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Realizar o projeto "Uma exposição em dois Tempos: Museu de Tudo e Paraíso" uma colaboração entre a Secretaria Municipal de Cultura | MCSP e o Instituto Bardi , que visa apresentar ao público paulista a obra do artista Julio Villani, numa manifestação em dois tempos e em duas insitutiçoes vizinhas. A exposição Museu de tudo será realizada na Casa de Vidro (setembro a novembro de 2023), com curadoria de Matheus Nunes, apresenta uma série de 46 esculturas feitas à partir de objetos encontrados, garimpados entre o Brasil e a França. A exposição instalação site-specific Paraíso, na Capela do Morumbi (outubro 2023 amarço 2024), curadoria Roberta Saraiva, apresenta uma obra textil (site specific) de grande dimensões.
O presente projeto inaugura um programa de colaboração entre a Secretaria Municipal de Cultura | MCSP e o Instituto Bardi, apresentando duas exposições simultâneas do artista Julio Villani: Museu de tudo, na Casa de Vidro (Setembro de 2023, curadoria de Daniel Rangel), e Paraíso, na Capela do Morumbi (Outubro de 2023, curadoria de Roberta Saraiva) . Não é apenas a proximidade das duas instituições que justifica a perspectiva desta simultaneidade.As duas exposições estão ligadas conceitualmente à visão de mundo de dois poetas de língua portuguesa, que reiteram continuamente a possibilidade de encontrar poesia em pequenos acontecimentos do cotidiano. Enquanto Museu de tudo deve seu título a um livro de João Cabral de Mello Neto, Paraíso, proposto para a Capela, tem raízes na obra de Manoel de Barros.É um olhar para baixo que eu nasci tendo. [...] Aprendi a gostar das coisinhas do chão — Antes que das coisas celestiais. 1 O Paraíso de cisco e pedra apresentado na Capela ecoa assim a exposição na Casa de Vidro onde esculturas feitas de refugos e garimpos (como colheres de pau, canecas, tábuas de carne e escumadeiras caídas em desuso) dialogam com objetos de uso caseiro da coleção de Lina Bo Bardi. Com esta elevação das « soberbas coisas ínfimas »2 enquanto objetos de atenção e apreço, Villani afirma que coisas ordinárias, assim como as « pessoas pertencidas de abandono »3 são elementos de estima e concentram potência de transformação e de poesia. Museu de Tudo - Casa de Vidro e curadoria de Daniel Rangel Tudo aqui respira garimpo, achado : dos elementos estruturantes das obras da série Almost readymade de Julio Villani ao título da exposição, tirado de um livro de João Cabral de Mello Neto cujos poemas se originam em pequenos acontecimentos do cotidiano. Poderíamos também traçar nesta construção uma linha levando à obra de Manoel de Barros – sal da terra sobre a qual avança Villani – que reitera continuamente a possibilidade de encontrar poesia em tudo, incluindo (e sobretudo) em rejeitos de menor valor. Impõe-se aqui a ligação com Dona Lina – ela que assim relata as origens de sua coleção: “Desde criança eu juntava coisas: pedrinhas, conchinhas das rochas do Abruzzi, fi os de ferro, pequenos parafusos. Depois apareceu uma coisa enorme, uma galinha (comida especial do domingo). Tinha no estômago uma coleção de vidros e pedras roladas pelas águas: verdes, rosas, pretas, marrons, brancas. Mamãe me deu de presente, foi o começo de minha coleção...” Museu de tudo é assim não somente a afi rmação de uma veia de criação, mas também uma homenagem àquela que soube fazer de tudo, matéria de museu. Ter as miudezas da vida como ocasião e matéria da arte é um dos elos entre a série Almost readymade de Villani e o universo de Lina Bo Bardi. Articular códigos culturais, coisas e materiais de diferentes origens para melhor aparelhar referências, é outro. Aqui como ali, não se busca preciosismos, mas o afl oramento da poesia. Aqui como ali, prega-se que no inventário do mundo, não há impurezas, mas simplesmente “olhos que sabem ver e olhos que não sabem ver.” 2 “Observando uma coisa é preciso examinar sua essência, considerando sua exterioridade apenas uma porta que dá acesso ao conhecimento de sua realidade”, afi rma Lina Bo Bardi, no que poderia ser a exata descrição do nascimento dos Pássaros e outros bichos Almost readymade de Villani. “Desenvolver um repertório de soluções através do fazer é a porta para a reinvenção” poderia ecoar o artista, sublinhando a artesania professada pelos dois. Um diálogo estabelecido com base no olhar que traz à tona o que já lá está, tendo o acaso do encontro como parte integrante do projeto de criação. Paraíso - Capela do Morumbi e curadoria de Roberta Saraiva. As intervenções artísticas em tetos de edifícios religiosos representam amiúde a promessa do paraíso-por-vir através de noites estreladas ou de divinos raios de sol, nuvens carregadas de querubins, Virgens em majestade subindo aos céus.O Paraíso proposto por Julio Villani opera uma transmutação nesta representação: é um céu invertido, feito de minhocas, lagartixas, pedras, nuvem de orvalho, constelação de poeiras e ciscos – que faz aqui ofício de abóboda.Em vez de um futuro celestial, para o artista, a alegoria do paraíso é feita com o pó que pisamos – e ao qual regressaremos 3. A poesia de Manoel de Barros, poeta das miudezas, do olhar voltado para o chão, é o sopro que anima esta instalação de grandes dimensões (1580 x 560 cm), e alguns de seus versos pontuam a composição.De tipologia semelhante à obra realizada pelo artista na Abadia do Thoronet (França) [ver IIIa. Obra conexa], o suporte de Paraíso será um voil resistente et semi transparente, respondendo à norma M1 (resistência a fogo). De pouco peso, poderá ser facilmente sustentado por uma trama em fios de polipropileno, perspontados no próprio tecido e amarrados em um chassis suspenso nas tesouras do edifício.A composição é inscrita por meio de apliques de fios de lã de diferentes espessuras.
Apresentar ao público paulista a obra do artista Julio Villani, numa manifestação em dois tempos e em duas insitutiçoes vizinhas, ambas em torno das soberbas coisas ínfimas que nos cercam. - A exposição Museu de tudo será realizada na Casa de Vidro (setembro a novembro 2023), com curadoria de Matheus Nunes, apresenta uma série de 62 esculturas feitas à partir de objetos encontrados, garimpados entre o Brasil e a França. - A exposição instalação site-specific Paraíso, na Capela do Morumbi (outubro 2023 a março de 2024), curadoria Roberta Saraiva, apresenta uma obra textil (site specific) de grande dimensões (15,60 x 5,60 metros). As duas exposições se destinam a um público amplo e estão ligadas conceitualmente à visão de mundo de dois poetas, que reiteram continuamente a possibilidade de encontrar poesia em pequenos acontecimentos do cotidiano: Museu de tudo deve seu título a um livro de João Cabral de Mello Neto, enquanto Paraíso, tem raízes na obra de Manoel de Barros. A obra de Julio Villani dialoga diretamente com a visão de mundo de Lina bo Bardi sobretudo no que diz respeito a um olhar atento e cuidadoso com relação à forma e à função dos objetos do cotidiano. Esse diálogo lúdico que estará evidente na exposição _ onde esculturas feitas de refugos dialogam com objetos de uso caseiro da coleção de Lina Bo Bardi _ vai além do uso de cada objeto e se expande para um modo de olhar o mundo. É o mesmo olhar que leva o artista a buscar no chão os elementos para criar a abóbada celeste na obra Paraíso, exposta na Capela do Morumbi.
A) Justificativa do projeto: se destaca por ser um projeto conceitualmente coerente com a contemporaneidade, e que coincide e dialoga com a Bienal de São Paulo que estará ocorrendo no mesmo período, as duas exposições inauguram uma importante relação de colaboração entre a Capela do Morumbi, ógão da Secretaria Municipal de Cultura | MCSP, o Instituto Bardi, e o G10 de Paraisópolis (organização sem fins lucrativos, formado por Bloco de Líderes e Empreendedores de Impacto Social das Favelas). Esse convênio visa uma ampliação da atuação e uma integração com o território do Morumbi. Portanto, este projeto justifica por sua entrega de valor o investimento de recursos e a necessidade do uso do Mecanismo Incentivo a Projetos Culturais. B) A proposta se enquadra no Art. 1º da Lei 8313/91, inciso IV - ARTES VISUAIS a) exposição de artes visuais que possua em sua concepção tratamento artístico e curatorial, em quaisquer suportes abrangendo as seguintes categorias: pintura, desenho, gravura, fotografia, escultura, objeto, grafite, instalação, performances, vídeo-arte, artes digitais, arte eletrônica, design, arquitetura, moda, arte cibernética e artes gráficas, que poderão se organizar sob a forma de exposições, feiras, festivais, mostras, circuitos artísticos; e (art. 18, § 3º, alínea d) c) Referente ao artigo Art. 3° da Lei 8313/91 os objetivos que serão alcançadas com o projeto. II - fomento à produção cultural e artística, mediante: e) realização de exposições, festivais de arte e espetáculos de artes cênicas ou congêneres; Além de ser um projeto conceitualmente coerente com a contemporaneidade, e que coincide e dialoga com a Bienal de São Paulo que estará ocorrendo no mesmo período, as duas exposições inauguram uma importante relação de colaboração entre a Capela do Morumbi, ógão da Secretaria Municipal de Cultura | MCSP, o Instituto Bardi, e o G10 de Paraisópolis (organização sem fins lucrativos, formado por Bloco de Líderes e Empreendedores de Impacto Social das Favelas). Esse convênio visa uma ampliação da atuação e uma integração com o território do Morumbi. Portanto, este projeto justifica por sua entrega de valor o investimento de recursos através da lei de incentivo à cultura. O artista Julio Villani desenvolverá a obra textil , componente principal do site specific da exposição Paraiso, em conjunto com as bordadeira e costureiras da comunidade de Paraisópolis, ligadas ao Instituto Costurando Sonhos. A obra, destinada à Capela do Morumbi, será realizada pelas costureiras de Paraisópolis, no galpão do Instituto Bardi. Uma ação que estreita os laços de colaboração entre as três institutições, visando ampliar suas ações sobre o território do Morumbi. Além do desenvolvimento da obra, o projeto prevê a ação de um educativo que deve atender mais de 500 crianças e estudantes de Paraisópolis e outros bairros de São Paulo.
O proponente informa que no momento é possível informar que a rubrica que já sabe que irá se remunerar é a de Coordenação Geral e da Administração do projeto. No entanto, poderá se remunerar por outras rubricas, se comprometendo, desde já, que apenas será remunerado pelos serviços prestados no projeto. Informamos que poderão ocorrer alterações quanto aos profissionais envolvidos no projeto, em razão de disponibilidade no período de realização. No entanto, já informamos que os novos profissionais seguirão a temática do projeto e estarão em conformidade com o objetivo proposto. Os beneficiários das passagens aéreas do produto principal são: Júlio Villani que constam da ficha técnica. E na contrapartida social é Júlio Villani e convidado ainda a ser definido. Os deslocamentos serão Paris/São Paulo/ Paris.
O proponente destaca que em anuência ao artigo 30 da IN nº 1/2023, oferecerá como ação formativa cultural, de forma gratuita, encontros presenciais entre o curador da Exposição, o Artista e o público, que mediante a utilização de imagens das obras da exposição e imagens ilustrativas com as mesmas propostas, irá fomentar a discussão a respeito das características arte contemporânea e também tratar dos trabalhos expostos e como se deu a seleção das obras de Júlio Villani, visando a conscientização para a importância da arte e cultura por intermédio do produto cultural do projeto. O objetivo da contrapartida social é oferecer serviço educativo, encontros e oficinas com foco no trabalho do artista Júlio Villani e seus processos criativos ligados ao conteúdo das exposições. Os serviços educativos de monitoria estarão sobre a coordenação da organização Oquecabeaqui? Que é um coletivo de educadores que investigam e promovem arte, cultura e livre brincar. Com a intenção de levar sua ações a diversos lugares da cidade, tornando-as acessíveis a crianças e familias de diferentes camadas socioculturais, inciaram sua atuação em um ateliê móvel – uma kombi cuja rota a levou a instituições culturais, escolas públicas e privadas, feiras e praças em diferentes municípios. A motivação é sempre de sensibilizar olhares para a potência da infância, compartilhar saberes, intercambiar exepriências, cultivar presença de corpo e mente, provocar o olhar de encantamento para as coisas do mundo em pessoas de qualquer idade. A proponente entrará em contato com a Secretaria de Educação Estadual e Municipal para cumprir o quantitativo pretendido a ser alcançado com a ação formativa. Respeitaremos os limites quantitativos máximo de 500 pessoas, bem como ressaltamos que atenderá o percentual de 50% (cinquenta por cento) de estudantes e professores de instituições públicas de ensino, conforme prevista na IN nº1/2023. O respectivo projeto educativo segue abaixo com o seguinte cronograma: Contrapartida social - Projeto educacional Revelando o universo da produção e criação artística Ministrantes: Os Curadores do projeto juntamente com o artista Júlio Villani, contando com a participação de profissionais com renome de mercado e atuação no ramo de produção cultural Esta Atividade Formativa - Contrapartida Social - se propõe a apresentar as diversas formas de criação artística no sentido de incentivar o público a produzir, primeiramente se sentindo apto a se expressão através de diversas linguagens para encontrar a(s) que melhor se adequa(m) à sua realidade. 1 - Aula aberta para alunos das escolas públicas do entorno da Casa de Vidro e da Capela do Morumbi. Operação: 2 aulas com o artista e curadores das exposições, envolvendo até 30 alunos cada a ser realizada nos espaços expositivos. 2 – Encontros mediados por equipe de monitores para alunos das escolas públicas e privadas com estimativa de grupos de 30 alunos, sendo 2 grupos por dia, e três dias por semana e durante oito semanas. Público estimado de até 1.440 estudantes. 3 - Oficina Criativa com professores das escolas públicas do entorno sobre as conexões do artista Júlio Vilani e Lina Bo Bardi. Operação: 2 oficinas de 2h30, cada com até 12 professores cada (24 participantes). 4- Roda de conversa com as costureiras de Paraisópolis que atuaram no projeto da obra textil para a exposição Paraíso na Capela do Morumbi. 5 – Uma roda de conversa aberta aos professores locais (com até 25 participantes) 6 - Cessão de uma imagem (recorte ou todo) de uma das obras de Júlio Vilani em exposição para que possa ser convertida em produto com vendas revertidas para a comunidade de Paraisópolis em tiragem exclusiva e limitada. Aplicação em camisetas ou Ecobag. Na hipótese de medidas protetivas relativas ao coronavírus se estendam ou retornem a ponto de afetar o cumprimento da contrapartida social, desde já, a proponente assegura que as atividades serão realizadas em ambiente on-line ou mediante disponibilização de vídeo em canal de internet aberto a ser definido.
EXPOSIÇÕES Acessibilidade Física: Em conformidade com o Art. 27, inciso II, do Decreto 5761/06, o proponente se compromete a proporcionar acesso garantido aos portadores de necessidades especiais. Os espaços expositivos são amplamente acessíveis, havendo rampa para pessoas com deficiência de mobilidade, elevadores, telefones e banheiros adaptados às necessidades especiais de mobilidade. Da mesma forma, levará em conta todas as normas de segurança indispensáveis para o conforto e a segurança de todos e, principalmente dos portadores de necessidades especiais, nos termos do art. 23da Lei no 10.741, de 1º de outubro de 2003, e portadoras de deficiência, conforme o disposto no art. 46 do Decreto no 3.298, de 20 de dezembro de 1999. Item orçamentário: não se aplica. Acessibilidade de Conteúdo: Para atender às necessidades de acessibilidade comunicacional, seguindo a ABNT NBR 1 5599:2008, adotaremos as seguintes medidas: Deficiente auditivo: A proponente propõe prevê a medida de acessibilidade de interprete de libras para o conteúdo aplicável. Item orçamentário: Interprete de libras Deficiente visual: Haverá disponibilidade de guias que realizarão a audiodescrição além de transmitir todo o contexto das obras e espaço expositivo. Item orçamentário: A proponente contará com a parceria de profissionais de entidades especialistas em audiodescrição, sendo desnecessário item orçamentário específico. Ademais a Exposição contará com recursos visuais que irão explorar a interatividade entre arte e espectador, e terão obras artísticas distribuídas ao longo do espaço expositivo permitindo a participação e interação de todos os públicos. ACESSIBILIDADE PARA PESSOAS QUE APRESENTAM ESPECTROS, SÍNDROMES OU DOENÇAS QUE GEREM LIMITAÇÕES AOS CONTEÚDOS ASSIM COMO PESSOAS QUE DESCONHECEM AS LINGUAGENS OU IDIOMAS DOS CONTEÚDOS: Não haverá impactos para deficientes cognitivos, terão obras artísticas distribuídas ao longo do espaço expositivo permitindo que todos se contemplem com a exposição assim como os textos explicativos em português. Item da planilha orçamentária: Não haverá nenhum gasto no projeto. Os textos explicativos terão padronização e consistência, criados com estrutura lógica, que permita ao usuário encontrar a informação de forma rápida e facilitada, sem a utilização de elementos piscantes, cores com muito brilho, texto em movimento ou outros elementos que possam causar incômodo e sem utilizar fontes decoradas e blocos de texto todo em itálico ou maiúsculo, que possam dificultar a leitura. A proponente reconhece que as pessoas que apresentam espectros, síndromes ou doenças que geram limitações aos conteúdos do projeto são atores sociais, ou seja, sujeitos com capacidade de ação e interpretação sobre suas escolhas e decisões, e ter acesso a arte pode ser um meio de contribuir em sua socialização e na efetivação da aplicação de seus direitos, uma vez que também possuem interesse superior e gozam de absoluta prioridade. Considerando as regras previstas nas normas técnicas de acessibilidade da ABNT, na legislação específica ou no Decreto nº 5.269/2004, a proponente se compromete a fornecer ajuda técnica que permita o acesso às atividades culturais em igualdade de condições com as outras pessoas, ademais aplicando diretrizes sobre o tratamento a ser dispensado a essas pessoas, com objetivo de cobrir e reprimir qualquer tipo de discriminação, bem como as respectivas sanções pelo descumprimento dessas normas. Portanto toda realização do projeto considerará a inexistência de qualquer tipo de obstáculo à essas pessoas para terem acesso aos conteúdos do projeto. Acessibilidade Física: Em conformidade com o Art. 27, inciso II, do Decreto 5761/06, o proponente se compromete a proporcionar acesso garantido aos portadores de necessidades especiais. Os espaços expositivos são amplamente acessíveis, havendo rampa para pessoas com deficiência de mobilidade, elevadores, telefones e banheiros adaptados às necessidades especiais de mobilidade. Da mesma forma, levará em conta todas as normas de segurança indispensáveis para o conforto e a segurança de todos e, principalmente dos portadores de necessidades especiais, nos termos do art. 23da Lei no 10.741, de 1º de outubro de 2003, e portadoras de deficiência, conforme o disposto no art. 46 do Decreto no 3.298, de 20 de dezembro de 1999. Item orçamentário: não se aplica. Acessibilidade de Conteúdo: Para atender às necessidades de acessibilidade comunicacional, seguindo a ABNT NBR 1 5599:2008, adotaremos as seguintes medidas: Deficiente auditivo: A proponente propõe prevê a medida de acessibilidade de interprete de libras para o conteúdo aplicável. Item orçamentário: Interprete de libras Deficiente visual: Haverá disponibilidade de guias que realizarão a audiodescrição além de transmitir todo o contexto das obras e espaço expositivo. Item orçamentário: A proponente contará com a parceria de profissionais de entidades especialistas em audiodescrição, sendo desnecessário item orçamentário específico. Ademais a Exposição contará com recursos visuais que irão explorar a interatividade entre arte e espectador, e terão obras artísticas distribuídas ao longo do espaço expositivo permitindo a participação e interação de todos os públicos. Produto - Contrapartida Social Acessibilidade física: O local em que ocorrerão as atividades educativas e encontros com o artista estará em conformidade com o Art. 27, inciso II, do Decreto 5761/06, o proponente se compromete a proporcionar condições de acessibilidade a pessoas idosas, nos termos do art. 23 da Lei no 10.741, de 1º de outubro de 2003, e portadoras de deficiência, conforme o disposto no art. 46 do Decreto no3.298, de 20 de dezembro de 1999. Item orçamentário: não se aplica. Acessibilidade de Conteúdo: Deficiência auditiva: Para atender às necessidades de acessibilidade comunicacional, seguindo a ABNT NBR 1 5599:2008, serão adotadas as seguintes medidas: a contratação de tradutor de libras como medida de acessibilidade nas palestras. Item orçamentário: Intérprete de libras Deficiência visual: O conteúdo será transmitido oralmente, sendo de total compreensão por deficientes visuais. Item orçamentário: Não se aplica. ACESSIBILIDADE PARA PESSOAS QUE APRESENTAM ESPECTROS, SÍNDROMES OU DOENÇAS QUE GEREM LIMITAÇÕES AOS CONTEÚDOS ASSIM COMO PESSOAS QUE DESCONHECEM AS LINGUAGENS OU IDIOMAS DOS CONTEÚDOS: Os profissionais envolvidos com a atividade estarão capacitados para o atendimento inclusivo comunicacional e sensorial capazes de auxiliar a assimilação e compreensão do conteúdo tratado nas aulas. Item da planilha orçamentária: Não haverá despesas com os profissionais. Os materiais explicativos terão padronização e consistência, criados com estrutura lógica, que permita ao usuário encontrar a informação de forma rápida e facilitada, sem a utilização de elementos piscantes, cores com muito brilho, texto em movimento ou outros elementos que possam causar incômodo e sem utilizar fontes decoradas e blocos de texto todo em itálico ou maiúsculo, que possam dificultar a leitura. A intenção da proponente é a aplicação da lógica da inclusão social das pessoas em situação de vulnerabilidade decorrente de limitação, incluindo as pessoas com comprometimentos psicossociais, com vistas à sustentação das diferenças na comunidade, incentivando e articulando intervenções culturais, com estímulo à realização de novas habilidades e ao convívio social, agregando as mais diferentes pessoas a partir de interesses comuns. Considerando as regras previstas nas normas técnicas de acessibilidade da ABNT, na legislação específica ou no Decreto nº 5.269/2004, a proponente se compromete a fornecer ajuda técnica que permita o acesso às atividades culturais em igualdade de condições com as outras pessoas, ademais aplicando diretrizes sobre o tratamento a ser dispensado a essas pessoas, com objetivo de cobrir e reprimir qualquer tipo de discriminação, bem como as respectivas sanções pelo descumprimento dessas normas. Os ingressos serão acessíveis a toda população. Para garantir o acesso ao produto gerado pela população de baixa renda, será feita a divulgação, por meio de convites impressos, nas escolas, ONGs e projetos sociais do entorno dos espaços culturais onde ela será realizada.
EXPOSIÇÕES: Para atender ao art. 28 da IN nº 01/2023 abaixo será adotada no projeto a seguinte memdida: V - garantir a captação e veiculação de imagens das atividades e de espetáculos por redes públicas de televisão e outros meios de comunicação gratuitos; VI - realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições, mostras e oficinas; Será respeitada a distribuição do produto cultural (ingressos para a exposição) prevista na IN nº 1/2023, Art. 27, a saber: a) mínimo de 20% (vinte por cento) exclusivamente para distribuição gratuita com caráter social, educativo ou formação artística; b) até 10 % (dez por cento) para distribuição gratuita por patrocinadores; c) até 10 % (dez por cento) para distribuição gratuita promocional pelo proponente em ações de divulgação do projeto; d) mínimo de 10% (dez por cento) para comercialização em valores que não ultrapassem o valor do vale cultura.
PROPONENTE: terá como principal atividade a Coordenação Geral do projeto sendo responsável pela gestão do processo decisório e administração. Bertani Arte e cultura Ltda - Roberto Bertani é Bacharel em Desenho Industrial pela Faculdade Armando Álvares Penteado, Especialista em Comunicação pela Escola de Comunicação e Artes da Universidade de São Paulo, Mestre em Artes Visuais pela Universidade Estadual Paulista e Doutor em Ciências Sociais pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo. Atualmente é Diretor Geral na empresa Gabinete de Cultura - RBV3B Comunicação e Eventos Ltda. É Diretor Geral do Museu Belas Artes de São Paulo, foi Diretor Executivo do Instituto de Cultura Contemporânea, Superintendente Geral e Curador Artístico da Fundação José e Paulina Nemirovsky, Diretor Executivo do Instituto de Arte Contemporânea, e Diretor Executivo da Fundação Estudar. É o Coordenador do curso de Pós-Graduação em Arte e Mercado, e do Bacharelado em Artes Visuais do Centro Universitário Belas Artes de São Paulo, Professor Titular da graduação e pós-graduação da Fundação Armando Álvares Penteado. É membro do ICOM - International Council of Museums. O proponente já possui experiência comprovada e conta com outros projetos aprovados e em atividade junto ao Ministério da Cultura. ARTISTA: Julio Villani, artista plástico : nascido em Marilia em 1956, Julio Villani cursou artes plásticas na FAAP, na Watford School of Arts de Londres e na École des Beaux- Arts de Paris. Hoje vive e trabalha em São Paulo e em Paris.Seu duplo percurso se reflete na lista de suas exposições, que se sucedem de um lado e do outro do Atlantico : MAM e Museu Zadkine, Paris ; Pinacoteca e MAM, São Paulo; Museu Reina Sofia, Madri, Fundação Ludwig, Aix-la-Chapelle, Museo del Barrio, New-York.Sua obra, prolixa e multifacetada (pintura, desenhos bordados, video, colagens, assemblages), é construída como uma infinidade de metaformas em torno de temas ligados à deslocação, à instabilidade. Adotando alternativamente a linguagem da geometria ou dos atributos da infância, alimentado por referências históricas, o artista espreita a poesia nos vestígios do cotidiano: objetos usuais e sonho são para Villani o verso e o reverso de uma mesma realidade, como as duas faces de um bordado. CURADORES: - Daniel Rangel - Curador da exposição Museu de tudo na Casa de Vidro : Mestre e Doutorando em Poéticas Visuais da Escola de Comunicações e Artes da USP, graduado em comunicação social em Salvador. Atualmente é curador geral do Museu de Arte Moderna da Bahia (desde junho de 2021), tendo sido curador da mostra O Museu de Dona Lina, homenagem à arquiteta ítalo-brasileira Lina Bo Bardi. Foi diretor-artístico e curador do Instituto de Cultura Contemporânea (ICCo) em São Paulo (2011-16). Foi diretor de Museus do Instituto do Patrimônio Artístico e Cultural da Bahia, da Secretaria de Cultura do Governo do Estado (2008 a 2011) e atuou como assessor de direção do Museu de Arte Moderna da Bahia (MAM-BA) na gestão de Solange Farkas (2007-08). - Roberta Saraiva - Curadora da exposição Paraíso, na Capela do Morumbi : com formação em História pela Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas (FFLCH/USP) e especialização em Museologia pelo Curso de Especialização em Museologia do Museu de Arqueologia e Etnologia da USP, foi Diretoria Técnica do Museu Lasar Segall, de 2004 a 2009. Em 2006, realizou a Curadoria da exposição Calder no Brasil, projeto premiado pela APCA (Associação Paulista dos Críticos de Arte - 1o lugar na categoria “Mostras Internacionais”). Foi também Curadora da exposição Saul Steinberg – As aventuras da Linha, realizada em 2011, no Instituto Moreira Salles, RJ, e na Pinacoteca do Estado de São Paulo. Tornou-se Diretora Executiva da Expomus em 2009, período em que se dedicou a projetos como as exposições internacionais Mayas – revelação de um tempo sem fim (2014), Guerra e Paz, de Portinari (2010-2014), no Brasil e na França, e Impressionismo – Paris e a Modernidade (2012-2013), entre outras. Diretora Administrativa do Comitê Brasileiro do ICOM - Conselho Internacional de Museus, gestão 2018 - 2021. LOCAL DA REALIZAÇÃO DO PROJETO: - Casa de Vidro : considerada um ícone da arquitetura moderna brasileira, a Casa de Vidro foi o primeiro projeto construído pela arquiteta Lina Bo Bardi. Nas salas principais da casa, amplas e abertas, Lina e seu marido Pietro, fundador do MASP, receberam grandes nomes como Max Bill, Steinberg, Gio Ponti, Calder, John Cage, Aldo van Eyck, Glauber Rocha e Gilberto Gil, que encontravam na residência do casal Bardi o cenário ideal para discussões culturais, ideológicas e sociais. Hoje, enquanto sede do Instituto Bardi/Casa de Vidro, continua sendo um espaço ativo e de troca de conhecimento aberto ao público, cumprindo seu papel de perpetuar o pensamento e a obra de Lina Bo Bardi e Pietro Maria Bardi. Renato Anelli, é o curador geral da casa de Vidro: Arquiteto Urbanista (FAU PUCC, 1982), Mestre em História (IFCH UNICAMP, 1990), Doutor em História da Arquite- tura e do Urbanismo (FAU USP, 1995), Livre-Docente em Projeto de Arquitetura e Urbanismo (EESC USP, 2001), Renato Anelli é Professor Doutor de Urbanismo no Programa de Pós-Graduação da FAU Mackenzie e pesquisador do CNPq. Foi professor visitante do Departamento de História da Arte e Arqueologia da Universidade Columbia de Nova Iorque em 2016.Atuou em gestão pública na área de Infraestrutura Urbana como Secretário de Obras, Transportes e Serviços Públicos (2001 a 2004), com ênfase na relação entre preservação ambiental e planejamento urbano. A partir dessa experiência iniciou o projeto de pesquisa e extensão Redes de Infraestrutura como Estratégia Urbanística. Atua no Do.Co.Mo.Mo Brasil desde sua criação em 1992, promovendo estudos e ações de preservação do patrimônio histórico moderno. Foi coordenador do Plano de Gestão e Conservação patrocinado pela Getty Foundation (2015 a 2019) e responsável pela primeira fase do Plano de Restauro. É conselheiro do Conselho de Defesa do Patrimônio Histórico, Artístico e Turístico do Estado de São Paulo desde 2019.Desde 2006 participa pro-bono da gestão do Instituto Lina Bo e P. M. Bardi, na organização e preservação do acervo, arquitetura e jardim da Casa de Vidro. - Capela do Morumbi : na década de 1940, a Cia. Imobiliária Morumby efetivou o loteamento de uma antiga fazenda no Morumbi do qual dazia parte uma edificação em ruínas de taipa de pilão, tida entre outras interpretações ora como tendo sido capela consagrada a São Sebastião dos Escravos, ora como ruínas de um paiol. Visando atrair compradores, a empresa contratou o escritório do arquiteto Gregori Warchavchik (1896 – 1972) para fazer a reconstrução das ruínas. Interpretando-as como remanescentes de uma antiga capela, Warchavchik completou a edificação com alvenaria de tijolos. Convidou a pintora Lúcia Suanê que, em afresco, representou a cena do batismo de Cristo e os anjos com fisionomias de índios, nas paredes do batistério. Fechada até por volta de 1975, quando passou à responsabilidade direta do Departamento do Patrimônio Histórico como bem arquitetônico e cultural, sob os cuidados da recém-criada Secretaria Municipal de Cultura, ela é, desde 199, destinada a exposições de arte contemporânea. COORDENAÇÃO E EQUIPE DO PROJETO DE CONTRAPARTIDA SOCIAL : - Isaac Bezerra – coordenador de implementação de projetos de contrapartida social: a colaboração com a comunidade de Paraisópolis se pretende maior e mais durável do que a realização da obra textil. Neste contexto, e para ajudar a tansformar esta experiência em uma troca perene, o projeto conta com o apoio de Isaac Bezerra, liderança comunitaria e coordenador do G10. Estudante em arquitetura, ele é o fundador da Assessora Comunidades, envolvida em diversos projetos, sobretudo de âmbito urbanístico –como o Cores da Favela (patrocínio Gerdau), que visa revitalizar casas, coméricos e áreas publicas além de gerar empregos e renda por meio de contratação de mão-de-obra da própria comunidade, fomentando o empreendorismo e gerando impacto social. - Camila Prado, costureira - chefe da equipe de realização da obra textil Paraíso : nascida em Vitória da Conquista-BA, moradora da comunidade de Paraisópolis, na Zona Sul de São Paulo, ela participou do ‘Costurando Sonhos’ (projeto social estabelecido no galpão do G10 em Paraisópolis, como uma forma de ajudar mulheres em situações de extrema vulnerabilidade social, muitas delas vítimas de violência doméstica; 250 mulheres de Paraisópolis já foram assim capacitadas em corte e costura pelo SENAI, promovendo seu empoderamento e independência financeira.O grupo hoje produz acessórios e roupas com a marca “Costurando Sonhos Brasil”. O lucro da venda dos produtos e serviços, além de garantir a renda das costureiras, é investido na implantação do projeto em outras comunidades e na transformação da vida de outras mulheres pelo Brasil.) Camila Prado ficou no grupo até o final de 2021, quando decidiu sair para investir em seu negócio.Abriu seu CNPJ como MEI e passou a trabalhar de forma independente em casa. COORDENAÇÃO DE COMUNICAÇÃO: - Carla Nieto Vidal - Coordenação de comunicação : especialista em estratégias e gestão cultural, é consultora dedicada ao desenvolvimento institucional e planejamentos em comuni- cação, captação de recursos e sustentabilidade para projetos, programas e instituições museológicas, da cultura e terceiro setor. Tem colaborado para a formação de novos gestores culturais, ministrando aulas junto aos programas do Observatório do Instituto Itaú Cultural e do MBA em Museologia da ABGC-EXPOMUS Estudou História na PUC – SP e fez diversos cursos de aperfeiçoamento no SESC- SP (Programa de Gestão Cultural), em instituições como o Presencing Institute, o British Council (Programa Transform de Museus), a FGVSP (Planejamento Estratégico), entre outras. ASSESSORIA DE IMPRENSA: - Mercedes Tristão, assessora de imprensa : formada em Comunicação Social, com especialização em Jornalismo Cultural, Mercedes Tristão é sócia-diretora da NAMIDIA, agência de comunicação criada em 2001, especializada nos segmentos de Fotografia, Estilo de Vida, Moda, Música e Viagens. SERVIÇO EDUCATIVO: - Oquecabeaqui?- Educativo : Oquecabeaqui? é um coletivo de educadores que investigam e promovem arte, cultura e livre brincar. Com a intenção de levar sua ações a diversos lugares da cidade, tornando-as acessíveis a crianças e familias de diferentes camadas socioculturais, inciaram sua atuação em um ateliê móvel – uma kombi cuja rota a levou a instituições culturais, escolas públicas e privadas, feiras e praças em diferentes municípios. A motivação é sempre de sensibilizar olhares para a potência da infância, compartilhar saberes, intercambiar exepriências, cultivar presença de corpo e mente, provocar o olhar de encantamento para as coisas do mundo em pessoas de qualquer idade.
Projeto encaminhado para avaliação de resultados.