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Samba Pra Rua é uma roda de samba itinerante que acontece mensalmente na cidade de Salvador desde 2022 reavivando a cultura das rodas de samba, com o diferencial da presença predominante de mulheres musicistas e realizadoras. O projeto busca viabilizar a temporada 2023-2024 ocupando diferentes locais da cidade, trazendo convidados especiais, promovendo intercâmbios com outras rodas de samba e ofertando oficinas de composição para estudantes de escolas públicas e comunidades em vulnerabilidade social.
RODAS DE SAMBAA banda SAMBA PRA RUA é formada por sete sambistas de Salvador/BA, em sua maioria mulheres negras. As rodas de samba começaram a acontecer em maio de 2022 e rapidamente se notabilizaram no circuito cultural da cidade. Em dezembro de 2022, mês em que se comemora o dia nacional do samba, a roda contou com a presença de Nelson Rufino, soteropolitano considerado um dos maiores compositores da história do samba, autor de grandes sucessos gravados por artistas como Zeca Pagodinho, Beth Carvalho, Martinho da Vila, dentre outros. Periodicamente realiza suas edições nas ruas de Salvador, ocupando diferentes bairros da cidade passando por espaços tradicionais como a quadra do Apache do Tororó, um dos primeiros blocos de samba de Salvador, bem como pela Penitenciária Lemos de Britto (edição especial) e o terreiro da Casa Branca. CLASSIFICAÇÃO ETÁRIA - Livre OFICINAS DE COMPOSIÇÃO MUSICALAulas voltadas para pessoas em vulnerabilidade social. As aulas são realizadas em regiões periferizadas e abertas ao público geral interessado. CLASSIFICAÇÃO ETÁRIA - Livre
OBJETIVO GERAL I - valorizar a cultura nacional, consideradas suas várias matrizes e formas de expressão; A partir do valorização desta importante manifestação cultural secular que são as rodas de samba, o projeto tem como objetivo a salvaguarda do samba como espaço de encontro geracional e social, ao promover trocas entre pessoas de diferentes faixas etárias, condições socioeconômicas e identidades de gênero e garantir o acesso a cultura e lazer. Com a promoção de um evento itinerante, que irá circular em 6 diferentes bairros da cidade de Salvador. V - incentivar a ampliação do acesso da população à fruição e à produção dos bens culturais; A partir da calendarização de um evento mensal gratuito, o Samba pra Rua fomenta a manutenção e renovação do movimento do samba e sua conexão com o público. A periodicidade do projeto é uma forma de ultrapassar a sazonalidade turística do período de verão, garantindo trabalho, emprego e renda para os profissionais o ano inteiro, além de garantir programação artística de qualidade para a cidade de Salvador e seus moradores, que fazem dela uma potência cultural para todo mundo. Existimos fazendo samba o ano inteiro. Ademais, irá possibilitar, com a sua itinerância, que diferentes comunidades e públicos tenham acesso ao projeto. XIII - apoiar e impulsionar festejos, eventos e expressões artístico-culturais tradicionais, além daquelas já tombadas como patrimônio cultural imaterial; O projeto visa impulsionar uma das expressões artístico-culturais mais tradicionais e presentes no cotidiano do Brasil: as rodas de samba. Nascidas das cadências dos terreiros ainda no século XIX e no início do séc XX, a partir dos encontros na casa de Tia Ciata, as rodas de samba foram palco de reunião das tradições sonoras, culinárias e das danças afro-brasileiras. O Samba Pra Rua apoia, difunde e fortalece esse movimento a partir de ações contínuas, itinerantes e gratuitas, garantindo amplo acesso da população. OBJETIVOS ESPECÍFICOS RODA DE SAMBA MENSAL:Realizar 6 rodas de samba gratuitas e itinerantes, ocupando diferentes bairros de Salvador com a presença de um convidado especial por edição;Realizar 1 roda de samba por mês, totalizando 6 edições do projeto;Trazer 6 convidados especiais, locais e nacionais, sendo 1 em cada edição. OFICINAS DE COMPOSIÇÃO MUSICAL (CONTRAPARTIDA SOCIAL)Realizar 5 oficinas de composição musical com carga horária de 8 horas cada e capacidade para 30 pessoas.
Art. 1° Fica instituído o Programa Nacional de Apoio à Cultura (Pronac), com a finalidade de captar e canalizar recursos para o setor de modo a: I. contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; O Samba Pra Rua trata-se de um projeto itinerante, periódico, contínuo e gratuito. E, portanto, visa, a partir da ocupação e movimentação de diferentes bairros da cidade de Salvador, garantir o amplo acesso da população à cultura brasileira com rodas de samba e atividades formativas. O samba e´ uma das mais importantes manifestaço~es populares culturais do Brasil que carrega em si as digitais do povo negro, sendo historicamente uma ferramenta de alegria e diversão utilizada como forma de enfrentamento e resistência. Logo, agregará pessoas de todas as idades em espaços estrate´gicos e vitais para a cultura da cidade. II. promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; Visto que, o projeto nasceu com o objetivo de resgatar e fomentar as cenas locais do samba na cidade de Salvador, estimulando, a partir de sua periodicidade, a formação de novos públicos, novos agentes culturais e artistas dessa linguagem. O projeto Samba Pra Rua agrega mu´sicos das novas geraço~es, capacitando-os através de cursos e oficinas, sempre com especial atença~o e destaque às mulheres negras da mu´sica baiana. A presença feminina no projeto traz uma outra perspectiva para o samba, tanto por reverenciar as grandes sambistas brasileiras, como também evidenciando suas próprias narrativas e poéticas contemporâneas a partir do olhar e vivências de mulheres negras. A realização das rodas de samba em bairros periféricos de Salvador irá impactar direta e indiretamente, a cadeia produtiva de serviços e comércio de cada região, como também, as cenas artísticas locais, que somente a democrática linguagem do samba é capaz de mobilizar. Cabe ainda pontuar a relevância de se desenvolver atividades artísticas nos espaços públicos de Salvador, que conta com i´ndices alarmantes de violência urbana. Diante dessa realidade, reivindicar a ocupaça~o das ruas com experiências culturais e´ fundamental para que se devolva à populaça~o o direito à cidade e à cultura, em especial nas zonas perife´ricas. III. apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; O projeto já realizou mais de 12 edições itinerantes em Salvador e movimentou um público de aproximadamente 5.000 pessoas. Apresentando um repertório popular e de relação afetiva com diferentes perfis de público: desde a tradição do samba carioca, passando pelo samba do Recôncavo baiano, samba duro e pelos batuques dos blocos afros, incluindo canções de sambistas contemporâneos consagrados como Zeca Pagodinho, Dona Ivone Lara, Nelson Rufino, Riachão, Nega Duda, Xande de Pilares, Leci Brandão, Péricles, Ilê, Olodum e Apaches, além de apresentar músicas autorais e de artistas locais. IV. proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional; Já que as ações contínuas e periódicas do projeto visam não só a salvaguarda, mas também a projeção do samba tradicional e contemporâneo brasileiro a partir das rodas de samba. Com seu repertório diverso, percorre desde os nomes consagrados, tradicionais e contemporâneos, além de incorporar em seu repertório um grande número de composições autorais, muitas delas assinadas por mulheres. Fundamentados nas matrizes africanas, estes aspectos possibilitam a manutenção do samba como um movimento capaz de conectar tradições ancestrais, o presente e as próximas gerações. Além disso, através das Oficinas de Composição Musical, o projeto visa fortalecer ainda mais as atividades em torno do samba, possibilitando uma renovação da produção, inserindo novos agentes no circuito. V. salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira; Uma vez que, a realização contínua das ações do projeto Samba Pra Rua contribui para a salvaguarda do samba baiano e brasileiro fomentando um espaço de resistência, sociabilização, intercâmbios, descobertas e lazer. Sua itinerância garante a amplitude e diversificação dos públicos que têm acesso a esta expressão cultural. Além disso, as oficinas colaboram para a transmissão destes conhecimentos, saberes e tradições. Os modos de criar e fazer samba são totalmente conectados com a cultura brasileira. Dessa forma, as tradições populares de forma geral são beneficiadas por um ambiente pulsante de produção artística. VI. preservar os bens materiais e imateriais do patrimônio cultural e histórico brasileiro; Visto que, as ações do projeto estão diretamente ligadas à preservação e perpetuação dos bens imateriais e históricos brasileiros a partir do fortalecimento do movimento das rodas de samba, genuína expressão artística e cultural que carregam em suas canções e toques a herança e os pilares históricos do povo negro. O Samba pra Rua fortalece a conexão dos sotaques do samba no eixo Rio-Bahia, contribuindo com a preservação das matrizes do samba de terreiro, partido-alto, samba-enredo, como também o samba de roda do Recôncavo baiano, todos reconhecidos como Patrimônio Cultural Imaterial pelo IPHAN e pela Unesco. VII - desenvolver a consciência internacional e o respeito aos valores culturais de outros povos ou nações; Salvador é a capital mundial da música (UNESCO) e berço do samba, local onde essa linguagem artística se desenvolveu graças à contribuição de diversos povos e nações, sobretudo de África. Ao longo do processo de colonização foi se constituindo enquanto parte da identidade nacional e representa a luta pelos direitos culturais de diferentes povos e nações. A visibilidade que a realização do projeto vai trazer para o grupo Samba pra Rua, um legítimo representante da resistência do samba, é o primeiro passo para desenvolver uma consciência local, nacional e internacional acerca das tradições culturais. Diante de movimentos estéticos hegemônicos, com maior apelo comercial que têm mais acesso e chances de difusão, como o sertanejo e o axé music, manter o samba vivo e pulsante é uma forma de valorizar a diversidade cultural baiana e brasileira, possibilitando a coexistência de diferentes subjetividades e expressões artísticas. VIII. estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; As oficinas de composição musical promovidas pelo projeto visam estimular a formação de novos agentes criadores, buscando incentivar as novas gerações a se empoderarem e construírem novas narrativas para o samba. Dessa forma, possibilitamos renovação ao movimento do samba, incorporando outros olhares, vivências, signos e memórias, mantendo o samba como o guardião da história negra brasileira. IX. priorizar o produto cultural originário do País. Este projeto prioriza, valoriza e dissemina uma das maiores manifestações artísticas originárias do Brasil, o samba e as rodas de samba. Em Salvador, ha´ va´rios grupos que se mobilizam em torno do samba, agregando pessoas e ocupando espaços estrate´gicos da cidade, promovendo uma experiência única que já caiu no gosto popular. Apesar de todos os esforços, a valorização do samba carece de projetos amplos e estruturados com apoio e incentivo financeiro que sejam capazes de articular o samba junto às comunidades locais, possibilitando renovaça~o do pu´blico e ampliaça~o de seu impacto na sociedade. Por isso, se faz necessário o suporte da lei de incentivo para viabilizar financiamentos e investimentos nesta área para que seja possível garantir uma estrutura favorável, digna e estável para seus agentes e fazedores, em sua grande maioria pessoas negras, se dedicarem para a continuidade e ampliação das ações do samba na Bahia.
RODAS DE SAMBARodas de Samba: 3 horas de duração Intervalo: 40min com Dj convidada Direitos autorais: Pagamento de ECAD Expectativa de público por edição: 1000 pessoas OFICINAS DE COMPOSIÇÃO MUSICAL PROJETO PEDAGÓGICO As aulas são realizadas em escolas públicas de regiões periferizadas de Salvador. Quantidade: 05 oficinas; Carga horária: 8h cada - 40h totais. Serão ministradas pelos integrantes-musicistas do grupo Samba Pra Rua que possam desenvolver a dimensão da musicalidade com o(a)s aluno(a)s. Além disso, também participarão da oficina aluno(a)s vinculados à Universidade Federal da Bahia (UFBA) visando a abordagem do reforço do ensino de língua portuguesa, na análise de letras de música e no desenvolvimento da escrita com (o)s participantes. - Utilizar o samba como ferramenta de arte-educação O samba é uma matriz cultural que deve ser explorada como um poderoso instrumento de arte-educação. A partir dos aportes multidisciplinares ensejados pelo desenvolvimento das oficinas de composição, pretende-se fortalecer o ensino da música, da história e do português. - Estimular a prática da escrita associada à musicalidade As oficinas de composição aliam possibilidades de se explorar tanto a musicalidade do(a)s aluno(a)s quanto a prática da escrita, operando como meio de reforço escolar na área de língua portuguesa. Essa é uma atividade que dialoga com a demanda das escolas, tendo em vista o baixo aproveitamento do(a)s aluno(a)s das escolas públicas da Bahia no que tange ao desempenho do(a)s estudantes na expressão escrita do português. Ser um instrumento de aplicação da lei 10.639/2003, que torna obrigatório o ensino de história e cultura afro-brasileira nas escolas. As oficinas de composição são um ótimo instrumento pedagógico para se apresentar a história brasileira a partir de um olhar que privilegie a participação da população negra. Contar a história do samba, a forma como essa prática cultural foi perseguida e criminalizada e como foi utilizada como instrumento de resistência pelo(a)s sambistas, agrega novos olhares sobre o percurso histórico das pessoas negras no Brasil, contemplando as diretrizes apontadas na legislação vigente. Carga horária: 8h por oficina em 02 dias de vivência Público-alvo: Estudantes de escolas públicas de escolas localizadas em bairros periféricos de Salvador Metodologias de ensino e material a ser utilizado: A metodologia de ensino perpassa os pressupostos da arte-educação, com foco no desenvolvimento da musicalidade e do reforço do ensino da língua portuguesa. A oficina conta com um momento de aula expositiva, onde serão abordados os principais marcos da história do samba, seguido de uma parte prática de treinamento com instrumentos de percussão e estímulo à escrita de letras de músicas. Ao final, será feita a apresentação das músicas desenvolvidas pelo(a)s aluno(a)s. Serão utilizados instrumentos de percussão e harmonia, bem como material de som para a reprodução de músicas durante a oficina. Além disso, também serão utilizados cadernos, canetas e outros materiais correlatos para a parte de desenvolvimento da escrita das letras de música. Conteúdos a serem ministrados: a) História do samba (origem, perseguição e resistência); b) O papel das mulheres negras no samba; c) noções de prática de composição; d) prática percussiva; e) escrita de letras de música Será ofertada uma oficina aberta ao público em geral em uma comunidade localizada em um bairro periférico de Salvador. A oficina priorizará a participação de mulheres a fim de estimular a ampliação das dinâmicas de gênero do universo do samba e promover a inclusão social de mulheres vulnerabilizadas.
RODAS DE SAMBA ACESSIBILIDADE FÍSICA: As rodas do Samba pra Rua serão realizadas em espaços que sejam adaptados para pessoas com deficiência, com sinalização e área para pessoas com deficiência. Além disso, o projeto disponibilizará monitores de apoio a condução de pessoas com deficiência ou mobilidade reduzidas. ACESSIBILIDADE para PcD AUDITIVOS: As rodas de samba contarão com intérpretes de libras. OFICINAS DE COMPOSIÇÃO (CONTRAPARTIDA SOCIAL) ACESSIBILIDADE FÍSICA: Serão realizadas em espaços que sejam adaptados para pessoas com deficiência física, sem escadas ou obstáculos. Serão feitas sinalizações para possibilitar visualização. ACESSIBILIDADE para PcD VISUAIS: As aulas serão realizadas com metodologias que atendam este público.
RODAS DE SAMBA - serão oferecidas à população de forma gratuita; sua itinerância permite que diferentes populações tenham acesso ao produto cultural; A quantidade de público será limitada à capacidade de lotação dos espaços, tendo uma expectativa de 1.000 pessoas por edição, com acesso mediante ordem de chegada; OFICINAS DE COMPOSIÇÃO - As oficinas terão capacidade de 30 participantes por edição e serão ofertadas para estudantes que tenham interesse em desenvolver a musicalidade e necessitem de apoio no que tange ao reforço escolar no âmbito do desenvolvimento da língua portuguesa. Os critérios de seleção se baseiam na quantidade de vagas a serem preenchidas e no perfil dos interessados, analisado mediante inscrição prévia por meio do envio de declaração de interesse. Art. 27. O plano de distribuição da proposta deve prever medidas de democratização do acesso aos produtos, bens, serviços e ações culturais produzidos, contendo as estimativas da quantidade total de ingressos ou produtos culturais previstos, observados os seguintes limites: I - até 10% (dez por cento) para distribuição gratuita promocional por patrocinadores, havendo mais de um, receberão em quantidade proporcional ao investimento efetuado; RODAS DE SAMBA - Como todos os produtos oferecidos pelo projeto são gratuitos, essa cota para incentivadores, patrocinadores, doadores será feita a partir de uma reserva de 10% de acessos referentes à lotação do espaço, de cota de convites antecipados que estarão fora da contabilização do público geral de ordem de chegada, não sendo utilizadas, serão revertidas para o público geral. OFICINAS DE COMPOSIÇÃO - Como todos os produtos oferecidos pelo projeto são gratuitos, essa cota para incentivadores, patrocinadores, doadores será feita a partir da oferta de uma oficina especial para público em situação de vulnerabilidade em uma comunidade periférica da cidade de Salvador. Nessa oficina, será feita uma reserva de 10% de cota das vagas. Caso as vagas não sejam utilizadas serão revertidas para o público geral. AMPLIAÇÃO DE ACESSO RODAS DE SAMBAArt. 28. Em complemento, o proponente deverá prever a adoção de, pelo menos, uma das seguintes medidas de ampliação do acesso: V - garantir a captação e veiculação de imagens das atividades e de espetáculos por redes públicas de televisão e outros meios de comunicação gratuitos;IV - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino, e de outros eventos referente ao produto principal;As rodas do Samba pra Rua serão realizadas periodicamente em espaços públicos de Salvador, estando portanto, disponíveis para registros de quaisquer natureza. X - outras medidas sugeridas pelo proponente, a serem apreciadas pela Comissão Nacional de Incentivo à Cultura (CNIC). As peças de sinalização do Samba Pra Rua prevêem, quando pertinente, menção aos espaços de patrimônio Histórico, de modo a ressaltá-los. OFICINAS DE COMPOSIÇÃOArt. 28. Em complemento, o proponente deverá prever a adoção de, pelo menos, uma das seguintes medidas de ampliação do acesso: VI - realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições, mostras e oficinas; As 5 Oficinas de Composição serão oferecidas gratuitamente, mensalmente, perfazendo um total de 40 horas-aula de práticas de arte-educação com certificado de curso livre - As Oficinas de Composição acontecem em escolas localizadas em regiões periferizadas e pretendem formar novos artistas do samba, ampliando, também, com isso, o público, uma vez que mobiliza toda uma rede social de familiares, amigos, professores, e instituições que passam a se envolver com suas atividades.
Encruzilhada - Hub de Cultura e Arte - Administração do projeto Geise Mari Oliveira |Produção executiva - Produção Executiva, Bacharel em Produção Cultural pela UFBA. Tem experiência com captação de recursos, produção cultural e de eventos, articulação política, educomunicação e gestão de projetos sociais, atuando há mais de dez anos com organizações do Terceiro Setor. É fundadora da DiPreta. Ana Flauzina | Coordenação geral - idealização, articulação de redes e curadoria, Doutora em Direito pela American University (EUA), pós-doutora em Estudos Africanos e da Diáspora africana pela Universidade do Texas em Austin (EUA) e professora da UFBA. Militante do movimento de mulheres negras e fundadora da ASSOCIAÇÃO TOCAIA, que promove atividades de impacto social. A associação tem se aproximado da APROSBA (Associação das Profissionais do Sexo da Bahia) e desenvolvido campanhas de conscientização sobre a importância de se proteger essas mulheres em vulnerabilidade. Musicista com acervo com mais de 40 músicas, compostas ao longo de mais de 20 anos e tem o samba como sua principal referência musical. Ao longo de sua trajetória, teve músicas gravadas por nomes renomados do samba, tais como Nelson Rufino e contou com a participação de cantoras como Márcia Short no registro de suas composições. Ruan de Souza | Músico e Oficineiro - Mestre em educação musical (2013) sob orientação da Prof. Dr. Cristina Tourinho e bacharel em violão (2010) sob orientação do Prof. Dr. Mario Ulloa, ambos títulos concedidos pela UFBA. Cursou composição em aulas privadas com Prof. Dr. Natan Ourives (UEFS). Participou das turmas de Composição e Arranjo no FIMUCA/UFRN (2020), em aulas com Clarice Assad, Januibe Tejera. Participou do FIML - Festival Internacional de Música de Londrina (2020) no curso “Composição com foco no violão” ministrado por Elodie Bouny. Atua há mais de 15 anos como solista, compositor, músico acompanhador, arranjador, produtor musical e professor. Em 2009, participou do Encuentro de Guitarras Bolívia- Brasil, em Cochabamba. Foi premiado nos anos 2017 e 2020 na categoria Música Instrumental do Festival de música Educadora FM, este que é o maior festival de música da Bahia, com suas respectivas composições "Nibirú" e "Caçando na Mata". Em 2017, foi finalista do 17º Prêmio Nabor Pires Camargo/SP com sua música “Caçando na Mata” e um arranjo próprio de “Na Pindaíba”, composta pelo homenageado do festival: Nabor Pires. Em 2021, foi premiado no 1º Festival Violão e Ponto/RS no Palco Aberto. No mesmo ano, realizou o encerramento do concerto do Mário Ulloa, como participação especial, no Festival Digital Internacional de Violão - Conquista/BA. Ainda em 2021, foi premiado na segunda chamada socioeducativa. E em agosto deste mesmo ano, lançou seu primeiro EP “Nibirú” com suas composições de gênero Choro. Com sua atuação como concertista ao violão solo, Ruan de Souza tem apresentado "O Violão Percussivo" em teatros da cidade (Salvador-BA), como o Teatro Gamboa e Teatro Molière, dentre os anos de 2022 e 2023. Deia Azevedo - Percussionista, com mais de 20 anos de experiência no cenário musical de Salvador. Participou de diversos trabalhos que vão da participação de shows de artistas renomados, passando pela gravação de trilhas sonoras de longa metragem e em trios elétricos durante o carnaval de Salvador. Atuou como professora de percussão e participa ativamente de várias rodas de samba da cidade, com especial foco em grupos de samba formados por mulheres. Dentre suas principais atividades destacam-se: Trilha sonora no documentário, Orixás da Bahia, do jornal Correio da Bahia, Estúdio WR, (2000); Carnaval de Salvador com Cantora Sarajane (2003 e 2004); Festival TIM Música sem fronteiras, Terreiro do Ilê Axé Opô Afonjá (2007); Participação com a Orkestra Rumpilezz, Pelourinho (2010); Percussionista no Grupo Feminino QSM - Samba (2012); Professora de Percussão Projeto Mais educação, Escola Municipal Eugênia Anna dos Santos (2012 e 2013); Percussionista no Grupo Nossa Metade, 2011 até os dias atuais. Aisha Araújo | Musicista e Oficineira - Iniciou sua carreira como coralista no coral de vozes do maestro Sério Souto e foi selecionada para fazer parte da equipe de canto do Bloco Ilê Aiyê. Atualmente busca evocar sua ancestralidade e resistência conectando-se com um repertório que trafega por vários ritmos oriundos de matriz africana, tais como o semba, reggae, Ijexá e em especial o samba. Dentre os grupos nos quais já fez participação como cantora no cenário baiano e nacional destacam-se: Olodum, Banda Eva, Ilê Aiyê, Companhia do Pagode e Sonora Rio-Bahia. Mario Pam | Músico e Oficineiro - percussionista, iniciou suas atividades artísticas no bloco Ilê Aiyê em 1992, como aluno fundador do curso de percussão da Escola Band’Erê (banda mirim). Entre os anos de 1999 e 2009, trabalhou na administração da Associação Cultural Bloco Carnavalesco Ilê Aiyê, onde apoiava a produção e execução dos eventos educacionais e culturais. Em 2000 tornou-se um dos mestres da banda profissional do Ilê Aiyê. Ministra aulas de percussão e palestra em Universidades, Ongs e Escolas públicas e privadas assim como para diversos grupos da América do Sul, Europa e Estados Unidos.Atualmente é Mestrando em Educação Musical/UFBA, Professor de Artes com ênfase em música do município de Lauro de Freitas/BA, Professor de música do Centro Cultural Oficina Reciclável - CCOR e coordena a Associação Cultural Tambores do Mundo. Dentre suas principais ações artísticas estão:Gravação de Vídeo Clip com a cantora americana Índia Aire; ParticipaçãonoFestivalBakanaldeAfrique–Oakland–CA (2020); Cd da cantora: Nara Couto, arranjo percussivo da faixa: Badauê (2019); Cd Martinho da Vila do Brasil e do Mundo; Universal Music; Cds: Ilê Aiyê - Canto Negro III, Ilê 25 anos. Geovanna Franco | Musicista e Oficineira: cavaquinista e violonista, Bacharel e Licenciada em música/violão, pela UFBA. Integrou diversos grupos, bandas e fez parte do elenco de peças teatrais na Bahia. Com mais de 10 anos de experiência, atua na área de música popular desde 1997, acompanhando artistas em diferentes apresentações. A participação em projetos que privilegiam o protagonismo feminino é uma marca em sua trajetória. Dentre seus trabalhos mais relevantes estão: participação no espetáculo “Mulheres de Holanda”, Orquestra Afro, Banda Didá, Dengo de Mulher e Espetáculo “Elas por Elas”, com a participação de cantoras renomadas tais como: Juliana Ribeiro, Rebeca Maca, Márcia Castro, Jussara Silveira e Rosa Passos. Deyse Ramos | Musicista e Oficineira: Cantora e percussionista, é formada em teatro pela Universidade Livre de Teatro Vila Velha e pelo SESC/SENAC Casa do Comércio, Salvador. Tem formação em percussão pela Escola Feminina de Música Didá. Participou de diversos espetáculos teatrais, tendo a voz e a percussão como elementos centrais no seu processo de atuação. Dentre as principais experiências com o teatro estão: Musical Cabaré da Raça; Ó pai ó, dentre outros. No universo musical, participou de diversos grupos, mostrando versatilidade na performance em diversos gêneros musicais. Alguns de seus trabalhos mais importantes se deram nos grupos: Banda Didá; Munegrale Hip Hop; Coletivo Roda de Samba de Mulheres de Itapuã e banda Sotaque brasileiro. Sergio Pam | Músico e Oficineiro - Percussionista, iniciou suas atividades artísticas no bloco Ilê Aiyê em 1992, como aluno e fundador do curso de percussão da Escola Band’Erê (banda mirim). Em 1995 ingressou no projeto Axé e em 1998 ingressou no grupo de samba Pagode dos Amigos. Desde então, participa de eventos culturais nacionais e internacionais junto a esses grupos. Participou da gravação de vários trabalhos musicais dentre os quais destacam-se: Cd Tambores do Mundo (2014); Cd e Vídeo Clip - Pantera Negra Deusa e Negras Perfumadas Exalou, Arranjo de percussão (2019; Cd Samba Enredo da Cidade da Bahia (2021)
PROJETO ARQUIVADO.