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PRONAC 232253Autorizada a captação residual dos recursosMecenato

Manguezal

ANDREA JAKOBSSON ESTUDIO EDITORIAL LTDA
Solicitado
R$ 1,13 mi
Aprovado
R$ 1,12 mi
Captado
R$ 823,1 mil
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

Incentivadores (4)
CNPJ/CPFNomeDataValor
03255266000173PRIO BRAVO LTDA.1900-01-01R$ 549,5 mil
06871406000126PRIO TIGRIS LTDA.1900-01-01R$ 160,5 mil
11058804000168PRIO COMERCIALIZADORA LTDA.1900-01-01R$ 90,0 mil
15213150000231BACOR CORRETORA DE CAMBIO E VALORES MOBILIARIOS S.A.1900-01-01R$ 23,1 mil

Eficiência de captação

73.3%

Classificação

Área
—
Segmento
Exposição Cultural / Artística
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Exposições de artes visuais, culturais, com museografia ou acervos de museus
Ano
23

Localização e período

UF principal
RJ
Município
Rio de Janeiro
Início
2023-08-01
Término

Resumo

Realizar uma exposição de acesso gratuito com obras, artesanatos e fotografias que exibam e retratem vários aspectos relacionados aos manguezais do Brasil e trazendo novos conhecimentos sobre a biodiversidade, as regiões existentes e contribuir para a compreensão da capacidade de renovação e valorização cultural desse ecossistema.

Sinopse

Uma exposição com acesso gratuito com obras, artesanatos e fotografias que exibam e retratem vários aspectos relacionadosaos manguezais do Brasil e trazendo novos conhecimentos sobre a biodiversidade, as regiões existentes e contribuir paraa compreensão da capacidade de renovação e valorização cultural desse ecossistema. O relatório detalhado das obras a serem expostas encontra-se em fase de elaboração, devido ao processo de seleção e curadoria em andamento. Assim que concluído, será submetido às instâncias competentes para análise e aprovação, garantindo a transparência e o cumprimento das exigências da Lei Rouanet.

Objetivos

Objetivo Geral A exposição, tem por objetivo geral retratar, de forma didática e poética, por meio de objetivos artísticos como fotografias, esculturas, instalações, montagens, colagens e pinturas, aspectos ligados à cultura do manguezal, destacando seu valor cultural para a sociedade, suas tradições e sua vital importância para o mundo em que vivemos. A exposição será gratuita e pretendem tornar possível o alcance de um grande número de pessoas de diversas faixas etárias e classes sociais sem distinção de gênero, cor e credo do mundo inteiro. Outro produto da proposta é a ação educativa cultural da Contra Partida Social, que será realizadas através da ONG Guardiões do Mar, uma organização sem fins lucrativos, situada na R. Alfredo Azamor - Boa Vista, São Gonçalo _ Rio de Janeiro, que irá levar o conteúdo do livro para deficientes físicos, auditivos e visuais e com outros tipos de deficiência, e na Fundação Gol de Letra, organização sem fim lucrativo, localizadana Rua Carlos Seidi, nº 1141, Caju, Rio de Janeiro, para professores e alunos desta comunidade carente, incentivando a leitura e oconhecimento. O projeto cultural irá atender aos seguintes incisos do artigo 02 do Decreto 10.755 de 2021: I-Valorizar a cultura nacional, consideradas suas várias matrizes e forma de expressão; II-Estimular a expressão cultural dos diferentes grupos e comunidades que compõe a sociedade brasileira; IV - promover a preservação e o uso sustentável do patrimônio cultural brasileiro em sua dimensão material e imaterial; V-Incentivar a ampliação do acesso da população à fruição e a produção de bens culturais; XI-Estimular ações com vistas a valorizar artistas, mestres de culturas tradicionais, técnicos e estudiosos da cultura brasileira; Objetivo Específico Produto Exposição: Realizar uma exposição no Centro Cultural Banco do Brasil Rio de Janeiro - CCBB do Rio de Janeiro, dos dias 08/10/2025 a 19/01/2026, revelando as características e peculiaridades do Manguezal e sua importância sócio-cultural. Explorar a cultura do manguezal, suas raízes e influências, sua situação atual e as perspectivas futuras; Contribuir para a preservação da cultura das comunidades tradicionais associadas aos manguezais: pescadores, caranguejeiros, construtores de barcos e currais de peixes e dessa parcela significativa e vulnerável do nosso ambiente; Mostrar a vida nos grandes espaços naturais remanescentes e a riqueza cultural neles abrigada, chamando atenção para a urgência de salvaguardar territórios e culturas em risco, A exposição será documentada através de fotos e vídeos, assim como depoimentos diversos dos participantes de cada ação.

Justificativa

Justificativa A exposição "Manguezal: ontem, hoje e sempre " se enquadra nos seguintes incisos do Artigo 1º da Lei 8313/91: VI - preservar os bens materiais e imateriais do patrimônio cultural e histórico brasileiro; VII - desenvolver a consciência internacional e o respeito aos valores culturais de outros povos ou nações; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal formadores e informadores deconhecimento,cultura e memória; A exposição "Manguezal: ontem, hoje e sempre" se enquadra nos seguintes incisos do Artigo 1º da Lei 8313/91: II - fomento à produção cultural e artística, mediante: c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore; O apoio do Mecanismo de incentivo a Projetos Culturais do Governo Federal será de fundamental importância para a realização do projeto Manguezal _ Ontem, hoje e sempre, já que permitirá que o proponente busque na iniciativa privada os recursos financeiros necessários para a realização do projeto. Ser possível realizar essa exposição é de extrema importância, pois além de ser um tema pouco explorado pela sociedade visamos destacar o patrimônio ambiental e cultural dos manguezais, considerando aspectos imateriais como a culinária, as artes depesca, as embarcações e a convivência com esse ambiente, do qual nós, cidadãos, dependemos para a nossa sobrevivência. Visamos fazer uma exposição que mostre a história do mangue na arte brasileira, que conta com representações centenárias, como as obras de viajantes que buscavam abrigo junto aos manguezais no fundo da Baía de Guanabara, por exemplo, e atuais, a exemplo de obras de artistas como Hélio Oiticica. A história do samba, por exemplo, passa pela Zona do Mangue, onde figuram capoeiristas, prostitutas, sambistas, compondo a chamada boemia carioca. A favela da Maré, por exemplo, teve origem numa praia de maré, chamada Maria Angu, caracterizada pelas construções de palafitas e pelo mangue. Estimular e fomentar o interesse sobre esse nosso ecossistema tão pouco conhecido e muitas vezes visto como um ambiente sujo, malcheiroso e inóspito. Pensar o mangue é conhecer características da vida de espécies variadas, da fauna, da flora. Além disso, pensar a lama, a argila, que figura, inclusive, em tradições dos povos originários e afro-brasileiros. Orixás, como, Nanã, na tradição Jeje-Nagô, são consideradas as donas da lama que moldara os seres humanos nas cosmogonias africanas. E a argila passa a compor trabalhos que se vinculam a um feminino essencial, como nas obras de Celeida Tostes. Em torno do mangue, vidas inteiras são constituídas. Comunidades de marisqueiras, ganhadeiras, pescadores de caranguejos tornaram-se personagens das artes visuais e da música. Movimentos como o Mangue Beat, no Recife, ou as Ganhadeiras de Itapuã, em Salvador, configuram importantes relações que repercutem para além das localidades, compondo parte da identidade brasileira. A iniciativa contempla recursos de interatividade com o público, utilizaçãode de novas tecnologias de realidade ampliada e sensorial, atém de plataformas de estímulo à participação de crianças e portadores de necessidades especiais com o conteúdo expositivo.

Estratégia de execução

Inserimos no campo "Anexar documentos/infomações adicionais" e "Anexar documentos/Proposta museográfica da exposição" as respostas solicitadas no diligência recebida na Análise da adequação à realidade do projeto. atenciosamente, Renata Arouca

Especificação técnica

Especificações técnicas do produto Exposição: Alcance: 10.000 pessoas Duração: 3 meses Local: A exposição será realizada no CCBB - Centro Cultural Banco do Brasil do Rio de Janeiro no período de 08/10/2025 a 19/01/2026, com acesso gratuito aos visitantes. Horário: 10:00 às 16:00h Funcionamento: De 3ª feira à domingo. O relatório detalhado das obras a serem expostas encontra-se em fase de elaboração, devido ao processo de seleção e curadoria em andamento. Assim que concluído, será submetido às instâncias competentes para análise e aprovação, garantindo a transparência e o cumprimento das exigências da Lei Rouanet.

Acessibilidade

Acessibilidade O espaço do Centro Cultural Banco do Brasil Rio de Janeiro - CCBB do Rio de Janeiro é um local adaptado à acessibilidade de portadores de necessidades especiais. Para a exposição, prevemos mobiliários adaptados para todos os tipos de públicos destacando pessoas com deficiência física, mobilidade reduzida e baixa estatura, bem como pessoas com deficiência visual e/ou neuromotora. Deficiente visual: A exposição contará com um QRCode nas obras que permitirá acesso à audiodescrição do material. Haverá também, na exposição, material sensorial com o qual os deficientes visuais poderão interagir. Deficiência auditiva: A exposição pode ser vista. Não se aplica

Democratização do acesso

Democratização de acesso O acesso à exposição é gratuito. A) Informar como serão distribuídos os produtos culturais resultantes do projeto, respeitando os limites do artigo 23 da IN 01/2022: Art. 27 O Plano de Distribuição da proposta deve assegurar a democratização do acesso (Anexo I) aos produtos, bens, serviços e ações culturais produzidos, contendo: I - estimativa da quantidade de beneficiários, observados, em caso de geração de receita com a venda dos produtos culturais, os seguintes limites: A exposição será gratuita e sua divulgação será feita nas escolas públicas, Instituições sem fins lucrativos, nas redes sociais, como Facebook, Instagram e Sites (dos patrocinadores, proponente, área de marketing específica e voluntária) Estimamos alcançar por mês no mínimo 3.000 pessoas, em um período de 3 meses, totalizando assim 9.000 pessoas. III - permitir a captação de imagens das atividades e de espetáculos ou autorizar sua veiculação por redes públicas de televisão e outras mídias gratuitas; As redes públicas de televisão e outras mídias serão convidadas a participar do evento, principalmente em sua abertura, podendo veicular imagens das atividades e de todo o evento. Art. 28. Em complemento, o proponente deverá prever a adoção de, pelo menos, uma das seguintes medidas de ampliação do acesso: VI - realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições,mostras e oficinas; Nossa exposição é gratuita.

Ficha técnica

ANDREA JAKOBSSON ESTUDIO EDITORIAL LTDA (COORDENAÇÃO GERAL): ANDREA JAKOBSSON ESTÚDIO DEDICA-SE DESDE O ANO DE 2001 AO REGISTRO DA CULTURA BRASILEIRA POR MEIO DE LIVROS DE ARTE. SEU DIFERENCIAL RESIDE NA CONTRATAÇÃO DE AUTORES RENOMADOS, COM NOTÓRIO SABER EM SUAS ÁREAS ESPECIFICAS, SELEÇÃO DE IMAGENS NOS ACERVOS DAS INSTITUIÇÕES NACIONAIS MAIS SIGNIFICATIVAS E INSUMOS E FORNECEDORES DE PRIMEIRA LINHA, GARANTINDO UMA EDIÇÃO BEM CUIDADA E DURADOURA. MAISARTE MARKETING (AGENCIAMENTO E COORDENAÇÃO DE PROJETO): EMPRESA DE MARKETING CULTURAL QUE TRABALHA PELA CONSCIENTIZAÇÃO DE IMPORTÂNCIA DE AÇÕES CULTURAIS ADOTADAS COMO FERRAMENTA DE COMUNICAÇÃO DAS EMPRESAS, COM SEUS PÚBLICOS E SOCIEDADE, COMPROVANDO OS BENEFÍCIOS E OS RESULTADOS QUE O MARKETING CULTURAL GERA TANTO PARA A IMAGEM DA MARCA DOS PRODUTOS E CORPORAÇÕES, COMO PARA A CULTURA. Marcelo Campos (curador): Marcelo Campos nasceu, vive e trabalha no Rio de Janeiro. É professor associado do Departamento de Teoria e História da Arte do Instituto de Artes da UERJ. É curador do Museu de Arte do Rio. Foi diretor da Casa França-Brasil entre 2016 e 2017. É professor da Escola de Artes Visuais do Parque Lage e membro dos conselhos do Museu do Paço Imperial (RJ) e do Museu Bispo do Rosário de Arte Contemporânea (RJ). É doutor em Artes Visuais pelo PPGAV da Escola de Belas Artes da UFRJ (2005). Desenvolveu tese de doutorado sobre o conceito de brasilidade na arte contemporânea. Possui textos publicados sobre arte brasileira em periódicos, livros e catálogos nacionais e internacionais. No livro "Escultura Contemporânea no Brasil: reflexões em dez percursos" (Salvador: Editora Caramurê, 2016), Campos revê suas análises e inclui parte significativa da produção moderna e contemporânea brasileira em um levantamento de mais de 90 artistas. Desde 2004, realiza curadoria de exposições em diversas instituições no Brasil. Leila Scaf Rodrigues (projeto expográfico) Leila Scaf é arquiteta, formada pela Universidade de Arquitetura e Urbanismo Santa Úrsula. Sócia e fundadora da firma LSR Arquitetura Ltda., que desde 1998, vem atuando em projetos de arquitetura, interiores e expografia. A partir de 2000 passa a desenvolver projetos de expografia e participa do acompanhamento de montagem de exposições de arte e temáticas em vários museus e centros culturais no Brasil. Desde 2011, se tornou uma pessoa com deficiência, passando a atuar também em projetos de acessibilidade e em grupos voltados à Acessibilidade Cultural e à inclusão da pessoa com deficiência. Flavia Cesar (designer) Designer com mais 20 anos no mercado, tem experiência atendendo grandes, médias e pequenas empresas, colaborando para campanhas de clientes como L'Oréal, Kerastase, Nutrisse, Fructis, Lavazza, Odebrecht, Vieira Rezende Advogados, BFBM advogados, Vinci Partners e outros. Tem em seu portfolio criações para marcas e identidade visuais, campanhas de lançamentos de produtos, animações de vendas, relatórios anuais, sinalizações, catálogos, sites.

Providência

PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.

2026-09-01
Locais de realização (1)
Rio de Janeiro Rio de Janeiro