentária: Não se aplica. A veiculação da videodança acontecerá de forma gratuita na internet. ACESSIBILIDADE para PcD VISUAIS: Audiodescrição da videodança. Item da planilha orçamentária: Audiodescrição ACESSIBILIDADE para PcD AUDITIVOS: Tradução em libras Item da planilha orçamentária: Tradutor ACESSIBILIDADE PARA PESSOAS QUE APRESENTAM ESPECTROS, SÍNDROMES OU DOENÇAS QUE GEREM LIMITAÇÕES AOS CONTEÚDOS ASSIM COMO PESSOAS QUE DESCONHECEM AS LINGUAGENS OU IDIOMAS DOS CONTEÚDOS: Haverá no final da videodança um stopmotion com legendas mais literais sobre o tema do projeto “Miradas do Caos #3”. Item da planilha orçamentária: video Produto: CONTRAPARTIDA SOCIAL ACESSIBILIDADE FÍSICA: O teatro no qual acontecerá a oficina de dança possuirá acesso aos portadores de necessidades especiais. Item da planilha orçamentária: Pauta do teatro ACESSIBILIDADE para PcD VISUAIS: Audiodescrição da oficina por transmissão via Youtube. Item da planilha orçamentária: Audiodescrição ACESSIBILIDADE para PcD AUDITIVOS: Tradução em libras Item da planilha orçamentária: Tradutor ACESSIBILIDADE PARA PESSOAS QUE APRESENTAM ESPECTROS, SÍNDROMES OU DOENÇAS QUE GEREM LIMITAÇÕES AOS CONTEÚDOS ASSIM COMO PESSOAS QUE DESCONHECEM AS LINGUAGENS OU IDIOMAS DOS CONTEÚDOS As propostas cênicas sugeridas durante a oficina serão sempre acompanhadas de demonstração e, em caso de pessoas que apresentem espectros, síndromes ou doenças que gerem limitações, haverá uma pessoa do grupo com essa(s) pessoas para acompanhamento individual. Em caso de desconhecimento da língua, haverá, de forma semelhante, uma pessoa do grupo encarregada pela tradução. Item da planilha orçamentária: bailarinos

Democratização do acesso

Produto: ESPETÁCULO DE ARTES CÊNICAS Democratização de Acesso: Art. 28. Em complemento, o proponente deverá prever a adoção de, pelo menos, uma das seguintes medidas de ampliação do acesso: A medida adotada será: I - doar 10% (dez por cento) dos produtos resultantes da execução do projeto para distribuição gratuita com caráter social, além do previsto inciso II do art. 27, totalizando 20% (vinte por cento); Conforme previsto no plano de distribuição - contrapartida social do projeto. IN 01/22 Art. 23 O Plano de Distribuição da proposta deve assegurar a democratização do acesso (Anexo I) aos produtos, bens, serviços e ações culturais produzidos, contendo: I - estimativa da quantidade de beneficiários, observados, em caso de geração de receita com a venda dos produtos culturais, os seguintes limites: a) no mínimo de vinte por cento para distribuição gratuita com caráter social, educativo ou formação artística, sendo o proponente responsável pela disponibilização do transporte e em toda distribuição gratuita de ingresso na bilheteria deverá divulgar dia e hora marcados; Pois haverá gratuidade de 20% dos ingressos com caráter social, educativo ou formação artística e disponibilização de transporte até o local das apresentações. • Critérios de seleção Os ingressos serão oferecidos para estudantes de escolas públicas do município de Diamantina. b) até dez por cento para distribuição gratuita entre incentivadores, patrocinadores e doadores, conforme parágrafo único do art. 31 do Decreto nº 10.755, de 26 julho de 2021; As apresentações do espetáculo Miradas do Caos #3 serão oferecidas a preços populares em valores que não ultrapassem o valor do Vale-Cultura. Pois haverá gratuidade de 10% dos ingressos entre incentivadores, patrocinadores e doadores do projeto. d) até dez por cento para distribuição gratuita promocional pelo proponente; Pois haverá gratuidade de 10% dos ingressos promocionais para o proponente; • Critérios de seleção Os ingressos serão doados de acordo com a demanda dos convidados dos integrantes do grupo 3º Corpo. Ampliação de Acesso: IN 01/22 Art. 24. Em complemento, o proponente deverá prever a adoção de, pelo menos, uma das seguintes medidas de ampliação do acessoArt. 24. Em complemento, o proponente deverá prever a adoção de, pelo menos, uma das seguintes medidas de ampliação do acesso (Anexo I): IV - além da Ação Formativa Cultural prevista no art. 25 desta Instrução Normativa, realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como: a) ensaios abertos com rodas de conversas em backstage de forma proporcional a vinte por cento do tempo de duração e do quantitativo das apresentações; Pois haverá ensaios abertos com os integrantes do grupo 3º Corpo durante o processo de criação do espetáculo “Miradas do Caos #3”. Produto: VIDEODANÇA Art. 28. Em complemento, o proponente deverá prever a adoção de, pelo menos, uma das seguintes medidas de ampliação do acesso: IV - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino, e de outros eventos referente ao produto principal; Uma vez que a videodança resultante do projeto será veiculada na internet com acesso gratuito ao maior número de pessoas através das redes sociais dedicadas ao projeto. IN 01/22 Art. 23 O Plano de Distribuição da proposta deve assegurar a democratização do acesso (Anexo I) aos produtos, bens, serviços e ações culturais produzidos, contendo: g) a comercialização em valores a critério do proponente será limitada a cinquenta por cento do quantitativo de produtos culturais, sendo o preço médio do ingresso ou produto limitado ao valor máximo de R$ 250,00 (duzentos reais). Pois a veiculação da videodança resultante do projeto “Miradas do Caos #3” acontecerá de forma gratuita e online na internet. Ampliação de Acesso: IN 01/22 Art. 24. Em complemento, o proponente deverá prever a adoção de, pelo menos, uma das seguintes medidas de ampliação do acesso (Anexo I): II - disponibilizar na internet, redes públicas de televisão e outras mídias gratuitas registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino, saraus, slam e de outros eventos de caráter presencial, acompanhado com libras e audiodescrição; Pois a veiculação da videodança resultante do projeto “Miradas do Caos #3” acontecerá de forma gratuita e online na internet. Produto: CONTRAPARTIDA SOCIAL Democratização de Acesso: IN 01/22 Art. 23 O Plano de Distribuição da proposta deve assegurar a democratização do acesso (Anexo I) aos produtos, bens, serviços e ações culturais produzidos, contendo: a)_no mínimo de vinte por cento para distribuição gratuita com caráter social, educativo ou formação artística, sendo o proponente responsável pela disponibilização do transporte e em toda distribuição gratuita de ingresso na bilheteria deverá divulgar dia e hora marcados; Pois o workshop de dança previsto como contrapartida social será gratuito e contará com ampla divulgação das atividades. Também disponibilizaremos o transporte necessário para o local das atividades. • Critérios de seleção Os critérios de seleção sobre os participantes do workshop serão definidos junto à produção do espetáculo “Miradas do Caos #3” e da produção do Teatro Santa Isabel, em Diamantina. Ampliação de Acesso: IN 01/22 Art. 24. Em complemento, o proponente deverá prever a adoção de, pelo menos, uma das seguintes medidas de ampliação do acesso (Anexo I): III - permitir a captação de imagens das atividades e de espetáculos ou autorizar sua veiculação por redes públicas de televisão e outras mídias gratuitas; Pois todo o material do workshop será gravado e disponibilizado para veiculação por redes públicas de televisão e outras mídias gratuitas.

Ficha técnica

Direção artística: Fernanda Helena Guedes Reis Teixeira dos Santos Bailarinos: Fernanda Helena Guedes Reis Teixeira dos Santos, Gabriel Krsna de Moraes Bastos e Paulo Sérgio de Jesus Chamone Preparação Corporal: Gabriel Krsna de Moraes Bastos Videografia, sistemas e direção de imagem: Julião Villas Sistemas interativos e criação sonora: Luiz Alberto Bavaresco de Naveda Cenografia: Julião Villas FERNANDA SANTOS Fernanda Santos é bailarina e performer. Doutora em Dança pela UNICAMP (2019) em que desenvolveu uma pesquisa sobre improvisação em dança. Autora do livro Dança e Mediação Tecnológica (2018), ed. Giostri. É mestre em Artes pela UFMG (2011) e graduada em Comunicação Social pela UFMG (1999). É diretora artística e bailarina do grupo de dança 3º Corpo. Foi coordenadora da Escola Livre de Dança, em Belo Horizonte. Estudou dança contemporânea, clássica, improvisação e butô com Pascal Quéneau (FR), Katie Duck (HOL), Ioshito Ohno (Japão), Tadashi Endo (Japão/Alemanha), Daniel Lepkoff (EUA), Dudude Herrmann, Angel Vianna, Zélia Monteiro, dentre outros. Principais trabalhos: W.AR.15 (2002), RAW (2010), Miradas do Caos #1 (2013), Miradas do Caos #2 (2014/2017), dirigido por Dudude Herrmann e You will be unafraid (2021). GABRIEL MORE FORMAÇÃO - Educação Física Licenciatura e Bacharelado. Faculdade Drummond - Humor, SP Escola de Teatro - Dança. ETEC - Escola Técnica de Artes, São Paulo EXPERIÊNCIA PROFISSIONAL - Elenco na Ópera Fosca no Teatro Municipal de São Paulo - Elenco na Ópera Elektra no Teatro Municipal de São Paulo - Elenco na Ópera “O Rouxinol” no Teatro Municipal de São Paulo - Performance ”Eu no mundo de todos”, Teatro Uninove Vergueiro - Ator figurante no curta “Quando o céu desce ao chão”, ECA-USP, Direção de Marcos Yoshi - Educador de Práticas Corporais, Dança, Teatro, ONG Projeto Transformar, - Ator na peça ”Um Bicho só é só um Bicho e O Grande Circo Místico”, Festival de Artes da ETEC - Intérprete Dançarino em “Impressive”, Céu Butantã e Céu Anhanguera, Grupo - Ator na peça “O Pagador de Promessas”, teatro Nill de Pádua, - Ator na peça “Trabalhar é Preciso, Sonhar é Obrigação”, Sindicato dos Metalúrgicos do Estado de São Paulo PAULO CHAMONE Paulo Chamone é diretor artístico do Corpo de Dança do Amazonas e integrante do 3º Corpo, grupo que explora a interface entre dança e tecnologia. Bailarino profissional desde 1989, frequentou duas escolas em Belo Horizonte: Transforma - Centro de Dança Contemporânea e Escola de Danças Clássicas Ana Lúcia. Estudou com Ana Lúcia de Carvalho, Marilene Martins, Betina Bellomo, entre outros. Graduação em cinema e vídeo pelo Centro Universitário UNA. Participou de diversos workshops e oficinas de diferentes linguagens: butô, contato e improvisação, composição coreográfica e dança comtemporânea. A partir de 2000, começou a desenvolver com a pesquisadora Graziela Rodrigues - UNICAMP - a criação e execução de trabalhos coreográficos com o método BPI - Bailarino Pesquisador e Intérprete. Em vinte anos de carreira foi bailarino e assitente de direção da Cia. de Dança Palácio das Artes. Participou de todas as montagens da Fundação Clóvis Salgado, de 1989 até a presente data, inclusive do projeto interiorização da cultura e projetos locais comperformances e oficinas. Participou de mais de quarenta montagens diferentes em liguagens como: dança, teatro, ópera, cinema e performance. Ganhador da bolsa do FID 2008 para a realização do documentário "Uma cachaça que se chama dança". JULIÃO VILLAS Julião Villas é um artista plástico com ênfase em multimídia e processamento de imagens ao vivo que vive e trabalha em Nova Lima, MG, com formação em artes plásticas na Escola Guignard (UEMG). Especialista em Engenharia de Som e Programação Musical pela Westminster College, Londres.É fotógrafo, videoartista, designer gráfico e programador web. Seus trabalhos frequentemente estão ligados às artes cênicas e à dança, além de outros projetos culturais. Sua atuação está desde a concepção de vídeo-cenários para programas e espetáculos de teatro e dança quanto na criação de identidades visuais e websites de eventos culturais. Esteve envolvido em produções de vídeo-apresentação em projetos como Festival Vivo.artemov, Festival Cidade Eletronika, Programa Música Independente (Rede Minas de Televisão). Criou cenários em colaboração para a Cia. Mario Nascimento de Dança e também como designer de interface na Rádio Alvorada, em Belo Horizonte. Mais do seu trabalho pode ser conferido em www.cortexvisual.com.br/webfolio.pdf e www.cortexvisual.com.br/clipping.pdf LUIZ NAVEDA Luiz Naveda (1977) é um pesquisador e artista que atua nas fronteiras entre música, artes visuais, dança e arte computacional. Seu trabalho está fundamentado por uma formação pessoal diversa que combina estudos em música e artes, eletrônica e computação, alinhavados por objetos de estudo compartilhados entre estas formações, como as tradições Afro-Brasileiras, o design de sistemas interativos, a dança e o papel. Como pesquisador está vinculado ao programa de Pós-graduação em Artes da UEMG onde atua ativamente na pesquisa em música, dança e cultura, análise de movimento e expressão humana nas artes, sistemas interativos e arte computacional. Nos últimos anos tem se dedicado ao estudo gesto no movimento humano, sobretudo nas tradições de dança, com dezenas de artigos publicados no Brasil e no exterior. Como artista tem realizado diversos trabalhos de música para dança, arte computacional, fotografia e design em papel onde se utiliza com frequência de abordagens desenvolvidas em sua atuação científica. Nos últimos anos tem atuado na produção de música original, propostas interativas e concepção visual para vários espetáculos de dança e propostas instalações artísticas em espaços no Brasil e no exterior. Para mais informações veja http://www.naveda.info.

Providência

PROJETO ARQUIVADO.