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O projeto prevê a realização do "Festival llha em Edição III" na Ilha de São Luís - estado do Maranhão - , que irá contribuir, com a produção, difusão audiovisual e democratização do acesso , além de fomentar a cultural local e o setor audiovisual na região, a partir da formação de jovens dessas comunidades por meio de núcleos, oficinas educativas e produção de filmes de curta metragem em Full HD. O projeto irá beneficiar jovens maranhenses e a comunidade local com as oficinas (produto principal) e outras atividades socioeducativas totalmente gratuitas e produção de filmes que retratam a realidade e cultura das comunidades locais, oportunizando assim o acesso ao conhecimento e recursos do setor audiovisual para a produção de conteúdo que fortaleça o patrimônio e a história regional. O projeto terá como produto secundário, o Festival de audiovisual
O Ilha em Edição III é um projeto de fomento à produção audiovisual de jovens moradores da Grande Ilha (UPAON-AÇU) - onde estão localizados os municípios de São Luís, São José de Ribamar, Raposa e Paço do Lumiar - por meio de doze cursos: história; roteiro; novas tecnologias; produção; direção; preparação de ator; edição; direção de fotografia; direção de arte, captação de som direto, filme documental e animação. A juventude maranhense aprenderá a linguagem audiovisual e produzirá, com a orientação de profissionais de Cinema, quatro curtas de ficção, quatro documentários e quatro curtas de animação. O público-alvo desta edição são jovens de escolas de Ensino Médio de São Luís, São José de Ribamar, Paço do Lumiar e Raposa. Esses jovens serão desafiados a pesquisarem e produzirem ficção, documentário e animação situados em 3 momentos históricos: da chegada dos europeus na Ilha de São Luís até a Revolta de Beckman; da chegada dos africanos em São Luís até a Balaiada; da pandemia da Covid-19 até os momentos atuais. A classificação indicativa etária dos curtas produzidos será de acordo com a classificação indicada no Guia Prático – 2012 da Secretaria Nacional de Justiça/MJ. Ao menos metade do curtas produzidos serão de classificação etária livre.
Principal Realizar o Festival llha em Edição III com a participação de alunos, professores e pessoas da comunidade como resultado da formação de jovens e a produção de filmes realizados durante as oficinas, que ocorrerão na Ilha de de São Luís, que é formada por 04 municípios: São Luís, Raposa, São José de Ribamar e Paço do Lumiar. Específicos: - Promover a formação de 240 jovens em cada local, totalizando 960 jovens, em 10 (dez) áreas do conhecimento do setor Audiovisual por meio de cursos de: Roteiro, Produção, Preparação de Ator, Direção cinematográfica, Direção de Fotografia, Direção de arte, Documentário Musical, Som direto, Animação e Edição, para alunos de Ensino Médio da Rede Pública de Ensino; - Produzir 12 (doze) filmes, totalmente realizados por jovens, sendo 4 (quatro) curtas de ficção, 4 (quatro) documentários, e 4 (quatro) curtas de animação, com temáticas sobre Direitos Humanos, Juventude e a cidade em que moram; - Difundir os 12 (doze) filmes produzidos em festivais e mostras de cinema brasileiras e internacionais, colaborando para a divulgação do cinema produzido no Maranhão; - Qualificação de 960 jovens: Estimular o setor audiovisual maranhense, por meio da qualificação de jovens para o mercado profissional, provendo a geração de renda para a juventude - número de certificados emitidos. - Avaliação de 960 jovens sobre a sociedade: Mostrar o olhar da juventude maranhense sobre temas relevantes à sociedade, por meio de preenchimento de instrumental (formulário de pesquisa);
O Maranhão se destaca na produção cultural brasileira, especialmente na literatura, e principalmente, na música. Nomes como João do Vale, Alcione, Zeca Baleiro e Rita Ribeiro levaram e ainda levam a arte e o nome do Maranhão aos quatro cantos do país. Seguindo o mesmo caminho, o setor do Audiovisual no estado cresce a cada ano. Diversos filmes produzidos no Maranhão, por profissionais maranhenses, a exemplo de Aquarela, curta de de Al Danuzio e Tiago Kirstenmaker, premiado no Festival de Gramado (Rio Grande do Sul) e O Farol, de Arturo Sabóia, que integrou a mostra de curtas do Festival de Cannes (França), vêm sendo apresentados e premiados em renomados festivais nacionais e internacionais. Muito se deve à qualificação dos profissionais das produções audiovisuais, ao estado do Maranhão, que por meio da Escola de Cinema do Estado investiu no setor, assim como os editais de fomento ao Audiovisual que o Governo do Maranhão vem realizando. Podemos dizer que há um contexto de estímulo à produção audiovisual do Maranhão, que somente poderá ser nacionalmente reconhecida e valorizada, quanto mais filmes de boa qualidade forem produzidos, mais profissionais forem capacitados, e por que não, mais realizadores maranhenses forem premiados em Mostras e Festivais nacionais e internacionais. Neste sentido, o Ilha em Edição III é proposto para fortalecer com este processo. O projeto foi escrito na Lei de Incentivo à Cultura, com o intuito de atender à demanda cultural e social da população, e visa facilitar a captação de recursos, visto que a Lei se torna ferramenta importante para a realização deste tipo de projeto e para o acesso gratuito do público. Contexto: O Ilha em Edição é um projeto que vem sendo realizado pelo Instituto Formação há alguns anos. Desde 2003, a organização fomenta a produção de filmes entre jovens, tendo realizado formações na área audiovisual em cidades do Território Baixada Maranhense _ Campos e Lagos, como São João Batista, São Bento, Palmeirândia, São Vicente Férrer e na Grande Ilha. O projeto também estimula ainda a participação dos jovens, assim como seus filmes, em festivais e mostras de cinema, momentos em que trocam experiências com realizadores de todo Brasil e participam de cursos com profissionais. Um dos vídeos produzidos por jovens integrantes da formação em artes do CIP Projeto Jovem Cidadão (Instituto Formação), de Arari, Tambores que Cantam: Um Toque do Divino, foi premiado no Festival Guarnicê de Cinema (2007), recebendo o Prêmio Nêgo Chico, dedicado a filmes sobre a cultura popular. Além deste, outros curtas de jovens realizadores que passaram por formação em vídeo foram premiados no Festival Guarnicê de Cinema, como Já sei Ler e Família Soja, ambos de Lozângela Mendes, jovem baixadeira da cidade de Matinha. O primeiro Ilha em Edição foi um projeto muito exitoso, carinhosamente recordado pelos profissionais envolvidos e pelos estudantes participantes. Os filmes produzidos participaram de Festivais e Mostras de cinema como o Maranhão na Tela (MA), Guarnicê (MA) e o Festival de Cinema Estudantil Joaquim Venâncio (RJ), promovido pelo Instituto Oswaldo Cruz. Diversos jovens participantes continuaram no setor ou desenvolveram trabalhos para produtoras locais. Um dos jovens egressos do Ilha em Edição também ingressou no curso de Cinema da Escola de Cinema do Estado. Algo que gerou excelentes resultados e repercutiu positivamente entre a juventude, o que estimulou o Instituto Formação a pensar na realização de outras edições do projeto. O Ilha em Edição II envolveu jovens de 4 grupos de bumba meu boi do Maranhão, do Quilombo Urbano Liberdade e do Território do Maracanã, que participaram de 10 oficinas e produção de curtas e documentários contando histórias dos enredos relacionados com a cultura do bumba meu boi. Nesta nova edição do projeto, o diferencial será o desenvolvimento do projeto com o público jovem nos quatro municípios da Ilha de São Luís (também conhecida como Ilha Upaon Açu), localizada no Maranhão: São Luís, Raposa, São José de Ribamar e Paço do Lumiar. Em um estado em que pouco se retorna à nossa história, o projeto possibilitará transitar desde as terras dos povos indígenas Gamela até os dias atuais da IV Revolução Industrial. Desta forma, teremos o olhar de jovens - entre estudantes e já trabalhadores - ou fazedores de cultura _ percorrendo temas desde o passado até o futuro. O Ilha em Edição III dará continuidade a esta formação da juventude maranhense no setor Audiovisual. Com isso, o Instituto Formação acredita que o Audiovisual colabora na construção da identidade de um povo, é um forte aliado da nossa cultura brasileira e cria, desperta e estimula o olhar, sobre nós mesmos, o outro e a sociedade em que vivemos. Essa potência de linguagem pode ser transformadora na vida dos jovens, na sociedade em que estão inseridos, estimulando sonhos e o protagonismo de cada um deles. Sendo assim, conforme Art. 1º da Lei 8313/91, o Festival Ilha em Edição III visa: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II. estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais III. apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; IV.proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional VII - desenvolver a consciência internacional e o respeito aos valores culturais de outros povos ou nações; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; Como forma de cumprir esses objetivos, conforme Art. 3° da Lei 8313/91, o Festival Ilha em Edição III irá fomentar a produção cultural da região, promover a formação de jovens maranhenses através de oficinas gratuitas, a produção audiovisual estimulando a produção de filmes: curtas de ficção, animação, documentário, além de atividades socioculturais gratuitas para a comunidade. O projeto pretende utilizar estrutura e equipamentos de custo elevado, só possíveis por meio de recursos incentivados. As câmeras e computadores profissionais de edição são importados e os que apresentam os melhores resultados. Os jovens irão trabalhar com câmeras de vídeo, porém com qualidade de cinema, como é o caso da Blackmagic Pocket 6k, da Canon, orçada para o presente projeto. Uma vez entendendo a linguagem audiovisual, os recursos que ela possibilita, podem transferir estes conhecimentos ao utilizarem outros dispositivos digitais, até mesmo celulares. A ideia é aprender com o melhor, até para pleitear melhores trabalhos, contratações, mas o importante é entender, assimilar a linguagem audiovisual.
DOCUMENTOS ADICIONAIS REFERENTES A PRODUÇÃO DOS CURTAS: -Plano pedagógico e plano de execução das oficinas - em anexo -Currículo equipe técnica - em anexo -Os roteiros dos curtas serão criados dentro das oficinas e apresentados ao SALIC durante a execução do projeto. -A programação do festival será baseada nos curtas produzidos na oficina. Apresentaremos ao SALIC durante a execução do projeto. IMPACTO AMBIENTAL Como forma de promover o impacto positivo e ambiental do projeto serão realizadas algumas ações como: Local - Transporte x redução CO2 A realização das atividades ocorrerá um endereço de fácil acesso para as comunidades através de transporte coletivo, assim como incentivamos o uso de transporte compartilhado, bicicletas ou carona. Gestão de Resíduos: Vamos optar por realizar a nossa comunicação por meio das plataformas digitais evitando a impressão de papéis.
Sobre nossa história na produção audiovisual Em 2017, o Instituto Formação concebeu e coordenou um ousado e pioneiro projeto audiovisual em São Luís: o Ilha em Edição. A iniciativa contou com o apoio do Ministério da Cultura, por meio do Fundo Nacional de Cultura e de parceiros estratégicos locais, a secretaria de Estado da Educação (Seduc) e a Secretaria de Direitos Humanos e Participação Popular (Sedihpop). Pela primeira vez uma organização não governamental fomentou, de forma sistemática, a produção audiovisual entre estudantes do Ensino Médio de quatro instituições públicas de ensino da capital maranhense, por meio de aulas para formação em áreas profissionais da cadeia produtiva do audiovisual e que aconteceram (boa parte delas) dentro das escolas. A seleção dos estudantes foi realizada em parceria com as instituições. Os jovens, por meio de redações, diziam por que gostariam de participar do projeto e dissertavam sobre a relação deles com o audiovisual. Durante cinco meses, seis profissionais estiveram envolvidos diretamente no processo de formação audiovisual destes jovens, que participaram, à escolha deles, dos cursos de Roteiro, Produção, Direção, Interpretação, Produção de Documentário e Edição. Cada curso teve a carga horário de 70 horas, com conteúdos específicos a cada linguagem audiovisual, além de atividades práticas e a produção dos curtas, que integraram nos sets de filmagem os conhecimentos apreendidos pelos estudantes. As obras produzidas - curtas metragens de ficção e documentários - tiveram como pauta condutora a realidade destes jovens, associadas às suas relações com a cidade em que vivem, e Direitos Humanos. Filmes que surgiram de pesquisas, ideias originais ou que partiram do olhar dos jovens sobre determinada situação. Todos produzidos coletivamente por eles, com o auxílio técnico profissional, e totalmente dirigido por jovens. O Ilha em Edição envolveu cerca de 80 jovens, entre 16 e 28 anos. Foram produzidos quatro curtas de ficção e três documentários, que propuseram ao público a reflexão crítica sobre questões reais, comumente vivenciadas: violência contra a mulher (cultura do estupro), transsexualidade, violência policial contra jovens, direito de ir e vir, etnia, gênero, depressão na juventude etc. Como culminância do projeto foi realizada a Mostra Ilha em Edição, reunindo estudantes, seus familiares e público em geral. Os filmes ainda participaram de festivais, como Maranhão na Tela (MA), Festival Guarnicê de Cinema (MA) e Mostra Joaquim Venâncio de Cinema Estudantil (RJ).
Adotaremos as seguintes medidas de acessibilidade visual, auditiva, física e com síndromes e/ou outras questões: Produto: Festival Acessibilidade física:Acessibilidade física: o espaço contará com rampas de acesso, sinalização e banheiros acessíveis e acompanhamento de profissionais ( monitor). Acessibilidade de conteúdo - Auditiva: haverá Intérprete de libras para o atendimento presencial - Item incluído na planilha orçamentária. Acessibilidade de conteúdo - Visual: Monitores para orientações, Legenda descritiva e Narrador de audiodescrição -Itens incluído na planilha orçamentária. Acessibilidade de conteúdo para pessoas com outras síndromes e que não dominem os idiomas específicos - Receberão acompanhamento de profissional (monitores). -Item incluído na planilha orçamentária. Produto: Oficinas Acessibilidade física: o espaço contará com rampas de acesso, sinalização e banheiros acessíveis e acompanhamento de profissionais ( monitor). -Item incluído na planilha orçamentária. Acessibilidade de conteúdo - Auditiva: haverá Intérprete de libras (Monitores) para o atendimento presencial - -Item incluído na planilha orçamentária. Acessibilidade de conteúdo - Visual: Monitores para orientações e audiodescrição. -Item incluído na planilha orçamentária. Acessibilidade de conteúdo para pessoas com outras síndromes e que não dominem os idiomas específicos - Receberão acompanhamento de profissional (monitores). -Item incluído na planilha orçamentária. Conteúdo Digital - site e redes sociais (divulgação e democrratização de acesso) - Custos já contemplados dentro dos itens da planilha orçamentária: O site do projeto: contará com recursos de acessibilidade digital, também como ação de difusão para ampliação do acesso. Posts redes sociais: todos os posts nas redes sociais receberão texto alternativo nas postagens juntamente com as hashtags #pracegover #Pratodosverem.
Em atendimento ao Art. 1 da Lei 8313/91 iremos contribuir para facilitar o acesso à cultura, promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira; salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira; estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; priorizar o produto cultural originário do País, assim como em atendimento ao Art. 3 da Lei 8313/91 iremos contribuir com o fomento à produção cultural e artística; com a Preservação e difusão do patrimônio artístico, cultural e histórico e o com estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais. Desta forma, o projeto irá beneficiar jovens maranhenses do ensino médio que tenham a partir de 13 anos, através de oficinas como atividades socioeducativas que serão oferecidas de modo 100% gratuitas. Para o preenchimento das vagas não haverá processo seletivo e será respeitado apenas o número de vagas oferecidas e a ordem da lista de espera quando as vagas forem preenchidas. Todas as atividades do projeto - oficinas e Festival - serão ofertadas de forma gratuita aos alunos e ao público espectador. Como forma de aumentar a democratização de acesso dos alunos, realizaremos uma transmissão on-line de uma das atividades, um oficina promovida pelos próprios alunos para outros alunos. Para a disponibilização pela internet, utilizaremos canal no Youtube. Para atendimento ao art. 28, da IN º 01/2023:, adotaremos: IV - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino, e de outros eventos referente ao produto principal; V - garantir a captação e veiculação de imagens das atividades e de espetáculos por redes públicas de televisão e outros meios de comunicação gratuitos; VI - realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições, mostras e oficinas; VII - realizar ação cultural voltada ao público infantil ou infantojuvenil;
Sobre a proponente: A proponente, por meio de sua dirigente, realizará voluntariamente a administração e gestão, sendo responsável pela gestão do processo decisório, incluindo atividade técnico-financeira. A proponente poderá ser remunerada pela rubrica de captação de recursos, caso realize a própria captação, respeitando os limites. Em 2017, o Instituto Formação concebeu e coordenou um ousado e pioneiro projeto audiovisual em São Luís: o Ilha em Edição. A iniciativa contou com o apoio do Ministério da Cultura, por meio do Fundo Nacional de Cultura e de parceiros estratégicos locais, a Secretaria de Estado da Educação (Seduc) e a Secretaria de Direitos Humanos e Participação Popular. As obras produzidas tiveram como pauta condutora a realidade destes jovens, associadas às suas relações com a cidade em que vivem, e Direitos Humanos. Filmes que surgiram de pesquisas, ideias originais ou que partiram do olhar dos jovens sobre determinada situação. Todos produzidos coletivamente por eles, com o auxílio técnico profissional, e totalmente dirigidos por jovens. Como culminância do projeto foi realizada a Mostra Ilha em Edição, reunindo estudantes, seus familiares e público em geral. Os filmes ainda participaram de festivais, como Maranhão na Tela (MA), Festival Guarnicê de Cinema (MA) e Mostra Joaquim Venâncio de Cinema Estudantil (RJ). Currículos de alguns profissionais envolvidos no projeto: Giselle Bossard - Instrutora: Graduada em Comunicação Social. Jornalista, produtora, roteirista, diretora de filmes e coordenadora de projetos socioeducativos. Desenvolve atividades de educação audiovisual com jovens. Dirigiu e roteirizou os filmes Brincando na Floresta; Tambores que Cantam e Encantam: Um Toque do Divino e A Lenda da Velha Pisadeira (Instituto Formação) e Robson Miguez: o multi-artista, o Bumba-Boi e o Desterro. Produziu e editou durante três anos o programa Repórter Mirante (da afiliada da TV Globo no Maranhão), foi pesquisadora de imagens do Globo Ciência e produtora de chamadas e promoções da Multi-Rio (produtora da Prefeitura do Rio de Janeiro). Produziu edições de Festivais e Mostras Audiovisuais, como Maranhão na Tela, Maranime, llha em Edição, Dia Internacional da Animação - DIA e Vídeo Índio Brasil. Edízio Moura - Instrutor: Graduado em Comunicação Social. É Relações Públicas e Pós-Graduado em Admnistração de Empresas (Fundação Getúlio Vargas). Roteirista e Diretor do curta-metragem A Festa da Siesta e Produtor do projeto CineraMA. É Coordenador de Produção do Centro Cultural Vale Maranhão (CCVM) e foi instrutor de produção do Ilha em Edição 1. Keyci Martins - Instrutora : Premiada produtora, diretora e roteirista. Produziu o longa Luíses- Solrealismo Maranhense. Estreou na direção com o curta Bodas de Papel. Produziu e roteirizou a série de Tv, O dia em que nos tornamos terroristas. Coordenou a produção da série de Tv, Amor dos Outros. É Produtora Executiva do longa O miolo da Estória. Tairo Lisbôa - Instrutor Oficina Desenvolve trabalhos artísticos no segmento Audiovisual. É Roteirista e Diretor dos curta-metragens, Xiri Meu, Eu não Dou, sobre a sambista maranhense Patativa e Nambuaçu, sobre a Dança do Pela Porco de Nambuaçu de Baixo, comunidade do município de Rosário- MA, ambos distribuídos no circuito brasileiro de cinema de forma independente. Recebeu o prêmio Comunica Diversidade do Ministério da Cultura - Minc com o projeto Dança do Pela Porco. Foi Coordenador da Mostra Maranhense Lume de Cinema; Ana Rieper - Instrutora Oficina: formada em Cinema e Geografia (Universidade Federal Fluminense). Iniciou a carreira em 1998 com o curta-metragem Saara, eleito melhor filme no 2º Festival do Filme Documentário e Etnográfico de Belo Horizonte e melhor direção no 1º Fest Cine. A mudança dá outros contornos à sua carreira cinematográfica. Em 2004, se encarrega da direção de produção do documentário O Rio das Mulheres pelo Olhar de Ivaneide, filme de Carlos Eduardo Ribeiro Júnior. Entre 2005 e 2010, dirige o programa Afinando a Língua, do canal Futura. Igor Nascimento - Instrutor Oficina Escritor multimeios, desenvolve trabalhos e pesquisa científica em Artes. Nascido no Anjo da Guarda, na zona periférica de São Luís, é roteirista, dramaturgo, escritor e diretor de teatro e de cinema, desenvolvendo trabalhos em São Luís, entre eles destacando-se: o projeto multimídia (rádio, videoarte e arte gráfica) Fôlego Curto Dramas para ouvir (Rumos Itaú Cultural 2018-2019); a direção e a dramaturgia da peça As Três Fiandeiras (Prêmio Sol Nascente USP 2013), com o grupo Xama Teatro, do qual é sócio colaborador. Jesús Chapellier - Instrutor Oficina Fotógrafo, licenciado em História na UAH (Madrid) e Técnico superior em fotografia pela Escola de Arte 10 (Madrid). Com experiência no desenvolvimento de projetos monográficos e campanhas publicitárias no setor público e privado. Possui mais de 20 anos de experiência como fotógrafo still de publicidade e fotojornalismo para distintos grupos editorais, entre eles o grupo Prisa (El País, El Semanal, Mucho Viaje, Rolling Stone...). Foi assistente de Miguel Reveriego e fez oficinas com Isabel Muñoz, Rafael Navarro, Navia, Sofía Moro. Desde que chegou em São Luis, há 6 anos, iniciou sua formação como cinegrafista com Roman Lechepallier, Afosso Beato, Ana Johan e Marcelo Pedroso. Nos trabalhos realizados, tem como destaque o curta metragem maranhense Aquarela (ganhador do 46º Festival de Gramado) Rua Gusmão - Instrutor Oficina Graduado em Comunicação Social – Rádio e TV. Técnico de Som, integrou a equipe do Programa Daqui (TV Mirante/Afiliada Rede Globo), e fez som direto de curtas produzidos no Maranhão. Jaques Elray - Instrutor Oficina Diretor de Edição Edição de reportagens Televisivas, comerciais de TV e documentários. Montagem dos programas de TV: Maranhão TV, K.now, Canal Multimidia, Maranhão TV Show, Ponto de Vista, Horário Nobre, Tráfego de Informações, Agenda, entre outros da Produtora Raízes do Maranhão. Editor de vídeo de comerciais de TV, video clips e reportagens informativas para TV Produtora JBG. Graduado em Comunicação Social - Publicidade e Propaganda e Marketing e em Engenharia Elétrica - Potência, Eletrônica e Telecomunicações. Experiência em Edição/Produção de Programas/Documentários/Comerciais/VideoClips e outros produtos audiovisuais para televisão, web e/ou arquivos. Al Danúzio- Instrutor Oficina Estudou em Nova Iorque e Los Angeles onde se formou como Bacharel em Atuação pela NYFA. Interpretando um cego junto a atriz Thaila Ayala, Al voltou ao Brasil com prêmios internacionais, como o de Melhor Ator no Brazilian International Press Awards 2016 (EUA). Na Telemundo-NBC fez as novelas La Casa de Al Lado, Corazon Valiente e El Rostro de La Venganza. Morando entre São Paulo e São Luís, Al escreveu, produziu e atuou como presidiário em Aquarela, filme dirigido por Tiago Kirstenmaker. O curta ganhou dois kikitos em Gramado (2018). Mivan Gedeon - Instrutor Oficina Jornalista, trabalhou nas redações dos jornais O Imparcial e Jornal Pequeno, nas assessorias de comunicação do Tribunal de Justiça do Maranhão, Universidade Estadual do Maranhão (UEMA) e foi Secretário de Comunicação da Prefeitura de São Luís. Na área do audiovisual, realizou e produziu vídeos documentários, tendo duas produções premiadas. Wagner Heineck - Instrutor Oficina Ator e Produtor Cultural, nascido em São Paulo e radicado em São Luís. Iniciou a sua carreira artística, em 1990, em São Paulo, por onde passou por diversos grupos teatrais, como a Cia Multimidia de Teatro e dirigido por diversos diretores, como Renato Borghi. Há 7 anos é Produtor Cultural do Casa d’Arte Centro de Cultura, Ponto de Cultura em Raposa-MA. Em 2017 participou de um intercâmbio cultural, em Lima, Peru, através de convênio firmado entre a Embaixada Brasileira em Lima e Casa d’Arte Centro de Cultura/Instituto Maranhão Sustentável, ao qual assumiu o cargo interino de Coordenador de Cultura no Centro Cultural Brasil-Peru, em Lima.
PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.