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PRONAC 232228Apresentou prestação de contasMecenato

ESCOLA DE FOTÓGRAFOS CEGOS, NOVOS OLHARES: TERRITÓRIOS

ASSOCIACAO SOCIEDADE CULTURA E ARTE SOCA
Solicitado
R$ 617,2 mil
Aprovado
R$ 713,8 mil
Captado
R$ 466,0 mil
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

Incentivadores (1)
CNPJ/CPFNomeDataValor
34307295000165COMPANHIA DE GAS DO ESPIRITO SANTO - ES GAS1900-01-01R$ 466,0 mil

Eficiência de captação

65.3%

Classificação

Área
—
Segmento
Exposição de Artes Visuais
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Inclusão da pessoa com deficiência, participação ativa e acessibilidade plena
Ano
23

Localização e período

UF principal
ES
Município
Vila Velha
Início
2024-01-01
Término

Resumo

O projeto cultural objetiva a inclusão, formação, desenvolvimento e valorização de pessoas com deficiência, especificamente cegas, através da difusão de obras e estudo em Fotografia.

Sinopse

SINOPSE *PRODUTO PRINCIPAL: EXPOSIÇÃO* 1 exposição com 72 (setenta e duas) fotografias de um coletivo de 12 (doze) fotógrafos cegos, em espaço público externo em Vila Velha, ocupando cinco diferentes pontos da cidade. *OBRAS DE 12 FOTÓGRAFOS-CEGOS NAS RUAS DE VILA VELHA* O “não ver” é um ato valorizado na Fotografia Contemporânea e em outras modalidades artísticas, como testemunha “Histórias do Não Ver”, ensaio fotográfico de Cao Guimarães, e as inúmeras performances onde artistas vendam os olhos. Este princípio é radicalizado pelo coletivo “Poéticas da Cena Contemporânea”, propositor do inédito projeto “Escola de Fotógrafos Cegos”. A primeira escola de fotógrafos cegos do Brasil proporcionou a experiência do clique para seis pessoas cegas de nascença e seis com cegueira adquirida, que encontraram, no exercício da Fotografia, um modo de falar que existem. Não só que existem, mas têm o direito de participar da construção de imagens do mundo contemporâneo. E o que a primeira exposição da E.F.C. mostrou com o tema “Quando Fecho os Olhos Vejo Mais Perto”, é que, mais do que exercerem um direito, eles contribuem para a estética das Artes Visuais. Fixadas em estruturas de grande dimensão e retroiluminadas por luzes de LED, 96 obras inéditas chegarão à Vila Velha, em diferentes territórios da cidade. A nova exposição, com curadoria da idealizadora do projeto Rejane Arruda, trabalha poeticamente temas da subjetividade humana: “Aquele que não voltou” (de autoria de Maycon Machado); “Flagrante” (Manoel Peçanha); “Capitu, a Dama da Noite” (Geovana Santos); “Sonho de Menino” (Jonatas Sobral); “Olhando Lá de Cima” (Cinthya de Oliveira); “Meu Bairro” (Elias Barcellos); “Só me resta uma recordação sobre a minha infância” (Antônio Fadini); “Ecos da Vivência” (Maria Trancoso); “Pedaços de Mim” (Sayonara Reis); “Anti-histeria” (Kellezy Barbosa); “Sob os Olhares de Alice” (Alice Dordenoni); “Imagens que Guardam Sons, Foto-Diário de Um Fotógrafo Cego” (Jarlison Gardiman). As cinco regiões metropolitanas de Vila Velha serão abraçadas pelo projeto, com as obras circulando pelos bairros mais populosos: Praia da Costa (Região I), Santa Inês (Região II), Aibiri (Região III), Rio Marinho (Região IV) e Barramares (Região 5). PRODUTO SECUNDÁRIO: OFICINA 1 oficina de Estética da Fotografia Contemporânea para os 12 (doze) fotógrafos-cegos autores com 32 (trinta e duas) horas-aula, gratuita. Abordando aspectos da Filosofia e Psicanálise contemporânea, o curso dedica-se ao diálogo com outros fotógrafos, descrições de imagem e elaboração da experiÊncia viva de construção de imagens pela pessoa cega, procurando munir o aluno de um arsenal conceitual e discursivo para analisar e falar sobre a própria obra. NÃO HÁ COBRANÇA DE INGRESSOS. A DISTRIBUIÇÃO DOS PRODUTOS CULTURAIS É TOTALMENTE GRATUITA.

Objetivos

OBJETIVO GERAL O projeto cultural objetiva a inclusão, formação, desenvolvimento e valorização de pessoas com deficiência, especificamente cegas, através da difusão de obras e estudo em Fotografia. De acordo com o Art. 3º do Decreto 11.453, de 23 de março de 2023, a proposta contribui para: I - valorizar a cultura nacional, consideradas suas várias matrizes e formas de expressão; II - estimular a expressão cultural dos diferentes grupos e comunidades que compõem a sociedade brasileira; V - incentivar a ampliação do acesso da população à fruição e à produção dos bens culturais; VI - fomentar atividades culturais afirmativas para a promoção da cidadania cultural, da acessibilidade às atividades artísticas e da diversidade cultural; VII - desenvolver atividades que fortaleçam e articulem as cadeias produtivas e os arranjos produtivos locais, nos diversos segmentos culturais; IX - apoiar as atividades culturais de caráter inovador ou experimental; XII - impulsionar a preparação e o aperfeiçoamento de recursos humanos para a produção e a difusão culturais; XV - apoiar o desenvolvimento de ações que integrem cultura e educação. OBJETIVOS ESPECÍFICOS 1 exposição com 72 (setenta e duas) fotografias de um coletivo de 12 (doze) fotógrafos cegos, em espaço público externo em Vila Velha, ocupando cinco diferentes pontos da cidade. 1 oficina gratuita de Estética e Fotografia Contemporânea para os 12 (doze) fotógrafos-cegos autores da exposição com 32 (trinta e duas) horas-aula NÃO HÁ COBRANÇA DE INGRESSOS. A DISTRIBUIÇÃO DOS PRODUTOS CULTURAIS É TOTALMENTE GRATUITA.

Justificativa

A proposta apresentada, está alinhada às finalidades expressas: No Art.1° da Lei 8.313/1991, incisos: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II - Promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; IV - Proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional; V - salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória. E, em consonância com os objetivos do Art.3° da referida lei para cumprimento das finalidades expressas no art. 1°da Lei 8.313, atenderá, os seguintes objetivos: II: fomento à produção cultural e artística, mediante: c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore. A necessidade do uso do mecanismo de incentivo a projetos culturais para a realização do projeto, está alicerçada no direito de acesso à cultura, pois é totalmente gratuito e não visa a obtenção de nenhum tipo de lucro, no intercâmbio de informações e na construção de uma dinâmica que envolva apresentações teatrais. O projeto inova: Contribuindo para que pessoas cegas se insiram na tessitura social como fazedores de cultura, artistas, valorizados em sua produção; Estabelecendo princípios e a práxis com estudos continuados para que chegue, aos cegos, o conhecimento necessário à elaboração discursiva sobre a própria produção artística; Contribuindo para que pessoas cegas possam articular pensamento crítico sobre a produção em fotografia contemporânea e a análise reflexiva sobre as relações entre arte e sociedade; Contribuindo para a inserção de pessoas cegas na cadeia de produção de bens simbólicos valorizados socialmente; Contribuindo para aflorar, não só em participantes das oficinas, mas no tecido social, instituições e público, a valorização do cego enquanto artista. O projeto leva até pessoas cegas, arsenal metodológico, promovendo a inclusão, o acesso ao conhecimento e meios para o exercício da autonomia em procedimentos de criação artística através de grupo de estudos continuado. O projeto leva a produção de artistas cegos à sociedade, expondo-a em ambiente externo público, a fim de surpreender com o impacto da estética da fotografia contemporânea em dispositivos sem olhos. Expondo a sua produção em grande dimensão em área externa pública, objetiva-se: a mudança de olhar sobre a pessoa com deficiência e a valorização de suas potencialidades, mostrando uma obra instigante que reflete sobre o mundo e formas de recriá-lo através da fotografia. Orientamos os participantes da oficina do projeto "ESCOLA DE FOTÓGRAFOS CEGOS" promovendo estudos, introduzindo a base do pensamento contemporâneo sobre Arte e Filosofia, promovendo condições de constituírem olhar crítico sobre o próprio trabalho e as relações entre criação artística e sociedade. Damos continuidade, assim, à primeira ESCOLA DE FOTÓGRAFOS CEGOS do Brasil, em nova edição, mostrando que é possível a pessoa cega produzir, oferecer à sociedade a sua produção e fazer parte da cadeia de bens simbólicos, contribuindo para o acesso e a construção dos saberes a respeito da Arte, Cultura e Sociedade.

Especificação técnica

ESPECIFICIDADES TÉCNICAS OBJETO PRINCIPAL: EXPOSIÇÃO O QUE: 1 exposição com 72 (setenta e duas) fotografias de um coletivo de 12 (doze) fotógrafos cegos, em espaço público externo em Vila Velha, ocupando cinco diferentes pontos da cidade. ONDE: Em 5 bairros do município de Vila Velha (ES), os mais populosos de cada região: Praia da Costa (Região I), Santa Inês (Região II), Aibiri (Região III), Rio Marinho (Região IV) e Barramares (Região 5). OBRAS: Em Cor e P&B, as 32 fotografias são curatoriadas a partir da produção fotográfica realizada na 1a edição do projeto “Escola de Fotógrafos Cegos”. TAMANHO: Na horizontal [69 x 92cm] e na vertical [92 x 124cm]. SUPORTE: Retroiluminadas com LED, impressas impressas em fineart diretamente em placas de poliestireno (PS) para a luz vazar na imagem. fixadas em estruturas de aço galvanizado com pintura preta, 4 fotografias por estrutura, 2 estruturas em cada localidade, sendo que uma delas consta com título e texto explicativo em duas faces. DINÂMICA: As 5 regiões terão dez estruturas com fotos durante dois meses. As fotos serão trocadas de 20 em 20 dias. Assim, cada região será guarnecida com 18 (dezoito) obras: 6 + 6 + 6 (trocadas de 20 em 20 dias). São 3 rodadas. Ou seja, 3 conjuntos de obras (de 3 fotógrafos-cegos diferentes) circulando por cada região. AUTORES: Alice Dordenoni, Cinthya de Oliveira, Maria Trancoso, Sayonara Reis, Geovana Santos, Mycon Machado, Elias Barcellos, Manoel Peçanha, Jonatas Sobral, Jarlison Gardiman, Kellezy Barbosa e Antônio Fadini - os 12 fotógrafos-cegos alunos do projeto “Escola de Fotógrafos Cegos” - em co-autoria com a Cia Poéticas da Cena Contemporânea, coletivo propositor da orientação estética, metodologia, pensamento e metodologia. CONCEITO: O conceito curatorial parte de recortes a partir de processos de individuação do ato fotográfico exercitado na 1a Edição da E.F.C. no módulo que chamamos "Dispositivos" (último da formação). São 12 recortes, representativos da produção de cada autor: “Sob os Olhares de Alice” (Alice Dordenoni); “Imagens que Guardam Sons: Foto-Diário de Um Fotógrafo Cego” (Jarlison Gardman); “Aquele que não voltou” (Maycon Machado); “Flagrante” (Manoel Peçanha); “Capitu, a Dama da Noite” (Geovana Santos); “Sonho de Menino” (Jonatas Sobral); “Olhando lá de Cima” (Cinthya de Oliveira); “Meu Bairro” (Elias Barcellos); “Só me resta uma recordação sobre a minha infância” (Antônio Fadini); “Ecos da Vivência” (Maria Trancoso); “Pedaços de Mim” (Sayonara Reis); “Anti-histeria” (Kellezy Barbosa). O conceito será desenvolvido durante a execução do projeto. OBJETO SECUNDÁRIO: OFICINA 1 oficina de Estética da Fotografia Contemporânea para os 12 (doze) fotógrafos-cegos autores com 32 (trinta e duas) horas-aula, gratuita. CARGA HORÁRIA: 32 HORAS VAGAS: 12 PARA QUEM: para 12 (doze) fotógrafos-cegos. OBJETIVOS: proporcionar instrumentos para o desenvolvimento discursivo e formação dos participantes, para que possam produzir narrativas sobre as suas obras, dispositivos e processos criativos com a Fotografia Contemporânea. METODOLOGIA: Aulas expositivas, diálogos com a produção de outros fotógrafos, descrição de imagens, diálogos com pressupostos e hipóteses extraídos da Filosofia e Psicanálises Contemporâneas, rodas de conversa com os monitores para o estímulo de produção verbal própria, relação com as experiências fotográficas e vivências singularidades nos dispositivos, bem como a singularidade das vias de percepção dos objetos fotografados e das poéticas produzidas pelos fotógrafos-cegos; construção de textos. CONTEÚDO: Uma pincelada na trajetória da fotografia, do moderno ao contemporâneo; A filosofia contemporânea e seus principais pressupostos; A psicanálise contemporânea e seus principais pressupostos; Diálogos entre a estética da fotografia e os pressupostos da psicanálise e filosofia contemporâneos; Figuras da poética, modalidades e limites. NÃO HÁ COBRANÇA DE INGRESSOS. A DISTRIBUIÇÃO DOS PRODUTOS CULTURAIS É TOTALMENTE GRATUITA.

Acessibilidade

ACESSIBILIDADE De acordo com o Art. 25. da Instrução Normativa 01/2023, a proposta cultural contém medidas de acessibilidade compatíveis com as características do objeto sempre que tecnicamente possível, nos termos dos arts. 42, 43 e 44 da Lei nº 13.146, de 6 de julho de 2015, do art.46 do Decreto nº 3.298, de 20 de dezembro de 1999, do Decreto nº 9.404, de 11 de junho de 2018, de modo a contemplar: I - no aspecto arquitetônico, recursos de acessibilidade às pessoas com mobilidade reduzida ou idosas para permitir o acesso aos locais onde se realizam as atividades culturais e espaços acessórios como banheiros, áreas de alimentação e circulação; e II - no aspecto comunicacional, recursos de acessibilidade às pessoas com deficiências intelectual, auditiva e visual para permitir o acesso ao conteúdo dos produtos culturais resultantes do projeto. De acordo com o § 1º os custos com as ações de acessibilidade estão previstos no orçamento analítico do projeto, nas seguintes rubricas: A.) 1 exposição com 72 (setenta e duas) fotografias de um coletivo de 12 (doze) fotógrafos cegos, em espaço público externo em Vila Velha, ocupando cinco diferentes pontos da cidade. Visando proporcionar ampla acessibilidade a todos os públicos, a exposição será realizada em local onde será disponibilizado: * Acessibilidade física: rampas, corrimões, banheiros adaptados.Item da planilha orçamentária: Engenheiro * Para deficientes auditivos: Intérprete de LibrasItem da planilha orçamentária: Monitores * Para deficientes visuais: AudiodescriçãoItens da planilha orçamentária: Audiodescrição * Para pessoas diagnosticadas com o transtorno do espectro autista (TEA): acolhimento de profissional especializado.Itens da planilha orçamentária: Monitores B.) 1 oficina gratuita de Estética e Fotografia Contemporânea para os 12 (doze) fotógrafos-cegos autores da exposição com 32 (trinta e duas) horas-aula. Visando proporcionar ampla acessibilidade a todos os públicos, a orquestra será apresentada em local onde será disponibilizado: * Acessibilidade física: rampas, corrimões, banheiros adaptados.Item da planilha orçamentária: Aluguel de espaço da companhia. * Para deficientes auditivos: Intérprete de LibrasItem da planilha orçamentária: Monitores * Para deficientes visuais: AudiodescriçãoItens da planilha orçamentária: Audiodescrição * Para pessoas diagnosticadas com o transtorno do espectro autista (TEA): acolhimento de profissional especializado.Itens da planilha orçamentária: Monitores De acordo com o § 2º, o material de divulgação dos produtos culturais gerados pelo projeto conterá informações sobre a disponibilização das medidas de acessibilidade. NÃO HÁ COBRANÇA DE INGRESSOS. A DISTRIBUIÇÃO DOS PRODUTOS CULTURAIS É TOTALMENTE GRATUITA.

Democratização do acesso

TODOS OS PRODUTOS TEM DISTRIBUIÇÃO INTEIRAMENTE GRATUITA. A proposta está de acordo com o Art. 27. da NI 01/2023, promovendo medidas de democratização do acesso aos produtos, bens, serviços e ações culturais produzidos, contendo as estimativas da quantidade total de ingressos ou produtos culturais previstos, observados os seguintes limites: I - até 10% (dez por cento) para distribuição gratuita promocional por patrocinadores, havendo mais de um, receberão em quantidade proporcional ao investimento efetuado; II - mínimo de 10% (dez por cento) para distribuição gratuita com caráter social ou educativo; III - até 10% (dez por cento) para distribuição gratuita promocional pelo proponente em ações de divulgação do projeto; e IV - mínimo de 20% (vinte por cento) para comercialização em valores que não ultrapassem 3% (três por cento) do salário-mínimo vigente no momento da apresentação da proposta. De acordo com o Art. 28 a IN 01/2023, em complemento, o proponente prevê a adoção das seguintes medida de ampliação do acesso: I - doar 10% (dez por cento) dos produtos resultantes da execução do projeto para distribuição gratuita com caráter social, além do previsto no inciso II do art. 27, totalizando 20% (vinte por cento). . Tendo a ciência de que de acordo com o Art. 29, considera-se: I - de caráter social, a distribuição de ingressos e produtos culturais para pessoas de grupos minoritários ou comunidades em vulnerabilidade social, tais como: negros, indígenas, povos tradicionais, nômades, pessoas em situação de rua, pessoas LGBTQIA+, pessoas com deficiência, beneficiários do Bolsa Família e CadÚnico; e II - de caráter educativo, a distribuição a alunos da rede pública de ensino fundamental, médio ou superior.

Ficha técnica

REJANE KASTING ARRUDA - Usuária e dirigente da institiução, presidente da Associação Sociedade Cultura e Arte SOCA, realiza no projeto a atividade de Coordenação Geral e Curadoria. CURRICULO RESUMIDO: Doutora em Artes Cênicas pela Universidade de São Paulo e pós-graduada em Cinema, com publicações em livros e revistas especializadas; residência em Lisboa na Escola Superior de Teatro e Cinema, e na Universidad de Chile; participou de seminários e eventos em diversos países, como França, México e Espanha. Diretora da Cia Poéticas da Cena Contemporânea e idealizadora dos projetos da SOCA Brasil - Associação Sociedade Cultura e Arte. Investiga poéticas contemporâneas em Teatro, Cinema, Vídeo e Fotografia, e interfaces entre Arte, Filosofia e Psicanálise, e com as poéticas da inclusão e diversidade. Idealizadora e coordenadora geral dos projetos: Escola de Fotógrafos Cegos, Câmera Obscura, Fora!, Mostra c-o-n-t-á-g-i-o de Videoperformance, Cena Diversa, Nada Me Falta Videografia de Mulheres, entre outros. Rejane Kasting Arruda, dirigente da pessoa jurídica Associação Sociedade Cultura e Arte SOCA, será o responsável por toda decisão operacional, administrativa e técnica do projeto, não incorrendo na prática de intermediação, interditada pelo Art. 28 da Lei 8.313/91. FAGNER SOARES DE SOUZA realiza atividade de Coordenador Administrativo-financeiro e Assistente de Curadoria. CURRÍCULO RESUMIDO: Pesquisador e professor em Artes, graduado em Artes Cênicas pela Universidade Vila Velha (ES), realiza investigações em Poéticas Contemporâneas com ênfase em Dramaturgia, Atuação em Teatro e Cinema, Sonoplastia, Fotografia e Video. Integrante e fundador do Nucleo Jovem da Companhia Poéticas da Cena Contemporânea, associado na SOCA BRASIL (Associação Sociedade Cultura e Arte SOCA), participando dos projetos Cena Diversa, Escola de Fotógrafos Cegos, Nada Me Falta e Orquestra Brasileira de Cantores Cegos, entre outros. Atua em Cinema e Teatro desde 2013 tendo participado dos curtas "Casa de Vó" de André Ehrlich Lucas (2016) e "Os Mais Amados" de Rodrigo de Oliveira (2019), e das peças "A Verdadeira História de Tony e Clóvis" (2014/2015), "Navalha na Carne" (2015/2016), "Quem Tem Medo de Plínio Marcos" (2015/2016), "Veto à Voz" (2017), "Peter Pan" (2017/2018), "Love Fair" (2017/2018), "Kafka, Em Processo" (2018). Dirigiu as peças "A Cantora Careca" (2015), "O Matadouro Municipal" (2017) e participou da direção compartilhada de "Navalha na Carne".

Providência

Projeto encaminhado para avaliação de resultados.

2024-12-31
Locais de realização (1)
Vila Velha Espírito Santo