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PRONAC 232156Autorizada a captação total dos recursosMecenato

Atelier Estranho

MANUELA DE SOUZA DE ALMEIDA LEITE
Solicitado
R$ 258,5 mil
Aprovado
R$ 258,5 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Exposição de Artes Visuais
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
23

Localização e período

UF principal
SP
Município
São Paulo
Início
2023-08-16
Término
2026-07-24
Locais de realização (1)
São Paulo São Paulo

Resumo

Atelier Estranho visa realizar diferentes ações culturais voltadas às práticas urbanas, durante o período de 120 dias, em imóvel localizado no centro de São Paulo, no bairro do Bixiga. Serão oferecidos programas de residência artística, orientação de pesquisa em arte, oficinas de artes visuais, exposição e apresentação de sarau, com foco na valorização da cultura afroindígena, pilar da construção identitária do povo brasileiro.

Sinopse

O Atelier Estranho, localizado no coração do Bixiga, tem como proposta ser um espaço de múltiplas atividades culturais e um propulsor para o desenvolvimento de artistas. O espaço terá acesso gratuito a todas as atividades e trará diversas experiências na área das artes visuais. O bairro escolhido, reconhecido como território de forte cena cultural, é o cenário ideal para abrigar um projeto que vai contribuir com a formação, desenvolvimento e fruição no campo das artes. A casa servirá de base para o desenvolvimento das atividades do projeto: residências artísticas, orientação de pesquisa em arte, oficinas de artes visuais e exposições são as ações programadas para enriquecer ainda mais a produção cultural nos arredores da Praça Dom Orione. Opta-se por chamar a casa de atelier, pois valorizamos os processos de criação e a experimentação e vemos essa como a grande possibilidade da criação de novas formas de enxergar o mundo, que é a verdadeira função da arte, a partir do movimento de deslocamento entre o centro e as periferias. Os quatro artistas selecionados para a residência artística trabalharão em ateliês individuais, sob a orientação de dois curadores experientes e poderão exibir seus trabalhos na exposição que acontecerá ao final do projeto. Da mesma forma, os alunos das oficinas de artes também terão espaço para mostrar seus trabalhos desenvolvidos durante a experiência de aprendizado. As atividades acontecerão num período de dois meses, iniciados pelo evento de abertura. Onde haverá um sarau de poesia e cultura afroindígena, seguido por uma performance sonora. As residências terão duração de um mês, proporcionando a interlocução e diálogos entre os artistas a partir da experiência de pesquisa, criação e vivência com o entorno. As oficinas acontecerão aos sábados visando atrair os jovens para um contato ativo com as artes, semeando o interesse em futuras produções artísticas. Serão ministradas oficinas de serigrafia, grafite, estêncil e fotografia. Escolhemos estas quatro linguagens pensando em um alinhamento com as expressões de artes urbanas e fazendo corpo com a localização da casa, centro da maior metrópole da América Latina, território de intensas relações entre arte e cidade. Cada oficina será oferecida de forma totalmente gratuita para até 20 alunos. A exposição terá duração de 30 dias e marcará o encerramento das atividades de ensino e acompanhamento artístico. As obras dos residentes e dos alunos serão expostas em todo o espaço da casa sob a curadoria dos orientadores de pesquisa, integrando e democratizando os fazeres artísticos. No encerramento, também contaremos com uma apresentação de sarau de poesia/slam, seguido por performance sonora.

Objetivos

Objetivo geral: Promover uma ação de ensino, aprendizagem e fruição no campo da cultura afroindígena. Objetivos específicos: Realizar residência artística - quantidade: 4 - 30 dias cada (serão em dupla dois residentes por mês) - Duração total: 60 dias. Realizar orientação de pesquisa em arte - dois orientadores - Duração total: 60 dias. Oficinas - serão oferecidas 4 oficinas no Atelier Estranho e mais 2 em escolas públicas (a definir) descentralizadas da capital, totalizando 6 oficinas. Cada oficina terá 4 horas de duração e terá 20 alunos. Saraus - serão realizados um na abertura e outro no fechamento do projeto. Totalizando dois saraus de 3 horas cada. Exposição de artes visuais - será realizada uma exposição com duração de 60 dias.

Justificativa

O projeto se enquadra nos seguintes incisos do Artigo 1º da Lei 8313/91: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; IV - proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional; V - salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; O projeto tem por objetivo, dentre os elencados no Artigo 3º da Lei 8313/91 I - incentivo à formação artística e cultural, mediante: c) instalação e manutenção de cursos de caráter cultural ou artístico, destinados à formação, especialização e aperfeiçoamento de pessoal da área da cultura, em estabelecimentos de ensino sem fins lucrativos; II - fomento à produção cultural e artística, mediante: c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore; IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante: b) levantamentos, estudos e pesquisas na área da cultura e da arte e de seus vários segmentos; O Bairro do Bixiga é um verdadeiro berço da história cultural e da formação da identidade do povo paulistano. Entretanto, ao contrário do que acredita o senso comum, o bairro não inicia sua história apenas ao receber uma quantidade significativa de italianos a partir do final do século XIX. Antes da chegada dos imigrantes europeus, a referida região era rota de deslocamento de povos indígenas que viviam entre o que hoje se entende como a região da Luz e o rio Pinheiros. Os povos originários ocuparam o território até o início do século XIX, quando o mesmo passou a abrigar o Quilombo Saracura, um dos maiores da região sudeste do Brasil. Conhecido como "a pequena África", o local de resistência da população negra escravizada teve a comprovação histórica de sua existência durante as obras da construção de uma estação de metrô na região. O sítio histórico foi encontrado durante as atividades de monitoramento arqueológico nas obras da linha laranja da rede metroviária. Desde então lideranças do movimento negro têm reinvidicado a construção de um memorial permanente no local para evitar que, mais uma vez, a história dos negros, arrancados de seus territórios originários, seja apagada. A narrativa de resistência do povo negro na região central de São Paulo é um dos motivadores para a escolha do bairro para a realização do projeto. Alinhados às políticas afirmativas da atualidade, pensamos no Atelier Estranho como uma espécie de quilombo urbano, um espaço de resistência contra o silenciamento e a exclusão, ainda em vigor, dos grupos racializados. Nosso projeto busca traçar rotas reversas às políticas de expulsão dos corpos não brancos dos espaços urbanos centrais. A programação do projeto Atelier Estranho contará com diversas atividades no sentido de reconhecimento e disseminação da cultura afroindígena na cidade de São Paulo. Nossos curadores e orientadores trabalharão na construção de narrativas de reconstrução e reocupação. Temos como marco primordial o direito à memória na construção de sujeitos conscientes e potentes, capazes de agenciar sua própria existência, tanto dentro da chave identitária, quanto na valorização de suas singularidades. As pessoas negras e indígenas gentrificadas do centro, primeiro por políticas de exclusão e em seguida pela especulação imobiliária, serão convidadas a retomar seus territórios de afeto. Em nosso tempo a valorização da memória e o respeito pelos povos em diáspora são questões de ordem ética, portanto da máxima urgência. As ações afirmativas, realizadas tanto por parte do poder público quanto pela sociedade civil, fazem-se absolutamente necessárias para caminharmos no direção da construção de uma sociedade verdadeiramente justa. Nossos sonhos de futuro dependem diretamente de nossas atitudes no presente. A concretização da construção de uma sociedade próspera está relacionada ao trabalho de redução de desigualdades e opressões, porque ninguém será livre até que todos sejam livres.

Especificação técnica

As práticas artístico-pedagógica das residências artísticas serão desenvolvidas através de uma metodologia com princípios e valores voltados para um olhar plural sobre as vivências de cada artista, tendo como suporte pedagógico a experimentação em arte e a orientação de pesquisa. Neste sentido, o projeto colabora na construção de futuros cidadãos críticos, solidários e propositivos, abrindo espaços dialógicos, criativos e reflexivos, para que cada indivíduo possa se expressar. Como na visão de Fayga Ostrower, onde “o criar só pode ser visto num sentido global, como um agir integrado em um viver humano.” Teremos quatro residentes artísticos acompanhados por dois orientadores de pesquisa. Para as oficinas serão elencadas algumas linhas de pensadores e práticas pedagógicas que têm o participante como foco, numa construção conjunta através da Pedagogia da Escuta e da Autonomia e da Arte como Experiência. Compreendemos educação em arte como um ato criador, cultivando a ludicidade e a consciência crítica dos participantes. A prática artística transforma o papel do educador, passando de detentor do conhecimento a um jogador, ou seja, aquele que participa ativamente e estimula o desenvolvimento dos grupos. Essa junção tem por objetivo identificar os interesses e habilidades de cada grupo, oferecendo sempre ferramentas que possibilitem a criação e execução de projetos artísticos baseados nos interesses coletivos e individuais. Cada oficina terá 20 alunos. A exposição, que exibirá os trabalhos produzidos pelos residentes e pelos alunos das oficinas, será realizada como parte de todo o processo. A pesquisa em arte envolve três principais etapas: a concepção, a produção e a exibição. Sendo assim a obra de arte só se realiza quando apresentada ao público. Com essa interação artista/obra/espectador almejamos também a formação de novos públicos, interessados em ver e fazer arte. O intuito desta ação é compartilhar as experiências realizadas com a comunidade ao apresentar as obras e trabalhos resultantes das formações, salientar questões da arte contemporânea e sua integração com a vida nos grandes centros urbanos, com ênfase nos processos de criação. Vale ressaltar que as questões expográficas e poéticas serão pensadas pelos participantes junto aos orientadores de pesquisa e curadores, numa construção coletiva. A duração da mostra será de 60 dias.

Acessibilidade

Acessibilidade física: será realizada em espaço que atende a todas as exigências legais de acesso a deficientes físicos e idosos. Acessibilidade de conteúdo: 1. Será disponibilizada a audiodescrição de algumas imagens da exposição. 2. Será disponibilizada tradução em libras durante as oficinas.

Democratização do acesso

Serão adotadas as seguintes medidas de democratização de acesso: III - oferecer transporte gratuito ao público, prevendo acessibilidade à pessoa com deficiênciaou com mobilidade reduzida e aos idosos; IV - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, dasatividades de ensino, e de outros eventos referente ao produto principal; V - garantir a captação e veiculação de imagens das atividades e de espetáculos por redespúblicas de televisão e outros meios de comunicação gratuitos; VII - realizar ação cultural voltada ao público infantil ou infantojuvenil;

Ficha técnica

Proponente realizará o serviço de coordenação geral do projeto, além de atividade educativa e prestação de contas. Manuela Leite - Proponente - Coordenação geral Doutoranda em Artes Visuais pela ECA-USP. Mestra em Artes Visuais pela USP. Graduanda em Artes Visuais pela UAM. Graduada em Fotografia pela UNESA. Atuou como professora de fotografia do Projeto Olhar Sócio Ambiental da UFPI, financiado pelo Ministério da Cultura, também foi docente dos cursos de extensão em Fotografia Digital da Universidade Estácio de Sá em 2009 e 2010. Entre 2011 e 2014 foi diretora e professora de fotografia na Casa das Artes Visuais (CAV - PB). Atua também como fotógrafa freelancer há quinze anos, tendo sido requisitada para documentar fotográficamente exposições em espaços que incluem o Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro. Participou de exposições individuais e coletivas no Rio de Janeiro, São Paulo, Moscou, Olinda, João Pessoa, Maceió, Florianópolis e Vinhedo. Desde 2009 atua também na área de produção cultural, já tendo prestado consultoria, formatado e aprovado diversos projetos em leis de incentivo à cultura. Atualmente continua seu trabalho como professora, artista visual e produtora cultural no Rio de Janeiro e em São Paulo. Natalie Mirêdia - Produtora Executiva Mestra em Artes (Poéticas Visuais) pela Escola de Comunicações e Artes da Universidade de São Paulo na área de Artes Visuais. Desenvolve pesquisas na área de Teoria e História da Arte Moderna e Contemporânea, Performance e Processos Criativos. Já participou de exposições e mostras no Brasil e no exterior, como no Instituto Tomie Ohtake, nas Caixas Culturais do Brasil, na Academia de Teatro de Helsinki, no Centro Le Lieu en Art Actuel, Canadá, no Núcleo Arts Centre, Reino Unido, no Centro Cultural Manzana de la Riviera, Paraguai, entre outros. Trabalha também como arte educadora a partir de dinâmicas e projetos independentes que agregam diferentes grupos etários, como crianças a partir de 3 anos e pós-graduandos na área de artes e afins. Como produtora cultural e coordenadora, atuou em diversas exposições coletivas, festivais e acompanhamentos artísticos. Leandro Muniz - Orientador de pesquisa Leandro Muniz (São Paulo, 1993) atua como artista e curador. Formado em artes plásticas pela USP, é assistente curatorial no MASP. Entre 2019 e 2021, foi repórter na revista seLecT. Em 2022, apresenta a individual 'Domingo', na Casa de Cultura do Parque, em São Paulo. Já expôs em espaços e projetos como o Museu de Arte do Rio, Galeria Aura, DAP Londrina, Espaço das Artes USP, Sesc, Fábrica Bhering, Casa Alagada, Ateliê397, entre outros. Foi curador das mostras 'Sala de vídeo: Aline Motta (MASP, 2022), 'Pulso' (Bica plataforma, 2021), 'Torrente' (Galeria Karla Osório, 2020), 'Esquadros' (Partilha, 2020), 'migalhas' (Galeria O Quarto, 2019), 'Lampejo' (Galeria Virgilio, 2019), 'Disfarce' (Oficina Cultural Oswald de Andrade, 2017), entre outras. Seus textos podem ser encontrados em publicações e portais como Arte que acontece, Relieve Contemporâneo, Terremoto e Revista Rosa, além de catálogos e exposições. Ministra regularmente cursos e conferências em espaços como MASP, Pinacoteca, Plataforma Zait e EBAC. Lucas Mattioli - Designer Formação em Design e MBA em Marketing, inovação e experiência do cliente pela PUC, trabalhou na comunicação e design das empresas: Elemídia, JCDecaux; trabalhando marcas grandes como Itaú, Vivo, Unilever, Alpargatas, VR e Sem parar em projetos ON e OFF. Na Callflex e trabbe, criou marcas, lançou produtos, aprimorou usabilidade de aplicativos e formou equipes autônomas e multiplicadoras, no marketing e experiência de usuário. Atualmente parceiro de design na Santillana Educação e associado no marketing da Pulsar Invest. Oficineiro de Grafite: Roger Julio Ramos Mestrando em artes visuais pela ECA-USP. Possui bacharelado e licenciatura em artes visuais - Faculdade Integradas Coração de Jesus. Especialista em Gestão Cultural Contemporânea: da Ampliação do Repertório Poético à Construção de Equipes Colaborativas - Instituto Singularidades e Itaú Cultural. Já atuou como educador no Sesc e no Centro Cultural Banco do Brasil. Foi assistente do artista Henrique Oliveira na produção de sua obra para a 29° Bienal de SP (2010). Além de professor de educação artística na Secretaria de educação de São Bernardo de 2015 a 2018. Participou de diversas exposições individuais e coletivas, em espaços como Anita Schwartz Galeria de Arte, Oficina Cultural Oswald de Andrade, Museu da Diversidade Sexual e - Museu de Arte do Rio. Pesquisa os desdobramentos do verbo construir, desde os processos identitários e de pertencimento territorial, à criação de espaços rituais que reverberam no imaginário da cultura popular contemporânea. Oficineira de Serigrafia: Daniela Rampe Educadora, artista autônoma e assistente de contrarregra. Produz ilustrações, videoarte, arte urbana e utiliza da pintura sobre registros fotográficos como caminho para investigar identidades perdidas e o resgate da memória enquanto processos de recuperação da autoestima entendendo esse como um rio condutor do caminho de uma educação anticolonial. É graduada em artes visuais, tem formação em audiovisual pelo Instituto Criar de TV, Cinema e Novas Mídias e recentemente participou do programa de capacitação e profissionalização para mulheres artistas visuais WOW - Woman on Walls realizado pelo Instagrafite. Participou da IV feira de arte impressa da folheteria do Centro Cultural de São Paulo - CCSP em 2019 e da exposição coletiva IlustraDelas realizada pelo Pátio Metrô São Bento em 2020 Oficineira de Estêncil: Alessandra Noronha Alessandra Noronha - Conhecida também pelo nome artístico de Lê Nor é Artista Professora e Artista Visual e atualmente está como Articuladora-Coordenadora-Regional da Escola Municipal de Iniciação Artística (EMIA) em implementação-expansão, na zona leste de SP. Lê Nor é formada em Licenciatura - Artes Visuais. A formação em licenciatura possibilita atuar na área da arte-educação, a partir das experiências-pesquisas sobre as infâncias plurais e adolescências, seja nos Centros de Juventude, escolas, CCAs, entre outros, também com o público de pessoas com neurodiversidades, pessoas PCDs, pessoas com mobilidades reduzidas, pessoas com espectro autistas. Atuou como Artista Educadora no Programa PIÁ de Abril a Dezembro 2021- Programa de iniciação artística, edital anual onde artistas de diversas áreas produzem vivência plural com crianças e adolescentes.

Providência

PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.