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PRONAC 232129Apresentou prestação de contasMecenato

forumdoc.bh.2023 - 27o Festival do Filme Documentário e Etnográfico de Belo Horizonte

ASSOCIACAO FILMES DE QUINTAL
Solicitado
R$ 340,0 mil
Aprovado
R$ 340,0 mil
Captado
R$ 200,0 mil
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

Nenhum incentivador/fornecedor cadastrado localmente. Click "Carregar via SALIC" para buscar da API ao vivo.

Eficiência de captação

58.8%

Classificação

Área
—
Segmento
Difusão de acerv e conteúdo AV diver meios/suporte
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
23

Localização e período

UF principal
MG
Município
Belo Horizonte
Início
2023-09-01
Término

Resumo

Realização da 27ª edição do Festival do Filme Documentário e Etnográfico de Belo Horizonte: forumdoc.bh.2023. Serão apresentadas cerca de 30 sessões de filmes com entrada gratuita no Cine Humberto Mauro/Palácio das Artes e demais espaços culturais municipais e exibições online em plataforma virtual, junto a um fórum de debates com diretoras (es) e pesquisadoras (es). Publicação de catálogo.

Sinopse

Ainda não temos a classificação etária dos filmes pois a programação do festival não está integralmente definida. Assim, não é possível ainda detalhar o conteúdo das mostras, fórum de debates e catálogo, que serão debatidas e selecionadas pela equipe do festival e convidades e enviadas ao MINC posteriormente.

Objetivos

Alteramos apenas alguns itens para ajustar à realidade do projeto. A programação contará com 60 títulos a serem exibidos, pois foi ampliada tendo em vista a ótima qualidade dos filmes inscritos e a uma parcela de curtas-metragens significativa. O número de sessões permaneceu e ampliamos o número de títulos. OBJETIVO GERAL: Promover continuidade do forumdoc.bh, o mais tradicional festival de cinema de Belo Horizonte, em sua 27a edição anual, com todas as atividades de programação distribuídas de forma inteiramente gratuita. Propõe-se a realização da 27a edição do Festival do Filme Documentário e Etnográfico de Belo Horizonte, no Cine Humberto Mauro/Palácio das Artes e demais Espaços Culturais.Serão apresentados no mínimo 60 filmes em formato híbrido, presencial e online (em site de domínio próprio), com entrada gratuita, juntamente a um fórum de debates que consiste em sessões comentadas e mesas redondas com diretorxs e pesquisadorxs e disponibilização de catálogo. São estimadas no mínimo três sessões fílmicas (de 120min), mais os debates correspondentes, por dia presencialmente e um número de no mínimo quinze exibições em plataforma online, de forma a contribuir para: - o desenvolvimento artístico e cultural da cidade; - o acesso, a fruição e a formação de público; - a valorização e a difusão da diversidade cultural e a democratização do acesso à cultura. OBJETIVOS ESPECÍFICOS: *Realizar a 27a edição do Festival do Filme Documentário e Etnográfico de Belo Horizonte: forumdoc.bh.2023, em formato híbrido (presencial e virtual), gratuito, de acesso livre, num período de onze dias, composto das seguintes ações: *Aproximadamente 35 sessões (mínimo de 50 filmes nelas programados) com entrada gratuita no Cine Humberto Mauro/ e demais espaços municipais, totalizando 11 dias de programação gratuita em Belo Horizonte em 2023. Sendo 01 Mostra de curadoria temática/retrospectiva, dedicadas ao cinema documentário e etnográfico; e 01 Mostra Contemporânea Brasileira, mapeando e fomentando a produção recente, por meio de seleção de filmes inscritos previamente; *Realizar parte da programação do festival em modo online (em plataforma virtual específica - sítio de internet), sendo 05 debates e 25 filmes exibidos online e mais 06 títulos na plataforma de filmes do patrocinado, com acesso amplo e gratuito. *Promover o diálogo com o coletivo Casa do Hip Hop Taquaril, em Belo Horizonte, através de sessão acompanhada de debate com uma das curadoras/es do festival (descentralização da programação para comunidades de periferia); *Levar a programação do festival para escolas municipais, visando principalmente o público do EJA (Educação de Jovens e Adultos), como ação de descentralização das atividades. *Promover a reflexão acerca do cinema documentário através de Fórum de Debates, com presença de especialistas e cineastas, realizando mesas de atividades, sendo 05 mesas redondas e 07 debates com realizadores/realizadoras; *Organizar a publicação do catálogo do forumdoc.bh, com cerca de 250 páginas, contendo artigos, informações técnicas sobre os filmes, informações sobre o fórum de debates e textos críticos, realizadores/realizadoras; *Ampliar, na programação, os espaços para difusão de produções de autoria de mulheres, realizadoras (es) indígenas, cinemas negros, e filmes realizados nas periferias dos grandes centros, sendo no mínimo 20% da programação destinada a esses segmentos. *Promover ampla acessibilidade ao produto principal do projeto, qual seja, o festival de filmes documentários, incluindo seu fórum de debates.

Justificativa

Justifica-se o fomento do Mecanismo de Incentivo Cultural, tendo em vista o que prevê o Art. 1º da Lei 8313/9, sendo que o projeto se enquadra especialmente nas seguintes atribuições: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; IX - priorizar o produto cultural originário do País. Ao longo de seus anos de realizaça~o, o forumdoc.bh vem contribuindo para a formaça~o de pu´blico na cidade de Belo Horizonte, exibindo obras audiovisuais na~o comerciais e realizando fo´runs de debates como aço~es de fomento ao audiovisual, colaborando, assim, para a capacitaça~o de novos agentes. Para a continuidade e consolidaça~o deste projeto que apesar de tantas edições realizadas marca-se pelo caráter não-comercial, inventivo e diverso de sua programação, e´ importante a aprovaça~o em mecanismos de incentivo cultural, tendo em vista tratar-se de projeto que investe em formaça~o de pu´blico para obras culturais formativas, educacionais, experimentaço~es formais, produtos de conteu´do, produtos de interaça~o entre linguagens arti´sticas. Os aportes dos incentivos pu´blicos sa~o fundamentais para que o festival continue desempenhando seu papel de desenvolvimento do audiovisual, assim como para a ampliação e democratização do acesso de público a este gênero, como para abrigar novas autorias e protagonismos no campo do cinema. Esse fomento se justifica por ser o forumdoc.bh o u´nico projeto realizado na cidade de Belo Horizonte voltado especificamente à produça~o documental e etnográfica, que vem ganhando espaço crescente no cena´rio audiovisual brasileiro e internacional. O espaço reservado aos debates pu´blicos, assim como às produço~es teo´ricas que refletem sobre as potências do filme documenta´rio tambe´m contribuem para diferenciar o forumdoc.bh dos demais festivais, constituindo-se como espaço formativo essencial para o produça~o de jovens realizadorxs, va´rios dos quais vem consolidando sua atuaça~o no mercado brasileiro ao longo do u´ltimos anos. Seu cata´logo, distribui´do gratuitamente, difunde e democratiza tais debates ao publicar regularmente alguns dos mais importantes pensadorxs e realizadorxs do cinema documenta´rio contemporâneo, garantindo o cara´ter reflexivo e cri´tico do evento. O festival constitui-se como uma arena privilegiada para a difusa~o de obras e de movimentos imprescindi´veis, como a ampliação de segmentos sociais, étnico-raciais e de gênero que se expressam como sujeitos de sua própria história por meio da linguagem audiovisual, com foco em documentários, ampliando representatividade e inclusão expressiva ao promover a difusão de obras de protagonismo indigena, de pessoas negras e de periferias em sua programação central. Dentre os festivais do Brasil voltados à produça~o documental, o forumdoc.bh se destaca em dois sentidos: a ênfase no lançamento de jovens realizadores (as), va´rios(as) dos quais tiveram seus trabalhos inaugurais lançados e discutidos em nossa programaça~o, seja em metragem curta, me´dia ou longa; e uma distintiva inserça~o internacional junto a convidados familiarizados com o trabalho de realizadores iniciantes, atrave´s de um histo´rico de convidados, dentre cri´ticos, curadores ou realizadores. O diálogo com os coletivos culturais de espaços descentralizados na cidade é mais uma justificativa para permitir a continuidade deste projeto. Já tradicionalmente, mantemos interlocução com Centros Culturais vinculados com a Fundação Municipal de Cultura o que permite que a programação não só alcance novos públicos, mas seja por esses públicos interpelada, transformada e também ampliada. Por meio de ações de contrapartida, alcançamos escolas municipais e coletivos culturais nos bairros do: Aglomerado da Serra, Taquaril, Concórdia, Ocupações, entre outros. Acreditamos, portanto, que justifica-se investir no forumdoc.bh por tratar-se de um projeto que consolidou ao longo de 26 anos de execuça~o continuada, credibilidade junto ao pu´blico, que visivelmente vem sendo ampliado a cada ediça~o e contribuindo para uma maior integraça~o, organizaça~o e debate do segmento audiovisual em nossa cidade. Justifica-se ainda, e sobretudo, por permitir o acesso ao pu´blico, de maneira inteiramente gratuita e amplamente divulgada, a uma programaça~o cultural diversa da comercial. E, na~o menos importante, por se tratar de um evento que incentiva o campo da pesquisa audiovisual, ao promover encontros e gerar produça~o de conhecimento. Por fim, em relação ao Art. 3° da referida norma, serão alcançadas as seguintes finalidades: Realização de festival de arte, contemplado pelo inciso II - fomento à produção cultural e artística, mediante: e) realização de exposições, festivais de arte e espetáculos de artes cênicas ou congêneres; e inciso IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante: a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos.

Estratégia de execução

Conforme solicitado na INSTRUÇÃO NORMATIVA MINC Nº 1, DE 10 DE ABRIL DE 2023 e na Diligência I enviada à proposta de nº 391289, informamos que foi anexado aos documentos do projeto um Anexo, contendo: - Declaração sobre movimentação de recursos (para projetos de continuidade); - INFORMAÇÕES RELACIONADAS ÀS PROPOSTAS QUE CONTEMPLEM MOSTRAS, FESTIVAIS COMPETITIVOS OU NÃO, OFICINAS E WORKSHOPS; - Critérios de seleção dos projetos a serempremiados, o que o candidato necessita para se inscrever no festival, quais os quesitos necessários dos filmes,se a inscrição será gratuita e etc (Edital de Seleção forumdoc.bh.2023 - Mostra Contemporânea Brasileira) - Breve currículo dos principais membros da equipe técnica especificando a função que cada integrante irá exercer no projeto

Especificação técnica

Foram ajustadas as quantidades propostas inicialmente realizadas conforme abaixo: PRODUTO FESTIVAL/MOSTRA Aspectos técnicos das exibições: Um total de 60 títulos compondo 39 sessões fílmicas de 120min. nos formatos curta, média e longa-metragem exibidos em suporte profissionais como 4k, DCP e arquivos H264 em alta definição em sala pública de cinema, plataforma virtual específica e demais centros culturais e comunitários municipais nas ações de democratização de acesso. As atividades do Fórum de Debates acontecerão nos mesmos espaços (presencial e virtual). A totalidade das atividades que compõem a programação do forumdoc.bh são inteiramente gratuitas e o acesso se dá por ordem de chegada nos espaços de exibição para distribuição de convites. Para as atividades como Seminário há inscrições e o critério para preenchimento das vagas é também por ordem de inscrições. Um percentual de 30% das vagas são reservados para indígenas, pessoas negras, LGBTQUIA+. Serão reservados 5% de ingressos ao MinC Serão reservados 10% de ingressos para demais patrocinadores e assessoria de imprensa. Serão apresentados 60 filmes, compondo 39 sessões fílmicas com aproximadamente 120 minutos CATÁLOGO: O catálogo do forumdoc.bh reúne informações sobre todos os filmes exibidos no festival, com sinopses, fichas técnicas e fotos dos filmes, informações sobre toda a programação do festival. Também possui uma seção dedicada a ensaios, entrevistas e textos críticos, inéditos ou republicados mediante autorização dos autores. Número de páginas: 250 páginas, aproximadamente (o número de páginas pode variar, apresentamos uma estimativa mediante as edições anteriores do catálogo). Formato: o formato pode variar de acordo com cada edição. - Número de páginas: 250 páginas, aproximadamente (o número de páginas pode variar, apresentamos uma estimativa mediante as edições anteriores do catálogo). - Formato: o formato pode variar de acordo com cada edição. A previsão de definição do formato é novembro de 2023. - Número de imagens: o número de imagens também varia de acordo com o número de filmes exibidos a cada edição (uma vez que são incluídas imagens dos filmes, fornecidas pelos distribuidores e produtores dos mesmos). A definição do número está condicionada ao fechamento da programação e à seleção dos filmes das Mostras Contemporâneas. - O número de laudas de texto também varia em função dos filmes e ensaios selecionados a cada edição. Os ensaios e entrevistas são publicados em português, sinopses e fichas técnicas de todos os filmes. Distribuição: 5% para o MinC 10% para patrocinadores 5% para empreendedor 80% distribuição para o público em geral, gratuitamente. - Para ampliar ainda mais a difusão, o conteúdo do catálogo é disponibilizado, em formato pdf, na página do festival: www.forumdoc.org.br.

Acessibilidade

Alteramos apenas alguns itens para ajustar à realidade do projeto, abaixo segue como serão as medidas adotadas: Realizaremos o mínimo de 30% do número de filmes exibidos, pois exibiremos os filmes com acessibilidade em sessões específicas para ter mais sentido para os participantes da programação com acessibilidade que toda a programação da sessão seja acessível. Como o número de filmes foi ampliado na programação, assim o número de filmes a ter medidas de acessibilidade também cresceu. As salas de exibição que recebem o evento possuem meios de acesso (rampa para a sala de cinema) e espaços garantidos para cadeirantes com lugares reservados para portadores de necessidades especiais relativas à mobilidade. Garantido para 100% das sessões e com assentos especiais reservados. Quanto às medidas comunicacionais/produto: Produto 1 - Festival/Mostra: 100% do fórum de debates terá tradução em Língua Brasileira de Sinais – LIBRASAudiodescrição Legendagem descritiva ou Legenda para surdos e ensurdecidos (LSE)Devido a capacidades técnicas e orçamentárias, e principalmente devido a ordem do cronograma, o evento define como capacidade de acessibilidade, 30% dos filmes e 100% do fórum de debates com medidas de acessibilidade.Site (plataforma online do festival): 100% dos ensaios publicados no site terão a medida de acessibilidade Ampliação de Fonte para pessoas com baixa visão. Produto 2 - Catálogo: - Todos os textos críticos (ensaios) que compõem a maior parte do conteúdo do catálogo (cerca de 70% do conteúdo) terão a seguinte medida de acessibilidade: publicação online (plataforma própria do projeto) que permite a leitura com fonte ampliada visando promover acesso a pessoas com necessidades especiais de baixa visão. - Narração e publicação de áudio no site narrando 50% do de textos do catálogo para permitir a acessibilidade de pessoas cegas ou com baixa visão. -O material de divulgação (folder de programação) dos produtos culturais gerados por esse projeto conterá informações sobre a disponibilização das medidas de acessibilidade adotadas. MEDIDA ALTERNATIVA DE ACESSIBILIDADE *Promover uma sessão gratuita seguida de debate, com curador/a (es/as) da equipe do festival no Instituto São Rafael, que é uma escola pública em Belo Horizonte/MG, no bairro Centro. Oferece aulas, cursos livres, cursos de iniciação profissional, cursos de qualificação profissional e educação especial, oferecendo ensino gratuito para pessoas cegas. Justificativa:Tendo observado em nossa experiência em edições anteriores deste festival, a dificuldade de presença de pessoas cegas e com problemas de visão diminuída na sala de cinema principal que abriga o festival, propusemos fazer uma sessão em uma instituição específica (Instituto São Rafael) para alcançar esse tipo de público. Atendendo também ao formato solicitado pelo Minc, apresentamos: Produto 1 - Festival/Mostra: Acessibilidade física: Todos os equipamentos da FCS, incluindo a criação da nova galeria de arte – Pequena Galeria, são preparados para receber portadores de deficiência física, obesos e idosos, de acordo com a Lei Brasileira de Inclusão de PcD 13.146/2015, do art. 23 da Lei nº 10.741, de 1º de outubro de 2003, de acordo com as regras de acessibilidade da Prefeitura Municipal de Belo Horizonte e da ABNT NBR 15599/2008, que visa atender aos direitos de acessibilidade a todos os sujeitos.Há vagas de estacionamento exclusivas, rampas de acesso com corrimão, elevadores com botoeira em braile, marcação no piso, bilheteria com balcão rebaixado, banheiros adaptados e espaços/cadeiras com a devida sinalização, de acordo com a Convenção sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência, promulgada pelo Decreto nº 6.949, de 25 de agosto de 2009. A localização do FCS é central e de fácil acesso à comunidade via transporte público - há mais de 50 linhas de ônibus nos arredores. Existe ainda o estacionamento veicular disponível. Acessibilidade de conteúdo: Exibição de Filmes DEFICIENTES AUDITIVOS: - 17 filmes contarão com legenda descritiva nos vídeos - Total do Festival: 60 (30% do total) DEFICIENTES VISUAIS: 01 obra audiovisual com audiodescrição, conforme propostoO fórum debates/ Seminário terá interpretação em libras em todas as sessões 05 sessões. DEFICIENTES AUDITIVOS: - 5 mesas de debates - Total do Festival: 5 (100%) DEFICIENTES VISUAIS: - 5 mesas de debates - Total do Festival: 5 (100%) Produto 2 - Catálogo: Acessibilidade de conteúdo: Todos os textos críticos (ensaios) que compõem a maior parte do conteúdo do catálogo (cerca de 50% do conteúdo) terão a seguinte medida de acessibilidade: publicação online (plataforma própria do projeto) que permite a leitura com fonte ampliada visando promover acesso a pessoas com necessidades especiais de baixa visão. Narração e publicação de áudio no site narrando o conteúdo completo de textos do catálogo para permitir a acessibilidade com total deficiência visual.: O percentual de 50% dos textos será narrado em áudio e não 100%, tendo em vista a não captação do valor integral.

Democratização do acesso

O público deste evento é o público em geral. Não há pré-requisitos para participar do festival, os debates serão abertos a toda comunidade e a programação será realizada em sessões comentadas e demais atividades inteiramente gratuitas. As atividades do Fórum de debates serão também transmitidas gratuitamente online, pelas redes sociais como youtube e plataforma específica (www.forumdoc.org.br) tais como debates e sessões comentadas, visando alcançar um público bastante ampliado e descentralizado social e geograficamente. Pelo fato de obras de vários estados do país e de diferentes países serem veiculadas no festival, esse alcance tem sido bastante significativo, tendo somado nas edições online anteriores mais de 40.000 acessos no site. Disponibilização do catálogo do festival em PDF, no site https://www.forumdoc.org.br/ como meio de difundir e democratizar o acesso ao conteúdo do festival. A distribuição da versão impressa também é gratuita ao público em geral e com os coletivos culturais parceiros, que receberão as sessões de democratização. A democratização do projeto é garantida ainda por meio de parcerias com coletivos culturais locais e a circulação de parte da programação por bairros descentralizados. Para esta edição do evento, no início de 2024 - previsão março - serão promovidas exibições seguidas de palestras voltada para tema de pertinência social, ministrada por integrantes da curadoria do festival,em escolas públicas a serem definidas junto à equipe de coordenação destes espaços geridos pela SMC e na Casa Hip Hop Taquaril. Até o máximo de 5% de ingressos será garantido para distribuição gratuita entre incentivadores e patrocinadores. Quanto aos percentuais de comercialização, não cabe aqui detalhar, tendo em vista que o projeto tem todas as atividades de programação e demais produtos gerados com distribuição integralmente gratuitas. Medidas de Democratização de Acesso conforme Artigo 28 da INSTRUÇÃO NORMATIVA MINC Nº 1, DE 10 DE ABRIL DE 2023, adotadas por este projeto: I - doar 10% (dez por cento) dos produtos resultantes da execução do projeto para distribuição gratuita com caráter social, além do previsto inciso II do art. 27, totalizando 20% (vinte por cento); IV - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, dasatividades de ensino, e de outros eventos referente ao produto principal;

Ficha técnica

A instituição proponente é diretamente responsável pelo coordenação administrativa e por uma parte da produção deste projeto. Os demais membros da equipe constam conforme abaixo. Função: Coordenadora geral Júnia Torres (dirigente da instituição) Organizadora e curadora do Festival do Filme Documentário e Etnográfico de Belo Horizonte que coordena desde sua primeira edição, em 1997. Integrante da Associação Filmes de Quintal. Integrou o júri de diferentes festivais e mostras de cinema no Brasil (FestCurtas e Cachoeira.Doc) e participou da comissão de seleção de editais DOCTV Brasil e DOCTV Minas, Festival Internacional de Curtas Metragens de Belo Horizonte. Integrou a comissão do edital BDMG Cultural/ FCS de Estímulo ao Curta-Metragem de Baixo Orçamento 2018. Foi júri do FestCurtas em 2018 e do Festival Cachoeira.doc em 2014. Foi curadora de cinema do Festival de Arte Negra, FAN da PBH, edições de 2003 e 2007 e do Festival de Inverno UFMG, 2011 e 2012. Realizou curadoria de diversas mostras de cinema para o Itaú Cultural, SESC Minas e CineSesc SP. Dirigiu os seguintes longas documentais: A Rainha Nzinga Chegou (2019); Nos olhos de Mariquinha (co-direção: Cláudia Mesquita, 2008); Um Olhar sobre os Quilombos no Brasil (co-direção: Aparecida Reis, 2007. Função: Curadoria Daniel Ribeiro Duarte Doutorado em Cinema na Universidade Nova de Lisboa (2018) com mestrado em Comunicação Social pela Universidade Federal de Minas Gerais. -2013 – MICIB – Mostra Itinerante de Cinema Indígena Brasileiro (Lisboa, Portugal) Curador e produtor -2010 - "O Cinema de Pedro Costa" Curadoria e produção da retrospectiva completa do realizador, realizada no Centro Cultural Banco do Brasil em SP, RJ e Brasília. - forumdoc.bh Festival do Filme Documentário e Etnográfico, Fórum de Antropologia, Cinema e Vídeo 2018 – Comissão de Seleção da Mostra Contemporânea Internacional 2019 - Comissão de Seleção da Mostra Contemporânea Brasileira 2018 - Mostra Cinema Português Contemporâneo "Às Margens da Indústria" 2011 - Membro do Júri da Competitiva Nacional forumdoc.bh.2011 Função: Curadoria Carla Italiano Mestre em Comunicação Social pelo PPGCOM UFMG, onde desenvolveu pesquisa acerca de cinema diário e exílio, com graduação em Cinema pela UFSC. Integra o coletivo Filmes de Quintal no qual é organizadora do forumdoc.bh Festival do Filme Documentário e Etnográfico de Belo Horizonte desde 2011. Foi integrande das comissões de seleção dos festivais Semana dos realizadores RJ (2016), FestCurtas BH (2015 e 2013); integrante da curadoria da mostra Olhar: um ato de resistência (forumdoc.bh.2015), dedicada ao cinema indígena sob coordenação do realizador Andrea Tonacci; coordenadora da Mostra Restrospectiva Avi Mograbi (forumdoc.bh.2014); curadora e coordenadora da Mostra Jonas Mekas (forumdoc.bh em 2013). Realizou a videoinstalação Catografias do ruído (Sesc Palladium, 2012) e o documentário Regresso (2010). Curadora e Coordenadora da Mostra Restrospetiva Helena Solberg realizada em parceira com o Centro Cultural Banco do Brasil (2018). Função: Curadoria Milene Migliano Doutora em Processos Urbanos Contemporâneos pelo PPGAU – UFBA, mestre em Comunicação e Sociabilidade Contemporânea pelo PPGCOM – UFMG, é jornalista com formação complementar em cinema, também pela UFMG. Tem se engajado enquanto curadora e organizadora desde 2003 em diversos festivais de cinema que articulam contextos singulares de universidades públicas, como o forumdoc.bh e a UFMG, o FIDÉ e a Paris VIII, o, Cachoeira.doc e a UFRB, o Festival Mimoso de Cinema, com a UFRB e a UFOB, o F.EST.A e a UFSB, o Cinema Urbana e a UnB, entre outros. No forumdoc.bh programou mostras como “Comunidades de Cuidado: fabulações, enfrentamentos e éticas de cura” (2021, com Arthur Medrado, Carla Italiano e Cora Lima), “Esta Terra é a nossa Terra” (2020, com Carla Italiano e Ewerton Belico) e “Cinema dos Povos Imaginários” (2011, com Carolina Canguçu e Junia Torres). É parecerista em audiovisual de editais regionais e nacionais. Foi diretora de produção e produtora de set em diversos filmes de ficção e documentário entre eles “Quando os Yãmih vêm dançar conosco”, de Isael e Suely Maxakali e Renata Otto, 2012, e “Na sua companhia”, de Marcelo Caetano, 2011. Função: Curadoria Ana Carvalho Desde 2001 trabalha junto a comunidades indígenas e tradicionais no Brasil, desenvolvendo projetos culturais, pesquisa, curadoria e criação compartilhada nos campos do cinema, das artes visuais e da agroecologia. Integra o corpo de colaboradores do Vídeo nas Aldeias – projeto com mais de 30 anos de produção audiovisual indígena no Brasil – atuando na coordenação de oficinas de formação em audiovisual, na elaboração e desenvolvimento de projetos e em processos coletivos de direção, roteiro e pesquisa de obras cinematográficas, além da coordenação editorial de livros e publicações. Bacharel em Comunicação Social pela UFMG e especialista em Jornalismo: Narrativas Contemporâneas pelo IEC/PUC-MG. Atua como curadora, realizadora, roteirista, artista, pesquisadora e educadora. Função: Produção Cora Lima Estudante de graduação em Antropologia Social na Universidade Federal de Minas Gerais. Fez assistência de produção do forumdoc.bh (Festival do Filme Etnográfico e Documentário Fórum de Antropologia e Cinema) - 2019/2020 e na Itinerância forumdoc.mg (2021). Foi produtora no forumdoc.bh.2021. Integrou a equipe de organização do acervo fílmico do Projeto Organização e digitalização de acervo textual e midiático do Ponto de Cultura Associação Filmes de Quintal aprovado no edital 02/2020 da Lei Aldir Blanc no âmbito do estado de Minas Gerais. Produção no projeto “Articulando a diversidade cultural em Conceição do Mato Dentro” aprovado no edital 15/2020 da Lei Aldir Blanc no âmbito do estado de Minas Gerais. Produção geral e produção de cópias na Mostra Seres Rios (BDMG Cultural)/2021. Produção de cópias na Mostra Cinema, Olhares no Feminino/2021 (Projeto aprovado na Lei Aldir Blanc) MG. Fez assistência de produção e assistência de gestão administrativa no FENDA (Festival Experimental de Artes Fílmicas) 2022. Função: Produtora executiva Ana Carolina Antunes Santos Ana Carolina Antunes é produtora e gestora executiva das artes e da cultura. Com mestrado em Comunicação Social, atua pelas áreas audiovisual, musical e de formação. Fez a produção executiva de diversas mostras e festivais de cinema como o FENDA - Festival Experimental de Artes Fílmicas (2022 e 2023), o Ciclo de Cinema Supergasbras (2022/2023), a), a CUIR – FILME E EXPERIMENTO – AMÉRICA LATINA (2020), a L.A Rebellion (2019/2020) e a Katsudo Shashin: imagens em movimento (2019). Atuou em diversas edições do forumdoc.bh como produtora de logística e coordenadora de tradução (2015, 2017, 2019, 2020). Também fez parte da equipe de produção da mostra CineTropicália (2017), Mais Fundo que o Mar: o Cinema, a Música e as Esquinas (20212/2022). Fez a produção audiovisual do projeto de registro do Choro como patrimônio cultural do Brasil onde atuou na organização, pesquisa e negociação de acervos e arquivos audiovisuais (2020 a 2023). Foi gestora do projeto de criação e edição de experiências indígenas para EAD de projeto da FUNAI com a Agência GIZ-Cooperação Alemã para o desenvolvimento (2020 a 2021). Foi produtora executiva-assistente do longa-metragem Baixo Centro (2018), ganhador do prêmio Aurora na mostra de cinema de Tiradentes, entre outros. Produziu o projeto de formação e mostra Cineclube Comum 16mm (2022/2023), fez a gestão e produção executiva do projeto de formação Documentário e memória: preservação e reutilização de imagens de arquivo (2022/2022). Na área musical é idealizadora, produtora e gestora executiva do projeto de fomento à cadeia cultural de Belo Horizonte ARTIFÍCIO (2022 e 2023), fez a gestão financeira do projeto História e Memória dos Registros Fonográficos em Minas Gerais (2022), atuou nos festivais de música Eu Gostaria de Ouvir (212), Palavra Som (2012 e 2013), coordenou o festival multidisciplinar Clubbers da Esquina (2020) e foi produtora da banda Iconili (2013-2015), entre outros. Atualmente está produzindo o projeto de publicação "Obra Completa de Maria Lúcia Alvim" em parceria com a editora Relicário e em parceria com a Associação Filmes de Quintal, faz a gestão executiva dos projetos de formação indígena Roda de Imagem e também o AJA - Agente Jovem Audiovisual - executado em Boa Vista (RR).

Providência

Projeto encaminhado para avaliação de resultados.

2024-07-04
Locais de realização (1)
Belo Horizonte Minas Gerais