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PRONAC 232208Apresentou prestação de contasMecenato

Teatro Cego - O Reino de Lindsor

C3 PROJETOS CULTURAIS E SERVICOS ARTISTICOS LTDA
Solicitado
R$ 944,4 mil
Aprovado
R$ 944,4 mil
Captado
R$ 400,0 mil
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

Incentivadores (1)
CNPJ/CPFNomeDataValor
10663610000129Nossa Caixa Desenvolvimento - Agência de Fomento do Estado de São Paulo S/A1900-01-01R$ 400,0 mil

Eficiência de captação

42.4%

Classificação

Área
—
Segmento
Apresentação ou Performance de Teatro
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
23

Localização e período

UF principal
SP
Município
São Paulo
Início
2024-02-01
Término

Resumo

O projeto, realizará temporada de uma montagem teatral criada a partir da experiência adquirida durante a produção dos espetáculos no formato Teatro Cego, onde toda a trama ocorre na total escuridão, e o público, privado da visão, compreende todo o enredo através de seus outros sentidos (tato, olfato, paladar, audição e até mesmo a intuição).

Sinopse

Sinopse da Peça Teatral. O espetáculo "A Guerra de Lindsor” conta a história da luta pelo poder e pela coroa do reino de Lindsor. Após ser traída pelo Rei Óregon, a Rainha Tália se une a seu único filho contra o irmão mais velho - filho do primeiro casamento do Rei - para juntos tomarem o trono que seria naturalmente destinado ao primogênito. Secretamente, aliada ao Rei de Dansey - o inimigo de Lindsor – a rainha entrega as posições estratégicas de seus exércitos para facilitar a vitória do reino vizinho, em troca de poder e da coroa. Essa trama de vingança faz pano de fundo para uma luta amorosa entre os dois filhos do Rei Óregon, apaixonados pela bela Deodora que, sem que ninguém desconfie, tem uma história particular de vingança e também luta pelo direito ao trono de Lindsor. No meio do espetáculo, o público – que faz papel de povo de Lindsor e participa ativamente das cenas – é chamado para uma votação que dará veredicto final a um grande julgamento. A história tem dois finais possíveis e o resultado dessa consulta popular define qual dos dois caminhos a trama seguirá.

Objetivos

.Objetivos Gerais: Realizar uma temporada do espetáculo teatral A Guerra de Lindsor, com ingressos a preços populares. .Objetivos Específicos: O projeto realizará 44 apresentações do espetáculo teatral A GUERRA DE LINDSOR, com um público estimado em 180 pessoas por apresentação, num local a ser definido posteriormente, na cidade de São Paulo entre os meses de maio e agosto de 2024 e a trama ocorrerá na total escuridão, onde o público, privado da visão, compreenderá todo o enredo através de seus outros sentidos (tato, olfato, paladar, audição e até mesmo a intuição). Após cada apresentação, todo o público presente, será convidado a permanecer na sala de espetáculos, ainda no escuro, para participar de um bate papo com elenco e equipe técnica, trocando as experiências vivenciadas durante o espetáculo, inserindo ainda mais o público no universo do deficiente visual. Como ação de contrapartidas sociais, realizaremos apresentação de palestras em escolas públicas a serem definidas posteriormente na cidade de São Paulo, com a participação de alunos e professores, com entrada franca, onde os produtores e artistas envolvidos no projeto, realizarão um bate papo com o público, abordando temas como as experiências vividas no projeto, a inserção de deficientes visuais no mercado de trabalho, a importância da cultura como fator de inclusão social, etc. Nessas palestras, os alunos e professores, em um determinado momento, receberão uma venda, e serão convidados a, privados da visão (por estarem vendados), realizarem tarefas simples, como sentir o aroma de um perfume, sabores e músicas, de forma similar ao que foi executado no projeto. Atendendo o artigo 2º do Decreto 10.755 de 26/07/2021, o projeto acolherá os seguintes incisos: V - incentivar a ampliação do acesso da população à fruição e à produção dos bens culturais; As apresentações terão ingressos comercializados a valores populares, fazendo com que pessoas de menor poder aquisitivo, possam assistir aos espetáculos. VI - fomentar atividades culturais com vistas à promoção da cidadania cultural, da acessibilidade artística e da diversidade; O espetáculo, no formato Teatro Cego, contará com diversos deficientes visuais, tanto em seu elenco, quanto em sua produção, realizando um importante papel de inclusão social e de inserção de deficientes físicos no mercado de trabalho cultural.

Justificativa

Atendendo o Art. 1° da Lei 8313/91, o projeto se enquadra nos seguintes incisos: I. contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; Pois o projeto traz consigo a proposta de assumir um papel de agente transformador e incentivador cultural, ao fomentar e impulsionar o público a criar o hábito de ir ao teatro, difundindo a cultura a um número cada vez maior de indivíduos, através desse novo formato cênico. IX. priorizar o produto cultural originário do País; Já que o formato Teatro Cego, surgiu como uma nova forma de expressão cênica nacional, com a clara proposta de abrir um novo campo de trabalho para atores, produtores e equipe técnica, priorizando o trabalho de deficientes visuais que atuam ou tenham intenção de atuar nessa área. Em atendimento ao Art.3º da Lei 8.131/91, o projeto alcançará os seguintes objetivos: II - fomento à produção cultural e artística, mediante: c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore; Pois será realizado um espetáculo de artes cênicas com riquíssimo valor cultural, totalmente inédito e inovador, que não existe em nenhum lugar do mundo, criado por nós, produtores da C3, misturando teatro e games, onde o público, através da interatividade, opinará sobre as próximas ações a ocorrerem na trama, ou seja, o público terá o poder de mudar totalmente o rumo da história. IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante: a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos; Pois 10% dos ingressos de todas as apresentações serão destinados gratuitamente a pessoas com deficiência.

Estratégia de execução

.

Especificação técnica

Cada apresentação do espetáculo terá aproximadamente 60 minutos.

Acessibilidade

.Acessibilidade Física: O local escolhido para a realização das apresentações, atenderá a todas as exigências para permitir a acessibilidade, não somente às pessoas com deficiência física, mas também a idosos, contando com rampas de acesso, corredores largos e banheiros amplos e adaptados, que permitam a entrada com cadeira de rodas. .Acessibilidade de Conteúdo: Por se tratar de um espetáculo não convencional (apresentado na total escuridão), algumas providências terão que ser tomadas para a execução do espetáculo e compreensão do público. Dessa forma, as apresentações levarão o público a uma riquíssima visita sensorial, pois elas não ocorrerão em um palco; elas elas se passarão no mesmo espaço ocupado pelo público, com os atores circulando por corredores entre as cadeiras, dando a sensação de que os espectadores estão dentro da cena. Os sons, vozes e cheiros chegarão aos espectadores, vindo sempre de locais diferentes, dando a sensação de que eles estão realmente inseridos na trama. Observação: é importante ressaltar, que ao chegar ao local, o público já será recebido por uma equipe formada por pessoas com deficiência. Momentos antes de se iniciar o espetáculo, um apresentador explicará ao público como ele deverá proceder para entrar no local da apresentação, e posteriormente, como deverá se portar durante o espetáculo, e também durante a palestra e no bate papo, que ocorrerão após a apresentação. Será explicada a forma de encontrar seus lugares, como proceder com celulares e aparelhos sonoros ou que emitam luz, como agir em caso de querer abandonar o local, etc. O público, então, será levado para o local onde ocorrerá a apresentação, em grupos de cinco pessoas, guiados por uma pessoa da produção. O local já se encontrará completamente no escuro.

Democratização do acesso

Visando priorizar a democratização de acesso da população em geral ao projeto, atenderemos os seguintes incisos do art. 28 da IN nº 01/2023: I - doar 10% (dez por cento) dos produtos resultantes da execução do projeto para distribuição gratuita com caráter social, além do previsto inciso II do art. 27, totalizando 20% (vinte por cento); 10% do total de ingressos de cada apresentação serão doados a cadeirantes e deficientes visuais. Em todo o material de divulgação do projeto, constará a informação da gratuidade aos cadeirantes e deficientes visuais, instruindo-os a chegarem ao local das apresentações com 01 hora de antecedência para retirarem os ingressos promocionais; VI - realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições, mostras e oficinas; Como medida de ampliação do acesso, estudantes de teatro, ou pessoas com interesse nesse universo, poderão assistir a ensaios abertos para melhor compreensão do processo de criação e produção desse formato não convencional. A divulgação das datas dos ensaios abertos acontecerá através do Instagram, com no mínimo 10 dias de antecedência.

Ficha técnica

A instituição proponente, C3 Projetos Culturais e Serviços Artísticos é a produtora do Teatro Cego no Brasil, desde o seu inicio em 2012. Todo o planejamento, pré-produção, produção, divulgação e administração do projeto, serão realizados pela instituição proponente. Sendo assim, a mesma será a responsável por toda a organização e realização do projeto. Principais Participantes do Projeto: - Luiz Augusto Righi (Luiz Mel) - Coordenador Geral do Projeto - Lourdes Rocha - Produtora - Paulo Palado - Ator e Diretor .Luiz Augusto Righi (Luiz Mel) - Coordenador Geral Atua no cenário artístico como músico e produtor cultural, tendo iniciado sua carreira musical no início dos anos 80 através do contato com compositores e músicos ligados às Escolas de Samba de São Paulo. Ainda nesse período, participou de grupos de choro e samba como violonista e cavaquinista. Em 1983 foi convidado a integrar o grupo Balancê, ligado à Sociedade Rosas de Ouro, excursionando pelas principais capitais do país. Em 1986 fundou o Grupo Mel na Boca, participando do mesmo como cantor e cavaquinista. Com o grupo gravou dois discos, sendo o último, indicado para o prêmio Sharp de Música Popular Brasileira, na categoria de melhor grupo de samba, em 1994. Em 1990 foi convidado para atuar como cantor numa das principais bandas de baile do país, o Internacional Super Som T.A., onde trabalhou por aproximadamente 17 anos. A partir de 1996, passou a se envolver em trabalhos ligados também a teatro, desenvolvendo assim, projetos cênicos e musicais. Produziu a partir de 1999, espetáculos musicais e teatrais, sempre procurando enaltecer a riqueza da música popular brasileira, fundindo essas duas artes, teatro e música. Espetáculos produzidos: 1999 – Criação do espetáculo teatral e musical “Mistura Popular Brasileira”. Nesse espetáculo Luiz Mel é responsável pela criação de textos, roteiro e interpretação musical. 2002 – Criação, texto, roteiro e interpretação musical do espetáculo “Misturinha Brasileira”. 2003 – Produção e interpretação musical do espetáculo “Musical Brasil”. Com o surgimento de novas ideias, priorizando sempre atividades ligadas intimamente à cultura brasileira, houve a necessidade de uma estrutura profissional para desenvolvê-las e em 2003, resolveu criar a “Caleidoscópio Comunicação & Cultura”, produtora que desde então vem dando suporte para a elaboração, produção e realização de todos os seus projetos culturais. 2004 – Criação e produção do espetáculo “Tem África Aqui”. 2005 – Criação e produção do espetáculo infantil “A Música é Assim”. 2006 – Criação do espetáculo teatral “Desde os Tempos de Cabral”. 2006/2007 - Montou a banda Social Samba Fino, onde é vocalista e, a partir daí, gravou o primeiro CD da banda, que reúne composições próprias, sambas inéditos e algumas regravações de grandes nomes da música brasileira como Noel Rosa, NelsonCavaquinho e João Nogueira, contando também com a participação dos convidados Dona Ivone Lara e Quinteto em Branco e Preto. 2008 - Criou e produziu o videoclipe "Lá de Angola",onde mostra sua visão a respeito da importante contribuição que a música brasileira teve, com a influência da cultura negra. 2009 - Participação como cantor e músico, em todas as apresentações dos espetáculos “Mistura Popular Brasileira”, “Misturinha Brasileira”, “Musical Brasil”, “Tem África Aqui” e “Os Sons da Paz”, em teatros e eventos realizados. 2010 – Criação, produção e coordenação do projeto sociocultural “Os Caminhos da Música”, onde crianças da zona norte da capital, recebiam gratuitamente aulas de percussão, canto, dança e técnicas circenses; ao final do projeto, produziu e dirigiu o espetáculo resultante das oficinas, onde as crianças envolvidas apresentaram-se em grandes teatros da capital e baixada santista. Ainda em 2010 - Produção e atuação com a banda Social Samba Fino, nas gravações de uma série de videoclipes, realizados no Elevado Costa e Silva (Minhocão), em São Paulo, interpretando as músicas “Amante Amado”, “Bom Senso”, “Samba e Amor” e “Samba a Dois”. - Idealização e produção do projeto “Desde que o Samba é Samba”, que apresenta a trajetória do samba desde a sua criação até os nossos dias, destacando o espírito democrático que o estilo carrega, estando aberto desde seu início, a influências das mais diversas vertentes musicais, gerando assim, diversos afluentes, como samba canção, samba rock, bossa nova, samba reggae, samba eletrônico, etc. 2011 – Atuou como produtor e responsável técnico no projeto “Jukebox Festival”, festival de música alternativa, onde em 02 noites, diversas bandas de rock e música eletrônica, apresentaram-se para um público estimado de 1.200 pessoas. - Criação e produção de novo projeto“Leva Meu Samba”, em que a banda Social Samba Fino, faz a ponte de ligação entre o samba tradicional de Cartola, Noel Rosa, João Nogueira, dentre tantos outros, e as novas tendências da música brasileira, juntamente com o DJ Rick Dub, apresentando através de mixagens, o novo e diferente som eletrônico, com base no samba. 2012 – Atuação no Espetáculo teatral musical “Feijão com Bacalhau – Desde os Tempos de Cabral”, onde criou todo o roteiro e participou, como cantor e cavaquinista de toda a temporada, nos teatros Brigadeiro e Silvio Romero, ambos na capital paulista. 2012 / 2013 - Produtor Executivo e Diretor Musical do espetáculo “Teatro Cego - O Grande Viúvo”, (que cumpriu em 2012 e 2013, temporadas no TUCARENA - Teatro da Pontifícia Universidade Católica e na sala Crisantempo, em São Paulo). O espetáculo conta com um formato inédito no Brasil, pois ocorre na total escuridão, e o público, privado da visão, compreende a trama utilizando-se de outros sentidos, como olfato, audição e da sua própria intuição. Ainda em 2013, realizou a produção do vídeo clipe “Ogum”, em homenagem a São Jorge, numa regravação da música de Claudemir e Marquinho PQD, com a banda Social Samba Fino. 2014/2015 – Produtor do espetáculo “Acorda, Amor – Teatro Cego” em temporadas no Itaú Cultural, Teatro Sérgio Cardoso, além dos SESCsBelenzinho, Pompeia, Campinas, Vila Mariana e Santos. 2015 a 2017- Coordenador Geral e professor de percussão, no projeto “Os Novos Caminhos da Música”. 2016 – Produtor do espetáculo “Teatro Cego – Clarear – Somos Todos Diferentes”. 2016 / 2017 – Produtor e diretor musical na Turnê do Espetáculo “Teatro Cego – O Grande Viúvo”, pelas capitais Curitiba e Rio de Janeiro e, do espetáculo “Acorda Amor”, por Fortaleza. De 2018 a 2020 – Produtor e diretor musical na Circulação do espetáculo “Teatro Cego – O Grande Viúvo”, pelos teatros municipais de São Paulo: Alfredo Mesquita, Cacilda Becker, João Caetano e Centro Cultural da Juventude e no Teatro Municipal de Campinas. 2022 - Criação, coordenação e direção musical do Jantar Cego, nas cidades de São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Salvador e Natal; .Lourdes Rocha - Produtora Iniciou seus estudos musicais em 1975, aos 09 anos, aprendendo violão erudito. Em 1978, começou a estudar piano erudito e em 1979, violão - método popular. Em 1981 e 1982, paralelamente ao piano erudito, fez o curso de piano popular no Conservatório Musical Santa Cecília. Em 1984, formou-se no curso Técnico do Magistério e Pedagogia, na Escola São Teodoro de Nossa Senhora de Sion. Lecionou violão popular na Escola de Artes Elisa Maria Martinelli. Lecionou piano erudito durante os anos de 1987 a 1998. Em 1988, participou do curso “Didática da Música” com o professor Júlio Stateri. Em 1989, formou-se no curso superior de música, “Bacharel em instrumento – piano”, no Conservatório Dramático e Musical de São Paulo. Fez parte do coral do conservatório, em todo decorrer do curso superior. Nos anos de 1999 e 2000, participou do Coralusp – Coral Universidade de São Paulo, sob a regência de Helena Starzinsky e Benito Juarez, tendo aula de canto e técnica vocal com professores da USP, entre eles a própria regente Helena Starzinsky. Em 2002, cursou Canto Coral no Centro de estudos musicais Tom Jobim – antiga ULM. Nesse mesmo ano, apresentou-se com o Coral da ULM e o Coral da Orquestra Sinfônica de São Paulo, na Sala São Paulo, no espetáculo “African Sanctus”. De 1999 a 2001, deu aulas particulares de técnicas vocais. Participou dos vocais de gravações de Cds dos seguintes artistas: Luiz Mel, Social Samba Fino, Almir Guineto, Jamelão, entre outros. Atuou como cantora em Jingles comerciais e institucionais. Desde novembro de 2003, participa do espetáculo infantil “Misturinha Brasileira”, como vocalista. Desde agosto de 2006, atua voluntariamente como convidada, em diversos projetos sociais que envolvem música para jovens e crianças. No início de 2008 criou o projeto “Os Sons da Paz” que visava atender inicialmente a 20 crianças com aulas gratuitas de canto coral. Posteriormente, ainda no mesmo projeto, implantou novos núcleos ao curso já existente, passando então a atender a mais 20 crianças, que também vieram a receber aulas gratuitas de percussão e dança. Em Setembro de 2008, produziu o espetáculo resultante dos cursos, onde os núcleos reunidos, realizaram 04 apresentações no Teatro Engenheiro Salvador Arena, em São Bernardo do Campo – SP, e em Outubro de 2008, no Centro Cultural São Paulo, sendo que este espetáculo contou com a presença de Dona Ivone Lara que foi acompanhada pelas crianças do projeto “Os Sons da Paz”. Em 2010 atuou como professora de Canto Coral no projeto social “Os Caminhos da Música”. Em 2011, atuou como produtora no Espetáculo Teatral “Feijão com Bacalhau – Desde os Tempos de Cabral”. Em 2012, produziu a temporada do espetáculo teatral “O Grande Viúvo – Teatro Cego” no Tucarena (Teatro da Pontifícia Universidade Católica) e na Sala Crisantempo, ambos na capital paulista. Em 2013, participou dos projetos “Os Novos Caminhos da Música” e “Os Sons da Paz”, como professora de canto coral e coordenadora de núcleo. Ainda em 2013, participou da produção executiva na temporada do espetáculo “O Grande Viúvo – Teatro Cego” no Teatro Tucarena, Itaú Cultural e das apresentações nas unidades do Sesc Belenzinho, Pompeia, Campinas, entre outras. A partir de 2014, participou continuamente na produção dos seguintes espetáculos: 2014 - Temporada do espetáculo “Teatro Cego – Acorda, Amor”, no Teatro Sérgio Cardoso e Itaú Cultural. Um espetáculo que une a música de Chico Buarque ao Teatro Cego, para mais uma vez inovar como forma de expressão teatral. 2015 –Temporada do espetáculo “Teatro Cego – Acorda, Amor” no Centro Cultural São Paulo e Teatro Mars. 2015 –Participou também como professora de canto e coordenadora de núcleo, na continuidade do projeto “Os Novos Caminhos da Música”. 2016 – Produção em nova temporada do espetáculo “Teatro Cego – Acorda Amor”, no Teatro Sérgio Cardoso. 2016 – Espetáculo “Teatro Cego – Clarear – Somos todos Diferentes”, que propõe integrar a pessoa com deficiência à sociedade. 2017 – Turnê do Espetáculo “Teatro Cego – O Grande Viúvo”, pelas capitais Curitiba e Rio de Janeiro e, do espetáculo “Acorda Amor”, por Fortaleza. 2018 – Circulação do espetáculo “Teatro Cego – O Grande Viúvo”, pelos teatros municipais de São Paulo: Alfredo Mesquita, Cacilda Becker, João Caetano e Centro Cultural da Juventude e no Teatro Municipal de Campinas. 2018 – Participação na Virada Cultural Municipal, com a banda Social Samba Fino. - Circulação do espetáculo “Acorda Amor – Teatro Cego” pelas cidades de Guarulhos e Bragança Paulista. - Estreia de nova temporada do espetáculo “O Grande Viúvo – Teatro Cego”, no Espaço Blackout, no Shopping Lar Center. Em 2018, participou da elaboração/criação, produção e execução dos espetáculos no formato “Jantar Cego”, com temporada no restaurante O COMPADRE, na capital paulista. 2019 / 2020– Coordenação e produção no projeto de circuito de apresentações do show “Tem África Aqui” e do espetáculo “Teatro Cego – Clarear”, para crianças e adolescentes das escolas públicas do estado de São Paulo. 2022 - Produção do Jantar Cego, nas cidades de São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Salvador e Natal; .Paulo Palado - Diretor e Ator Ator - DRT – 22610/SP Formação Senac – Ator Interpretação - Fátima Toledo Direção e Iluminação - c/ Carlos Reinchambach Atuação e Direção em Cinema -Cláudio Mamberti Oficina de Palhaço - Galpão da Catarina Interpretação em Comercial e Novela – Paula Ribas Dramaturgia – FUNARTE com Chico de Assis Interpretação para TV – Luiz Antônio Rocha Teatro de Arena Eugênio Kusnet – Interpretação com Chico de Assis CPT – Centro de Pesquisas Teatrais – Antunes Filho Experiências em Cinema como ator 2004 - Curta metragem “Arroz, Feijão e Macarrão” de Eder Augusto 2004 - Curta Metragem “Novela de Elevador” de Maria Luisa Spaccassassi 2005 - Longa Metragem “O Fim da Picada” de Christian Saghaard, 2005 - Curta Metragem “Um Certo Carteado” de Luiz Otavio Pupo 2005 - Curta Metragem “Vizinhos” de Marcos Fava 2006 – Curta Metragem “Obopuru” (Faculdade Cásper Líbero) 2007 – Curta Metragem “Garra de Campeão” de Gabriel Avólio Experiências em Produção de Cinema 1989 - Longa Metragem "Lua Cheia" de Alain Fresnot 1990 - Longa Metragem "Sua Excelência, o Candidato" de Ricardo Pinto Silva 1991 - Curta Metragem "A Má-Criada" de Sung Sfai Montagens Teatrais 1985 - Peça “O Crime” 1987 - Peça Infantil "O Herói que Queria Voar" 1989 - Peça "O Barão", com direção de Jairo Mattos 1992 - Projeto de Cultura Brasileira da Casa do Brasil de Lisboa, em Portugal, como músico e ator. 1999 - Espetáculo "Mistura Popular Brasileira". Musical Humorístico. 2003 - Peça “Ensaio” 2003 - Peça Infantil “Confusões de Emília” 2004 - Peça “Esperando Godot” 2004 - Peça “A cantora Careca” 2004 - Espetáculo Musical Infantil Misturinha Brasileira 2004 - Peça “Perseguição e Assassinato de Jean Paul Marat” 2005 - Peça “Proteu” 2005 – Peça “O que Deus Fazia” de Chico de Assis 2006 – Peça “Enigma”de Chico de Assis 2007 / 2008 / 2009 - Espetáculo "Mistura Popular Brasileira". Musical Humorístico. 2012 a 2022 – dramaturgo, diretor e ator nos espetáculos no formato Teatro Cego, sendo eles “Acorda, Amor” (dramaturgo, ator e diretor); “O Grande Viúvo” e “Clarear” (ator e diretor).

Providência

DILIGÊNCIA NA ANÁLISE PREDITIVA RESPONDIDA PELO PROPONENTE.

2024-10-31
Locais de realização (1)
São Paulo São Paulo