Nenhum incentivador/fornecedor cadastrado localmente. Click "Carregar via SALIC" para buscar da API ao vivo.
* IMAGENS QUE GUARDAM SONS: FOTO-DIÁRIO DE UM FOTÓGRAFO-CEGO* RESUMO: O projeto cultural objetiva ações para pessoas com deficiência, mais especificamente para artistas cegos, com o objetivo da sua inclusão social e desenvolvimento, através da difusão e exposição de obras da Fotografia Contemporânea com olhar curatorial especializado.
SINOPSE DA OBRA *PRODUTO PRINCIPAL: EXPOSIÇÃO* 1 exposição com 35 (trinta e cinco) obras de Fotografia Contemporânea, de autoria do fotógrafo-cego Jarlison Gardiman e Cia Poéticas da Cena Contemporânea (coletivo propositor da Escola de Fotógrafos Cegos) em galeria de Vila Velha para visitação gratuita durante 2 (dois) meses. *IMAGENS QUE GUARDAM BARULHOS: FOTO-DIÁRIO DE UM JOVEM FOTÓGRAFO-CEGO* Segundo Jarlison Gardiman, fotógrafo cego de nascença devido a uma toxoplasmose congênita, o que ele faz é “prender barulhos nas imagens”. Esta proposição batiza o seu foto-diário com vinte fotografias, aberto à visitação na Galeria Mô em Vila Velha. Gardiman segura a câmera de uma maneira singular: bem perto do peito e ao escutar o clique, entusiasma-se e dispara o obturador. Não sem antes ajustar o zoom, aplicar a “Lei do Movimento Mínimo” e outros operadores estéticos que aprendeu na Escola de Fotógrafos Cegos, projeto inovador no país fundado pela Cia Poéticas da Cena Contemporânea. A Escola de Fotógrafos Cegos é uma proposição da Associação Sociedade Cultura e Arte SOCA em parceria com o coletivo atuante no Espírito Santo desde 2015 e que desenvolveu uma metodologia para a transmissão das composições visuais e da práxis do ato fotográfico para quem nunca enxergou. Ao escutar a descrição das imagens que produz, o que Gardiman imagina são os sons: a barulhenta estripulia dos bagunceiros Ruan, Luan e Natan; a sanfona do avô João (85) e as histórias da avó Maria (84). São estes sons que estão guardados no Foto-diário levado a público na Galeria Mô e, através das imagens trabalhadas pelo jovem fotógrafo-cego, prometem atiçar a imaginação do público: Luan (3) tomando banho com as suas bolas azuis; Ruan (9) na “pelada” de rua com os amigos Bernardo, Kaleb e Gustavo; Avó Maria há cinquenta anos vindo de João Neiva para Cariacica, testemunhando a chegada da venda do Borini e do Salão da Tia Inês, que transformaram o bairro hoje fotografado pelo neto. Até os sons da distribuidora JB com os homens bebendo no final da tarde e o Carlinhos Bike, foram guardados por “Grude”, como as irmãs carinhosamente o apelidaram; e seu avô João, especialmente os sons do seu acordeon, que toca desde quando ainda novo capinava terreno de gente de posse. O diário de Jarlison Gardiman segue o estilo de foto-documentário em P&B com granulação acentuada e traz os traços da sua relação com o ato de fotografar. Junto ao seu ensaio, o coletivo Poéticas da Cena Contemporânea expõe fotos de bastidor. São quinze registros documentais do processo de construção e formação do Fotógrafo-cego Jarlison Gardiman. *PRODUTO SECUNDÁRIO: OFICINA* 1 oficina de Estética da Fotografia Contemporânea para 12 (doze) fotógrafos-cegos com 32 (trinta e duas) horas-aula, gratuita. Abordando aspectos da Filosofia e Psicanálise contemporânea, o curso dedica-se ao diálogo com outros fotógrafos, descrições de imagem e elaboração da experiÊncia viva de construção de imagens pela pessoa cega, procurando munir o aluno de um arsenal conceitual e discursivo para analisar e falar sobre a própria obra. NÃO HÁ COBRANÇA DE INGRESSOS. A DISTRIBUIÇÃO DOS PRODUTOS CULTURAIS É TOTALMENTE GRATUITA.
OBJETIVO GERAL O projeto cultural objetiva ações para pessoas com deficiência, mais especificamente para artistas cegos, com o objetivo da sua inclusão social e desenvolvimento, através da difusão e exposição de obras da Fotografia Contemporânea com olhar curatorial especializado. De acordo com o Art. 3º do Decreto 11.453, de 23 de março de 2023, a proposta contribui para: I - valorizar a cultura nacional, consideradas suas várias matrizes e formas de expressão; II - estimular a expressão cultural dos diferentes grupos e comunidades que compõem a sociedade brasileira; V - incentivar a ampliação do acesso da população à fruição e à produção dos bens culturais; VI - fomentar atividades culturais afirmativas para a promoção da cidadania cultural, da acessibilidade às atividades artísticas e da diversidade cultural; VII - desenvolver atividades que fortaleçam e articulem as cadeias produtivas e os arranjos produtivos locais, nos diversos segmentos culturais; IX - apoiar as atividades culturais de caráter inovador ou experimental; XII - impulsionar a preparação e o aperfeiçoamento de recursos humanos para a produção e a difusão culturais; XV - apoiar o desenvolvimento de ações que integrem cultura e educação. OBJETIVOS ESPECÍFICOS 1 exposição com 35 (trinta e cinco) obras de Fotografia Contemporânea, de autoria do fotógrafo-cego Jarlison Gardiman e Cia Poéticas da Cena Contemporânea (coletivo propositor da Escola de Fotógrafos Cegos) em galeria de Vila Velha para visitação gratuita durante 2 (dois) meses. 1 oficina de Estética da Fotografia Contemporânea para 12 (doze) fotógrafos-cegos com 32 (trinta e duas) horas-aula, gratuita. NÃO HÁ COBRANÇA DE INGRESSOS. A DISTRIBUIÇÃO DOS PRODUTOS CULTURAIS É TOTALMENTE GRATUITA.
A proposta apresentada, está alinhada às finalidades expressas: No Art.1° da Lei 8.313/1991, incisos: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II - Promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; IV - Proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional; V - salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória. E, em consonância com os objetivos do Art.3° da referida lei para cumprimento das finalidades expressas no art. 1°da Lei 8.313, atenderá, os seguintes objetivos: II: fomento à produção cultural e artística, mediante: c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore. A necessidade do uso do mecanismo de incentivo a projetos culturais para a realização do projeto, está alicerçada no direito de acesso à cultura, pois é totalmente gratuito e não visa a obtenção de nenhum tipo de lucro, no intercâmbio de informações e na construção de uma dinâmica que envolva exposições de artes visuais. O projeto inova: Contribuindo para que pessoas cegas se insiram na tessitura social como fazedores de cultura, artistas, valorizados em sua produção; Estabelecendo princípios e a práxis com estudos continuados para que chegue, aos cegos, o conhecimento necessário à elaboração discursiva sobre a própria produção artística; Contribuindo para que pessoas cegas possam articular pensamento crítico sobre a produção em fotografia contemporânea e a análise reflexiva sobre as relações entre arte e sociedade; Contribuindo para a inserção de pessoas cegas na cadeia de produção de bens simbólicos valorizados socialmente; Contribuindo para aflorar, não só em participantes das oficinas, mas no tecido social, instituições e público, a valorização do cego enquanto artista. O projeto leva até pessoas cegas, arsenal metodológico, promovendo a inclusão, o acesso ao conhecimento e meios para o exercício da autonomia em procedimentos de criação artística através de grupo de estudos continuado. O projeto leva a produção de artistas cegos à sociedade, expondo-a em ambiente externo público, a fim de surpreender com o impacto da estética da fotografia contemporânea em dispositivos sem olhos. Expondo a sua produção em grande dimensão em área externa pública, objetiva-se: a mudança de olhar sobre a pessoa com deficiência e a valorização de suas potencialidades, mostrando uma obra instigante que reflete sobre o mundo e formas de recriá-lo através da fotografia. Orientamos os participantes das oficinas do projeto "ESCOLA DE FOTÓGRAFOS CEGOS" promovendo estudos, introduzindo a base do pensamento contemporâneo sobre Arte e Filosofia, promovendo condições de constituírem olhar crítico sobre o próprio trabalho e as relações entre criação artística e sociedade. Através da exposição de obras do fotógrafo-cego Jarlison Gardimam mostramos que é possível a pessoa cega produzir, oferecer à sociedade a sua produção e fazer parte da cadeia de bens simbólicos, contribuindo para o acesso e a construção dos saberes a respeito da Arte, Cultura e Sociedade.
O projeto prevê ônibus gratuito para o transporte de estudantes de instituções públicas de ensino participarem de visitas guiàdas à exposição.
*OBJETO PRINCIPAL: EXPOSIÇÃO* O QUE: 1 exposição com 35 (trinta e cinco) obras de Fotografia Contemporânea, de autoria do fotógrafo-cego Jarlison Gardiman e Cia Poéticas da Cena Contemporânea (coletivo propositor da Escola de Fotógrafos Cegos) em galeria de Vila Velha para visitação gratuita durante 2 (dois) meses. ONDE: Na Galeria Mô, espaço da companhia Poéticas da Cena Contemporânea, no bairro Santa Mônica Popular, no município de Vila Velha, destinado à exposição de recortes curatoriais das atividades fotográficas e videográficas do coletivo de artistas múltiplos propositor da Escola de Fotógrafos Cegos.O espaço tem 112m2 e é dividido em duas salas, que trazem no nome a homenagem a dois fotógrafos cegos que tiveram a sua formação com o coletivo: Jarlison Gardiman e Manoel Peçanha. A exposição “Imagens que guardam sons: Foto-diário de um fotógrafo-cego” marca a inauguração da galeria. OBRAS: São 20 (vinte) obras do artista cego Jarlison Gardiman, retratando sua família e cotidiano, mais 15 (quinze) registros fotográficos de autoria do coletivo Cia Poéticas da Cena Contemporânea retratando os bastidores da Escola de Fotógrafos Cegos, mais especificamente o processo de construção e formação de Jarlison Gardiman como fotógrafo-cego. Na Sala Jarlison Gardiman (Sala 1), são: 15 (quinze) fotos em P&B lado a lado sem praticamente espaço entre elas, formando um painel - na parede dos fundos; e 05 (cinco) fotos em Cor - em tamanho maior - penduradas, ocupando o centro, formando três camadas. Na Sala Manoel Peçanha (Sala 2) são: 12 (doze) fotos em Cor (de bastidores) em televisões antigas espalhadas pelo chão - 04 (quatro) junto à parede dos fundos, 04 (quatro) junto à parede da direita e 04 (quatro) junto à parede da esquerda; e 03 (três) fotos em Cor (de bastidores) projetadas em tela branca de grande dimensão fixada nas paredes. PAINÉIS EXPLICATIVOS: Na Sala Jarlison Gardiman (Sala 1), 02 (dois) painéis explicativos - nome da exposição e texto curatorial - ocupando a entrada, em forma de aba. DINÂMICA DE VISITAÇÃO: As obras ficam abertas à visitação pública todos os dias de 09H às 21H durante dois meses, com monitoria especializada e mediadores para a marcação de visitas guiadas. AUTORES: Jarlison Gardiman, fotógrafo de 35 anos, nascido em Cariacica, cego de nascença e que teve sua formação da “Escola de Fotógrafos Cegos” e Cia Poéticas da Cena Contemporânea, coletivo de artistas múltiplos, dedicado às investigações em Teatro, Vídeo, Cinema e Fotografia, atuante em Vila Velha desde 2015, propositor de projetos que potencializam as relações entre arte inclusão. CONCEITO: O conceito curatorial parte do encantamento produzido pela obra do fotógrafo cego de nascença Jarlison Gardiman e sua profícua paixão em registrar momentos cotidianos de sua família. *OBJETO SECUNDÁRIO: OFICINA* 1 oficina de Estética da Fotografia Contemporânea para os 12 (doze) fotógrafos-cegos com 32 (trinta e duas) horas-aula, gratuita. CARGA HORÁRIA: 32 HORAS VAGAS: 12 PARA QUEM: para os 12 (doze) fotógrafos-cegos que participaram da primeira edição. OBJETIVOS: proporcionar instrumentos para o desenvolvimento discursivo e formação dos participantes, para que possam produzir narrativas sobre as suas obras, dispositivos e processos criativos com a Fotografia Contemporânea. METODOLOGIA: Aulas expositivas, diálogos com a produção de outros fotógrafos, descrição de imagens, diálogos com pressupostos e hipóteses extraídos da Filosofia e Psicanálises Contemporâneas, rodas de conversa com os monitores para o estímulo de produção verbal própria, relação com as experiências fotográficas e vivências singularidades nos dispositivos, bem como a singularidade das vias de percepção dos objetos fotografados e das poéticas produzidas pelos fotógrafos-cegos; construção de textos. CONTEÚDO: Uma pincelada na trajetória da fotografia, do moderno ao contemporâneo; A filosofia contemporânea e seus principais pressupostos; A psicanálise contemporânea e seus principais pressupostos; Diálogos entre a estética da fotografia e os pressupostos da psicanálise e filosofia contemporâneos; Figuras da poética, modalidades e limites; O olhar do cego em Artes. NÃO HÁ COBRANÇA DE INGRESSOS. A DISTRIBUIÇÃO DOS PRODUTOS CULTURAIS É TOTALMENTE GRATUITA.
ACESSIBILIDADE De acordo com o Art. 25. da Instrução Normativa 01/2023, a proposta cultural contém medidas de acessibilidade compatíveis com as características do objeto sempre que tecnicamente possível, nos termos dos arts. 42, 43 e 44 da Lei nº 13.146, de 6 de julho de 2015, do art.46 do Decreto nº 3.298, de 20 de dezembro de 1999, do Decreto nº 9.404, de 11 de junho de 2018, de modo a contemplar: I - no aspecto arquitetônico, recursos de acessibilidade às pessoas com mobilidade reduzida ou idosas para permitir o acesso aos locais onde se realizam as atividades culturais e espaços acessórios como banheiros, áreas de alimentação e circulação; e II - no aspecto comunicacional, recursos de acessibilidade às pessoas com deficiências intelectual, auditiva e visual para permitir o acesso ao conteúdo dos produtos culturais resultantes do projeto. De acordo com o § 1º os custos com as ações de acessibilidade estão previstos no orçamento analítico do projeto, nas seguintes rubricas: A.) 1 exposição com 35 (trinta e cinco) obras de Fotografia Contemporânea, de autoria do fotógrafo-cego Jarlison Gardiman e Cia Poéticas da Cena Contemporânea (coletivo propositor da Escola de Fotógrafos Cegos) em galeria de Vila Velha para visitação gratuita durante 2 (dois) meses. Visando proporcionar ampla acessibilidade a todos os públicos, a orquestra será apresentada em local onde será disponibilizado: * Acessibilidade física: rampas, corrimões, banheiros adaptados.Item da planilha orçamentária: Locação de espaço para a exposição. * Para deficientes auditivos: Intérprete de LibrasItem da planilha orçamentária: Intérprete de Libras * Para deficientes visuais: AudiodescriçãoItens da planilha orçamentária: Audiodescrição * Para pessoas diagnosticadas com o transtorno do espectro autista (TEA): acolhimento de profissional especializado.Itens da planilha orçamentária: Monitores B.) 1 oficina de Estética da Fotografia Contemporânea para 12 (doze) fotógrafos-cegos com 32 (trinta e duas) horas-aula, gratuita. Visando proporcionar ampla acessibilidade a todos os públicos, a orquestra será apresentada em local onde será disponibilizado: * Acessibilidade física: rampas, corrimões, banheiros adaptados.Item da planilha orçamentária: Aluguel de espaço da companhia. * Para deficientes auditivos: Intérprete de LibrasItem da planilha orçamentária: Intérprete de Libras * Para deficientes visuais: AudiodescriçãoItens da planilha orçamentária: Audiodescrição * Para pessoas diagnosticadas com o transtorno do espectro autista (TEA): acolhimento de profissional especializado.Itens da planilha orçamentária: Monitores De acordo com o § 2º, o material de divulgação dos produtos culturais gerados pelo projeto conterá informações sobre a disponibilização das medidas de acessibilidade. NÃO HÁ COBRANÇA DE INGRESSOS. A DISTRIBUIÇÃO DOS PRODUTOS CULTURAIS É TOTALMENTE GRATUITA.
DEMOCRATIZAÇÃO DE ACESSO TODOS OS PRODUTOS TEM DISTRIBUIÇÃO INTEIRAMENTE GRATUITA. A proposta está de acordo com o Art. 27. da NI 01/2023, promovendo medidas de democratização do acesso aos produtos, bens, serviços e ações culturais produzidos, contendo as estimativas da quantidade total de ingressos ou produtos culturais previstos, observados os seguintes limites: I - até 10% (dez por cento) para distribuição gratuita promocional por patrocinadores, havendo mais de um, receberão em quantidade proporcional ao investimento efetuado; II - mínimo de 10% (dez por cento) para distribuição gratuita com caráter social ou educativo; III - até 10% (dez por cento) para distribuição gratuita promocional pelo proponente em ações de divulgação do projeto; e IV - mínimo de 20% (vinte por cento) para comercialização em valores que não ultrapassem 3% (três por cento) do salário-mínimo vigente no momento da apresentação da proposta. De acordo com o Art. 28 a IN 01/2023, em complemento, o proponente prevê a adoção das seguintes medida de ampliação do acesso: I - doar 10% (dez por cento) dos produtos resultantes da execução do projeto para distribuição gratuita com caráter social, além do previsto no inciso II do art. 27, totalizando 20% (vinte por cento). . Tendo a ciência de que de acordo com o Art. 29, considera-se: I - de caráter social, a distribuição de ingressos e produtos culturais para pessoas de grupos minoritários ou comunidades em vulnerabilidade social, tais como: negros, indígenas, povos tradicionais, nômades, pessoas em situação de rua, pessoas LGBTQIA+, pessoas com deficiência, beneficiários do Bolsa Família e CadÚnico; e II - de caráter educativo, a distribuição a alunos da rede pública de ensino fundamental, médio ou superior.
REJANE KASTING ARRUDA realiza atividade de Coordenação Geral e Curadoria. Doutora em Artes Cênicas pela Universidade de São Paulo e pós-graduada em Cinema, com publicações em livros e revistas especializadas; residência em Lisboa na Escola Superior de Teatro e Cinema, e na Universidad de Chile; participou de seminários e eventos em diversos países, como França, México e Espanha. Diretora da Cia Poéticas da Cena Contemporânea e idealizadora dos projetos da SOCA Brasil - Associação Sociedade Cultura e Arte. Investiga poéticas contemporâneas em Teatro, Cinema, Vídeo e Fotografia, e interfaces entre Arte, Filosofia e Psicanálise, e com as poéticas da inclusão e diversidade. Idealizadora e coordenadora geral dos projetos: Escola de Fotógrafos Cegos, Câmera Obscura, Fora!, Mostra c-o-n-t-á-g-i-o de Videoperformance, Cena Diversa, Nada Me Falta Videografia de Mulheres, entre outros. FAGNER SOARES DE SOUZA realiza atividade de Coordenador Administrativo-financeiro e Monitor. Pesquisador e professor em Artes, graduado em Artes Cênicas pela Universidade Vila Velha (ES), realiza investigações em Poéticas Contemporâneas com ênfase em Dramaturgia, Atuação em Teatro e Cinema, Sonoplastia, Fotografia e Video. Integrante e fundador do Nucleo Jovem da Companhia Poéticas da Cena Contemporânea, associado à SOCA BRASIL (Associação Sociedade Cultura e Arte SOCA), participando dos projetos Cena Diversa, Escola de Fotógrafos Cegos, Nada Me Falta e Orquestra Brasileira de Cantores Cegos, entre outros. Atua em Cinema e Teatro desde 2013 tendo participado dos curtas "Casa de Vó" de André Ehrlich Lucas (2016) e "Os Mais Amados" de Rodrigo de Oliveira (2019), e das peças "A Verdadeira História de Tony e Clóvis" (2014/2015), "Navalha na Carne" (2015/2016), "Quem Tem Medo de Plínio Marcos" (2015/2016), "Veto à Voz" (2017), "Peter Pan" (2017/2018), "Love Fair" (2017/2018), "Kafka, Em Processo" (2018). Dirigiu as peças "A Cantora Careca" (2015), "O Matadouro Municipal" (2017) e participou da direção compartilhada de "Navalha na Carne".
PROJETO ARQUIVADO.