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O documentário em média-metragem "Cuidar do Solo", de 50 minutos, em Full HD, para ser exibido em Plataformas Digitais da Internet, irá acompanhar nosso personagem em busca de respostas em como fazer com que o nosso extenso solo, intensamente produtor, seja recuperado para que novas gerações possam utilizá-lo sempre.
O documentário mostrará o nosso personagem em busca de respostas em como fazer com que o nosso extenso solo, intensamente produtor, seja recuperado para que novas gerações possam utilizá-lo sempre. Ele viajará para as regiões Sul (Rio Grande do Sul, Paraná) e Sudeste (Minas Gerais, São Paulo). O documentário tem a classificação indicativa etária LIVRE, de acordo com a classificação indicada no Guia Prático – 2012 da Secretaria Nacional de Justiça/MJ.
OBJETIVO GERAL A ideia é, que através de um documentário de 45 minutos para Internet e Plataformas Digitais, fazer um filme de imagens com texturas cinematográficas, com uso de recursos de câmeras "super slow motion" e "parallax", além de muitas imagens aéreas captadas com Drones. Sob o ponto de vista do nosso personagem, ele vai em busca de respostas em como fazer com que o nosso extenso solo, intensamente produtor, seja recuperado para que novas gerações possam utilizá-lo sempre. O projeto, ainda, se enquadra no Artigo 3º do DECRETO nº 11.453, DE 23 DE MARÇO DE 2023. I - valorizar a cultura nacional, consideradas suas várias matrizes e formas de expressão; Através da documentação audiovisual de uma cultura regional e brasileira, iremos valorizar mostrando um pouco das ações de uma sociedade que vive e depende do nosso plantio, nosso solo fértil. II - estimular a expressão cultural dos diferentes grupos e comunidades que compõem a sociedade brasileira; O documentário mostrará como diferentes regiões brasileiras, de extenso território e diferentes climas, produzem o nosso alimento para consumo e para exportação. III - viabilizar a expressão cultural de todas as regiões do País e sua difusão em escala nacional; Mostraremos uma cultura regionalizada, que representará diversas regiões brasileiras, já que nosso país tem uma extensa faixa de solo produtor fértil. V - incentivar a ampliação do acesso da população a fruição e a produção dos bens culturais; Através do documentário, conseguimos alcançar, através de uma linguagem bastante acessível a todos os brasileiros, e com ampla divulgação na internet, com acesso gratuito. OBJETIVOS ESPECÍFICOS Produção de um documentário de média-metragem com duração de 50 minutos, full HD, para exibição na Internet e Plataformas Digitais Gratuitas como Redes Sociais (Facebook e Instagram) e YouTube. Pretendemos, através de relatórios das Plataformas Digitais, comprovar o alcance de pessoas necessários para contemplar o resultado. Pretendemos atingir, diretamente, um público de 4000 pessoas.
Um dos principais desafios globais desse século é como alimentar o mundo sem degradar o meio ambiente. Em 2050 o planeta deverá ter 10 bilhões de pessoas que precisarão diariamente de comida. Mas e aí? Como abastecer essa quantidade estratosférica de bocas sem esgotar nossos já tão exigidos recursos naturais como a água e o solo? No Brasil, o Censo Agropecuário Nacional estima que atualmente existam 12 milhões de hectares de terras degradadas que podem ser recuperadas e convertidas para a agricultura, sendo 8 milhões apenas no Cerrado. Já a Universidade Federal de Goiás (UFG) calcula que esse número seja bem maior, algo entre 80 e 100 milhões de hectares. A verdade é que tanto para uma estimativa quanto para a outra, já passou da hora de agirmos. O formato Documentário tem sido cada vez mais utilizado para mostrar situações, através de temas relevantes para serem explorados para a grande população através da internet. O tempo de um média-metragem, 45 minutos, também ajuda na composição do tempo de uma aula para ser exibida e após ser debatida como tema dentro das disciplinas para o Ensino Médio ou Educação de Jovens e Adultos. Portanto, faz-se necessária a utilização de mecanismos de incentivo fiscal para que a produção seja possível, já que não há comercialização do produto, somente o oferecimento gratuito à população. O projeto se enquadra nos seguintes incisos do Artigo 1º da Lei 8313/91 I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais. Através das Redes Sociais e das Plataformas Digitais disponibilizaremos gratuitamente o documentário. II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais. A abordagem do filme trata de apresentar e trazer culturas de diferentes estados brasileiros sobre a questão do solo. Mostraremos como cada região lida com essa questão, através de sua comunidade e especialistas. III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores Ao abordarmos assuntos relacionados a regiões brasileiras, naturalmente iremos nos deparar com culturas e manifestações regionais, ainda mais quando o assunto é a terra (solo), que é o nosso tema. O projeto tem por objetivo, dentre os elencados no Artigo 3º da Lei 8313/91 II - fomento à produção cultural e artística, mediante: a) produção de discos, vídeos, obras cinematográficas de curta e média metragem e filmes documentais, preservação do acervo cinematográfico bem assim de outras obras de reprodução videofonográfica de caráter cultural. Produziremos um média-metragem documental.
Documentário Média-Metragem, Full HD, aproximadamente 50 minutos para Plataformas Digitais da Internet e classificação indicativa livre. Por tratar-se de uma obra audiovisual, somente a captação e edição das imagens em FULL HD. Utilizaremos câmeras de gravação Canon C300, Lentes 24/70, 70/200, 50mm, tripé, videolink e refletor. Para edição, utilizaremos softwares da Adobe.
Produto: Média-Metragem / Documentário Acesso às produções audiovisuais às pessoas com deficiências intelectual, auditiva e visual. Para promover o acesso às produções audiovisuais às pessoas com deficiência visual e auditiva adotaremos todas as medidas a seguir: a) Audiodescrição - narração adicional roteirizada, em língua portuguesa, integrada ao som original da obra audiovisual ao à sua versão dublada, contendo descrições das ações, linguagem corporal, estados emocionais, ambientação, figurinos, caracterização de personagens, bem como a identificação e/ou localização dos sons. b) Legendagem descritiva ou Legenda para surdos e ensurdecidos (LSE) - consiste na conversão do texto oral para o texto escrito de uma língua para outra, dentro de uma mesma língua ou de uma língua de sinais para uma língua escrita, levando-se em conta, na composição das legendas, a redução textual decorrente das restrições de tempo, espaço na tela, número de caracteres, conveniência de supressão ou acréscimo de informações, segmentação, alinhamento, fonte e local de cada legenda na tela e velocidade de leitura. Devem ser explicitadas informações de efeitos sonoros, música, sons do ambiente, silêncios significativos e aspectos paralinguísticos do discurso perceptíveis pela entonação ou pela emissão de sons não verbais – como choro ou riso –, bem como adicionada a identificação dos falantes; e c) Língua Brasileira de Sinais – LIBRAS - forma de comunicação e expressão, em que o sistema linguístico de natureza visual-motora, com estrutura gramatical própria, constitui um sistema linguístico de transmissão de ideias e fatos, oriundos de comunidades de pessoas surdas do Brasil.
Art. 27. O plano de distribuição da proposta deve prever medidas de democratização do acesso aos produtos, bens, serviços e ações culturais produzidos, contendo as estimativas da quantidade total de ingressos ou produtos culturais previstos, observados os seguintes limites: I - até 10% (dez por cento) para distribuição gratuita promocional por patrocinadores, havendo mais de um, receberão em quantidade proporcional ao investimento efetuado; II - mínimo de 10% (dez por cento) para distribuição gratuita com caráter social ou educativo; III - até 10% (dez por cento) para distribuição gratuita promocional pelo proponente em ações de divulgação do projeto; e IV - mínimo de 20% (vinte por cento) para comercialização em valores que não ultrapassem 3% (três por cento) do salário-mínimo vigente no momento da apresentação da proposta. Todos os incisos estão contemplados nesse projeto. Não haverá distribuição presencial por se tratar de um projeto audiovisual exibido pela internet. O acesso é completamente gratuito. Art. 28. Em complemento, o proponente deverá prever a adoção de, pelo menos, uma das seguintes medidas de ampliação do acesso: I - doar 10% (dez por cento) dos produtos resultantes da execução do projeto para distribuição gratuita com caráter social, além do previsto inciso II do art. 27, totalizando 20% (vinte por cento); Disponibilizaremos o documentário para Escolas Públicas ou Equipamentos de Cultura. IV - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino, e de outros eventos referente ao produto principal; O documentário será disponibilizado gratuitamente em Plataformas Digitais Gratuitas de Vídeos na Internet. No entanto, para que tenhamos uma maior visibilidade e que possamos ampliar nosso alcance ao público, vamos disponibilizar o filme para a TV Cultura de São Paulo, TV Pública com afiliadas por todo o Brasil, com medidas de acessibilidade. Conforme descrito no projeto, o filme ficará disponível nos canais de YouTube, nos perfis de Instagram e Facebook. Em todas as plataformas citadas o filme ficará disponibilizado gratuitamente.
COORDENADOR GERAL – PROFISSIONAL REMUNERADO - RESPONSÁVEL PELA GESTÃO DO PROCESSO DECISÓRIO/ATIVIDADE TÉCNICO-FINANCEIRA – PROFISSIONAL REMUNERADO E PRODUTOR EXECUTIVO – PROFISSIONAL REMUNERADO SYLVIO ROCHA Formado em administração pela FGV e por 25 anos trabalhou no mundo corporativo. Em 2011 migrou para o mercado audiovisual e como produtor executivo e gestor de novos negócios realizou documentários e séries de TV exibidos na ESPN, NatGeo, Band, FOX, ZooMoo Kids, Futura, Cultura e TV Globo. Em 2017 fundou a Tocha Filmes e no ano seguinte lançou o documentário “Amanhã Chegou” e “Onde a Moeda Cai em Pé – a história do São Paulo Futebol Clube”, filme oficial do clube paulista. Em 2020 lançou “Um Presente a Prova de Futuro”, o primeiro documentário sobre economia circular feito no Brasil, uma coprodução com a Globo Filmes e a Globo News. No ano seguinte lançou “Como Ela Faz?”, sobre equidade de gênero e ganhador do “Melhor Curta Metragem Estrangeiro” do Hollywood International Woman’s Film Festival – 2020, que depois virou um longa metragem e uma série de TV, exibida na Cultura, Canal GNT, Globoplay e portal UOL/ECOA. DIRETOR EDUARDO RAJABALLY – DIRETOR GERAL DO DOCUMENTÁRIO – É documentarista, diretor de séries, roteirista e jornalista. Em 25 anos de profissão já conduziu cerca de três mil entrevistas, dirigiu 13 documentários e mais de 350 episódios de programas para a TV. Já filmou em todo o Brasil e diversos países da Europa, América Latina, Ásia, além dos EUA. Seus trabalhos foram veiculados na BBC, TV Globo, HBO, NatGeo, Discovery Channel, GloboNews/Globo Filmes, GNT, Multishow, AXN/Sony, A&E, Animal Planet, Canal OFF, TV Cultura, Canal Cuatro Espanha, TVI Portugal, Telecine, TVE, TV Brasil, ESPN e Eurochannel, com trabalhos licenciados para Globoplay e Netflix. Recebeu diversos prêmios como o “Vladimir Herzog de Direitos Humanos”, “Festival Ecofalante de Cinema Ambiental”, “Prêmio Fiesp/Sesi-SP” e uma indicação como semifinalista do Emmy Internacional. ROTEIRISTA – PROFISSIONAL REMUNERADO GUI STOCKLER já trabalhou em projetos exibidos na National Geographic, Nat Geo Wild, Youtube Originals, Tubi (FOX USA), A&E, Rede Globo, GloboNews, Canal Off, ESPN Brasil, Nickelodeon, Disney Channel, TV Cultura, Record, SBT, Rede TV e TV iG, Entre seus trabalhos destacam-se “Expedição Oriente” (Família Schürmann), “Brasil Selvagem”, “Missão Américas”, “O Mundo Selvagem de Richard Rasmussen” e “Até que a Morte nos Separe”. Ele também escreveu os roteiros dos documentários “Um Presente à Prova de Futuro”, “Em Busca do U-513”, “A Reinvenção do Futebol Arte”, “Rotas lendárias – Rota 66”, o curta metragem “Natural Born Climber”, dois livros, webseries, eventos como os “Meus Prêmios Nick” e “Prêmio Itaú-Unicef”, além de dezenas de trabalhos corporativos para empresas como Procter & Gamble, Unilever, Vivo, Motorola, Sky, Volkswagen, Ford, Mercedes Benz, Toyota, Renault, Nissan, Phillips, Canon, Hering e Sabesp, entre muitas outras.
PROJETO ARQUIVADO.