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PRONAC 232220Apresentou prestação de contasMecenato

Plano Anual da Fundação Patrimônio Histórico da Energia e Saneamento 2024

FUNDACAO PATRIMONIO HISTORICO DA ENERGIA E SANEAMENTO
Solicitado
R$ 6,11 mi
Aprovado
R$ 6,11 mi
Captado
R$ 1,50 mi
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

Incentivadores (3)
CNPJ/CPFNomeDataValor
05252008000169Rio Verde Energia S.A1900-01-01R$ 870,3 mil
23096269000119RIO PARANA ENERGIA S.A.1900-01-01R$ 629,7 mil
***471828**Andressa Karol1900-01-01R$ 434,88

Eficiência de captação

24.5%

Classificação

Área
—
Segmento
Planos Anuais Manutenç e Elabor de Planos Museológ
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Plano anual
Ano
23

Localização e período

UF principal
SP
Município
São Paulo
Início
2024-01-01
Término

Resumo

O projeto visa garantir a manutenção da Fundação Patrimônio Histórico da Energia e Saneamento e a continuidade de suas atividades de preservação de patrimônio cultural sob a sua guarda, por meio das atividades executadas em seu acervo histórico e na rede de Museus da Energia (conforme artigo 6º da Instrução Normativa 01/2023). O projeto contempla, ainda, os seguintes produtos: Exposições Itinerantes, Festa Popular, Oficinas e a Contrapartida Social (Programa Educativo dos Museus da Energia).

Sinopse

Plano Anual (produto principal) Ações cotidianas de manutenção da Fundação Patrimônio Histórico da Energia e Saneamento e ações de pesquisa, preservação e difusão do Acervo Fundação Energia e Saneamento, realizados dentro e fora das unidades dos Museus da Energia em São Paulo, Itu e Salesópolis pela equipe multidisciplinar da organização. O projeto contempla a elaboração da revisão do Plano Museológico dos Museus da Energia. Evidenciando o papel da Fundação na preservação do patrimônio dos setores de energia e saneamento paulistas, as ações de salvaguarda do acervo sob a responsabilidade da Fundação são organizadas na sede do acervo, em Jundiaí - SP, como também na sede da instituição, em São Paulo - SP. Há, também, de se destacar, o Programa Educativo dos Museus da Energia (considerado como contrapartida social, adequando-se, assim, ao exposto no 30º artigo da Instrução Normativa 01/2023 a respeito de exigência de contrapartida, ?§ 3º Excluem-se da obrigatoriedade os projetos que contenham ações formativas ou programas educativos?). Com o objetivo de disponibilizar os Museus da Energia à comunidade educacional como uma ferramenta pedagógica não formal, o programa é executado junto a instituições de ensino das redes pública e privada, da educação básica ao ensino superior. O programa pretende, em 2024, ofertar o transporte gratuito a escolas públicas e outras instituições que atendam a público em vulnerabilidade, além de oferecer a entrada gratuita e a realização de ação educativa atrelada. Os estudantes poderão realizar os roteiros temáticos dos museus atrelados às competências e habilidades da Base Nacional Comum Curricular - BNCC, fazendo com que vivenciem na prática o conteúdo que foi discutido e aprendido em sala de aula. Exposições Itinerantes Exposição 1: As mulheres compõem parte significativa do universo científico, apesar da perceptível divisão de gênero na ocupação de determinadas posições. Nesse contexto, a exposição itinerante, que terá seu nome definido na pré-produção, trará luz para as biografias de mulheres que subverteram os papéis, desempenhando funções ligadas, por exemplo, às Ciências e Engenharia. Exposição 2: Há apenas um século, os eletrodomésticos passaram a fazer parte das casas brasileiras. O contexto social, em especial, da metade do século XX, caracterizou o surgimento da ?classe média?, com o fortalecimento da ideia de ?vida moderna? e consumo facilitado pelo sistema de crédito popular, modificando a dinâmica das famílias dentro e fora dos lares, ao otimizarem o tempo gasto em afazeres domésticos. A exposição, que terá seu nome definido na pré-produção, apresenta a trajetória desses aparelhos até os dias atuais, e sua influência na cultura e economia. Exposição 3: A criação de ?cidades inteligentes?, com planejamento urbano e soluções inovadoras para a melhoria da qualidade de vida, dos serviços públicos e da sustentabilidade, é um conceito que desperta cada vez mais interesse de governos e sociedade. Nelas, a tecnologia e a inovação promovem a sustentabilidade, mas também visam, além de um olhar consciente no uso dos recursos, o bem-estar de seus moradores. A exposição, que terá seu nome definido na pré-produção, abordará essas e outras temáticas, com ações educativas associadas. Festa Popular (Ação Cultural) A programação de ações culturais ?Museu da Energia de Portas Abertas? configura-se por um conjunto de ações e apresentações artísticas, socioculturais e educativas, reunidas em eventos ao longo do ano, que visa integrar os Museus da Energia às comunidades do entorno e promover a apropriação do espaço, reforçando os vínculos da instituição com a população da sua região, além de fortalecer e divulgar grupos e movimentos artísticos e culturais que atuam no âmbito local. A programação é oferecida ao público de forma totalmente gratuita nos Museus da Energia. Considerando a impossibilidade de contratação dos mesmos profissionais indicados no projeto, para a realização das ações do produto Festa Popular – Museu da Energia de Portas Abertas 2024 (descrito no campo Outras Informações/Descrição do Produto), e visando a participação de artistas com origem ou atuação nas cidades onde os Museus da Energia estão localizados e suas regiões, a proponente comunica a abertura de chamada pública para artistas, cantores, bandas e/ou grupos musicais e oficineiros.Os profissionais serão selecionados para as seguintes modalidades artísticas: cênicas (teatro, circo, contação de histórias), música, sarau, cultura Hip Hop e oficinas de formação, e serão indicados na prestação final de contas do projeto, junto da programação realizada ao longo de 2024.Ressaltamos que não haverá aumento de valores aprovados nas rubricas do produto. Oficinas O projeto contempla uma programação de oficinas culturais formativas, abordando conceitos de permacultura, a serem realizadas em duas cidades (com a possibilidade de participação de pessoas dos municípios vizinhos). São estas: A) ?Fazendo a Diferença? A ação tem como objetivo despertar a cultura da autonomia, do protagonismo e da força criativa a partir de um processo de mobilização social que consiste em momentos de aprendizagem de conteúdos e de intervenções e criações nos territórios atendidos pelo projeto a partir de oficinas teóricas e práticas, com a entrega final de produtos culturais e artísticos. A ação será realizada no estado da Paraíba, nas cidades de Picuí e Pedra Lavrada. Classificação etária das oficinas: jovens e adultos. OBS: A ação ocorrerá na mesma ocasião em cidades próximas. Por essa razão, foi criada uma única planilha orçamentária para esse produto, contendo os custos totais. B) ?No Movimento das Águas? Por meio de oficinas teóricas e práticas e a produção de uma série de vídeos, o projeto consiste em criar um processo de geração de conhecimento, sensibilização e resgate cultural que demonstre a importância da água e dos rios em seu território. As oficinas têm como objetivo resgatar a água como patrimônio cultural histórico dos municípios, entendendo que a água e o meio natural fazem parte da construção cultural local (passado), e de que sua gestão é essencial no dia a dia das pessoas (presente), além de sua conservação ser indispensável para um planeta mais resiliente (futuro). Prevista para ser realizada na cidade de São Paulo - SP. Classificação etária das oficinas: jovens e adultos. Contrapartida A proponente não apresenta contrapartida, uma vez que dentro do produto principal (Plano Anual), está contemplado o Programa Educativo dos Museus da Energia (descrito em Outras Informações), adequando-se, assim, ao exposto no 30º artigo da Instrução Normativa 01/2023 a respeito de exigência de contrapartida, ?§ 3º Excluem-se da obrigatoriedade os projetos que contenham ações formativas ou programas educativos?.

Objetivos

Objetivo geral: Considerando o artigo 6º da Instrução Normativa 01/2023, com a determinação de que "Pessoas jurídicas sem fins lucrativos poderão apresentar propostas culturais na forma de plano anual ou plurianual de atividades [...]", e, ainda, o artigo terceiro do Decreto nº 11.453, de 2023, que indica, entre as finalidades dos projetos a serem apoiados pelo PRONAC, o incentivo à "ampliação do acesso da população à fruição e à produção dos bens culturais? (inciso V) e o apoio ao ?desenvolvimento de ações que integrem cultura e educação? (inciso XV), o objetivo geral do projeto é garantir, em 2024, a manutenção da Fundação Patrimônio Histórico da Energia e Saneamento e a continuação de suas atividades de preservação e difusão do patrimônio cultural dos setores de energia e saneamento paulistas, sob a guarda da entidade, acervo este de grande relevância para a história do desenvolvimento urbano, industrial e social do estado de São Paulo, e que tem como uma de suas formas de extroversão os Museus da Energia, geridos pela mesma entidade; bem como de garantir a realização de três exposições itinerantes (produto secundário), ações culturais (produto secundário ?festa popular?) atreladas ao museus geridos pela Fundação, e duas oficinas (produto secundário). Objetivos específicos: A) Produto PLANO ANUAL: Realizar as ações cotidianas de manutenção da Fundação Patrimônio Histórico da Energia e Saneamento e ações de pesquisa, preservação e difusão dentro e fora das suas unidades: Acervo Fundação Energia e Saneamento (arquivo histórico, em Jundiaí - SP, com ações atreladas à sede, em São Paulo - SP) e os Museus da Energia em São Paulo - SP, Itu - SP e Salesópolis - SP. B) Produto secundário EXPOSIÇÃO: produzir três exposições itinerantes, no Museu da Energia de São Paulo, de Itu e sede do acervo (Jundiaí - SP), e outros espaços, que ficarão disponíveis para visitação por 4 meses, de terça a sábado. C) Produto secundário FESTA POPULAR: realizar uma programação de ações culturais denominada Museu da Energia de Portas Abertas, a ser realizada nos Museus da Energia, com acesso gratuito às atividades e às exposições de cada Museu durante o evento, voltada ao público infanto-juvenil;D) Produto secundário OFICINAS: realizar uma programação de oficinas formativas culturais em diferentes cidades, sendo elas: a) Oficina Formativa ?Fazendo a Diferença?, a ser realizada em Picuí - PB e Pedra Lavrada - PB, uma vez em cada cidade, com duração de 8 horas cada, para o público-alvo de jovens e adultos; b) Oficina Formativa ?Movimento das Águas?, a ser realizada em São Paulo - SP, duas vezes, com duração de 6 horas cada, para o público-alvo de jovens e adultos. OBS: a Proponente está considerando, como contrapartida social, o Programa Educativo dos Museus da Energia, haja vista que, nesta proposta, está contemplado o Programa Educativo dos Museus da Energia (descrito em Sinopse da Obra e Outras Informações), adequando-se, assim, ao exposto no 30º artigo da Instrução Normativa 01/2023 a respeito de exigência de contrapartida, ?§ 3º Excluem-se da obrigatoriedade os projetos que contenham ações formativas ou programas educativos?.

Justificativa

Considerando o artigo 6º da Instrução Normativa 01/2023, com a determinação de que "Pessoas jurídicas sem fins lucrativos poderão apresentar propostas culturais na forma de plano anual ou plurianual de atividades [...]", o projeto Plano Anual da Fundação Patrimônio Histórico da Energia e Saneamento - 2024 permitirá à instituição continuar suas atividades de preservação e difusão do patrimônio histórico e cultural dos setores de energia e saneamento paulistas sob sua guarda, e disponibilizar documentos históricos aos pesquisadores e interessados em seu arquivo histórico, bem como ao público dos Museus da Energia. Criada em 1998, a Fundação Patrimônio Histórico da Energia e Saneamento, mais conhecida como Fundação Energia e Saneamento, é uma organização cultural sem fins lucrativos, que tem como missão preservar e garantir o acesso ao acervo sob a sua guarda e ao patrimônio cultural da energia e saneamento, para construir sociedades sustentáveis. Quatro pilares sustentam as ações da Fundação, tendo, entre eles: pesquisar, preservar e comunicar a memória dos setores (de energia e saneamento), para reforçar o vínculo com a sociedade e contribuir com sua transformação; promover a troca de cultura e conhecimento com seus públicos, por meio de uma relação sensível e prazerosa, visando a transformação social; e contribuir para a transformação social, compartilhando a importância do acervo para inspirar o desenvolvimento cultural, ambiental, ético e econômico. A Fundação atua por meio de dois eixos principais, sendo um deles o acervo histórico, com sede em Jundiaí - SP e atendimento a pesquisadores em São Paulo - SP, que reúne a memória da energia e da água e oferece acesso gratuito a pesquisadores; e uma rede de Museus da Energia, com unidades nas cidades de Itu - SP, Salesópolis - SP e São Paulo - SP, por onde ocorre a extroversão desse acervo, como também o fortalecimento de seu propósito à sociedade em geral, por meio de ações de educação, cultura e lazer. Além de manter atividades culturais e educativas em suas unidades (acervo histórico e rede de Museus da Energia), a Fundação, cumprindo sua missão, também desenvolve projetos diversos como livros, exposições, materiais educativos e ações socioambientais. A instituição reúne o maior acervo histórico a respeito da eletrificação do estado de São Paulo, composto por mais de 1.600 metros lineares de documentos técnicos e gerenciais, 260 mil documentos fotográficos, 4.050 objetos museológicos, 50 mil títulos na biblioteca (uma das maiores especializadas em energia do Brasil), 10 mil mapas e desenhos técnicos, além de documentos audiovisuais, sonoros e coleção de entrevistas de História Oral, reunidos a partir de meados do século XIX e provenientes de diversas fontes. Uma equipe multidisciplinar atua na organização e conservação do material na sede da instituição, em São Paulo - SP, e na sede do acervo, em Jundiaí - SP. Ao longo de seus 25 anos, a instituição realizou o atendimento gratuito a mais de 7 mil pesquisas, em grande parte, oriundas do universo acadêmico, contemplando pesquisadores nacionais e de instituições estrangeiras. Nos Museus da Energia, o público tem a oportunidade de aprender e vivenciar experiências educativas e de lazer onde questões sobre o passado, o presente e o futuro da energia e da água no Brasil e no mundo são tratadas de maneira didática e divertida. Fazem parte da rede as unidades do Museu da Energia situadas nas cidades paulistas de Itu, São Paulo e Salesópolis, instaladas, respectivamente, em dois imóveis históricos em área urbana e na centenária Central Geradora Hidrelétrica (CGH) de Salesópolis. Esses espaços oferecem aos visitantes atividades culturais voltadas para todas as idades, e que reforçam conceitos de cidadania e incentivam o uso responsável de recursos naturais, explorando tais questões por abordagens históricas, científicas e sociais. O patrimônio de cunho arquivístico, bibliográfico, museológico e arquitetônico salvaguardado pela Fundação Energia e Saneamento, para além de contar a história de setores específicos, integra um registro material que auxilia na compreensão das transformações da sociedade brasileira a partir da expansão da urbanização e industrialização das cidades, abrindo amplas possibilidades de pesquisa sobre os aspectos sociais, econômicos e, também, relacionados à construção da memória e identidade das culturas locais, diante da marcha da "modernidade" empreendida, a partir do século XX, com a ajuda do impulso elétrico. Desta forma, dada a importância da Fundação como referência na memória brasileira e sendo uma instituição cultural privada e sem fins lucrativos, sem mantenedores para a viabilidade da continuação de suas ações, a organização necessita das possibilidades de apoio oportunizadas pelo Mecanismo de Incentivo a Projetos Culturais do Ministério da Cultura. Considerando os apontamentos acima, destacamos, na sequência, que o projeto se enquadra nos seguintes incisos do Artigo 1º da Lei 8313/91: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; VI - preservar os bens materiais e imateriais do patrimônio cultural e histórico brasileiro; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; O projeto tem por finalidade (dentre as elencadas no Artigo 3º da Lei 8313/91): II - fomento à produção cultural e artística, mediante: c) realização de exposições, festivais de artes, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore. III - preservação e difusão do patrimônio artístico, cultural e histórico, mediante: a) construção, formação, organização, manutenção, ampliação e equipamento de museus, bibliotecas, arquivos e outras organizações culturais, bem como de suas coleções e acervos.

Estratégia de execução

Seguem abaixo as informações sobre o Programa Educativo dos Museus da Energia, incluso dentro do Plano Anual (produto principal) e, ainda, sobre o plano de distribuição do Plano Anual, contemplando o produto principal e os produtos secundários. 1. PROGRAMA EDUCATIVO DOS MUSEUS DA ENERGIA (contrapartida social) Objetivo: disponibilizar o Museu da Energia à comunidade educacional, como uma ferramenta pedagógica não formal, capaz de construir a identidade cultural, o sentimento de pertinência afetiva e de lugar junto aos educandos de escolas públicas. Objetivos Específicos: transformar o Museu da Energia em uma ferramenta pedagógica reconhecida pelas instituições de ensino local; determinar diretrizes para formação de público para a unidade museológica; proporcionar experiências no espaço museológico, contribuindo para a formação dos educandos; desenvolver novas ações com as instituições de ensino participantes a partir desse projeto. Justificativa: A escola deve ser intermediadora entres os estudantes e os equipamentos culturais associados à expressão ‘cultura cultivada’ (bibliotecas, livrarias, teatros, museus e cinemas). A intensificação da ação da escola é o meio mais eficaz para fazer crescer tal prática – ou seja, a frequência aos museus, teatros ou concertos, assim como a leitura e a escuta dos programas de rádio e televisão. A escola pode ser concebida como o lugar onde o receptor em potencial (educando) pode receber o convite para desfrutar de algo proveniente da educação não formal. A influência da escola na formação do hábito só é determinante quando há uma sistematização das visitas, por exemplo, quando ir ao museu passa a fazer parte do cotidiano escolar. Não é apenas o fato de ir ao museu por influência da escola que determina o gosto, mas a competência cultural adquirida através da instrução que a escola proporciona. Tudo isso aponta para a importância que as escolas têm para a formação de público de museus. Os museus são espaços de educação não formal, e como tais, de acordo com suas peculiaridades, devem oferecer novas formas de percepção do mundo e oportunidades de reflexão e aquisição de conhecimento de acordo com o interesse de cada indivíduo visitante. Carga Horária: 30 min a 2 horas por turma/ação educativa, conforme cartas de atividades anexas. Público-alvo: Alunos das escolas públicas nas cidades de Itu - SP, Salesópolis - SP e Grande SP. Metodologia e materiais: a Carta de Serviços Educativos oferecidos às escolas públicas são as mediações (ações educativas atreladas às exposições temporárias e de longa duração de cada museu). O Programa compreende a realização de uma visita mediada ao Museu da Energia e de uma ação educativa adequada à faixa etária dos alunos atendidos (detalhes em documentos anexados na proposta, como cartas de atividades). As exposições atreladas são: História, Energia e Cotidiano, Água Virtual, Fragmentos do Cotidiano, A Cidade e a Usina, Tietê e as águas que você não vê, e Tempos de Energia: São Paulo em transformação. Conteúdos: as ações educativas abordam temas como história e cultura local e regional, geração de energia, fontes de energia, sustentabilidade, identidade, uso consciente da água. Profissionais envolvidos Amanda Christina Macedo é licenciada em Ciências Biológicas pela Universidade Federal de São Carlos UFSCar), tem extensão universitária em Bioarqueologia e atualmente cursa bacharel em Gestão Ambiental na Universidade de São Paulo (USP), onde foi bolsista FAPESP. Atuou como estagiária no setor educativo no Museu da Energia de Itu e no momento trabalha como assistente de Coordenação do Museu da Energia de São Paulo. Ana Sbrissa é bacharel em Turismo (Centro Universitário Nossa Senhora do Patrocínio – Ceunsp), Especialista em Gestão de Projetos Culturais e Organização de Eventos (Centro de Estudos Latino-americanos sobre Cultura e Comunicação – CELACC/ECA/USP); e possui MBA em Gestão Pública pela Universidade Cruzeiro do Sul. Fernanda Cristina Morais é historiadora, licenciada pelo CEUNSP, bacharel e especialista em História da Arte pela Universidade Estácio de Sá e pós-graduada em Docência no Ensino Superior pelo SENAC. Há 13 anos trabalha na intersecção da educação formal e não formal, desenvolvendo projetos nas áreas de educação, museus e cultura. Atualmente é Representante Regional do Sistema Estadual de Museus de São Paulo. Fernando Maia é licenciado e bacharelado em Ciências Biológicas, pela Universidade Braz Cubas. Foi estagiário do Museu da Energia de Salesópolis e desde 2012 atua como educador. Pedro Candello Scavacini é Licenciado em História pela Uniso, pós-graduando em História e Cultura no Brasil pela Universidade Estácio de Sá e Ensino de Geografia pela Faculdade Dom Alberto. Foi bolsista pelo PIBID - Programa Institucional de Bolsa de Iniciação à Docência. Foi estagiário e atualmente é auxiliar educativo no Museu da Energia de Itu. Simone Villegas possui graduação em Engenharia Ambiental e Sanitária (UNITAU); Especialização em Engenharia de Segurança do Trabalho (Poli/USP), Sistema de Gestão Integrada – Saúde e Segurança do Trabalho, Meio Ambiente e Responsabilidade Social (UMC) e Qualidade Ambiental ISO14000 (Senac SP). Vinicius Kavashima é bacharel em História pela Universidade de São Paulo e Especialista em História, Museologia, Divulgação da Ciência e da Saúde pelo Instituto Butantan. Foi estagiário e auxiliar educativo do Museu da Energia de São Paulo e, atualmente, atua na instituição como educador. 2. PLANO DE DISTRIBUIÇÃO O Plano de Distribuição contém o público da Fundação Patrimônio Histórico da Energia e do Saneamento, sendo ele os pesquisadores cadastrados e os visitantes dos Museus da Energia, das unidades de Itu, São Paulo e Salesópolis, responsáveis pela difusão do acervo histórico da instituição.

Especificação técnica

PRODUTO SECUNDÁRIO EXPOSIÇÕES ITINERANTES As propostas museográficas das exposições itinerantes do Projeto encontram-se em anexo no campo “Proposta Museográfica”. PRODUTO SECUNDÁRIO “OFICINAS” - PROJETO PEDAGÓGICO Plano de Execução: A proponente irá expandir a programação de oficinas culturais formativas abordando conceitos sobre energia, água e sustentabilidade, a serem realizadas em cidades brasileiras selecionadas (com a possibilidade de participação de pessoas dos municípios vizinhos). Sendo uma ação, denominada “Fazendo a Diferença” (título provisório); e outra, intitulada “No Movimento Águas” (título provisório). Objetivo geral: contribuir para a troca e produção de novos conhecimentos capazes de estimular a autonomia, o protagonismo, a criatividade e o resgate e identificação cultural local dos participantes nos territórios em que atuam. Objetivos específicos: produzir mudanças no território por meio da arte e de oficinas; debater temas sobre o conceito de permacultura e gestão dos recursos, por meio dos eixos água, energia e sustentabilidade. Metodologia: Para esse processo ocorrer, a equipe envolvida na ação será responsável pelo levantamento e articulação com organizações públicas locais, instituições da sociedade civil organizada, entre outras, para apresentar o projeto e garantir a adesão e apoio local. Através desses contatos se chegará ao grupo de participantes. Após a inscrição dos participantes, a ação será executada por meio de oficinas e intervenções artísticas. Público-alvo: jovens e adultos. Carga horária: 6 horas (cada edição). Currículo dos responsáveis: Consultoria e oficinas – João Lucas Neves Possui mais de 20 anos de formação e experiência na área da construção civil. Técnico em Edificações, graduado em Arquitetura e Urbanismo, mestrando em Manejo e Conservação de Recursos Hídricos. Como Diretor do Lacan – Laboratório de Bioconstrução e Permacultura, atua também como multiplicador destes princípios por meio de cursos e palestras. Coordenação – Rafael Ferreira Facilitador e mobilizador de processos sociais e coordenador de projetos. Graduado em Turismo pela Universidade Federal de Juiz de Fora, com mestrado em Gestão de organizações turísticas pela Universidade de Toulouse. Formação em Design Permacultural pelo Instituto de Permacultura e Ecovilas do Cerrado – IPEC. “Fazendo a Diferença”Justificativa: A ação tem como objetivo despertar a cultura da autonomia, do protagonismo e da força criativa a partir de um processo de mobilização social que consiste em momentos de aprendizagem de conteúdos e de intervenções e criações nos territórios atendidos pelo projeto, com a entrega final de produtos culturais e artísticos. Formato: intervenções teóricas e práticas, intervenções artísticas. Conteúdo programático A) Conhecimento e sensibilização Apresentação de conteúdos capazes de gerar conhecimento e inspirar as pessoas a atuarem. Trata-se de uma etapa preparatória para as intervenções e criações nos territórios. Os temas trabalhados serão organizados da seguinte forma: - Introdução - Arte, Meio Ambiente e cultura; - Energia, produção e consumo consciente como manifestação de uma comunidade; - A importância da água em nossas vidas; - O que bebemos, o que comemos: como cuidamos de nosso lixo; - Tecnologias ambientais de baixo custo: a arte de se fazer mais com menos custo; B) Intervenção prática Os participantes irão produzir e instalar tecnologias ambientais de baixo custo em locais escolhidos pelo grupo. Esse será o momento de experimentar o poder da transformação a partir da identificação de um problema e do protagonismo como agente da mudança. Produtos resultantes As intervenções servirão de elemento para criação de um vídeo de curta duração que registrará o momento de realização e transformação de uma situação problema em inspiração para o protagonismo por meio da arte e da ação prática. Durante as intervenções, haverá um espaço dedicado para as pessoas se manifestarem artisticamente (pinturas, desenhos, frases, colagens) sobre o processo de aprendizagem e realização. “No Movimento das Águas”Historicamente, o processo de formação das cidades acontece a partir dos rios. Por isso, as formações socioculturais das nossas comunidades carregam uma intensa relação com o ambiente natural e com a água que nele circula — ainda que, neste contexto rico e abundante. As oficinas têm como objetivo resgatar a água como patrimônio cultural histórico dos municípios, entendendo que a água e o meio natural fazem parte da construção cultural local (passado), e de que sua gestão é essencial no dia a dia das pessoas (presente), além de sua conservação ser indispensável para um planeta mais resiliente (futuro). O projeto consiste em criar um processo de geração de conhecimento, sensibilização e resgate cultural que demonstre a importância da água em seu território. Formato: intervenções teóricas e práticas, imersão em campo, entrevistas-diálogo, mini vídeo documentário. Conteúdo programático A) Conhecimento e sensibilização Apresentação de conteúdos capazes de gerar conhecimento e inspirar as pessoas a atuarem. Trata-se de uma etapa preparatória para as intervenções e criações nos territórios. Os temas trabalhados serão organizados da seguinte forma: - Introdução - Arte, Meio Ambiente e cultura; - A importância da água em nossas vidas, ciclo da água; - Água no território: local, regional e global; - O que bebemos e como cuidamos de nosso lixo; - Tecnologias ambientais de baixo custo: a arte de se fazer mais com menos custo; B) Intervenção prática Os participantes irão produzir e instalar tecnologias ambientais de baixo custo em locais escolhidos pelo grupo. Esse será o momento de experimentar o poder da transformação a partir da identificação de um problema e do protagonismo como agente da mudança. Produtos resultantes As intervenções e entrevistas-diálogo servirão de elemento para criação de um vídeo de curta duração que registrará as ações do projeto e buscará resgatar a água como patrimônio cultural histórico do município onde a ação foi executada. PROGRAMA EDUCATIVO DOS MUSEUS DA ENERGIA (INCLUSO NO PRODUTO PRINCIPAL) A descrição do Programa Educativo e seu plano pedagógico, que se constitui por um conjunto de ações integradas ao Produto Principal (Plano Anual), serão inseridos em “Outras informações”, em razão da maior disponibilidade de espaço.

Acessibilidade

A) PRODUTO: PLANO ANUAL ACESSIBILIDADE FÍSICA: as atividades serão realizadas na sede do Acervo da Fundação Energia e Saneamento, na sede da instituição e nos Museus da Energia. A seguir, as informações relativas a cada uma das unidades: acervo da Fundação, em Jundiaí - SP: possui rampas de acesso e banheiro adaptado; Museu da Energia de Itu: rampas de acesso (não fixas), elevador e banheiro adaptado; Museu da Energia de Salesópolis: rampas de acesso e banheiros adaptados; Museu da Energia de São Paulo (e sede da instituição): rampas de acesso, elevador e banheiro adaptado. Item da planilha orçamentária: Não há dotação orçamentária porque os elementos já constam nos edifícios. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES VISUAIS: as atividades serão realizadas na sede da instituição e nos Museus da Energia. A seguir, as informações relativas a cada uma das unidades: Museu da Energia de São Paulo (e sede da instituição): os textos da exposição de longa duração estão disponíveis em letra maior e braile; há placas táteis da arquitetura com legendas em braile; reprodução de acervo disponível para toque (base e poste de iluminação pública); objetos em 3D para toque (turbina e vertedouro de usina hidrelétrica); identificação em braile nas rampas de acesso, maquete da sede do museu e mapa tátil com legenda em braile a ser utilizado com o público; Museu da Energia de Itu: caderno em braile com textos da exposição de longa duração; dois objetos 3D e duas placas com detalhes da arquitetura do sobrado que abriga o Museu; Museu da Energia de Salesópolis: duas maquetes táteis (área do museu e casa de máquinas da usina), três mapas táteis (Espaço Energia, Águas e Recepção), e dois objetos em 3D (gerador e turbina de hidrelétrica). Item da planilha orçamentária: Não há dotação orçamentária porque os elementos já constam nos edifícios. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES AUDITIVOS: as atividades serão realizadas na sede da instituição e nos Museus da Energia. A seguir, as informações relativas a cada uma das unidades: Museu da Energia de São Paulo: na exposição de longa duração, há dois vídeos com narração e legenda, e um vídeo com imagem e legenda, e o conteúdo da exposição de longa duração encontra-se em vídeo-libras, disponível em tablet; Museu da Energia de Itu: vídeo-guia sobre a exposição de longa duração "História, Energia e Cotidiano" e o sobrado do Museu da Energia de Itu; Museu da Energia de Salesópolis: estão disponíveis nas redes sociais da Fundação dois vídeos já produzidos sobre o Museu, com a participação de educadora surda. Além disso, todos os vídeos a serem produzidos pela Fundação no exercício deste Plano Anual, em 2024, para divulgação nas redes sociais, serão legendados. Nas ações do Programa Educativo dos Museus da Energia, haverá contratação de intérprete de libras com foco na visitação de escolas. Item da planilha orçamentária: Intérprete de libras. B) PRODUTO: EXPOSIÇÕES ITINERANTES: ACESSIBILIDADE FÍSICA: as exposições serão instaladas na sede do Acervo da Fundação Energia e Saneamento, e nos Museus da Energia, além de espaços a serem selecionados. A seguir, as informações relativas a cada uma das unidades: acervo da Fundação, em Jundiaí - SP: possui rampas de acesso e banheiro adaptado; Museu da Energia de Itu: rampas de acesso (não fixas), elevador e banheiro adaptado; Museu da Energia de Salesópolis: rampas de acesso e banheiros adaptados; Museu da Energia de São Paulo (e sede da instituição): rampas de acesso, elevador e banheiro adaptado. Os demais locais a receberem as três exposições itinerantes ainda serão definidos no período de pré-produção, garantindo a utilização de espaços que ofereçam segurança e autonomia, com rampas de acesso e demais garantias a todos os públicos. Item da planilha orçamentária: Não há dotação orçamentária porque os elementos já constam no edifício. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES VISUAIS: as exposições contarão com audioguia e audiodescrição, disponíveis por Qr Code. Item da planilha orçamentária: Narrador de audiodescrição. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES AUDITIVOS: Durante o período de vigência das exposições, haverá a contratação de intérprete de Libras para atendimento de público no Museus, em datas a serem definidas durante a etapa de produção. Item da planilha orçamentária: Intérprete de Libras. C) PRODUTO: FESTA POPULAR (AÇÃO CULTURAL) MUSEU DA ENERGIA DE PORTAS ABERTAS - 2024: ACESSIBILIDADE FÍSICA: as atividades serão realizadas nos Museus da Energia. A seguir, as informações relativas a cada um dos Museus - Museu da Energia de Itu: rampas de acesso (não fixas), elevador e banheiro adaptado; Museu da Energia de Salesópolis: rampas de acesso e banheiros adaptados; Museu da Energia de São Paulo: rampas de acesso, elevador e banheiro adaptado. Item da planilha orçamentária: Não há dotação orçamentária porque os elementos já constam nos edifícios. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES VISUAIS: as atividades serão realizadas nos Museus da Energia. A seguir, as informações relativas a cada um dos Museus - Museu da Energia de São Paulo: os textos da exposição de longa duração estão disponíveis em letra maior e braile; há placas táteis da arquitetura com legendas em braile; reprodução de acervo disponível para toque (base e poste de iluminação pública); objetos em 3D para toque (turbina e vertedouro de hidrelétrica); identificação em braile nas rampas de acesso, maquete da sede do museu e mapa tátil com legenda em braile a ser utilizado com o público; Museu da Energia de Itu: caderno em braile com textos da exposição de longa duração; dois objetos 3D e duas placas com detalhes da arquitetura do sobrado que abriga o Museu; Museu da Energia de Salesópolis: duas maquetes táteis (área do museu e casa de máquinas), três mapas táteis (Espaço Energia, Águas e Recepção), e dois objetos em 3D (gerador e turbina de hidrelétrica). Item da planilha orçamentária: Não há dotação orçamentária porque os elementos já constam nos edifícios. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES AUDITIVOS: Haverá a contratação de intérprete de Libras para atendimento de público no Museu, em datas a serem definidas. Item da planilha orçamentária: Intérprete de Libras. D) PRODUTO: OFICINA/WORKSHOP ACESSIBILIDADE FÍSICA: O local de realização das oficinas será definido no período de pré-produção, garantindo a utilização de espaço que ofereça segurança e autonomia, com rampas de acesso e cotas de assentos reservados para pessoas em cadeira de rodas, pessoas com mobilidade reduzida e pessoas obesas. Sem custo na planilha orçamentária. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES VISUAIS: Os oficineiros oferecerão apoio ao participante com deficiência visual, descrevendo objetos e orientando a utilização dos mesmos. Os vídeos finais das ações culturais contarão com legendas. Sem custo na planilha orçamentária. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES AUDITIVOS: Haverá intérprete de Libras para a oficina, caso haja público surdo inscrito no período de inscrições. Item da planilha orçamentária: Intérprete de Libras. OBS: a Proponente está considerando, como contrapartida social, o Programa Educativo dos Museus da Energia, haja vista que, nesta proposta, está contemplado o Programa Educativo dos Museus da Energia (descrito em Sinopse da Obra e Outras Informações), adequando-se, assim, ao exposto no 30º artigo da Instrução Normativa 01/2023 a respeito de exigência de contrapartida, “§ 3º Excluem-se da obrigatoriedade os projetos que contenham ações formativas ou programas educativos”. Por se tratarem de ações realizadas nos Museus da Energia, vale para a contrapartida social o explicitado como acessibilidade no produto principal (Plano Anual), além do item da planilha orçamentária “Intérprete de libras”.

Democratização do acesso

O Plano Anual da Fundação Patrimônio Histórico da Energia e Saneamento - 2024 permitirá à instituição continuar suas atividades de preservação e difusão do patrimônio histórico e cultural dos setores de energia e saneamento paulistas sob sua guarda, e disponibilizar documentos históricos aos pesquisadores e interessados em seu arquivo histórico, bem como ao público dos Museus da Energia. Importante destacar que a consulta ao acervo, realizada por pesquisadores, é gratuita. Como política de democratização de acesso, a rede de Museus da Energia (nas cidades de Itu - SP, Salesópolis - SP e São Paulo - SP) pratica a cobrança de entrada a preços populares (R$ 10,00 a inteira), além das seguintes categorias de meia-entrada e isenção:Meia-entrada: Estudantes, pessoas com deficiência e um acompanhante, jovem de baixa renda com ID Jovem. Diretores, coordenadores pedagógicos, supervisores e titulares de cargos do quadro de apoio das escolas das redes públicas estadual e municipais de ensino. É necessário a apresentação de comprovante.Ingresso-família: crianças até 07 anos são isentas e os responsáveis pagam meia-entrada. Isenção: Moradores dos municípios de cada unidade museológica (e moradores do território - região central, no caso da unidade de São Paulo - SP), professores, maiores de 60 anos, guias e monitores de turismo. É necessário a apresentação de comprovante. O produto ?exposições itinerantes? que integram este projeto, além de exibidas nos Museus da Energia e sede do acervo, serão levadas a espaços externos ainda não definidos, tendo como premissa de seleção a circulação em locais públicos e outros em que haja entrada gratuita e/ou acesso amplo. Ainda cabe destacar que, para o produto festa popular (Ação Cultural), a programação de ações culturais ?Museu da Energia de Portas Abertas?, a ser realizada nas três unidades do Museu da Energia, fornecerá acesso gratuito às atividades e às exposições de cada Museu durante os eventos. O produto oficinas, denominadas ?Fazendo a Diferença? e ?Movimento das Águas?, que contemplam programação de oficinas formativas culturais, ocorrerão, também, de forma totalmente gratuita, sem cobrança para participação, em espaços de acesso gratuito. Além das condições acima, como medida de ampliação do acesso, conforme Artigo 28 da Instrução Normativa 01/2023, esta proposta cultural irá: III - oferecer transporte gratuito ao público, prevendo acessibilidade à pessoa com deficiência ou com mobilidade reduzida e aos idosos; Obs. dentro do produto principal (Plano Anual), o inciso acima será viabilizado tendo como referência as rubricas ?Locação de ônibus?, ?alimentação/lanche para educandos", e ?Intérprete de libras?, ao possibilitar a locação de ônibus para o transporte gratuito de estudantes de escolas públicas e outras instituições ao Programa Educativo dos Museus da Energia. OBS: o inciso acima será viabilizado tendo como referência as rubricas do produto contrapartida social ?Locação de ônibus?, ?alimentação/lanche para educandos", e ?Intérprete de libras?, ao possibilitar a locação de ônibus para o transporte gratuito de estudantes de escolas públicas e outras instituições ao Programa Educativo dos Museus da Energia. OBS. a proponente não oferece contrapartida, considerando que, dentro do produto principal (Plano Anual), está contemplado o Programa Educativo dos Museus da Energia (descrito em Sinopse da Obra e Outras Informações), adequando-se, assim, ao exposto no 30º artigo da Instrução Normativa 01/2023 a respeito de exigência de contrapartida, ?§ 3º Excluem-se da obrigatoriedade os projetos que contenham ações formativas ou programas educativos?.

Ficha técnica

A Fundação Patrimônio Histórico da Energia e Saneamento será a responsável pela gestão do projeto, desde o planejamento, coordenação, acompanhamento e execução dos trabalhos de pré-produção, produção e até a pós-produção das diferentes atividades. Realizará, também, a contratação e acompanhamento do trabalho de prestadores, profissionais e técnicos externos que não componham seu quadro de funcionários, quando necessário. Profissionais participantes: NOME: Ana Paula Sbrissa FUNÇÃO NO PROJETO: Coordenadora do Museu da Energia de Itu. Responsável pelo acompanhamento técnico das atividades do projeto que acontecerão no Museu da Energia de Itu. CURRÍCULO RESUMIDO: Bacharel em Turismo (Centro Universitário Nossa Senhora do Patrocínio – Ceunsp), Especialista em Gestão de Projetos Culturais e Organização de Eventos (Centro de Estudos Latino-americanos sobre Cultura e Comunicação – CELACC/ECA/USP); e possui MBA em Gestão Pública pela Universidade Cruzeiro do Sul. NOME: Andressa Romualdo FUNÇÃO NO PROJETO: Coordenadora de Acervo. Responsável pelo acompanhamento técnico das atividades de preservação, pesquisa e difusão dos acervos. CURRÍCULO RESUMIDO: Arquivista formada pela Universidade Estadual Paulista (UNESP) e pós-graduanda em Gestão de Documentos e Informação pela Faculdade Unyleya. Na Fundação Energia e Saneamento, gere e direciona as atividades do tratamento técnico, preservação e difusão dos acervos históricos arquivístico, bibliográfico e museológico, além do arquivo corrente e intermediário institucional. NOME: Edilane Maria da Silva Vasconcelos FUNÇÃO NO PROJETO: Analista de projetos. Responsável pelo acompanhamento administrativo e prestação de contas do projeto CURRÍCULO RESUMIDO: Graduada em Secretariado pela Universidade Nove de Julho, cursando pós-graduação em Gestão de Projetos e Programas Sociais pela Faculdade Facu Minas. Atua na Fundação Energia e Saneamento na área de Analista de Projetos - Projetos e Produção Editorial, assessorando tecnicamente os projetos culturais da instituição. NOME: Fernanda Cristina Morais FUNÇÃO NO PROJETO: Coordenadora de Educativo da Fundação. Responsável pelo acompanhamento técnico das ações educativas do projeto. CURRÍCULO RESUMIDO:Historiadora, licenciada pelo CEUNSP, bacharel e especialista em História da Arte pela Universidade Estácio de Sá e pós-graduada em Docência no Ensino Superior pelo SENAC. Há 13 anos trabalha na intersecção da educação formal e não formal, desenvolvendo projetos nas áreas de educação, museus e cultura. Atualmente é Representante Regional do Sistema Estadual de Museus de São Paulo. NOME: Fernando Ferreira de Souza Lima FUNÇÃO NO PROJETO: Designer Gráfico da Fundação, responsável pelo acompanhamento técnico do projeto, como a produção do mobiliário e a exposição (diagramação, tratamento de imagens, curadoria, etc). CURRÍCULO RESUMIDO: Graduado em Produção Editorial pela Universidade Anhembi Morumbi, atua como designer gráfico com experiência em materiais de divulgação, produtos editoriais (livros, revistas e catálogos), exposições (designer e expografia) e publicações digitais. NOME: Mariana de Andrade Dias da Silva FUNÇÃO NO PROJETO: Coordenadora de Projetos e Produção Editorial. Responsável pelo acompanhamento e coordenação geral do projeto e cronograma de execução. CURRÍCULO RESUMIDO: Formada em Comunicação Social pela Universidade Católica de Santos (UniSantos), e graduada em História pela Universidade de São Paulo (USP). Atua desde 2013 na Fundação Energia e Saneamento, realizando, além da coordenação, trabalhos de pesquisa, curadoria e produção de conteúdo para exposições e projetos editoriais. NOME: Rita de Cassia Martins Souza FUNÇÃO NO PROJETO: Diretora Executiva da Fundação Patrimônio Histórico da Energia e Saneamento e dirigente legal da instituição. Responsável pela gestão de todo processo decisório, por todas as ações realizadas no âmbito deste projeto e da instituição. CURRÍCULO RESUMIDO: Rita Martins é advogada, especialista em Direito Processual Civil pela PUC/SP, pós-graduada em Direito do Terceiro Setor pela ESA (Escola Superior de Advocacia) - OAB/SP e em Direito da Energia Elétrica pela Faculdade de Direito da Universidade Cândido Mendes/RJ. Desde 1999 atua na Fundação Energia e Saneamento como Assessora Jurídica, e em 2013 foi nomeada como Diretora Executiva da instituição. A Proponente, dirigente da Pessoa Jurídica, é a representante legal da Fundação Patrimônio Histórico da Energia e Saneamento (nomeada como Diretora Executiva em 23/10/2019 para um mandato de 4 anos), de acordo com o disposto em seu Estatuto Social em vigor, como segue: Seção III – Diretoria - Art. 14. A Diretoria é o órgão gestor da Fundação e é constituída por 03 (três) Diretores, um deles o Diretor Executivo, eleitos pelo Conselho de Administração para mandato de 04 (quatro) anos, sendo permitidas reconduções. Art. 17. Compete ao Diretor Executivo, isoladamente: a) Dirigir e orientar a administração da Fundação, zelando pelo cumprimento das diretrizes de trabalho e das normativas que venham a disciplinar suas funções pelo Conselho de Administração (documentação regularizada no cadastro da Proponente). NOME: Simone Villegas Reis FUNÇÃO NO PROJETO: Coordenadora do Museu da Energia de Salesópolis. Responsável pelo acompanhamento técnico das atividades do projeto que acontecerão no Museu da Energia de Salesópolis. CURRÍCULO RESUMIDO: Possui graduação em Engenharia Ambiental e Sanitária (UNITAU); Especialização em Engenharia de Segurança do Trabalho (Poli/USP), Sistema de Gestão Integrada – Saúde e Segurança do Trabalho, Meio Ambiente e Responsabilidade Social (UMC) e Qualidade Ambiental ISO14000 (Senac SP).

Providência

Projeto encaminhado para avaliação de resultados.

2024-12-31
Locais de realização (5)
Pedra Lavrada ParaíbaPicuí ParaíbaItu São PauloJundiaí São PauloSão Paulo São Paulo