| CNPJ/CPF | Nome | Data | Valor |
|---|---|---|---|
| 15413826000150 | ENERGISA MATO GROSSO DO SUL - DISTRIBUIDORA DE ENERGIA S.A. | 1900-01-01 | R$ 160,0 mil |
Publicação de um livro de fotografias, do fotógrafo e antropólogo visual Kim-Ir-Sen Pires Leal, com a história de Rondônia, no período compreendido entre 1978 a 2007 registrando, em fotografias, o processo de transformação, à categoria de Estado, do então território Federal de Rondônia e o surgimento das primeiras vilas e municípios, da colonização agrícola e a reconfiguração geográfica-ambiental da região.
Sinopse livro físico. O livro “Rondônia em Imagens: Kim-Ir-Sen", na sua versão impressa resgata através de imagens capturadas ao longo de 45 anos em constantes deslocamentos entre Goiânia e Porto Velho onde Kim fotografou todo o processo de transformação do então território de Rondônia em estado, o surgimento das primeiras vilas e municípios, o processo de colonização agrícola e a reconfiguração geográfica- ambiental da região e o contato com os povos originários. As imagens serão escolhidas de um acervo com 180 mil imagens analógicas e digitais, das quais a grande maioria com mais de 40 anos, com textos do jornalista Montezuma Cruz. Na versão impressa, com textos e legendas nos idiomas português e inglês Sinopse livro Digital acessível. O livro “Rondônia em Imagens: Kim-Ir-Sen", na sua versão digital acessível, é a réplica do produto principal livro impresso. Da mesma forma ele resgata através as imagens capturadas ao longo de 45 anos, em constantes deslocamentos até Rondônia, onde Kim fotografou todo o processo de transformação do então território de Rondônia em estado, o surgimento das primeiras vilas e municípios, o processo de colonização agrícola e a reconfiguração geográfica- ambiental da região e o contato com os povos originários. As imagens serão escolhidas de um acervo com 180 mil imagens analógicas e digitais, das quais a grande maioria com mais de 40 anos com textos e legendas do jornalista Montezuma Cruz, jornalista que mora em Rondônia há quase 50 anos. Na versão digital, com textos e legendas nos idiomas português e inglês em formato acessível e responsivo.
Objetivos Ao elaboramos um livro mostrando visualmente a realidade histórica de uma região, pouco difundida visualmente, e distribuí-lo em quase todas as escolas e bibliotecas locais, estamos promovendo, entre tantas coisas, o autoconhecimento. Estamos conectando o passado desse morador, com o seu presente, para que dessa forma ele possa pensar e planejar melhor seu futuro, levando-o a ser mestre de sim mesmo e, quem sabe, um ser humano com informações basilares de suas origens. Nestas fotos, que Kim-Ir-Sen, um artista, jornalista e antropólogo da imagem registrou durante esses 45 anos, fica nítido, os modos de ser, e de viver, dessa região. Quando registramos visualmente uma determinada sociedade, seu modo de ser e seus costumes, estamos de alguma forma preservando-a, e promovendo a difusão e a valorização das expressões culturais brasileiras. E quando, as publicamos, também em outro idioma (inglês), e ainda colocamos o livro disponível para todo o planeta, em um website acessível, estamos promovendo essa cultura também no exterior, possibilitando o intercâmbio cultural com outros países. Este livro disponível em quase todas escolas e na internet, é o maior incentivo a ampliação do acesso da população ao proveito, e ao incentivo da produção dos bens culturais. Dessa forma apoiando a inovação em atividades artísticas. Hoje o celular amplamente difundido, é a câmera fotográfica, que pode possibilitar o acesso às artes digitais. Como também a fruição destes meios, estimulando a produção de fotografias, imbuída de memória, identidade e valores individuais. Em sua grande maioria, será pela primeira vez, que um jovem dessa região, verá e colocará suas mãos em um produto-livro de arte fotográfica, e melhor ainda, mostrando uma realidade sua, que permeia todos os causos e fatos, contado pelos parentes e amigos longevos. Estamos propondo a realização de um projeto cultural que consiste na impressão de 2000 livros, acompanhado de um website acessível. O livro contará com um código QR nas primeiras páginas, que permitirá o acesso ao site. Este site foi projetado de forma descomplicada para que todas as pessoas possam navegar, entender, perceber e interagir com o conteúdo de forma eficaz. Além disso, o website é especialmente benéfico para pessoas com deficiência de qualquer tipo, bem como para pessoas idosas ou com conexões de internet lentas. O objetivo deste projeto é democratizar o acesso ao conteúdo cultural, promovendo a inclusão e a acessibilidade para todos. Objetivos específicos Editar, imprimir e distribuir, 2.000 (dois mil) exemplares do livro "Rondônia em Imagens: Kim-Ir-Sen", no formato impresso bilíngue. Distribuir gratuitamente nas escolas da rede pública e bibliotecas de Rondônia. E também publica-lo por cinco anos, no formato digital acessível, em um website de divulgação do projeto. PUBLICAÇÃO _ 1. EDITORAÇÃO - Projeto gráfico e editoração eletrônica de uma publicação com aproximadamente 220 páginas, formato fechado 11" x 11" (27,94 x 27,94 cm), incluindo: formatação, diagramação de texto revisado, padronização e normatização de textos, citações, montagem de páginas iniciais e finais (folha de rosto, abertura, créditos etc. Fechamento de arquivos em PDF para impressão gráfica e para internet. - Revisão gramatical e ortográfica 220 laudas (01 laudas com 1400 caracteres com espaço) e formatação das referências adequação às normas da ABNT. - Produção da ficha catalográfica e ISBN (Viva Editora/Câmara Brasileira do Livro _ CBL). 2. TRATAMENTO DAS IMAGENSTratamento equalização das imagens e acompanhamento gráfico da publicação 3. IMPRESSÃO - ESPECIFICAÇÃO GRÁFICAPublicação _ Formato fechado 11" x 11" (27,94 x 27,94 cm) com 220 página Miolo · Impressão: 220 páginas · Cores: 4x4 (colorido) · Papel: Couché Fosco 150g Capa · Formato fechado 11" x 11" (27,94 x 27,94 cm), formato aberto 57,88 x 27,94cm · Impressão: 4 páginas · Cores: 4x4 (colorido) · Papel: Cartão Supremo 300g · Acabamento: Lombada · Enobrecimento: Laminação fosca frente · Extra: Vinco
Justificativa A fotografia é uma das mais importantes invenções da humanidade, pois é um meio que nos permite, na forma de signos visuais, recordar acontecimentos, e promover a arte visual Ao propormos o projeto Rondônia em Imagens: Kim-Ir-Sen, pensamos na sobrevivência de um modo de pensar e fazer cultural de uma região em expansão, e na necessária convivência entre os brasileiros que lá chegaram, com os que já estavam. Mesmo que visual, pode possibilitar, e se frutificar em novas formas e modos de criar, fazer e viver da sociedade local, com reflexos também na sociedade brasileira na totalidade. Ao propor a edição, impressão e distribuição desses livros, com registros genuínos desse período, estamos em consonância também com o modo de proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional, mostrando o quão importante é o registro visual dos lugares onde se vive. A fotografia foi a responsável pelo surgimento do cinema e da televisão e de outros meios de comunicação de grande relevância para a sociedade. Em um processo de imersão, desde os tempos do então Território Federal de Rondônia, o fotógrafo Kim-Ir-Sen Pires Leal, iniciou em 1978 registros visuais do processo de ocupação dessa região amazônica, nessa frente de expansão agrícola do norte do País. Esses registros de instantes únicos, dos espaços das aldeias indígenas, de locais onde seriam construídas as vilas que viriam a se transformar futuramente em municípios do então território, e depois do Estado, inclusive na capital Porto Velho. São imagens que merecem serem conhecidas, principalmente pelos seus protagonistas _ o povo de Rondônia. Em diversos aspectos da Lei 8.313/91 [Programa Nacional de Apoio à Cultura - Pronac], o projeto Rondônia em Imagens: Kim-Ir-Sem se enquadra perfeitamente. Limitemo-nos a quatro deles, tão imprescindíveis quanto os demais: II _ Promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; IV _ Proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional; VI _ Preservar os bens materiais e imateriais do patrimônio cultural e histórico brasileiro; VIII _ estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; Levar esse acervo fotográfico ao conhecimento da sociedade em geral e devolver especificamente à sociedade rondoniense se faz necessário e, por isso, apresentamos a proposta de impressão desse livro, em 2 mil volumes, onde mostramos esse processo através da arte fotográfica, com 220 imagens, que retratam o passado histórico recente do Estado de Rondônia, principalmente de seus povos originários, dos nativos e dos migrantes, que ali aportaram. O livro físico terá uma distribuição gratuita para as escolas e bibliotecas do Estado de Rondônia, além de serem universalmente distribuído pelo website acessível. Este projeto fomenta à produção cultural e artística, em edição de obras relativas às ciências humanas, às letras e às artes; sabendo que a linguagem fotográfica tem uma importante participação na formação da memória dos povos, o que pode ajudar no objetivo de educar o olhar em formação das crianças e jovens desta região, para poderem resgatar visualmente sua história, possibilitando o pensar crítico do lugar onde moram. Os livros de fotografia constituem suportes de informação capazes de remeter à nossa herança cultural e promover o apreço pelas artes, além de serem passíveis de fomentar diálogos sobre a nossa diversidade cultural, e, como neste caso, promover o autoconhecimento, aprimorando o saber cultural de suas origens. Reafirmamos que dessa forma estamos preservando os bens materiais, pois com a verba desse projeto, esses negativos e cromos (diapositivos) cor terão como ser higienizados, escaneados e tratados. Assim se preservarão, por muitos, e muitos anos mais. E, como neles contém impressos fixados, momentos que nunca mais se repetirão, instantes únicos, flagrados, em suas andanças nestes 45 anos, isto é memória imaterial, é criação. Eram povos originários, com apenas dez anos de primeiro contato _ o Povo Paiter Suruí, e 28 anos com o Povo Cinta- Larga. Hoje, a grande maioria deles são brasileiros quase totalmente integrados à sociedade envolvente. Estudam e podem através dessas referências visuais de seus pais e avós se conectarem com o seu passado originário. Isto é crítica, e reflexão. São fotos de sítios urbanos que se formavam, se aglomeravam principalmente de migrantes de todos os lugares do Brasil, mas em sua grande maioria, do sul do País. Modos de morar, de sobreviver, de se divertir, de se vestir, estão ali registrados. Isso é cultura e proteção das expressões regionais. Art. 2º da Lei nº 8.313/91: §1º _ Os incentivos criados por esta Lei somente serão concedidos a projetos culturais cuja exibição, utilização e circulação dos bens culturais deles resultantes sejam abertas, sem distinção, a qualquer pessoa, se gratuitas, e a público pagante, se cobrado ingresso. [Renumerado do parágrafo único pela Lei nº 11.646, de 2008]. Ao mesmo tempo, em que garantimos a divulgação e difusão de um importante processo de ocupação de um território brasileiro, estimularemos a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores de conhecimento, cultura e memória. No Capítulo III [Dos Fundos de Investimento Cultural e Artístico _ Ficart], em se art. 8º (o que são considerados projetos culturais e artísticos para fins de aplicação de recursos), destacamos: III _ a edição comercial de obras relativas às ciências, às letras e às artes, bem como de obras de referência e outras de cunho cultural; Aqui acrescentaria o termo "histórico." Porque o projeto deste livro pressupõe a preservação e, em algumas situações, o resgate da história rondoniense, esta parte amazônica que um dia pertenceu a Mato Grosso e ao Amazonas. Ao salvaguardar através da publicação do livro, e esta é a forma mais efetiva e palpável, de se fazer isso, oferecemos a possibilidade para as novas gerações do estado de Rondônia, de se reconhecerem por via imagens fotográficas de um passado recente, tanto nos primeiros migrantes e dos povos originários. Trazer essa memória aos jovens do estado e para todo o mundo através da edição digital são objetivos plenamente atendidos por esses produtos que estamos oferecendo. O apoio da Lei de Incentivo à Cultura se faz necessário, pois o objetivo maior do projeto é publicar registros imagéticos, do processo de transformação do então território, para o novo estado de Rondônia na forma que o conhecemos hoje, com a distribuição gratuita para escolas da rede pública e bibliotecas. Outras instituições e entidades nacionais e estrangeiras poderão ver o livro no produto secundário: o website _ contendo as mesmas informações originais e textos analíticos daquele período. Na intenção de ampliar o acesso e a usabilidade, e de evitar a discriminação ao produto realizado, saindo do formato físico, vamos disponibilizar por cinco anos, em um website acessível, o livro no formato digital, onde todas as pessoas poderão ver as fotos, e se for o caso descarregá-las em seus smartphones, tablets ou computadores. Pensando na inclusão e na acessibilidade, ampla, geral e irrestrita, criaremos um sítio eletrônico acessível que permite a qualquer pessoa navegar, entender, perceber e interagir com o conteúdo de forma rápida e eficiente. Um website acessível beneficia pessoas com qualquer tipo de deficiência, bem como pessoas idosas e com as prováveis conexões lentas da região. Sendo o produto realizado sem nenhuma intenção comercial, com distribuição totalmente gratuita, justifica-se o uso do Mecanismo de Incentivo a Projetos Culturais para viabilizar a realização do projeto.
OUTRAS INFORMAÇÕES Este projeto de impressão de livro justifica-se também por um motivo especial: as fotos editadas de um acervo com 180 mil imagens analógicas têm mais de 45 anos de existência e é iminente o risco de perda de suas características físicas: cor, contraste e textura. E ainda uma quantidade de imagens digitais captadas nos últimos anos. Isso é comprovado tanto pelas imagens em si, hoje já um pouco desbotadas, e pelo fabricante de filmes (Kodak) que informa em seus manuais: qualquer imagem fotográfica analógica começa a se deteriorar logo depois de exposta e revelada. Essas imagens inéditas, de lugares pouco conhecidos, devem ser apresentadas ao público em geral, mas principalmente aos nativos que delas foram protagonistas. São registros de um tempo não muito longínquo, mas com impressionante metamorfose socioespacial, que nos remete à história recente, mostrando quão profunda foram as transformações desde os tempos do então Território Federal de Rondônia. O projeto propõe imprimir 2 mil livros com 220 páginas. Uma parte dos livros será entregue a empresas e pessoas físicas patrocinadoras do projeto. Esse rico acervo nasceu quando Kim-Ir-Sen, fotógrafo e cineasta há 51 anos, conheceu a região amazônica em 1978. Na época, era repórter-fotográfico da Folha de S. Paulo, e não resistiu ao convite para integrar a equipe do arquiteto Paulo Magalhães, contratado pelo governo do então Território Federal de Rondônia para desenvolver um projeto de habitação de baixo custo para ser incorporado ao sistema oficial. A viagem que deveria durar 45 dias se estendeu por seis meses. Nesse período o fotógrafo captou ininterruptamente as imagens mais importantes de seu acervo, trabalhando todos os dias. A ocupação da região era intensa. Atraídas pela doação de terras pelo Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra), famílias inteiras chegavam todos os dias vindas do sul do país, principalmente do Norte do Paraná. Uma das fotos mostra, por exemplo, parte de quinhentos caminhões atolados na rodovia BR-364, a mais importante via de acesso à nova fronteira agrícola. Pela mesma rodovia, diariamente chegavam caminhões com até 15 famílias em cada um, e saíam carregamentos de madeira bruta, entre elas, castanheiras e mogno, apesar da proibição de comercialização já naquela época. Recém contatados pela Funai, os índios Suruís Paiter e Cinta-larga, começavam a perder o seu espaço, e alguns se tornavam agricultores empobrecidos em seu próprio habitat, com imensas dificuldades de preservar suas raízes culturais. O General João Batista Figueiredo assumiu a presidência da República em 1979 e, para o cargo de governador, nomeou o Coronel Jorge Teixeira de Oliveira que, desde a posse deixava clara a sua missão de dotar o Território de condições para ser elevado à categoria de Estado. Isso ocorreu pela Lei nº 41, de 22 de dezembro de 1981. Para criação do estado, muito precisava ser feito. Assim, em 1979, foi criada uma força tarefa com equipe multidisciplinar, e mais uma vez Kim-Ir-Sen estava entre eles. Como os trabalhos se estenderam pelo período chuvoso, e as estradas eram precárias, foi necessário fretar um pequeno avião, retirar suas portas e realizar 360 horas de voos fotografando os possíveis locais para a criação dos Núcleos Urbanos de Apoio Rural (NUAR), que se tornariam o embrião das cidades. Esse acervo é uma fonte inestimável para a pesquisa geoespacial, de meio ambiente, etc. Além das fotos que foram usadas no projeto, há inúmeras imagens absolutamente inéditas, até mesmo para seu autor. Em função dessas ações, a década de 1980 encontra a região carente de novos programas de investimento para atender as demandas de infraestrutura urbana, serviços sociais, sobretudo, de oportunidades de acesso à terra e ao emprego. A ligação rodoviária Cuiabá-Porto Velho, principal via de abastecimento e escoamento da produção regional continua apresentado condição de tráfego extremamente precária. A infraestrutura de apoio à produção é deficiente. A tensão social cresce. Em decorrência dessa situação, surge o Programa Integrado de Desenvolvimento do Noroeste do Brasil (Polonoroeste), pelo Decreto nº 86.029, com o objetivo de absorver o fluxo migratório de maneira coordenada e sustentável. E concluir principalmente o asfaltamento da BR-364, cujo maior financiador era o Banco Mundial. Naquele período, Kim-Ir-Sen trabalhava como fotógrafo no Conselho Nacional de Pesquisas (CNPq) e voltou ao novo estado financiado pelo Banco para documentar essas ações. E assim melhorou seu acervo documentando o asfalto chegando. Em 1986, Kim foi contratado para ilustrar o Relatório de Impacto Ambiental para a usina hidrelétrica Tabajara. A proposta era aproveitar a pequena cachoeira denominada Dois de Novembro, no rio Ji-Paraná, mais conhecida pela população local por rio Machado. Essa usina geraria 400 megawatts de energia. O trabalho consistia em relatar problemas e soluções de uma grande área que seria inundada futuramente pela hidrelétrica. Nessa área moram desde tempos imemoriais índios das etnias Paiter Surui, Cinta Larga, Zoró, Arara e Gavião pertencentes ao mesmo tronco Tupi Mondé. Fez sobrevoos de reconhecimento com fotografias aéreas, e posteriormente o levantamento em campo. Kim aceitou, principalmente, porque desejava ver como estavam as cidades criadas sobre as suas fotografias de 1979. Conseguiu enriquecer o acervo, pois verificou que algumas cidades eram de pequeno e médio porte. Mas alguns desses municípios já ultrapassam os 40 mil habitantes como é o caso de Machadinho d’Oeste. Posteriormente, visitou o estado em várias oportunidades, seja participando de feiras de ciência (1983), na elaboração de matérias jornalísticas para revistas, ou participando de festivais de cinema (2004). Fez isso, muitas vezes com financiamento próprio, sempre disposto a atualizar seu documentário visual sobre Rondônia.
ESPECIFICAÇÔES TECNICAS DO PRODUTO: Especificações técnicas do produto Livro Impresso* Tamanho de 27,59 X 27,59 X 3cm, quadrado, capa papel cartão 300 g, duas orelhas de 8 cm, laminação bopp fosca, miolo com 220 páginas, papel couchê fosco 150g, 4/4 cores. Produto: LIVRO Editoração • Capa dura papelão 10_lombada quadrada • Formato aberto: 55,18x27,59 cm • Formato fechado: 27,59 X 27,59 X 3cm • Miolo (4x4 cmyk) com verniz fosco de máquina f/v: 220 páginas, impressas a 4x4 cores no papel couchê fosco nacional imune 150grs impressão, dobra. • Acabamento: shrink individual Especificações técnicas do Livro Digital Todas as especificações do livro impresso, adaptados para as redes acessíveis, sendo neste caso responsíveis. Sites responsivos são aqueles que adaptam o tamanho das suas páginas (alteração do layout) ao tamanho das telas que estão sendo exibidos, como as telas de celulares e tablets. Suas vantagens derivam da adaptação a qualquer ferramenta que os usuários estejam usando para facilitar a sua visualização.
ACESSIBILIDADE PRODUTO LIVRO FÍSICO ACESSIBILIDADE FÍSICA: não se aplica, pois o livro impresso poderá ser folheado, por cadeirantes e acamados. ACESSIBILIDADE para PcD AUDITIVOS: não se aplica. ACESSIBILIDADE para PcD VISUAIS: devido aos altos custos da impressão em braile, a acessibilidade para PcD Visuais será por meio de um livro digital acessível no website. Nas primeiras páginas do livro conterá um QRcode. Que depois de lido pelo celular, encaminha o leitor diretamente para o website, onde estará hospedado o livro digital acessível O QR Code (Quick Response Code) ou "Código de Resposta Rápida" em português, é um tipo mais moderno de código de barras que pode armazenar diversos tipos de conteúdo e pode ser facilmente lido ou escaneado usando qualquer celular com câmera. ACESSIBILIDADE LIVRO DIGITAL ACESSIBILIDADE FÍSICA: não se aplica, mas o produto digital poderá ser visualizado, por via de celulares, smartphones, smart TVs, tablets ou notebooks, por todas as pessoas PcD´s, ou não. E também idosos, até mesmo em lugares com internet lenta. ACESSIBILIDADE para PcD AUDITIVOS: não se aplica ACESSIBILIDADE para PcD VISUAIS: Estamos propondo a realização de um projeto cultural que consiste na impressão de 2000 livros, acompanhado de um website acessível. O livro contará com um código QR nas primeiras páginas, que permitirá o acesso ao site. Este site foi projetado de forma descomplicada para que todas as pessoas possam navegar, entender, perceber e interagir com o conteúdo de forma eficaz. Além disso, o website é especialmente benéfico para pessoas com deficiência de qualquer tipo, bem como para pessoas idosas ou com conexões de internet lentas. O objetivo deste projeto é democratizar o acesso ao conteúdo cultural, promovendo a inclusão e a acessibilidade para todos. E essas informações contidas nas legendas serão de absoluta confiança, pois será descrita, por quem mais entende daquele instante, o autor das imagens, Kim-Ir-Sen, e redigidas pelo jornalista Montezuma Cruz, um dos maiores conhecedores dos assuntos regionais do Estado de Rondônia. ======================================== DEMOCRATIZAÇÃO DE ACESSO AMPLIAÇÃO DE ACESSO PRODUTO LIVRO FÍSICO: Atendendo ao art. 24 da IN nº 01/2022, em seu inciso I "doar, além do previsto na alínea "a", inciso I do artigo 23, no mínimo, vinte por cento dos produtos resultantes da execução do projeto a escolas públicas, ao Programa Pracinhas da Cultura, a equipamentos culturais de acesso franqueado ao público" serão distribuídos gratuitamente 100% do produto realizado, livro físico bilingue, sendo 80% deles distribuídos em escolas e bibliotecas de acesso público. AMPLIAÇÃO DE ACESSO LIVRO DIGITAL: Atendendo ao art. 24 da IN nº 01/2022, em seu inciso II - "disponibilizar na internet, redes públicas de televisão e outras mídias gratuitas registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino, saraus, slam e de outros eventos de caráter presencial, acompanhado com libras e audiodescrição;" ampliando o acesso amplo geral e irrestrito, do livro, em português e inglês, no formato Digital, será franqueado em um website acessível a todas as pessoas do mundo, por 5 (cinco) anos seguidos. Os usuários com deficiência visual poderão usar leitores de telas em seus computadores ou smartphones para escutar o livro e as áudios descrições das imagens.
RESPONSABILIDADE SOCIAL Atendendo ao item I do art. 28 da IN nº 01/2023 que diz "doar 10% (dez por cento) dos produtos resultantes da execução do projeto para distribuição gratuita com caráter social, além do previsto do inciso II do art. 27, totalizando 20%;" informamos que serão destinados para divulgação 10%, totalizando 200 (duzentos) exemplares e outros 10% totalizando mais 200 (duzentos exemplares) para patrocinadores. Os exemplares restantes, 80% da produção, em um total de 1.600, (hum mil e seiscentos) exemplares com distribuição em escolas e bibliotecas inteiramente gratuítos. Atendemos também o item IV do art. 28 da IN nº 01/2023 que diz "disponibilizar, na internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino, e de outros eventos referente ao produto principal;" quando disponibilizaremos o livro em site para livre acesso.
Coordenação Geral e Gerencia Financeira Kim-Ir-Sen Pires Leal Kim-Ir-Sen Pires Leal, goiano de Anápolis, começou ministrando aulas de fotografia no Colégio Pré-Universitário de Brasília, em 1972. Foi repórter da Folha de S. Paulo, na capital paulista, e na sucursal de Brasília até 1978 quando saiu do jornal para trabalhar em grandes projetos de pesquisa na Amazônia, principalmente em Rondônia. Trabalhou muitos anos na Ágil Fotojornalismo, em Brasília. Essa agência, foi um marco do fotojornalismo investigativo brasileiro. Foi fotógrafo do CNPq-Conselho Nacional de Ciência e Tecnologia e também editor de fotografia e da Revista Brasileira de Ciência e Tecnologia (RBT), documentando a pesquisa científica no Brasil entre 1980/86. Trabalhou na Editora Abril, como freelance, e na Revista Guia Rural. Fundou e dirigiu várias agências especializadas em locação de imagens, principalmente para livros didáticos, onde publicou centenas de imagens. Ajudou a fundar e dirigiu a União dos Fotógrafos de Brasília e a Associação dos Repórteres Fotográficos e Cinematográficos de São Paulo (Arfoc-SP). É pós-graduado em Antropologia Visual pela Universidade Católica de Goiás. Atuou por seis anos como Conselheiro de Cultura do Estado de Goiás. Kim possui também um vasto acervo de fotografias em cor e preto e branco, dos mais diversos assuntos produzidos principalmente no Brasil. Esse acervo guarda, por exemplo, imagens raras de nações indígenas, muitas delas já extintas ou em processo de extinção. E também reúne importante documentação fotográfica da Amazônia, do Pantanal, do Araguaia, da Caatinga e de tantos outros patrimônios naturais do País. *** Textos e legendas: Montezuma Cruz Montezuma Cruz ofereceu parcela de seu trabalho na construção do Estado de Rondônia, onde chegou aos 22 anos de idade, ainda na fase do território federal. Recebeu da Folha de S. Paulo, na gestão de Cláudio Abramo, o primeiro Prêmio Incentivo Interno Hipólito da Costa, concedido pela série "Fronteira esquecida" (sete reportagens na fronteira brasileira com o Paraguai, em Mato Grosso, ainda não dividido). Entre 1976 e 1987 foi correspondente da Folha de São Paulo, Jornal do Brasil e O Globo em Porto Velho (RO), Cuiabá (MT) e São Luís (MA). Entre 1980 e 1981 foi um dos editores do jornal Porantim, do Conselho Indigenista Missionário, quando atuou em Manaus e Brasília. Em 1987 foi editor do "Jornal dos Bairros" no jornal O Estado do Maranhão, em São Luís, obtendo diariamente a "radiografia" periférica da Ilha Capital. Nos anos 1990, trabalhando em Foz do Iguaçu (PR), foi um dos repórteres brasileiros com o maior número de matérias publicadas a respeito das reuniões preparatórias para a criação do Mercosul, união comercial inicialmente concebida entre o Brasil, Argentina, Paraguai e Uruguai. Chefiou a sucursal da Folha de Londrina naquela cidade das Três Fronteiras, e nesse mesmo período foi correspondente de O Estado de S. Paulo e colaborou com a extinta Revista do Mercosul, editada no Rio de Janeiro. Entre 2005 e 2006 foi redator de Cidades no Jornal de Brasília, e de 2011 a 2013 repórter especial e editor de opinião no Correio do Estado, em Campo Grande (MS), dedicando-se especialmente à cobertura de temas ambientais. Desde 2014 é repórter da Superintendência Estadual de Comunicação (antigo Decom) do Governo de Rondônia. Atualmente com 68 anos, reúne entre os seus principais trabalhos, o resgate da história dos governadores dos extintos territórios do Guaporé e de Rondônia. A série está no Portal do Governo, na internet ************* Produção Executiva Geral, Designer e TI: Responsável; Pedro de Oliveira Leal e Hyperframe: A Hyperframe Marketing Digital é uma produtora transmídia, especializada na gestão, criação e produção de conteúdo para redes sociais, sites, vídeos e aplicativos multimídia. Atua no espaço digital, em ações publicitárias, institucionais, culturais e na transmissão ao vivo de vídeos para eventos e EAD (Ensino a distância). Tem sede em Goiânia e escritório nos EUA (Califórnia) Criativo Tecnológico 13 + anos de experiência trabalhando em publicidade, cinema e mídias digitais. Amplo conhecimento de Marketing Digital em projetos de filmes e vídeos, multimídia, web, design e Fotografia. Eficaz em projetos de rótulos, bem como organização e edição de cenas, tratamento, coloração e composição de gráficos de movimento e 3D. Competente em filme e edição de som. Também produtor de filmes, dominando a experiência do usuário e projetos de marketing. ******** Coordenação de Produção em Porto Velho: Raíssa Dourado Realizadora audiovisual, nascida em Porto Velho, Rondônia. Venceu o prêmio de melhor direção no II Festival Internacional de Cinema de Baía Formosa - Natal/RN (2011), com o filme “Vermelho”, o qual, em 2012, foi exibido no Festival Internacional de Cinema Independente Off Plus Câmera, na Cracóvia (Polônia). Ganhou o prêmio “Lídio Sohn” de Audiovisual, criado pelo Governo do Estado de Rondônia, para produção do documentário: “Vozes da Memória” (2019), exibido em todos os estados do Brasil pela III Mostra Sesc de Cinema. Selecionada pelo Itaú Cultural no Edital – “Arte como Respiro: Múltiplos Editais de Emergência - Artes Visuais e Audiovisual” em 2020 e premiada no 3º Concurso de Documentário da Tv Câmara, Brasília-DF, em 2020. Atua como pesquisadora e colaboradora do LABNAVI/UNIR - Laboratório de Narrativas Visuais vinculada ao Departamento
Prestação de contas financeira e do Objeto no sistema.