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PRONAC 231950Autorizada a captação total dos recursosMecenato

ESTRAGA PRAZERES DE LOPE DE VEGA

L W PRODUCOES ARTISTICAS LTDA.
Solicitado
R$ 776,3 mil
Aprovado
R$ 776,3 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Apresentação ou Performance de Teatro
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
23

Localização e período

UF principal
RJ
Município
Rio de Janeiro
Início
2023-09-01
Término
2026-07-10
Locais de realização (1)
Rio de Janeiro Rio de Janeiro

Resumo

Montagem e temporada da peça "Estraga Prazeres" de Lope de Vega, com tradulção de Clara Carvalho.

Sinopse

entre outros.O jovem Dário cresce numa família religiosa da zona norte do Rio de Janeiro. Descobre-se homossexual quando ainda vive com os pais. A desconfiança da mãe faz com que ela o leve à presença do Pastor da Igreja Evangélica. As pressões levam Dário a sair de casa para viver com o jovem Marcos, seu primeiro amor. Mas o clima eufórico em que vive seu par com os amigos gera descontentamento no rapaz, que é um aspirante a intelectual. Ele conhece Heitor, um professor universitário 30 anos mais velho, gay, que o conquista. Os dois casam e Dário passa a viver uma vida confortável de classe média alta. Heitor é liberal e a vida é boa, entre estudos e um casamento aberto. Mas a felicidade de Dário é interrompida pela morte brusca de seu companheiro. Ele consegue retirar ações e dólares de um cofre conforme ordem expressa em carta do falecido, antes que a ex-mulher e filhos de Heitor o expulsem. Dário passa a viver uma vida desregrada. Envolve-se com prostitutos, especialmente com Beto, por quem se apaixona. Beto não é do mesmo nível que Dário, mas arrebata-o pela beleza. A herança, que não era muita vai se consumindo rapidamente. Quando o dinheiro acaba, Beto o abandona. Dário faz uma defesa radical do prazer e quer continuar com o amante. Resolve prostituir-se para conseguir recursos e ficar com Beto. Procura os antigos amigos de Heitor e outros homens mais velhos. Suas qualidades intelectuais o tornam um tipo de prostituto muito especial. Pode ser apresentado as famílias e usa disfarces para não comprometer os clientes. Forçado, por condições financeiras a mudar do Leblon para o bairro da Lapa, Dário resolve escrever um livro contando a sua trajetória e dando sua versão sobre a situação dos gays no mundo. A peça se passa quando ele está com a obra escrita e explica ao público o que o levou a escrever Beto, que o abandonou quando mudou de classe social, continua tentando conseguir algum dinheiro com Dário. Ele recebe o prostituto porque o ama, mas critica sua vulnerabilidade intelectual. A tese central de Dário é que somos o nosso corpo, e portanto devemos a ele nossa existência e todo o prazer e bem estar que pudermos conseguir.

Objetivos

OBJETIVORealizar a montagem de um texto teatral inédito no Brasil do autor espanhol Lope de Vega. Com uma dramaturgia original e simples, explorando a versatilidade do trabalho do ator e suas potencialidades na atuação e representação, oferecendo ao público, um espetáculo de qualidade que conta com uma equipe de criação e técnica de relevância para o Teatro Objetivo específico: Realizar 24 sessões do espetáculo na cidade do Rio de Janeiro no horário de 6ª a Domingo no período de dois meses CONTRAPARTIDA SOCIAL: Realizar: 1 ensaio aberto do espetáculo com ingressos gratuitos para 350 espectadores 2 Palestras gratuitas com 175 participantes totalizando um total de 226.

Justificativa

O grande mestre do Século de Ouro espanhol, Lope de Vega, nascido em 1562 (mais ou menos dois anos antes de Marlowe e Shakespeare) se notabilizou pelas quase duas mil e duzentas peças, entre curtas e longas (das quais foram conservadas cerca de quinhentas), poemas líricos e épicos, pastorais, romances de aventura, éclogas, sonetos, epístolas, contos, paródias e diversos escritos autobiográficos e religiosos. Paralelamente, criou fama de soldado esfuziante, amante inveterado, romântico, polêmico irresistível e explosivo. Cervantes, seu contemporâneo, o chamou de "Monstro da Natureza". Foi preso, condenado e banido, lutou contra os holandeses, casou-se várias vezes e terminou a vida nas ordens religiosas se auto-imolando com o mesmo fervor que amava as mulheres. Foi um espírito apaixonado até a morte (1635). A comédia de costumes e a de capa e espada alcançaram um brilho genial a partir das suas obras. Colocou a mulher como centro do motivo dramático, criando personagens fortes como: "Diana" e "Marcela" que disputam o amor de Teodoro na peça "El perro del hortelano" (aqui traduzida livremente para "Estraga Prazares"), escrita entre 1613 e 1615. A trama incrivelmente rocambolesca, instala uma atmosfera de intriga, tramóias e quiproquós. O enredo é pura ação, com articulações, mentiras, intrigas, reviravoltas e disfarces. Estruturada como uma corrente ininterrupta de tensão e intensidade de sentimentos, a peça configura-se como um caleidoscópio de tumultos, semelhante ao método tipicamente barroco, porém um barroco amplificado, exagerado, dando origem a um barroquismo teatral próprio e peculiar, visionário. O teatro de Lope de Vega é uma máquina intensa de afetividade, astúcia e graciosidade. O projeto se enquadra: Art. 1° Fica instituído o Programa Nacional de Apoio à Cultura (Pronac), com a finalidade de captar e canalizar recursos para o setor de modo a: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; § 1o Os incentivos criados por esta Lei somente serão concedidos a projetos culturais cuja exibição, utilização e circulação dos bens culturais deles resultantes sejam abertas, sem distinção, a qualquer pessoa, se gratuitas, e a público pagante, se cobrado ingresso.(Renumerado do parágrafo único pela Lei nº 11.646, de 2008) Art. 3° Para cumprimento das finalidades expressas no art. 1° desta lei, os projetos culturais em cujo favor serão captados e canalizados os recursos do Pronac atenderão, pelo menos, um dos seguintes objetivos: I - incentivo à formação artística e cultural, mediante: c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore;

Estratégia de execução

O grande mestre do Século de Ouro espanhol, Lope de Vega, nascido em 1562 (mais ou menos dois anos antes de Marlowe e Shakespeare) se notabilizou pelas quase duas mil e duzentas peças, entre curtas e longas (das quais foram conservadas cerca de quinhentas), poemas líricos e épicos, pastorais, romances de aventura, éclogas, sonetos, epístolas, contos, paródias e diversos escritos autobiográficos e religiosos. Paralelamente, criou fama de soldado esfuziante, amante inveterado, romântico, polêmico irresistível e explosivo. Cervantes, seu contemporâneo, o chamou de “Monstro da Natureza”. Foi preso, condenado e banido, lutou contra os holandeses, casou-se várias vezes e terminou a vida nas ordens religiosas se auto-imolando com o mesmo fervor que amava as mulheres. Foi um espírito apaixonado até a morte (1635). A comédia de costumes e a de capa e espada alcançaram um brilho genial a partir das suas obras. Colocou a mulher como centro do motivo dramático, criando personagens fortes como: “Diana” e “Marcela” que disputam o amor de Teodoro na peça “El perro del hortelano” (aqui traduzida livremente para “Nem come nem sai de cima”), escrita entre 1613 e 1615. A trama incrivelmente rocambolesca, instala uma atmosfera de intriga, tramóias e quiproquós. O enredo é pura ação, com articulações, mentiras, intrigas, reviravoltas e disfarces. A peça narra a história de Teodoro, Diana e Marcela, envolvidos num triângulo amoroso. O conflito se amplia quando Diana – uma nobre condessa de Belflor – se apaixona por Teodoro – um plebeu, sedutor, aproveitador de mulheres, secretário da condessa – e descobre que ele namora uma das suas damas de companhia, Marcela. A condessa Diana, por ter que manter a sua posição social, rejeita Teodoro, ao mesmo tempo que impede que ele mantenha um relacionamento com Marcela. A trama sustenta uma luta de esgrima entre o desejo carnal da marquesa e o seu desejo de manutenção do poder de classe superior que exige que ela não se “misture” com a classe inferior do sujeito amado. Diana – por meio de jogos sistemáticos de mascaramentos perversos – demonstra ser uma mulher fria, calculista, má e covarde, incapaz de mostrar seus sentimentos reais. Estruturada como uma corrente ininterrupta de tensão e intensidade de sentimentos, a peça configura-se como um caleidoscópio de tumultos, semelhante ao método tipicamente barroco, porém um barroco amplificado, exagerado, dando origem a um barroquismo teatral próprio e peculiar, visionário. O teatro de Lope de Vega é uma máquina intensa de afetividade, astúcia e graciosidade.

Especificação técnica

Inciso do §2º do artigo 30 da IN 01/2023 referente à ação formativa cultural oferecida como CONTRAPARTIDA SOCIAL: II – Oferecer ensaios abertos e palestra. Realizar 1 ensaio aberto gratuito para a população em geral Realizar a palestra gratuita A IMAGEM DO SOM com o diretor musical Wagner Campos para 350 participantes

Acessibilidade

PRODUTO: ESPETÁCULO DE ARTES CÊNICAS ACESSIBILIDADE NO ASPECTO ARQUITETÔNICO detalhar quais serão as medidas adotadas. - ESCOLHER UM TEATRO QUE TENHA ACESSIBILDADE PARA DEFICIENTES FISÍCOS ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES VISUAIS: detalhar quais serão as medidas adotadas. - REALIZARE SESSÃO COM AUDIODESCRIÇÃO ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES AUDITIVOS: detalhar quais serão as medidas adotadas. - REALIZAR SESSÃO COM INTEPRETE EM LIBRAS ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES INTELECTUAIS: detalhar quais serão as medidas adotadas. - LOCAÇÃO DE ABAFADOR DE SOM PARA AUTISTAS. PRODUTO: CONTRAPARTIDA SOCIAL ACESSIBILIDADE NO ASPECTO ARQUITETÔNICO detalhar quais serão as medidas adotadas. - ESCOLHER UMA SALA QUE TENHA ACESSIBILDADE PARA DEFICIENTES FISÍCOS ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES VISUAIS: detalhar quais serão as medidas adotadas. - REALIZAR UMA PALESTRA COM AUDIODESCRIÇÃO ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES AUDITIVOS: detalhar quais serão as medidas adotadas. - REALIZAR UMA PALESTRA COM INTEPRETE EM LIBRAS ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES INTELECTUAIS: detalhar quais serão as medidas adotadas. - LOCAÇÃO DE ABAFADOR DE SOM PARA AUTISTAS.

Democratização do acesso

Art. 30. As propostas culturais com comercialização de ingressos ou produtos culturais deverão apresentar ações formativas culturais obrigatórias, adicionais às atividades previstas, em território nacional, preenchendo o produto cultural secundário Contrapartidas Sociais no Plano de Distribuição, com rubricas detalhadas na Planilha Orçamentária. Realizar: 2 Palestras gratuitas com 175 participantes totalizando um total de 350 pessoas. 1 ensaio aberto do espetáculo com ingressos gratuitos para 350 espectadores Art. 28. Em complemento, o proponente deverá prever a adoção de, pelo menos, uma das seguintes medidas de ampliação do acesso: Realizar: IV - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino, e de outros eventos referente ao produto principal;

Ficha técnica

SÉRGIO MÓDENA - DIRETOR Bacharel em Artes Cênicas pela Unicamp é também formado pela École Philipe Gaulier em Londres, onde realizou especializações em Shakespeare, Tchecov e Melodrama. Seus trabalhos mais recentes como diretor são: “Longa Jornada noite a dentro” de Eugene O”Neil, "As Cangaceiras Guerreiras do Sertão", musical de Newton Moreno, "Diários do Abismo", baseado na obra de Maura Lopes Cançado, "O Choro de Pixinguinha", de Ana Velloso, "Kid Morengueira- Olha o Breque", de Ana Velloso, "O Musical da Bossa Nova", roteiro de Rodrigo Faour e Sergio Módena, "Estes Fantasmas!", de Eduardo De Filippo, “Janis”, de Diogo Liberano, "Os Vilões de Shakespeare", de Steven Berkoff, “Esse Vazio”, de Juan Pablo Gomez, “Como Me Tornei Estúpido” , entre outros. KAREN BRUSTTOLIN - FIGURINISTA Como figurinista teatral assinou mais de 30 peças, sendo premiada com o Prêmio Shell de Teatro em São Paulo pelo espetáculo "O Grande Sucesso". Recentemente assinou o figurino da remontagem da peça “"O mistério de Irmã Vap"“, com Luis Miranda e Matheus Solano, com indicação aos Prêmios Shell, Prêmio Bibi Ferreira e Aplauso Brasil e com o espetáculo “Iolanta a princesa de vidro” recebeu o prêmio de melhor figurino pelo CBTIJ. DINA LEVY - CENÓGRAFA arquiteta formada pela Universidade Federal do Rio de Janeiro. Estudou por um ano na École d’Architecture de Versailles, na França. Trabalha há mais de dez anos na área de direção de arte e cenografia. Atuou em trabalhos para cinema, publicidade, teatro, exposições, shows e premiações. Em parceria com o cenógrafo Gringo Cardia, trabalhou em concertos de grandes artistas da Música Brasileira, como Maria Bethânia, Ana Carolina e Roberto Carlos. Entre 2008 e 2010, foi responsável pelo desenvolvimento da cenografia do Memorial de Minas Gerais - Vale, um projeto histórico e tecnológico, com 30 salas de exposição permanente. Vencedora do Prêmio Cesgranrio de Teatro 2018 pelo cenário da peça "CérebroCoração" e indicada ao Prêmio Shell de teatro. Finalista do Grande Prêmio Brasileiro de cinema 2019 pela direção de arte do filme "Benzinho". ROGÉRIO WILTGEN - ILUMINADOR Cursos: “Theatre Lighting: Design & Technology”, Londres, 1991 Curso realizado em Março de 1991, em Londres onde foram selecionados pelo Conselho Britânico iluminadores de todo o mundo para participar de palestras, análises e debates com iluminadores como Andrew Brige (The Phantom of the Opera, Cats) , David Hersey (Miss Saigon), entre outros. Teatro: Projeto de Iluminação cênica de mais de cem espetáculos teatrais, muitos deles indicados e ganhadores de prêmios como Prêmio Moliére, Shell, Mambembe , SATED , Coca-cola e Cultura Inglesa de Teatro (12 prêmios de Melhor espetáculo e indicações como melhor iluminador dos anos de 1995 e 96), trabalhando com diretores como Amir Hadad, Bibi Ferreira, Jacqueline Laurence, José Henrique, Carlos Augusto Nazareth, João Bittencourt, Jorge Fernando, Luís Armando Queirós, Luís Arthur Nunes, Marília Pêra, Pedro Paulo Rangel, Sérgio Britto, entre outros WAGNER CAMPOS - DIREÇÃO MUSICAL Compositor, diretor teatral, pesquisador, arranjador, produtor musical e musicista especializado em instrumentos antigos e tradicionais de cordas dedilhadas. Iniciou sua carreira de instrumentista em meados da década de 1970 como concertista de violão, realizando inúmeros recitais solo e em duo, bem como diversos recitais como camerista. Em 1980, grava seu primeiro disco, contendo composições próprias para o instrumento. É produtor e diretor musical em mais de quarenta projetos de gravação de CDs realizados em diversos estados brasileiros, atuando nos segmentos da música escrita e de tradição oral do Brasil. (Quarteto Romançal (PE), Quinteto Villa-Lobos (RJ), Quinteto Latino Americano de Sopros da Paraíba (PE), Camerata Contemporânea do Rio de Janeiro (RJ), Música Antiga da UFF (RJ), Duo Passos e Cohen (RJ) e Nelson da Rabeca (AL), Lia de Itamaracá (PE), Mestre Eugênio (PR), Gentil do Orocongo (SC), Grupo de Samba Chula Os Filhos da Pitangueira (BA), entre outros). É compositor, arranjador, instrumentista, diretor e produtor musical em mais de trinta produções em Teatro, Televisão e Cinema, atuando desde o ano de 1979. Em publicações editoriais, é autor de vários artigos e estudos sobre a música brasileira, destacando, entre outros, “A Música do Nordeste do Brasil”, “A Música do Norte do Brasil”, “A Música do Sudeste do Brasil” e “A Música do Sul do Brasil”, publicados entre os anos de 2002 a 2004, “A Viola do Samba Chula”, “A Guitarra, a Viola”, “Achegas para a História do Violão” publicados em 2004 e 2005 e “Achegas para a História da Viola no Brasil”, publicado em 2007. MARCO PIGOSSI - ATOR Formado pela escola de teatro Globe - SP com direção geral de Ulysses Cruz. Estreou na TV na minissérie “Um só coração” de Maria Adelaide Amaral na TV Globo. Estreou no teatro em 2006 com a montagem “O Despertar da primavera” de Frank Wedekind com direção de Zeca Bittencourt. Em 2007 participou do espetáculo “Os dois cavalheiros de Verona” de William Shakespeare no teatro SESC Pompéia com direção de Ulysses Cruz. A partir de 2011 participa dos espetáculos da Cia Limite 151: “O Santo e a Porca” de Ariano Suassuna com direção de João Fonseca, “As Eruditas” de Moliére, direção de José Henrique, “Auto da Compadecida” de Ariano Suassuna, direção de Sidnei Cruz e “O Olho azul da Falecida” de Joe Orton. Em 2015 participa do espetáculo “O Sucesso a Qualquer Preço” de David Mamet, com direção de Alexandre Reinecke. GLÁUCIA RODRIGUES – ATRIZ Bacharel em artes cênicas pela UNIRIO, Gláucia estreou no teatro em 1981 em Nelson Rodrigues: O Eterno Retorno, de Nelson Rodrigues, com direção de Antunes Filho, participando de festivais de Teatro em Londres e Berlim. Em 1982 atuou em Macunaíma, de Mário de Andrade, com direção de Antunes Filho, cumprindo uma excursão pela América do Sul e Europa, num total de nove países. Em 1991 fundou a Companhia Limite 151 e participou das montagens de, A Comédia dos Erros (92), As Malandragens de Scapino (95), O Olho Azul da Falecida (1996), A Moratória (01), O Avarento (02), O Doente Imaginário (2005), As Preciosas Ridículas (06) , As Eruditas (07) O Santo e a Porca (2008); Therese Raquin, de Émile Zola (11), Auto da Compadecida de Ariano Suassuna (12) e O Casamento Suspeitoso (16). Estreou na direção em 2014 com a peça “Fazendo História” de Alan Bennett e em 2015 dirigi a comédia “Tem um Psicanalista na nossa cama” de João Bethencourt. Em 2016 dirigi a comédia “O Casamento Suspeitoso” de Ariano Suassuna. EDMUNDO LIPPI - ATOR E COORDENADOR GERAL Começou seus estudos de dança em 1978 na Associação de Ballett do Rio de Janeiro sob a direção de Dalal Aschar. Ingressou para Corpo de Baile do Thetro Municipal do Rio de Janeiro em 1981. Em 1983 começa seus estudos de interpretação do Teatro d´Tablado com Thaís Balloni. Estréia em 1984 no infantil “A Bela e A Fera” com direção de Cláudio Gaya. Em 1996 participa da peça infantil “O Ovo de Colombo” de Marília Gama Monteira, com direção de Marcelo de Barreto e em 1997 do infantil “Sonhatos de Monteiro; Um sonho de Lobato” com texto e direção de Marcelo de Barreto. Em 1987 participa do infantil “A Bela Adormecida”, com texto e direção de Fernando Berditchevski no Teatro Carlos Gomes. Em 1991 funda ao lado de Marcelo de Barreto, Gláucia Rodrigues, Wagner Campos e Cristiane D´Amato a Cia Limite 151 encenando a peça “Os Sete Gatinhos” de Nelson Rodrigues, com direção de Marcelo de Barreto. Em 1991 também produz o infantil “Dom Quixote” de Miguel Cervantes. Com adaptação de Wagner Campos e Direção Cláudio Torres Gonzaga. A partir de 1992 produz e atua nos espetáculos: “A Comédia dos Erros” de William Shakespeare, direção de Cláudio Torres Gonzaga; “O Mercador de Veneza” de William Shakespeare, direção de Cláudio Torres Gonzaga. “À Margem da Vida” de Tenesse Williams, direção de Roberto Vignati. “Frankenstein” de Mary Shelley, direção de Angela Leite Lopes. “As Malandragens de Scapino” de Molière, direção de João Bethencourt; “O Olho Azul da Falecida” de Joe Orton, direção Sidnei Cruz; “O Avarento” de Molière, direção de João Bethencourt; “A Moratória” de Jorge Andrade, direção de Sidney Cruz; “As Eruditas” de Molière, direção de José Henrique; “Thérèse Raquin” de Émile Zola, direção de João Fonseca; “Auto Compadecida” de Ariano Suassuna, direção de Sidnei Cruz; “O Doente Imaghinário” de Molière, direção de Jacqueline Laurence; “Vaidades&Tolices” de Anton Tchekov, direção de Sidnei Cruz e “O Casamento Suspeitoso” de Ariano Suassuna, direção de Wagner Campos e Gláucia Rodrigues No cinema integrou o elenco do longa metragem “COPACANANA” com direção de CARLA CAMURATTI. RAFAEL CANEDO – ATOR Formado pela ETE Martins Pena. No teatro atuou nas peças: ‘”Champagne&Confusão” de Jean Franco e Guillaume Mélanie, com direção de Fernando Philbert (18); “Fulaninha e Dona Coisa” de Noemi Marinho e direção de Daniel Herz (17); “Vaidades&Tolices”, de Anton Tchekhov, com direção de Sidnei Cruz (16); “O Olho Azul da Falecida” de Joe Orton, direção de Sidnei Cruz (15); “Auto da Compadecida” de Ariano Suassuna, direção de Sidnei Cruz em (15); “Fazendo História” de Alan Bennett, direção de Gláucia Rodrigues em (14); “O Estranho Caso do Cachorro Morto” de Mark Haddon, direção de Moacyr Góes em (14); "Porcos com Asas" (vencedor do prêmio de melhor espetáculo na FITA 2012) sob a direção de Claudio Handrey (12); "A Carroça dos Desejos" com direção de Eduardo Vaccari (11); e "O Homem Com a Flor na Boca" de Luigi Pirandello com a direção de Pedro Murad (11). Foi Indicado ao Prêmio: Melhor ator pelo prêmio CESGRANRIO de Teatro pelo espetáculo “O estranho caso do cachorro morto” - 2014 I -Forneça maiores esclarecimentos quanto à atividade que o proponente (ou o Dirigente da Instituição, em caso de Pessoa Jurídica) realizará no projeto, uma vez que o mesmo também deverá ser o responsável pela gestão do processo decisório, visto que sua delegação caracteriza-se como intermediação, fato que motiva o arquivamento da proposta por contrariar a regulamentação relativa ao uso do incentivo fiscal. OBS: O PROPONENTE DO PROJETO RECEBERÁ COMO COORDENADOR GERAL DO PROJETO E SERÁ O RESPONSÁVEL PELA GESTÃO DO MESMO NA PESSOA DE: EDMUNDO ROBERTO BUONGERMINO LIPE - CPF nº 468.926.997-15 - SÓCIO-GERENTE DA EMPRESA PROPONENTE - L W PRODUÇÕES ARTISTICAS LTDA.

Providência

PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.