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PRONAC 232159Autorizada a captação total dos recursosMecenato

Gente é Gente?!

DALTROZO PRODUCOES LIMITADA
Solicitado
R$ 993,0 mil
Aprovado
R$ 993,0 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Apresentação ou Performance de Teatro
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
23

Localização e período

UF principal
SP
Município
São Paulo
Início
2024-01-01
Término
2026-07-24
Locais de realização (1)
São Paulo São Paulo

Resumo

Trata-se da montagem teatral de "Gente é gente?", uma adaptação livre de Claudia Barral a partir da peça "Um homem é um homem", de Bertolt Brecht, com direção de Marco Antonio Rodrigues. Realizaremos 18 apresentações na cidade de São Paulo. Será realizada também a ação de contrapartida social.

Sinopse

“Gente é gente?” é uma adaptação livre da peça de Brecht para a São Paulo contemporânea. Em alguma região dominada pela milícia, um sangue bom, que nunca recusa um trampo, tromba com alguns soldados corridos de uma roubada em um terreiro de candomblé Como conjetura alucinada, conversa ainda sem tino nem precisão, penso a partir das ideias que vão surgindo aqui nestas tertúlias quinzenais noturnas de sextas-feiras à meia noite e da síntese dramatúrgica que a Cláudia vai apontando no horizonte, que talvez pudéssemos pensarcomo estrutura do “desfile”, em “samba enredo” que homenageia o mítico motorista de uber Galy Gay, contando em cada ala-cena, toda a sua trajetória desde o começo quando saiu lá atrás para comprar um peixe e toda a sua vida, paixão, morte e ressurreição na avenida.Já que entre outras características, como a de se adaptar latinoamericanamente às piores condições, (inclusive a de se transformar em guerreiro indomável), era apaixonado pelo Carnaval. Talvez assim pudéssemos lidar com a ideia de “traição” como esse arquétipo macunaímico, calabariano, meio presente aqui e ali na nossa história ou no nosso imaginário como forma de ao conhecer suficientemente e por dentro e prática o progresso civilizacional, recusá-lo em troca de um bom peixe saboreado comunitariamente à beira do rio. Ou do mar

Objetivos

OBJETIVOS GERAIS Partindo da belíssima linguagem de Christopher Marlowe (1564 _ 1593), limpa e direta, a peça ganhará uma versão adaptada ao português corrente para dar-lhe mais agilidade, mantendo certamente a fidelidade ao conteúdo do dramaturgo inglês. A estética do espetáculo, com direção de arte, cenário e figurinos, também será enquadrada no que é o mundo de hoje para que tenha atualidade. Pretende-se, com esta montagem, valorizar o teatro brasileiro, apresentando para quem ainda não tem conhecimento dessa grande obra, e para as novas gerações, questões pertinentes à condição humana. OBJETIVOS ESPECÍFICOS: Pretende-se realizar: - Espetáculo de Artes Cênicas: Realizar 18 apresentações da peça intitulada "Gente é Gente?!" na cidade de São Paulo em espaço a ser definido. - Contrapartida Social: Realizar um bate-papo, ou talk show, com um artista do projeto, podendo ser diretor, ator/atriz, coordenadores etc., sobre carreira profissional e montagem teatral. Ressalte-se que os 50% dos beneficiários desta contrapartida social serão de estudantes e professores de instituições públicas de ensino, atendendo, assim, o disposto no § 2º do art. 22 da IN nº 2/2019 do Ministério da Cidadania.

Justificativa

"Um Homem é um Homem" é uma peça escrita e várias vezes reescrita por Brecht, entre 1926 e 1956, ano de sua morte. É uma comédia que se situa numa fase de transição e de formação da teoria brechtiana sobre o chamado teatro épico. A partir do texto "Um homem é um homem" de Bertolt Brecht criaremos um espetáculo cênico popular. A dramaturga de fortes raízes populares, Cláudia Barral, assinará a adaptação, trilha original de Zeca Baleiro e a direção de Marco Antonio Rodrigues. Buscaremos transpor essa história para nossa brasilidade, de cem anos pra cá, como passo e marcha ora ao som de um ritmo popular, ora sob a batuta de uma marcha militar, não raro convivendo litigiosamente os dois. As obras brechtianas em geral têm uma estrutura de estações autônomas que se ligam, o que pode vir a emoldurar o nosso projeto, em assunto que em seguida vamos voltar. Um homem pacato, bom marido, estivador de folga, resolve numa bela manhã de domingo, comprar um peixe para o almoço. Avisa a mulher que lhe recomenda cuidado porque o marido, sabe bem ela, não sabe dizer não. O marido, sempre de boa paz, promete retorno imediato. Em outro lugar da cidade, não muito longe dali, um grupo de quatro soldados, recém-chegados à cidade e ao país por conta de uma das muitas guerras que ao longo do mundo se travam, resolve invadir um terreiro religioso farejando um pouco de álcool para diversão e alimento. Por artes e magia do templo religioso, um dos soldados ao tentar assaltar a caixa de dinheiro, fica miserável e misteriosamente preso num dos cômodos do lugar. Os outros três não conseguem livrá-lo da armadilha e partem à procura de socorro. O problema é que se aproxima a hora do retorno ao acampamento militar e não podem se apresentar faltando um deles, já que ficam todos sujeitos à punição. É neste momento que encontramos Galy Gay, o nosso pacato estivador, aquele que não sabe dizer não. Vale aqui um parêntese: o povo do país, como Galy Gay, é um povo afável, crédulo e acrítico, desses que não sabem dizer não. Os soldados rapidamente conseguem constranger e convencer o homem que saiu para comprar peixe a substituir o colega preso no terreiro. Metem-lhe um uniforme militar e com ele se apresentam ao terrível sargento, um desses tipos de capataz pau pra toda obra, responsável pelas tropas de ocupação. E assim Galy Gay passa-se pelo quarto homem. Recomposta a tropa, a guerra já pode continuar. As peripécias se sucedem, o tempo vai passando, a guerra avança. Como já foi observado, Galy Gay é um homem tranquilo e um homem tranquilo pode ter duas ou três opiniões diferentes. Além de homem tranquilo, tem muito pouca coisa a perder, digamos que no caso de Galy Gay, apenas a mulher, e um homem que tem muito pouco a perder pode se transformar em qualquer coisa. A vida na guerra até que não é tão má assim: come-se bem, bebe-se bem, e até usufrui-se de uma boa diversão, já que para os deslocamentos da tropa pelo território colonizável do país, conta-se com um bom vagão-bar com entretenimento barato e para todos os gostos de forma a que se mantenha elevada a moral sanguinária da tropa. Galy Gay vai se habituando a vida boa da caserna e pouco a pouco vai trocando de pele, sem saber dizer não. Pouco a pouco as tarefas da farda vão ocupando seu dia-a-dia, a ponto de Galy Gay trocar de nome esquecido do peixe, da estiva e da esposa. Galy Gay se transforma em exímio soldado patenteado como autêntica máquina de guerra. Trecho de "Um Homem é um Homem", de Bertolt Brecht. A proposta atende aos seguintes incisos do art. 1º da Lei Rouanet: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; Quanto às finalidades do art. 3º, atende-se as que se encontram abaixo: II - fomento à produção cultural e artística, mediante: c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore; e) realização de exposições, festivais de arte e espetáculos de artes cênicas ou congêneres;

Estratégia de execução

O proponente informa que no momento não é possível afirmar qual a rubrica que irá se remunerar. No entanto, estima-se que seja a de Coordenação de Produção e outra, sendo ainda certo desde já que poderá se remunerar por outras rubricas, estando restrito aos serviços que forem prestados no Projeto. “Um homem é um homem”, peça escrita por Brecht em 1926, é surpreendentemente atual para quem a lê atento ao fim de linha no qual nos encontramos no Brasil de hoje. Apesar de ser uma comédia, tem em seu núcleo a questão do militarismo que, no entre guerras, estava em aberto. A peça narra a história da atração e assimilação de um homem comum ao ideal militar, a princípio completamente alheio a sua vida de pacato estivador. Se pudéssemos retornar ao Brasil de 10 anos atrás e contar às pessoas de então o que se passa no Brasil de agora provavelmente nos afirmariam tratar-se de uma comédia. A pergunta que não poderíamos ter feito então e que não podemos deixar de nos fazer agora é: como o brasileiro comum não apenas admitiu o retorno do ideal militar como o elegeu? A encenação de “Gente é gente?” parte dessa questão urgente alargando-a. Para que possamos refletir sobre tal escolha faz-se necessário olharmos para a guerra social que, antes mesmo de sua formulação política, já se fazia presente no cotidiano das grandes cidades brasileiras. Daí o cenário da adaptação: a cidade de São Paulo como locus de duas guerras simultâneas. De um lado, a gestão armada das populações periféricas, que tem como justificativa midiática a imagem de um inimigo interno, o assim chamado “bandido”. De outro, a luta pelo ganha pão através de modalidades de trabalho cada vez mais precárias, levadas a cabo pelos assim chamados “batalhadores”. Entre o controle policial e a “viração” desprovida de qualquer horizonte que não a sobrevivência está nosso personagem principal: o entregador de aplicativo. A produção de “gente é gente?”, bem como a realização das atividades que a acompanham, não tem a pretensão de responder ao enigma do nosso mundo revirado. Pelo contrário, busca ultrapassar as respostas prontas – daí a interrogação em seu título – abrindo um caminho estético para novos questionamentos e para outros horizontes. A história contemporânea do teatro mundial é constituída de coletivos teatrais que se mantêm unidos ao longo do tempo. Alguns deles marcam cem anos de história ininterrupta. São o substrato mais concreto das artes cênicas, manifestas não só no teatro, mas no cinema, na televisão, nas novas tecnologias ficcionais. O Brasil não foge à regra. O teatro brasileiro de agora tem como referência coletivos como Teatro de Arena e Teatro Oficina, por exemplo, esses os mais conhecidos mas a presença na história da cena é repleta de outros tantos pelo Brasil afora. A ditadura militar de 64 interrompeu essa fértil e promissora pesquisa e prática de uma arte cênica essencialmente brasileira e latino-americana. No final dos anos 90 do século passado esses caminhos são retomados em várias iniciativas. Uma delas diz respeito à fundação, 25 anos atrás do Folias D’Arte, um coletivo teatral que produziu inúmeros espetáculos cênicos, num trabalho de excelência que tinha como vertente o cruzamento da arte erudita e popular. Nas origens do Folias estão presentes esses artistas que hoje se reúnem de novo constituindo este coletivo que ora encena o presente espetáculo. Criaram e estiveram juntos em obras memoráveis da cena brasileira como; “Babilônia”, de Reinaldo Maia, “Otelo”, de William Shakespeare, “El Dia que Me Quieras”, de José Ignacio Cabrujas”, “Orestéia”, de Ésquilo com adaptação de Reinaldo Maia, entre tantas outras. A atuação do Folias, foi eminentemente paulistana. Embora tendo como sede o Galpão do Folias, sua atuação estendeu-se sempre por toda a cidade.Este projeto foi idealizado por artistas que fizeram parte por anos do Folias D’Arte e agora iniciam uma nova etapa na formação do Coletivo GRIOTS do FOLIAS, partindo da premissa da relação com a cidade e tendo como mote o trabalhador precário na figura do entregador que consiste numa imensa massa de pessoas que circulam e radiografam a cidade.O Coletivo GRIOTS do FOLIAS pretende a partir deste trabalho iniciar uma nova etapa, uma nova trajetória. Acreditamos que a nossa junção, juntamente com o experiente produtor(Luque Daltrozo) que nós representa nesta montagem e com grandes artistas(Zeca Baleiro, Cássio Brasil, Marcio Medina,..)que estamos compondo nesta criação tenhamos excelentes condições de realizar as atividades e metas aqui propostas.

Especificação técnica

Não se aplica.

Acessibilidade

ESPETÁCULO DE ARTES CÊNICAS Acessibilidade física: A produção se responsabiliza em garantir o espaço de realização do projeto atendimento preferencial a idosos e portadores de deficiência, disponibilizando, ainda, rampas de acesso, espaço e assentos adequados que permitam o gozo e o pleno exercício de seus direitos culturais Planilha Orçamentária: 30 (locação de espaço para realização). Acessibilidade para PcD VISUAIS: Os direitos garantidos no local de apresentações, 3 (três) apresentações com acessibilidade total, com traduções simultâneas (fones de ouvido) possibilitando o acesso à PcD visuais. Planilha Orçamentária itens: 28 (equipamento audio descrição) Acessibilidade para PcD auditivos: Os direitos garantidos no local de apresentações, 3 (três) apresentações com acessibilidade total, com intérprete de libras possibilitando o acesso à PcD auditivos. Planilha Orçamentária itens: 25 (interprete de libras), ACESSIBILIDADE PARA PESSOAS QUE APRESENTAM ESPECTROS, SÍNDROMES OU DOENÇAS QUE GEREM LIMITAÇÕES AOS CONTEÚDOS ASSIM COMO PESSOAS QUE DESCONHECEM AS LINGUAGENS OU IDIOMAS DOS CONTEÚDOS: detalhar quais serão as medidas adotadas. Buscamos ter um olhar atento para abordar questões relativas às pessoas com deficiências e ver como as políticas de inclusão têm mudado ao longo dos anos, e como avanços de representatividade têm sido conquistados, fruto de um trabalho incansável das leis, para isso estamos em evolução e o projeto conta com consultores para o atendimento e divulgação especifica para o atendimento, a equipe contradata de recepcionistas também terá atenção ao atendimento, e sobre as questoes de linguagens ou indiomas, atraves dos consultores vamos locar os equipamentos necessarios para a realização da acessibilidade total. Planilha Orçamentária itens: 24 (consultores especializados e com divulgação especifica para ao acesso), 27 (recepcionistas), CONTRAPARTIDA SOCIAL Acessibilidade física: A produção se responsabiliza em garantir no espaço de realização da contrapartida (local será o teatro de apresentações) o atendimento preferencial a portadores de deficiência, disponibilizando, ainda, rampas de acesso, espaço e assentos adequados que permitam o gozo e o pleno exercício de seus direitos culturais. Planilha Orçamentária: 30 (locação de espaço para realização). Acessibilidade para PcD VISUAIS: Os direitos garantidos no local de realização das contrapartidas, durante as palestras com 100% de realização com acessibilidade total, com traduções simultâneas (fones de ouvido) possibilitando o acesso à PcD visuais. Planilha Orçamentária itens: 28 (equipamento audio descrição), 24 (consultores especializados e com divulgação especifica para ao acesso). Acessibilidade para PcD auditivos: Os direitos garantidos no local de realização das contrapartidas, durante as palestras com 100% de realização com acessibilidade total, com intérprete de libras possibilitando o acesso à PcD auditivos. Planilha Orçamentária itens: 25 (interprete de libras), 24 (consultores especializados e com divulgação especifica para ao acesso). ACESSIBILIDADE PARA PESSOAS QUE APRESENTAM ESPECTROS, SÍNDROMES OU DOENÇAS QUE GEREM LIMITAÇÕES AOS CONTEÚDOS ASSIM COMO PESSOAS QUE DESCONHECEM AS LINGUAGENS OU IDIOMAS DOS CONTEÚDOS: detalhar quais serão as medidas adotadas. Buscamos ter um olhar atento para abordar questões relativas às pessoas com deficiências e ver como as políticas de inclusão têm mudado ao longo dos anos, e como avanços de representatividade têm sido conquistados, fruto de um trabalho incansável das leis, para isso estamos em evolução e o projeto conta com consultores, presentes e atuantes 100% no periodo de pré paração e apresentações, para o atendimento e divulgação especifica para o atendimento, a equipe contradata de recepcionistas também terá atenção ao atendimento, e sobre as questoes de linguagens ou indiomas, atraves dos consultores vamos locar os equipamentos necessarios para a realização da acessibilidade total. Planilha Orçamentária itens: 24 (consultores especializados e com divulgação especifica para ao acesso), 27 (recepcionistas)

Democratização do acesso

Seguindo o Art. 23 da IN 01/2022: ESPETÁCULO DE ARTES CÊNICAS - Disponibilizar 100% dos ingressos e serão divididos da seguinte forma: - 100% das apresentações com acessibilidade total, traduções simultâneas (fones de ouvido e intérprete de libras) possibilitandoo acesso à deficientes visuais e auditivos. - Disponibilizar 5% dos ingressos para o(s) patrocinador(es); - Disponibilizar 5% dos ingressos para divulgação; - Disponibilizar 30% de ingressos ao público exclusivamente para distribuição gratuita com caráter social, educativo ou formaçãoartística;- Disponibilizar 10% de ingressos ao público no valor promocional de R$ 40,00; - Disponibilizar 50% de ingressos ao público no valor (inteira) a partir de R$ 160,00 até R$ 250,00; *O projeto prevê atender um público total de aproximadamente 7.200 pessoas - (média de 400 pessoas por apresentação).*A produção irá disponibilizar imagens das apresentações para veiculação, será realizado através de nossa assessoria deimprensa(IV - permitir a captação de imagens das atividades e de espetáculos ou autorizar sua veiculação por redes públicas de televisãoe outras mídias) CONTRAPARTIDA SOCIALAlém da disponibilização gratuita de 20% de ingressos;Acesso Palestras/Workshop, voltada prioritarimente para grupos de adolescentes de rede pública e professores. *sendo 50% doquantitativo de beneficiários voltados para estudantes e professores de instituições públicas de ensino, crianças em orfanatosou idosos em casas de repouso.(V - realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos,palestras, exposições, mostras e oficinas, além da previsão do art. 22;)- 10 encontros com 4 horas de duração e entrega de certificado após a conclusão;- Total em horas: 40 horas. - A divulgação para inscrição será realizada através de assessoria de imprensa e redes sociais do projeto.A estimativa de público para a oficina/palestras: 2.400 (240 pessoas por encontro) Planilha OrçamentáriaItem: 26

Ficha técnica

Texto livremente inspirado na obra “Um Homem é um Homem” de Bertolt Brecht Autora/Dramaturga: Cláudia Barral Direção: Marco Antonio Rodrigues Trilha Sonora Original: Zeca Baleiro Direção Musical: Marco França Cenografia: Márcio Medina Figurinos: Cássio Brasil Dramaturgista: Silvia Vianna Elenco: Ailton Graça Bete Dorgam Dagoberto Feliz Danilo Grangheia Marco França Nani de Oliveira Simoni Boer Designer Gráfico: Zeca Rodrigues Produtor Executivo: Camila Bevilacqua Direção de Produção: Luque Daltrozo MARCO ANTONIO RODRIGUES Encenador teatral, foi fundador e diretor artístico do Folias, coletivo teatral de São Paulo, Brasil. - e editor da revista “Caderno do Folias”. É encenador também de “O Teatrão”, coletivo teatral português sediado em Coimbra. Tem especialização no Sistema Stanislavski pela Academia Russa de Arte Teatral – Moscou. Como colaborador atua como professor-encenador da Escola Superior de Artes Célia Helena e do Teatro-escola Célia Helena, uma das mais antigas escolas do Brasil. Atua também como professor-encenador do Curso de Teatro da Escola Superior de Educação em Coimbra, e na Escola Superior de Música e Artes do Espetáculo do Porto, ambas em Portugal. Realizou mais de cinquenta encenações ao longo da carreira. Entre seus últimos trabalhos a direção cênica da ópera-documentário “Guarani em Chamas” para o Theatro Municipal de São Paulo, a encenação de “Erendira, a Incrível e Triste História de Candida Erendira e sua Avó Desalmada” dramaturgia de Claudia Barral para o conto de Gabriel Garcia Marquez, no Teatro popular do SESI, “Richard’s” dramaturgia de Jorge Louraço para o Ricardo III de Shakespeare e “Ala de Criados”, de Mauricio Kartun, as duas ultimas em Portugal. Atualmente em repertório tem em Coimbra – Portugal, “Da Família”, de Valério Romão, estreado em dezembro de 2021. Em cartaz, em São Paulo, “Hamlet, 16x8”, dramaturgia dele e de Rogério Bandeira. Em seu currículo constam os Prêmios Shell, Mambembe, APCA, Molière, Prêmio Villanueva, da crítica cubana, entre outros, além de numerosas indicações. AILTON GRAÇA - ATOR Em 1985 formou-se na Oficina Vocal do Centro Cultural São Paulo. De 1985 a 1987 faz Técnicas Circenses no Circo Escola Picadeiro. Em 1987 faz Dramaturgia, Direção e Interpretação na Oficinas Culturais 3 Rios e Oficina de Cenário e Figurino no CPT. De 1986 a 1988 faz o Curso de Ator da CPT com Antunes Filho. Em 1988 faz Preparação Corporal no Grupo Abaçaí. Já em 2003 participa da Oficina de Clown do Studio das Artes. Participou como ator de inúmeros espetáculos e já ganhou vários prêmios. -Tem uma vida ligada ao samba paulistano. Em 1995 a 2000 é Coreógrafo de Comissão de Frente e Mestre Sala do Grêmio Recreativo Escola de Samba Gaviões da Fiel. Em 1998 Grêmio Recreativo Escola de Samba União Independente da Zona Sul foi Coreógrafo e Mestre-Sala. Em 2001 na Tradição da Ponte - S.C.Sul é Coordenador de casais e Mestre-Sala. De 2001 a 2002 é Mestre-Sala na X-9 Paulistana. Nos anos seguintes atua como coreógrafo de Comissão de Frente da Grêmio Recreativo Escola de Samba Arco-Íris - Jundiaí e Grêmio Recreativo Escola de Samba Camisa 12. - Na televisão, participou de vários programas entre eles, “A Diarista” (2004), “Gordo a Go- Go”- MTV (2003), “Programa Sobcontrole”- TV Bandeirantes (2003), “Metrópolis” - TV Cultura (2001) e na novela “Rainha da Sucata” (1990). DANILO GRANGHEIA - ATOR É ator de teatro, cinema e televisão, formado pela Escola de Arte Dramática EAD/ECA/USP. Natural de São Paulo, desenvolveu parte de sua pesquisa em atuação junto às mais importantes companhias de teatro do Brasil. Como integrante dos Ultralíricos, trabalhou em vários espetáculos/projetos como “Fim”, “Selvageria”, "A Tragédia Latino-Americana"e "Puzzle"com direção de Felipe Hirsch, “Terrenal - pequeno mistério ácrata” com direção de Marco Antonio Rodrigues, "Krum", da companhia brasileira de teatro e direção de Marcio Abreu, "As Três Velhas", direção de Maria Alice Vergueiro, "Let's just kiss and say goodbye" de Elisa Ohtake. Além das companhias brasileiras, desenvolveu trabalhos, espetáculos, performances e estudos com grandes nomes da cena internacional como Sotigui Kouyaté, Rena Mirecka, Nassim Soleimanpour, Cristiane Jatahy e Nuno Ramos. Também dirigiu os espetáculos “A Última Peça”, "Banda Hamlet", "Nunzio" e "A saga musical de Cecília". No cinema, atuou em “Cara ou Coroa”, de Ugo Giorgetti, "O roubo da taça" de Caito Ortiz, "A bruta flor do querer", de Dida Andrade e Andradina de Azevedo, “O que se move”, de Caetano Gotardo, “Hebe” de Maurício Farias, entre outros; Na televisão trabalhou em novelas e séries como “Irmandade” (Netflix), “Mauá - o primeiro gigante” (History Channel), “A lei do amor”, "A Mulher do Prefeito", "Ligações Perigosas" (Rede Globo), "3 Teresas" (GNT), "Contos do Edgar" (Fox), “O Negócio” (HBO), “A menina sem qualidades” (MTV). Pelos seus trabalhos como ator em teatro e cinema conquistou alguns dos mais importantes prêmios do país, como o prêmio Shell, APCA, Femsa, Questão de Crítica e Cine PE. NANI DE OLIVEIRA – ATRIZ Realizou vários trabalhos como atriz: Mãe Coragem – Bertolt Brecht – Projeto Brics- Rússia- direção Marco Antonio Rodrigues- Realização Escola Superior de Artes Célia Helena.; As estrelas estarão sempre lá Sr. Brecht?, direção Cida Moreira - Projeto Ocupação Folias; Solidão – direção Marco Antonio Rodrigues“- Realização Folias; Medeia – 1 Verbo,de Sergio Róveri com direção de Marco Antonio Rodrigues – Realização Folias; O Casamento Suspeitoso - de Ariano Suassuna- direção Sergio Ferrara – SESI SP- *Indicação Melhor Atriz Prêmio APCA 2013; Orestéia- O Canto do Bode, trilogia de Ésquilo, dramaturgia de Reinaldo Maia, com direção de Marco Antonio Rodrigues; A Mandrágora, de Maquiavel, direção Eduardo Tolentino- Grupo TAPA; Otelo, de William Shakespeare, direção Marco Antonio Rodrigues – junho/2003/Folias*Indicação Melhor Atriz Prêmio Shell 2003; entre outros trabalhos. Integrante do Grupo Folias de 1997 à 2020 e Coordenadora do Curso Profissionalizante Teatro- escola Célia Helena desde 2010. SIMONI BOER - ATRIZ Atriz, diretora, dramaturga e professora de teatro formada pela Universidade Estadual de Campinas/Unicamp, em 1990. Atuou com a direção de Gianni Ratto (Porca Miséria), Marco Antonio Rodrigues (El Dia que me Quieras, Otelo, Cardênio, Solidão), Eduardo Tolentino de Araújo (A Mandrágora, Credores), Neyde Veneziano (Arlequino e Deixa que eu empurro), Jandira Martini (Gato por Lebre e Sonhos de uma Noite de Outono) e Dagoberto Feliz (Cabaré da Santa), entre outros. É especialista em Arte Integrativa (2006) e Mestre em Comunicação Contemporânea pela Universidade Anhembi Morumbi (2013). Foi professora de História do Teatro e Interpretação Teatral na Universidade Anhembi Morumbi, entre 2000 e 2019. Desde 2010 é professora de Interpretação na Escola Superior de Artes Célia Helena, onde também é Coordenadora-adjunta de graduação e orienta trabalhos finais de pós-graduação. Já realizou mais de 60 espetáculos com grupos jovens e alunos de teatro. Trabalhou como tradutora e adaptadora de telenovelas no SBT. É dramaturga para teatro infantil e jovem. Seu texto A Ilha de Ouro, foi premiado com o Prêmio Nacional de Dramaturgia Tatiana Belink e o Prêmio Femsa-Coca-Cola de melhor texto infantil de de 2001, tendo cumprido temporadas em 2002 e em 2017. O Conto dos Cinco Cantos estreou em 2015, com a Cia.Tranquila. Outros dois textos: Lendas da Natureza, de 2006 e O Conto do Reino Distante, de 2008, fazem parte do repertório fixo da Cia. Faz e Conta. ZECA BALEIRO - TRILHA SONORA ORIGINAL Começou a carreira participando de festivais e compondo música para teatro infantil nos anos 80. Com sua mistura de ritmos e referências musicais diversas, canções líricas e a verve afiada de humor e ironia, o cantor e compositor foi recebido com entusiasmo pelo público e imprensa quando lançou seu primeiro disco, Por Onde Andará Stephen Fry?, em 1997. Ao longo destes mais de vinte anos, lançou onze discos de estúdio, cinco cds ao vivo, nove dvds e vários projetos especiais, em que se destacam o disco em parceria com a poeta Hilda Hilst, Ode descontínua e remota para flauta e oboé – de Ariana para Dionísio; Café no Bule, cd em parceria com Paulo Lepetit e Naná Vasconcelos; e Zoró Zureta, projeto para crianças que inclui os cds Zoró [bichos esquisitos] Vol.1 e Zureta Vol.2; um aplicativo e o dvd de animações A Viagem da Família Zoró. Também comandou o programa de tv Baile do Baleiro, que estreou em 2016 no Canal Brasil. Como produtor, realizou outros 21 álbuns de artistas diversos, como Sérgio Sampaio (Cruel), Antonio Vieira (O Samba é Bom), Vanusa (Vanusa Santos Flores), Odair José (Praça Tiradentes), Wado (O Ano da Serpente) e o angolano Filipe Mukenga (Nós Somos Nós). Desde 2006 mantém o selo Saravá Discos, por onde tem lançado projetos de perfil alternativo e seus próprios álbuns. Artista multifacetado, Zeca Baleiro vem se dedicando também à literatura e ao teatro (tem quatro livros lançados e é autor de duas peças). Compôs trilhas para dança (Mãe Gentil, Bicho Solto Buriti Bravo, Cubo e Geraldas e Avencas), teatro (Lampião e Lancelote e Roque Santeiro) e cinema (Carmo, Oração do Amor Selvagem e 2). Excursionou por vários países da Europa (Bélgica, Alemanha, França, Itália, Portugal, Espanha e Suíça), África (Cabo Verde e Angola) e América do Sul (Argentina e Uruguai). Tem álbuns editados em Portugal, Espanha, Argentina e França. Já recebeu inúmeros Prêmios Nacionais e Internacionais, inclusive vários Grammy Latino. DAGOBERTO FELIZ - ATOR Ator, músico, fundador do grupo Folias d’Arte e Galpão do Folias. Um dos fundadores do Grupo Folias d’Arte, é músico, ator, diretor e diretor musical. A vocação artística o acompanhou desde o Conservatório Musical de Santos, onde formou-se, em 1977. Apesar da formação em Direito no início dos anos 80, na cidade de Santos, Dagoberto foi buscar especialização na área teatral nas cadeiras da ECA (Escola de Comunicações e Artes, da USP), já na capital paulista. Foi em 2004 que o artista passou a integrar a trupe dos Doutores da Alegria, levando a arte do palhaço para crianças hospitalizadas. Nos palcos paulistanos, Dagoberto está sempre em atividade. Recentemente, atuou ao lado de Danilo Grangheia no espetáculo Palhaços e dirigiu The Pillowman, com a assistência de Bruno Guida e um elenco bem afinado. Com tanto talento e energia, a alegria de Dagoberto Feliz contagia a todos. Até o próprio nome. BETE DORGAM - ATRIZ Atriz, diretora teatral e professora na Escola de Arte Dramática (EAD-USP) e Escola Superior de Artes Célia Helena. É doutora em Artes Cênicas pela ECA –USP e formada pela Escola de Arte Dramática , pela Escola de Comunicações e Artes (Comunicação Social) e pela Fundação Cásper Líbero (jornalismo), com especialização na Universidade de Navarra, Espanha. Pesquisa a linguagem clownesca há mais de 25 anos.Estudou com Cristiane Paoli-Quito ,Philippe Gaulier, Leris Colombaioni e outros formadores. Participou durante mais de dez anos do Midnight Clowns,dirigido por Wellington Nogueira e do espetáculo Quadri Matzi, dirigido por Cristiane Paoli-Quito.Recebeu o prêmio Shell como melhor atriz em 2010 pelo espetáculo Casting,dirigido por Marco Antonio Rodrigues e o Qualidade Brasil como melhor atriz em comédia em 2014 pelo espetáculo Assim é se lhe parece, de L. Pirandello,dirigido por Marco Antônio Pâmio. Em 2018 apresentou o espetáculo “Rejsen -Jornada às sombras verdes”, de Finn Methling, no Festival Internacional de Teatro de Copenhagen, Dinamarca.Atuou em espetáculos como Solidão, El dia que me quieras e Babilônia, dirigidos por Marco Antonio Rodrigues; Orinoco, dirigido por Dagoberto Feliz e no filme Chamada a cobrar, dirigido por Anna Muylaert. Fez parte do projeto Direções, da TV Cultura, dirigindo Fellini sobre as Águas, Uma escada para a Lua e Esse ovo é um galo. É colaboradora no curso de Humor na SP Escola de Teatro. MÁRCIO MEDINA - CENÓGRAFO Artista de vasta inventividade, transita pelo erudito e o popular com considerável assiduidade, colaborador constante de várias companhias e um dos diretores de arte mais requisitados em São Paulo a partir da década de 1990. Após cursar a Escola Paulista de Belas Artes, em 1978, forma-se em comunicação visual em 1980 e em propaganda e marketing em 1981. Sua participação como cenógrafo e diretor de arte na área teatral iniciou- se em 1976, com a realização de A Ópera Dos Três Vinténs, de Bertolt Brecht, direção de Antonio Mercado. Trabalha em duas encenações de Marcio Aurelio, Hamlet, de William Shakespeare, e Divina Increnca, de Geraldo Carneiro, ambas de 1981. No ano seguinte, confecciona os cenários de Aviso Prévio, de Consuelo de Castro, uma direção de Francisco Medeiros. Othello, de William Shakespeare, encenado por Juca de Oliveira, em 1983, conta com sua participação. Cria o ambiente para a leitura de O Homem e o Cavalo, de Oswald de Andrade, direção José Celso Martinez Corrêa, para um ciclo de leituras de textos brasileiros, em 1984. Para Meu Tio, o Iauaretê, de João Guimarães Rosa, espetáculo de Roberto Lage que destaca o ator Cacá Carvalho, em 1986, trabalha com a limpeza espacial e a sugestão dos climas inerentes ao sertão. Bem ao contrário do sofisticado cabaré elaborado para Emoções Baratas, espetáculo de dança criado por José Possi Neto, em 1987. Dois anos após elabora uma bela visualidade para Peer Gynt, de Ibsen, nova direção de Roberto Lage. Em 1990, com Cibele Forjaz, sugestiona o labirinto do Minotauro, com impactante força visual, para O Lamento de Ariadne, de Beatriz Azevedo. O ambiente prisional de Plínio Marcos ocupa-o em 1991, em Pontedera, Itália, com a realização de 25 Homens, nova parceria com Cacá Carvalho, agora sob a direção de Roberto Bacci. Novamente no Brasil, cria os ambientes para o espetáculo de Ivaldo Bertazzo: Luz Calma e Volúpia, em 1991. Perdidos na Praia, texto de Leo Lama dirigido por Fauzi Arap, conta com a sua participação em 1994. No ano seguinte, ambienta a realização de Verás Que É Tudo Mentira, de Reinaldo Maia. Trabalhos na Itália, colaborando com Roberto Bacci, alternam se com criações no Brasil, na época. Em 1996, novamente com Fauzi Arap, está em a Quarta Estação, de Israel Horowitz, e Frida Kahlo, texto de Fauzi Arap e Ricardo Halac. Com a Companhia do Latão faz Ensaio para Danton, baseado em Georg Büchner, em 1997. Na Itália, cria novamente para Roberto Bacci Uma Vida Defeituosa, em 1997, e Caixa Dois, de Juca de Oliveira, no Brasil. Em 2000, participa de diversos projetos, com destaque para: Sacromaquia, de Antônio Rogério Toscano, direção de Maria Thaís, em que arrebata o Prêmio Shell de melhor cenógrafo; A Comédia do Trabalho, com a Companhia do Latão; Fim de Jogo, de Samuel Beckett, direção de Francisco Medeiros. Em 2001, em Minas Gerais, cria os espaços para Um Trem Chamado Desejo, criação do Grupo Galpão e direção de Chico Pelúcio, recebendo novamente o Shell de melhor cenografia do ano. Em 2002, está em Hamlet, nova encenação de Francisco Medeiros para o Teatro Popular do Sesi (TPS), e A Casa Antiga, montagem de Ruy Cortez. Sobre esse trabalho comenta a crítica Mariangela Alves de Lima: “O mesmo procedimento orienta a bela cenografia de Márcio Medina, que dá à casa onde se abriga o espetáculo um tratamento inspirado nas antigas moradias rurais brasileiras. Nada é óbvio ou literal e todos os ícones desse modo serão estatizados, embelezados por uma visão idealizada do arcaico. Os oratórios não são apenas lugar de penitência e devoção, mas nichos onde se realiza o desejo de beleza(e de poder, casa da mãe) dessas criaturas que vivem entre a enxada e a cozinha. Por extensão, a cenografia nos remete à função da religiosidade nas comunidades agrárias. É uma cenografia que faz justiça ao real - lembra o passado histórico da família brasileira - e ao surreal, porque nela as plantas falham, os baldes refletem, as portas são pontos de uma fuga possível. Um lugar para poucos, não mais do que 15 espectadores por noite, que merece ser visitado”. Em 2003, foi um dos representantes do Brasil na Quadrienal de Cenografia de Praga. Medina é também colaborador assíduo do Centro de Pesquisa e Experimentação de Pontedera, um dos mais importantes centros de criação teatral italiano, continuador dos princípios de Jerzy Grotowski. CÁSSIO BRASIL - FIGURINISTA Começou sua trajetória nas artes em cima dos palcos, mas foi na criação de figurinos, que se destacou como um dos mais expressivos profissionais dessa área. Trabalhou com Jô Soares, e com Bete Coelho como assistente de direção. Foi indicado ao Prêmio Carlos Gomes (ópera). Nomeado ao Prêmio Robert da Academia Dinamarquesa de Cinema. Premiado com Shell. Concorre ao Grande Prêmio do Cinema Brasileiro -2017 por seu trabalho em “Reza a Lenda”, filme de Homero Olivetto. Trabalhou nas principais casas de espetáculos e companhias de Teatro, Dança, Ópera e com os mais respeitados diretores de cinema. Dentre seus principais trabalhos estão “Linha de Passe” de Walter Salles e Daniela Thomas, “Tudo que aprendemos juntos” de Sérgio Machado, “Vazante” de Daniela Thomas, “Dueto para um” e “Palavra de Rainha” direção de Mika Lins, “Hamlet”, com Thiago Lacerda, direção Ron Daniels. “Ricardo III”, com Marco Ricca, Denise Fraga e Glória Menezes, direção de Jô Soares e “Mãe Coragem”, com direção de Daniela Thomas. Vive em São Paulo, trabalha em várias cidades brasileiras e eventualmente em projetos fora do país. LUQUE DALTROZO - DIREÇÃO DE PRODUÇÃO Produtor cultural desde 1982, realizou inúmeros trabalhos com teatro, música, dança, literatura e televisão. No teatro produziu: “A tragédia e a comédia latinoamericana”, com direção de Felipe Hirsch (Prêmios Shell, Bravo e Governador do Estado – Melhor Direção e Espetáculo), Teatros: SESC Consolação, SESC Vila Mariana, Teatro Coliseu (Santos-SP), Teatro São Luiz (Lisboa-Portugal) e Teatro Adelante Iberoamerikanisches Theaterfestival (Heidelberg- Alemanha), Theatro Municipal (Rio de Janeiro-RJ), Theatro São Pedro (Porto Alegre/RS); “Refluxo”, com direção de Eric Lenate, (Prêmios Shell de Melhor Autor e Cenário) Teatro do SESI SP; “As Benevolentes”, com direção de Ulysses Cruz, Teatro Hebraica; “Extinção, com direção de Denise Stoklos, Francisco Medeiros e Marcio Aurélio, Teatros: SESC Consolação, Teatro Guairinha (Curitiba-PR); “Puzzle” direção Felipe Hirsch, Teatro Mousonnturm (Frankfurt- Alemanha), Teatro SESC Pinheiros, entre outros. Em 2019 produziu os espetáculos “Fim” direção de Felipe Hirsch no Teatro Anchieta (SESC Consolação); “Mãe Coragem”, com direção de Daniela Thomas (Prêmio Shell de Melhor Direção), no Ginásio do SESC Pompéia, e “A Incrível e triste história de Cândida Erêndira e sua avó desalmada”, com direção de Marco Antônio Rodrigues no Teatro Popular do SESI. Em 2018, coordenou a produção do Projeto Pedagógico “Didáticas da Encenação – Quasímodo” com direção artístico-pedagógica de Eric Lenate, na Oficina Cultural Oswald de Andrade.

Providência

PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.