Metis
metis
Inteligência cultural
Início
  • Meus projetos
  • Nova análiseAI
  • Prestação contas
  • Alertas
  • Favoritos
  • Chat IAAI
  • Insights IAAI
  • Newsletter
  • Relatórios
  • Oportunidades🔥
  • Projetos
  • Proponentes
  • Incentivadores
  • Fornecedores
  • Segmentos
  • Locais
  • Mapa Brasil
  • Estatísticas
  • Comparativos
  • Visão geral
  • Comparar
  • PNAB (Aldir Blanc)
  • Lei Paulo Gustavo
  • Cultura Afro
  • Bolsas
  • Minha conta
  • Filtros salvos
  • Configurações
Voltar📄 Gerar Relatório Completo
PRONAC 232190Projeto encerrado por excesso de prazo sem captaçãoMecenato

Carnaval - Capítulo 4, Versículo 3 - Da rua e do povo, o HipHop: Um Manifesto Paulistano

GREMIO RECREATIVO CULTURAL E SOCIAL ESCOLA DE SAMBA VAI VAI
Solicitado
R$ 2,20 mi
Aprovado
R$ 2,20 mi
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

Nenhum incentivador/fornecedor cadastrado localmente. Click "Carregar via SALIC" para buscar da API ao vivo.

Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Desfile de escola de samba
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Desfiles festivos
Ano
23

Localização e período

UF principal
SP
Município
São Paulo
Início
2023-07-13
Término

Resumo

Produção e realização do desfile do Vai-Vai no grupo especial do Carnaval 2024 de São Paulo, onde serão distribuídas fantasias para comunidade. Realização de oficina de bateria como Contrapartida social.

Sinopse

“Capítulo 4, Versículo 3 – Da Rua e Do Povo, o Hip Hop: Um Manifesto Paulistano” Abre a gira... Meu corpo é fechado!“Me atire uma pedraQue eu te atiro uma granadaSe tocar em minha face sua vida está selada”Corpo Fechado, Thaíde & DJ Hum Rasga caminhos, Seu Tranca Ruas... Passa na frente e governe as encruzas deste monumental ‘despacho de pedra’... Deixe seu lastro de fogo, cuspa cachaça e exale teu fumo sob avenidas, ruas, becos e vielas, que serão palco e cena do Manifesto em Preto e Branco – convoca o povo preto, pardo, pobre, mestiço e periférico a se insurgir contra a raivosa fé elitista, que lança ao destino marginal tua prole desvalida – desamparada de oficialidade, mas herdeira da alegria e da tua jocosidade catiça – insistindo em fazer da rua (des)caminhos riscados de arte e a crença nas forças mágicas da criação. Guarde sob tua capa caótica asmães solo, os desvalidos, os andarilhos, os mendigos, as meretrizes, os oprimidos, os presidiários e todos aqueles que se abrigam sob teu olhar obstinado pela busca da verdade, que tarda... mas não falha jamais. A luta é grande e árdua. ‘Eles’ não aceitam a nossa liberdade, mas (r)existimos no teu axé. Nós temos o corpo fechado. Laroyê! Uma ‘Pauliceia Empoeirada’ – Insurgência Preta-Periférica: Acharam Que Eu Estava Derrotado... Quem Achou Estava Errado! “Acharam que eu estava derrotadoQuem achou estava errado”Oitavo Anjo, 509-E São Paulo, 1922... Um cento de anos atrás – t(H)eatro municipal – herdeiros da velha e cansada elite refundam, segundo seus óculos maculados, a arte nacional... O ‘desvairado’ manifesto impõe o que vem a ser a ‘cara’ da nova ordem cultural intitulada Arte Moderna. Mas... resgatando um ‘prefácio pra lá de interessantíssimo’, e as caras dos pretos, pardos e brancos pobres – intitulados periféricos por uma nova ordem urbanoide, frenética e fabril –, com suas autênticas e invisibilizadas expressões culturais vindas das ruas pulsantes numa cidade batizada de progresso e sufocadora de retintos e desafortunados?... Do alto de sua inegável relevância histórica, fato é que a Semana de Arte Moderna não deu conta de olhar para fora de si. Daí surge a necessidade latente de revisitar os conceitos do moderno, da arte e, essencialmente, das expressões oriundas da rua na São Paulo que insiste em cultuar o ‘Eros à Pauliceia’, ocultando a ocupação insurgente que perdura em longa batalha pelo direito de expressar a alma genuinamente popular. Desde 22, o samba cumpriu, quase que solitariamente, a missão de resistir... Até o início dos anos de 1980, quando chegou ao Brasil uma cultura, ‘uma potência sonora capaz de mobilizar uma imensa massa de jovens’, na missão de dar expressão a uma nova geração de artistas nas ruas. Este novo movimento propõe-se como levante genuinamente popular pelo milagre da autorrepresentação – o direito de se apresentar como se é; pelo direito à celebração da vida que confronta a morte pela beleza de festejar a existência e, mais do que nunca; pelo valor da diversidade no seu conceito mais pleno que é o sentimento depertencimento cultural, étnico e poético, ainda que seu palco seja a rua em toda a sua pluralidade. Esta cultura trata-se de um ponto de vista, uma nova maneira de ver o mundo e se relacionar com ele. Seu nome: Hip Hop! Da Rua e do Povo, o Hip Hop! “O Hip Hop não inventou nada, mas reinventou tudo!”Grandmaster Caz, documentário de Ice T, “A Arte do Rap” Quatro décadas buscando o ‘Triunfo’ na São Paulo subversiva que se embalou nos quintais dos Bailes Black, expandiu nas calçadas da Galeria e abraçou a mítica São Bento! Eis a magia do Hip Hop: A arte dos oprimidos, esquecidos, excluídos. Voz dos marginalizados artistas. Potência dos poetas do povo. Liberdade aos prisioneiros das mazelas. Salvação aos sobreviventes do sistema. Com ele – e por ele – a rua pulsa, pulula, expande. O gueto reagena primazia de suas vertentes originais – Breaking (Bboys e Bgirls), Grafitti, MC e DJ. No princípio era o Breaking... Corpos sedentos de expressão se rebelavam contra o ‘sistema’ excludente e segregador. Ocupar as ruas era preciso. O som era gringo. Movimentos frenéticos, passos hipnotizantes e, até então, desconhecidos. Um novo estilo e maneira de expressar surgia. Nos cines, o “Beat Street” – febre nas telas que inebriava jovens mentes. A potência das ruas expressava de maneira autêntica e contundente o desejo de poder para o povo preto! Num caleidoscópico movimento artístico, o Hip Hop também se impõe pelos jatos de spray: Surge o grafitti com seus traços potentes e nas contundentes mensagens dos pixos. A cidade é ocupada e serve de palco para mensagens como modo de reafirmação de identidades, saberes, pensamentos e da quebra da cruel invisibilidade que a sociedade excludente impõe à juventude periférica. Os prédios, muros e fachadas se expandem. As ruas falam e ganham o mundo... ‘O grafitti é um grito mudo’! Corpos e cores se unem à musicalidade nas formas mais autênticas de expressão. São Paulo passa a versar no Rap – Rhythm and Poetry (Ritmo e Poesia). Mensagens de resistência e afirmação são profetizadas por MCs – Mestres de Cerimônia, que vociferam letras de necessárias coragem e inconformidade. Mãos ágeis se utilizam de equipamentos eletrônicos como intenção de invadir ouvidos e mentes, levando mensagens de intensidade e poder – eis os DJs – Disc Jockeys. Do encontro de MCs e DJs a batida perfeita, a química explosiva que embala gerações. As rádios abraçam. A indústria fonográfica ignora, mas as equipes de baile impulsionam a ’Cultura de Rua’, exaltando sempre e mais ‘O Som das Ruas’. Grupos de praticantes do rap se reúnem na Praça Roosevelt e são duramente reprimidos pelo sistema policial. Era preciso se politizar e adquirir consciência de classe, eis a importância do primeiro coletivo ligado ao Rap – as chamadas posses – de nome ‘Sindicato Negro’, que possibilitou a aproximação e o apoio do Instituto da Mulher Negra – Geledés (Axé à força matriarcal, que pare, embala e protege!). Aliás, elas, as mulheres, quebram barreiras, perseveram, resistem e surgem na cena do Hip Hop. O caótico sistema prisional de São Paulo forma e potencializa vozes que bradam por direitos humanos. A força do Gangasta Rap – vertente do Rap com mensagens de forte apelo contra a violência policial e a marginalização da arte periférica – se impõe e se vê perseguida pelo sistema. A cultura do Rap experimenta o amargo sabor deviver ‘Sobrevivendo no Inferno’, sob o signo daqueles que nasceram para lutar e seguir. Na virada do milênio, floresce o chamado 5º elemento – ‘conhecimento Hip Hop’ – fruto da conexão da cultura de rua com a necessidade de se adaptar às novas linguagens artísticas e discursivas. De encontro com um discurso mais politizado e consciente surgem as rimas e, consequentemente, outros movimentos da oralidade, como a poesia de rua – o SLAM. Da espontaneidade despretensiosa nasce o “freestyle” (estilo livre) de rimar e poetizar nas ruas, exaltando a força criativa que habita as periferias e evidenciando o improviso inspirado no repente, na embolada e em outros ritmos de origem popular. Batalhas – de rap, de rima, de SLAM – nascem em todos os cantos. Poetas do povo despertam. Rap, cultura e política se encontram, numa intensa combinação que dialoga com o pensamento. O Hip Hop salvou vidas! Nesta adaptação ao século 21, o movimento Hip Hop passa a se apresentar em novas modalidades como ‘boombox’ – coleções de aparelhos, ‘beatbox’ – percussão vocal na arte de reproduzir sons, ‘lowriders’ – veículos de aspectos vintage com articulação à partir de suspensão hidráulica; nos esportes através do skate, do ‘street ball’ (basquete de rua) e do futebol de várzea. Surge, com vigor e impacto, a potência do Trap. A cultura urbana do Hip Hop absorve conhecimentos das artes, da moda, da tecnologia e, principalmente, do comportamento social. Em qualquer tempo, de qualquer ângulo que se observe, o movimento Hip Hop sempre será reconhecido como a expressão das ruas diante da pujança criativa que nasce do inconformismo contra o sistema opressor e da resistência à estigmatização marginal que insiste em silenciar as vozes periféricas. Assim como o samba, o Hip Hop é atitude de enfrentamento e inspiração, jamais se omitindo de sua missão maior: (R)existir! Um ‘Manifesto Paulistano’ – Circularidade Ancestral: Olhar Para Trás, Para Seguir Em Frente! “...a distância que estamos do ponto de luz e vida mais brilhanteque se pode ver com os olhos, ou com o coração.E a cultura Hip Hop é uma grande despertadora de grandiosidade”Emicida, apresentação do livro “Rap, Cultura e Política” de Felipe Oliveira Campos Assim, o Vai-Vai – Escola de Samba do povo, forjada na rua, aquilombada nas tradições do samba e representante da negritude que pulsa na São Paulo frenética, fazendo de suas vias palco e luz – celebra e cultura Hip Hop e, com a potência de Exu Tranca Rua, lança seus olhos para o futuro ao propor o ‘Manifesto Paulistano’: - Uni-vos, tribos paulistanas... Respeito e exaltação ao samba, ao Hip Hop, ao rock, ao funk, ao forró e a todas as demais culturas expoentes que dão voz e vez à nossa gente! - Projetemos uma São Paulo diversa, plural e inclusiva, onde a arte urbana – expressa na potência do Hip Hop – dê aos filhos da cidade tons de igualdade, inventividade e comunhão. Conhecer e viver o movimento é negar a exploração que gera exclusão, a prevalência do ter sobre o ser, a importância dos rótulos e das convenções sociais em detrimento da vida em comunidade! - Ressignifiquemos a ocupação da urbanidade paulistana a partir da negação de que São Paulo – megalópole colossal, fálica e voraz – siga cultuando como mito fundador as figuras equivocadas dos bandeirantes, como álter-egos da coragem e da bravura! - Abaixo aos monumentos que não nos representam. Rebatizemos as rodovias que exaltam saqueadores de riquezas e exterminadores de nativos. Que as praças e avenidas exaltem as figuras de representatividade ao povo preto e aos povos originários. Padê para Exu no vão livre do MASP – Por uma São Paulo justa e igual! - Reajamos, coletivamente, ao cansado e individualista brasão paulistano (Non Dvcor Dvco) – Não Somos Invisíveis, Existimos!É samba, é Hip Hop... Da rua, do povo, de Exu... Laroyê!À luta, Vai-Vai!Sidnei França e Departamento Cultural do G.R.C.S.E.S. Vai-Vai – Maio de 2023

Objetivos

Objetivo principal: - Com intuito de ampliar tanto a atuação em responsabilidade social, como cultural, o Grêmio Recreativo Cultural e Social Escola de Samba Vai Vai, desenvolveu o Projeto "Carnaval - Capítulo 4, Versículo 3 - Da rua e do povo, o HipHop: Um Manifesto Paulistano", para o carnaval 2024, que consiste na realização do desfile de carnaval, um dos espetáculos brasileiros mais populares, que passou a ter cada vez mais destaque nacional e internacional com o passar dos anos, previsto para acontecer na cidade de São Paulo no Pólo Cultural e Esportivo Grande Otelo - Sambódromo-SP. - O projeto consiste na realização do carnaval como um todo, desde sua concepção até a apresentação do espetáculo para o público. Ainda traz como objetivos específicos: - Pretende retratar através deste grandioso espetáculo um tema social, cultural e de grande interesse para a população. - Mostrar também na passarela do samba a importante história deste tema, através da dança, da música, dos carros alegóricos e fantasias - Atingir a camada da população menos favorecida. - O projeto, no entanto, requer uma pré-produção/produção de alguns meses e é um espetáculo apresentado para o Brasil inteiro, atingindo um grande número de pessoas. - É comprovado que o carnaval tem um universo empregatício de grande escala, pois para realizar tamanho espetáculo, dá oportunidade de emprego para inúmeras pessoas e pretende-se distribuir 2.000 fantasias para comunidade da escola. E também realizaremos, em parceria com escolas públicas do entorno, 01 Oficina cultural, para 200 alunos/oficineiros, divididos em 04 turmas, ministradas pelo Mestre de bateria da escola, sobre instrumentos de percussão que formam uma bateria de escola de samba. Cada turma terá 100 alunos e esses encontros serão de forma gratuita, como ações formativas culturais.- O intuito do projeto é disseminar a cultura de nosso país, em um evento que tem repercussão nacional e internacional, sempre de maneira inovadora e cativante.

Justificativa

A Escola de Samba Vai-Vai vem crescendo muito com o passar dos anos e a maior prova disso foram os títulos e homenagens conquistados pela escola, estando entre as maiores e mais tradicionais escolas de samba da cidade de São Paulo, exaltando sempre a beleza e as tradições desta cidade. É importante ressaltar, que além do carnaval ser um dos maiores espetáculos brasileiros, que no período em que ocorre, torna-se um verdadeiro acontecimento, tendo toda a atenção voltada nos dias de sua exibição, é também uma das manifestações culturais mais completas, pois emprega diferentes profissionais ligados às áreas culturais, como músicos, artistas plásticos, dançarinos, compositores, jornalistas, costureiras, pesquisadores, historiadores, entre outros. Um dos aspectos mais importantes do Projeto, é o fato de ele ser realizado pela população carente brasileira e para a mesma. No entanto, por mais que o carnaval tenha a sua importância econômica/cultural, ele também proporciona a união entre os milhares de integrantes da escola de samba, os quais batalham pelo mesmo objetivo, ou seja, a produção do carnaval. Além de fornecer emprego para milhares de pessoas carentes, o carnaval também se consagrou como um dos eventos culturais e folclóricos mais populares do Brasil. Pretendemos, portanto, dar oportunidade para que a população carente tenha acesso à cultura, fazendo com que ela participe e contribua para a realização de projetos culturais. Na passarela do samba pretendemos retratar um tema de grande importância para o Brasil e para o mundo, através da música, da melodia contagiante, das fantasias, carros alegóricos e do publico em geral, fazendo as arquibancadas estremecerem. Salvagardando e protegendo o samba e o carnaval, ambos reconhecidos como Patrimônio Cultural Imaterial.A proposta visa a se enquadrar no Artigo 1º da Lei 8.313/91, conforme Incisos I, III, IV, VIII e IX. E também tem como finalidade o fomento a produção cultural e artistica, conforme Artigo 3º da Lei 8.313/91, Inciso II, letra C.

Especificação técnica

NÃO HÁ.

Acessibilidade

O Grêmio Recreativo Cultural e Social Escola de Samba Vai-Vai , através de sua Responsabilidade Social, está sempre preocupada em recepcionar e atender bem sem distinção. E em atendimento ao Art. 18 da Instrução Normativa 02/2019,conforme a Lei Nº 13.146, de 2015 e Decreto nº 9.904, de 2018 possibilita o pleno exercício aos direitos culturais, facilitando o livre acesso da pessoa portadora de necessidades especiais:- I - ACESSIBILIDADE FÍSICA:- Em nosso espaço, conseguimos suprir as necessidades deste público, com entrada com rampa de acesso, banheiro acessível com sinalização, espaço específico para cadeirantes e contamos com a colaboração de uma equipe presente em nossas ações, para recepcionar, acomodar, instruir, orientar e se necessário, acompanhar durante o ensaio e desfile. O Projeto (desfile), será realizado no Pólo Cultural Grande Otelo (Sambódromo do Anhembi), que está capacitado para recepcionar e atender todos os cidadãos com necessidades especiais (idosos e/ou pessoas com deficiência física, auditiva, visual e cognitiva), fornecendo espaços exclusivos, transportes adaptados e funcionários treinados para recepção e atendimento. II - ACESSIBILIDADE AUDITIVA:- Vídeo com a tradução em Libras do samba-enredo da Colorado do Brás, que é uma participante do projeto Samba com as Mãos, III - ACESSIBILIDADE VISUAL:- Audiodescrição direto do Sambodromo do Anhembi,pelo link das redes sociais da SMPED; Assim como é para os demais cidadãos, não existe nenhum impedimento para qualquer portador de necessidades especiais participe do desfile, devendo apenas o mesmo participar dos ensaios e demais atividades relacionadas ao projeto,procurar estar cadastrado para aquisição de fantasia (para si e para o acompanhante, quando necessário) ainda no período de preparação do desfile. Se houver cidadãos com deficiência visual que irão desfilar, conforme necessidade, as fantasias serão adaptadas. CONTRAPARTIDA SOCIAL AÇÕES DE ACESSIBILIDADE Teremos monitores capacitados para lidar com as diferenças , como forma de facilitar a comunicação entre os participantes. ACESSIBILIDADE FÍSICA: Espaço totalmente adaptado com banheiro, rampa de acesso e demarcações. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES VISUAIS: SERÁ CONTRATADO NARRADOR AUDIODESCRITIVO COMO PREVISTO NA PLANILHA. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES AUDITIVOS: SERÁ CONTRATADO INTÉRPRETES DE LIBRAS COMO PREVISTO NA PLANILHA.

Democratização do acesso

A distribuição de 2.000 fantasias será gratuita à população de baixa renda , nos termos do art. 28 da IN nº 01/2023 - I - doar 10% (dez por cento) dos produtos resultantes da execução do projeto para distribuição gratuita com caráter social, além do previsto inciso II do art. 27., totalizando 20% (vinte por cento); Acreditamos no envolvimento da comunidade, e sabemos da dificuldade sócio econômica em que vive a maioria das famílias que frequentam a escola, por isso percebemos que a distribuição gratuita das fantasias produzidas pelo projeto à comunidade seria um fator primordial para a aproximação desse público. Assim, incentivando essa aproximação, que visa o envolvimento da comunidade nos diversos projetos desenvolvidos pela Escola, estabelecemos como condição para o recebimento das fantasias, a inscrição em uma pré-lista, que será atualizada a partir da presença obrigatória nos ensaios realizados na quadra da Escola, onde estes foliões terão acesso gratuito. Ressaltamos que a presença nos ensaios aumentará a qualidade técnica do desfile do Vai-Vai. Além disso, todo o desfile é transmitido de forma gratuita pela Televisão aberta, garantindo assim o amplo acesso ao desfile da escola. Além disso, em atendimento ao artº 21 da IN 02/2019, como medidas de ampliação de acesso teremos; III - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino e de outros eventos de caráter presencial, sem prejuízo do disposto no § 2º do art. 22; IV - permitir a captação de imagens das atividades e de espetáculos ou autorizar sua veiculação por redes públicas de televisão e outras mídias; Como CONTRA PARTIDA SOCIAL , em atendimento ao artº 22, da IN 02/2019, realizaremos, em parceria com escolas públicas do entorno, 01 Oficina cultural, para 200 alunos/oficineiros, divididos em 04 turmas, ministradas pelo Mestre de bateria da escola, sobre instrumentos de percussão que formam uma bateria de escola de samba. Cada turma terá 100 alunos e esses encontros serão de forma gratuita, como ações formativas culturais.

Ficha técnica

O Proponente na pessoa de seu presidente Claricio Aparecido Gonçalves, será o responsável técnico financeiro projeto. Não haverá remuneração. PRESIDENTE - Claricio Aparecido Gonçalves, chegou a escola em 1975 como componente, De lá pra cá, ocupou os cargos de chefe de ala, comissão de carnaval, membro do conselho deliberativo e atualmente ocupa o cargo de presidente executivo. Além disso, acumula a função de presidente da associação dos blocos de SP. CARNAVALESCO - Sidnei França, PAULISTANO, PROFESSOR, PRODUTOR CULTURAL E DIRETOR ARTÍSTICO, graduado em História. Pós-graduando em História da Arte. Cursos livres de Cenografia, Moda, Desenho Artístico, Desenho, Arquitetônico e Produção Cultural.Autoria dos enredos de carnaval (enredista/roteirista) do G.R.C.E.S. Mocidade Alegre (2005 a 2016). Diretor Cultural responsável pelo resgate e manutenção dos valores históricos do G.R.C.E.S. Mocidade Alegre (2006 a 2016). Carnavalesco responsável pela pesquisa, argumentação, criação textual, concepção visual e direção artística (carnavalesco) dos desfiles de carnaval do G.R.C.E.S. Mocidade Alegre (2009 a 2016), do G.R.C.S.E.S. Unidos de Vila Maria (2017), do Grêmio Gaviões da Fiel Torcida (2018 e 2019), doG.R.C.S.E.S. Águia de Ouro (2020 a 2023) e do G.R.C.S.E.S. Vai-Vai (2023 e 2024). Carnavalesco vencedor do carnaval de São Paulo pelo G.R.C.E.S. Mocidade Alegre (2009, 2012, 2013 e 2014), pelo G.R.C.S.E.S. Águia de Ouro (2020) e pelo G.R.C.S.E.S. Vai-Vai (2023). Vencedor do Troféu Nota 10 do Diário de São Paulo na categoria Melhor Carnavalesco (2011, 2012 e 2013). Direção Artística do Projeto Canto Livro de Literatura e Música, sobre a valorização da leitura e do saber através da musicalidade (2013 a 2017). Curador da exposição “Será Que El_ É?” do Museu da Diversidade Sexual de São Paulo, sobre gêneros no Carnaval e a questão da orientação sexual na folia brasileira (2017). Palestrante sobre Carnaval em diversas Secretarias de Cultura do Estado de São Paulo e workshops sobre a cultura do samba e do carnaval (2010 a 2020). Docente do curso de pós-graduação em “Gestão e Design em Carnaval” pela Faculdade Censupeg (2020/2023). DIRETOR CULTURAL - André F M da Silva, chegou a escola em 2000, como componente, participando desde cirança do Vai-Vao do Amanhã, foi apoio de ala, diciplina, assessor da presidência, harmonia e hoje ocupa o cargo de diretor do departamento cultural. Formado em Biblioteconomia, sempre teve atuação na organização de eventos culturais e voltados para participação social. MESTRE DE BATERIA - Mestre Tadeu, No comando da bateria desde o carnaval de 1973 está Antônio Carlos Tadeu, mais conhecido como mestre Tadeu, considerado patrimônio vivo do Vai-Vai e do carnaval paulistano. Mestre Tadeu chegou ao Vai-Vai no final da década de 1960, vindo da escola de samba Lavapés, uma das mais antigas do carnaval de São Paulo, e pouco tempo depois assumiria o posto de mestre de bateria, onde permanece desde então.[22] Mestre Tadeu tem ao todo 16 títulos de campeão do carnaval, o primeiro como ritmista quando em 1970 o Vai-Vai se consagraria campeão do grupo dos cordões, e os outros 15 como mestre de bateria da escola no grupo de elite do carnaval paulistano. Participou de todos os títulos da história do Vai-Vai depois que está se tornou escola de samba em 1972, uma marca invejável que faz dele o maior colecionador de títulos do carnaval. Há 44 anos como mestre de bateria da escola,[23] Tadeu também detém o recorde de mestre a mais tempo comandando uma mesma bateria na história do carnaval tanto de São Paulo quanto do Rio de Janeiro. Das suas mãos e dessa bateria sairam varios diretores de bateria de São Paulo como Magui, Tornado, Negativo, Thiago Praxedes, Beto Repinique entre outros. 1º CASAL - MESTRE SALA E PORTA BANDEIRA - Renato Trindade (Renatinho) e Fabíola são irmãos, premiadíssimos no Carnaval de São Paulo e formavam o primeiro casal de mestre-sala e porta-bandeira da agremiação desde o Carnaval de 1998 até o ano de 2005, quando foi apresentado o enredo (Eu Também Sou Imortal) pela primeira vez. Em 2023 retomam, 18 anos depois, o posto de casal oficial do Vai-Vai.

Providência

PROJETO ARQUIVADO.

2025-04-30
Locais de realização (1)
São Paulo São Paulo