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A MOSTRA KILOMBO CINEMA: Os filmes realizados por negres no Brasil do século XXI propõe, como produto principal, a exibição de 60 filmes brasileiros premiados em importantes festivais de Cinema, de todos os tipos e metragens; lançados entre 2000-2020, dirigidos por cineastas negras, negros e negres. Além das exibições, como produto secundário, a Mostra apresentará mesa de debates e sessões com a presença de cineastas e pesquisadores negros.
A MOSTRA KILOMBO CINEMA: Os filmes realizados por negres no Brasil do século XXI, exibirá, gratuitamente, 60 filmes brasileiros premiados em importantes festivais de Cinema, de todos os tipos e metragens; lançados entre 2000-2020, dirigidos por cineastas negras, negros e negres. Serão ao todo 20 sessões em cada cidade, Rio de Janeiro e Recife. Os filmes são agrupados em 6 temáticas: Ancestralidades; Antirracistas; Artes Negras; Acessibilidades; Gêneros e LGBQTIA+, ao longo de 8 dias de programação. Paralelo às sessões temáticas, a Mostra apresentará mesa de debates e sessões com a presença de cineastas e pesquisadores negros. A Mostra conta com sessões especiais destinadas a alunos de escolas públicas e acessbilidade para cegos e surdos em todas as exibições. As sessões são gratuitas e com prioridade para alunos da rede pública de ensino. As sessões da manhã são de classificação livre até 12 anos. As sessões da tarde são de 12 até 16 anos e as sessões noturnas são para pessoas acima de 16 anos.
Objetivo Geral: Realizar uma Mostra plural, que preza pela diversidade social e de linguagens através do audiovisual, e que seja capaz de apresentar um panorama contemporâneo do cinema realizado por pessoas negras, em uma sociedade estruturalmente racista e em um campo das artes, no qual ainda reverbera o racismo cotidiano. A Mostra objetiva estabelecer diálogos entre a Academia, o mercado cinematográfico, a sociedade e entre jovens, a fim de contribuir à formação antirracista, através dos "Cinemas Negros", promovendo debates e permitindo o acesso aos conteúdos a todos os públicos, investindo em ações de Democratização de Acesso e de Acessibilidade. Bem como, dar visibilidade à parcela significativa de profissionais negros do Cinema brasileiro. Desta maneira, O Cinema é potência que estimula a reflexão e os nossos sentidos sensório-sentimentais, por isso, nesta Mostra, a experiência do espectador será potencializada por redescobrir o Brasil e sua gente através de filmes de todas as metragens, das mais diversas linguagens, que expressam um conjunto de saberes, a partir do olhar de pessoas negras. Tanto pelas que realizaram os filmes quanto pelas que produzem a Mostra Kilombo-Cinema. Objetivos Específicos: - Realizar uma Mostra de Cinema, com 60 filmes de cineastas negros de diversos estados do Brasil, a partir de um eixo com 6 temas: Ancestralidades; Antirracistas; Artes Negras; Acessibilidades; Gêneros e LGBQTIA+, sem cobrança de ingressos, durante 8 dias em cada uma das cidades do Rio de Janeiro, Brasília e São Paulo; - Realizar 3 debates/palestras sobre as questões que atravessam a população negra, através do cinema, com profissionais e pesquisadores negros da área em diálogo com estudantes de escolas públicas das cidades do Rio de Janeiro, Brasília e São Paulo; - Impactar diretamente cerca de 3000 pessoas entre profissionais, público e alunos de intuições públicas e de inclusão; - Gerar cerca de 40 postos de trabalhos diretos e 100 indiretos.
A Mostra resulta de uma pesquisa inédita de doutorado do PPGCine-UFF, que mapeou 400 cineastas negros brasileiros e mais de 800 filmes lançados entre os anos 2000-2020. É um panorama contemporâneo do cinema realizado por negros, em uma sociedade estruturalmente racista. A Mostra propõe diálogo entre a Academia, o mercado e a sociedade; e contribui à formação antirracista a todes através dos "Cinemas Negros". Bem como, dá visibilidade à parcela significativa de profissionais negros do Cinema brasileiro. A produção é composta por 95% de pessoas negras, o que reforça o compromisso dessa proposta em ser mais do que uma Mostra de Cinema realizado por negros, mas também um importante mecanismo de inclusão e de diversidade étnico-racial no campo do Cinema e das artes em geral, visto que muitas vezes pessoas negras não têm acesso aos recursos destinados ao setor cultural, amplamente dominado por produtoras geridas por pessoas brancas. Assim como subverte a lógica das curadorias de arte e de cinema marcadamente dominada por não-negros. Por fim, esta é a primeira Mostra a trazer um panorama do que foi produzido por pessoas negras no Cinema brasileiro nos últimos 20 anos. Um Cinema que conhece tão bem a cultura europeia e estadunidense; que realiza Mostras de Cinemas soviéticos e orientais, mas que só nos anos 2000 admitiu pôr o negro na frente e atrás das telas com dignidade. A Mostra é resultado de uma resistência negra, que agora pede passagem, rompendo com o paradigma "branco" das curadorias e do fazer cinematográfico no Brasil. Conforme o Art. 215. da Constituição Federal, o Estado garantirá a todos o pleno exercício dos direitos culturais e acesso às fontes da cultura nacional, apoiará e incentivará a valorização e a difusão das manifestações culturais. Incluir esse grupo de pessoas que, na sua grande maioria, não são contemplados pelas ações culturais, garante o exercício dos direitos culturais previstos na constituição federal. Diante do exposto, reforçamos que o projeto se enquadra nos seguintes incisos do Art. 1o da Lei 8313/91: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; IV - proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional; V - salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira; VI - preservar os bens materiais e imateriais do patrimônio cultural e histórico brasileiro; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; e IX - priorizar o produto cultural originário do País.
O projeto prevê duas ações principais: 1 - Produtor Principal - Mostra de Filmes: Exibições gratuitas de 60 filmes realizados por pessoas negras. As sessões serão nas cidades do Rio de Janeiro, Brasília e São Paulo da seguinte maneira: - Sessão especial de abertura - 2 curtas e 1 longa-metragem -Sessão especial de encerramento - 2 curtas e 1 longa-metragem - 18 sessões, divididas em 6 temáticas: Temática Gêneros: 6 curtas e 3 longas/médias-metragens Filmes que abordam questões de gêneros, tais como: pautas feministas; cinema de mulheres; lutas por igualdades de gêneros e afins. Temática LGBQTIA+: 6 curtas e 3 longas/médias-metragens Filmes que tratam das questões relacionadas às populações LGBQTIA+, tais como: relações afetivas; lutas contra homofobia; expressões e performances da comunidade; e afins. Temática Ancestralidades: 6 curtas e 3 longas/médias-metragens Filmes que apresentam questões relacionadas às Ancestralidades negras, tais como: religiões de matrizes africana; Culturas Tradicionais Negras; Povos Originários brasileiros e africanos; Historiografias negras e indígenas; Filmes sobre África; e afins. Temática Antirracista: 6 curtas e 3 longas/médias-metragens Filmes que apresentam pautas antirracistas, tais como: Movimentos Negros; Cotas étnico-raciais; discursos Antirracistas; Políticas para população negra e afins. Temática Acessibilidade: 6 curtas e 3 longas/médias metragens Filmes com audiodescrição e interpretação em LIBRAS que tratam das mais diversas questões da população negra. Temática Arte Negra: 6 curtas e 3 longas/médias-metragens Filmes que abordam as expressões de pessoas negras nas Artes, tais como: Teatro; Música Performances; Artes Visuais; Danças e afins. 2 - Produto Secundário: DEBATES E PALESTRAS COM PESQUISADORES E CINEASTAS Em cada cidade haverá: A - Uma Mesa de abertura. Tema: Os cinemas Negros no século XXI. Mesa composta por um cineasta negro convidado, um (a) pesquisador (a) de cinema, um mediador. B - Uma Palestra na sessão especial de abertura. Um cineasta negro convidado apresenta seus filmes para o público e conversa sobre o processo de produção. C - Um Debate de encerramento. Tema: A realização cinematográfica negra. Debate composto por cineasta, um (a) pesquisador (a) de cinema e um mediador
PRODUTO PRINCIPAL: MOSTRA DE FILMES ACESSIBILIDADE FÍSICA: A Mostra será realizada em espaços que possibilitem o acesso do público portador de deficiência física e de mobilidade reduzida. Serão priorizados locais que possuem condições de acessibilidade, tais como: rampas de acesso, elevadores, espaços reservados para cadeirantes e/ou assentos especiais para pessoas com mobilidade reduzida, entre outras ações que estejam de acordo com o Art. 44. da Lei nº 13.146, de 6 de julho de 2015 e a Instrução Normativa 1/2023. ACESSIBILIDADE PARA PESSOAS CEGAS OU COM BAIXA VISÃO: Audiodescrição em todas as sessões e hashtag para cego ver em todo o material gráfico ACESSIBILIDADE PARA SURDOS E ENSURDECIDOS: Legendagem descritiva e Libras em todas as sesões ACESSIBILIDADE PARA PESSOAS QUE APRESENTAM ESPECTROS, SÍNDROMES OU DOENÇAS QUE GEREM LIMITAÇÕES AOS CONTEÚDOS, ASSIM COMO PESSOAS QUE DESCONHECEM AS LINGUAGENS OU IDIOMAS DOS CONTEÚDOS: O projeto prevê um monitor espacializado, ou seja, profissional com competências e habilidades no favorecimento da inclusão de pessoas que apresentam o espectro autista, síndromes ou outras doenças cognitivas nas atividades propostas. PRODUTO SECUNDÁRIO: DEBATES E PALESTRAS COM PESQUISADORES E CINEASTAS ACESSIBILIDADE FÍSICA: Os debates serão realizados em espaços que possibilitem o acesso do público portador de deficiência física e de mobilidade reduzida. Serão priorizados locais que possuem condições de acessibilidade, tais como: rampas de acesso, elevadores, espaços reservados para cadeirantes e/ou assentos especiais para pessoas com mobilidade reduzida, entre outras ações que estejam de acordo com o Art. 44. da Lei nº 13.146, de 6 de julho de 2015 e a Instrução Normativa 1/2023. ACESSIBILIDADE PARA SURDOS E ENSURDECIDOS: Intérprete de Libras em todas as sessões ACESSIBILIDADE PARA PESSOAS QUE APRESENTAM ESPECTROS, SÍNDROMES OU DOENÇAS QUE GEREM LIMITAÇÕES AOS CONTEÚDOS, ASSIM COMO PESSOAS QUE DESCONHECEM AS LINGUAGENS OU IDIOMAS DOS CONTEÚDOS: O projeto prevê um monitor espacializado, ou seja, profissional com competências e habilidades no favorecimento da inclusão de pessoas que apresentam o espectro autista, síndromes ou outras doenças cognitivas nas atividades propostas.
PRODUTO PRINCIPAL - MOSTRA DE FILMES O projeto tem como objetivo gerar acesso levando os bens culturais ao público-alvo garantindo o acesso de forma gratuita, sem nenhum tipo de cobrança e/ou restrição econômica. PRODUTO SECUNDÁRIO – DEBATES E PALESTRAS COM PESQUISADORES E CINEASTAS Os debates com pesquisadores e curadores serão gratuitos destinados a todos os públicos. Os debates terão transmissão gratuita pela internet. As palestras com cineastas locais serão gratuitas e destinadas a todos os públicos, com foco majoritário em alunos de escolas públicas do Ensino Fundamental, a partir do sétimo ano, e do Ensino Médio. Além das ações previstas o projeto se compromete, segundo o art. 28 da IN nº 01/2023, a: VI - realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições, mostras e oficinas;
Idealização, Curadoria e Direção Geral: Márcio Brito Neto Direção de Produção: Rafael Lydio (Proponente) Produção Executiva: Dani Villanova Direção de Acessibilidade: Viviane Dias Curadoria: Márcio Brito Neto, Janaína Damaceno, Tatiana Carvalho Costa e Gilberto Alexandre Sobrinho. MÁRCIO BRITO NETO (Idealização, Curadoria e Direção Geral) Cineasta, roteirista, produtor cultural e diretor de teatro. Doutorando em Cinema e Audiovisual pela Universidade Federal Fluminense (UFF). Mestre em Comunicação Social e bacharel em Cinema pela PUC-Rio. Como diretor, roteirista e produtor executivo realizou o documentário "Serra do Caxambu", selecionado à Première Brasil do Festival do Rio (2015) e diversos outros festivais. Destaca-se ainda, o curta-metragem "Olhares" (2021). Atualmente é roteirista, produtor executivo e diretor do longa-metragem documentário "Munzenza: O brado do tempo", contemplado pelo Edital Arranjos Regionais pelo Estado da Bahia, com recursos do FSA/BRDE e ANCINE. Atuou na Coordenação de Produção da Première Brasil do Festival de Cinema do Rio de Janeiro (2016), no mesmo ano foi Assistente de Produção do longa-metragem "Favela é Moda”. Além dos projetos citados, foi Produtor Executivo da Cia. Dos à Deux, no espetáculo "Ausência" (2014), agraciado pelo edital de circulação da Caixa Cultural e do PROAC-SP. É o idealizador da plataforma de streaming destinada aos Cinemas Negros no Brasil, Ubuplay e realizou a pesquisa de doutorado “Akilombamento Cinematográfico: Ubuntu e os Cinemas Negros Brasileiro”, que catalogou 400 cineastas negros, negras e negres que realizaram filmes no Brasil entre os anos 2000-2020. JANAINA DAMACENO GOMES (Curadora) Doutora em Antropologia Social (2013) pela USP, Mestre em Educação (2008) e Bacharel em Filosofia (1999) pela Unicamp. Realizou o pós-doutorado em Sociologia da UFSCar, com o projeto "Uma Vida em Arquivos", cuja temática era a formação de arquivos visuais e audiovisuais de movimentos sociais negros no Brasil, na África do Sul e nos Estados Unidos. Em março de 2014, participou das Jornadas Cinematográficas da Mulher Africana de Imagem em Burkina Faso. Está organizando um livro de entrevistas, resultado de seus encontros, em Burkina Faso, Moçambique e Brasil, com os cineastas Idrissa Ouedraogo, Gaston Kaboré, Cheik Omar Sissoko, Manthia Diawara, Veronique Kanor, dentre outros. Em novembro e dezembro de 2014, realizou pesquisas no Instituto Nacional de Audiovisual e Cinema (INAC) de Moçambique e na África do Sul. Desde novembro de 2013 é uma das coordenadoras do Fórum Itinerante de Cinema Negro (FICINE). É coordenadora do grupo de Pesquisa Afrovisualidades. Em 2022 foi curadora e organizadora da Exposição Walter Firmo: no verbo do silêncio à síntese do grito, nos CCBB`s SP e RJ. Gilberto Alexandre Sobrinho (Curador) Professor do Departamento de Multimeios, Mídia e Comunicação, no Instituto de Artes-UNICAMP. Sua trajetória acadêmica inclui pesquisas sobre cinema, audiovisual e artes visuais, com publicações nacionais e internacionais em artigos, livros e capítulos de livros. Interessa-se, recentemente, pelos modos pelos quais as dissidências de gênero e sexualidade e étnico-raciais disputam o campo da representação e das visualidades em distintos campos midiáticos e artísticos. É também realizador, dedicando-se ao documentário, em que realiza pesquisas poéticas sobre territórios e personagens afro-brasileiros. Produziu, dirigiu e roteirizou os curtas-metragens Diário de Exus (2015), A Dança da Amizade, Histórias de Urucungos, Puítas e Quijengues (2016), Um Pouco de Tudo, Talvez (2018) e A Mulher da Casa do Arco-íris (2018). Produziu, dirigiu e roteirizou a série AMÉFRICA.TV (2019). TATIANA CARVALHO COSTA (Curadora) Professora, pesquisadora, consultora em diversidade e inclusão e curadora de cinema. Mestre em Comunicação Social pela UFMG. Fez direção e roteiro para a série “Gênero e Diversidade na Escola” e a direção de curtas metragens não ficcionais: “TransHomemTrans”, “Muito Prazer: Travestis e Transexuais de Juiz de Fora”, Memorial Travestis e Transexuais de BH”. Dirigiu os curtas “O Ciclone Lento e Sutil” (2001), “Oficina de Agosto” , “Pensamentos do Toti” e “Zezim”. Seu curta-metragem “Las cartas de la plaza de Santo Domingo” foi o projeto vencedor da seleção DOCSDF (México) em parceria com SAV/MinC (Brasil) em setembro de 2009 e recebeu Menção Especial do Júri na 4ª Edição deste festival. Atualmente, coordena os projetos de extensão universitária “Viver Ciências” e “Pretança” no Centro Universitário UNA. É integrante do movimento Segunda Preta. RAFAEL LYDIO - (Direção de Produção - Proponente) Diretor da Paragogí Cultural, produtor e gestor cultural com mais de 10 anos de experiência. Formado pelo Instituto Federal do Rio de Janeiro (IFRJ) e pós-graduado em Gestão Cultural: Cultura, Desenvolvimento e Mercado pelo SENAC-SP. Possui em seu currículo produções de segmentos artísticos diversos, como festivais de música, dança, exposições, documentários, espetáculos musicais e teatro. Como produtor da Sarau Agência de Cultura Brasileira trabalhou com espetáculos recordistas em premiações, dentre eles os musicais “Gonzagão - a lenda”; “Forrobodó - Um choro na Cidade Nova”; “Ópera do Malandro”; “Auê”, “Suassuna - o auto do reino do sol”; Musical “Elza” e “Jacksons do Pandeiro”. Fez parte de grandes produções como o Rock in Rio 2013, Jornada Mundial da Juventude 2013, Festival Villa-Lobos e TOCA. Sua última produção, ainda em cartaz, é a experiência intercênica “Meu filho só anda um pouco mais lento”, com direção de Rodrigo Portella, produção da Fábrica de Eventos e Produções Artísticas. DANI VILLANOVA (Produção Executiva) Bacharel em Cinema pela PUC-Rio (2009-2013), pós-graduada em Gestão de Negócios pela Ibmec (2014-2015), e estudante de Filosofia. Foi Produtora Executiva dos longas-metragens "Fico te devendo uma carta sobre o Brasil" (2019), com estreia mundial no maior festival de documentários do mundo, IDFA 2019 e estreia nacional no maior festival de documentários da América Latina É Tudo Verdade 2020, tendo recebido Menção Honrosa do júri oficial em ambos; e "Espero que esta te encontre e que estejas bem" (2020), premiado como Melhor Filme na 12ª edição do festival português FESTin. Foi Coordenadora de Produção do longa-metragem "Divinas Divas" (2016), maior bilheteria nacional de documentário no seu ano de estreia; e Produtora Executiva também dos longas "As mil mulheres" (2018) e "Capoeira, um passo a dois" (2016), ambos produzidos em parceria com o Canal Curta!. Foi produtora do Fórum Pensar a Infância, evento paralelo ao Festival Internacional de Cinema Infantil (FICI); e realizou três séries de ficção para o Sistema Eleva de Ensino, de Jorge Paulo Lemann. Atualmente dirige seu primeiro documentário "À flor da pele". VIVIANE DIAS (Diretora de Acessibilidade e Roteirista de Audiodescrição) Produtora de Recursos de Acessibilidade Audiovisual (Legendagem e Audiodescrição), Tradutora (PORT-ING), Transcritora | Revisora de textos e Redatora de Conteúdo. Bacharel e Licenciada em Letras: Inglês/Literaturas, pela Universidade do Estado do Rio de Janeiro (Uerj). De 2016 a 2020, atuou como Produtora de Recursos de Acessibilidade e Tradutora, na Roquette Pinto Comunicação Educativa, a qual fornecia Legendagem (simultânea, convencional e descritiva), audiodescrição (roteiro, narração e voice-over) e Tradução (ING-PORT) para emissoras como TV Escola, TV Brasil, TV Senado e TV INES. Em 2021, atuou como Preparadora de Texto na obra “O Livro da História Negra”, pela Editora Globo Livros. Desde 2022, atua como Redatora de Conteúdo na plataforma de streaming cultural gratuito do governo de São Paulo, #CulturaEmCasa, gerida pela Associação Paulista Amigos da Arte. No início de 2023, atuou na co-produção e locução de Audiodescrição da exposição “Um Defeito de Cor”, no MAR – Museu de Arte do Rio. O dirigente da empresa proponente será o Diretor de Produção e será remunerado por esta linha. A empresa proponente será responsável pela coordenação do projeto e será remunerada por esta linha do projeto.
PROJETO ARQUIVADO.