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Ensaio e temporada na cidade de São Paulo do espetáculo teatral O BATERISTA, idealizado e protagonizado por Antonio Fragoso e dirigido por Diego Molina.Iniciaremos a circulação do projeto com temporada na cidade de São Paulo do espetáculo que conta uma história que se passa durante uma aula de bateria ministrada por um músico excêntrico, que está em crise com seu relacionamento.
O Baterista é um espetáculo teatral que conta uma história que se passa durante uma aula de bateria ministrada por um músico excêntrico, que está em crise com seu relacionamento. Ele é obrigado a encarar uma aula repleta de alunos exigentes pouco tempo depois de se separar da mulher. Com a cabeça na lua, ele se esquece da aula e se surpreende com a quantidade de pessoas que aparece na sua garagem – sua sala de aula improvisada. Mas o dia não vai ser fácil: sua bateria está completamente desmontada e o lugar todo bagunçado. Durante a aula, o Baterista organiza as coisas, ao mesmo tempo em que se vê às voltas com a ex-mulher, trocando diversas mensagens com ela nas redes sociais. Como ainda é apaixonado por ela, o Baterista transborda todas as suas emoções diante dos alunos, usando seu instrumento musical para expurgar seus desamores e decepções, em cenas ora divertidas, ora comoventes. Classificação: 14 anos
Objetivos Gerais: Realizar o espetáculo teatral O BATERISTA na cidade de São Paulo; um espetáculo que teve o início da sua trajetória poucas semanas antes da pandemia da Covid-19 e, por isso, precisou ser interrompido. Depois de realizar temporada no Rio, nosso objetivo é fazer temporada do espetáculo na cidade de São Paulo. O BATERISTA é indicado a pessoas de todas as idades interessadas em música, história e entretenimento. É um espetáculo curto, de 1 hora de duração, sem restrições. Objetivos específicos: - Realizar a montagem de um texto de Celso Taddei, incentivando a dramaturgia nacional; - Mostrar ao público a evolução da bateria através dos tempos, de forma divertida e dinâmica, tomando como exemplo a performance de grandes músicos, e assim colocando em cena reflexões sobre a história do homem e sua relação com a música; - Criar um produto de fácil produção, com aparato técnico simples, que possa ser apresentado em diversas localidades; - Realizar temporada de 2 meses com sessões de sexta a domingo, totalizando 24 apresentações, na cidade de São Paulo; - Contemplar acesso a deficientes auditivos e visuais através de apresentações com acessibilidade. Serão 4 apresentações com essas medidas de acessibilidade. - Realizaremos um ensaio aberto gratuito como medida de democratização do acesso.
O espetáculo se inicia com uma enorme bateria completamente desmontada em cena. Durante a peça, o músico/ator vai dando forma ao instrumento enquanto fala de sua evolução através da história. Dessa forma, "O BATERISTA" consegue transmitir para a plateia um conteúdo rico e pertinente de uma maneira dinâmica, a fim de atingir os mais diferentes tipos de espectadores, sejam eles pessoas com experiência musical, sejam eles público em geral. O texto inédito de Celso Taddei também fala da vida de um baterista e sua relação com os outros músicos de uma banda, que muitas vezes deixam de valorizá-lo por considerá-lo um tipo inferior de músico, já que trabalha com percussão, e não com harmonia propriamente dita. O espetáculo, dessa forma, faz um paralelo entre o preconceito que muitas vezes a música não erudita/não europeia tem com músicas consideradas "periféricas", vindas da África e do Oriente. A bateria representa, na verdade, uma junção de diversas influências, de diversos lugares do planeta, a ponto de hoje ser um elemento fundamental na nossa cultura. A peça toma como inspiração dois monólogos clássicos _ "O contrabaixo", de Patrick Süskind, e "Os malefícios do cigarro", de Anton Tcheckhov _ para criar um texto original e voltado para o público brasileiro. "O BATERISTA" é o resultado da união de quatro artistas (Celso Taddei, Antônio Fragoso, Diego Molina e Alexandre Regis) que há anos vêm desenvolvendo trabalhos juntos no meio audiovisual, e que agora constroem um espetáculo inteiramente artesanal, com grande pesquisa estética, musical e artística e comprometido com o público. Este espetáculo faz despertar, toda uma nova geração, à criação de textos modernos, empolgantes e sensíveis com temáticas brasileiras. Consideramos de grande valor levar ao palco a estória de um músico, um professor, que conta o surgimento e a evolução de um instrumento musical. Instrumento que foi construído através dos séculos. Que expõe ao mundo profissionais brasileiros de altíssimo nível. Bateristas e percussionistas que seguem elevando a qualidade da nossa cultura. Para efeito da Lei 8.313, ressaltamos que o espetáculo se enquadra nos seguintes incisos do artigo 1: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; IV - proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional; V - salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; IX - priorizar o produto cultural originário do País. E no artigo 3 da referida norma, serão alcançado os seguintes objetivos: II - fomento à produção cultural e artística, mediante: c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore; e) realização de exposições, festivais de arte e espetáculos de artes cênicas ou congêneres; IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante: a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos;
- O espetáculo será encenado em teatro da rede privada. - Conforme descrito na planilha orçamentária, apenas utilizaremos equipamentos locados, não havendo compra de material permanente. - Item orçamentário remuneração do proponente: Coordenação de Produção e Elenco Protagonista
Espetáculo de Artes Cênicas – Teatro
- O espetáculo será encenado em teatro da rede privada que dispõe de recursos de acessibilidade tais como rampas de acesso, banheiros apropriados, tanto para atendimento aos portadores de necessidades especiais como idosos. - Portadores de necessidades especiais e idosos contarão com atendimento prioritário na bilheteria e entrada na sala de espetáculos. - Realizaremos também 04 sessões durante a temporada com tradução em Libras para deficientes auditivos e áudio-descrição para deficiente visuais.
Em atendimento ao artigo 28 da instrução normativa I de abril de 2023, realizaremos um ensaio aberto para alunos de ong's e/ou escolas públicas (inciso VI) e ofereceremos transporte gratuito para fins de democratização do acesso (inciso III). Art. 28. Em complemento, o proponente deverá prever a adoção de, pelo menos, uma das seguintes medidas de ampliação do acesso: III - oferecer transporte gratuito ao público, prevendo acessibilidade à pessoa com deficiência ou com mobilidade reduzida e aos idosos; VI - realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições, mostras e oficinas;
Texto: Celso Taddei Atuação: Antônio Fragoso Direção: Diego Molina Diretor assistente: Alexandre Regis Cenografia: Diego Molina e Patrícia Muniz Direção musical: Pedro Coelho e Marcio Lomiranda Iluminação: Anderson Ratto Figurino: Patrícia Muniz Programação visual: Daniel de Jesus Produção Executiva: Pedro Uchoa e Paulo Mattos Produção: Antônio Fragoso e Celso Taddei CURRICULOS ***Conforme apontado no campo "Outras Informações", os itens de remuneração ao proponente são: Coordenação de Produção e Elenco Protagonista Texto: Celso Taddei Autor e ator de teatro, cinema e televisão. Na Rede Globo – foi roteirista-chefe do programa “Zorra”, e escreveu vários outros programas, como “Sítio do pica-pau amarelo”, “Chico Anysio”, “Malhação” e “Os caras de pau”. No cinema, trabalhou nos filmes “Crime da Gávea”, “Vestido pra casar”, “Os caras de pau”, “Retrato falhado” e “A truta”. No teatro, participou, por mais de dez anos, do Grupo Sarça de Horeb, atuando em peças como “A Via Sacra”, “Brasil nunca mais” e a premiada “Torturas de um coração”, todas sob a direção de Almir Telles. Atuou também em espetáculos como “Os intolerantes”, “Obsessão” e “Peter Pan”. Escreveu e atuou nas peças “Apesar de você”, “Bula da cumbuca” e “O pequeno Mozart”, entre outras. Formado pela UniRio, é também um dos fundadores da AR – Associação de Roteiristas Brasileiros. Atuação e Produção: Antônio Fragoso Formado em 1992, atuou em 30 espetáculos de teatro, 14 filmes, diversas séries, novelas e mais de 150 comerciais. Trabalhou com grandes diretores como Fernando Meirelles, Rene Sampaio, Henrique Tavares, Mauricio Farias, Amir Hadad, Marcio Trigo, Sacha Celeste, Roberto Santucci, José Alvarenga, João Bitencourt, Clovis Mello e Felipe Jofily. Como produtor, teve uma bem sucedida parceria de 15 anos com a autora/atriz Carla Faour, Henrique Tavares e Paulo Giannini. Trabalhos mais recentes foram “Se meu apartamento falasse”, musical de Charles Möeller e Claudio Botelho; “Ensina-me a viver”, espetáculo de grande sucesso que ficou cinco anos em cartaz, em que contracenou com Glória Menezes, sob a direção de João Falcão; “Casamentos e precipícios” texto de Daniel Adjafre; “Obsessão”, texto de Carla Faour que foi vencedor do prêmio APTR e FITA de Angra dos Reis; e “O Velho” direção de Sacha Celeste. Em dezembro de 2017, estreou o musical “Se meu apartamento falasse”, com direção de Charles Möeller e Cláudio Botelho, no Teatro Bradesco. Em cinema, estrelou o blockbuster “Os Farofeiros”, lançado em março de 2018 e que foi visto por quase três milhões de espectadores. Na TV, podemos destacar “Som e fúria”, com direção de Fernando Meirelles; e o programa “Os caras de pau”, dirigido pelo Marcio Trigo; “Geração Brasil”, direção de Denise Saraceni; e, atualmente, faz parte do elenco da TV Globo no humorístico “Zorra”. Direção e Cenografia: Diego Molina Diretor de teatro, dramaturgo, roteirista, ator, cenógrafo e professor. Formado em Direção Teatral e mestre em Teatro pela UNIRIO. Principais trabalhos como diretor: “Quando ia me esquecendo de você”, de Maria Silvia Camargo; “Ela é meu marido”, de Nelito Fernandes e Martha Mendonça; “Radiofonias brasileiras”, musical de Bosco Brasil; “War”, de Renata Mizrahi; “Bette Davis e a máquina de Coca-Cola”, de Jô Bilac e Renata Mizrahi; “Os trabalhadores do mar”, adaptação da obra de Victor Hugo, com a Cia. Alfândega 88; o premiado infantil “Joaquim e as estrelas”; “Um dia Anita”, de Julia Spadaccini e Renata Mizrahi; além de “Ninguém mais vai ser bonzinho” e “Fabulamente” – monólogo com Tatá Werneck, ambos de sua autoria. Escreveu também “Pequenos poderes”, “Woody Allen não se encontra”, “A menina do kung fu”, entre outras peças. É autor dos livros “Cena Impressa – Volume 1 e 2” e “Teatro Duse: o primeiro teatro-laboratório do Brasil” (Editora Funarte). Fez parte da Ocupação do Teatro Serrador, vencedora do Prêmio Shell 2012 na Categoria Especial. Em 2010, foi indicado, junto com o grupo Os inclusos e os sisos, ao Prêmio Faz Diferença. Escreveu para programas de televisão, como “Noite de arrepiador” e “Casamento blindado” (Record), “Domingão do Faustão” (Globo), “Sem análise” (Multishow) e “Comédia MTV”. Foi jurado do Prêmio Zilka Salaberry e roteirista do programa “Zorra”, da Rede Globo, indicado ao Emmy Internacional de melhor programa de humor. Diretor assistente: Alexandre Regis Ator com 50 anos de carreira, Alexandre Regis começou a atuar aos 4 anos de idade. Trabalhou nos principais programas de humor da televisão, entre eles “Viva o gordo”, “Balança mas não cai” e “A praça é nossa”. Atualmente, integra o elenco do novo “Zorra”, da Rede Globo. Dirigiu diversos shows e espetáculos, entre eles “Nós na fita”, “Na mira do gordo”, “Fome zero, pizza dez” e “Buraco da Lacraia Dance Show”. Iluminação: Anderson Ratto Iluminador desde 2001 realizando trabalhos em várias áreas da iluminação. Tento feito trabalhos com Companhia de Teatro e Diretores como: Cia Teatro de Nós, Anti-cia, Cia Os tapetes Contadores de História, Cia Farsacena, Cia Sadomusicistas, Anderson Aragón, Adrian Maia, Angel Palomero, André Paes Leme, Diego Molina, Fernando Maatz, Rubens Lima Jr, Isabel Garcia e entre outros. Realizando também trabalhos nas áreas de shows, dança e exposição como: Maria Rita, Xangai, Jesuton, BR6, Eletrompete, Anita Malfatti, Le Corbusie, Mariana Manhães, Islã, Tikunta, Âmbar Cia de Dança e entre outros. Com esses trabalhos teve o reconhecimento com alguns prêmios no qual o último foi o Zilka Salaberry de 2013. Nesse mesmo ano foi contemplado com uma bolsa de aperfeiçoamento técnico e artístico, realizada na ESMAE – Escola Superior de Música, Artes e espetáculos do Porto. Figurino: Patrícia Muniz Diretora de Arte, figurinista e aderecista. Tem entre seus principais trabalhos “Agosto” com direção de André Paes Leme, indicada ao Prêmio FITA 2018 na Categoria Figurino e o Musical “Constellation” que lhe rendeu o Prêmio Cenin de Melhor Figurino. Programação Visual: Daniel de Jesus Diretor de arte, cenógrafo e publicitário acumula mais de dez anos de experiência na área e diversos prêmios como o “Profissionais do Ano” da TV Globo; Prêmio Abril de Publicidade. Principais trabalhos: Como diretor: "JARDIM DO CRIME”; PREMIAÇÕES: Indicado prêmio CENYM-SP - 2019 - MELHOR CARTAZ e PROGRAMAÇÃO VISUAL - "Angels In America", / Vencedor PRÊMIO APTR - 2016 - CATEGORIA ESPECIAL - "Aplicativo Teatro Brasil"; / Vencedor PRÊMIO PROFISSIONAIS DO ANO 29o - CAMPANHA - "PUC Minas"; / Vencedor PRÊMIO ABRIL DE PUBLICIDADE - 2014 -CAMPANHA - "Hotel Ouro Minas"; / Vencedor PRÊMIO FERNANDO PINI DE DESIGN - BROCHURA "Excelência Gráfica"; / Indicado PRÊMIO PROFISSIONAIS DO ANO 29o -CAMPANHA - "Líder Interiores"; / Vencedor CONCURSO INTERNACIONAL OUTROS TERRITÓRIOS - 2019 - Instalação Artística "Obra: OCEANÁRIO INTERNACIONAL BURITIS"; / Indicado prêmio CBTIJ - 2018 - Indicado MELHOR CENÁRIO e MELHOR PROGRAMAÇÃO VISUAL - "Malala, a menina que queria ir para a escola"; / PRÊMIO DESIGN GRÁFICO-MG - Programação Visual - "UM HOMEM É UM HOMEM", GRUPO GALPÃO. Produção Executiva: Pedro Uchoa Produtor, Ator e Dramaturgo com mais de 10 anos de experiência profissional, já trabalhou no Teatro Oficina dirigida por José Celso Martinez Correa; com o coletivo holandês Wunderbaum no musical “Vamos Fazer nós mesmos” no TEMPO_FESTIVAL e no Festival de Curitiba; e solo “Aquele que Nasceu”, estão entre os espetáculos mais relevantes em trabalhos de atuação. Como dramaturgo escreveu “Bodas de Lápis Lazuli” na Mostra Hífen do TEMPO_FESTIVAL; “Mulheres de Tebas” uma adaptação de “Edipo Rei” com atrizes e atores trans do grupo TransArte, e o já citado “Aquele que Nasceu” com temporadas nos últimos cinco anos. Fez parte do Coletivo Falcão, criando junto com o elenco de dramaturgos: “Iscas para Amansar Falcões” no Teatro Dulcina e “Novas Iscas” para o projeto GAMBOAVISTA. Hoje trabalha na produtora Porta dos Fundos como roteirista assistente. Como produtor executivo estão os trabalhos teatrais “Caranguejo Overdrive”, “Teorema21”, “A Invenção do Nordeste”; e as mostras de cinema Panorama do Cinema Suíço Contemporâneo, Festival de Documentários É Tudo Verdade e Festival do Rio de Cinema. Produção Executiva: Paulo Mattos Desde 2000 dedica-se à produção cultural, tendo sido produtor da Cia dos Atores, do Grupo XIX de Teatro entre outros. Idealizou o projeto Arte da África Cinema e Teatro no CCBB Rio, foi gestor do Sesc RJ e Coordenador de produção do Teatro Municipal do Rio. Atualmente é produtor independente, sendo um dos idealizadores do projeto 2a Black, que objetiva fomentar um debate crítico sobre a Cena Preta no Rio de Janeiro. projeto ganhador do prêmio Shell 2018 na categoria Inovação. É também idealizador do projeto de intercâmbio Internacional Complexo Sul. Recentememte fez parte da curadoria do festival As Escuras de arte negra lgbtqia+. Trabalhou como produtor nos festivais riocenacontemporanea e Mitsp entre outros. É jurado do Prêmio Questão de Crítica.
PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.