Nenhum incentivador/fornecedor cadastrado localmente. Click "Carregar via SALIC" para buscar da API ao vivo.
Pretende-se a circulação do Espetáculo: Varadouro. A peça tem duração de 50 min e é resultado de um processo que envolve experiências cênicas: pesquisas, estéticas, saberes e fazeres sobre o teatro e a codificação de ações cotidianas dos "amazônidas": lendas, mitos, contos, sonse fatos históricos. Além da circulação do espetáculo realizaremos Oficinas em Escolas Públicas.
Sobre o espetáculo e seus processos. O espetáculo Varadouro é resultado de uma pesquisa realizada sobre a Oralidade e a Cameloturgia - Uma pesquisa cênica do Porto ao Rio. Foi o nome do projeto em conjunto por dois grupos, selecionado no Programa Rumos Itaú Cultural Teatro/2010. A pesquisa cênica envolveu práticas de criação, de formação e de pesquisa histórica baseada na oralidade e de sistematização de processos dramatúrgicos da cameloturgia - No Porto (menção ao Porto de Santo Antônio do Madeira, no início da Construção da Estrada de Ferro Madeira Mamoré e do surgimento de Porto Velho). Realizando estudo e pesquisa cênica que teve como foco as narrativas e as memórias, buscando na oralidade: as crenças, os costumes e os traços culturais, de diferentes tempos, a partir de fatos históricos e da importância da presença dos trabalhadores de diversas etnias (nacionalidades), no período da construção da Estrada de Ferro Madeira Mamoré, dando um sentido humano e universal, transformando o drama e as ações humanas da realidade social da época em composição de ações poéticas para finalização em um texto inédito para encenação/montagem do espetáculo VARADOURO, para ampliar a produção e a difusão da dramaturgia regional e nacional. O Varadouro foi apresentado no Teatro de Arena do Itaú Cultural, em São Paulo, depois foi selecionado pelo Edital Petrobras para circulação nacional no Maranhão e na Paraíba e fez diversas apresentações em Porto Velho. Achamos importante fazer as apresentações para um grande público. Pois o espetáculo faz uma imersão na história da cidade de Porto Velho e no principal marco do início da construção da história da cidade, a Estrada de Ferro Madeira Mamoré. Traz a tona as narrativas dos trabalhadores de mais de 40 nacionalidades que trabalharam na construção da maior obra da engenharia civil do Brasil da época. “Um Caminho Amazônico...” É um caminho no meio do rio ao longo da floresta, nos trilhos da lendária Estrada de Ferro Madeira Mamoré, são memórias e narrativas de trabalhadores de diferentes nacionalidades. Cada dormente daqueles trilhos representou a morte de um trabalhador.” Já o projeto Caravana Mitos e Lendas a Caminho do Sertão, com o espetáculo Varadouro, foi selecionado pelo Programa Petrobras Distribuidora de Cultura 2013-2014 e teve o patrocínio da Petrobras, através da Lei Rouanet, com apresentações no Maranhão e na Paraíba e fez diversas apresentações em Porto Velho, alcançando grande público. Foi também selecionado durante a pandemia, pela 2ª EDIÇÃO MARY CYANNE - PRÊMIO DE PRODUÇÃO ARTÍSTICO-CULTURAL PARA TRANSMISSÕES AOVIVO/GRAVADAS – LEI ALDIR BLANC. http://agendaportovelho.com/eventos/espetaculo-varadouro-sera-apresentado-virtualmente/ Sinopse No espetáculo “VARADOURO”, o ator vive diversos personagens que conquistaram as terras, os rios, as florestas: o coronel de barranco, os aventureiros, os encantados, fazendo uma reflexão sobre os caminhos do ser humano e seus sentimentos diante da imensidão que transborda do rio e da floresta. Ficha Técnica Elenco: Leo Carnevale Dramaturgia Sonora: Bira Lourenço Preparadora: Zaine Diniz Conceção visual: Édier William Iluminação: Edmar Leite Assessoria de Comunicação/imprensa: Eliane Viana Direção e produção: Chicão Santos Crítica ao espetáculo (apresentação na cidade de São Luís - MA) Na quarta (30), companhias teatrais do Paraná e Rondônia apresentaram seus espetáculos na 8ª Aldeia Sesc Guajajara de Artes. A noite foi de reggae na Praça Nauro Machado. Às 20h, no Casarão Angelus Novus, entrou em cena a Cia. O Imaginário (RO), dos atores Leo Carnevale, Bira Lourenço e Chicão Santos, com o espetáculo “Varadouro”. Enquanto o público vai ocupando os espaços, os dois atores já estão em cena, sentados um diante do outro repetindo um quase-mantra, “a enchente dos rios, a enchente de gente”. O cenário é simples: bacia d’água, instrumentos de percussão, cuias. Tudo servindo de material para a trilha sonora da narrativa. A peça é uma verdadeira epopeia sobre a construção do estado de Rondônia. A pluralidade de pessoas, de diferentes línguas, que chegaram para ocupar o lugar, as diferenças sociais e culturais, a derrubada da floresta e a força da natureza se impondo contra o ser humano. A todo tempo, o texto compara o movimento dos homens com o movimento das águas dos rios. Os objetos em cena reproduzem as sonoridades do cotidiano amazônico adicionando camadas sensoriais à narrativa. “O tempo do rio é como o balançar da rede. A lenha se transforma em cinza. A cinza não se transforma em lenha”. A mensagem que fica é que a vida também segue o movimento do fluxo, não retorna ao que era antes. Fonte: Fonte: Alberto Júnior / ASCOM ALDEIA GUAJAJARA http://www.sescma.com.br/exibirNoticia.php?id=1289
OBJETIVOS GERAIS: Realizar uma circulação nacional, em duas capitais, do Espetáculo: Varadouro, com direção de Chicão Santos. Valorizando e visibilizando os processos de trabalho d`O Imaginário na cena nacional por meio da diversidade e da estética apresentada no espetáculo que proporcionará ao público conteúdo cultural de qualidade. E ainda em consonância com o Art. 2o na execução do PRONAC o projeto tem as seguintes finalidades: V - incentivar a ampliação do acesso da população à fruição e à produção dos bens culturais; (Por meio da disponibilização de apresentações gratuitas) IX - fortalecer e valorizar as artes cênicas, sobretudo por meio de políticas culturais democráticas, acessíveis e inclusivas. (por meio da apresentação de espetáculos produzidos na região norte) OBJETIVOS ESPECÍFICOS A) ESPETÁCULO: * Realizar 06 apresentações, sendo 3 em cada capital, do espetáculo VARADOURO, nas cidades do Rio de Janeiro (RJ) e Belo Horizonte (MG). Público aproximado de 1.200 pessoas; * Realizar 06 debates (pós-apresentações) sobre a pesquisa, montagem, processo de trabalho do coletivo e do espetáculo;
Desde sua criação em 2005 a principal ação do O Imaginário é discutir o teatro, o público e a cidade, assegurando o desenvolvimento de conceitos que caracteriza a nossa ação por um teatro insurgente e pelo acesso do cidadão ao teatro de qualidade como um direito social. Com a realização do projeto em tela, vamos manter vivas as nossas ações de circulação, de trocas, de compartilhamentos, de estudo, de pesquisa, da investigação com outros coletivos, inovando e transgredindo a relação do teatro, mantendo o fortalecimento do fazer teatral no panorama nacional. Em 2010 fomos selecionados pelo Palco Giratório, do SESC, com o espetáculo Filhas da Mata, resultado também da pesquisa sobre a presença feminina na Amazônia, no início do século passado, circulamos por mais de 20 cidades brasileira, 12 Festivais, compartilhando nas experiências com diferentes grupos e pessoas e em 2012 participamos da VII Mostra Latino Americana de teatro de grupos, com foco: a mulher na cena, organizada pela Cooperativa Paulista de Teatro. Já realizamos mais três grandes circulações, em 2007, pelo Prêmio Funarte Petrobras, nos Estados de Rondônia, Acre e Mato Grosso e 2010 uma Jornada pelos Rios da Amazônia, saindo de Porto Velho e finalizando em Manaus. Em 2013, de 13 de Fevereiro a 04 Março realizamos a Caravana denominada Pelos Trilhos de Rondon 100 anos de história, aprovado no Prêmio Myriam Muniz de Teatro 2012, chegando a 17 cidades de dois Estados: Rondônia e Mato Grosso, para um público estimado de 18 mil espectadores. Varadouro fez para da Caravana Mitos e Lendas à caminho do Sertão o projeto foi aprovado pelo Conselho Petrobras Distribuidora de Cultura, em 2013 e sendo realizado nas cidades de São Luís (MA) e João Pessoa (PB), sendo financiado com recursos da Lei Federal de Incentivo, com aprovação de prestação de contas. Além desse breve histórico O Imaginário fez uma trajetória, com outras grandes circulações, ainda pela Petrobras, com o espetáculo As Mulheres do Aluá, nas cidades de Boa Vista (RR) e Macapá (AP). Circulou pelo Sesc Amazônia da Artes em 10 capitais da Amazônia Legal (2016) e depois fez uma circulação Nacional pelo Palco Giratório do SESC, com o espetáculo As Mulheres do Aluá. Realizou uma pesquisa pela Rumos do Instituto Itaú Cultural que resultou no espetáculo A Borracheira (2019). Durante a Pandemia do Covid 19, realizou virtualmente vários projetos, em destaque uma edição do Amazônia Encena na Rua. Já no pós-pandemia voltou ao presencial com a realização de mais uma edição do Amazônia Encena na Rua - Edição especial Pará, realizada em Belém e com uma circulação em 3 cidades do interior: Xinguara, Marabá e Parauapebas. E já está em fase de organização a 14ª edição do Amazônia Encena na Rua, que esse ano vai acontecer em dois estados: Rondônia e Maranhão. Contemplará duas circulações nos dois estados, desta forma democratizando â arte e a cultura. Esse projeto foi aprovado na Lei de Incentivo Federal e já com a captação realizada por duas empresas: VALE E ENERGISA. Por que levar O VARADOURO para a cena nacional? A exceção dos trabalhadores da Estrada de Ferro Madeira Mamoré que vieram de mais de 40 nacionalidades, os nordestinos tem uma presença muito forte na ocupação Amazônica, como a pesquisa para a montagem do espetáculo teve como foco a vinda dos trabalhadores estrangeiros e que também teve fortes influências dos nordestinos, que eram convocados para o trabalho de soldado da borracha, na extração do látex, das seringueiras e que é fundamental mostrar aos brasileiros essa saga. Além de apresentar uma boa qualidade estética, há uma preocupação dramatúrgica, que se completa com o texto, os efeitos e a sonoridade. Portanto, o projeto em tela se enquadra perfeitamente no Art. 1º e 3º da Lei 8313/91. No Art 1º - I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais;II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais;III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; Art. 3º - IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante:a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos; entre outros.
O espetáculo VARADOURO foi apresentado em forma de processo de trabalho, com uma cena, no Teatro Amazônas, durante o Festival de Breves Cenas do Amazonas.
O Varadouro espetáculo Teatral,cuja dramaturgia é de criação própria, com duração de 60 minutos, com classificação livre. Nossa ação se dará da seguinte forma: Primeira ação realizada junto com os parceiros locais será por meio de trocas, vivências, compartilhamentos, uma programação de visitas e conversas retratando nossos espetáculos anteriores, prática de construção da cena do Imaginário que culmina cm os participantes vivenciando esta pesquisa em cena. Na sequência daremos a Oficina o ator criador e a cena do O Imaginário para alunos de escolas públicas de cada cidade previamente inscritos. A ação se consolida com as apresentações do espetáculo Varadouro, fruto deste trabalho de pesquisa continuada. Trabalhando com parceiros locais fortalecemos a importância de cada trabalho, fortalecendo as ações de cada um dos parceiros junto ao público. Organizaremos juntos aos parceiros no "corpo a corpo" com divulgação de flyer direto ao público. Junto as rádios e televisões locais organizaremos participações em programas para falarmos de nossas vivencias e do projeto. Nossa ação se dará da seguinte forma: Primeira ação realizada junto com os parceiros locais será por meio de trocas, vivências, compartilhamentos, uma programação de visitas e conversas retratando nossos espetáculos anteriores, prática de construção da cena do Imaginário que culmina com os participantes vivenciando esta pesquisa em cena. Atividades pedagógicas das oficinas: Oficina o ator criador e a cena do O Imaginário em seu hol de conteúdos, trabalharemos os processos criativos de pesquisas, montagens e dramaturgias, com base nas nossas pesquisas. A atuação será trabalhada conforme a linha de trabalho do grupo, na qual o ator é compositor de suas ações e partituras. As memórias, as lembranças e as narrativas como matrizes dos processos de criação e construção. Já nas sonoridades amazônicas, dos elementos: água, barro e floresta. Das narrativas colhidas da oralidade das comunidades às margens dos rios, sujeitas ao imaginário coletivo e à intervenção humana que introduz os ofícios, os meios de transporte, como barcos e trem, criou-se um contar sonoro concebido com objetos do cotidiano ribeirinho. A oficina baseia-se também no processo de construção e aplicação de elementos sonoros do universo “beradeiro”, um generoso conjunto de elementos naturais de uma floresta com vegetação abundante, cortada por rios e habitada por aves, animais e gente, sons contados através de bio-instrumentos e instrumentos convencionais de percussão que produzem uma ambiência de sons significativa que percorre leito e margens do texto, construindo uma narrativa, uma dramaturgia sonora. Complementando a oficina, será abordada também a gestão do ofício que é a Arte, com o objetivo abordar a criação e desenvolvimento de um projeto cultural desde sua raiz (ideias) até a sua realização. O trabalho será realizado procurando desenvolver as aptidões de cada jovem/artista/produtor orientando-o e capacitando-o em cada passo da construção de um projeto.
APRESENTAÇÕES TEATRAIS. Acessibilidade física: o projeto será realizado em teatros em que haja medidas de acesso a portadores de deficiência motora, cadeirantes e pessoas com mobilidade reduzida. Os espaços irão dispor de rampa e/ou corrimão e/ou elevador para facilitar o acesso, banheiros adaptados, rampa de acesso, lugar reservado na plateia para cadeirantes, estacionamento com vagas reservadas, entre outras ferramentas. Disponibilizaremos monitores para assessorar as pessoas com dificuldade de mobilidade. Acessibilidade de conteúdo PcDs Auditivos: Intérprete de LIBRAS em todas as apresentações. Acessibilidade de conteúdo PcDs Visuais: Visita Tátil guiada aos cenários e figurinos. Acessibilidade de conteúdo PcDs D.I.: Disponibilização de Monitores para acompanhá-los durante as sessões.
Art. 28. Em complemento, o proponente deverá prever a adoção de, pelo menos, uma das seguintes medidas de ampliação do acesso: IV - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino, e de outros eventos referente ao produto principal; NAS APRESENTAÇÕES TEATRAIS. Haverá distribuição gratuita de ingressos, correspondente a 100% da lotação do teatro. Com esta ação pretendemos viabilizar o acesso a uma camada da socieda que tem poucos acessoas para assistir a espetáculos culturais e ainda realizaremos 06 debates (pós-apresentações) sobre a pesquisa, montagem, processo de trabalho do coletivo e do espetáculo;
Gestão do Projeto - Associação Cultural O Imaginário Responsável pela gestão e administração do projeto Flávia Alessa Diniz Galvão Atriz e Palhaça Gestão do Espaço Tapiri (sede), dos projetos do O Imaginário, em especial a XIII Edição do Amazônia Encena na Rua, Edição Especial Belém (PA) e itinerância nas cidades de Xinguara, Parauapebas e Marabá, no interior do Pará. Gestão de projetos de circulação pelo interior do estado de Rondônia e na cidade de Porto Velho. Coordenação de Produção e cogestão do projeto Francisco Santos Lima Registro Profissional: 22296/DRT/RJ e 712/DRT/RO Função: Produtor e Diretor de Teatro. Formação: Especialista em Educação/pós-graduado em gestão comunitária. Ex-Conselheiro/Presidente do Conselho Estadual de Política Pública – CEPC/RO, Ex-Membro do Conselho Nacional de Políticas Publicas – CNPC, pesquisador das artes cênicas e Diretor de audiovisual, dos documentários: guariterêbenguela e Quilombola: veia negras do Guaporé. Membro da Academia Rondoniense de Letras, Artes e Ciência, ocupante da cadeira 19. Chicão Santos, 45 anos na cena lutando por uma biopolítica para as artes cênicas na Amazônia. Fundador do O Imaginário, que atua em Porto Velho, Rondônia e no Brasil Idealizador e proprietário do Espaço Cultural TAPIRI, com um teatro para 100 lugares, com equipamentos profissionais de luz e som, uma biblioteca e várias salas de produção e uma escola livre de teatro. O TAPIRI é um espaço de compartilhamento e trocas de tecnologias do Teatro Popular. - Pesquisador e Diretor do Espetáculo “Filhas da Mata” selecionado pelo projeto Palco Giratório 2010 (SESC-NACIONAL) para a circulação em mais de 20 cidades Brasileiras em 2010 e que trata da temática da presença feminina na Amazônia no início do século passado; Pesquisador e investigador da cena amazônica. Coordenadora de Acessibilidade e Produtora Nome: Zaine Maria Diniz Lima Nome artístico: Zaine Diniz Natural: Fátima do Sul - MS Registro Profissional: 1756/DRT/DF Função: Atriz de Teatro Formação Universitário: Especialista em Educação.habilitação em Supervisão, Professora de Braille, Adaptação de Material para Deficiente Visual e Locutora/gravação de livro falado (acessível) para deficientes visuais. Ledora e transcritora para pessoas com deficiência. Pós graduação em Gestão Escolar - UNIR/RO. PROJETOS: - ITAÚ Cultural – (pesquisadora) – pesquisa “Oralidade e Cameloturgia” intercâmbio cultural com o grupo O Imaginário - RO e Será O Benidito!? - RJ - AMAZÔNIA ENCENA NA RUA I, II, III, IV, V, VI, VII, VIII, IX,X, XI e XII edição – (produtora / atriz) - SEMINÁRIO AMAZÔNICO DE TEATRO DE RUA – (produtora) - NÚCLEO DE ARTES CÊNICAS SESC 2009 – (professora/Atuação) - ESCOLA LIVRE DE TEATRO TAPIRI –(coordenadora pedagógica e professora/Atuação) O IMAGINÁRIO desde 2012 até 2017; - Assistente de direção no espetáculo O LIMPADOR DE PLACAS (Prêmio Arte de Rua) – direção André Garcia – 2011; - Preparação de ator no espetáculo BECKETT – NADA MAIS A DIZER; - Preparação de ator no espetáculo FERROVIA DOS INVISÍVEIS – NARRATIVAS DO OUTRO LADO – direção Chicão Santos 2012; - Preparação de ator e assistente de direção de VARADOURO; - EEEFM ANÍSIO TEIXEIRA – (professora de teatro) 2011 - Efeitos sonoros de VARADOURO no Festival Breves Cenas – Manaus AM 2013; - CARAVANA NAS TRILHAS DE RONDON – 100 ANOS DE HISTÓRIA (produtora) 2013; - Projeto Banzeirando – caravana sobre as águas 2011 (produtora); - Inauguração do Teatro Palácio das Artes – Porto Velho RO com AS MULHERES DO ALUÁ - Atriz - MOSTRA TAPIRI E OUTROS PROJETOS VIRTUAIS – Apresentadora e Mediadora 2021 - A BORRACHEIRA PROCESSO – Preparação de elenco, figurino e atriz - FILME “O MEDO DAS ÁRVORES” de Édier Willian – Atriz - LIVE AVOAR – encontro de elenco Raízes do Porto 2020 – Atriz/entrevista - FERA FESTIVAL ESTUDANTIL RONDONIENSE DE ARTE 2016, 2017 e 2018 – Júri - A BORRACHEIRA – virtual 2021 – Atriz - MULHERES DAS ARTES CÊNICAS DO NORTE – CONEXÃO NORTE – 2020 - Live/entrevistada por Fabiano Barros - PAN – POTÊNCIAS DAS ARTES DO NORTE – virtual – A Borracheira - Atriz - FESTIVAL DE TEATRO Palco Perebas – virtual – A Borracheira / Atriz - FESTIVAL RONDONIANA DE ARTES – Apresentadora e mediadora 2021 - ÁUDIO DESCRIÇÃO VÍDEOS – Áudio descritora / roteiro e locutora 2021 - Amazônia Encena - Festival de cinema RO - ÁUDIOBOOK – 9 MINUTOS, Édier Willian - Locutora 2021 - ÁUDIOBOOK – HORIZONTE, Édier Willian – Locutora 2021 Atuação - Ator - Leo Carnevale Leo Carnevale nasceu em Petrópolis e foi criado no Rio de Janeiro. É ator, diretor, palhaço, mágico e produtor cultural. Inicia na carreira em 1987. Vem atuando na área artística a mais de 36 anos. Em 1997 ganha o prêmio de melhor espetáculo “Uma das de Pedro Malazrte. Festival de Ponta Grossa - FENATA. Em 1999 começa a investigar o palhaço e a comicidade popular. Vem apurando o trabalho cênico com vários mestres da arte cômica. No ano de 2002 cria o projeto “Saídas de Palhaço” e durante 02 anos performa pelo bairro da Gloria, R.J. Em 2005 monta o espetáculo solo “Pulitrica”, fruto de sua experiência e da pesquisa da arte mágica. Em 2007 cria o projeto Boa Praça de ocupação de espaços públicos Prêmio Mirian Muniz e Prêmio FUNARTE de Festivais. Ganha os prêmios de Melhor ator, espetáculo de Rua Juri oficial e Juri popular no III Festival de Afonso Claudio, ES. Em 2010, participa do projeto Banzeirando, uma viagem pelos rios Madeira e Amazonas durante o mês de novembro/dezembro de 2010, com o espetáculo Pulitrica. Em 2011 monta a partir da viagem pelo Madeira o espetáculo Varadouro, pesquisa sobre a constituição do homem da região amazônica. Varadouro faz turnê pelo Nordeste pela BR-Distribuidora em 2013. É membro do Conselho de Administração do CBTIJ desde 2005. Na atual gestão (2021/2023) é Tesoureiro. BIRA LOURENÇO PELAS ONDAS SONORAS Músico - Percussionista, pesquisador e manipulador de sons amazônida nascido em Porto Velho RO, licenciado em Música UFRGS, pesquisador e manipulador de sons desde 1986. Percussionista nascido em Porto Velho-RO, licenciado em Música pela UFRGS – Universidade Federal do Rio Grande do Sul, atua como professor de percussão em projetos educacionais direcionados a alunos de escolas públicas, portadores de necessidade educacionais especiais, formação professores e ressocialização de apenados e egressos do sistema penal. Tem participações em vários registros fonográficos de compositores locais, ressaltando o Cd “Cordas e Barros” de Ceiça Farias, onde desenvolveu uma pesquisa de sonoridades em instrumentos e objetos de barro. Já desenvolveu vários trabalhos associados ao Teatro, em pesquisa e criação de dramaturgia sonora, como “Filhas da Mata” (selecionado pelo Projeto Palco Giratório/2010) e “Varadouro” (Rumos Itaú Cultural/2011); Desenvolveu um projeto de pesquisa sonora que resultou no show “Conceito”. Dedica-se a pesquisar as possibilidades sonoras com a água, instrumentos de barro e objetos que já resultaram no espetáculo SONS DE BEIRA, cujo álbum homônimo está disponível em todas as plataformas digitais, o qual já circulou pela Amazônia brasileira pelo Projeto SESC AMAZÔNIA DAS ARTES e representando a Região Norte na 1ª MOSTRA DE MÚSICA DA ESCOLA SESC DO RIO DE JANEIRO. Na perspectiva das pesquisas sonoras, realizou oficinas para o Projeto AMAZÔNIA DAS PALAVRAS em comunidades beradeiras no percurso pelos rios Amazonas e Madeira em 2019 e pelo RUMOS ITAÚ CULTURAL em 2021.. Foi selecionado para o Festival Internacional de Percussão, o LALATA, no palco do Candyall Guetho Square, com o espetáculo: Sons de beira e que reuniu a nata da percussiva mundial, nos dias 23, 24 e 25 de setembro, posicionando, mais uma vez, a capital baiana como centro de produção, difusão e intercâmbio dessa arte, contemplando três estilos de percussão contemporânea: de Rua, de Efeito e Eletrônica.
PROJETO ARQUIVADO.