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RESUMO DO PROJETO - A FARSA DE JEAN PATHELIN é um projeto de montagem de um espetáculo teatral do gênero comédia com mais de 600 anos de criação, no estilo de farsa medieval, remontando aos costumes e personagens do final da Idade Média. A peça teatral, de autor desconhecido, chegou-nos até os dias de hoje graças à tradição oral e retrata as peripécias, as armações e as falcatruas de Mestre Pathelin, um finório espertalhão que tudo fazia para se dar bem em suas empreitadas para chegar a ser um membro da corte francesa como conselheiro do rei.
SINOPSE DO ESPETÁCULO TEATRAL "A FARSA DE JEAN PATHELIN" Farsa Medieval em 1 Ato Adaptação Livre de João Angelo Guimarães Personagens MENDIGO DE PARIS JEAN PATHELIN - Espertalhão finório CHARLOTTE - Mulher de Jean Pathelin MARIE - Vendedora de frutas MESTRE ABDUL - Mercador Otomano PIERRE - Pastor das ovelhas de Abdul CHARLES - Burgomestre EULINE - Mulher do Burgomestre O espetáculo começa com a narração do mendigo abrindo a cena esmolando, narrando a época e apresentando Jean Pathelin, um atraente mancebo de ascendência desconhecida, figura rapace, sagaz, finório que vai ao Mercado de Paris para fazer sua frugal refeição matinal e desviando de seus credores que não são poucos. Encontrando Marie, a romântica e ingênua vendedora de frutas de quem surrupia o cesto repleto de frutas, prometendo um amor imorredouro e um vestido belíssimo. Para cumprir a promessa tira do mercador otomano Abdul uma peça de seda, prometendo-lhe o pagamento em ouro em sua casa onde servirá um pato com laranja e um copioso vinho da melhor safra. Contrariado o mercador aceita e quando sai aparece Pierre, o pastor de ovelhas procurando Jean Pathelin para pedir-lhe a intercessão junto ao Burgomestre para aliviar-lhe a pena por ter roubado, matado, tirado as peles e as carnes para venda de alguns carneiros do mercador Abdul. Jean Pathelin negaceia, objetando a defesa dizendo que o pastor não tem condições de pagar aos oficiais a quantia de suborno necessária para livrá-lo do pelourinho. Pierre diz que tem como pagar, pois, ainda tem em sua posse algumas peles e o ouro, resultado da venda das carnes. Mais do que depressa Jean Pathelin aceita a causa com vistas a dilapidar o ignorante pastor e passa a tramar o plano de sua absolvição. Quando na hora do almoço Abdul vai à casa de Jean Pathelin receber a paga pelo tecido encontra Charlotte, a sensual mulher do espertalhão, que indaga a Abdul da impossibilidade de seu marido ter estado com ele, pois está há mais de 3 meses de cama acometido de uma doença debilitante. Não acreditando Abdul nervosamente explica a evolução do negócio feito e a promessa do almoço de um pato com laranja e vinho. Charlotte pede a Abdul que não fale alto, pois pode acordar o doente Jean Pathelin e causar um incômodo maior ainda. Impaciente o mercador Abdul, às raias de um colapso, tenta de todas as maneiras receber a paga do tecido de seda, exigindo a presença de Jean Pathelin. Ele então aprece totalmente transfigurado, esquálido, esquizoide, a falar várias línguas e a ter alucinações, correndo atrás do mercador Abdul em perseguição furiosa, quando se deita no chão e anuncia sua morte em latim. Com o desespero de Charlotte que chora esganiçadamente o mercador Abdul retira-se, certo de que foi o demônio quem o provou no mercado. Com a saída do mercador, o casal comemora urdindo novo plano agora para conseguir a absolvição do pastor e aliviá-lo do seu ouro. Com vistas a isso, Jean Pathelin encontra-se com Euline, a fogosa e insaciável mulher do burgomestre na Tribuna de Paris, que incansavelmente tenta seduzir Jean Pathelin, e jeitosamente durante toda a conversa declina do convite com medo de falhar com a matrona, elogiando as qualidades do burgomestre, seu marido. Euline passa a reclamar do seu gordo marido que não faz outra coisa senão comer o dia inteiro. Jean oferta-lhe então o tecido de seda como um souvenir para que seja confeccionado um vestido para usá-lo perante o Rei. Euline, esfuziante, experimenta o tecido junto ao corpo, tecendo comentários sobre como ficará bonita aos olhos da Corte. Pensando em outra coisa que não um encontro sentimental com Jean Pathelin, Euline diz-lhe para pedir o que quiser que será atendido, quando então pede a intercessão dela junto ao burgomestre para inocentar Pierre. Contrariada mais uma vez ela então assente quando chega Charles, o burgomestre para a sessão do julgamento. Enfastiado com a bajulação de Jean Pathelin, que representará o pastor Pierre, este que chega logo depois. Charles impacientemente indaga do mercador Abdul que não está presente para o início dos trabalhos. Esbaforido Abdul então chega e qual não é sua surpresa quando vê Jean Pathelin ali na sua frente normal e ainda defendendo o pastor ladrão de suas ovelhas. Irritado com a atitude inconveniente do mercador Abdul, Charles ordena que comece a peroração sob pena de encerrar a questão. Abdul então fala misturando o roubo das ovelhas com o tecido, o pagamento em ouro, o pato com laranja e o vinho, deixando ainda mais irritado o burgomestre que nada entende sobre o fato. Espertamente, Euline pede ao marido que seja ouvida a versão do pastor, no que Charles o burgomestre procede ao interrogatório de Pierre. Como resposta às perguntas do burgomestre Pierre apenas bale como uma ovelha, causando nos circunstantes estranheza. Jean Pathelin incrimina o mercador Abdul por maus tratos ao infeliz pastor que perdeu a consciência de si mesmo e não sabe fazer outra coisa a não agir como um animal. Charles resolve então inocentar Pierre declarando-o insano e incapaz, não podendo responder por seus atos e encerrando a sessão retira-se com Euline para as refeições da noite, perseguido pelo mercador Abdul que implora a reconsideração. Jean Pathelin contente com mais uma vitória cobra do pastor Pierre o ouro e as peles quando então tem por resposta o balir de uma ovelha. Depois de insistentemente dizer que a farsa acabou e que o pastor pode voltar ao normal, no que como resposta só tem os balidos, percebe que seu truque se voltou contra ele mesmo e sai no encalço do burgomestre, prometendo ao pastor a vingança contra o bem urdido golpe de Pierre. O espetáculo termina com a fala final do mendigo que cruza a cena esmolando uma ajuda.
OBJETIVO GERAL Qual o principal resultado que o projeto pretende alcançar? Fazer uma temporada de dez apresentações do espetáculo teatral A Farsa de Jean Pathelin na Região Metropolitana do Vale do Paraíba, Serra da Mantiqueira e Litoral Norte, nas cidades de Taubaté e São José dos Campos. A região tem um movimento teatral insuficiente e deficiente, com poucas oportunidades do público em geral de assistir espetáculos de teatro, em função de não haver incentivo local público e privado de investir na formação de grupos de teatro e de locais próprios para a prática teatral. O público na maioria das vezes só tem acesso a espetáculos vindos da capital e que notoriamente são shows de stand-ups, que invariavelmente tem os ingressos sendo vendidos a partir dos R$70,00 (setenta reais) em promoções, sendo que o preço normal do ingresso inteiro ultrapassa a casa dos R$100,00 (cem reais), preço proibitivo para a maioria da população local por conta dos baixos salários pagos na região. A proposta pretende facultar ao público a apresentação de um espetáculo profissional com metade dos ingressos distribuidos gratuitamente e o preço do ingresso inteiro em R$40,00 (quarenta reais). Para que realizar o projeto? Artisticamente falando, a proposta pretende nesta produção teatral resgatar o ambiente, os modos e as práticas no ano de 1413, em que Jean Pathelin envolve-se com uma vendedora de frutas, um mercador otomano, um pastor de ovelhas e o burgomestre, numa sequência hilariante de confusões e enganações por parte do mestre da burlação e do escamoteamento. Os personagens que participam da trama são um mendigo, Jean Pathelin, Marie, a romântica vendedora de frutas, Abdul, o rico mercador otomano, Pierre, o ignorante pastor de ovelhas, Charlotte, a esposa sensual de Jean Pathelin, Euline, a fogosa esposa do burgomestre e Charles, o gordo burgomestre glutão de Paris. Uma comédia farsesca em estilo medieval que além de divertir o público presente ainda vai oferecer o conhecimento histórico do teatro e sua arte, notadamente para o público jovem do ensino fundamental e médio. OBJETIVO ESPECÍFICO A) Produto - ESPETÁCULO DE ARTES CÊNICAS: realizar uma temporada de 8 apresentações, sendo uma sessão a cada semana na cidade de Taubaté no Teatro Metrópole, e outras 2 apresentações na cidade de São José dos Campos no Teatro MUnicipal, da mesma maneira uma sessão por semana, perfazendo uma temporada completa de 10 apresentações no período de 2 meses corridos. E) CONTRAPARTIDA SOCIAL: realizar o ensaio geral do espetáculo aberto gratuitamente ao público, com a presença de 100 convidados.realizar um Workshop de Prática Teatral que ensinará as técnicas básicas de interpretação cênica, dramaturgia, maquinaria teatral e produção teatral, num total de 60 horas no período da manhã e tarde, nas 10 apresentações do espetáculo nas cidades de Taubaté e São José dos Campos com acesso gratuito para cerca de 800 interessados nos dias de apresentação do espetáculo, cumprindo o que dispões a Lei nº 8.313/91 e a Instrução Normativa nº 1 de 10/04/2023.
JUSTIFICATIVA DO PROJETO O intuito do projeto é o de resgatar o estilo teatral da Farsa, o primeiro movimento teatral oriundo das camadas mais pobres da população europeia na Idade Média. A Igreja Católica havia proibido toda e qualquer manifestação teatral clássica e popular, sendo passível a condenação à morte pela fogueira ou à prisão perpétua por heresia. O estilo farsesco era uma maneira de fazer a crítica social, a partir do próprio "modus vivendi" do povo. Outra famosa iniciativa da época que chegou até nós foi a "Farsa do Fazedor de Sabão", que tal qual a "Farsa de Mestre Pathelin", era apresentada em locais livres como feiras e entrepostos comerciais da Europa. Na França o estilo farsesco seria aprimorado por Jean-Baptiste Poquelin, mais conhecido como Molière, que com sua trupe de atores deu forma a outros personagens, provavelmente baseando-se em Mestre Pathelin, nas comédias "Tartufo", "As Malandragens de Escapino", "Escola de Mulheres" e outros espetáculos que satirizavam a sociedade francesa do século 17. O projeto tem como escopo principal, de acordo com o Art. 1º da Lei 8313/91, incisos "I", "II", "III", "IV", e "VIII", o fomento da difusão cultural através do Teatro na Região Metropolitana do Vale do Paraíba, Serra da Mantiqueira e Litoral Norte do Estado de São Paulo, procurando dar cumprimento ao Art. 3º da Lei 8313/91, no seu inciso "II", alínea "c", e inciso "IV", alínea "a", e ao que dispõe a Instrução Normativa nº 1 de 10/04/2023, em seu Art. 30, $2º, Inciso "II". A saber: Lei nº 8.313/91 Art. 1° Fica instituído o Programa Nacional de Apoio à Cultura (Pronac), com a finalidade de captar e canalizar recursos para o setor de modo a:I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais;II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais;III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores;IV - proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional;VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória. Art. 3° Para cumprimento das finalidades expressas no art. 1° desta lei, os projetos culturais em cujo favor serão captados e canalizados os recursos do Pronac atenderão, pelo menos, um dos seguintes objetivos:II - fomento à produção cultural e artística, mediante:c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore.IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante:a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos. Instrução Normativa nº 1 de 10/04/2023 Art. 30. As propostas culturais com comercialização de ingressos ou produtos culturais deverão apresentar ações formativas culturais obrigatórias, adicionais às atividades previstas, em território nacional, preenchendo o produto cultural secundário Contrapartidas Sociais no Plano de Distribuição, com rubricas detalhadas na Planilha Orçamentária. § 2º As ações formativas culturais destinam-se aos estudantes e professores de instituições públicas de ensino, que não se confundem com as medidas de ampliação do acesso contidas no inciso VI do art. 28, podendo abranger uma das seguintes ações: II - oferecer ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições, mostras e oficinas.
Cumprindo o que dispões a Lei nº 8.313/91 e a Instrução Normativa nº 1 de 10/04/2023, das contrapartidas sociais, será realizado o "Workshop de Prática Teatral", no período da manhã e tarde, nos dias de apresentação do espetáculo teatral "A Farsa de Jean Pathelin", com acesso gratuito para cerca de 800 interessados em participar dos trabalhos, que ensinará as técnicas básicas de interpretação cênica, dramaturgia, maquinaria teatral e produção teatral, num total de 60 horas nas 10 apresentações do espetáculo nas cidades de Taubaté e São José dos Campos. PROGRAMAÇÃO DO EVENTO DATA - Em Taubaté - 8 de junho - 15 de junho - 22 de junho - 29 de junho - 6 de julho - 13 de julho - 20 de julho - 27 de julho - Em São José dos Campos - 3 de agosto - 10 de agosto HORÁRIO DO EVENTO Das 9 às 12 horas, e das 14 às 17 horas PROGRAMA DE CURSO - Interpretação cênica - análise do movimento psicológico, introspecção e extroversão, influência da personalidade no gestual, construção física e psicológica de personagens cênicos, relação simbiótica pessoa/ator/personagem, controle emocional, intenção emocional, impulso direcional, reação progressiva emocional. - Dicção e empostaçäo de voz - compreensão fonética e morfológica, articulação labial, falsete e registros vocais diversos, respiração diafragmática, padrão da voz teatral. - Dramaturgia - exegese da estrutura dramatúrgica, tema, trama psicológica, picos de emoção. - Maquinaria teatral - iluminação cromática do espaço cênico, sonoplastia e trilha sonora, cenografia e elementos de composição do espaço cênico. - Administração teatral - estrutura de uma companhia teatral, dispositivos jurídicos, direitos autorais, planejamento da produção. - Jogos cênicos - exercícios psicológicos, laboratórios cênicos, construção de personagens, criação da temática, improvisação cênica. - Montagem de espetáculos cênicos - constituição da equipe de produção, seleção do elenco, caracterização da produção profissional.
ESPECIFICAÇÕES TÉCNICAS Para a montagem do espetáculo "A FARSA DE JEAN PATHELIN" serão confeccionados os figurinos da época da Idade Média, recriados nos mínimos detalhes com o uso dos acessórios como perucas, sapatos, cintos e materiais de cena atrelados a cada personagem. Para o cenário será construído a estrutura de um pórtico em metalon e display tipo "night and day" em lona com a altura de 3 metros e o comprimento de 8 metros, onde um telão pintado rotativo de 4 metros de comprimento por 2,50 metros de altura mostrará em ordem de aparição o Mercado de Paris, a frente da casa de Jean Pathelin e a Tribuna de Paris onde o burgomestre dá seus expedientes e julga os casos.
ACESSIBILIDADE AO PROJETO PRODUTO: ESPETÁCULO DE ARTES CÊNICAS:ACESSIBILIDADE NO ASPECTO ARQUITETÔNICO:Os locais pretendidos de apresentação do espetáculo “A FARSA DE JEAN PATHELIN”, em Taubaté o Teatro Metrópole, e em São José dos Campos o Teatro Municipal, dispõem de acessibilidade para pessoas com deficiência (PCD), de acordo com o disposto na legislação municipal de cada cidade. Os ambientes tem rampa de acesso para cadeirantes, piso podo tátil para deficientes visuais, instalações sanitárias adaptadas para uso de PCDs, poltronas e cadeiras dimensionadas para as pessoas em situação de sobrepeso, iluminação indicatória de fluxo e circulação, sistema de informações sonoras e receptivo presencial nos foyers das salas de teatro. O sistema de transporte público coletivo dessas cidades também dispõe em seus veículos de mecanismo de acessibilidade para cadeirantes, com rotas que passam pelas imediações das salas de teatro. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES VISUAIS: as duas primeiras fileiras de cada sala de teatro, o Teatro Metrópole de Taubaté, e o Teatro Municipal de São José dos Campos serão reservadas para os deficientes visuais, os deficientes auditivos e os deficientes intelectuais. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES AUDITIVOS: as duas primeiras fileiras de cada sala de teatro, o Teatro Metrópole de Taubaté, e o Teatro Municipal de São José dos Campos serão reservadas para os deficientes visuais, os deficientes auditivos e os deficientes intelectuais, contando ainda com um profissional da linguagem de libras no proscênio do palco para traduzir em linguagem de sinais as falas dos personagens durante o espetáculo. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES INTELECTUAIS: as duas primeiras fileiras de cada sala de teatro, o Teatro Metrópole de Taubaté, e o Teatro Municipal de São José dos Campos serão reservadas para os deficientes visuais, os deficientes auditivos e os deficientes intelectuais. PRODUTO: CONTRAPARTIDA SOCIALACESSIBILIDADE NO ASPECTO ARQUITETÔNICO:Os locais pretendidos para a realização do Workshop de Prática Teatral, em Taubaté o Teatro Metrópole, e em São José dos Campos o Teatro Municipal, dispõem de acessibilidade para pessoas com deficiência (PCD), de acordo com o disposto na legislação municipal de cada cidade. Os ambientes tem rampa de acesso para cadeirantes, piso podo tátil para deficientes visuais, instalações sanitárias adaptadas para uso de PCDs, poltronas e cadeiras dimensionadas para as pessoas em situação de sobrepeso, iluminação indicatória de fluxo e circulação, sistema de informações sonoras e receptivo presencial nos foyers das salas de teatro. O sistema de transporte público coletivo dessas cidades também dispõe em seus veículos de mecanismo de acessibilidade para cadeirantes, com rotas que passam pelas imediações das salas de teatro. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES VISUAIS: as duas primeiras fileiras de cada sala de teatro, o Teatro Metrópole de Taubaté, e o Teatro Municipal de São José dos Campos serão reservadas para os deficientes visuais, os deficientes auditivos e os deficientes intelectuais. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES AUDITIVOS: as duas primeiras fileiras de cada sala de teatro, o Teatro Metrópole de Taubaté, e o Teatro Municipal de São José dos Campos serão reservadas para os deficientes visuais, os deficientes auditivos e os deficientes intelectuais, contando ainda com um profissional da linguagem de libras no proscênio do palco para traduzir em linguagem de sinais as falas dos personagens durante o espetáculo. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES INTELECTUAIS: as duas primeiras fileiras de cada sala de teatro, o Teatro Metrópole de Taubaté, e o Teatro Municipal de São José dos Campos serão reservadas para os deficientes visuais, os deficientes auditivos e os deficientes intelectuais.
DEMOCRATIZAÇÃO DO ACESSO É um espetáculo teatral para todos os públicos, com alcance para até 6.670 espectadores em 10 apresentações em Taubaté e São José dos Campos. A metade dos ingressos será distribuída gratuitamente em escolas públicas e comunidades de bairros, sendo que a outra parte será vendida a preços populares de R$40,00 o ingresso. Em Taubaté, 283 ingressos gratuitos por sessão serão entregues à direção de dez escolas públicas dos bairros periféricos, distantes do centro da cidade em pelo menos 3 quilômetros, para serem distribuídos aos alunos do ensino fundamental e médio. Serão disponibilizados um total de 2.825 ingressos gratuitos para as oito sessões de apresentação do espetáculo em Taubaté. Da mesma forma a distribuição de 255 ingressos gratuitos por sessão será também entregue à direção das dez escolas públicas mais afastadas do centro da cidade, que fará a distribuição entre os alunos do ensino fundamental e médio. Desta feita, estarão disponíveis 510 ingressos para as duas sessões que serão realizadas do espetáculo “A FARSA DE JEAN PATHELIN” em São José dos Campos. A iniciativa está de acordo com o que dispõe a Instrução Normativa nº 1 de 10/04/2023: Art. 28. Em complemento, o proponente deverá prever a adoção de, pelo menos, uma das seguintes medidas de ampliação do acesso:I - doar 10% (dez por cento) dos produtos resultantes da execução do projeto para distribuição gratuita com caráter social, além do previsto inciso II do art. 27, totalizando 20% (vinte por cento); CONTRAPARTIDAS SOCIAIS Nos dias de apresentação do espetáculo "A FARSA DE JEAN PATHELIN" será realizado o "Workshop de Prática Teatral", no período da manhã e tarde, com acesso gratuito para cerca de 800 interessados em participar dos trabalhos, que ensinará as técnicas básicas de interpretação cênica, dramaturgia, maquinaria teatral e produção teatral, num total de 60 horas nas 10 apresentações do espetáculo nas cidades de Taubaté e São José dos Campos. A iniciativa está de acordo com o que dispõe a Instrução Normativa nº 1 de 10/04/2023: Art. 28. Em complemento, o proponente deverá prever a adoção de, pelo menos, uma das seguintes medidas de ampliação do acesso:VI - realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições, mostras e oficinas.
FICHA TÉCNICA O elenco e a equipe técnica serão selecionados no início do projeto em 1 de abril de 2024, através de convocação pela imprensa e mídias sociais, com a realização de testes classificatórios e entrevistas para o preenchimento do cast e dos profissionais que operam nos bastidores. PROPONENTEJOÃO ANGELO GUIMARÃES- Autor do espetáculo "A FARSA DE JEAN PATHELIN"- Diretor Artístico e encenador do espetáculo "A FARSA DE JEAN PATHELIN"- Diretor de produção executiva do espetáculo "A FARSA DE JEAN PATHELIN" PORTFÓLIO ARTÍSTICOJOÃO ANGELO GUIMARÃES - 64 ANOSNATURAL DE SÃO PAULO CAPITALDIRETOR, AUTOR, ATOR, ROTEIRISTA, PRODUTOR DE TEATRO, CINEMA E TELEVISÃODIRETOR DE TEATRO E PREPARADOR DE ATORES E ATRIZES - MTb Nº 7.186ARTICULISTA JORNALÍSTICO E JORNALISTA - MTb Nº 41.71846 ANOS DE CARREIRA ARTÍSTICA EM 2023 Resumo da experiência profissional: Mudou-se de São Paulo para Taubaté em 1973 e começou as primeiras atividades teatrais no Colégio Estadão no ensino médio. Em 1977 ingressa no Teatro Amador no Grupo Teatral Aquarius como ator. Participa de Festivais Regionais e Nacionais recebendo troféus de melhor ator da peça e indicações de melhor ator do festival. Passa a trabalhar como técnico profissional de som, luz, cenário, arte e diretor e assistente de diretor em companhias de Teatro da região e da capital em montagem de espetáculos teatrais. Autor de mais de 10 peças teatrais, sendo que algumas delas foram montadas e apresentadas recentemente nos Teatros da região do Vale do Paraíba. Trabalhou em Produtoras de TV de São Paulo e de Taubaté. Produziu em Taubaté dois programas da TV Band Vale, Vale Sertanejo e Programa Walter Amaral. Ministrou de 1 a 4 cursos ao ano de produção de Teatro, Cinema e Televisão desde 1981 em Taubaté, Pindamonhangaba, São José dos Campos, Campos do Jordão, Itajubá e São João Del Rei. Fundou o curso de teatro em 1983 na Escola Fêgo Camargo de Taubaté e em 1987 na mesma escola ajudou a criar o curso regulamentar profissionalizante de formação técnica de ator e atriz. Foi coordenador de atividades teatrais da Prefeitura de 1989 a 1992. Exerceu o cargo de gerente da Área de Cultura da Prefeitura de 2001 a 2005. Em 1998 criou o Núcleo do Teatro de Brecht na Associação dos Empregados no Comércio de Taubaté, com cursos de formação de atores, autores, técnicos de som, luz, cenário e arte, e a partir de 2001 na Prefeitura de Taubaté. Desde o início do Núcleo foram mais de 25 cursos de produção de Teatro, Cinema e Televisão com mais de 6.000 inscritos e mais de 150 atores e técnicos formados no período. Criou a Mostra Teatral de Sketches em Taubaté com três edições de 1989 a 1991 e duas edições em 2002 e 2003, com participação de mais de 40 grupos da região. Criou os Episódios Teatrais, evento apresentado todos os meses inicialmente no Teatro Metrópole de Taubaté, onde desde 2002 foram apresentados cerca de 30 espetáculos, escritos, montados e produzidos pelo Núcleo do Teatro de Brecht. O evento quebrou todos os recordes de público do Teatro local, superlotando as dependências do Teatro Metrópole com mais de 560 pessoas por sessão em várias oportunidades com os espetáculos, O Pierrot Nordestino, O Julgamento de Um Estado, Como Vencer Na Vida Sem Fazer Força, Quem Ama Não Casa, 5 Picaretas e 1 Funeral, Anatomia de Um Chifre e outros. O Núcleo do Teatro de Brecht participou do Teatro Vanguarda em 2004, promovido pela TV Vanguarda, afiliada da Rede Globo no Vale do Paraíba, fazendo mais de 15 apresentações pelo Vale do Paraíba, Litoral Norte e Serra da Mantiqueira com o espetáculo Quem Ama Não Casa. Foi diretor e ator do espetáculo que quebrou todos os recordes do evento, com um público de mais de 7.000 pessoas, sendo considerado o melhor espetáculo entre os 14 participantes. Na função de jornalista trabalhou como articulista e diagramador dos jornais locais da região, Jornal de Taubaté, Revista Vale, Vale Opinião, Jornal SOS Bairros e publicou dois jornais – Outro Lado e Jornal do Brecht – com circulação dirigida a Taubaté e região. Em 1992, 1993, 1999 e 2011 junto com a Prefeitura de Taubaté, SESC, SENAC e TV Cidade – Net Cabo produziu cursos de produção de vídeo, cinema e televisão e oficinas de roteiro para iniciantes, incentivando a formação de video-makers e técnicos de produção cinematográfica. De 2010 a 2012 foi produtor e apresentador do programa Das Vilas e dos Bairros, um talk-show com debates, entrevistas e atrações artísticas na TV Cidade, canal 99 da Net Cabo. De 2013 a 2014 foi assessor parlamentar para assuntos de Mídias Sociais, Marketing e Jornalismo na Câmara Municipal de Taubaté. De 2014 a 2016 foi Assessor de Informática, Mídias Sociais, Marketing e Jornalismo no Sindicato do Comércio Varejista de Taubaté e Região Metropolitana do Vale do Paraíba. De 2016 a 2017 criou o Teatro do Comerciário e o Curso de Prática Teatral no Sincovat - Sindicato do Comércio Varejista de Taubaté, com a criação e apresentação da Companhia Noname de Teatro em Taubaté, com o espetáculo “A Culpa é do Padre” - de João Bethencourt. De 2020 a 2021 escreveu o roteiro, gravou e editou o documentário jornalístico em vídeo com 7 episódios - Félix Guisard - das mãos da terra às mãos da graxa, da produtora Taubaté Filmes, com link no You Tube https://www.youtube.com/playlist?list=PLuENE48Sl2ufAiYsTKIBQNk0T9rdzJpbJ JOÃO ANGELO GUIMARÃESCel. (12) 99116-3239jagproduz@hotmail.comSite do Núcleo do Teatro de Brechthttps://nucleodobrecht.blogspot.com.brCanal no YouTubehttps://www.youtube.com/channel/UCmiZXdyrYN0SWyjVxKlslpATaubaté, abril de 2023
PROJETO ARQUIVADO.