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O Festival Crias da Quebrada: Novas Vozes da Juventude e Diversidade Cultural" é um evento audiovisual para o fortalecimento das manifestações culturais periféricas da juventude, com realização de 1 Mostra de Cinema presencial), realizada em 2 dias/duas sessões. A proposta visa a realização de 1 Mostra de Cinema com filmes sobre a diversidade cultural urbana (Mostra/Festival Audiovisual) com pelo menos 02 dias em 02 sessões. Integram a programação 5 bate-papos temáticos, um Laboratório/oficina audiovsiual e 2 shows musiciais de encerramento nos dois dias de festival, como produtos secundários.
O “Crias.Lab: novas vozes da juventude e diversidade cultural capixaba” é um evento audiovisual para o fortalecimento das manifestações culturais urbanas e periféricas da juventude, com a realização de uma Mostra Audiovisual como produto principal e Lab Audiovisual, Workshops e Masterclass, como atividades secundárias para jovens de bairros de vulnerabilidade social. Impacto desejado O Crias.Lab dedica-se a desenvolver a difusão do audiovisual como mecanismo transformador e ferramenta para evidenciar/difundir novas vozes e diversas formas de fazer comunicação, destacando narrativas e potencialidades culturais das comunidades envolvidas com a discussão de temas de impacto social, representatividade e sustentabilidade urbana, e exibição e produção de conteúdo audiovisual, com vídeos temáticos, séries, documentários e videoclipes. Participantes diretos - alunos da formação Crias.Lab Jovens, prioritariamente negros (as), de 16 a 29 anos, desempregados ou matriculados em escolas públicas e cursos técnicos, com ou sem experiência na produção cultural e de conteúdos digitais. Geração Z, geração dos "imperfeitos", em referência ao conceito criado pelo "UOLTAB". Comunidades de vulnerabilidade social (ODS-ONU número 10). Público dos eventos e ações de difusão dos conteúdos produzidos Educadores, artistas, agentes culturais e comunitários, produtores culturais, jovens e adultos, moradores das comunidades de vulnerabilidade social envolvidas e/ou residentes em toda Grande Vitória (ES), que participem da mostra de exibição dos conteúdos, ou sejam envolvidos em demais ações de difusão.
>> Objetivos gerais: O benefício principal é o alcance do cinema e a democratização do acesso aos conteúdos cinematográficos brasileiros, tendo como principal resultado que o projeto pretende alcançar é a participação efetiva e o benefício direto para a população que recebe as atividades do projeto, que é totalmente gratuito. >> Objetivos Específicos: >> Realizar 01 Mostra Audiovisual ONLINE "Mostra Crias da Quebrada" com pelo menos 08 títulos de séries de curta-duração Online (Plataforma www.criaslab.com.br) com duração de até 1 mês com abrangência nacional. Produto principal: Festival/Mostra Audiovisual. O objetivo aqui é aproximar a sociedade de conteúdos audiovisuais de relevância ajudando na construção como indivíduos. Visamos aqui atingir o público previsto e informado no Campo de Plano de distribuição. A proposta aqui é atingir um estimado de 4.000. >> Realizar 01 Mostra Audiovisual PRESENCIAL e GRATUITO "Mostra Crias da Quebrada" com pelo menos 08 títulos de séries de curta-duração com duração de até 02 dias na cidade de Vitória. Produto principal: Festival/Mostra Audiovisual. O objetivo aqui é aproximar a sociedade de conteúdos audiovisuais de relevância ajudando na construção como indivíduos. Visamos aqui atingir o público previsto e informado no Campo de Plano de distribuição. A proposta aqui é atingir um estimado de 1300 pessoas. >> Realizar como produtos secudários de foma gratuíta: um laboratório de realização audiovisual (40h) de produção vídeoclipe para 20 jovens e 5 palestras, 5 bate-papos temáticos para 300 pessoas e mentoria para produção prática de projetos que retratam expressões culturais de suas comunidades.
Em meio às desigualdades e injustiças sociais que afetam especialmente as comunidades de periferias urbanas e colocam o Brasil como sétimo país mais desigual do mundo (Relatório de Desenvolvimento Humano, Pnud, 2019), o projeto se justifica pela importância de protagonizar, através dos conteúdos digitais, temas que envolvem as questões sociais e manifestações culturais das periferias urbanas, evidenciando, neste caso, a criatividade da juventude como potência transformadora. Com isso, são motivações do projeto colocar a juventude em lugar de reconhecimento de seu espaço, apropriação e questionamento, capacitar e ampliar consciência através do audiovisual nas redes. Além disso, consideramos a urgência da difusão cultural das realidades comuns vivenciadas nas periferias, para o enfrentamento muitos obstáculos e desigualdades, evidenciadas principalmente com os efeitos da pandemia de COVID-19 no Brasil, e transformação social para alcançar os objetivos do desenvolvimento sustentável. Através de suas exibições audiovisuais e atividades secundárias o projeto alcança o Art. 3º da Lei 8313/91 uma vez que cumpre o Item II - fomento à produção cultural e artística, mediante: c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore; Tal item é atendido junto a realização da mostra/festival com exibição de filmes, bem como a exposição, shows e oficinas. O projeto também incentiva a apropriação de ferramentas tecnológicas através da juventude, ampliando o acesso à informação e a conteúdos audiovisuais de qualidade. Por caracterizar-se como uma atividade cultural de difusão e de reflexão audiovisual, o projeto enquadra-se no inciso I, do Art. 1º da Lei, já que a ação pretende contribuir para facilitar a todos o livre acesso às fontes da cultura como direito cultural de formação e de acesso aos filmes e obras audiovisuais. No que tange ao artigo 3º da Lei 8313/91, o projeto enquadra-se no inciso II c) considerando que o projeto é entendido também como um festival de arte que integra, além do audiovisual, a formação e a livre fruição de conteúdos audiovisuais e também shows musicais.
N/d
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MOSTRA (atividade principal): Em relação a mostra de cinema para promover o acesso às exibições cinematográficas às pessoas com deficiência visual e auditiva, vamos adotar todas as medidas a seguir, em cada cidade (todas as sessões) que o projeto percorrer: Audiodescrição; Legendagem descritiva ou Legenda para surdos e ensurdecidos – LSE; e Língua Brasileira de Sinais – LIBRAS . Oficina Audiovisual - (atividade secundária) No laboratório dos 20 participantes diretamente impactados (além dos outros que terão acesso às aulas gravadas), todos eles oriundos das periferias urbanas, comprovada através de ficha de inscrição e autodeclaração de residência. Pelo menos 01 das aulas (Aula Inaugural) será oferecida com medida de acessibilidade em libras. Obs.: Todas as ações previstas aqui sempre que tecnicamente possível, conforme a Lei nº 13.146, de 2015 e Decreto nº 9.404, de 2018. Obs.2: As rubricas referentes aos custos elencados acima encontram-se na planilha orçamentária na aba de inclusão de legendas: Intérprete de Libras Narrador de audiodescrição Legendagem Audiodescritiva
O projeto proporcionará a participação de escolas de comunidades locais, bem como proporcionará acesso gratuito a mostra de filmes de qualidade, proporcionando acesso de pessoas de todas as classes sociais e idades. Uma vez realizado por uma empresa de produção cultural através de captação de recurso também público, a produção busca manter toda a grade de programação do evento totalmente gratuita. As atividades sempre serão realizadas em espaços em localização central, de fácil acesso, atingindo um número aproximado e esperado de 2.620 pessoas, seja atraves de ações online ou presencial/semipresencial. A ação formativa cultural como atividade secundária será realizada com a produção/viabilização de oficinas que relacionem produção de conteúdo audiovisual. A proposta é conscientizar para a importância da produção de conteúdos criativos e qualitativos. Estudantes, inclusive das áreas de audiovisual, artes visuais etc, também estarão incluídos no hall de temas de interesse e são público alvo da proposta. Em uma ou mais das atividades previstas, também cumpriremos o Art. 28, com vistas a: IV - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino, e de outros eventos referente ao produto principal; Através das oficinas, cumprimos também o Item VI do Art. 28, conforme: VI - realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições, mostras e oficinas;
Carol Castilholi - Direção jurídica / Administrativa e Financeira - Instituto Com.Cha Presidente do Instituto Com.Cha, Carol Castolioli é Craduada em Direito pela Universidade Federal de Viçosa e Mestra em Gestão Pública pela Universidade Federal do Espírito Santo, Carolina é advogada, professora universitária, e pesquisadora, com ênfase na avaliação de impacto na gestão de recursos públicos e desenvolvimento de programas de compliance como estratégia para o fortalecimento da captação de recursos e aumento do impacto de negócios sociais e organizações do terceiro setor, especialmente por meio das leis de incentivo e do investimento social privado. Foi diretora da peça de teatro “O cientista maluco” (2007); participou do projeto de formação audiovisual Geração Futura (2010); foi organizadora dos eventos Discovery Days (evento de formação de lideranças jovens realizado em 2012), Ideia Social (encontro de profissionais do terceiro setor realizado em 2012) e “Global Village” (feira de cultura internacional realizada em 2013). É especialista em chás, tendo ministrado cursos voltados à popularização da cultura do chá no Brasil. Além disso, atua desde 2009 com o terceiro setor, tendo participado da fundação de três OSCs e integrado os quadros de outras cinco entidades. Atuou como advogada de diversos projetos culturais, dentre eles Festa da Criatividade, Festival MC 2022, MC.Arte, MC.Mulheres, Bordando Memórias, Geração Reels do Futuro, Cidade Pedal, Cine Marias e Crias.Lab. Como dirigente do Instituto, Carol exercerá a função de direção jurídica / administrativa e financeira, responsável pela gestão do processo decisório na execução do projeto. Sullivan Silva - Direção de produção e produção executiva Jornalista de formação, Sullivan é documentarista e atua na área cultural e de eventos, na comunicação do Festival de TV e Cinema de Muqui (Fecim), em Muqui, e o Festival de Cinema Ambiental do Espírito Santo (Cine.Ema), que acontece no distrito de Burarama, em Cachoeiro de Itapemirim, no Sul do Estado. Foi repórter da redação multimídia da Rede Gazeta, com trabalhos voltados para a rádio CBN Vitória e jornais A GAZETA e NA. Em seu currículo está a cobertura da greve da Polícia Militar do Espírito Santo, ocorrido no mês de fevereiro de 2017. Escreveu reportagens especiais sobre o Caparaó Capixaba e a Ilha de Trindade, arquipélago localizado a mais de 1.000 quilômetros da Costa do Espírito Santo. Em 2019, lançou a série de podcast Vidas Bandidas, com a história de criminosos que marcaram as páginas policiais no Estado. Léo Alves- Direção de programação Léo Alves nasceu no dia do Espírito Santo e acredita ter uma ligação espiritual com a diversidade do estado. Natural de Muqui, maior sítio histórico do Espírito Santo, é mestrando em "Tendências e Gestão da Cultura" pela Universidade de Lisboa e graduado em Jornalismo - Comunicação Social na Universidade Federal de Ouro Preto. É cocriador dos festivais Cine.Ema - Festival Nacional de Cinema Ambiental do Espírito Santo, Fecim - Festival de TV e Cinema de Muqui e MoV.Cidade - Mostra de Criatividade e Sustentabilidade Urbana de Vitória - ES e fundador da Pássaro de Papel - Projetos Criativos. É autor de livros, curtas e longas metragens, além de séries de TV. Em produção cultural atua e já atuou como criador, coordenador, captador de recursos e produtor executivo. Antonio Cezar Martins - Coodenador Pedagógico Antonio Cezar Martins tem 35 anos e é jornalista desde 2006. Trabalha como videomaker desde a faculdade e sempre desenvolveu trabalhos para televisão. Foi um dos primeiros repórteres multimídia da TV Gazeta, em 2007. Atualmente é editor da TV Gazeta. Já passou também pela TV Tribuna como repórter e editor. Foi um dos criadores e depois responsável pela reformulação do programa de cultura Ponto Cult, na TV Tribuna. Fundador do projeto Sonzêra, no Youtube, com apresentações ao vivo de artistas regionais pelo Espírito Santo. Também é roteirista, diretor e editor.
PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.